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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Convocações 6/2025

CSA

 

Convocação - CSA

 

A Senhora Presidente da Comissão de Saúde - CSA, Deputada Dayse Amarilio, nos termos do art. 93, inciso I, do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal, convoca os Senhores Deputados, membros desta Comissão, para a 6ª Reunião Ordinária, a realizar-se em 14 de outubro de 2025 (terça-feira), às 10h, na Sala de Reuniões das Comissões, Térreo Superior.

Solicito aos Senhores Deputados que, na impossibilidade de comparecimento, seja providenciada a presença do respectivo suplente.

 

Brasília, 08 de setembro de 2025.

 

NATALIA DOS ANJOS MARQUES

Secretária da CSA


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Documento assinado eletronicamente por NATALIA DOS ANJOS MARQUES - Matr. 23815, Secretário(a) de Comissão, em 09/10/2025, às 14:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Convocação - CSA   A Senhora Presidente da Comissão de Saúde - CSA, Deputada Dayse Amarilio, nos termos do art. 93, inciso I, do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal, convoca os Senhores Deputados, membros desta Comissão, para a 6ª Reunião Ordinária, a realizar-se em 14 de outubro de 2025 (...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Atos 531/2025

Presidente

 

Ato do Presidente Nº 531, DE 2025

O PRESIDENTE DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos da Lei distrital nº 4.342/2009, RESOLVE:

1. EXONERAR IRANY DOMINGOS GOMES, matrícula nº 24.640, do Cargo Especial de Gabinete, CL-01, da Liderança do Governo, bem como NOMEÁ-LO para exercer o Cargo Especial de Gabinete, CL-05, no gabinete parlamentar do deputado Hermeto. (LP).

2. EXONERAR FLAVIO AUGUSTO BISPO DE SOUSA, matrícula nº 24.571, do cargo de Secretário Parlamentar, SP-05, do gabinete parlamentar do deputado Hermeto, bem como NOMEÁ-LO para exercer o cargo de Secretário Parlamentar, SP-05, na Liderança do Governo. (LP).

3. NOMEAR FILLIPE BRUNO DOS SANTOS LIMA para exercer o Cargo Especial de Gabinete, CL-01, no gabinete parlamentar do deputado Fábio Félix. (LP).

 

 

Brasília, 09 de outubro de 2025.

 

DEPUTADO WELLINGTON LUIZ

Presidente


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Documento assinado eletronicamente por WELLINGTON LUIZ DE SOUZA SILVA - Matr. 00142, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 09/10/2025, às 18:32, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato do Presidente Nº 531, DE 2025 O PRESIDENTE DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos da Lei distrital nº 4.342/2009, RESOLVE: 1. EXONERAR IRANY DOMINGOS GOMES, matrícula nº 24.640, do Cargo Especial de Gabinete, CL-01, da Liderança do Governo, bem como NOME...
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Portarias 427/2025

Gabinete da Mesa Diretora

 

Portaria-GMD Nº 427, DE 08 DE outubro DE 2025

O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2361882) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00041404/2025-91, RESOLVE:

Art. 1º Autorizar a utilização, sem ônus, do Espaço Cultural Athos Bulcão - Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal para a realização da Exposição "Cores do Mar Morto", no período de 21 de outubro a 21 de novembro de 2025, das 8h às 19h.

Parágrafo único. O evento será coordenado pelo servidor Wellington Nonato Coelho Duarte, matrícula nº 21.476, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições que o recebeu.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

JOÃO MONTEIRO NETO

Secretário-Geral/Presidência

 

 

JOÃO TORRACCA JUNIOR

Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência

JEAN DE MORAES MACHADO

Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência

 

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo/1ª Secretaria

ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES

Secretário-Executivo/2ª Secretaria

 

 

RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA

Secretário-Executivo/3ª Secretaria

GUILHERME CALHAO MOTTA

Secretário-Executivo/4ª Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:39, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:04, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:34, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 09:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ANDRE LUIZ PEREZ NUNES - Matr. 21912, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 16:49, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 09/10/2025, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-GMD Nº 427, DE 08 DE outubro DE 2025 O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2361882) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00...
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Portarias 429/2025

Gabinete da Mesa Diretora

 

Portaria-GMD Nº 429, DE 08 DE outubro DE 2025

O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2362081) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00041839/2025-36, RESOLVE:

Art. 1º Autorizar a utilização, sem ônus, do Pátio das Comissões da Câmara Legislativa do Distrito Federal para a realização da Exposição Heróis da Integridade, no período de 14 de outubro a 14 de novembro de 2025, das 8h às 19h.

Parágrafo único. O evento será coordenado pela servidora Dayanne Ferreira Viana Borges, matrícula nº 23.904, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições que o recebeu.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

JOÃO MONTEIRO NETO

Secretário-Geral/Presidência

 

 

JOÃO TORRACCA JUNIOR

Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência

JEAN DE MORAES MACHADO

Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência

 

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo/1ª Secretaria

ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES

Secretário-Executivo/2ª Secretaria

 

 

RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA

Secretário-Executivo/3ª Secretaria

GUILHERME CALHAO MOTTA

Secretário-Executivo/4ª Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:40, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:04, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:34, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 09:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ANDRE LUIZ PEREZ NUNES - Matr. 21912, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 16:49, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 09/10/2025, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-GMD Nº 429, DE 08 DE outubro DE 2025 O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2362081) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Portarias 430/2025

Gabinete da Mesa Diretora

 

Portaria-GMD Nº 430, DE 08 DE outubro DE 2025

O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2362878) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00032640/2025-17, RESOLVE:

Art. 1º Autorizar a utilização, sem ônus, do auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal para a realização de Cerimônia de Homenagem aos médicos e médicas do DF, promovido pelo Conselho Regional de Medicina, no dia 18 de outubro de 2025, das 9h às 12h.

Parágrafo único. O evento será coordenado pela servidora Pietra Soares da Silva, matrícula 22.055, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições que o recebeu.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário, em especial a Portaria-GMD nº 378, de 3 de setembro de 2025, publicada no Diário da Câmara Legislativa – DCL nº 190, de 5 de setembro de 2025.

 

 

JOÃO MONTEIRO NETO

Secretário-Geral/Presidência

 

 

JOÃO TORRACCA JUNIOR

Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência

JEAN DE MORAES MACHADO

Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência

 

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo/1ª Secretaria

ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES

Secretário-Executivo/2ª Secretaria

 

 

RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA

Secretário-Executivo/3ª Secretaria

GUILHERME CALHAO MOTTA

Secretário-Executivo/4ª Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:04, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:34, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 09:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 10:06, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 15:28, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 09/10/2025, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-GMD Nº 430, DE 08 DE outubro DE 2025 O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2362878) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Portarias 13/2025

Primeiro Secretário

 

Portaria do Secretário-Executivo da 1ª Secretaria Nº 13, DE 09 DE outubro DE 2025

Concede redução de jornada de trabalho à servidora que especifica, nos termos da Lei Complementar nº 840/2011 e do Ato da Mesa Diretora nº 120/2025.

O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA PRIMEIRA SECRETARIA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, tendo em vista o que dispõe o art. 61, II, e § 1º da Lei Complementar nº 840/2011, considerando os critérios estabelecidos pelo Ato da Mesa Diretora nº 120/2025 e o que consta do Processo-SEI nº 00001-00030277/2025-03, RESOLVE:

Art. 1º Conceder o percentual de redução de 40% no regime de trabalho da servidora Bárbara Valle Carvalho Mafra de Sá, matrícula nº 24.340, ocupante do cargo efetivo de Consultor Técnico-Legislativo, categoria Pedagogo, passando de 30 horas semanais para 18 horas semanais, em turno de trabalho não inferior a 3 horas diárias, sem redução da sua remuneração.

Parágrafo único. A concessão de que trata o caput tem validade de 12 meses, cabendo à servidora solicitar, antes do término do prazo previsto, reavaliação para manutenção do benefício.

Art. 2º Compete à chefia imediata definir a escala individual do servidor, com horário de início e término para cumprimento da jornada de trabalho.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo

Primeira Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 14:33, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria do Secretário-Executivo da 1ª Secretaria Nº 13, DE 09 DE outubro DE 2025 Concede redução de jornada de trabalho à servidora que especifica, nos termos da Lei Complementar nº 840/2011 e do Ato da Mesa Diretora nº 120/2025. O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA PRIMEIRA SECRETARIA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FED...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Portarias 426/2025

Gabinete da Mesa Diretora

 

Portaria-GMD Nº 426, DE 08 DE outubro DE 2025

O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2361839) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00041471/2025-14, RESOLVE:

Art. 1º Autorizar a utilização, sem ônus, do Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal para a realização da Sessão Solene de Outorga do Título de Cidadão Honorário de Brasília ao Senhor Antônio Carlos Ferreira, no dia 15 de outubro de 2025, das 19h às 22h.

Parágrafo único. O evento será coordenado pela servidora Cristina Lima de Oliveira Esteves, matrícula nº 19.239, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições que o recebeu.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

JOÃO MONTEIRO NETO

Secretário-Geral/Presidência

 

 

JOÃO TORRACCA JUNIOR

Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência

JEAN DE MORAES MACHADO

Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência

 

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo/1ª Secretaria

ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES

Secretário-Executivo/2ª Secretaria

 

 

RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA

Secretário-Executivo/3ª Secretaria

GUILHERME CALHAO MOTTA

Secretário-Executivo/4ª Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:39, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:04, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:34, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 09:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ANDRE LUIZ PEREZ NUNES - Matr. 21912, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 16:49, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 09/10/2025, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-GMD Nº 426, DE 08 DE outubro DE 2025 O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2361839) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Extratos - CLDF - Saúde 5/2025

 

Extrato de Termo de Credenciamento 

Brasília, 09 de outubro de 2025.

Processo SEI n.º 00001-00039647/2025-60. Contrato nº 87/2025, firmado entre: Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal – FASCAL e a SORRIE ODONTOLOGIA INTEGRADA LTDA, CNPJ: 43.660.954/0001-33. Vigência: 60 (sessenta) meses, a contar da data da publicação do Extrato deste Termo de Credenciamento no Diário Oficial do Distrito Federal - DODF. Objeto: prestação de serviços odontológicos. Recursos: Fonte (100); Elemento de Despesa (3390-39). Nota de Empenho N° 2025NE02207; Valor da Nota de Empenho: R$ 100,00 (cem reais). Datada de 09/10/2025; Legislação: Lei 14.133/2021 e alterações. Partes: pelo FASCAL, Sr. Geovane de Freitas Oliveira e, pela Credenciada, Sr. Felipe Gomes da Silva.


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 09/10/2025, às 18:13, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Extrato de Termo de Credenciamento  Brasília, 09 de outubro de 2025. Processo SEI n.º 00001-00039647/2025-60. Contrato nº 87/2025, firmado entre: Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal – FASCAL e a SORRIE ODONTOLOGIA INTEGRADA LTDA, CNPJ: 43.66...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 83/2025

CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL

TERCEIRA SECRETARIA

Diretoria Legislativa

Setor de Registro e Redação Legislativa

AATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA

33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAA

AATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA

8833ªª SSEESSSSÃÃOO OORRDDIINNÁÁRRIIAA,,

DDEE 3300 DDEE SSEETTEEMMBBRROO DDEE 22002255..

IINNÍÍCCIIOO ÀÀSS 1166HH4444 TTÉÉRRMMIINNOO ÀÀSS 1199HH3322

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Sob a proteção de Deus, iniciamos os nossos

trabalhos.

Está aberta a sessão.

Convido o deputado Roosevelt a secretariar os trabalhos da mesa.

Sobre a mesa, expediente que será lido pelo secretário.

(Leitura do expediente.)

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputado.

Dá-se início ao comunicado de líderes.

Concedo a palavra ao deputado Rogério Morro da Cruz. (Pausa.)

Concedo a palavra ao deputado Iolando. (Pausa.)

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante. (Pausa.)

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, obrigado.

Eu gostaria de anunciar que hoje estão no plenário desta casa, acompanhando os trabalhos,

2 estudantes do CEL, Centro Educacional do Lago, que em breve precisarão se ausentar devido ao

horário. Também está presente o diretor da escola.

Há um projeto pedagógico na escola, deputado Ricardo Vale, no qual os estudantes disputam

para serem parlamentares por um dia, vivenciando a experiência da Câmara Legislativa do Distrito

Federal. Quero deixar registrada a presença da estudante Ana Luíza Pereira de Freitas, que é a

jovem deputada, da estudante Isabelle Matias Guedes, que é assessora parlamentar da jovem

deputada Ana Luíza, e do diretor da escola, o professor Vitor Rios Valdez.

Eu os saúdo e desejo boas-vindas à jovem deputada Ana Luíza e à assessora Isabelle, que

hoje acompanham os trabalhos da Câmara Legislativa do Distrito Federal no projeto pedagógico da

escola.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.

Em nome da Câmara Legislativa do Distrito Federal, agradecemos às estudantes e ao diretor

do Centro Educacional do Lago, que acompanham os trabalhos como parte do projeto pedagógico da

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escola.

Dando continuidade ao comunicado de líderes, concedo a palavra ao deputado Roosevelt.

(Pausa.)

Faço a seguinte retificação: o texto da Mensagem nº 186/2025, de autoria do Poder

Executivo, solicita a retirada de tramitação do Projeto de Lei nº 1.787/2025, que altera a Lei nº

5.803, de 11 de janeiro de 2017, que “institui a Política de Regularização de Terras Públicas Rurais

pertencentes ao Distrito Federal ou à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal – Terracap e

dá outras providências”.

Está retificado.

Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (Bloco PSOL-PSB. Como líder.) – Presidente, subo rapidamente a

esta tribuna hoje para fazer a leitura de algo que tem uma importância enorme para esta cidade,

para quem acompanha esta sessão na galeria e pela TV Câmara Distrital.

Nós avisamos que isto aconteceria: “Polícia Federal abriu inquérito sobre Master após o

Banco Central passar informações ao Ministério Público Federal”. A Polícia Federal abriu inquérito

após o Banco Central passar as informações relacionadas à compra do banco Master pelo BRB. Essas

informações foram encaminhadas com base na documentação que sustentou a decisão do órgão

regulador. Refiro-me à tentativa de compra do banco Master que o BRB pretendia realizar. Vejam a

vergonha que esta casa está passando, pois aprovou tudo a toque de caixa, sem discussão e sem

nenhum documento. A Câmara Legislativa está passando vergonha hoje, porque nós aprovamos um

projeto de lei a que o Banco Central foi contrário – não autorizou a compra – e, agora, no Distrito

Federal, de alguma forma o BRB, um banco que é patrimônio da população do DF, vira caso de

polícia! A investigação é sobre o Banco Master, mas com as informações baseadas na compra pelo

BRB, enviadas pelo Banco Central, que estão em sigilo.

Eu acredito que esta casa deve enviar um pedido ao Ministério Público Federal para que

todos nós parlamentares tenhamos acesso a essa investigação da Polícia Federal. O que estava por

trás dessa compra? Quais eram os interesses? Por que o Banco Central disse “não”? Nós

desconfiamos, nós denunciamos no plenário da Câmara Legislativa não só a votação, mas também

aquela compra e os interesses que estavam por trás. Agora, viramos caso de polícia, porque aquela

documentação motivou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal.

Isso mostra a importância de termos uma atuação independente. Isso mostra a importância

de termos coragem de dizer “não” aos projetos do governo. Isso mostra a importância de esta casa

não virar carimbadora de projetos do governo, cartório de projetos do governo. Aqui não é

puxadinho do gabinete do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão. Este Poder

Legislativo deve atuar de forma independente. Isso mostra a importância de haver deputados e

deputadas com esse compromisso nesta casa.

Às vezes, o melhor para o governo, o melhor para o governador e o melhor para o

patrimônio desta cidade – o BRB – é dizer “não” ao governo e às tentativas que ele faz aqui.

Nós vamos continuar firmes para dizer “não” a projetos como esse, que não tinha

documentação, que não tinha seriedade, o qual, infelizmente, esta casa não enfrentou, deixando-o

passar. Nossa sorte é que o Banco Central disse “não”, e nós vamos acompanhar de perto os

desdobramentos dessa investigação.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputado Fábio Félix.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – Presidente, vou pedir ao pessoal da área

técnica que passe um vídeo, para que as pessoas que assistem a nós possam ver a gravidade do

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conteúdo que vamos exibir agora.

(Apresentação de vídeo.)

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – Presidente, essa é uma situação

gravíssima que está acontecendo no Hospital de Base. Essas pessoas são vigilantes que trabalham

no Hospital de Base, alguns com 15 anos de serviço.

(Apresentação de vídeo.)

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – É uma situação gravíssima isso que está

acontecendo no Hospital de Base, dirigido pelo IGESDF, em algumas UPAs e algumas UBS de

Planaltina.

Trata-se de uma empresa chamada 5 Estrelas, pertencente à família Prudente, que ganhou a

licitação. Há trabalhadores aí que pertenciam à empresa Visan – essa empresa deu calote nesses

trabalhadores e nessas trabalhadoras. Até hoje, não pagou a licitação. E, atualmente, a empresa 5

Estrelas está demitindo pais e mães de família, sem nenhuma justificativa. O Hospital de Base

possuía 102 vigilantes, entre homens e mulheres. Foram demitidos 50: isso é demissão em massa!

Nós pedimos ao Ministério Público do Trabalho que investigue esse crime. O Sindicato dos

Vigilantes também vai ingressar na justiça contra esse crime grave que está acontecendo contra

essas trabalhadoras e esses trabalhadores.

A empresa 5 Estrelas, da família Prudente, precisa explicar o que está sendo feito com essas

trabalhadoras e com esses trabalhadores. Algumas pessoas trabalham há 4 anos no hospital sem

tirar férias: entra uma empresa, sai outra e a empresa nunca quer dar de férias para essas pessoas.

Enfrentaram a pandemia da covid, como a vigilante falou. Ela viu no Hospital de Base, em

um mesmo dia, morrerem 20 pessoas. Caía em cima delas a reclamação das famílias afetadas. No

desespero dessas famílias, eram as vigilantes e os vigilantes que tinham que acalentar essas famílias.

Portanto, isso que a 5 Estrelas está fazendo com essas trabalhadoras e com esses trabalhadores é

desumano, é inaceitável. Estão tirando essas pessoas que prestam, há 20 anos, serviço naquele

hospital, quem sabe para colocar cabos eleitorais no lugar dessas trabalhadoras e desses

trabalhadores.

Nós já acionamos a direção do IGESDF, estamos acionando a Secretaria de Estado de Saúde

do Distrito Federal, vamos acionar o Ministério Público do Trabalho e essa situação não vai ficar

barata. É inaceitável! O que estão fazendo com essas trabalhadoras e com esses trabalhadores é

desumano. Não há nenhuma explicação, nenhuma justificativa para essas demissões.

Esta casa também precisa se manifestar contra as injustiças que são praticadas contra

trabalhadoras honestas, contra trabalhadores honestos. Pessoas estão ali, anos a fio, prestando

serviço da mais alta relevância e, agora, são demitidas injustamente. Foi num final de semana,

sábado e domingo, deputada Dayse Amarilio, que essas companheiras e esses companheiros foram

demitidos. Essa é a terceirização, essa é a escravidão, essa é realmente uma situação de quem não

respeita trabalhadores, de quem não respeita trabalhadoras.

Portanto, fica todo o meu apoio, toda a minha solidariedade a essas trabalhadoras e esses

trabalhadores que estão sendo demitidos injustamente.

Obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra.

DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, eu quero me solidarizar com a fala do

deputado Chico Vigilante, até porque, como presidente da Comissão de Saúde, eu acho que o

IGESDF tem que ser mais corresponsável pelas empresas que ele coloca dentro do próprio instituto.

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Nós vimos o caso da UTI Vida, que está respondendo por causas trabalhistas não resolvidas,

e agora recebemos essa triste notícia. Por isso, acho que esta casa deveria, sim, se manifestar,

porque, pelo que eu estou entendendo, estão demitindo pais e mães de família – inclusive alguns

estão doentes, de atestado. Isso não pode acontecer. Eu acho que o IGESDF tem que se posicionar,

a secretaria tem que se posicionar. No que depender da Comissão de Saúde, nós estamos à

disposição.

Isso é o que estão fazendo com os servidores, depois de tantos anos de trabalho. Inclusive,

estão devolvendo, de qualquer maneira, os servidores que estão no Instituto de Gestão Estratégica

de Saúde do Distrito Federal. Então, conte conosco, deputado Chico Vigilante.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputada Dayse Amarilio.

Concedo a palavra ao deputado Pepa.

DEPUTADO PEPA (Bloco A Força da Família. Como líder.) – Boa tarde a todos. Boa tarde,

presidente.

Eu venho a esta tribuna hoje agradecer a compreensão e o respeito pelos produtores rurais,

o carinho do governador Ibaneis e do secretário Rafael Bueno na retirada do Projeto de Lei nº

1.787/2025, que trata de regularização de terras rurais. Houve aqui uma comissão geral com a

participação maciça de federações, cooperativas. Mais uma vez, não deixo de ressaltar que este

governo trabalha justamente para o povo. Governador Ibaneis, obrigado por compreender a retirada

do Projeto de Lei nº 1.787/2025. Muito obrigado a todos.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputado Pepa.

Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte. (Pausa.)

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Obrigado, presidente.

Em relação ao que o deputado Pepa trouxe à tribuna, muitas famílias que vivem da atividade

rural no Distrito Federal têm procurado o meu gabinete – eu imagino que estejam procurando outros

gabinetes também – trazendo suas preocupações em relação ao PDOT, que será votado no final do

ano.

Eu gostaria de externar e tornar pública essa preocupação dessas famílias, porque muitas

delas, segundo o projeto que foi apresentado à Câmara Legislativa, estão vendo as suas áreas rurais

transformadas em áreas públicas. Essa tem sido uma grande preocupação de muitas famílias que

produzem no Distrito Federal. Então, aproveitando que o deputado Pepa tocou no assunto sobre

projetos relacionados a áreas rurais do Distrito Federal, trago essa preocupação para que possamos

fazer esse debate, em especial à deputada Jaqueline Silva, que preside a CAF e que fará esse debate

no âmbito da comissão, e aos demais parlamentares, porque muitas famílias serão afetadas com a

transformação dessas áreas rurais em áreas urbanas, deputada. Eles têm nos procurado, e eu

recomendei a eles que procurassem a senhora também para levar essa preocupação, para que

encontremos alguma solução para essas famílias.

Obrigado, presidente. Eu queria só aproveitar o discurso do deputado Pepa e trazer essa

preocupação.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Obrigado, deputado.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (Minoria. Como líder.) – Boa tarde, presidente e todas as

pessoas presentes nesta sessão.

Presidente, trago a esta tribuna o caos generalizado do Distrito Federal. O deputado Chico

Vigilante nos trouxe o vídeo dos vigilantes do Hospital de Base. Nós estivemos, deputada Dayse

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Amarilio, na semana passada, com os servidores do Hospital de Base que estão sendo devolvidos

pelo IGESDF sem nenhum direito de contraditório. Nós estivemos, nesta semana, na Secretaria de

Estado de Saúde do Distrito Federal. O Hospital de Base estava alagado. O espaço de descanso

feminino do Hospital de Base estava debaixo de água, deputada Dayse Amarilio.

Na UBS 12, de Ceilândia, havia pacientes sem atendimento e eles não recebiam explicação.

O HRT está colapsado. Isso se reflete em toda a rede e estrutura de saúde do Distrito Federal,

porque não há dinheiro e faltam profissionais. Sabe o que é curioso, deputado Ricardo Vale? O

governo esteve nesta casa na semana passada, em uma audiência pública, para celebrar o resultado

fiscal, o superávit de R$1 bilhão e não sei quantos, o aumento de arrecadação, o controle de

despesas com o pessoal, os 38% do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal. Qual é o

problema para a nomeação dos servidores públicos da saúde? Para isso não há dinheiro. Se está tão

bom o resultado fiscal do governo e o superávit de arrecadação, por que o decreto de

contingenciamento de R$1 bilhão – R$500 milhões para a saúde – está em vigor até hoje? O

argumento é a frustração de receitas.

O governo joga para os 2 lados. O problema é a opção política. Na hora de oferecer serviço

público à população, nunca há dinheiro. Para atender aos interesses dos amigos, dos grandes

empresários, sobra dinheiro, há superávit e a condição fiscal do GDF está boa. Esse é o problema.

Hoje, o governador chegou a dizer que não é um bom momento, deputado Chico Vigilante,

para aprovar, no Congresso Nacional, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$5 mil

e taxar os super-ricos. Pergunto ao governador Ibaneis: qual é o bom momento, governador? Qual é

o objetivo dessa fala? É defender os super-ricos, os seus amigos empresários, e colocar a conta para

o povo do Distrito Federal, que é a cidade que o senhor deveria proteger e governar, e não o faz?

Há um problema, presidente, nas escolas, das quais temos recebido várias reclamações.

Estamos entrando com uma representação no Tribunal de Contas para suspender imediatamente o

aplicativo do cartão PDAF. Vários parlamentares destinam emendas às escolas, presidente. Todos os

diretores e todas as diretoras têm reclamado porque o aplicativo do cartão PDAF está triplicando os

preços, está tudo ficando mais caro e o aplicativo está viciado porque ele seleciona sempre as

mesmas empresas. O governo usa como argumento a defesa da transparência, da democracia e da

descentralização dos recursos, mas o que acontece é o contrário: ele centraliza empresas. Há uma

denúncia de uma empresa de fachada que vende toner de impressora 4 vezes mais caro do que se

pagava antes do uso do aplicativo. Há escola que recebe produto do Mercado Livre, porque contrata

no aplicativo uma empresa para comprar material de papelaria, presidente, mas a empresa é de

engenharia civil e não tem estoque. Então, ela compra o produto no Mercado Livre com sobrepreço e

envia para a escola. Isso está inflacionando os produtos. É um esquemão que está por trás do

aplicativo do cartão PDAF, porque alguém está ganhando dinheiro, dinheiro público, que deveria ir

para a escola. Os diretores não estão conseguindo executar nem comprar material básico de

papelaria para as escolas. Estamos entrando com uma representação agora no Tribunal de Contas

para suspender imediatamente o aplicativo do cartão PDAF.

Presidente, o problema não é o cartão. O PDDE, Programa Dinheiro Direto na Escola, do

MEC, funciona com cartão há vários anos, mas sem aplicativo. Isso garante a autonomia das escolas

na ponta para elas escolherem, pesquisarem preço e contratarem serviços na região próxima à

escola. O que a Secretaria de Educação está fazendo e que é preciso investigar é um esquema de

superfaturamento dos produtos das escolas via aplicativo do cartão PDAF. Estamos pedindo que seja

suspenso o cartão e que o Tribunal de Contas abra imediatamente uma auditoria para fiscalizar essas

empresas e todo o processo que está superfaturando os preços na ponta das escolas públicas desta

cidade.

Obrigado, presidente.

(Assume a presidência o deputado Wellington Luiz.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.

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Quero agradecer a presença da comissão LGBT e parabenizar pelo trabalho de vocês, do

MDB e de outros partidos, o Cacildo é do PP. Queria nominar: Ísis, Stefany, Mateus, Cacildo, Ed e

Vítor. Há uma luta encabeçada pelo deputado Fábio Félix e temos muita honra de nos somar a

vocês. Agradeço ao Higor, meu sobrinho, presidente do MDB Diversidade. Quero dizer que estamos

juntos na luta contra a discriminação e pela igualdade de direitos de vocês.

Muito obrigado. Parabéns! Obrigado por estarem na Câmara Legislativa nos apoiando.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, quero falar um pouco na linha

do que o deputado Gabriel Magno acabou de dizer. Tenho convicção de que todos os deputados

aportam bastante recurso na área da educação, principalmente no que diz respeito aos colégios. É a

área a que mais tenho destinado minhas emendas, porque é maravilhoso ver uma escola reformada:

a cantina, a sala de professores, a sala dos servidores. Mas é assustador como os preços realmente

aumentaram, e isso tirou a competitividade, inclusive, dos comerciantes locais próximos às escolas.

Eu queria reforçar, deputado Gabriel Magno, um fato com o qual fiquei assustado. Na

semana passada, recebi uma pessoa que realiza obras nas escolas, e ele me contou que tinha 3

empresas e as 3 quebraram. Na última empresa, aconteceu o seguinte. Chegou a vez de ele fornecer

os produtos, o que daria R$5.000. Um dos produtos a secretaria comprava por R$16,90, e ele

comprava a R$26,90 para revender, ou seja, R$10 a mais. Ele teve, presidente, de comprar mais

caro e vender mais barato. Perguntei: “Mas por quê?” E ele respondeu: “Porque, senão, eu perco,

não entro mais na fila”.

