Deputada manifesta solidariedade a professores da rede pública
Deputada manifesta solidariedade a professores da rede pública

Erika ressaltou, em seu discurso, que o jornal sequer ouviu os professores na reportagem. Além disso, criticou, o jornal deixou de informar à população que aquele percentual reivindicado foi assegurado por lei, aprovada na Câmara Legislativa. "Lei é para ser cumprida", afirmou, lembrando que o governo não pode administrar a cidade "ao arrepio da lei".
Matrículas - A deputada Erika Kokay (PT) condenou também o fato de, no DF, persistir uma demanda reprimida por vagas nas escolas públicas, escolas parques e jardins de infância e, ao mesmo tempo, "existirem salas de aulas fechadas".
Ela comentou que o sistema de matrícula pelo fone 156 não está correspondendo aos objetivos que motivaram a sua criação, no governo do PT.
Erika disse que os critérios para a concessão das vagas precisam ser divulgados com mais transparência, a fim de se assegurar a "impessoalidade" no atendimento.
A diretora do Sindicato dos Professores (Sinpro), Marilene Silva, analisou que todos aqueles problemas da educação pública no DF refletem a "desvalorização"da categoria. No caso das matrículas, disse o avanço da tecnologia "não poderia servir para atrapalhar o acesso às escolas públicas". Ela lembrou casos de alunos que vão às escolas em busca de vagas, mas que não são atendidos pelo sistema.
O subsecretário de Desenvolvimento de Ensino da Secretaria de Educação, Ericson Noronha, afirmou que o governo tem enfrentado alguns dos problemas citados hoje na audiência pública, como a questão do transporte escolar. E que o governador Arruda já autorizou este ano a construção de novas escolas, como ocorreu na cidade do Itapuã.