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Deputados repudiam violência contra mulheres

Publicado em 20/03/2013 13h58

 

Os recentes casos de homicídio contra mulheres praticados por seus ex-companheiros no Distrito Federal motivaram discursos hoje (20), na Câmara Legislativa. "Quando esses elementos são presos infelizmente já é tarde demais. Precisamos implantar a prisão imediata no momento da denúncia, a prisão preventiva, pois de nada adiantar impor um limite de 200 metros de distância, pois eles não respeitam. Vamos acabar com essas barreiras imaginárias e implantar barreiras reais, das grades da prisão", defendeu Chico Vigilante (PT).

O distrital petista sugeriu ainda que o GDF e a Câmara Legislativa façam campanhas publicitárias para despertar a consciência da população sobre o problema da violência contra a mulher. A deputada Luzia de Paula (PEN) também clamou por medidas mais rígidas contra os agressores. "Há condições para mudar o comportamento desses marginais, mas no curto prazo precisamos mesmo é de mão de ferro, de punição. Dizem que esses crimes são cometidos em nome do amor. Que amor é esse que retira a vida?", questionou.

A deputada Arlete Sampaio (PT) elogiou programas do Governo Federal, como a Casa da Mulher Brasileira, que presta assistência às vítimas de agressão. "A proposta é ter uma casa em cada cidade, oferecendo apoio jurídico, psicológico e social. Aqui no DF, o governador Agnelo teve a sensibilidade de criar a Secretaria da Mulher, que já atua na Rodoviária do Plano Piloto e em outros locais com campanhas de conscientização", afirmou. 

Publicidade -  Em relação à solicitação  de criação de  campanha publicitária  preventiva sobre a violência contra a mulher, o coordenador de Cominicação Social da Câmara Legislativa, jornalista Francisco Câmpera, informou que a  proposta feita pelo parlamentar petista deverá ser atendida nos próximos dias, pois a comissão da Casa _ composta por servidores _ que administra a publicidade institucional já havia aprovado no início deste mês a realização de campanha publicitária  em defesa dos direitos da mulheres, a ser realizada  durante todo o ano de 2013. "A sugestão do parlamentar poderá ser atendida plenamente, no âmbito do legislativo", garantiu.

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