Então, essa é uma preocupação, quanto ao modelo. Presidente, esta casa tem

responsabilidade, porque nós ajudamos muito a educação – todos nós aqui.

Obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado.

Ressalto – Ísis, Cacildo, Stefany, Higor e os demais – que conversei com o governador

Ibaneis na semana passada e ele se comprometeu a enviar o projeto de lei que trata do conselho

LGBT. Há esse compromisso. Vou conversar com o nosso secretário Gustavo Rocha. Esse é um

pedido antigo de vocês, e o governador assumiu o compromisso. O deputado Fábio Félix também já

tem discutido isso conosco. Semana passada, inclusive, eles reiteraram o pedido. Falei com o

governador por telefone, e ele autorizou que o projeto fosse encaminhado a esta casa. Pedi ao nosso

secretário Maurício que nos ajudasse a encaminhar isso. Há um compromisso feito diretamente pelo

governador, que representa uma questão de justiça e de direitos de vocês.

Mencionei esse fato só para enfatizá-lo e agradecer ao governador Ibaneis a demonstração

de sensibilidade e respeito a todos vocês.

Está encerrado o comunicado de líderes.

Dá-se início ao comunicado de parlamentares.

Conforme acordado, passaremos à ordem do dia.

Está encerrado o comunicado de parlamentares.

Dá-se início à ordem do dia.

(As ementas das proposições são reproduzidas conforme ordem do dia disponibilizada pela Secretaria

Legislativa; as dos itens extrapauta, conforme PLe.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Consulto os líderes sobre existência de

acordo para superarmos o sobrestamento decorrente dos vetos e apreciarmos as demais matérias.

(Os líderes se manifestam favoravelmente.)

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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Foi acordado que fossem colocados

em pauta 2 projetos. Deixe-me fazer uma consulta aqui: votamos primeiro os créditos, porque,

apesar de serem complexos, têm uma complexidade menor, e, na sequência, votamos o Iprev.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, qual é o crédito?

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É aquele sobre o qual acabamos de

tratar no Colégio de Líderes.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Não, mas aquele ficou para terça-feira.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Ficou para terça-feira?

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Ficou para terça-feira.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Ficou para o secretário vir e fazer a

visita. Cadê o líder do governo?

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Ficou para o secretário vir debater o projeto.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – O que eu entendi, deputado Chico

Vigilante, é que ele traria a justificativa, mas que votaríamos hoje, até por conta das emendas dos

parlamentares.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Não, presidente. O que eu entendi é que deixamos a

votação para terça-feira com a explicação que o secretário teria que dar aqui.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Da minha parte, se esse for o

entendimento, retiro o projeto da pauta e o incluo na próxima terça.

Só preciso ouvir os deputados e o encaminhamento do secretário de governo, conforme

consulta aos deputados.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Não, ele viria para explicar o projeto, e, depois,

votaríamos. Foi isso que acertamos lá. Foi isso o que combinamos.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Eu acho que o Maurício, inclusive, se

manifestou dizendo que não haveria problema em votar na terça-feira. O problema é que há

emendas de deputados. Eu preciso, então, consultar os parlamentares interessados para que haja o

remanejamento de suas emendas.

Então, vou consultar os parlamentares.

Os deputados concordam, conforme proposta do deputado Chico Vigilante, que a votação

ocorra na próxima terça-feira? Lembro a vossas excelências que há as nossas emendas.

Concedo a palavra ao deputado Pastor Daniel de Castro.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, somente para ser justo com o

que foi acordado e votado lá dentro, o resultado dos votos colhidos por vossa excelência foi 11 a 6

para ser votado no dia de hoje, presidente. Estou replicando o que foi feito lá.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, o que ficou 11 a 6 foi sobre o Iprev.

Quanto ao projeto de crédito, ficou combinado que ficaria para terça-feira, mediante a vinda do

secretário para explicar a situação. Foi isso o que acertamos lá.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Então, vamos fazer uma consulta.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Eu acho que não estou com pouco juízo, nem vossa

excelência.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Eu até estou, deputado Chico

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Vigilante. Mas eu entendi assim mesmo. Fui eu que pedi que o secretário viesse na semana que vem

para justificar. No meu entendimento, inclusive, alguns parlamentares perguntaram, e eu disse que

votaríamos apenas esses 2 projetos.

Então sugiro consultarmos os deputados, porque agora nem se trata das emendas do

Executivo, mas das nossas emendas, dos deputados. Pelo Executivo, não há problema – e isso já foi

manifestado.

Vamos proceder à votação para sabermos quais deputados estão de acordo ou não para a

votação ocorrer na semana que vem.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis a que votemos hoje que permaneçam como estão e aos

contrários que se manifestem.

Há 19 deputados presentes. Houve 6 manifestações contrárias. Então, dos 19, 6...

Foram 16 parlamentares que se manifestaram pela inclusão na ordem do dia do projeto de

crédito e 6 foram contrários: deputado Chico Vigilante, deputado Ricardo Vale, deputado Max Maciel,

deputado Fábio Félix, deputada Dayse Amarilio e deputado Gabriel Magno.

Foi acordado para votarmos hoje, por maioria e não por unanimidade.

Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 1.921/2025, de autoria do

Poder Executivo, que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de

R$ 80.684.595,00”.

Foi proferido o parecer favorável ao projeto e às emendas.

Foram apresentadas novas emendas. Portanto, retorno o projeto ao relator para retificar o

parecer.

Solicito ao relator, deputado Eduardo Pedrosa, que apresente a retificação do parecer sobre a

matéria.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão

de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 1.921/2025, de autoria do Poder Executivo,

que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$

80.684.595,00”.

O projeto de lei visa à abertura de crédito à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no

montante de R$80.684.595, destinados às finalidades já destacadas no parecer apresentado na

sessão ordinária de 23 de setembro do corrente ano.

O secretário de Estado de Esporte e Lazer encaminhou ofícios a esta comissão informando

que os eventos Mundial Wushu e BOP Games 2025 foram custeados com recursos daquela pasta e

que os valores inicialmente destinados a esses eventos serão agora direcionados para a realização do

STU National 2025 – maior circuito de skate do Brasil –, previsto para ocorrer entre os dias 24 e 26

de outubro de 2025.

Foram apresentadas 73 emendas à proposição destinadas à realocação de recursos oriundos

de emendas parlamentares de autoria dos próprios proponentes.

Estão canceladas as Emendas nºs 11, 13, 20, 35, 36, 39, 40 e 42.

Diante do cumprimento dos requisitos legais e constitucionais, considerando que a matéria

contribui para a implementação de políticas públicas relevantes, manifesto voto pela admissibilidade

do projeto de lei com as emendas apresentadas.

É o parecer.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 8

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Eduardo Pedrosa, fui

informado de que a Emenda nº 53 está cancelada.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Presidente, retificando

o meu parecer, de fato, a Emenda nº 53 também foi cancelada.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, serei muito rápido.

Solicito a vossa excelência a inclusão na ordem do dia, como extrapauta, da Moção nº

1.592/2025 – moção de louvor às equipes de cuidados paliativos das unidades da Secretaria de

Estado de Saúde do Distrito Federal. Peço que a inclua na votação das moções. Muito obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Acato a solicitação de vossa

excelência.

Deputado Fábio Félix, há também um acordo entre o senhor e o deputado Thiago Manzoni

para a votação de 2 projetos de lei. Creio que um deles diz respeito à Parada do Orgulho Gay de

Taguatinga, e o outro é de autoria do deputado Thiago Manzoni. Não é isso, deputado Thiago

Manzoni?

Então, após a votação desses 2 itens iniciais, vamos incluir na ordem do dia mais esses 2

projetos, conforme acordado entre mim, o deputado Fábio Félix e o deputado Thiago Manzoni.

Apenas lembro que o projeto é de autoria do deputado Gabriel Magno, que já está de acordo mesmo

sem saber.

DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, solicito a inclusão na ordem do dia das

Moções nºs 1.594/2025 e 1.595/2025, se for possível, já que haverá eventos na próxima semana.

Obrigada.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Acato a solicitação de vossa

excelência. Solicito a inclusão dessas 2 moções na ordem do dia.

Registro a presença da presidente do Iprev, doutora Raquel, do secretário Daniel e de outros

representantes do Executivo.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, serei breve.

O deputado Eduardo Pedrosa emitiu o parecer, e creio que o deputado Chico Vigilante queria

discutir a matéria. Houve a concessão da palavra ao deputado Fábio Félix e acabamos por não

discutir o parecer.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Thiago Manzoni, ainda vou

dar continuidade à apreciação do parecer.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Ok, presidente.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, quanto a essas moções que

foram incluídas na ordem dia, peço que, no momento oportuno, elas sejam lidas para que possamos

saber quais são as moções.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 9

Obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Tranquilo, deputado Pastor Daniel de

Castro – podem ser com relação ao Alexandre de Moraes!

Em discussão o parecer da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei

nº 1.921/2025.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, nós fizemos uma ampla

discussão nesta casa, inclusive com uma vasta divulgação da imprensa, a respeito desse projeto de

crédito.

A discussão foi ampla e o projeto foi retirado da pauta. Foi-me assegurado, pelo chefe da

Casa Civil do Governo do Distrito Federal, secretário Gustavo, que esse projeto seria retirado da

pauta e que eles mandariam outro projeto. O outro projeto não chegou e esta casa está prestes a

votar o projeto tal como veio anteriormente. Não adianta vir dizer aqui que corrigiram, porque não

corrigiram nada, o projeto é o mesmo. Estão dizendo que a destinação do recurso foi alterada, mas

eu me baseio na justificativa do projeto. O que está na justificativa é o pagamento de eventos que já

foram realizados. É isso que está em jogo! São eventos que já foram realizados! Então,

constitucionalmente, legalmente, esses eventos não podem ser pagos. Podem dizer que a secretaria

já pagou esses eventos com recursos dela, mas, se pagou, pior ainda é a situação. É mais grave se

já foram pagos. Portanto, acho uma temeridade que esta casa vote esse projeto no estado em que

ele está.

Eu sei que o projeto foi objeto de emendas de parlamentares. Eu sei do interesse que os

deputados têm na execução de suas emendas. Apesar disso, há uma questão fundamental a ser

considerada: a transparência. Na sala de reuniões do Colégio de Líderes, ficou acertado que o

secretário viria, na terça-feira, explicar essa situação para que depois votássemos o projeto. Mas, se

votarmos agora, na terça-feira ele virá aqui fazer o que se o projeto já estiver votado? Ele vai prestar

contas do quê? Vai dar informações a respeito do quê? Não faz sentido.

Dessa forma, eu conclamo que esta casa tenha juízo, deputado Wellington Luiz! É o nosso

CPF que estará nessa votação! Por isso, acho uma temeridade nós votarmos esse projeto na tarde de

hoje. Eu votarei contra ele. Pedirei que a votação seja feita pelo procedimento nominal.

Está aqui, na justificativa do projeto, presidente deputado Wellington Luiz, escrito – foi a

secretaria que mandou – que o recurso será para o pagamento do tal BOP Games. Está aqui: R$5

milhões! Eu me baseio pelo que está escrito e está escrito aqui que esses R$5 milhões são para o

pagamento do BOP Games! A casa vai autorizar o pagamento de um evento que já aconteceu? A

Globo noticiou, o G1 noticiou, todo mundo noticiou e a informação está aqui! Não adianta o

secretário mandar uma cartinha dizendo que não é isso, porque eu me baseio pelo que está no

projeto original. O que está no projeto original é o que vale.

Eu pergunto a esta casa: nós vamos votar sem a correção? Nós vamos colocar o CPF de cada

um aqui sem que o projeto tenha sido corrigido? O meu não será colocado. Votarei contra e

conclamo a casa a votar contra também. Peço que a votação aconteça pelo procedimento nominal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

Continua em discussão.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, eu só quero fazer um alerta. Há pouco o

deputado Chico Vigilante falou sobre um problema no IGESDF, no Hospital de Base. Eu quero

novamente fazer um alerta. Em todos os 6 anos em que estou aqui nesta casa, vi problemas com a

devolução de servidores da Secretaria de Saúde que prestam serviço para o IGESDF – 6 anos. Em

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 10

todos esses anos, eu fui à tribuna...

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado, vossa excelência vai

discutir a matéria? Nós estamos no meio do processo de discussão de um projeto.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Desculpe-me, presidente. Eu pensei que ainda

estávamos nos comunicados.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua em discussão o Projeto de

Lei nº 1.921/2025.

Concedo a palavra ao deputado Max Maciel.

DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL. Para discutir.) – Presidente, de fato, o ideal seria que esse

projeto fosse corrigido com o teor da leitura feita pelo deputado Eduardo Pedrosa. Isso é importante,

porque o projeto continua com nomes BOP Games e Mundial de Wushu. Da forma que está, parece

que estamos apreciando o mesmo projeto.

Eu queria fazer outro alerta que foi discutido no Colégio de Líderes. Mesmo que apoiemos o

campeonato internacional de skate, o STU, e outras modalidades skatistas por se tratar de um

esporte olímpico, há uma deficiência em apoiar esse atleta no Distrito Federal. Nós apresentamos um

projeto de lei, fizemos um acordo com o secretário de Esporte e Lazer para incluir os skatistas como

atletas no Bolsa Atleta, mas isso não foi feito.

Nós temos apoiado eventos de circulação e campeonatos de skate no Distrito Federal, mas

isso não tem acontecido. Muitas das nossas pistas de skate nem sequer foram reformadas. Elas não

são viáveis.

É ruim votarmos um projeto dessa forma. Um campeonato internacional para os atletas é

maravilhoso, pois muitos esportistas internacionais estarão presentes, mas a própria cultura do

esporte no Distrito Federal está desprestigiada. Nós não temos esse incentivo.

Eu preciso chamar a atenção da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer. Espero que, além

desse pacote para o STU, a secretaria traga ajudas permanentes para os skatistas do Distrito

Federal. O evento acaba, presidente, e as escolinhas não conseguem se manter, porque não existe

financiamento para elas. Os campeonatos do Distrito Federal não acontecem. As pistas de skate só

estão viáveis porque os próprios skatistas compram massa plástica e tampam os buracos da pista,

senão eles não a usariam para andar de skate. Falta iluminação para as quadras de skates.

Presidente, faço essa discussão para que se corrija o projeto e que secretaria traga um

pacote de benefícios para o skate do Distrito Federal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Por isso, eu acho importante,

independentemente de votarmos o projeto hoje, que, na próxima terça-feira, o secretário esteja

aqui. Eu concordo com o deputado Max Maciel. Nós precisamos apreciar esse pacote em especial,

mas outros projetos também precisam de apoio. Todas as proposições devem ser tratadas com

deferência, como o secretário tem tratado todos os projetos.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Pastor Daniel de Castro.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP. Para discutir.) – Presidente, eu quero fazer

uma pequena ponderação. A fala do deputado Chico Vigilante é pertinente. Na verdade, sua

excelência está fazendo uma alerta para todos nós que temos um CPF. Eu confio muito no governo,

sou base do governo, mas um novo ofício chegou. Se o escopo do projeto ainda é o mesmo, eu fico

preocupado, porque o deputado usa o nome do secretário Gustavo Rocha, que prometeu alterar o

projeto. Se existe uma pessoa que não falha com esta casa, ela é o nosso secretário Gustavo Rocha.

Vossa excelência sabe muito bem disso.

Eu quero solicitar a vossa excelência que consulte o doutor Maurício para que ele faça uma

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 11

consulta ao secretário Gustavo Rocha para fazer a alteração desse texto, se possível.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Eu vou solicitar ao secretário Maurício

que faça essa consulta ao nosso chefe da Casa Civil, doutor Gustavo.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, vamos prestar atenção nas

coisas. Nós temos que nos basear no que está escrito.

Está registrado que são R$5,2 milhões em favor da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer

do Distrito Federal destinados a atender despesas com a realização dos eventos BOP Games e

Mundial de Wushu. Está escrito aqui. Essa é a exposição feita pelo governador.

Na Exposição de Motivos nº 110/2025, está registrado do jeito que eu li. Na Nota Jurídica nº

441/2025, também está escrito do mesmo jeito. Na Nota Técnica nº 28/2025, também está

registrado da mesma maneira.

Portanto, não venham me dizer que o recurso é para festival de skate, porque assim vai ficar

pior. O projeto não autoriza gastar com festival de skate. Da maneira que está sendo votado, se o

projeto for aprovado e colocarem o recurso para a Secretaria de Esporte fazer festival de skate,

serão 2 ilegalidades. Isso é inaceitável, presidente! Não corrigiram o projeto e querem que a base do

governo engula isso, que vote isso do jeito que está colocado. Está errado, é inaceitável!

Todos nós sabemos que vale o que está escrito. Até no jogo do bicho vale o que está escrito,

imagine em um projeto de lei. É grave isso! Vossa excelência tem a seu lado um assessor

competente, o Marcelinho. Ele sabe que isso é grave, que isso não pode ser votado desse jeito.

Tinham que ter corrigido, mandado outro projeto. Não basta o secretário de Esporte, deputado Jorge

Vianna, mandar um ofício dizendo que...

(Intervenção fora do microfone.)

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Não corrigiu nada! Quem tem que corrigir é o governo,

que é quem fez o projeto. Eles têm que mandar outro projeto.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

Eu já solicitei ao secretário Maurício que faça contato com o secretário Gustavo. Se o secretário

Gustavo se comprometeu, com certeza isso vai ser honrado, até porque todo mundo sabe que a

palavra do secretário Gustavo Rocha tem muito valor para todos nós. Estamos só analisando isso. O

secretário Maurício já está tratando disso.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Hermeto.

DEPUTADO HERMETO (MDB. Para discutir.) – Presidente, no Colégio de Líderes a CEOF, na

pessoa do deputado Eduardo Pedrosa, informou que tudo está correto. Eu liguei para o secretário

Gustavo Rocha e ele disse a mesma coisa. Então, quem quiser votar, vota.

Outra coisa: se houver algo errado, o governador veta. O governador não tem que sancionar

os créditos? Então, ele veta – e que o secretário explique isso para o governador.

Outra coisa: é o CPF do secretário que está lá. Se nós aprovarmos esse projeto hoje, o

governador tem todo o direito de vetá-lo. Agora vamos deliberar e parar com isso. Quem tiver que

deliberar, que delibere e vote, ou não. Porém, não dá para ficar arrastando uma coisa dessas. O

secretário Renato Junqueira não é louco de pegar o dinheiro e pagar uma coisa que já aconteceu –

só se ele quiser ser preso!

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Roosevelt.

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DEPUTADO ROOSEVELT (PL. Para discutir.) – Presidente, eu concordo com o que o líder do

governo, deputado Hermeto, falou. Acho que temos que iniciar o processo de votação deste projeto.

Caso contrário, se formos continuar com a discussão, eu acho que temos que partir para outro item

da ordem do dia, até que isso se pacifique, e votar o projeto do Iprev, que é muito importante. O

deputado Eduardo Pedrosa, no Colégio de Líderes, já explicou para todo mundo sobre esse projeto.

Não foi o suficiente? Acho que podemos buscar alguns esclarecimentos na secretaria, mas vamos

partir para outro item! Vamos votar o projeto do Iprev logo, que é importante. A presidente do Iprev

está aqui. Fazemos esse encaminhamento e depois discutimos o projeto de crédito, que é do

interesse de todos nós. Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – O secretário Maurício conseguiu falar

com o secretário Gustavo Rocha? (Pausa.)

O deputado Roosevelt tem razão. Porém, há uma decisão de Plenário de votarmos o projeto.

Depois de o discutirmos, vamos votá-lo. Quanto a isso, não há dúvida.

Eu me sinto satisfeito com as informações prestadas pelo deputado Eduardo Pedrosa com

relação à formalidade. O deputado Eduardo Pedrosa deixou isto bem claro: há uma formalidade, há

um ofício corrigindo isso.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Jorge Vianna.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD. Para discutir.) – Presidente, devo desculpas ao deputado

Chico Vigilante, porque na última sessão ele levantou esse problema e deixou todo mundo

apreensivo com relação à denúncia que ele tinha feito. E, de fato, aconteceu. Então, eu peço

desculpas ao deputado Chico Vigilante, poque eu também queria votar naquele dia, porque não

estava claro o que estava acontecendo – para nós, estava tudo bem. Mas hoje eu já acho que o

projeto deve ser votado, porque o secretário reconheceu o erro.

Eu acho, presidente, que alguém, quando quer fazer algo errado, o faz de forma muito

escondida, não de forma escancarada. Se houve um erro, um erro material, ele reconhece o erro,

pede para retirar o projeto e justifica. “Ah, mas parece que não é suficiente, porque quem tem que

fazer essa retificação é o próprio governo”.

Então, há um outro erro, mas ele está reconhecido. Isso não impede que haja votação,

porque o governo já identificou o erro, tentou reparar, mas isso não impede a votação.

Deputado Chico Vigilante, penso que o senhor já fez a sua parte em identificar o erro, mas

isso está sendo reparado. Então, deputado, não existe uma vontade de, de repente, fazer alguma

malandragem, alguma maracutaia por parte do secretário de esporte, porque não é o perfil dele.

Portanto, vamos votar esse projeto e acabar com isso, senão ele levará mais uma semana

para ser votado. Eu falei, naquela última semana, que, na quarta-feira, geralmente, não há quórum.

Então, é mais uma semana sem mandar as emendas para a saúde, sem mandar as emendas para

outras pastas.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Jorge Vianna, vossa

excelência tem razão. E, volto a dizer, conhecemos o perfil do secretário Renato Junqueira: uma

pessoa extremamente séria e responsável. Outra coisa: é o CPF do secretário Renato Junqueira que

está em jogo.

Quando o secretário formaliza à CEOF desta casa, que tem sido extremamente transparente

e rigorosa nas suas análises, eu acho que está suprido. Por mais que o deputado Chico Vigilante

tenha essa posição, que respeitamos, pois ele é um conselheiro nosso, nesse aspecto, o ofício

encaminhado pela secretaria supre, sim, as necessidades.

Portanto, por uma decisão de Plenário, o projeto vai para votação. Há pouco, nós

consultamos os deputados, e, por maioria ampla, 13 a 6, nós decidimos votar o projeto.

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Vou passar a palavra ao deputado Chico Vigilante. Depois colocarei o projeto em processo de

votação, porque ele já foi amplamente discutido.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, eu gostaria de deixar claro o

seguinte: ninguém está desconfiando do secretário. Estou falando a respeito do que estamos

votando. Nós estamos votando aqui R$5.200.000 em favor da Secretaria de Estado de Esporte e

Lazer do Distrito Federal, destinados a atender despesas com a realização dos eventos BOP Games e

Mundial de Wushu. É isso que está sendo votado. Essas duas atividades já aconteceram. Portanto, o

que está se pedindo é o aval da Câmara Legislativa para votar uma coisa que já aconteceu. Não

podem ser autorizadas despesas depois do evento realizado. É disso que está se falando. É disso que

se trata, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

Lembro que há um ofício posterior a essa justificativa corrigindo isso. O deputado Eduardo

Pedrosa disse isso na reunião do Colégio de Líderes. Há um ofício. A responsabilidade recai sobre os

ombros do secretário Renato Junqueira e do Executivo, caso seja diferente do que ele se manifestou

por meio de ofício formalizando o sentimento daquela pasta.

DEPUTADO JOAQUIM RORIZ NETO (PL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO JOAQUIM RORIZ NETO (PL) – Presidente, estamos repetindo a mesma coisa aqui

umas 20 vezes. Semana passada, houve também a mesma conversa. Eu tenho uma audiência

pública na Câmara Legislativa daqui a 1 hora. Peço-lhe que dê continuidade às matérias, por favor.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Joaquim Roriz Neto, isso vai

depender agora de os deputados não me pedirem mais a palavra pela ordem, porque o

encaminhamento é pela votação.

Continua em discussão.

Concedo a palavra ao deputado Eduardo Pedrosa.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para discutir.) – Presidente, eu gostaria de dizer

que a Secretaria de Esporte encaminhou à Comissão de Orçamento da Câmara Legislativa, no dia 24

de setembro de 2025, uma nota explicativa retificando o que foi dito no projeto. Posso ler a nota,

mas ela diz basicamente isto: O recurso originalmente previsto para o BOP Games a fim de

contemplar de forma mais ampla a despesa com a realização de eventos esportivos de lazer dessa

secretaria [...] Neste contexto, convém destacar que, nos eventos abrangidos, encontra-se o STU

National 2025, o maior circuito de skate do Brasil, cuja realização está prevista no mês de outubro.

De 24 a 26 de outubro, como foi dito.

Então, eles explicaram a alteração do BOP Games e fizeram outro ofício explicando a do

Mundial de Wushu. Da mesma forma, encaminharam-no a esta casa.

A emenda ao projeto de alteração do crédito é genérica. Ela fala: a realização de evento

esportivo. Então, não vamos votar a realização dos eventos x, y e z, mas a realização de eventos

esportivos.

Se a secretaria está aqui formalizando isso, apresentando a esta casa esse documento,

penso que o secretário tem noção de que é o CPF dele que está em jogo e sabe que a Câmara

Legislativa tem o poder de fiscalizar e acompanhar depois, até para puni-lo caso isso venha a

acontecer. Nós jamais aprovaríamos algo do tipo.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Já discutimos o suficiente. Vou colocar

o projeto em votação.

Deputado Joaquim Roriz Neto, se os deputados continuarem pedindo a palavra, infelizmente,

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 14

o início da audiência pública de vossa excelência vai atrasar.

Vou colocar o projeto em votação.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Chico Vigilante, a matéria já

foi discutida amplamente.

Concedo a palavra.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, só quero deixar claro: ofício de secretário

não altera projeto. Há todo um rito. Se a Casa Civil queria alterar o projeto, que mandasse a

alteração do projeto. Secretário nenhum com cartinha pode alterar projeto. Vossa excelência sabe

disso. É assim que funciona.

Consultei um dos maiores assessores desta casa e mestre de todos nós: José Willemann.

Ofício de secretário não altera projeto.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – A responsabilidade recai sobre os

ombros do secretário quando ele assume e formaliza o sentimento. Acho que esta casa tem

tranquilidade para votar a matéria. É óbvio que cada um vai votar conforme sua consciência. Sem

dúvida nenhuma, o secretário assume a responsabilidade sobre o projeto.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Peço votação nominal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – A votação será nominal.

Lembro que, há pouco, o secretário Maurício falou com o secretário Gustavo Rocha. Ele

deixou bem claro que o pedido é no sentido de equacionar o projeto.

No nosso sentimento, com o envio do ofício, é que o problema está sanado.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, eu só gostaria de esclarecer que a

ementa do projeto diz “realização de evento esportivo”.

Então, eu digo, mais uma vez: não há que se falar em alteração do projeto. Há que se falar

em alteração da explicação, dos motivos para a apresentação do projeto. É outro documento que

não tem caráter formal. É isso que estou querendo dizer. Mandaram um ofício retificando isso.

Presidente, estou tendo que falar de novo para a explanação ficar clara. Caso contrário, vai

parecer que estamos fazendo algo que não é legal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Vou abrir a palavra para todos, de

uma vez! Todos podem falar! Os microfones de todos estão abertos! Podem falar! Podem abrir os

microfones!

É uma discussão sem fim! Colocamos esse projeto em votação porque ele era o menos

complexo. A discussão sobre ele está demorando mais que a discussão sobre o projeto do Iprev!

Todos querem falar um pouco!

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, vamos acabar a discussão da seguinte

forma.

Digamos que o secretário de Cultura mande um projeto para esta casa pedindo R$5 milhões

para a festa junina de 2025. Ele gastou os R$5 milhões com a festa junina, mas a festa junina não

acabou ainda. Ele manda outro projeto para esta casa, pedindo mais R$5 milhões para a festa junina.

A festa junina não acabou ainda. Essa é a regra.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 15

DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, como líder do governo, vou falar!

Vou pedir ao Ministério Público, à Polícia Civil do Distrito Federal, à Polícia Federal e ao FBI

que fiquem de olho nisso! Se o Renato Junqueira fizer alguma coisa errada, vai ser preso!

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão. (Pausa.)

Como não há mais quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados que aprovam o parecer da CEOF que votem “sim” e aos que o

rejeitam que votem “não”.

(Realiza-se a votação nominal.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.

O parecer foi aprovado com a presença de 20 deputados, sendo 14 votos favoráveis, 6 votos

contrários e 4 ausências.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, solicito a palavra para declaração de voto.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD. Para declaração de voto.) – Presidente, o que eu quero

dar, de forma didática, para os deputados, inclusive para o deputado Chico Vigilante, é o exemplo

novamente da Secretaria de Cultura.

Se o secretário de Cultura mandar um projeto para esta casa que diz que, em 2025, haverá o

festival de quadrilha junina e pedir R$10.000.000, o governo vai mandar R$10.000.000. Se ele enviar

novamente um projeto para cá sobre festival de quadrilha junina, serão mais R$10.000.000, porque

está acontecendo a quadrilha junina. O que nosso presidente da comissão disse foi exatamente isso.

Essa situação aconteceu no esporte. Fiz esse registro só para ficar clara a questão.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão, em primeiro turno, o

Projeto de Lei nº 1.921/2025.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, o deputado Jorge Vianna

teria razão se fosse assim, mas não é.

Deputado, foi feito o pedido e foi especificado. Nesse crédito de R$80.000.000, há a

destinação para cada uma das entidades. Há o exemplo de R$11.000.000 em favor da Secretaria de

Estado da Mulher do Distrito Federal – e assim por diante. Há o valor de R$5.200.000 para a

realização desses 2 eventos que já aconteceram. Este é o problema. Os eventos já aconteceram,

deputado Jorge Vianna. Estão querendo legalizar o pagamento de algo que já aconteceu.

É isso. Eu devo adiantar que irei questionar isso até o fim. Vou entrar com ação no Ministério

Público, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal para barrar isso, porque eu não sou bobo.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte.

DEPUTADA PAULA BELMONTE (CIDADANIA. Para discutir.) – Presidente, esta situação nos

deixa constrangidos. Estamos votando vários créditos, inclusive para atender associações e institutos

que ajudam crianças e adolescentes. Estamos numa situação sem transparência.

Como parlamentares, estamos diante de uma votação em que não há transparência. Vejo

que há boa vontade do governo. Portanto, que ele realmente nos envie um novo projeto! Isso já

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havia sido combinado há uma semana.

Acabei de votar a favor da matéria, mas com uma preocupação muito grande, porque não

está claro para os parlamentares o que está sendo pago ou se o evento já foi executado. Não está

confortável para nós aprovarmos esse projeto.

Estamos tendo que resolver uma situação em que houve erro do próprio governo. Faço esse

apelo para que possamos resolver isso, porque é uma situação muito chata.

Votei a favor da matéria, porque há outros créditos juntos, mas a situação não está clara. Eu

não faço parte do governo, mas sou uma deputada que tem responsabilidade com os pagamentos

dos créditos. É importante registrar isso, presidente.

A transparência desta casa é uma obrigação. Somos fiscalizadores e temos a obrigação de

deixar isso claro para a população, pois é a ela que temos que responder.

(Assume a presidência o deputado Ricardo Vale.)

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Assumo a presidência.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, de maneira muito breve, gostaria de dizer

que, depois que o deputado Eduardo Pedrosa, presidente da CEOF, expôs publicamente o texto do

ofício, o qual ele leu, todos os deveres de transparência com esta casa estão satisfeitos. Ele abriu

aspas e leu o ofício da secretaria.

Não é mais o caso de estarmos discutindo o assunto. Devemos votar o projeto, cada um

segundo a sua consciência. Como o deputado Hermeto falou, até de modo exagerado ao se referir

ao FBI, os órgãos de investigação e fiscalização estão aí. A Câmara Legislativa pode investigar, os

órgãos de transparência e fiscalização vão fazer isso. Porém, não faz sentido permanecermos nesse

debate. O projeto do Iprev é muito importante, precisa ser votado. Peço que passemos diretamente

à votação, presidente.

(Assume a presidência o deputado Wellington Luiz.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Thiago Manzoni.

O FBI não, mas acho que a Interpol e a CIA deveriam estar juntas. Isso seria importante.

Concedo a palavra ao deputado Eduardo Pedrosa.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para discutir.) – Presidente, não tenho mais o que

discutir. Não tenho o que falar, tudo já foi falado. A deputada Paula Belmonte agora veio falar isso.

Pelo amor de Deus! O documento está aí, tudo está formalizado. Não há transparência?

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.

Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que

votem “não”.

(Realiza-se a votação nominal.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.

Houve 13 votos favoráveis, 6 votos contrários e 5 ausências justificadas.

Foi aprovado.

Eu gostaria de fazer uma correção. Há pouco falei de um acordo feito entre mim, o deputado

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Thiago Manzoni e o deputado Fábio Félix. A bem da verdade, esclareço que o acordo foi feito entre

mim e o deputado Thiago Manzoni para que o projeto dele viesse à votação. Da mesma forma, o

deputado Fábio Félix pediu que um projeto do deputado Gabriel Magno fosse votado, o que foi

autorizado por mim, a fim de que fosse votado também o Dia da Parada do Orgulho LGBT de

Taguatinga.

Esclareço, para não haver confusão, deputado Fábio Félix e deputado Thiago Manzoni, que o

acordo foi feito com esta presidência e não entre os parlamentares. Cada um deve respeitar a

posição do outro e votar conforme a sua consciência.

Item extrapauta.

Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de

autoria Poder Executivo, que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que

“institui o regime de previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de

Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e

altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime

Próprio de Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras

providências”.

A proposição não recebeu parecer das comissões. Foi apresentada 1 emenda de plenário. A

CAS, a CEOF e a CCJ deverão se manifestar sobre o projeto e sobre a emenda.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, eu queria pedir a vossa excelência que nós

não votássemos o PLC nº 82/2025 hoje. Nós estamos falando de um projeto que tem impacto em

todas as categorias do serviço público do Distrito Federal. Nós vamos mexer com o regime de

previdência dos servidores, e não houve tempo hábil para discussão, para os esclarecimentos sobre o

projeto. Então, eu queria pedir a vossa excelência que submetesse ao Colégio de Líderes aqui no

plenário, abertamente, porque infelizmente a reunião foi trancada, foi a portas fechadas. E agora eu

queria pedir a vossa excelência que consultasse os líderes, porque não dá para votar algo sem

discutir com os sindicatos, com os trabalhadores. Amanhã, quem vai pagar essa conta da

aposentadoria dos servidores do DF?

Eu sei que vossa excelência é um servidor público, eu sei que nós temos deputados aqui que

são servidores, servidoras. Se querem defender o projeto, vamos apresentar essa discussão antes

para os sindicatos, para as entidades. Vamos fazer no mínimo uma audiência pública e não reunião

secreta para discutir o projeto! Isso pode ser um passo até para os esclarecimentos.

Então, peço a vossa excelência a retirada de pauta do projeto, a consulta aos líderes, aos

parlamentares para retirarmos esse projeto de pauta a fim de que haja mais tempo para o debate,

para a discussão.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Agradeço a manifestação do

deputado, mas há um acordo feito no Colégio de Líderes com todos os parlamentares. Portanto, não

há nem que se deliberar novamente porque isso já foi deliberado. Então, o projeto continua na

ordem do dia, com o respeito à posição do deputado Fábio Félix.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, para ficar claro às pessoas que estão

assistindo à sessão, na verdade não houve um acordo, houve uma votação.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Foi por maioria, é verdade.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Nós fomos contrários e, por maioria, a base do

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governo decidiu trazer a plenário. Nós votamos contra.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante. É

isso. O deputado Chico Vigilante tem razão. Corrigindo, eu apresentei o projeto e houve 13

deputados que votaram pela continuidade do projeto na pauta e 6 votaram contra, inclusive os

deputados que se manifestaram.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, é importante esclarecer que mesmo que o

Colégio de Líderes, que hoje foi a portas fechadas... Não sei nem se uma reunião a portas fechadas

configura uma reunião de Colégio de Líderes oficial.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Reunião com deputados.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Eu acho que nós podemos requerer a vossa excelência

que submeta também ao Plenário a retirada do projeto da pauta. Nós fizemos um requerimento oral

para que haja uma votação que preceda a votação da matéria, para decidir se o projeto pode ser

retirado ou não da pauta, para que os parlamentares, antes de votarem o mérito, apreciem a

retirada ou não do projeto da pauta.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Mais uma vez agradeço a

manifestação do deputado Fábio Félix, no entanto, foi deliberado por maioria na reunião de

deputados que o projeto fosse incluído na pauta. Em respeito a essa maioria e também à minoria, o

projeto continua na ordem do dia.

Designo o deputado João Cardoso como relator pela CAS.

Solicito ao relator, deputado João Cardoso, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO JOÃO CARDOSO (AVANTE. Para apresentar parecer.) – Presidente, a assessoria

nos informou que o deputado Rogério Morro da Cruz passou mal e não está presente nesta sessão

por conta disso. Não sabemos ainda o que foi. Espero que ele esteja bem e se recupere o mais

rápido possível.

Parecer da CAS ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo,

que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de

previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do

Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei

Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de

Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras

providências”.

No âmbito desta comissão, somos pela aprovação do PLC nº 82/2025 e da Emenda nº 2,

registrando que a Emenda nº 1 foi retirada.

É o parecer.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Retificando, é projeto de lei

complementar, PLC nº 82/2025.

Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a

relatoria.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo

Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

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DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, solicito a palavra para discutir o relatório.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É ao final. Primeiro vamos proferir

todos os pareceres e depois...

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Ah, está bem.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao

Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei

Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de previdência

complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito

Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei Complementar nº

769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do

Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras providências”.

O parecer da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças é pela admissibilidade do PLC nº

82/2025, com a Emenda nº 2.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.

Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a

relatoria.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago

Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de

Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei Complementar nº

932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de previdência complementar do Distrito

Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40,

§§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a

qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá

outras providências”.

Presidente, o parecer da CCJ é pela admissibilidade do projeto e da Emenda nº 2.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.

Em discussão o parecer.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, para as pessoas que estão

assistindo a esta sessão, inclusive os servidores públicos, que têm interesse direto nesse assunto, é

importante ressaltar que o governador Ibaneis está fazendo o mesmo que o governador Rollemberg

tentou fazer. É a mesma proposta. Na época, o Rollemberg disse que, se não fizesse aquela

movimentação, não teria como fechar a folha de pagamento.

Eu e vossa excelência, presidente, insurgimo-nos contra aquela situação, provamos que ela

era absurda e derrubamos o projeto. O governo está fazendo a mesma coisa agora.

O governo, que pinta um mundo colorido na televisão, dizendo que o Distrito Federal está a

mil maravilhas, que a situação é realmente fantástica, está agora tentando retirar R$617 milhões do

fundo previdenciário dos servidores para fechar a folha de pagamento.

Isso não está correto. Se o Distrito Federal está tão bem financeiramente, por que pegar

R$617 milhões do rendimento? Alguém pode dizer: “Mas vai pegar do rendimento”. Só há

rendimento porque existe o dinheiro das contribuições dos servidores, que inclusive aumentou na

reforma previdenciária.

Quero ver como vão explicar isso para os servidores. O dinheiro não é do Governo do Distrito

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Federal; o dinheiro é da previdência dos servidores. Se o fundo previdenciário for descapitalizado, no

futuro, as pessoas não terão aposentadoria. É sobre isso que estamos falando.

Falo para o pessoal da base do governo que vossas excelências estão mexendo em um

dinheiro que pertence aos servidores – inclusive servidores presentes neste plenário –, que correm o

risco de ficar sem aposentadoria no futuro.

A base do governo não pode ser cega e aceitar tudo que é colocado e empurrado goela

abaixo. É isso que está acontecendo. É grave o que estão fazendo.

Esse dinheiro não é do governador Ibaneis e não é do Governo do Distrito Federal; é do

fundo previdenciário para garantir a aposentadoria dos servidores, garantindo, inclusive, o futuro.

Depois, no momento da discussão, vou apresentar mais dados para mostrar o quanto é

preocupante o que está sendo feito aqui hoje.

Por isso propus, presidente, que não votássemos essa matéria hoje e que trouxéssemos as

representações dos trabalhadores e das trabalhadoras, ou seja, os sindicatos, para serem ouvidos,

promovendo um amplo debate e buscando uma solução para esse problema.

Mas quero ver como o governo vai justificar que está financeiramente capitalizado e que

tudo está uma maravilha, se está precisando retirar dinheiro do fundo previdenciário dos servidores

para fechar a folha de pagamento. Expliquem isso. Quero que alguém explique. Se está bem

financeiramente, por que pegar o dinheiro dos servidores? Se está pegando, é porque a situação

financeira não está boa.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

Informo que as emendas apresentadas neste momento só serão apreciadas quando o

projeto for analisado em segundo turno.

Continua a discussão.

Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte.

DEPUTADA PAULA BELMONTE (CIDADANIA. Para discutir.) – Presidente, conforme nos

posicionamos na reunião de deputados, sentimos que essa situação é preocupante. Eu acompanho,

como presidente da Comissão de Fiscalização, a situação do Iprev, que, por 3 anos consecutivos,

apresentou prejuízo nos investimentos dos nossos servidores.

Ouvimos várias falas neste plenário expressando preocupação e alertando os servidores do

GDF e os aposentados sobre o que estava sendo feito com o fundo previdenciário, o que inclusive foi

motivo de ação policial.

Atualmente, há uma presidente e um corpo técnico responsáveis pelos investimentos, mas o

que está sendo feito retira a segurança dessas pessoas quanto ao recebimento futuro.

Estamos muito preocupados com esse projeto e quero dizer que nós queremos, sim, garantir

o pagamento aos servidores, mas não pagando os servidores tirando dinheiro dos aposentados. Há

aqui uma inversão de valores. As pessoas contribuíram para ter esse recebimento e, como já foi dito,

esse dinheiro pertence aos aposentados. Houve um desfalque no Iprev há 2 anos, e isso está sendo

usado para tampar o buraco deixado. Nós temos dados e informações que já foram apresentados na

Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle.

Então, eu peço, presidente, que essa discussão seja feita junto com os representantes desses

servidores. Não tivemos oportunidade de trazer os representantes dos sindicatos, tanto de direita

quanto de esquerda, porque aposentado não tem direita nem esquerda, ele tem o remédio para

pagar no fim do mês, a consulta no final do mês, a qualidade de vida a preservar. E aqui estamos

mexendo com o futuro dos servidores, dos aposentados.

Por isso, peço mais uma vez que não votemos esse projeto agora. Todos aqui, sejam da

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base do governo, independentes ou da oposição, devem considerar a segurança dos servidores. Nós

estamos aqui representando o povo, pois o governo passa, mas o povo fica. É uma temeridade não

realizarmos uma ampla discussão nesta casa antes de votar esse projeto.

Deixo registrado que vamos discutir o tema em todas as oportunidades que tivermos.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Paula Belmonte.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Presidente, o que nós estamos votando

aqui é um saque do Governo do Distrito Federal ao dinheiro dos servidores públicos. Não adianta a

base do governo dizer que não é.

O art. 1º do projeto de lei: “Fica o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal

– Iprev/DF autorizado, a partir do exercício financeiro de 2025, a utilizar até 100% do resultado

mensal da rentabilidade líquida da carteira de ativos do Fundo Solidário Garantidor”.

O Ibaneis está metendo a mão no dinheiro dos servidores. É disso que se trata. O governo

Ibaneis quer pegar o dinheiro dos servidores.

Presidente, é um negócio que não dá para entender – aliás, dá, porque é a lógica desse

governo. O Ibaneis criou o problema e agora apresenta a solução para o servidor pagar a conta. Foi

o Ibaneis que mandou para esta casa a reforma da Previdência, que fez com que os ativos

aumentassem a contribuição de 11% para 14% e que fez aos aposentados uma regra mais cruel que

a reforma do Bolsonaro.

Aqui, os aposentados que ganham mais de 1 salário mínimo também têm que contribuir para

a Previdência Social. Na regra federal é só quem ganha acima do teto do INSS. O que aliviou um

pouco as contas foi os servidores pagando mais. Agora o governo quer sacar o dinheiro.

Para quem está nos ouvindo, o Fundo Solidário Garantidor é importante porque a carreira

pública é uma maratona. O servidor entra na carreira e vai ficar 20, 25, 30, 35 anos. Ele larga,

presidente, com uma garrafinha de água. Ele pode escolher se ele vai beber toda a água na largada

ou se vai economizar para ter água no final da corrida. O que o Ibaneis está fazendo é acabar com a

garrafa de água dos servidores na largada. Não vai ter dinheiro na hora em que os servidores

públicos se aposentarem. E a conta ficará para quem?

Aliás, quem criou o problema do Fundo Solidário Garantidor foi o próprio Ibaneis. Esta casa

aprovou uma lei que colocava no Fundo Garantidor os lucros e dividendos das empresas públicas, a

cobrança de estacionamento. Aprovamos aqui na LDO colocar inclusive no Fundo Garantidor a

loteria. Quem vetou e apresentou uma ADI no Supremo Tribunal Federal para retirar dinheiro do

Fundo Solidário Garantidor foi o governador Ibaneis. Ele é o responsável pelo golpe e pelo calote em

cima dos servidores.

Só no ano passado, presidente, se o Ibaneis não tivesse dado um golpe nos servidores e

apresentado a ADI, o Fundo Solidário Garantidor teria recolhido R$650 milhões. A justificativa do

projeto é: vamos meter a mão no fundo para poder pagar o déficit de R$614 milhões. Quem criou o

déficit foi o governador Ibaneis e, agora, quer roubar dos servidores.

Isso é uma indecência! Isso é um absurdo! Os deputados que votarem a favor estão

autorizando o governador a roubar dinheiro do servidor público. Essa é a real! É isso que está sendo

discutido.

Aliás, eu quero trazer uma informação, presidente deputado Wellington Luiz, com todo o

respeito: quem tem feito irresponsabilidade na má gestão pública é o governo Ibaneis. Parece que

alguns esqueceram que o ex-secretário de Economia foi condenado a 12 anos de prisão, no seu

exercício como presidente do Iprev, pelo desvio de mais de R$200 milhões do Iprev. O Ney Ferraz

era secretário até ontem. Foi condenado, em segunda instância, a 12 anos de prisão por meter a

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mão no Iprev. O Ney era secretário de qual governo? Era presidente do Iprev em qual governo?

É uma calamidade o governo Ibaneis. É um ataque aos servidores, é um ataque aos

aposentados e, agora, mais uma vez, sem nenhuma justificativa... Esta casa pode preservar e

proteger os servidores e os aposentados, ou pode autorizar o governo, mais uma vez, a meter a mão

no dinheiro que não é dele. Esse dinheiro é dos servidores públicos do Distrito Federal.

Eu sou servidor, presidente. Sou professor concursado da Secretaria de Educação. Eu não

voto aqui só pelo interesse dessa categoria e das demais. Eu voto “não” a essa indecência, em

defesa do orçamento do Distrito Federal e em defesa do serviço público do Distrito Federal. Nós não

podemos permitir que o governo meta a mão no dinheiro dos servidores, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para discutir.) – Presidente, eu estou aqui hoje para fazer

esclarecimentos à população do Distrito Federal, especialmente aos servidores e às servidoras do DF,

já que se trata de um contingente enorme de servidores públicos.

Primeiro, quero esclarecer o método, para que todos saibam. Não importa se é da base ou

se é da oposição ao governo.

Nós estamos votando um projeto que chegou a esta casa semana passada. Queriam votá-lo

na terça-feira passada, e nós estamos votando hoje, sem nenhuma discussão com a sociedade, sem

nenhuma discussão com os sindicatos. Os representantes dos servidores públicos das mais de 30

categorias vieram aqui hoje pedir uma audiência pública, que é algo básico no método de debate do

Poder Legislativo. No entanto, infelizmente, o Poder Legislativo – por meio da maioria dos

parlamentares, que compõem a base do governo – está escolhendo ligar o trator em cima do projeto

e votar a qualquer custo, sem debate.

Sabem quais foram as únicas reuniões que houve? Foram as reuniões, a portas fechadas,

com a presidente do Iprev e com o secretário-adjunto de Economia: uma esta semana e a outra

semana passada. Foram reuniões esclarecedoras, mas os nossos assessores técnicos da área nem

sequer entraram na reunião. Não houve debate público, não há transparência com o que está sendo

votado.

O primeiro ponto, para os servidores saberem, é: há algo aí, há algo que nós não estamos

entendendo. Por quê? Está sendo votado, hoje, um projeto sem nenhuma discussão nesta casa e

isso interessa a centenas de milhares de pessoas no Distrito Federal.

O segundo ponto é que a verdade precisa ser dita. O governo mandou um projeto de lei para

autorizar o Iprev a mexer num dinheiro que ele não podia mexer, que é o dinheiro do servidor. “Ah,

mas é só o rendimento, não é o principal”. O rendimento também é importante para o servidor,

porque é o rendimento desse investimento do Iprev que dá sustentabilidade para pagar as

aposentadorias futuras. Se o governo mete a mão nesse dinheiro hoje, amanhã pode faltar dinheiro

para pagar as aposentadorias, sim! O governo não apresentou estudos para dizer que não há

condição de pagar hoje, que não há outra fonte de recurso, outro local do qual ele possa retirar esse

recurso. Ele não apresentou!

Ele cria um mecanismo técnico, que é a contribuição patronal. Segundo a consultoria da

Câmara Legislativa, essa contribuição patronal poderá ser considerada ilegal depois, e pode-se tentar

criar uma contribuição do segurado, ou seja, do servidor. Isso também é muito preocupante e põe

em xeque, sim, a aposentadoria dos servidores para o dia de amanhã.

Presidente, encerro dizendo que o Iprev veio aqui e apresentou a proposta de meter a mão

nos investimentos dos servidores. Isso pode atrapalhar, sim, a aposentadoria. Ao mesmo tempo, o

governo não veio aqui para apresentar uma proposta de equacionamento do problema. Não há uma

proposta estratégica para resolver o problema da aposentadoria! O governo quer meter a mão no

dinheiro agora. Nós estamos em um ano da véspera da eleição, e ele não quer ter problema. Mas

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sabe como ele vende o governo na propaganda que passa no horário nobre? É o governo dos

investimentos, é o governo em que não falta orçamento, e, agora, ele vai meter a mão em um

dinheiro que pode fazer falta para a aposentadoria dos servidores públicos.

O nosso bloco PSOL-PSB orienta o voto “não”, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Fábio Félix.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Joaquim Roriz Neto.

DEPUTADO JOAQUIM RORIZ NETO (PL. Para discutir.) – Presidente, eu gostaria de fazer

uma fala muito rápida. Uma coisa é interpretar o projeto de forma negativa. Uma coisa é interpretar

o projeto como se ele tivesse alguma falha e como se ele precisasse de alguma emenda para ser

mais funcional. Mas é outra coisa caluniar.

O deputado Gabriel Magno falou aqui abertamente que o governador está roubando os

aposentados! Eu acho que esse tipo de fala não pode passar batido aqui na Câmara Legislativa

porque é uma afirmação muito grave, é uma denúncia extremamente grave. Então, ela precisa ser

apurada, independentemente de ser um deputado ou não que esteja falando isso.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Ricardo Vale.

DEPUTADO RICARDO VALE (PT. Para discutir.) – Presidente e demais deputados, eu só

quero reforçar o que já foi dito aqui.

Um projeto por meio do qual o Governo do Distrito Federal retira R$717 bilhões do Iprev é

um projeto muito importante. Eu não entendo o porquê dessa urgência.

Reforçando o que já foi dito aqui, eu gostaria de pedir que não votássemos esse projeto hoje

e procurássemos entender o porquê de mexer justamente em um plano de aposentadoria que já é

deficitário. Ora, será que o governo não tem outra fonte? Será que o Governo do Distrito Federal não

pode buscar esse recurso em outra fonte para evitar que o salário dos servidores possa ser

prejudicado ainda este ano? Ele tem de mexer justamente no Iprev? Por que essa urgência toda em

um projeto tão importante como esse e que pode, inclusive, prejudicar vários trabalhadores,

deixando-os sem salários em um futuro próximo? O déficit já é grande!

Então, eu gostaria de fazer um apelo no sentido de não votarmos esse projeto hoje e que

déssemos pelo menos mais 1 semana para que os deputados tivessem a segurança do que estão

votando e do problema que pode ser gerado, inclusive, para os servidores.

Dessa forma, fica o meu apelo, reforçando o pedido de não votarmos esse projeto hoje, para

que possamos ganhar tempo para vermos com a nossa própria assessoria e com a assessoria do

Governo do Distrito Federal se existe outra fonte, já que está tão desesperado assim o caixa do

Governo do Distrito Federal, que precisa tirar recursos da previdência para poder honrar o salário dos

servidores.

Era isso, senhor presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado.

Vou pedir a colaboração dos deputados. Eu estou fazendo uma relação do nome dos

deputados que desejam falar. Eu não vou passar por cima do colega que já pediu a palavra. Não

tenho nenhum interesse em passar um na frente do outro. O deputado precisa entender que estou

anotando aqui. Antigamente, havia uma numeração, e isso tem que voltar. O deputado precisa

entender que estou anotando quem pediu. Então, essa relação precisa ser respeitada. O deputado

não consegue ver quem pediu primeiro e acha que ele pediu primeiro, como se os outros não

tivessem pedido. Então, eu queria que houvesse essa colaboração por parte de vossas excelências.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 24

Continua a discussão.

Concedo a palavra à deputada Dayse Amarilio.

DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB. Para discutir.) – Presidente, mais uma vez, estou aqui

me sentindo muito desconfortável, porque nós estamos discutindo algo que é muito complexo. Eu

estava conversando com a presidente do Iprev e dizia a ela que o tema é tão complexo que fico

muito estarrecida de votarmos isso a toque de caixa, decidindo por pessoas que não tiveram a

oportunidade de saber o que estamos votando, inclusive nós deputados. Estou aqui como servidora,

mas também, na minha consciência, como parte do parlamento, que deve fiscalizar e regular o

Executivo.

Presidente, o deputado Joaquim Roriz Neto mencionou a fala sobre o saque. Infelizmente, o

Iprev foi manchete de jornal por desvio de dinheiro. É triste, mas foi. Estamos falando de algo que

não é do Governo do Distrito Federal, mas é do servidor e do aposentado, que, no momento em que

mais precisar, talvez não tenha.

Votar um projeto desse sem planejamento... Todo mundo fala: “Ah, vamos jogar o problema

para frente. De qualquer maneira, isso vai acontecer.” Mas temos responsabilidade nisso, porque

estamos colocando a digital no futuro, estamos fazendo parte dele, porque estamos mexendo aqui,

no presente, em algo que vai acontecer no futuro. Inclusive, há inúmeras recomendações do

Tribunal de Contas sobre saques que não deveriam ter sido feitos e valores que deveriam ter sido

devolvidos.

Eu gostaria de pedir, principalmente aos deputados que são servidores, mas também aos

deputados que têm compromisso, que fizéssemos uma audiência pública, sim, para ouvirmos e

sabermos o que estamos votando, até para sairmos daqui com alguma proposta de médio e longo

prazo para resolver um problema que é nosso também, como Parlamento.

Por último, presidente, costumo dizer que aqui tudo é orçamento e que, mais uma vez,

aponta-se, para o ano que vem, por exemplo, que coisas tão importantes, como a saúde, não serão

prioridade. Vamos ter um aumento do Fundo Constitucional, vamos ter um aumento da Fonte 100 e

um decremento do investimento na saúde. Não é investimento, é socorro, porque hoje o que

estamos vivendo realmente é um socorro.

Deputado Hermeto, fui ao HRT hoje e, por isso, cheguei atrasada ao Colégio de Líderes.

Havia 7 bebês entubados esperando vaga na UTI neonatal, e havia 4 técnicos de enfermagem para o

setor inteiro. Os servidores, na hora em que me viram, começaram a chorar. São esses servidores

que, inclusive, não têm a paz e a tranquilidade de saber que estão sendo representados e que o

futuro deles está sendo garantido. São esses servidores que represento, não só como servidora, mas

também como uma deputada que tem compromisso com Brasília.

Então, peço a retirada desse projeto de pauta, presidente, para entendermos o que estamos

votando.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Dayse Amarilio.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Hermeto.

DEPUTADO HERMETO (MDB. Para discutir.) – Presidente, vamos aos fatos que a oposição

não quer falar.

Primeiro, um diz que o governo está roubando o servidor. Isso é mentira. Estão pegando

dividendos, porque não temos, neste momento, uma forma de cobrir o rombo.

Vamos aos fatos. Quando o Fundo Constitucional foi criado, em 2003, o Iprev recebia

repasses para pagar servidor. O TCU suspendeu esses repasses. E o que acontece, deputado Ricardo

Vale? A cada ano, 10% a menos. Por que a oposição não fala isso? No governo do PT, os senhores

tinham o Fundo Constitucional. Aí sobrou essa bomba para o governo do Ibaneis. Foi no governo do

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Ibaneis que o TCU determinou que não se repassassem mais 10% do fundo para o Iprev. Por que a

oposição não fala isso? No governo do PT, do Rollemberg, do Roriz, todo mundo recebia do Fundo

Constitucional. Aí o Ibaneis recebe a bomba, e ele tem que adequar segundo o TCU. Por que a

oposição não fala a verdade? Só fala o que lhe cabe, só fala o que convém. Porque, se não fizermos

esse ajuste agora, o servidor – aí, sim, há calamidade – é que ficará sem salário, logo, logo. Então,

oposição, fale a verdade. Fale que os 10% ao ano do Fundo Constitucional não são mais repassados

para o Iprev. Isso é um ajuste do TCU. Pare de fazer firula! Pare de falar só o que lhe convém. Estou

aqui respondendo porque vocês não falaram do Fundo Constitucional, que foi suspenso. Poderiam

ter falado.

Ninguém está roubando o servidor. Sou servidor público; há muitos servidores públicos aqui.

Agora, parem com esse discurso eleitoreiro de véspera de eleição, um ano antes da eleição.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Hermeto.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Pastor Daniel de Castro.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP. Para discutir.) – Presidente, em observância

ao que o líder do governo havia solicitado – que a base deixasse o discurso seguir mais pela

oposição, que faria o papel dela –, fiquei calado. Mas, diante das manifestações, inclusive do líder,

tomo a liberdade de voltar à tribuna, primeiro para dizer o seguinte, respeitando a palavra do

deputado. O deputado é livre – não é, presidente? –, fala o que quiser, no limite que acha que deve

falar, sabendo que há consequências, inclusive judiciais. Mas, às vezes, pelo calor e pela empolgação

do momento, acabamos falando determinadas coisas que podem não ser o que queríamos dizer.

Acho que o que o deputado Gabriel Magno falou – e até para garantir o direito de resposta e

corroborar com o que o deputado Joaquim Roriz Neto disse – é muito grave, inclusive para nós,

parlamentares da base, porque ele diz que estamos assinando o governador roubar. Essa palavra é

forte. Já falei com o deputado, e ele disse que não a retira. Solicito a vossa excelência que retire

essa palavra das notas taquigráficas desta casa, porque é uma palavra forte.

O governador não é ladrão, não é bandido, tem feito um trabalho extraordinário. Agora, esse

mesmo deputado vem aqui falar contra o governo, mas esquece que “pau que dá em Chico dá em

Francisco”. Ele fala de um cisco que está no olho dos outros, mas esquece de tirar a trave, o arqueiro

que está no olho dele.

Olhem o que o governo federal está fazendo: retirou – do campo dele, que é a educação –

R$52 bilhões da educação até 2030. Eu poderia usar a mesma palavra que ele usou, mas não vou,

porque não pago com a mesma moeda.

Quero dizer que são, muitas vezes, presidente, políticas necessárias que têm que ser feitas,

mas não está sendo justo dizer... Não vim aqui falar o que vou falar. Se não fizermos isso, servidores

públicos do Distrito Federal que assistem a mim neste momento, vocês vão ficar sem salário, porque,

até o final deste ano, se não aprovarmos o que estamos aprovando, há possibilidade de atraso no

pagamento do servidor público.

O discurso é mais amplo, e o governo tem consciência do que está fazendo. E está fazendo o

que é melhor para a população e para o servidor do Distrito Federal. Foi isso que deu a ele 72% de

aprovação, eleição e reeleição.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado, não vou retirar das notas

taquigráficas, a não ser que seja pedido pelo próprio deputado, até porque o senhor sabe o respeito

que tenho pelo deputado Gabriel Magno. Também acho que foi extremamente pesado quando ele

disse que estamos autorizando a roubar. Sou policial, tenho um nome a zelar, e quem autoriza a

roubar rouba junto. Até para que nós possamos inclusive questionar judicialmente o que foi dito pelo

deputado Gabriel Magno.

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Eu me somo a vossa excelência e ao deputado Joaquim Roriz Neto. Acho extremamente

grave quando o deputado Gabriel Magno diz que estamos autorizando o governador a roubar.

Primeiro, o governador não está roubando. Depois, não autorizo nenhum ladrão a roubar. Então,

acho isso extremamente grave. E, inclusive, eu, publicamente – sabe do carinho que tenho pelo

deputado Gabriel Magno –, se ele não retirar o que disse, serei uma das pessoas que tomarão

providências, porque não sou ladrão e não aceito esse tipo de insinuação em relação à minha pessoa

e ao meu trabalho.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, o pedido do parlamentar não

pode levar vossa excelência a retirar das notas taquigráficas?

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Não. Faço questão de que esteja lá,

até para que eu tome providências posteriormente com relação...

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – É isso que eu estou falando.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Não, deputado. Eu não vou retirar, até

porque quero usar as notas taquigráficas para que tomemos providências. E acho que elas devem

permanecer.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Permita-me, carinhosamente, fazer um

pedido que já fiz ao deputado Gabriel Magno. Às vezes, já errei aqui, presidente; às vezes, a

empolgação na fala...

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Mas cabe a ele retirar, porque foi

pesado o que o deputado disse.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Então, eu vou mudar o pedido: em vez de

me dirigir a vossa excelência, dirijo-me ao deputado Gabriel Magno. Deputado Gabriel Magno, por

gentileza, peço a vossa excelência que retire o termo “roubar”. Porque, se vossa excelência não o

retirar, também serei...

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Não é só o termo “roubar”, é nós,

deputados, estarmos autorizando a roubar.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Desculpe, estou falando por mim. Porque, se

ele não retirar, ainda hoje acionarei o Ministério Público e o Tribunal de Justiça, pois me sinto

ofendido. Eu não autorizo a roubar, porque quem autoriza alguém a roubar está sendo um ladrão

conivente. Isso eu não sou, e não vou autorizar.

Acho pesado, mas, mais uma vez, entendo que, às vezes, é o calor da emoção. Apenas peço

ao deputado que retire isso e encerremos essa discussão.

Obrigado, presidente.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, solicito o uso da palavra para direito de

resposta.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra ao deputado

Gabriel Magno porque o nome dele foi citado algumas vezes, inclusive por mim. Caberá a ele retirar

o termo ou não.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, com todo o respeito que eu tenho por esta

casa, que eu tenho por este Parlamento, acredito que se está tentando construir aqui uma mudança

do que está de fato em jogo.

Eu disse e não tenho problema com o que eu que disse, presidente. Eu tenho muito orgulho,

inclusive, do meu mandato nesta casa: combativo, corajoso, capaz de enfrentar vários desmontes

deste governo. Não tenho medo do Governo do Distrito Federal e tenho muito respeito, presidente,

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 27

por vossa excelência e por todos os meus pares aqui.

Quero dizer, de novo, presidente, que o que eu disse foi: “O secretário de Economia desta

cidade, do governo Ibaneis, foi condenado por roubar dinheiro do Iprev”. Está nas decisões e nos

autos judiciais. “[...] em segunda instância, mais de R$200 milhões, condenado a 12 anos de prisão

enquanto era presidente do Iprev.” Não sou eu que estou dizendo. Foi a justiça que julgou e

condenou o secretário de Economia do governo Ibaneis enquanto ele era presidente do Iprev.

Eu disse e posso repetir, presidente, porque eu não quis, em nenhum momento – e tenho

muita tranquilidade, na frente de cada um aqui, olhando na cara de cada um, com o respeito que

sempre tive com este Parlamento – atacar a honra de ninguém. O deputado Pastor Daniel de Castro

me falou. Eu não vou retirar das notas taquigráficas, deputado, porque acho que o debate tem que

ficar nítido.

Há um setor que acredita que imunidade parlamentar é para todos e é um direito

inegociável. Defende isso o tempo todo. Acusa o presidente da República de um monte de coisa.

Pode. Agora, querem tentar... De novo, acredito que querem desvirtuar o debate.

Eu falei que o governador está tentando roubar dinheiro do fundo dos servidores e vou

justificar, presidente.

Se alguém pega a sua carteira, sem sua autorização, e retira uma nota de R$100, essa

pessoa fez o quê? Roubou o seu dinheiro. O que estou dizendo, presidente, é que o governador do

Distrito Federal encaminhou para esta casa um projeto de lei que autoriza sacar dinheiro do Fundo

Solidário Garantidor, que é dinheiro do servidor público! E ele não perguntou a opinião do servidor!

Ele não perguntou se o servidor autoriza esse saque!

Essa é a analogia. Repito aqui, deputado Pastor Daniel de Castro. Se alguém pega a minha

carteira e mete a mão no meu dinheiro que está lá dentro, sem minha autorização, está roubando o

meu dinheiro. E o governador enviou um projeto a esta casa fazendo isso. Está tirando dinheiro da

carteira dos servidores públicos desta cidade sem pedir a autorização dos servidores.

Qual é a opinião dos servidores? Nós não permitimos nenhuma audiência pública para os

sindicatos falarem a sua opinião. É disso que estou falando; é do debate; é das analogias; é, sim, do

exaltamento.

Não vou pedir para retirar das notas taquigráficas. Eu afirmo: o que o governador está

querendo fazer é tirar dinheiro da carteira dos servidores e não perguntou a opinião dos servidores.

Os servidores não estão autorizando. Eu acho que essa é a definição de roubo. Se vocês

querem transformar isso em outro debate, em um debate que não corresponde ao que está

realmente acontecendo, eu lamento. Eu acho que esta casa tem que discutir os reais problemas e o

que está em jogo.

Deputado Hermeto, essa é a questão fundamental e não a decisão do TCU, porque lá, em

uma sala fechada, nós questionamos a Secretaria de Estado de Economia e nos responderam...

Vou concluir, presidente, mas é porque inclusive houve várias ameaças aqui contra mim.

Foi dito pelo secretário de Economia, que estava representando, que era possível mudar a

destinação da fonte, mas isso não foi feito por outras razões.

Portanto, quero concluir, presidente, mais uma vez, com todo o respeito que tenho por vossa

excelência, por esta casa e por este Parlamento: não é isso que está em jogo, não foi esse o debate

que nós fizemos aqui.

Obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Thiago Manzoni.

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DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para discutir.) – Presidente, serei muito breve. Bastava o

deputado Gabriel Magno ter se retratado em relação aos parlamentares presentes. Se é isso o que

ele pensa com relação ao governador ou ao governo, tudo bem. Nós convivemos nesta casa, e

ninguém ofende o outro. No entanto, ele foi à tribuna e ofendeu os parlamentares da base.

O deputado Pastor Daniel de Castro se manifestou, assim como o fez o deputado Joaquim

Roriz Neto e vossa excelência. Bastava que o deputado Gabriel Magno dissesse: “Eu me expressei

mal. Não foi isso o que eu quis dizer; o que eu quis dizer foi outra coisa.” Mas ele vai à tribuna para

reiterar o que tinha dito. Então, não entendo a razão disso.

Quero deixar claro que votarei a favor do projeto de lei. Não estou autorizando ninguém a

roubar. Não sou ladrão e não admito esse tipo de colocação na tribuna.

Nunca acusei ninguém sem provas, como ele fez ao dizer que nós estamos autorizando a

roubar. Não estou autorizando roubo e, como vossa excelência bem consignou, não sou ladrão. Não

admito este tipo de asseveração: “Ah, foi dito em momento de exaltação, mas eu mantenho o que

falei”. Isso é absolutamente inadmissível. É uma ofensa contra os deputados desta casa. Isso é

inadmissível.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Thiago Manzoni.

Todos sabem do cuidado e respeito que tenho por meus pares, inclusive pelo deputado

Gabriel Magno. Contudo, vou interpelá-lo judicialmente com relação à frase de que “eu autorizei o

governo a roubar”. Meu eleitorado é composto por policiais, por servidores do Poder Judiciário,

enfim, por pessoas que têm uma cobrança muito severa com relação a esse tema.

Considero, sim, que o deputado Gabriel Magno foi infeliz ao dizer que nós autorizamos a

roubar. Se esse é o pensamento dele sobre o governador, embora eu discorde, eu o respeito. Mas, a

partir do momento em que ele diz que nós autorizamos a roubar, a situação se torna muito grave

com relação aos colegas parlamentares. É óbvio que cabe a cada um dos deputados tomar suas

providências.

Tenho o deputado Gabriel Magno como amigo, mas também tenho um nome a zelar e

preciso respeitar isso, inclusive por conta do meu eleitorado. Quando o deputado diz que nós

autorizamos a roubar, isso torna a situação extremamente grave. Minha formação e minha origem

profissional me impõem tomar providências quanto a isso.

Continua a discussão.

Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte.

DEPUTADA PAULA BELMONTE (CIDADANIA. Para discutir.) – Presidente, vejo essa discussão

como importante para esta casa, para nós que defendemos nossas posições. É lógico que não

podemos ofender ninguém, mas a discussão é necessária.

Digo que hoje nós estamos autorizando o governo a utilizar recursos da previdência, sem que

tenhamos solicitado autorização às pessoas diretamente afetadas com isso.

Quero registrar que, desde a semana passada, nós solicitamos aos representantes dessas

pessoas que viessem a esta casa para conversar sobre como estão se sentindo. É importante ser

colocado nesta casa que não está havendo uma discussão ampla. Esta casa tem a confiança da

população, e a participação popular não está ocorrendo. Isso precisa ser registrado.

Outra situação que nos preocupa, presidente, é que se trata de rombo no Iprev. Ninguém

está falando disso aqui. Falou-se do Fundo Constitucional, mas existe um rombo no Iprev. O rombo

no Iprev está imenso e já falei sobre isso algumas vezes nos 2 anos em que fui presidente da

Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle. A situação está perigosa. Quem é

servidor aqui já me ouviu falar sobre isso. Nós não estamos tomando uma posição clara. É

importante que este parlamento e seus deputados promovam a transparência. Eu entendo que seja

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papel da base do governo defender esse projeto, mas a situação não está transparente. Ninguém

tem os dados aqui. Estão dizendo que é possível haver atraso no pagamento dos servidores, mas

isso só acontecerá por incompetência de alguns presidentes que passaram pelo Iprev.

É importante falar sobre outro tema, que é o pagamento dos servidores da educação. Isso

impactará o desenvolvimento da educação do Distrito Federal. Escolas não estão sendo construídas,

estão tirando as salas de laboratório. Hoje, esse dinheiro que está sendo retirado do Iprev pode estar

contabilizado nos 25% obrigatórios para educação. Eu tenho preocupação com isso, porque

precisamos falar da educação como prioridade absoluta. Isso impactará nossa educação. É

importante que a população saiba que nós temos que investir 25% do orçamento do Distrito Federal

em educação. Hoje, essa meta não é atingida ou só é atingida no final do exercício fiscal, quando

não se sabe o que se quer. Isso gera investimentos equivocados.

Então, presidente, este parlamento precisa ter consciência e responsabilidade ao votar esse

projeto. Eu não faço parte da oposição, não, mas estou pedindo tempo para estudar o projeto e para

que o discutamos. Eu vou fazer oposição nesse sentido, porque estou a favor dos servidores do

Distrito Federal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – O deputado Gabriel Magno havia

pedido para falar, porque foi citado. Depois retomarei a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, eu vou tentar ser mais didático.

Eu quero dizer que o deputado Thiago Manzoni não entendeu a minha fala. Eu vim a esta

tribuna e não reiterei, pelo contrário, comecei a minha fala reafirmando o meu profundo respeito por

este Parlamento, por vossa excelência e por cada parlamentar desta casa.

Eu expliquei o debate e a palavra que utilizei. Eu mantive e manterei, nas notas

taquigráficas, a mesma palavra que utilizei, porque isso faz parte do debate público. Todo mundo

está escutando. Todo mundo está acompanhando.

Se for preciso e necessário, faço, sem o menor problema, com todo o respeito que tenho por

este Parlamento. Eu não chamei e não chamo – e, se preciso dizer com esses termos, de retirar, se

for esse o entendimento – os deputados de ladrões, nem disse que os deputados estão autorizando

alguém a roubar dinheiro público. Não foi disso que eu tratei.

De novo afirmo que esta sessão está indo por um caminho perigoso até. Nós estamos nos

desviando do principal debate, que é o debate do mérito do projeto. Quanto a isso, eu reafirmo meu

posicionamento – porque está no texto da lei, presidente – sobre o projeto autorizar o Iprev a tirar

dinheiro do fundo dos servidores sem a autorização deles. Foi este o sentido que usei: sem a

autorização dos servidores.

Eu faço aqui, não tenho o menor problema com isso, presidente. Tenho profunda convicção

no meu mandato e na minha capacidade de representar quem me elegeu e de representar o meu

partido.

Reitero que, se preciso for, deputado Thiago Manzoni, faço a retificação na minha fala. Não

estou chamando e não chamei os deputados de ladrões ou os acusei de roubar dinheiro público.

Falei – e repito, para que fique didaticamente apresentado – que o secretário de Economia deste

governo foi condenado pela justiça por ser ladrão, por roubar dinheiro dos servidores. Agora o

governador está tirando dinheiro dos servidores sem autorização deles. Isso é roubo, nas palavras

populares. Tirar dinheiro da carteira dos outros sem pedir autorização é roubo. Foi nesse sentido.

Esse é o debate importante, esse é o debate político de mérito. Esta casa está autorizando esse

saque. Eu mostro o meu mais profundo respeito que sempre tive pelo Parlamento, que sempre tive

por esta tribuna.

Eu não faço jogo duplo. Eu não subo aqui para atacar um lado por conveniência e depois

subo e me contradigo para defender o meu lado. Não vou fazer assim. Não fiz isso nesses 2 anos e

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meio de mandato e não o farei, presidente. Eu vou honrar os votos que tive. A população do Distrito

Federal me colocou nesta casa para ser oposição ao governador Ibaneis, que tem destruído esta

cidade e que hoje está nessa tentativa de saquear recursos dos servidores públicos do Distrito

Federal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.

Eu me sinto contemplado com sua fala. A justificativa feita por vossa excelência atende a

mim, pelo menos. O deputado se referiu apenas ao fato de autorização. O entendimento é esse. Para

nós, isso é extremamente importante.

Esse gesto de grandeza do deputado Gabriel Magno me atende. Não há, para mim, qualquer

posição diferente com relação a isso.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pessoalmente, eu conversei com o

deputado Gabriel Magno. Falei que tínhamos interpretado de uma maneira, mas que bastava corrigir.

Ele corrigiu.

A retratação que ele fez atende a mim perfeitamente. O fato está retratado. Não há

problema nenhum. Portanto, eu parabenizo o deputado Gabriel Magno, que se retratou.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado. Eu também me sinto dessa

maneira.

Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos

contrários que se manifestem.

Há 21 deputados presentes. Houve votos contrários da deputada Dayse Amarilio, do

deputado Gabriel Magno, do deputado Max Maciel, do deputado Chico Vigilante, do deputado Fábio

Félix, da deputada Paula Belmonte, do deputado Ricardo Vale.

Foram aprovados os pareceres.

Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei Complementar nº 82/2025.

Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para discutir.) – Presidente, primeiramente, na nossa

opinião, houve uma tentativa de desvirtuar um pouco o debate nesta casa. O debate não é sobre as

palavras do deputado Gabriel Magno, mas sobre o mérito do projeto.

Há um projeto sendo apreciado que, no nosso ponto de vista, ataca os servidores públicos e

o regime de previdência. A tática mais antiga da retórica é mudar de assunto quando não se quer

debater o mérito da proposição. Eles não quiseram debater o mérito do projeto, não quiseram

discutir o impacto disso para os servidores públicos, não quiseram debater esse projeto apresentado

pelo governo de forma acelerada, açodada, sem discussão com a sociedade. Assim, inventa-se todo

tipo de alucinação para mudar o foco do assunto.

Presidente, vamos falar novamente, porque algumas pessoas não perceberam a discussão.

Se o deputado que está gritando quer falar, basta se inscrever na discussão. Agora estamos na

minha fala e quero que respeitem a nossa fala.

Nós estamos debatendo o regime de previdência dos servidores. Esse é o debate. Os

servidores precisam estar atentos. O que se está discutindo é a interferência em um dos fundos que

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preservam o regime de previdência dos servidores do Distrito Federal. Essa é a questão.

Temos que fazer esse debate de forma séria, consistente, com conteúdo. O projeto chegou

aqui há 1 semana e já estamos votando – sem ouvir os sindicatos. Sabe o que os sindicatos pediram?

Eles solicitaram uma audiência pública, e nós não entregamos.

Estou preocupadíssimo com o alerta feito pelo deputado Pastor Daniel de Castro, que é uma

das vozes do governo nesta casa. Ele falou que o Governo do Distrito Federal – essa é a minha

interpretação – está no vermelho. Ele disse que podemos chegar ao final do ano sem ter dinheiro

para pagar a folha de pagamento.

Isso é grave. O deputado Pastor Daniel de Castro fez um alerta grave aqui hoje. Podemos

chegar ao final deste ano sem ter dinheiro para pagar a folha de pagamento. Na propaganda de TV,

o governo está vendendo a imagem de um governo das obras, de um governo que tem muito

dinheiro em caixa, de um governo que tem investimentos para fazer.

Essa interpretação não está nos documentos. Não há como provar que não há orçamento,

isso não está claro. Porém, se esse alerta é real, esta casa tem que parar, presidente. Nós temos que

parar! O presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, tem que convocar os deputados e temos

que ver o orçamento deste ano. Se há risco de não pagar a folha de pagamento dos servidores

públicos do Distrito Federal, se nós estamos passando por uma crise orçamentária, a população do

DF não está avisada disso.

Essa foi uma das justificativas utilizadas para que esse projeto seja votado hoje, sem

discussão pública. Se essa é a justificativa, se os parlamentares a reforçam e a reiteram, aí, sim, nós

temos que fazer um debate muito sério de orçamento, porque não é isso que o Governo do Distrito

Federal tem vendido na propaganda que está todo dia no horário nobre e que nós sabemos que é

ficção.

Esse alerta que o deputado fez é sério. Queremos uma investigação desse orçamento, uma

apuração desse orçamento, para esclarecer para a população do Distrito Federal quais são as nossas

reais condições.

Reforço nosso voto contrário ao projeto, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, vamos aos fatos,

principalmente para esclarecê-los às pessoas que estão assistindo a nós neste momento.

O Iprev, deputado Wellington Luiz, foi criado pelo governador Arruda. Ele criou o Iprev, mas

não colocou dinheiro nele. Veio o governo Rosso, que durou 9 meses e que também não colocou

nele 1 centavo. Veio o governador Agnelo Queiroz e botou R$2,5 bilhões no Iprev. Ele foi o único

governador que botou recurso no Iprev. Veio o Rollemberg – vossa excelência sabe disso, porque

estava lutando junto comigo – e queria pegar esse dinheiro, dizendo que era para pagar servidor.

Vossa excelência está lembrado disso. Nós não deixamos. Então, vem agora o governo Ibaneis, que

fala tão mal do Rollemberg, e quer fazer a mesma coisa.

Eu quero saber dos deputados e das deputadas que estão presentes se alguém se sente feliz

em congelar o Iprev – é disso que se trata. O Iprev tem R$4.414.061.949,81 em caixa, rendendo, e

tem cerca de R$2 bilhões em ativos, como imóveis e outras coisas que foram compradas.

O projeto que foi mandado para esta casa não é do Iprev, é bom que se diga isso. Não foi a

presidente do Iprev que o mandou, até porque ela não pode mandar projeto. O projeto é do

governador.

Servidores que estão assistindo a esta sessão, esse recurso fica congelado a partir de hoje! E

o mais grave é que, mensalmente, o governo vai lá e tira o rendimento do Iprev. Fica congelado o

valor que existe hoje, e os rendimentos serão sacados mensalmente. Isso está correto? Está errado!

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Eu estou do mesmo lado que estava com vossa excelência, presidente, quando combatemos

essa prática. Não mudei de lugar, estou do mesmo lado. Não mudei e não vou mudar! Como já disse

na reunião do Colégio de Líderes, reafirmo que, ganhando o Governo do Distrito Federal um

governador do meu partido, se ele quiser fazer isso, será meu inimigo. Estarei na linha de frente

para combatê-lo.

Portanto, servidores que estão assistindo à sessão, prestem atenção na realidade. O que o

governo está fazendo hoje é congelar o valor que existe no Iprev. A partir de hoje, com essa lei

publicada, deputado Wellington Luiz, mensalmente o governo vai lá e tira o dinheiro do rendimento.

Daqui a 10 anos, quero ver como é que o governo sustentará a folha de pagamento dos servidores

aposentados. Por isso, para mudar essa realidade, é preciso trocar o governo por um que não venha

meter a mão no que não é dele.

Esse dinheiro é dos servidores!

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Pepa.

DEPUTADO PEPA (PP. Para discutir.) – Presidente, quero informar a alguns meninos aqui da

oposição que ele sentiu agora o veneno que ele sempre joga neste plenário, que é desvirtuar quando

o assunto interessa ou não interessa a eles. Ninguém aqui desvirtuou a questão do Iprev. Nós

deixamos o assunto bem claro.

Deputado Gabriel Magno, sinto-me contemplado pelas suas palavras a respeito de um ato

que foi ofensivo a nós; mas, quanto a desvirtuar o assunto, nós não fugimos da pauta, não – nós

estamos em cima.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Pepa.

Concedo a palavra ao deputado Pastor Daniel de Castro.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP. Para discutir.) – Quero diretamente responder

ao deputado Fábio Félix, que usou o meu nome. Por mais que ele tenha dito que foi uma

interpretação que ele fez da minha fala, deixe-me consertar a minha fala.

Não sou líder do governo. Há um líder do governo nesta casa, que, diga-se de passagem,

fala muito bem pelo governo. Não falo pelo governo e não falei que haverá atraso. Eu usei um

parecer de uma nota técnica da Consultoria Legislativa desta casa, deputado. Eu imagino que vossa

excelência, com a sabedoria e inteligência que tem, deve ter estudado, assim como eu fiz. Eu e

minha equipe passamos o final de semana estudando. E eu trouxe, então, para debatermos no

Colégio de Líderes, 3 pontos em que há consenso entre o projeto do governo e a consultoria desta

casa. Portanto, eu usei as palavras da Consultoria Legislativa da casa a que pertenço, onde sou

deputado.

Então, por favor, retire a questão do governo. Não falei pelo governo, não falei de conta de

governo. Não é meu papel falar pelo governo. No consenso entre o projeto do governo e a Conlegis,

diz-se “urgência e relevância”. Há risco concreto de atraso nos pagamentos em 2025. Por quê?

Porque se usava o Fundo Constitucional. Pelo acórdão do Tribunal de Contas da União, não se

poderá mais usá-lo. Aí o Iprev traz um projeto para fazer uma correção de modo excepcional, numa

excepcionalidade, para que isso possa não acontecer. Não estão aqui, inclusive, dizendo que vai

acontecer.

Eu quero deixar isso claro, presidente, para depois não imputarem nada a mim – que eu falei

algo que o governo falou. Não falo aqui em nome do governo. Sou um cara respeitoso. Aqui há um

líder do governo, que fala pelo governo e que orienta a todos nós da base – nós seguimos a

orientação dele muitas vezes.

Gostaria de deixar isso claro a vossa excelência, porque daqui a pouco reverbera no governo

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que eu falei uma coisa que eu não falei.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Pastor Daniel de

Castro.

(Intervenção fora do microfone.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Agora é a discussão de primeiro turno.

Cada deputado tem direito a 1 discussão. O deputado Gabriel Magno havia discutido antes.

Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – E ainda há a discussão de segundo turno.

Presidente, eu quero trazer 2 pontos do que está sendo votado. Mais uma vez, esta casa

abre mão de suas prerrogativas em defesa de um governo indefensável.

Vou ler, presidente, o art. 6º do Projeto de Lei Complementar nº 82, que se refere à alíquota

de contribuição extraordinária patronal que estão criando: “A alíquota e o prazo de duração da

Contribuição Extraordinária Patronal serão estabelecidos por regulamento específico, a ser editado

pelo Poder Executivo”.

Isso acontece aqui várias vezes. O Poder Executivo manda um projeto de lei para esta casa,

e esta casa autoriza um cheque em branco para o governo – ou seja, ninguém desta casa sabe o

tamanho e a duração da alíquota extraordinária. É um cheque em branco para o governo fazer o que

quiser!

Presidente, o quadro é grave porque querem dar um golpe fiscal, um golpe orçamentário nos

recursos da saúde e da educação.

Deputado Hermeto, é isso que está nas entrelinhas. Vossa excelência é líder do governo e

questionou a transferência do fundo.

Esse é o debate.

O governo não tem coragem de enfrentar os servidores e de dialogar com eles, cara a cara.

O governo não fez isso. Pelo contrário, o governo ameaçou, judicializou greve e processou

sindicalista. O tratamento com os servidores é esse.

Se o governador e os secretários de Estado tiverem coragem de ir às unidades, vão ser

vaiados. Eu desafio a secretária de Educação a entrar numa escola. Eu desafio o secretário de Saúde

a entrar em uma UBS, um hospital ou uma UPA. Eu desafio a secretária de Desenvolvimento Social a

entrar num Cras. Duvido que eles façam isso. Eles não o fazem porque não têm coragem. A relação

que esse governo teve com os servidores foi de pancadaria, agressão e, inclusive, perseguição.

Presidente, para encerrar, quero trazer uma nota – que acabou de ser divulgada – dos

sindicatos, contra a aprovação do projeto de lei. Vou ler os nomes dos sindicatos que assinam a

nota. Não vou ler o conteúdo da nota, mas vou deixá-la registrada nas notas taquigráficas.

Assinam a nota a Central Única dos Trabalhadores; a Nova Central Sindical dos

Trabalhadores, que não é da esquerda, pelo contrário; a Aslu, Associação dos Servidores do SLU; o

SAE, que é o sindicato da carreira PPGE da educação; o Sindate, Sindicato dos Auxiliares e Técnicos

em Enfermagem; o Sindetran; o Sindireta, que também não é filiado à CUT ou nem é da esquerda; o

Sindisasc, de assistência social; o Sindiser, da administração direta; e o Sindicato dos Professores.

A nota está circulando e, até amanhã, vai ter mais assinaturas.

O pedido dos servidores públicos do Distrito Federal é por diálogo com esta casa. Já que o

Poder Executivo bloqueou o diálogo, eles estão pedindo a esta casa que abra o diálogo e não vote o

projeto hoje, para que eles possam falar. Eles querem ter o direito à fala para, inclusive, poder

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apresentar as soluções que os servidores públicos têm para o Iprev e para o serviço público do

Distrito Federal.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.

Continua a discussão.

Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte.

DEPUTADA PAULA BELMONTE (CIDADANIA. Para discutir.) – Presidente, quero fazer um

registro porque é importante dar satisfação aos meus eleitores. Sou uma deputada que acredita que

estamos aqui não para defender governo ou para fazer oposição só por fazer. Estamos aqui para

defender a população.

Estamos defendendo a população, pois o Distrito Federal é predominantemente de servidores

públicos. Eu ouvi o líder do governo falar que é possível, sim, deixarem de pagar os servidores. Sua

excelência falou, na nossa reunião e neste plenário, que é possível, sim, deixarem de pagar os

servidores. Isso significa que o Governo do Distrito Federal está entrando no vermelho.

Presidente, realmente, temos que começar a utilizar o instrumento que é a casa legislativa,

para acompanhar o orçamento. A possibilidade de deixar de pagar os servidores é uma preocupação

muito grande – muito grande!

Vou dizer para as pessoas que estão nos acompanhando o que significa pegar dinheiro sem

autorização. É isso que está sendo falado.

Nós estamos pegando dinheiro dos servidores e do Iprev, que teve um rombo. Há 2 anos, 2

presidentes do Iprev quase foram presos. Agora, o fundo garantidor está sendo retirado dos

servidores. É esse fundo que garante a segurança dos servidores e dos aposentados, se acontecer

alguma coisa no Iprev.

Presidente, o que está acontecendo nesta casa é uma coisa muito séria. Não estou vendo

nenhum parlamentar defender o governo com dados concretos. Nenhum parlamentar trouxe

informações que assegurem a segurança do Iprev.

Estamos falando de recursos sendo utilizados sem autorização, e ninguém refutou essa

afirmação. Ninguém disse que foi dada oportunidade para o sindicato e para os servidores se

manifestarem, porque isso não aconteceu.

Esta casa é o espaço onde deve haver discussão. Este projeto chegou aqui exatamente na

terça-feira, durante a reunião de líderes; nesse dia, já havia intenção de colocá-lo em votação.

Quero agradecer ao deputado Chico Vigilante a ponderação que fez para se discutir o

projeto. Pensávamos que iríamos discutir a matéria com portas abertas e dialogar com os

representantes dos servidores.

Eu pergunto que casa legislativa é esta, que deveria representar a população, mas está

representando apenas um governador que quer pegar o dinheiro do Iprev sem autorização. É isso

que está acontecendo.

Há mais um ponto que quero discutir em todas as oportunidades que eu tiver. Qual será o

impacto disso nos investimentos em educação e saúde? Isso também será afetado, e todos nós,

como cidadãos do Distrito Federal, sofreremos as consequências.

O GDF se apresenta como um ipê lindo e maravilhoso. Está caindo o ipê e o governo está se

mostrando desgovernado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Paula Belmonte.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, solicito o uso da palavra para direito de

resposta.

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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, voltei aqui porque fui citado. Muito

rapidamente, quero falar sobre o texto da consultoria. Conversei com os consultores. Na verdade, a

consultoria não disse que poderemos ter problemas no pagamento da folha até o final do ano. O que

ela fez foi citar a justificativa do projeto do próprio governo. A consultoria pegou a justificativa do

projeto, de que isso pode pôr em risco o pagamento dos servidores públicos. Ela falou a partir da

exposição de motivos do governo. Isso liga um alerta para todos nós sobre o que está acontecendo

aqui. Estamos tratando o Governo do Distrito Federal como se ele estivesse em boa situação

econômica, orçamentária e financeira; mas o próprio governo, na exposição de motivos, admite estar

em crise orçamentária e financeira.

O alerta está dado. A base do governo está nos dando um sinal de alerta ao votar este

projeto de forma acelerada hoje.

Os benefícios da assistência social estão atrasados, sem orçamento, não estão sendo pagos.

As organizações da sociedade civil que prestam serviços complementares não estão recebendo,

porque não há orçamento. Há obras paradas por falta de recursos.

Esta casa precisa discutir essa crise orçamentária e financeira que está sendo apontada pelo

próprio governo. Se há risco de não pagamento da folha dos servidores aposentados, estamos diante

de uma crise.

A base está ligando um alerta vermelho nesta casa; e o próprio governo, por meio da

exposição de motivos, confirma isso. Os próprios parlamentares terem levantado esses argumentos e

termos tido a oportunidade de fazer este debate foi muito positivo.

Neste momento, a sociedade quer saber qual é a real condição orçamentária do governo

Ibaneis Rocha e Celina Leão. Qual é a condição orçamentária deste governo, que tem feito

investimentos em muitas obras?

O governo assinou uma ficção quando assinou a ordem de serviço para a expansão do metrô

para Santa Maria e Gama. Neste ano, o metrô teve 49 interrupções de serviço. É um sistema que

está funcionando mal, sem garantia de recursos para manutenção e investimento.

Queremos saber a realidade, não a ficção apresentada na televisão para preparar a

propaganda eleitoral do ano que vem. Essa é a nossa responsabilidade.

Talvez este projeto tenha servido para revelar o que está acontecendo no Governo do Distrito

Federal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.

Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que

votem “não”.

(Realiza-se a votação nominal.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.

Houve 14 votos favoráveis e 6 votos contrários.

Foi aprovado.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, a minha fala será muito rápida.

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Hoje, os nossos policiais legislativos obtiveram uma vitória na Câmara dos Deputados. O

projeto de lei que autoriza que eles utilizem arma de fogo foi aprovado na CCJ da câmara federal.

Queria aproveitar esta oportunidade para agradecer ao relator do projeto naquela casa, o deputado

federal Marcos Pollon, e para parabenizar os nossos policiais legislativos pela importante vitória que

eles conseguiram hoje.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado. Eu me somo a

vossa excelência. Agradeço ao relator e à Câmara dos Deputados a sensibilidade para com os nossos

policiais legislativos. Para que estes possam dar segurança, eles precisam ter segurança também.

Parabéns!

Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 499/2023, de autoria do

deputado Thiago Manzoni, que “Institui o Dia da Memória das Vítimas do comunismo no calendário

de eventos do Distrito Federal”.

A proposição não recebeu parecer das comissões. A CEC, a CDDHCLP e a CCJ deverão se

manifestar sobre o projeto.

Solicito ao presidente da CEC, deputado Gabriel Magno, que designe relator ou avoque a

relatoria.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, esse é um projeto difícil, que possui muitas

contradições.

Designo o deputado Pastor Daniel de Castro.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Pastor

Daniel de Castro, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEC ao

Projeto de Lei nº 499/2023, de autoria do deputado Thiago Manzoni, que “Institui o Dia da Memória

das Vítimas do comunismo no calendário de eventos do Distrito Federal”.

Presidente, no âmbito desta comissão, no mérito, somos pela aprovação do Projeto nº

499/2023.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Designo o deputado João Cardoso

como relator pela CDDHCLP.

Solicito ao relator, deputado João Cardoso, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO JOÃO CARDOSO (AVANTE. Para apresentar parecer.) – Parecer da CDDHCLP ao

Projeto de Lei nº 499/2023, de autoria do deputado Thiago Manzoni, que “Institui o Dia da Memória

das Vítimas do comunismo no calendário de eventos do Distrito Federal”.

Pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa, somos

pela aprovação do Projeto de Lei nº 499/2023. Parabenizo o deputado Thiago Manzoni pela

proposição.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Designo o deputado Iolando como

relator pela CCJ.

Solicito ao relator, deputado Iolando, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO IOLANDO (MDB. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de Lei nº

499/2023, de autoria do deputado Thiago Manzoni, que “Institui o Dia da Memória das Vítimas do

comunismo no calendário de eventos do Distrito Federal”.

Presidente, somos pela admissibilidade do Projeto de Lei nº 499/2023. Esse é o parecer da

CCJ.

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Em discussão os pareceres.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos

contrários que se manifestem.

Os pareceres foram aprovados com a presença de 21 deputados, sendo votos contrários: do

deputado Gabriel Magno, do deputado Fábio Félix, do deputado Chico Vigilante, da deputada Dayse

Amarilio e do deputado Ricardo Vale.

Foram aprovados.

Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 499/2023.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários

que se manifestem.

Há 21 deputados presentes. Votos contrários: da deputada Dayse Amarilio, do deputado

Ricardo Vale, do deputado Chico Vigilante, do deputado Gabriel Magno e do deputado Fábio Félix.

Foi aprovado.

Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 528/2023, de autoria do

deputado Gabriel Magno, que “Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal a

“Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de Taguatinga””.

Foi aprovado parecer favorável da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e

Legislação Participativa. A CCJ deverá se manifestar sobre a proposição.

Designo o deputado Fábio Félix como relator pela CCJ.

Solicito ao relator, deputado Fábio Félix, que apresente parecer sobre a matéria.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de

Lei nº 528/2023, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Institui e inclui no Calendário Oficial de

Eventos do Distrito Federal a “Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de Taguatinga””.

Presidente, no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça, somos pela admissibilidade do

projeto de lei.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão o parecer.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários

que se manifestem.

O parecer está aprovado com a presença de 20 deputados. Houve votos contrários do

deputado Martins Machado, do deputado João Cardoso, do deputado Pastor Daniel de Castro, do

deputado Thiago Manzoni, do deputado Roosevelt e da deputada Doutora Jane.

Foi aprovado.

Parabenizo o deputado Gabriel Magno pela iniciativa do projeto, parabenizo todos que aqui

vieram para apoiar esse projeto. Obrigado ao Higor, à Taís. Parabenizo vocês pela luta, é algo

extremamente justo. Já antecipo meu voto. Além de votar a favor, vou estar lá também, prestigiando

esse importante momento.

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Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 528/2023.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários

que se manifestem.

O Projeto de Lei nº 528/2023 está aprovado, com a presença de 21 deputados. Houve votos

contrários do deputado Martins Machado, do deputado Roosevelt, do deputado Thiago Manzoni, do

deputado Pastor Daniel de Castro, deputado Iolando e deputado João Cardoso.

Apreciação em bloco dos itens seguintes.

Item da ordem do dia.

Votação, em bloco, em turno único, das moções seguintes.

– Moção nº 1.535/2025, de autoria do deputado Roosevelt, que “Reconhece e manifesta

votos de louvor aos militares do GTOP 37 / 17º Batalhão, da Polícia Militar do Distrito Federal, por

terem salvo a vida de um recém-nascido em situação de risco grave, na madrugada de 1º de

setembro de 2025, em Águas Claras”;

– Moção nº 1.536/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal em ocasião da Sessão Solene em Homenagem aos 65 anos do Hospital de Base de

Brasília -HBB”;

– Moção nº 1.537/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Psicólogo”;

– Moção nº 1.538/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia da Bailarina(o)”;

– Moção nº 1.539/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em comemoração

ao 53º Aniversário do Hospital Universitário de Brasília (HUB), a ser realizada no dia 22 de agosto de

2025, às 14h, no Plenário desta Casa de Leis”;

– Moção nº 1.540/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem

ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h,

no plenário desta Casa de Leis”;

– Moção nº 1.541/2025, de autoria do deputado Roosevelt, que “Reconhece e apresenta

votos de louvor aos corretores de imóveis do CRECI-DF, relacionados no anexo, pelos relevantes

serviços prestados à população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.542/2025, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro, que “Manifesta

Moção de repúdio ao comportamento do jornalista Eduardo Bueno, que gravou e divulgou vídeo

comemorando a morte do ativista político Charlie Kirk”;

– Moção nº 1.543/2025, de autoria do deputado Thiago Manzoni, que “Requer a aprovação

de moção de apoio ao Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2025, e ao Projeto de Lei nº 1904, de

2024, ambos da Câmara dos Deputados”;

– Moção nº 1.544/2025, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro, que “Manifesta

Votos de Louvor aos Policiais Militares pela atuação destacada em ocorrência registrada em Vicente

Pires/DF”;

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 39

– Moção nº 1.545/2025, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro, que “Manifesta

votos de louvor à Dalena Sumaya Batista Pinto, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal”;

– Moção nº 1.546/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção em homenagem à 9ª

(nona) edição do UnaSíndico que acontecerá no GOB - Grande Oriente do Brasil, Via W5, 913 Sul -

Brasília, DF, 70390-130, Brasil”;

– Moção nº 1.547/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de

Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”;

– Moção nº 1.548/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem

ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h,

no plenário desta Casa de Leis”;

– Moção nº 1.549/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Parabeniza e manifesta votos

de louvor aos veteranos da Policia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à

população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.550/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta

Votos de Louvor aos Policiais Militares Do 11º BPM, pelo comprometimento, profissionalismo e

dedicação demonstrados em atendimento à ocorrência, quando prenderam um homem por ameaça,

lesão corporal e porte de arma branca”;

– Moção nº 1.551/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta

Votos de Louvor ao Policial Militar Do Distrito Federal, pelo comprometimento, profissionalismo e

dedicação demonstrados em “ATO DE BRAVURA”, quando prendeu um homem por cometer

feminicídio”;

– Moção nº 1.552/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Manifesta votos de

louvor e reconhecimento pelo Ato de Bravura ao Senhor Acrecildo Freire, em razão de sua conduta

altruísta e exemplar no atendimento prestado durante acidente automobilístico de extrema gravidade

registrado na BR-060, nas imediações do Restaurante Comunitário Rorizão, em Samambaia/DF, no

dia 12 de setembro de 2025”;

– Moção nº 1.553/2025, de autoria do deputado Robério Negreiros, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor as lideranças da Região Administrativa da Fercal pelos relevantes serviços

prestados na cidade, no dia 12 de setembro de 2025, às 12horas, DF150 km 13 entrada União

Diesel, chácara 09, Fercal”;

– Moção nº 1.554/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de

Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”;

– Moção nº 1.555/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Técnico Industrial”;

– Moção nº 1.556/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de louvor em Sessão

Solene em homenagem ao Dia dos Mediadores e Conciliadores, a realizar-se no dia 29 de setembro

de 2025, às 19h, na Sala de Comissão Pedro de Souza, da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.557/2025, de autoria do deputado Roosevelt, que “Reconhece e apresenta

votos de louvor aos corretores de imóveis do CRECI-DF, relacionados no anexo, pelos relevantes

serviços prestados à população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.558/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Parabeniza e manifesta votos

de louvor aos veteranos da Policia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à

população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.559/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 40

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem

ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h,

no plenário desta Casa de Leis”;

– Moção nº 1.560/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de Louvor em

reconhecimento às mulheres que lideram a Ciência, Tecnologia e inovação do Distrito Federal, a

realizar-se no dia 24 de setembro de 2025, das 19h às 22h, no Plenário da Câmara Legislativa do

Distrito Federal”;

– Moção nº 1.561/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de

Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”;

– Moção nº 1.562/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de

Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”;

– Moção nº 1.563/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem

ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h,

no plenário desta Casa de Leis”;

– Moção nº 1.564/2025, de autoria do deputado Roosevelt, que “Reconhece e apresenta

votos de louvor aos militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), abaixo

relacionados, pelo ato de bravura praticado no salvamento de um adolescente vítima de arma branca

nas imediações do CEF 01, na Região Administrativa do Riacho Fundo II”;

– Moção nº 1.565/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de louvor em Sessão

Solene em homenagem ao Dia dos Mediadores e Conciliadores, a realizar-se no dia 29 de setembro

de 2025, às 19h, na Sala de Comissão Pedro de Souza, da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.566/2025, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa, que “Manifesta votos de

louvor e parabeniza os participantes do Grupo Empreendedoras P. Norte, pelos relevantes serviços

prestados à população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.567/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Parabeniza e manifesta votos

de louvor aos veteranos da Policia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à

população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.568/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção em reconhecimento

às mulheres que lideram a Ciência, Tecnologia e inovação do Distrito Federal, a realizar-se no dia 24

de setembro de 2025, das 19h às 22h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.569/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Manifesta votos de

louvor e elogio à Procuradoria-Geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal, pela exitosa e

competente atuação na defesa da Lei Distrital nº 7.530/2024 perante o Supremo Tribunal Federal,

que resultou na preservação do referido ato legislativo”;

– Moção nº 1.570/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Manifesta votos de

louvor e reconhecimento pelo Ato de Bravura ao 2º SGT A. Nascimento, do Corpo de Bombeiros

Militar do Distrito Federal, em razão de sua conduta altruísta e exemplar no atendimento prestado

durante acidente automobilístico de extrema gravidade registrado na BR-060”;

– Moção nº 1.571/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, “Moção de louvor ao atleta

Caio Oliveira de Sena Bonfim, natural de Sobradinho/DF, por sua exemplar trajetória pessoal, familiar

e esportiva, marcada pela superação, pelas conquistas no atletismo, pelo amor à família e pelos

valores que ele representa, a acontecer no Plenário da Câmara Legislativa do DF no dia 23 de

setembro de 2025, às 17h”;

– Moção nº 1.572/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de Louvor em

reconhecimento às lideranças femininas do Distrito Federal, a realizar-se no dia 26 de setembro de

2025, das 9h às 12h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 41

– Moção nº 1.573/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção em reconhecimento

às mulheres que lideram a Ciência, Tecnologia e inovação do Distrito Federal, a realizar-se no dia 24

de setembro de 2025, das 19h às 22h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.574/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Técnico Industrial”;

– Moção nº 1.575/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Técnico Industrial”;

– Moção nº 1.576/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”;

– Moção nº 1.577/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”;

– Moção nº 1.578/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Parabeniza e manifesta votos

de louvor aos veteranos da Policia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à

população do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.579/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta

Votos de Louvor aos Policiais Militares do 6º BPM e CMan, pelo comprometimento, profissionalismo e

dedicação demonstrados em “ATO DE BRAVURA”, quando salvaram a vida de um homem, na

plataforma superior da rodoviária de Brasília”;

– Moção nº 1.580/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta

Votos de Louvor aos Policiais Militares de ROTAM pelo comprometimento, profissionalismo e

dedicação demonstrados durante o atendimento de ocorrência, que resultou na apreensão de

substâncias entorpecentes e materiais relacionados ao tráfico”;

– Moção nº 1.581/2025, de autoria do deputado Ricardo Vale, que “Manifesta louvor ao

professor Pasquale Cipro Neto”;

– Moção nº 1.582/2025, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa, que “manifesta votos de

louvor e aplausos às pessoas que especifica, por ocasião da celebração ao setembro verde – mês da

doação de órgãos”;

– Moção nº 1.583/2025, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa, que “manifesta votos de

louvor e aplausos aos atletas, técnicos, treinadores e preparadores físicos brasileiros que

especificam, por ocasião de suas participações e conquistas nos jogos mundiais para transplantados

de 2025, em Dresden, na Alemanha”;

– Moção nº 1.584/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”;

– Moção nº 1.585/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de louvor em Sessão

Solene em homenagem ao Dia dos Mediadores e Conciliadores, a realizar-se no dia 29 de setembro

de 2025, às 19h, na Sala de Comissão Pedro de Souza, da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.586/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de Louvor em

reconhecimento às lideranças femininas do Distrito Federal, a realizar-se no dia 26 de setembro de

2025, das 9h às 12h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;

– Moção nº 1.587/2025, de autoria do deputado Roosevelt, que “Reconhece e manifesta

votos de louvor aos colaboradores voluntários que participaram ativamente do projeto Setembro em

Flor, iniciativa voltada para a prevenção e diagnóstico precoce dos cânceres ginecológicos no Distrito

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 42

Federal”;

– Moção nº 1.588/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”;

– Moção nº 1.589/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

Item extrapauta.

Votação em bloco, em turno único, das moções seguintes.

– Moção nº 1.590/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta

votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do

Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”;

– Moção nº 1.591/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de

louvor em reconhecimento à destacada liderança dos pastores mencionados, cuja atuação tem sido

marcada pelo compromisso com os valores cristãos, pela dedicação ao ministério e pelo relevante

apoio à missão e aos propósitos da Convenção Batista do Planalto Central”;

– Moção nº 1.592/2025, de autoria do deputado Fábio Félix, “Moção de louvor às equipes de

Cuidados Paliativos das unidades da rede pública de saúde”;

– Moção nº 1.593/2025, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Manifesta votos de

louvor e aplausos às pessoas e instituições que especifica”;

– Moção nº 1.594/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em comemoração

aos Projetos de Saúde nas Escolas, a ser realizada no dia 6 de outubro de 2025, às 14h, no auditório

desta Casa de Leis”;

– Moção nº 1.595/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e

manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em comemoração

aos Projetos de Saúde nas Escolas, a ser realizada no dia 6 de outubro de 2025, às 14h, no auditório

desta Casa de Leis”.

Em discussão.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, requeiro destaque, para votação em

separado, da Moção nº 1.543/2025, de autoria do deputado Thiago Manzoni.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Defiro o requerimento e destaco a

referida monção.

Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis que permaneçam como estão e aos contrários que se

manifestem.

As moções estão aprovadas com a presença de 20 deputados.

Não há mais assunto a tratar. Nos termos do Regimento Interno, convoco sessão

extraordinária com início imediato após o encerramento desta sessão para discussão e votação, em

segundo turno, dos projetos:

– Projeto de Lei nº 1.921/2025;

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 43

– Projeto de Lei Complementar nº 82/2025;

– Projeto de Lei nº 499/2023;

– Projeto de Lei nº 528/2023.

Está encerrada a sessão.

Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos

conforme informados pelos organizadores dos eventos.

Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento

Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Siglas com ocorrência neste evento:

ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade

Aslu – Associação Recreativa e Cultural dos Servidores da Limpeza Urbana do Distrito Federal

BOP Games – Best Overall Performance Games

CAF – Comissão de Assuntos Fundiários

CAS – Comissão de Assuntos Sociais

CCJ – Comissão de Constituição e Justiça

CDDHCLP – Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa

CEC – Comissão de Educação e Cultura

CEL – Centro Educacional do Lago

CEOF – Comissão de Economia, Orçamento e Finanças

CIA – Central Intelligence Agency; em português, Agência Central de Inteligência

Conlegis – Consultoria Legislativa

Cras – Centro de Referência de Assistência Social

Creci-DF – Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Distrito Federal

FBI – Federal Bureau of Investigation; em português, Departamento Federal de Investigação

GDF – Governo do Distrito Federal

GTOP – Grupo Tático Operacional

HBB – Hospital de Base de Brasília

HRT – Hospital Regional de Taguatinga

HUB – Hospital Universitário de Brasília

IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal

INSS – Instituto Nacional do Seguro Social

Interpol – International Criminal Police Organization; em português, Organização Internacional de Polícia Criminal

Iprev – Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal

LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias

MEC – Ministério da Educação

PDAF – Programa de Descentralização Administrativa e Financeira

PDDE – Programa Dinheiro Direto na Escola

PDOT – Plano Diretor de Ordenamento Territorial

PPGE – Políticas Públicas e Gestão Educacional

RPPS – Regimes Próprios de Previdência Social

SAE – Sindicato dos Trabalhadores em Políticas Públicas e Gestão Educacional de Suporte Operacional, Administrativo e

Pedagógico no Âmbito da Rede Pública de Ensino da Educação Básica e Superior do Distrito Federal

Sindate – Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem

Sindetran – Sindicato dos Servidores do Detran

Sindireta – Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas

do Distrito Federal

Sindsasc – Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do Governo do Distrito Federal

Sindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas

Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal

STU – Skate Total Urbe

TCU – Tribunal de Contas da União

UBS – Unidade Básica de Saúde

UnB – Universidade de Brasília

UPA – Unidade de Pronto Atendimento

As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 44

Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr

ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 07/10/2025, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora

n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de

2025.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site:

http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0

Código Verificador: 22334488223366 Código CRC: EE44CCEE996655CC.

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Piso Inferior 1, Sala TI.3 - CEP 70094-902 - Brasília-DF - Telefone: (61)3348-9241

www.cl.df.gov.br - serel@cl.df.gov.br

00001-00040639/2025-66 2348236v17

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 83ª S.O. (2348236) SEI 00001-00040639/2025-66 / pg. 45

...CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL TERCEIRA SECRETARIADiretoria LegislativaSetor de Registro e Redação LegislativaAATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAAAATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA8833ªª S...
Ver DCL Completo
DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 86/2025

CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL

TERCEIRA SECRETARIA

Diretoria Legislativa

Setor de Registro e Redação Legislativa

AATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA

33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAA

AATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA

8866ªª SSEESSSSÃÃOO OORRDDIINNÁÁRRIIAA,,

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IINNÍÍCCIIOO ÀÀSS 1155HH0066 TTÉÉRRMMIINNOO ÀÀSS 1166HH0033

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Sob a proteção de Deus, iniciamos os

nossos trabalhos.

Está aberta a sessão.

Sobre a mesa, expediente que será lido por mim.

(Leitura do expediente.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Cumprimento o deputado Roosevelt, o

deputado Pastor Daniel de Castro, o deputado Max Maciel, o deputado Rogério Morro da Cruz, o

deputado Pepa e o deputado Ricardo Vale.

Nota técnica sobre o Projeto de Lei nº 1.921/2025, que “Abre crédito suplementar à Lei

Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$72.374.921,00”.

Nos termos do inciso I do art. 207 do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito

Federal, compete à Comissão de Economia, Orçamento e Finanças a elaboração da redação final de

projetos de leis orçamentárias, conforme previsto no art. 224 do mesmo regimento.

Durante a elaboração da redação final do Projeto de Lei nº 1.921/2025, a CEOF identificou

emendas expressando valores com frações de real – centavos. Considerando a praxe orçamentária

de não incluir valores fracionários na publicação de leis orçamentárias e seus respectivos anexos, a

CEOF decidiu desconsiderar os centavos das emendas mencionadas na redação final e nos anexos

correspondentes do projeto.

Durante as discussões plenárias foi levantada questão relativa à clareza da destinação de

crédito consignado em favor da Secretaria de Esportes e Lazer para cobertura de despesas com

eventos indicados na Exposição de Motivos nº 110/2025/SEEC/GAB. A questão foi respondida pelo

Ofício nº 231/2025 e pelo Ofício nº 232/2025, todos encaminhados aos parlamentares desta casa por

meio do Processo SEI nº 00001-00040409/2025-05.

Brasília, 4 de outubro de 2025.

Paulo Elói Nappo, secretário da CEOF.

Dá-se início ao comunicado de líderes.

Concedo a palavra ao deputado Roosevelt.

DEPUTADO ROOSEVELT (PL. Como líder.) – Obrigado, presidente. Boa tarde a todas e a

todos.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 86ª S.O. (2361468) SEI 00001-00041966/2025-35 / pg. 1

Colegas parlamentares, assessoria, imprensa, o que nos traz à tribuna nesta tarde de terça-

feira é um assunto que toca toda a sociedade e que, na semana passada, nos deixou estarrecidos,

por conta da barbaridade e do horror dessa situação.

O maior bem da sociedade é a vida. Nós, enquanto sociedade, temos que nos proteger. Isso

inclui o indivíduo em todas as suas fases: a criança, o jovem, o adolescente, o adulto, o pai de

família, a família, o nosso idoso, o nosso deficiente. Enfim, todas as pessoas formam o conjunto da

sociedade e nós devemos ter um olhar voltado para elas. Mas uma dessas fases merece nossa

atenção, dada a sua fragilidade e incapacidade de autodefesa: a infância.

Na semana passada, recebemos a informação, por meio da imprensa, que uma criança de 4

anos de idade, aluna de uma escola do Itapoã, deputado Pepa, sofreu abuso sexual por parte de um

professor. Isso é uma barbaridade, isso é a derrota, é o fracasso da sociedade! Quando ambientes

como a família e a escola são rompidos, eu não sei qual é o outro limite a se vencer pelo mal. Nós

temos que proteger as nossas crianças, e a escola é um refúgio. Termos a notícia de uma situação

como essa é um absurdo! Esse indivíduo travestido de professor – porque isso não é professor – está

preso. Há notícias de que outras crianças possam ter sido vítimas dessa barbaridade.

E isso nos chama a atenção para um projeto de lei de minha autoria e um de autoria do

deputado Thiago Manzoni: o Projeto de Lei nº 1.211 e o Projeto de Lei nº 944, respectivamente. Nós

fizemos a junção desses 2 projetos de lei e apresentamos um substitutivo, que estabelece a

obrigatoriedade de instalação de videomonitoramento no interior das escolas e, em especial, nas

salas de aula. Ficam ressalvados os banheiros, vestiários, ou seja, ambientes estritamente privados.

No restante, nós temos que ter videomonitoramento.

Dessa forma, presidente, eu conclamo vossa excelência a priorizarmos a votação desse

projeto, constante no item nº 21 da ordem do dia, e entregar mais esse instrumento de segurança

para os nossos filhos.

Eu sou pai e tenho filhos em idade escolar ainda. Deixamos os nossos filhos na porta da

escola com a sensação de que eles estão tendo segurança e de que vão adquirir conhecimento; e

depois recebemos a notícia de que os nossos filhos estão sendo violentados, seja sexualmente, seja

psicologicamente, inclusive no quesito doutrinação. O ambiente escolar não é para isso.

Aqueles que eventualmente são contra uma proposta de videomonitoramento em sala de

aula, eu fico tentando imaginar qual é o motivo disso. Por quê? Qual é o assunto da matemática,

deputado Pastor Daniel de Castro, a que nós pais e a comunidade escolar não podemos ter acesso?

O professor fecha a porta da sala de aula e nós não podemos compartilhar o conteúdo da aula de

matemática. Qual é a parte do conteúdo de história – história do Brasil, história mundial – que o

professor tem a necessidade de tratar com os alunos de forma reservada? E aí eu estendo: qual é a

matéria, qual é o conteúdo das nossas escolas que o professor se sente intimidado a ensinar se essa

sala de aula está sendo filmada?

Mal sabem eles que todas as ruas da nossa cidade já estão monitoradas. Se vocês não

sabem, quando você passa com o seu carro na rua, ele está sendo registrado por um sistema que

identifica a placa. Se a polícia digitar o número da placa, vai estar registrado que você passou por

uma rua e entrou em outra rua. Há uma foto e uma filmagem do carro. Qual é o problema disso?

Não vejo problema nenhum, muito pelo contrário. Se um carro é roubado ou furtado em um

determinado ambiente, você vai saber consequentemente onde ele está.

Então, eu gostaria de pedir aos nobres deputados que priorizemos a votação desse projeto

de lei para que possamos entregar mais esse instrumento de segurança às nossas escolas. Eu falei

muito aqui da proteção dos alunos, mas esse instrumento é um instrumento de proteção para toda a

comunidade escolar. O professor está livre de aplicar uma prova, de ser um professor mais rígido na

sala de aula, de cobrar disciplina, de cobrar respeito, de ser rígido no seu conteúdo, de aplicar uma

prova mais dura ali... Ele está livre de o aluno tirar uma nota mais baixa e criar uma história contra o

professor? Ele não está livre, mas a sala de aula vai estar toda filmada. Ele vai dizer: “Não, o fato

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 86ª S.O. (2361468) SEI 00001-00041966/2025-35 / pg. 2

que foi levantado aqui não é verdade”. Nós vamos ter condições de apurar.

Na semana passada, numa escola cívico-militar do Corpo de Bombeiros, um aluno entrou

com 2 facas e feriu um colega. A tragédia não foi maior porque um bombeiro intercedeu. Ele

dominava técnicas de artes marciais, de segurança pessoal, e dominou o aluno. O coleguinha foi

esfaqueado, mas passa bem, pois não foi nada tão grave. Avizinhou-se uma tragédia. Neste

momento, pode estar acontecendo algum episódio de violência em ambiente escolar. Essas situações

podem criar controvérsias, inclusive, contra os professores. O videomonitoramento vai ser um

instrumento para que os professores possam se defender quando forem inocentes, mas também

para que a escola possa proteger os alunos e mitigar qualquer iniciativa que atente contra a

segurança física, sexual e psicológica deles.

Presidente, se o quórum vingar nesta sessão, solicito prioridade a esse projeto para que

possamos dar uma resposta à sociedade.

Obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra ao deputado

Ricardo Vale.

DEPUTADO RICARDO VALE (PT. Como líder.) – Senhor presidente, senhoras e senhores

deputados, saúdo os trabalhadores aprovados no concurso da Polícia Civil do Distrito Federal, da

Polícia Penal do Distrito Federal e da Emater-DF. Saúdo os cirurgiões-dentistas aprovados no

concurso da Secretaria de Saúde, os fotógrafos aprovados no concurso da Câmara Legislativa do

Distrito Federal e os agentes de saúde, mais uma vez presentes a esta casa. Sejam bem-vindos. A

luta de vocês é a luta desta casa. Esta casa é a casa do povo e dos trabalhadores. Por isso, eu não

poderia deixar de saudar a presença de todos vocês. (Palmas.)

Presidente, por falar em servidores públicos, estou muito preocupado com a situação dos

aposentados e dos pensionistas do Distrito Federal. É uma situação grave que, na minha opinião,

esta casa vai ter que ajudar a resolver.

Venho tratar da questão do Iprev. Depois de 5 anos, o governo quer cobrar contribuições

previdenciárias de mais de 60 mil aposentados e pensionistas, dos meses de novembro e dezembro

de 2020. Cada aposentado ou pensionista vai ter que pagar, em média, R$2.287. O governo estima

arrecadar R$139.932.930, ou seja, praticamente R$140.000.000.

Esse é um problema muito sério. Em média, os aposentados e pensionistas possuem quase

70 anos de idade. Agora, de repente, vão perder mais de 20% de seus proventos e pensões. Trata-

se de um erro causado pelo próprio governo que interpretou mal uma lei de 2020 que aumentou a

contribuição de aposentados e pensionistas. Como todos sabem, em 2020, o governo Ibaneis, na

esteira da reforma previdenciária do governo Bolsonaro, aumentou a alíquota de contribuição

previdenciária do servidor de 11% para 14%. Não satisfeito com isso, ainda taxou os aposentados e

os pensionistas em 11% sobre o valor dos proventos e pensões abaixo do teto do INSS – antes eram

isentos.

Nós sabemos que, há muito tempo, a situação da previdência do Distrito Federal é séria, mas

está ficando muito pior com atitudes equivocadas como essa.

Em 2021, o governador entrou com uma Adin no Poder Judiciário para transferir ao Iprev

receitas como as da cobrança por estacionamento público, dividendos, parte do fluxo da dívida ativa

e produto da concessão de bens e serviços. Essa medida compromete a sustentabilidade da

previdência distrital. Na semana passada, foi publicada uma lei para congelar o dinheiro do Fundo

Solidário Garantidor e utilizar toda a rentabilidade mensalmente. Hoje, há um projeto de lei que

aponta um déficit de R$1,5 bilhão nas contas do governo por culpa, segundo o GDF, dos

aposentados e pensionistas.

Esta casa tem de voltar a refletir melhor sobre a sustentabilidade da previdência dos nossos

servidores e tratar com mais respeito os nossos aposentados. Por isso, senhor presidente, protocolei

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 86ª S.O. (2361468) SEI 00001-00041966/2025-35 / pg. 3

hoje um projeto de lei complementar para adiar do dia 1º de novembro de 2020 para o dia 1º de

janeiro de 2021 o aumento das alíquotas de contribuição previdenciária dos aposentados e

pensionistas. Com isso, eles não precisarão pagar os atrasados de novembro e dezembro de 2020.

Espero, sinceramente, o apoio de todos os deputados desta casa para aprovarmos essa medida com

urgência, porque o Iprev já quer cobrar isso ainda neste mês.

Reforço, mais uma vez, presidente, a inclusão do PLC de minha autoria na pauta da próxima

reunião do Colégio de Líderes, a fim de que possamos dar uma resposta satisfatória para mais de 60

mil famílias de aposentados e pensionistas de nossa capital, que estão sendo injustamente

notificados para pagar por um erro cometido pelo próprio governo.

Era isso o que eu tinha a dizer, senhor presidente, senhoras e senhores. Precisamos ter um

cuidado muito grande com essa matéria. Precisamos cuidar dos nossos aposentados e dos nossos

pensionistas. Quero clamar pela aprovação desse PLC o mais rápido possível, para que eles não

tenham esse valor de R$2.300, em média, retirado dos contracheques, o que já será um grande

problema. Sabemos que a maioria dos aposentados e pensionistas do Distrito Federal já está velha, e

muitos, se for feita a retirada desse recurso, não terão condições de comprar seus remédios, de

ajudar suas famílias e de pagar seus aluguéis.

Para concluir, presidente, há uma série de situações enfrentadas por esses trabalhadores que

dedicaram uma vida ao serviço público do Distrito Federal. Agora, eles estão sofrendo uma espécie

de punição por um erro do governo. Se o governo tivesse começado a cobrar quando era para ter

cobrado, isso não teria acontecido.

Fica registrado o apelo para colocarmos no Colégio de Líderes esse projeto para a próxima

sessão e o aprovarmos nesta casa. Os aposentados e pensionistas não podem ficar no prejuízo.

Eram essas as minhas palavras, senhor presidente. Muito obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Vou passar a presidência ao deputado

Ricardo Vale, enquanto atendo o procurador da Caesb, doutor Eduardo.

(Assume a presidência o deputado Ricardo Vale.)

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra ao deputado Pepa.

DEPUTADO PEPA (Bloco A Força da Família. Como líder.) – Boa tarde a todos e a todas, aos

que estão na galeria: os cirurgiões-dentistas, os agentes de saúde, o pessoal da Polícia Penal. Há

uma faixa que diz: “Convocação integral, legal, possível e urgente das 250 vagas autorizadas para a

PCDF”. Servidores do SUS, é muito bom ter vocês nesta casa na tarde de hoje. Esta é a casa do

povo.

Hoje, presidente, eu venho agradecer as buscas. Quando nós vimos a esta casa, vimos

reivindicar, buscar e apontar que as necessidades básicas e mínimas para garantir melhores

condições de vida à população encontram-se em nossas regiões administrativas e nas demais do

Distrito Federal. Quero agradecer a sensibilidade e o carinho do governador Ibaneis por nos ouvir,

um vez que sou deputado da base.

Em outubro de 2023, nesta tribuna, manifestei-me sobre uma comunidade de Planaltina, no

Distrito Federal – a comunidade da Estância Planaltina, conhecida como Estância Barreira, localizada

próxima à paróquia Santa Luzia, em Planaltina. Em 2014, na luta, durante a minha campanha, eu me

deparei com esgoto a céu aberto nessa comunidade. Fiquei sabendo que, há mais de 30 anos,

aquele esgoto corria a céu aberto. Isso chegou agora ao fim! Fiz a manifestação em outubro de

2023, cobrei do presidente da Caesb e do governo. Hoje, neste final de semana, foi assinado o

compromisso para que as obras aconteçam.

Vou pedir para apresentarem, por favor, o vídeo da solicitação que fiz em outubro de 2023.

(Apresentação de vídeo.)

DEPUTADO PEPA (Bloco A Força da Família. Como líder.) – Por isso, hoje retorno aqui para

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fazer um agradecimento. Estamos sempre na busca incessante por melhorias na nossa comunidade.

Quero também agradecer ao governador a sanção da modernização do transporte de táxi.

Hoje foi sancionada a lei, que estava parada nesta casa desde 2019. Parabéns a todos os taxistas!

Agora, vocês terão condições de competir de igual para igual no transporte de táxi do Distrito

Federal. Obrigado, governador, por essa sanção. Obrigado ao sindicato e às associações dos taxistas

pela confiança. Pegamos, sim, o boi pelo chifre, e hoje o projeto foi sancionado.

Agradeço os 40 ônibus disponibilizados. Desses 40, 25 são novos e 15 irão compor a nova

frota de Planaltina. Eles foram entregues no sábado.

Hoje, venho agradecer de coração a atenção que o Governo do Distrito Federal tem dado à

nossa região norte. Muito obrigado. A terceira faixa está a todo vapor. Peço a todos que

compreendam os transtornos, mas é um transtorno que será em breve contornado para que ali o

trânsito possa fluir melhor.

Boa tarde a todos vocês e muito obrigado.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra ao deputado Gabriel

Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (Minoria. Como líder.) – Boa tarde, presidente deputado

Ricardo Vale. Boa tarde a todas as pessoas neste plenário.

Mais uma vez, deputado Ricardo Vale, nossas galerias estão ocupadas por pessoas

mobilizadas para reivindicar concurso público para cirurgiões-dentistas, agentes de saúde, policiais

penais, policiais civis, servidores do SUS cedidos ao IGESDF – que estão sendo tratados com

profundo desrespeito devido à devolução arbitrária do Hospital de Base, mas que merecem respeito,

reconhecimento e valorização. (Palmas.)

Esta casa, mais uma vez, é palco da mobilização dos servidores públicos desta cidade. Isso

tem uma razão. Nesses últimos anos, o diálogo com o Governo do Distrito Federal tem sido duro,

muito difícil, realizado com portas fechadas e pouco diálogo. Os servidores e categorias tiveram que

fazer greves; greves que foram criminalizadas, greves sem negociação e uma postura muito

autoritária por parte do Governo do Distrito Federal.

Esta casa, presidente, tem dado respostas. Está no orçamento deste ano – na LDO aprovada

no ano passado, a LDO de 2025 – a previsão para a nomeação da maioria dos servidores que estão

aqui hoje, lutando para garantir um direito previsto pela lei. Qual é o calendário do Governo do

Distrito Federal para nomeação? Zero! Não existe! Esta casa aprovou, em junho deste ano, a LDO do

ano que vem e novamente apresentou um calendário e um cronograma de nomeações. Será que

isso vai ser, mais uma vez, apenas enrolação? Será mais um caso do famoso “na volta, a gente

compra”? Infelizmente, essa tem sido a postura do Governo do Distrito Federal, o governo Ibaneis e

Celina, com os servidores públicos desta cidade.

E estão tentando dar o golpe, porque, para um setor da cidade, sempre dizem que as contas

públicas estão boas, que a saúde financeira do DF está excelente, abrindo crédito para obras,

viadutos, contratação emergencial de empresas terceirizadas; mas, na hora de atender aos

servidores públicos, a conversa muda. Dizem que as contas não estão tão boas assim, falam em

contingenciamento, recorrem ao Tribunal de Contas para obter certidão. Afinal de contas, como está

a saúde financeira do Distrito Federal?

Há um projeto na pauta hoje, presidente, e nós vamos querer discuti-lo, no qual o governo

pede autorização para aumentar o rombo, o déficit fiscal, e ainda atribui a culpa aos servidores

públicos. Mas a responsabilidade pela má gestão é do próprio GDF, que já está há 7 anos no

comando. Agora querem novamente transferir a culpa para os servidores públicos.

Trago este debate, presidente, porque é fundamental a mobilização no Congresso Nacional.

Diferentemente do que a extrema-direita golpista está querendo fazer hoje, na marcha do golpe, na

marcha da impunidade, para pedir anistia e impunidade para quem cometeu crime no Brasil, a pauta

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 86ª S.O. (2361468) SEI 00001-00041966/2025-35 / pg. 5

central do povo brasileiro, que deveria ser a pauta do Congresso, é a luta contra a reforma

administrativa – inclusive com marcha marcada pelos servidores públicos aqui, em Brasília, no dia

29. Essa é a grande marcha nacional contra a reforma administrativa, que quer dar mais um golpe

nos serviços públicos brasileiros.

Essa reforma tem impacto aqui no Distrito Federal, porque é a reforma, presidente, que quer

congelar salários, retirar direitos como férias, afetar servidores já contemplados, achatar tabelas e

tetos salariais, nos planos de carreira, mas não combate o que é preciso ser combatido: o privilégio,

de fato, de alguns setores do serviço público brasileiro. A reforma administrativa que precisa ser

aprovada no Congresso Nacional é aquela que combate supersalários e o alto funcionalismo público

de alguns setores, que recebem acima do teto devido a penduricalhos e possuem direitos que

profissionais como enfermeiros, dentistas, médicos, agentes de saúde, policiais, professores e

bombeiros não têm! Essa deveria ser a reforma administrativa em discussão no Congresso Nacional.

E quero chamar atenção também desta casa: é preciso uma mobilização da classe política. É

preciso uma mobilização dos partidos, porque no ano que vem, presidente, haverá eleição. E, em

ano de eleição, veremos os partidos, os deputados, todos dizendo aos servidores públicos que

podem contar com eles, que vão defender os interesses do serviço público. Inclusive, o governador

Ibaneis foi eleito assim: dizendo que professor tinha que ganhar igual a juiz, dizendo que não

haveria IGESDF, dizendo que não privatizaria a CEB, dizendo que não haveria terceirização. Mas,

depois que passam as eleições, esquecem as promessas de campanha e a agenda política é de

arrocho, de ataque contra aqueles que, diariamente, garantem serviços e direitos à população

brasileira e à população do Distrito Federal, que são os servidores públicos desta cidade.

Faço este pronunciamento, presidente, em nome da liderança da minoria, para demonstrar o

meu mais profundo respeito, admiração e compromisso da nossa bancada com os servidores

públicos desta cidade, bem como com a nossa luta para que tenhamos mais servidores e, de fato,

valorizemos o serviço público do Distrito Federal, que vem sendo tão maltratado pelo atual governo.

Obrigado, presidente. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra ao deputado Hermeto.

(Pausa.)

Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix. (Pausa.)

Concedo a palavra ao deputado Rogério Morro da Cruz.

DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (Bloco União Democrático. Como líder.) – Uma ótima

tarde, presidente, pares e galeria. Contem com o nosso mandato, com o nosso apoio. Quem estuda,

quem se prepara, precisa ter a devida atenção por parte desta casa e de seus representantes no

Poder Legislativo.

De antemão, presidente, quero agradecer à Secretaria de Obras, na pessoa do nosso

secretário Valter Casimiro, por atender uma demanda antiga da população, de mais de 20 anos: a

ligação do Morro da Cruz ao Pró-DF. Essa via de ligação vai desafogar toda a Avenida São Sebastião,

além da própria avenida dentro do Morro da Cruz, que hoje soma mais de 30 mil moradores. O

projeto já está pronto, com emenda parlamentar do nosso mandato: destinei R$1.250.000 para os

projetos. Hoje, a Secretaria de Obras enviou uma empresa contratada, que já realizou a topografia e

agora está fazendo o piqueteamento para definir onde será construída a via. Essa obra é uma

prioridade, com a garantia da nossa vice-governadora Celina e do governador Ibaneis Rocha, que já

vai licitá-la.

Outra alegria para os moradores do Zumbi dos Palmares: os maquinários da Secretaria de

Obras já estão dentro do Morro da Cruz para pavimentar mais de 3,5 quilômetros. Deputado Max

Maciel, nós conseguimos o zebrinha para operar naquela via principal, que agora será pavimentada,

graças a Deus.

Outra ótima notícia para os moradores de São Sebastião é a questão do Residencial Vitória,

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que receberá, deputado Chico Vigilante, a tão sonhada rede de esgoto. Durante 30 anos, o bairro

Vitória ficou abandonado, sem nenhum representante olhar por aquela região. Vários deputados já

passaram por ali, mas, infelizmente, a maioria só lembra da nossa cidade na época das eleições.

Então, graças a Deus, nosso mandato foi abençoado. Hoje, estou no Morro da Cruz, continuo lá. Fui

eleito, mas não saí do meu bairro, da minha cidade, que, hoje, tem um olhar especial.

No bairro Bela Vista, 3 ruas já estão no cronograma de pavimentação da Novacap. Isso já

está autorizado pelo governador Ibaneis Rocha. A equipe da Novacap já esteve no local para verificar

a situação. São só coisas boas.

Para o Morro da Cruz, os projetos já estão prontos, o projeto urbanístico também, com

recursos de emenda parlamentar do nosso mandato. Destinei R$5 milhões sob os cuidados da

Codhab-DF. Deputado João Cardoso, a empresa já está contratada. Já estão buscando um prédio lá,

uma sala para alugar, e começar o levantamento sobre drenagem, águas pluviais, pavimentos. Isso,

sim, é dignidade para essa população, que sofre há muitos anos e que transformou um ex-porteiro

em deputado distrital, para poder olhar com um olhar especial. Precisamos organizar a casa,

reconstruir São Sebastião, para que sejamos exemplos para outras regiões administrativas. Eu sei

muito bem que eu estou deputado distrital. Apesar de carregar Morro da Cruz no meu nome

parlamentar, eu estou deputado do Distrito Federal. Temos que organizar, sim, para que sejamos

exemplos para todo o DF.

Muito obrigado. Continuo, firme e forte, trabalhando em projetos que vêm ao encontro da

sociedade brasiliense.

Muito obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Encerro o comunicado de líderes.

Dá-se início ao comunicado de parlamentares.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para comunicado.) – Senhor presidente, senhoras e

senhores deputados, nós abrimos, no dia de hoje, a Semana do Idoso na Câmara Legislativa do

Distrito Federal. Pela manhã, mais de 500 pessoas idosas lotaram o auditório da Câmara Legislativa.

Há uma série de serviços instalados no calçadão da CLDF. Estão ali o Senac, o Sesc, a Secretaria de

Estado de Saúde do Distrito Federal, a Defensoria Pública do Distrito Federal, a Polícia Civil, com a

carreta para a expedição de carteira de identidade.

Os idosos estão vindo de todos os cantos do Distrito Federal. A expectativa é, nesses 3 dias,

a partir de hoje, receber cerca de 3 mil idosos do Distrito Federal. Isso é um alerta sobre a

necessidade de o governo e de todos nós tratarmos os idosos com dignidade. Eu fico imaginando

como é que uma pessoa jovem tem coragem de maltratar um idoso, porque, se não fôssemos nós,

os idosos, esse jovem não existiria. Portanto, ele não pode tratar os idosos de maneira

discriminatória.

Isso vale também para os governantes. Nós precisamos efetivamente de um tratamento

diferenciado para os idosos do Distrito Federal. Eu tenho o sonho de que seja construído um hospital

geriátrico do Distrito Federal, para oferecer um atendimento diferenciado às pessoas idosas, assim

como nós conseguimos que os idosos de 60 anos ou mais – uma pessoa é considerada idosa a partir

dos 60 anos de idade – pudessem andar gratuitamente no sistema de transporte público do Distrito

Federal. Foi uma lei de minha autoria que conseguiu isso. Hoje nós recebemos uma série de

denúncias de idosos de que eles são maltratados no sistema. Portanto, vamos dialogar com o

secretário de Mobilidade do Distrito Federal. É preciso que haja uma reciclagem e que os operadores

do sistema de transporte público do Distrito Federal tratem os idosos com a dignidade que eles

merecem. Isso é muito importante.

Estaremos hoje, quarta-feira e quinta-feira, de manhã e de tarde, no mesmo ritmo,

atendendo aos idosos do Distrito Federal com uma gama de serviços colocados à disposição deles.

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Como procurador Especial do Idoso, estou muito feliz de promover todas essas atividades. Hoje, o

presidente da Câmara Legislativa abriu esta sessão e viu a alegria e a felicidade dos idosos em

participar de tudo isso.

O segundo ponto que quero abordar hoje, presidente, é o telefonema entre o presidente Lula

e o Trump. Os seguidores do Capiroto achavam que o Brasil tinha acabado quando o Trump impôs

aquela taxação absurda. A verdade é que os Estados Unidos e as autoridades americanas estão,

neste momento, compreendendo a importância do Brasil, compreendendo que somos uma nação

soberana, onde há democracia e um presidente que não se dobra aos interesses internacionais e que

fala grosso com os Estados Unidos, ao contrário de outros que falavam grosso com a Bolívia, mas

afinavam para os Estados Unidos.

Portanto, nós, dentro do contexto das grandes nações, estamos demonstrando a importância

desta nação chamada Brasil. É o respeito ao voto popular e à democracia, e o Lula está

demonstrando isso perfeitamente. Por isso, ele é hoje um líder reconhecido no mundo todo como a

grande liderança de uma nação democrática. O Trump conversou com o Lula por telefone e já se

dispôs a vir ao Brasil ou a receber o Lula nos Estados Unidos. Estamos vencendo os pessimistas e a

extrema-direita, aqueles que apostam no “quanto pior, melhor”.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para comunicado.) – Boa tarde, deputados, deputadas,

presidente, servidores da Câmara Legislativa e quem nos acompanha pela TV Câmara Distrital.

Eu venho à tribuna da Câmara Legislativa para falar de um tema que estão tentando

ressuscitar em nível federal, mas que obviamente tem impacto para todos no Brasil e aqui no Distrito

Federal também. É um tema de extrema importância, relacionado à execução de todas as políticas

públicas: o professor dando aula, a técnica de enfermagem atendendo no centro de saúde, o

enfermeiro, o médico, qualquer serviço público. É o que eles chamam de reforma administrativa.

Tentaram emplacar essa reforma de todo jeito no governo Bolsonaro e agora fizeram uma

coalizão de parlamentares. Um deputado federal do Rio de Janeiro apresentou um relatório, que é

uma PEC de reforma administrativa no Brasil, só que não é uma reforma necessariamente para

modernizar o serviço público brasileiro. A reforma administrativa que estão apresentando hoje no

Congresso Nacional é uma reforma, deputados, para retirar direitos dos servidores públicos e atacar

uma das coisas que é o coração do serviço público: a estabilidade. Como não conseguiram emplacar

a PEC nº 32, que acabava com a estabilidade, obviamente, agora querem acabar com ela, mas com

nuances, aumentando, de forma muito exagerada, o estágio probatório – se não me engano, na

proposta intermediária que estava tramitando mudava para 10 anos –, aumentando a classificação

de desempenho e deixando-a extremamente subjetiva. O chefe imediato, que geralmente é um

cargo em comissão do partido a ou do partido z, vai tomar a decisão sobre aquele servidor. Isso

deixa os critérios do serviço público, que hoje são muito objetivos, a cargo de um chefe imediato,

que, lá na frente, vai construir as condições para demitir um servidor público que desempenha um

papel, muitas vezes, de forma crítica, de forma independente, colocando sua posição.

Então, eu queria demonstrar a minha extrema preocupação com a PEC da reforma

administrativa, que tramita hoje no Congresso Nacional. E podemos nos preocupar, porque tudo que

se aprova no Congresso Nacional é votado sem nem saber o texto. Eles vão votar em cima da hora,

sem seguir o rito democrático de passar por uma comissão especial, de ter debate público, e vão

querer votar a toque de caixa, como sabemos que eles sempre fazem lá.

A reforma administrativa não afeta só os servidores públicos federais. Tudo o que acontece

lá chega aqui depois, na Lei nº 840, e atinge os servidores públicos do DF. Sabemos disso. Ela vai

estabelecer critérios constitucionais para o serviço público. É extremamente preocupante o impacto

dessa reforma.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 86ª S.O. (2361468) SEI 00001-00041966/2025-35 / pg. 8

Eu falo isso como servidor, servidor que gosta de trabalhar. Eu conheço muitos servidores

que são excelentes profissionais, que atuam da melhor forma em todos os serviços públicos. Eu acho

que os maus servidores têm que responder, não deveriam estar no serviço público, mas eu não acho

que atacar a estabilidade e os direitos dos servidores públicos seja a solução. Até porque, se temos

denúncia de corrupção, se temos hoje um servidor público com capacidade e coragem para enfrentar

um chefe imediato que toma uma atitude equivocada ou uma atitude administrativamente errada, é

porque temos estabilidade para falar, é porque ele não pode fazer o que quiser contra nós, não pode

cometer todo tipo de assédio moral. Então, o serviço público passa por esse processo de respeito a

critérios objetivos, e é isso que eu defendo.

Portanto, a minha posição é contrária, presidente, e eu sei que a posição do PSOL, lá na

Câmara dos Deputados, neste momento, também é contrária a essa reforma administrativa. É uma

reforma construída para desmontar o serviço público brasileiro, e não para modernizar, nem para

fortalecer. E a forma como eles querem desmontar o serviço público brasileiro é atacando o coração

do serviço público, que é o servidor público. Isso nós não podemos tolerar! Temos que nos organizar

para enfrentar esse desafio. O nosso mandato está comprometido com essa luta.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Dando continuidade ao comunicado de

parlamentares, pergunto se algum deputado deseja fazer uso da palavra. (Pausa.)

Está encerrado o comunicado de parlamentares.

Solicito que os deputados registrem a presença nos terminais.

(Realiza-se a verificação de presença.)

PRESIDENTE DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Não há quórum para deliberação.

Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a sessão.

Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos

conforme informados pelos organizadores dos eventos.

Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento

Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Siglas com ocorrência neste evento:

Adin – Ação Direta de Inconstitucionalidade

Caesb – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal

CEB – Companhia Energética de Brasília

CEOF – Comissão de Economia, Orçamento e Finanças

CLDF – Câmara Legislativa do Distrito Federal

Codhab-DF – Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal

Emater-DF – Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal

GDF – Governo do Distrito Federal

IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal

INSS – Instituto Nacional do Seguro Social

Iprev – Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal

LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias

PCDF – Polícia Civil do Distrito Federal

PEC – Proposta de Emenda à Constituição

PLC – Projeto de Lei Complementar

Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial

Sesc – Serviço Social do Comércio

SUS – Sistema Único de Saúde

As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 86ª S.O. (2361468) SEI 00001-00041966/2025-35 / pg. 9

Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr

ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 08/10/2025, às 17:45, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora

n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de

2025.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site:

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...CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL TERCEIRA SECRETARIADiretoria LegislativaSetor de Registro e Redação LegislativaAATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAAAATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA8866ªª S...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Portarias 428/2025

Gabinete da Mesa Diretora

 

Portaria-GMD Nº 428, DE 08 DE outubro DE 2025

O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2362139) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00033403/2025-73, RESOLVE:

Art. 1º Autorizar a utilização, sem ônus, do Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal para a realização do Coquetel da Sessão Solene em Homenagem aos 20 anos do SINPROEP, no dia 10 de outubro de 2025, das 19h às 22h.

Parágrafo único. O evento será coordenado pela servidora Lorrany Gregorio Magalhães, matrícula nº 24.950, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições que o recebeu.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

JOÃO MONTEIRO NETO

Secretário-Geral/Presidência

 

 

JOÃO TORRACCA JUNIOR

Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência

JEAN DE MORAES MACHADO

Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência

 

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo/1ª Secretaria

ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES

Secretário-Executivo/2ª Secretaria

 

 

RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA

Secretário-Executivo/3ª Secretaria

GUILHERME CALHAO MOTTA

Secretário-Executivo/4ª Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 16:40, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:04, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315, Secretário(a)-Executivo(a), em 08/10/2025, às 18:34, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 09:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ANDRE LUIZ PEREZ NUNES - Matr. 21912, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 16:49, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 09/10/2025, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-GMD Nº 428, DE 08 DE outubro DE 2025 O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando a solicitação (2362139) e as demais razões apresentadas no Processo SEI 00001-00...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Portarias 12/2025

Primeiro Secretário

 

Portaria do Secretário-Executivo da 1ª Secretaria Nº 12, DE 9 DE outubro DE 2025

Concede redução de jornada de trabalho a servidor que especifica, nos termos da Lei Complementar nº 840/2011 e do Ato da Mesa Diretora nº 120/2025.

O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA PRIMEIRA SECRETARIA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, tendo em vista o que dispõe o art. 61, I, e § 1º da Lei Complementar nº 840/2011, com redação da Lei Complementar nº 954/2019, além dos critérios estabelecidos pelo Ato da Mesa Diretora nº 120/2025, bem como o Laudo da Junta Médica Oficial da CLDF e o que consta do Processo-SEI nº 00001-00009543/2025-21, RESOLVE:

Art. 1º Conceder o percentual de redução de 40% no regime de trabalho do servidor Lázaro José Soares Tolentino, matrícula nº 11.238, ocupante do cargo efetivo de Analista Legislativo, passando de 40 horas semanais para 24 horas semanais, em turno de trabalho não inferior a 4 horas diárias, sem redução da sua remuneração.

Parágrafo único. A concessão de que trata o caput tem validade de 12 meses, cabendo ao servidor solicitar, antes do término do prazo previsto, reavaliação para manutenção do benefício.

Art. 2º Compete à chefia imediata definir a escala individual do servidor, com horário de início e término para cumprimento da jornada de trabalho.

Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo

Primeira Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 09/10/2025, às 14:32, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria do Secretário-Executivo da 1ª Secretaria Nº 12, DE 9 DE outubro DE 2025 Concede redução de jornada de trabalho a servidor que especifica, nos termos da Lei Complementar nº 840/2011 e do Ato da Mesa Diretora nº 120/2025. O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA PRIMEIRA SECRETARIA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDER...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Portarias 283/2025

Secretário-Geral

 

Portaria do Secretário-Geral Nº 283, de 07 DE outubro DE 2025

 

O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2025, RESOLVE:

 

Art. 1º DESIGNAR os Fiscais do Contrato-PG Nº 44/2025-NPLC, firmado entre a Câmara Legislativa do Distrito Federal e a empresa 2A FABRICACAO DE ESQUADRIAS DE ACO LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 33.520.545/0001-88, cujo objeto é fornecimento e instalação de corrimão em aço inox, sob medida, com todos os complementos necessários (barras, fixações, acabamentos, etc.) para atender às necessidades do edifício da Câmara Legislativa do Distrito Federal, conforme condições, quantidades, exigências estabelecidas no Termo de Referência (SEI 2264745). Processo nº 00001-00027422/2025-61.

Art. 2º A Comissão composta por esta Portaria passa a ser integrada pelos seguintes servidores:

 

NOME

FUNÇÃO

LOTAÇÃO

MATRÍCULA

Luiz Marino Kuller

Fiscal Técnico

ASTEA

23.932

João Lucas Santos Flores

Fiscal Técnico Substituto

ASTEA

24.401

 

 

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.

 

JOÃO MONTEIRO NETO

Secretário-Geral


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 07/10/2025, às 19:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria do Secretário-Geral Nº 283, de 07 DE outubro DE 2025   O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Comunicados - Administrativos 2/2025

Outros

09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto


PROJETOS HOMOLOGADOS NO ÂMBITO DO PRÊMIO PAULO FREIRE DE EDUCAÇÃO – 3ª EDIÇÃO, OS QUAIS SERÃO HOMENAGEADOS NO DIA 21/10/2025, ÀS 19H, NO TEATRO PEDRO CALMON

PROJETOS

INDICADOS/AS


A CANOA E A SERPENTE: REPRESENTAÇÃO CULTURAL NA IMAGÉTICA DA ORIGEM DO MUNDO HUMANO.


LIANA MACEDO FALCÃO


A CIÊNCIA POR TRÁS DO PERDÃO

GABRIELA CRISTIANA DAS CHAGAS CAMPOS DE OLIVEIRA


A COR DA EMOÇÃO

CAMILA CALDAS MANCIOLA


A IMPORTÂNCIA DA CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA COMO ALTERNATIVA VIÁVEL E EFICIENTE PARA PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS.

DANIEL NOBRE BEATRIZ DE ABREU ALINE S. LÍVIA SANTOS MARIANNA B

MAYARA SOUZA SOPHIA LOPES


A MUSICALIZAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO PESSOAL E COLETIVA

GUSTAVO DA SILVA E SOUZA RODOLFO RAMOS DA SILVA

A SÍNTESE DE ETANOL A PARTIR DA FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA DA SACAROSE

DANIEL RODRIGUES DE OLIVEIRA LUCÍLIA ZEYMER ALVES CORREA

A VALORIZAÇÃO E TECNOLOGIAS NA EJA PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

MÁRCIA FERREIRA PASSOS

ABACATEIROS DO CEM 05

ELAINE SALES CHAVES LIMA

EDVÂNIA ROSA DOS SANTOS SANTIAGO


ABELHAS JATAÍS E SUA IMPORTÂNCIA PARA A PRESERVAÇÃO DO BIOMA CERRADO.


MOACIR MOURA DE ANDRADE FILHO ARTHUR ALMEIDA ABREU

LUAN ARIEL DA SILVA SANTOS SAMUEL ROCHA CALDAS DE ANDRADE

ACESSO QUE INCLUI

MARCELO CAPUCCI

ACOLHIMENTO AS FAMÍLIAS ATÍPICAS E DIA ESTUDANTES

MARIA APARECIDA SILVA DOURADO

ADOLESCÊNCIAS TRANS: NARRATIVAS DE DIVERSIDADE, ACOLHIMENTO E EXCLUSÃO

VINICIUS DE OLIVEIRA MOTA

AFROCULTURA GAMENSE E ENTORNO

LÍVIA REIS CAIRUS BEZERRA

AGROECOLOGIZAR AS ESCOLAS E TERRITORIALIZAR A AGROECOLOGIA

ISABELLA FERREIRA DOS SANTOS

ÁGUA EM CENA: GASTRONOMIA E FÍSICA CRIANDO SORVETES E SORBETS MOLECULARES

MAGNA PEREIRA DA SILVA


ÁGUA QUE FALTA, DIREITOS QUE SECAM: DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO E PROTAGONISMO JUVENIL PARA A JUSTIÇA HÍDRICA EM SANTA LUZIA

FABIO W. S. PEREIRA BEATRIZ C. DE ALMEIDA

GABRIEL R. A. DA CONCEIÇÃO JOSAFÁ DA S. SANTANA,

ÁGUAS DE BRASÍLIA

ARIANE PEREIRA PORTELLA

GIORGIA EDRYSSE PAIXÃO DE QUEIROZ

ÁGUAS DO GAMA: UM OLHAR CIENTÍFICO E CULTURAL POR MEIO DA EDUCOMUNICAÇÃO

ADRIANA CORREIA DA SILVA OLIVEIRA SORAYA CAROLINA RODRIGUES DE SOUZA

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HELEN CAROLINA DA SILVA GUIMARÃES

ÁGUAS PARA EMENDAR VIDAS. ÁGUAS EMENDADAS: A NASCENTE QUE UNE MILHÕES DE BRASILEIROS PRECISA SER PROTEGIDA. ESTUDO SOBRE A 20- SITUAÇÃO DO FENÔMENO NATURAL ÚNICO NO BRASIL, DENOMINADO ÁGUAS EMENDADAS.


CELENI MIRANDA

ALÁ DE OXALÁ - HOMENAGEM AO DIA 20 DE NOVEMBRO.

LIDIANE SOUZA LEÃO

ALFABETIZAÇÃO EM CONTEXTO DE RACISMO: ESCREVIVÊNCIAS DE "UMA MENINA QUE AMAVA E NÃO GOSTAVA DO CABELO DELA”

SARAH LEMES DE ALMEIDA ELAINE CRISTINA DE OLIVEIRA LYGIA DE SOUSA VIÉGAS


ALFABETIZAÇÃO: UMA PROPOSTA DE ARRANJO CURRICULAR

MARIA ÁDMA MEDEIROS DE ARAÚJODANÚBIA AMORIM DA TRINDADECÁSSIA SAMPAIO DE OLIVEIRAMAYARA RODRIGUES DE OLIVEIRASUELY GOMES LOPESKARINA LISBOA ALVES BARBOSAELIEGE SILVEIRA DE MORAISJOSICLEIDE DE JESUS BARBOSA.


ALFALETRANDO TAGUATINGA: ALFABETIZAÇÃO E OS DIVERSOS LETRAMENTOS NO CONTEXTO ESCOLAR


OZENILDE SANTOS DO NASCIMENTO KELLY ALVES ROCHA DOS SANTOS MÁRCIA CRISTINA DOURADO. T. GOMES VIVIANE CARRIJO VOLNEI PEREIRA

LUDMILLA CORRÊA BALDUINO DE LIMA SERAFIM ANA CAROLINA ALBERNAZ MUNDIM TAVARES ALANE PEREIRA ALVES CAMPOS

BÁRBARA YASMIM CARVALHO VIANA ELOIZA DE OLIVEIRA MOURA

FRANCIENE SOARES BARBOSA DE ANDRADE LETÍCIA PAPA VILA VERDE

LUCIANA TEIXEIRA VIEIRA NAIARA ANDRÊSSA ALVES LOPES PATRÍCIA DE ARAÚJO E SOUSA SIMONE ALVES CORTES

VÂNIA FERREIRA DE MESQUITA TEIXEIRA

AMANDA SINALIZA

AMANDA VIEIRA SANTANA FÁBIO ZÓZIMO DA COSTA

ARRAIÁ DO SERTÃO 2: VAMOS MAMULENGAR

JAQUELINE SANTOS MARTINS FLÁVIA LOUREDO

ARTE FOTOGRÁFICA NO AGOSTO LILÁS

RENATA CORREIA GONÇALVES RODRIGUES ANA LÚCIA DE CASTRO GONÇALVES

ARTEFOTO

ELIANE ALVES SANTIAGO


ATUAÇÃO DA LASFAC NO PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA FORTALECENDO A INTERAÇÃO ENSINO-COMUNIDADE

JOSENAIDE ENGRACIA DOS SANTOS YASMIN MENDES VERAS

EVELYN SOUSA NOGUEIRA DE ABREU GABRIELA OLIVIERI GUIMARÃES


AVENTURAS COM MEU MASCOTE

LILIAN PIRES DOS SANTOS JULLYEMYLE DE AGUILAR SALDANHA IARA MAIANE DOS ANJOS ROCHA CLEONICE DA COSTA DIAS LOPES

BEM ME QUER, MAL ME QUER? MAIO LARANJA INFÂNCIA É PRA SER FELIZ!

ZILMA JOSEFA DA FONSECA BISPO AZEVEDO

BICHO MALUCO: APRENDENDO COM AS RAÍZES DO CAMPO

ANDREIA SOUZA CARNEIRO

BIOJOIAS ANCESTRAIS

ELAINE NOBRE DE ASSIS REHFELD

BONECA PACÍFICA

CRISTIANA COSTA ALVES LIMA HELEN ANDRADE LIMA SOARES

BRASÍLIA, CAPITAL DAS LEITURAS

DINORÁ COUTO CANÇADO

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BRINCANDO E APRENDENDO: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO MATEMÁTICO NA LUDOIF CAMPUS SAMAMBAIA.

PAULO ALVES DE ARAUJO

MARIA CLEUNICE GOMES PAIVA DA SILVA EDUARDO DIAS ALENCAR JÚNIOR

DULCE GOMES DACOSTA SANTOS JEANE SANTOS SILVA.


BUMBA-MEU-BOI BRASILIDADES

JULIANA DE PAULA MARINA MOYLE IGOR FERREIRA

CLÁUDIO EUSTÁQUIO


C.O.R. - CERRADO: OXIGÊNIO DA REDE


CLÁUDIA SIMONE FERNANDES CAIXETA GOMES; CLAUDIANE FRANÇA DE SOUSA GUERRA; SIMONE MENEZES DA ROSA.

CADERNO DE DESENHO

FERNANDO AQUINO MARTINS

CAMINHOS RUPESTRES - DESBRAVANDO O PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS VEADEIROS - PROJETO CERRADO VIVO

EDIJANE AMARAL SILVA

GLAUCIA PALOMA DUARTE DOS SANTOS MARINA APARECIDA DOS SANTOS

CÃOTERAPIA

EUFRÁZIA DE SOUZA ROSA

CARINHO NÃO É SEGREDO

THAILA KAROLINE FURTADO SEVERO

CELEBRAFRO

JULIANA LEONARDO DOS SANTOS

CEM 03 MULHERES DE CEILÂNDIA

EMANUELLE MENDES DAS CHAGAS

CERRADO VIVO:ESCOLA DO PRESENTE, CONSTRUINDO O FUTURO

MARCÍLIO RIBEIRO DE JESUS ROSE BERNARDES SILVA GUILHERME MENDES RODRIGUES


CERRADO: NOSSO LUGAR DE EXISTIR

KÁTIA OLIVEIRA DA SILVA ANA PAULA ALVES

LUCIANA GIMENES SIMONE HAHN

CHEIROS E TEMPEROS DA VIDA

AMÉLIA CRISTINA DE OLIVEIRA ARARIPE MARIANA MENDES SBERVELHERI

CHICARIMBÓ

ALESSANDRA LOBO DOS PRAZERES

CIA TDAH - COMPANHIA DE TEATRO DE AMADORES HIPERATIVOS

ANA CAROLINA CONCEIÇÃO

CIRANDA

LARISSA DE ASSIS SOUZA OLIVEIRA CAREM TAMIRES OLIVEIRA DOS SANTOS


CIRCULANDO CONHECIMENTO: TECENDO SABERES COM A REDE PÚBLICA DE ENSINO


MARIA AURISTELA BARBOSA ALVES DE MIRANDA KÁTIA OLIVEIRA DA SILVA

DÉBORA CRISTINA SALES DA CRUZ VIEIRA FABRÍCIO DIAS ABREU

JOANNA DE PAOLI

LOYANE GUEDES SANTOS LIMA LUANA DE MELO RIBAS

MARIA DO SOCORRO MARTINS LIMA

CLT DAS MULHERES INVISÍVEIS

LEOMARA OLIVEIRA SILVA

CLUBE DE LEITURA: "SÓ MAIS UMA PÁGINA!"

RODRIGO SILVA DE SANTANA POLLYANA FERREIRA SOUSA SAMPAIO

CLUBE DO LIVRO DA EC 54 DE TAGUATINGA

GLEICE ALINE MIRANDA DA PAIXÃO


COLETIVO AURORA

JÚLIO CÉSAR DE LIMA NOVAIS ANA CLARAANNA JÚLIAAMANDALUCCA

COLETIVO EDUCAÇÃO PELA ARTE

NELSON LATIF FAKHOURI FILHO ISABELLA MAGALHÃES ROVO DIAS VICTOR HUGO BATISTA

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MARCELO LIMA CAMPOS

SANDRO LUIZ DE AZEVEDO ALVES ISMAEL SILVA RATTIS

COMBATE AO BULLYING E CYBERBULLYING

POLLYANA SUERLEI GALDINO PEREIRA

CONCOURS JEUX OLYMPIQUES ET PARALYMPIQUES PARIS 2024:

FLAMME CRÉATIVE

LUZIA ALESSANDRA PINHEIRO

CARLA CRISTINA CAMPOS BRASIL GUIMARÃES

CONCURSO DE REDAÇÃO DO SINPRO-DF

SECRETARIA DE IMPRENSA E DIVULGAÇÃO DO SINPRO-DF


CONFLUÊNCIAS DE EDUCAÇÃO POPULAR

RIAN VALADARES ALVES

BEATRIZ DA CONCEIÇÃO ALMEIDA RAQUEL CECÍLIA VIEIRA DOS SANTOS

CONSCIENTIZAÇÃO TEM COR? É LARANJA.

NÚBIA DIAS DE ABREU

CONSTRUINDO SABERES MATEMÁTICOS COM LUDICIDADE POR MEIO DA CAIXA MATEMÁTICA ESCOLAR

MÁRCIA DE FREITAS ROCHA

CONSTRUINDO UM NOVO OLHAR

MARIA CLARA DE ANDRADE

CONTAR HISTÓRIAS, CONSTRUIR SABERES: A INFLUÊNCIA DO

LÚDICO NA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA.


DAYANA TAINÁ ALVES DA SILVA

CONTAR, CANTAR E RECONTAR

MARLENE RODRIGUES

CORAL VOZ&SENTIMENTO

ALCIONE EUGENIA DA COSTA LUCENA RONALDO ABDALLA DE VASCONCELOS

CORPOS QUE SENTEM: A DANÇA COMO EXPERIÊNCIA SENSÍVEL E INVESTIGATIVA.

CRISTIANE DA COSTA CASTRO


CRIATIVIDADE EM MATEMÁTICA E EM GEOMETRIA: UMA OFICINA DE ORIGAMI PARA ESTUDANTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL I


LILIAN TATIANE SOUZA DIAS


CUIDAR É ENSINAR: SAÚDE QUE TRANSFORMA


JULIANA CÂNDIDA PEREIRA JAQUELINE PIMENTEL


CULTIVAR, CUIDAR E COMPARTILHAR: SABERES E PRÁTICAS DO CAMPO NA ESCOLA


LEANDRO SALES SILVA DILSON GERALDO BORGES

NEIDE APARECIDA RODRIGUES

NEUZA CLAUDIA PEREIRA ANDRADE DA LUZ JOSI MELO DO NASCIMENTO ALVES

ÉVELIN DIAS REIS DOS SANTOS

CULTURA DA PAZ: TRABALHANDO OS SENTIMENTOS

IONÉLIA MOUREIRA SOARES

CULTURA DE PAZ NA ESCOLA

MARA DE ANGELIS GOMES

CULTURA DE PAZ NO CEEDV COM BASE NOS CÍRCULOS DE CONSTRUÇÃO DE PAZ (ADULTOS E FAMÍLIAS) E GESTÃO DAS EMOÇÕES (CRIANÇAS).

SILVANA HELLEN DA SILVA RODRIGUES LUCIANA DIAS DA CUNHA

GEOVANE ALZIRO FRÓES LIMA EVERALDO GRAMACHO DE SOUSA

CULTURA DE PAZ PELA PALAVRA: LITERATURA E PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

PEDRO HENRIQUE ELIAS DE ALBUQUERQUE

CUPCAKE ENGLISH LAB - OFICINA GASTRONÔMICA

FERNANDA SANTOS TEIXEIRA


CURRÍCULO EM MOVIMENTO: ESCOLA EM AÇÃO

DAYANNE PEREZ AVILA JUSSARA CORDEIRO LIMEIRA LÍLIAN CRISTINA DE MACÊDO

CURSINHO POPULAR CEILÂNDIA NORTE

JOÃO ANTÔNIO GOUVEIA E SILVA LUIZ CARLOS CORREIA DE JESUS


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CURSO BIOÉTICA, EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS

MARIANNA HOLANDA ANA JÚLIA TOMASINI FELIPE MEDEIROS IZABELA A. CAIXETA MARIANA SIQUEIRA RUDHRA GALLINA

CURSO DE FORMAÇÃO DE FORMADORES RECORTE AQUI, COLE ACOLÁ:

SCRAPBOOK NO ENSINAR - MÓDULO 2


LAÉCIA MARIA DE ARAÚJO GONÇALVES

CURSO EAPE - GUIANDO PARA O FUTURO

BRUNO MOREIRA BORGES DE CASTRO

DATILOLOGIA COM VALÉRIA

AMANDA VIEIRA ALVES

DENTRO DA TEMPESTADE: UM ESPETÁCULO DE DANÇA E DIVERSIDADE

LEONARDO LIMA DOURADO

DF&AFRO FESTIVAL

ANA PAULA ALVES DOS REIS

DIA NACIONAL DE ZUMBI E DA CONSCIÊNCIA NEGRA

CARINA RODRIGUES LOBATO

DIÁRIO DE IDEIAS: UMA EXPERIÊNCIA TRANSFORMADORA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS


LUCINETE TEIXEIRA DOS SANTOS SAMPAIO CRISTINA MASSOT MADEIRA COELHO LUCIANA SOARES MUNIZ

DIREITO À CIDADE

ALISSON RAFAEL DE SOUSA LOPES

DO BERIMBAU À CONSCIÊNCIA: CAPOEIRA COMO CAMINHO PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA E AFRO- BRASILEIRA.


PATRICK PEREIRA

DOCÊNCIA DIGITAL CRÍTICA NA EDUCAÇÃO INTEGRAL: FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A PRÁXIS PEDAGÓGICA

SYLVIA MARTINS SOUTO COSTA ERIKA RODRIGUES DE FREITAS


DRAMATURGIAS PERIFÉRICAS NA SOCIOEDUCAÇÃO:

A PEDAGOGIA DOS LETRAMENTOS E VOZES DE ADOLESCENTES EM RESTRIÇÃO DE LIBERDADE


JOSÉ NILDO DE SOUZA SUPERVISÃO NUEN/UIBRA CORPO DOCENTE NUEN/UIBRA


DRAMATURGIAS PERIFÉRICAS NA SOCIOEDUCAÇÃO: A PEDAGOGIA DOS LETRAMENTOS E VOZES DE ADOLESCENTES EM PRIVAÇÃO DE LIBERDADE


FÁBIO DAMASCENO WESLEY MARCOS DIAS

LEONARDO ALVES FERNANDES

ROZANE MENDONÇA CARDOSO DE MORAIS JOSÉ NILDO DE SOUZA


EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO

BÁRBARA DO PRADO


EDUCAÇÃO AMBIENTAL, SUSTENTABILIDADE, INCLUSÃO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL


VALÉRIA PEREIRA SOARES

LOHANE BEATRICE OLIVEIRA LUNIER CARLA ESTHER REIS S. FEITOSA FÉLIX THAÍNARA CHIRLE COIMBRA DE SALES FABIANA DA SILVA SANTOS

LETÍCIA VENTURA DOS SANTOS ABREU CLAUBER TEOFILO DE VASCONCELOS JULIANA AIRES BARBOSA RIBEIRO ALINE RAISSA JOSÉ DE SOUZA HILLARY BRUNELLY PEREIRA MENDES

EDUCAÇÃO COM MOVIMENTO NO CEI 04 DE TAGUATINGA

OLDAIR JOSÉ DE SOUZA FIÊNIA A. CARLOS

EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL


RELVA NATALIA TORRES FIGUEIRA


EDUCAÇÃO FISCAL EM AÇÃO: ÉTICA TRIBUTÁRIA E CIDADANIA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL

NATANAEL SILVA DE ASSIS GLEIRIANE NASCIMENTO GOMES


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EDUCAÇÃO FÍSICA E TERAPIA BASEADA EM LEGO- UM PROJETO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRAL PARA CRIANÇAS NEURODIVERGENTES.


FRANCISRAY MORAES BRANDÃO


EDUCAÇÃO INTEGRAL "DIVERSIDADE DE SABERES"


EDMAR NUNES DOS SANTOS RENATA DE ALMEIDA MARCELINO

LAIANA AGUIAR DOS SANTOS MIRANDA


EDUCAÇÃO LIBERTADORA E UTOPIA EM FREIRE: REFLEXÕES EM TORNO DA PESQUISA EM EDUCAÇÃO


PROFESSORA DRA. MARIA CLARISSE VIEIRA ANA PAULA LOPES FERREIRA

ANA ROSÁRIA BORGES DE FARIA HELIANE BRAGA COELHO JOAQUIM DE SOUZA JÚNIOR

LARISSA SILVA DO NASCIMENTO DRAGO LUCIMAR FERREIRA DA SILVA MENEZES TEREZA CRISTINA NUNES DE PAULA DA SILVA


EDUCAÇÃO PRÉ-VESTIBULAR GRATUITO


VÍTOR LUÍS DOS SANTOS ULLMANN LAMÔNI PATRIOTA DE CARVALHO

NALANDA CRISTINE SILVAMATHEUS BISPO ORNELAS


EM PRETO E BRANCO

EMANUELLE MENDES DAS CHAGAS


ENSAIO FOTOGRÁFICO – "TENHO ORGULHO DE SER QUEM SOU"


GLAUCIA PALOMA DUARTE DOS SANTOS CÁSSIA RODRIGUES DOS SANTOS INGRID GALIZA DE FREITAS

LIDIANE SOUZA LEÃO MAYARA FRANCA MOREIRA

MANUELA MUGURUZA DE MORAES ROBERTO COSTA SCHIAVINI ANGELITO NUNES DA FONSECA


ENSINAR COM MÚSICA: PRÁTICAS INCLUSIVAS NO CENTRO DE ENSINO ESPECIAL DE PLANALTINA DF

CAMILA SOARES DE CASTRO KATIA CRESSENCIO


ENSINO DE ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA


JAILSON ARAÚJO CARVALHO


ENTRADA CULTURAL

GRACILENE PAIVA ARAUJO FÁTIMA LUIZA


ENTRE FALAS E SILÊNCIOS: UM PROTOCOLO EDUCACIONAL INSPIRADO NAS VOZES DE ESTUDANTES AUTISTAS


PRISCILA CAROLINE VALADÃO DE BRITO MEDEIROS GERSON DE SOUZA MÓL


ENTRE SONHOS E PALAVRAS: O CÍRCULO DE CULTURA COMO PRÁTICA ALFABETIZADORA NA EJA


INGRID LOUIZE NASCIMENTO DOS SANTOS


ENTRELAÇANDO EMOÇÕES COMO MEIO DE INCLUSÃO E COMBATE AO CAPACITISMO


MICHELLE SALES CORREIA


ERA UMA VEZ...

ALISSON CHAGASMARIA ELIZABETE FERREIRAISIS GOMES


ESCOLA E COMUNIDADE EM AÇÃO – CONSTRUINDO UM TERRITÓRIO EDUCATIVO SUSTENTÁVEL

STEPHANIE MARINA CARDOSO ARAÚJO DUARTE ARLET ADRIANE MODESTO VIEIRA


ESCOLA NA REAL!

MARCOS ANTONIO LIMA DOS SANTOS

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ESCOLA SUSTENTÁVEL: UMA NOVA GOVERNANÇA EDUCACIONAL EM REDE BASEADA NA TERAPIA DA APRENDIZAGEM CRIATIVA E NA PEDAGOGIA DA APRENDIZAGEM CRIATIVA SUSTENTÁVEL


CLAUDIA FERNANDES NUNES DE MENEZES


ESCREVA A SUA HISTÓRIA

HULDA RODE ALVES AMARAL


ESCREVER E TRANSCREVER: UMA PONTE POSSÍVEL ENTRE A LÍNGUA PORTUGUESA E O SISTEMA BRAILLE DE LEITURA E ESCRITA.


RENATA COELHO DA SILVA

FÁBIO HENRIQUE ZÓZIMO DA COSTA


ESPAÇO S.E.R. – SENTIR, EXISTIR E RESISTIR

MÔNICA FÉLIX SILVEIRA


ESPERANÇAR: VOZES QUE ACREDITAM, SONHOS QUE INSPIRAM.

GRAZIELLE MOTA GOMES DOS ANJOS NÁDIA LAYSE RAMOS FERREIRA RÚBIA ESTEFÂNIA PINTO DA SILVA HELLEN DA SILVA MELO

IZABELLA VIANA MATOS

ELEM MARIANE DA COSTA SOARES


ESPORTE NA ESCOLA: BRINCAR, APRENDER E CONVIVER EM MOVIMENTO


MARINO SÉRGIO RODRIGUES


ESSA É A MINHA HISTÓRIA - EMMPARQUE

ANA RAQUEL DE MESQUITA GARCIA BRUNO DE QUEIROZ COSTA


ESTOU AQUI — ACERVO/MUSEU DE ARTE INFANTIL DA ESCOLA PARQUE 313/314 SUL


HUGO NICOLAU VIEIRA DE FREITAS


EU DIGITAL: TECNOLOGIAS E IDENTIDADE

OTÁVIO NEVES


EUREKA! CIÊNCIAS EM AÇÃO: FILTRAGENS E DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA NO DISTRITO FEDERAL E O PAPEL DO CERRADO NO ABASTECIMENTO HÍDRICO.

VANESSA AGUIAR

SIMONE DA SILVA NISHIYAMA DE ALMEIDA JOANA PISKE DALMORO

ANDRESSA REJANE MOREIRA.


EXPLORANDO SABERES- RELATO DE EXPERIÊNCIAS

JELMA ALVES MOTA LIMA


EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA INVISÍVEIS

MARCO ANTONIO RAMOS MOTA


EXTRAÇÃO E COMBATE


FRANCISCO VALDEVINO SOBRINHO DANIEL RODRIGUES DE OLIVEIRA LÚCÍLIA ZEYMER ALVES CORREA SANDRA BEATRIZ CARVALHO PEREIRA


FAÇO BONITO E PROTEJO O MEU CORPINHO.

LAURENY CARLA SEVILHA CASTRO NILÉIA SOUSA SILVA DE CARVALHO


FALA GAROTA

ALINE EVELYN TOMAZETTE TATYANE EMÍDIO


FALANDO DISSO: CAMINHOS PARA A PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA DE GÊNERO

CLARA OUTEIRAL TAVEIRA CLARA ALVES DINIZ

LETÍCIA ANDRADE MOREIRA PIRES

FAMÍLIA NA ESCOLA

GEOVANA FERREIRA DE OLIVEIRA FABIANA SENA BORGES

FEST MUSIC

WALLISON DOS SANTOS SOARES


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FESTA JUNINA COM INCLUSÃO

JÚLIA REINO SOUZA DE OLIVEIRA JANAÍNA LUIZA RIBEIRO DE MELO

FESTIVAL DE CURTAS DO SINPRO ADÉLIA SAMPAIO

RAIMUNDO KAMIR LETÍCIA MONTANDON

FESTIVAL DE CURTAS METRAGENS DO CENTRO DE ENSINO MÉDIO 02 DE BRAZLÂNDIA

MARCOS ACLÉSSIO CARVALHO SOUSA SINTIA SIMONE DE SÁ

FESTIVAL DE DANÇA E MÚSICA DO CED 06

VALTER HALYSON LEAL SILVA OSVALDO LIMA

FOLCLORE EM QUADRINHOS: HISTÓRIAS BRASILEIRAS NO SCRATCH

SHÊNIA BASTOS DAIANE S. FERNANDES

MARIA DA CONCEIÇÃO D. FERREIRA

FORJANDO A TESSITURA DE HAIA - 2024 CAROLINA MARIA DE JESUS

NESLEN ROSA DUARTE TATIANA MARTINS TAVARES


FORMAÇÃO DE LEITORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS NO AMBIENTE ESCOLAR

AURENI ORNELES TEIXEIRA BARCELOS EDNÁLIA MATOS DE OLIVEIRA

EDNA D' ABADIA ROSA GOMES DO CARMO GIORGIA EDRYSSE PAIXÃO DE QUEIROZ MARLUCE MOREIRA

FORMAÇÃO PARA ALFABETIZADORES(AS) E EDUCADORES(AS) DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS TRABALHADORES(AS)

ERLANDO DA SILVA RÊSES MARIA MADALENA TORRES PEDRO DE OLIVEIRA LACERDA MAGNÓLIA PEREIRA DE MOURA


FORMATURA

QUEREM BARBOOSA DE OLIVEIRA SANTOS ARIELA CARIN RODRIGUES MAYNHOME ALINE DA SILVA FERREIRA

DANIELE CRISTINE FIGUEIRA CABRAL


FORTALECENDO VÍNCULOS E EMOÇÕES NA INFÂNCIA

FRIZETE DE OLIVEIRA HERBENIA OLIVEIRA SANTOS ROSANE SILVA JATAHY ANDRÉA SOUSA RIBEIRO

FORTALECIMENTO DA MUSICALIZAÇÃO E ARTES NA COMUNIDADE DE SÃO SEBASTIÃO

KEULA MARIA DE ANDRADE RODRIGUES JOALDO BARRETO

GEISE DE FÁTIMA DO C. REIS


FRONTEIRAS

GIGLIOLA CÓRDOVA


GAMIFICAÇÃO EM SALA DE AULA: UMA ODISSÉIA TEMÁTICA


RAÍSSA CAVALCANTE MADOZ


GAZETA DO OITAVO: INTEGRANDO MUNDOS POR MEIO DA INCLUSÃO DIGITAL


LUANA DA SILVA OLIVEIRA


GENPEX: A EDUCAÇÃO POPULAR COMO PRÁXIS TRANSFORMADORA NA ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PARANOÁ/ITAPOÃ.


GRUPO DE ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO POPULAR E ESTUDOS FILOSÓFICOS E HISTÓRICO-CULTURAIS (GENPEX), REPRESENTADO POR SEUS LÍDERES:

PROF. DR. RENATO HILÁRIO DOS REIS PROF. DR. LUCAS MOREIRA.


GEPHISC NO DISTRITO FEDERAL: CONSTRUÇÃO DE SABERES EDUCACIONAIS PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL


DANIELE NUNES HENRIQUE SILVA FABRICIO DIAS DE ABREU

MARINA TEIXEIRA MENDES DE SOUZA COSTA FABIANA LUZIA DE REZENDE MENDONÇA


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GIRASSÓIS, UM PLANTIO VIÁVEL COM POUCA DISPONIBILIDADE HÍDRICA

LAURA CHRISTINA CORRÊA DA COSTA ANA TEREZA R. DE J. FERREIRA


GIRASSOL: UM SOL QUE SE PLANTA

ROGÉRIO ALVES DURÃES SERGIO MARINO


GOTAS DO FUTURO


ADELINA DE OLIVEIRA FREIRE DAIANNE M. B. DA SILVA REGINA B. DE S. CARDOSO RIZOMAR MARIA GONÇALVES


GUARDIÕES DA FAUNA

LUANDA MARQUES DE ARAÚJO SILVA


GUIANDO PARA O FUTURO: TUDO SOBRE PAS, ENEM E VESTIBULAR


BRUNO MOREIRA BORGES DE CASTRO


HIDROTEC: CONECTANDO ÁGUA, TECNOLOGIA E CAMINHOS PARA O FUTURO


WANDERSON FERNANDES SANTOS MORAES ALVES DANIEL FERREIRA ALVES

LUÍS MIGUEL DA SILVA

MIGUEL ANTÔNIO RIBEIRO NUNES ÂNGELA MARIA MORAES DE SOUZA THAYLANE ARAÚJO BRITO ALVES


HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA, AFROBRASILEIRA E INDÍGENA

SAMARA FERREIRA DA SILVA GONÇALVES DOCENTES DO CEF CASEB


HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA

EDICARLOS ALVINO DA SILVA


HISTÓRIA, TRAÇOS E VERSOS, UMA TRILHA INTERPRETATIVA PELOS POEMAS DE VINICIUS DE MORAES E NICOLAS BEHR


GLAUCIA PALOMA DUARTE DOS SANTOS EDIJANE AMARAL SILVA

CÁSSIA RODRIGUES DOS SANTOS JÚLIA LACERDA DE SOUZA MAYARA FRANCA MOREIRA ROBERTO COSTA SCHIAVINI ANGELITO NUNES DA FONSECA


HISTÓRIAS DO QUADRADINHO


RODRIGO FRANCISCO DE ARRUDA BUENO HERBERT SAÚL RODRIGUES BONFIM


HISTÓRIAS E MEMÓRIAS: DAS FOTOS REVELADAS COMO FONTES HISTÓRICAS E INSTRUMENTOS DE PROMOÇÃO DE INCLUSÕES


VANESSA DE JESUS QUEIROZ


HOMENAGEM

LUCIANA CORDEIRO LIMEIRA


HORTA ACESSÍVEL E SUSTENTÁVEL: INCLUSÃO, EDUCAÇÃO E TERAPIA NO CULTIVO AGROECOLÓGICO

JOSIMARA DE SOUSA SILVA SABRINA VIEIRA CARDOSO


HORTA NA ESCOLA

MARYBETH FARIA MACHADO

HORTA PEDAGÓGICA E JARDIM FLORESTAL


HENRIQUE BARRETO BORGATTO FERNANDO HENRIQUE FERNANDES SUIÁ TAVARES

HERMANO BRAGA DE FREITAS LAUTARO WLASENKOV

MAYRA MIRANDA DE OLIVEIRA JOAQUIM GUILHERME ARAÚJO NETO

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HELDER AGOSTINHO SPANIOL DAVI ABREU PEREIRA DE OLIVEIRA ELIACI TERTO DE AMORIM

MANU CASTELO BRANCO DE OLIVEIRA CARDOSO FERNANDA ARIAS DE OLIVEIRA

SÔNIA SANT'ANNA DE ARAÚJO CACILDO VIEIRA


I SEMINÁRIO ANTIRRACISTA DO CED 01 DO RIACHO FUNDO II

ADEIR FERREIRA ALVES

JÚLIO CÉSAR DE SOUZA MORONARI JONAS GOMES FREIRE


II ENCONTROS ROEDORES DE LIVROS DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL


ANA PAULA BERNARDES ADRIANO JOSÉ COSTA AFONSO ADRIANA PEREIRA FRONY

ANA CLÁUDIA DA SILVA ANDRÉIA MATTOS DE CASTRO CARLOS CAUÃ DA COSTA SAMÔR CATARINA PACHECO RODRIGUES CÉLIO CALISTO BANDEIRA CLÁUDIA LEITE PEREIRA BUENO

DANIELLY VITÓRIA BARBOSA PEREIRA JOAQUIM LUCAS SOARES NASCIMENTO MARIANA LUÍSA SOARES NERY MARMENHA MARIA RIBEIRO DO ROSÁRIO NATALLY BATISTA DA SILVA

SARA DA CONCEIÇÃO

WELLINGTON DOS SANTOS ARAÚJO

Vivências e Diálogos periféricos.

ROSA MARIA DA SILVA

ETEL NÚCIA OLIVEIRA MONTEIRO


III SEMANA DE LA HISPANIDAD

PAULA DE OLIVEIRA COSTA

MAYARA WANNESCHKA FERREIRA SANTOS MYLLENA SANTOS


INCLUSÃO DE FATO

MARIA EUNILZETE NETO


INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS NO ENSINO SUPERIOR. EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO COM LICENCIANDO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AUTISMO


LUCY DE ALMEIDA OLIVEIRA


INCLUSÃO: "MINHAS MÃOS FALAM”- INTRODUÇÃO À LIBRAS


VANESSA DE ABREU SANTOS CYPRIANO


INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: UNIVERSIDADE NA ESCOLA E A ESCOLA NA UNIVERSIDADE.


ISABELLA ALVARENGA LOBO FRAZÃO ROGÉRIO ALESSANDRO DE MELLO BASALI PARCERIA COM A CAPES.


INICIAÇÃO CIENTÍFICA

PHILIP FERREIRA ARYANNE MENDES LUCAS GARCIA


INOVACIÊNCIA: INTEGRAÇÃO DIGITAL E PESQUISA PARA O FUTURO ESCOLAR


MARILIA DOS SANTOS PINHEIRO


INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO: PRÁTICAS

RICARDO LIMA PRACIANO DE SOUSA MARCIO LUIZ DIAS

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PEDAGÓGICAS PARA O SÉCULO XXI



INTERFACES E POSSIBILIDADES ENTRE EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO AMBIENTAL


LOHANNE BEATRICE OLIVEIRA LUNIER VALÉRIA PEREIRA SOARES

HILLARY BRUNELLY PEREIRA MENDES JULIANA AIRES BARBOSA RIBEIRO THAÍNARA CHIRLE COIMBRA DE SALES


INTERLOCUÇÕES PEDAGÓGICAS: CAMINHOS PARA 2025, EMBARQUE IMEDIATO!


ALESSANDRA LISBOA DA SILVA ILDENICE LIMA COSTA GRAZIELA PEREIRA GONÇALVES NÚBIA JANE FREIRE VIEIRA

ADRIANO MOURA NERADIL (IN MEMORIAM)


INTERVEMJUNTOS


CLEIDIANE TOLENTINO DOS SANTOS VILENE CARNEIRO DOS SANTOS PALOMA DE SOUZA SANTOS MARIANA LOPES PINTO

MARIA APARECIDA BRITO


INTERVENÇÃO E PRÁXIS EDUCATIVA: UM CAMINHO COLETIVO PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE BUCAL NO AMBIENTE ESCOLAR PÚBLICO - SOBRADINHO II


ROBERTA SANTOS ÁVILA THOMÉ

ROSANA CARNEIRO MARINHO DE CASTRO WAGNER GOMES REIS

INVENTÁRIO SOCIAL, HISTÓRICO, CULTURAL E AMBIENTAL DA ESCOLA CLASSE SÃO BARTOLOMEU: RAÍZES VIVAS DE MEMÓRIAS, SABERES E IDENTIDADES DE UMA EDUCAÇÃO DO, NO E PARA O CAMPO


ADRIANA ABREU DE MORAES ANA CLAUDIA GAMA COSTA ANA VITORIA RIBEIRO DE MELO ANGELICA DOS SANTOS

AURELICE DA SILVA VASCONCELOS CARLOS EDUARDO LOPES DE OLIVEIRA CAROLINA DE JESUS LIMA

CINTIA DOS SANTOS CLEITON RODRIGUES CAMOS CRISTIANE PEREIRA DA CRUZ

CRISTINA DOS SANTOS GUIMARAES EDILENE MARQUES DA SILVA SERAFIM EDVALTO DE ALMEIDA SILVA FABRICIO CRISTIANO DAMASCENO PHELIPE MATHEUS DA SILVA FRANCISCA DE OLIVEIRA ANDRADE GEICIELE HONORIO DA SILVA IDACIANA FERREIRA DE SA

IVONE BASTINA LOPES FIGUEIREDO JANDEILSON GONÇALVES DOS SANTOS JARLENE MENEZES DA SILVA

JESSICA BATISTA DE SOUZA JOÃO PAULO OLIVEIRA DE PAULA JUSCELINO LUZIA REIS

ISMAEL RIBEIRO DA SILVA

LEANDRO FRANCISCO DO NASCIMENTO ALVES LUCIANA CRISTINA MIRANDA DO NASCIMENTO LUCIANA LAURENTINA BEZERRA PESSOA MARIA RITA MELO DOS SANTOS

MARIA TELMA BATISTA RODRIGUES DE SOUZA MARIA THEODORA RODRIGUES DA

MARLY ALVES DE OLIVEIRA NEUSA VIANA MORAES REGINALDO FERREIRA DA SILVA

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SILVANO PEREIRA CARDOSO SOLANGE SOUSA DE FREITAS TAINÁ CATELLI

TATIANA DA SILVA CARVALHO THAYSSA ARAÚJO MENDES WILLIAM ROSA DE JESUS


JARDIM DA LUGAR, LUGAR DE EXPERIÊNCIA E APRENDIZAGENS.


ELIEGE SILVEIRA DE MORAIS JANAINA SANTANA COUTINHO JANAÍNA RODRIGUES DA SILVA JOSICLEIDE DE JESUS BARBOSA KARINA LISBOA BARBOSA KÁTIA DE SOUZA BRAGA

LAURA DA SILVA ARAUJO LWANA MARTINS DUARTE

MARIA DERLANE VIANA DA SILVA PATRÍCIA NOGUEIRA CUNHA PATRÍCIA OLIVEIRA ELIAS


JICEFINHO - JOGOS COOPERATIVOS DO CEF 306 NORTE

PEDRO PIMENTEL SEABRA


JOGOS DA SUSTENTABILIDADE: JOGANDO PELO FUTURO

BRUNA PAIVA E DANILO FALCÃO


JOGOS: UMA AVENTURA MATEMÁTICA


ADRIANA NUNES DE BRITO ARAUJO ADRIANO FERREIRA DA SILVA CATIA DA SILVA FERREIRA

ESTELA SOUSA DE ALENCAR FLAVIA SOUSA REIS GABRIELE DA SILVA ALVES

MATHEUS FILIPE ARAUJO DE ALMEIDA RENATA CARDOSO DE OLIVEIRA RENATHA LUIZA SUCENA MACIEL


JORNADA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA


THIAGO FRAGA ALEXANDRE

ADRIAN YURI PONCE DE LEON Y TOBIO JOÃO VITOR DA COSTA DE OLIVEIRA

JUVENTUDES EM MOVIMENTO: CURSO DE FORMAÇÃO DE AGENTES POPULARES DE SAÚDE DAS JUVENTUDES DO DISTRITO FEDERAL (AGPOPSUS-JUVENTUDES/DF)


COORDENADORES E AUTORES DO PROJETO:

  • OSVALDO PERALTA BONETTI

  • ROZÂNGELA FERNANDES CAMAPUM

  • LUCAS MACHADO GAIO

  • PIETRA SOARES DA SILVA

  • RAFAEL LUIZ LIRA DE LUNA

  • MARCOS ANTÔNIO RESENDE DA SILVA


    EDUCADORES - MOVIMENTOS SOCIAIS:

  • MAM - MOVIMENTO PELA SOBERANIA POPULAR NA MINERAÇÃO - MATHEUS VINICIUS OLIVEIRA DAS NEVES

  • MTD - MOVIMENTO DE TRABALHADORES POR DIREITOS –LUIZ FELIPE BATISTA DE ANDRADE CABOCLO

  • COLETIVO AROEIRA – ISABELA NEVES GALVÃO MARTINS

  • LIGA ACADÊMICA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E COM. (FCE-UNB) - PEDRO EMANUEL DO NASCIMENTO FERNANDES

  • MOVIMENTO AMORA - MOVIMENTO POPULAR POR MORADIA DO DF – MÁRCIA DE CARVALHO TORRES COSTA

  • COLETIVO SAÚDE NAS QUEBRADAS – FÁTIMA APARECIDA DO CARMO RAVENA CARMO

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  • CENTRO DE FORMAÇÃO DE CULTURA E EDUCAÇÃO NAÇÃO ZUMBI - MAURICIO DE JESUS OLIVEIRA

  • JUVENTUDE KIZOMBA – BEATRIZ DA ROCHA NOBRE CAVALCANTE

  • MATR SOBRADINHO - OFICINA VIOLÃO – LÚCIO MAURO MONTEIRO

  • PEDAGOGINGA – FILIPE DAVI CARDOSO DOS SANTOS

  • SAMBA NO PÉ E PROJETO BAOBÁ – VALÉRIA AMARO BONIFÁCIO

  • NÚCLEO DE FORMAÇÃO POPULAR FAMÍLIA HIP HOP –ALEX MARTINS SILVA

  • CENTRO DH-CENTRO BRASILIENSE DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS DO DF – WILLIAM OLIVEIRA DOS SANTOS

  • GRUPO ESTRUTURAÇÃO – MARIFAINY MENDES DA SILVA

    RESIDENTES DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM ATENÇÃO BÁSICA DA FIOCRUZ BRASÍLIA:

  • LETICIA DIAS ALBUQUERQUE

  • BRUNNO RODRIGUES LEITE

  • JENNIFER LIMA BATISTA CERQUEIRA

  • LUIZ FERNANDO SILVA NASCIMENTO

  • LUCILEIDE DOS SANTOS DE MELO

  • LETÍCIA FELIX DE SOUZA

  • VITÓRIA MACEDO DE CARVALHO

  • KETHEN DANDARA PAIVA COATIO

  • WELLINGTON MONTEIRO FERREIRA

  • ISABELA DE ALMEIDA MENEZES

  • MARIA EDUARDA FREITAS DE LIMA

  • KELLYANE TORRES DA SILVA

  • JOÃO VICTOR SOUZA FERREIRA


LABORATÓRIO ATIVO: UMA PROPOSTA INOVADORA COM ABP E TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA O CURSO TÉCNICO EM SECRETARIA ESCOLAR


WANESSA DE CASTRO


LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA MÓVEL E VIRTUAL

BRUNA DE SOUSA DE OLIVEIRA


LABORATÓRIOS E SIMULADORES VIRTUAIS NO ENSINO DE FÍSICA: PERSPECTIVAS DE INCLUSÃO PARA ESTUDANTES COM AUTISMO


RAFAELA FARIAS PEREIRA LETÍCIA NUNES COELHO

ALESSANDRA FERREIRA ALBERNAZ MARIA LICIA DE LIMA FARIAS


LEITURA EDUCACIONAL - MALA DO LIVRO

EDILAMAR DE SOUZA E SOUZA CORREIA


LER É VIVER

THIAGO CORREIA BEZERRA MARIA SIMARA VANIA


LETRAMENTO EM LIBRAS PARA PESSOAS IDOSAS

VERONICA LIMA DA FONSECA ALMEIDA


LINGUAGEM DO CINEMA NA ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSO

CENTRO DE EDUCAÇÃO PAULO FREIRE DE CEILÂNDIA


LINGUAGENS EM CONEXÃO: EDUCAÇÃO, CULTURA E PERTENCIMENTO


LUCIANE VANELJ MENDES DAS VIRGENS WANDERSON ROSALVES DE SOUSA FILIPE CAMPIS NUNES DE SOUZA


LITERATURA NÃO COMO MERA REPRESENTAÇÃO:


PAULO HENRIQUE DA SILVA SANTOS

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LITERATURA COMO VIDA INCESSANTEMENTE RENOVADA DE NASCITIVIDADE



MALUNGAGEM: BRINCAR E RESISTIR


WALÉRYA CHRISTINA OLIMPIO CHAGAS HELENA NISA DA ROSA


MANUAL ANTIRRACISTA


ALANA DE AZEVEDO SILVA GABRIELA RABÊLO DE ARAÚJO LUCIANO LOPES MACHADO

MELISSA JORDANA RODRIGUES NAVES


MARKÃO ABORÍGINE - POESIA EM COLETIVO

MARCUS AURÉLIO DANTAS DA SILVA


MEDIAÇÃO E EXPERIÊNCIA EM ARTE COM ESTUDANTES DA EJA


TATIANE CONCEIÇÃO DA SILVA ROMEU


MEDIAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIOCULTURAL

ELDEMES RAMOS E DALVA MARTINS


MEIO AMBIENTE

ALINE BOTELHO ARRUDA


MELHOR FAZER AMIGOS, QUE FAZER BULLYING! A IMPORTÂNCIA DA EMPATIA PARA PROMOVER UMA CULTURA DE PAZ.


JULIENE SARDINHA FARIAS SILVA


MEU PLANETA, NOSSA CASA - SEMEAR E CRESCER


RENATA MARIA BARBOSA ARAÚJO QUEIROZ GABRIELA MARIA SIMÃO PEDREIRA GALLETTI LUIGI BARBIERI GERODETTI


MINHA BIOGRAFIA IMPORTA – SER, JÁ SOMOS


KEULA MARIA DE ANDRADE RODRIGUES SILVIA HELENA ALVES DOS SANTOS SIMONE DOS SANTOS VICENTE


MINHA HISTÓRIA, MEU LIVRO: TECNOLOGIAS DIGITAIS COMO FERRAMENTA DE AUTORIA INFANTIL


NILSON VENANCIO RODRIGUES


MINIDOCUMENTÁRIO: A HISTÓRIA DO RACISMO.


ANA JULIA ROSA DOS SANTOS LUCAS MENDES DE ARAÚJO

MARIA EDUARDA CARDOSO SANTOS MARIA LUÍSA ALMEIDA SILVA

THAYLA GABRIELLA GOMES DE MENDONÇA THIAGO HENRIQUE SOUZA DE MOURA


MINI GRÊMIO EM AÇÃO: FORMAÇÃO DE LÍDERES MIRINS E FORTALECIMENTO DA DEMOCRACIA ESCOLAR


ERIKA DOS SANTOS COUTINHO MONIQUE VIEIRA AMORIM BANDEIRA JOELMA AUGUSTO DE OLIVEIRA GISLÊLE APARECIDA FOGAÇA DA SILVA SELMA DE SOUSA SILVA


MINIMUNDO: UMA PROPOSTA DIDÁTICA DE TERRÁRIO FECHADO PARA ENSINAR O CICLO DA ÁGUA, A IMPORTÂNCIA DA SUA PRESERVAÇÃO E A MITIGAÇÃO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


VITOR HUGO ALMEIDA PORTELA BRUNO FRANÇA GANDARA JÚLIO BIBIANO DA SILVA NETO NATHAN DAVID FERNANDES LUÍZA DA SILVA LIMA

RAFAEL COELHO DANTAS


MITOLOGIA IORUBÁ: CONHECER PARA INTOLERANTE NÃO SER!

LUANA DE OLIVEIRA SANTOS

MARCOS PAULO DE OLIVEIRA SANTOS.


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MOSTRA DE ARTE


SABRINA MARQUES RIBEIRO DE SENA


MULHERES EXTRAORDINÁRIAS


IÊDA JERÔNIMO FERREIRA SIMORE FERREIRA COSTA MÁRIO SILVA DOS SANTOS GEORGE RODRIGUES RAMOS.


MULHERES NA EJA – DIÁLOGOS, EMPODERAMENTO E TRAJETÓRIAS DE APRENDIZAGEM


MÁRCIO JOSÉ COSTA MÁXIMO OLIVEIRA DE SOUZA

VALDINÉIA CORREIA PINHEIRO PRESTES LUCIMAR FERREIRA DA SILVA MENEZES


MUSEU DA SUPERAÇÃO: ARTE, INCLUSÃO E AFETO EM TEMPOS DE PANDEMIA


NÚBIA RODRIGUES PEREIRA SALES


NARRANDO O PASSADO, VIVENDO O PRESENTE PARA (RE)IMAGINAR FUTUROS POSSÍVEIS! : LETRAMENTOS DE RESISTÊNCIA, CRITICIDADE E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL


KLEBER APARECIDO DA SILVA


NARRATIVAS PARA A DIVERSIDADE

ADRIANA OLIVEIRA COSTA


NATUREZA EM FOCO

ELIANE ALVES SANTIAGO NATALLIA ORRÚ


NAVE - NÚCLEO DE APOIO AOS VESTIBULANDOS

REGINA RECALDE DA FONSECA COTRIM


NEGRO SIM, COM MUITO ORGULHO!


ONEIDE DE SOUZA RIBEIRO DOS SANTOS ELENICE ALVES

MARCIA CRISTINA BARBOSA DOS PASSOS OLIVEIRA

NEM SILÊNCIO, NEM AUSÊNCIA: O GRÊMIO EM APOIO À GREVE DOS PROFESSORES.


ANA CLARA SOARES MARTINS AMANDA RODRIGUES


NIVELAMENTO EM ESTATÍSTICA MATEMÁTICA


PROF. DR. LUCAS MOREIRA PROF. DR. RICARDO RUVIARO

PROF. DR. FELIPE SOUSA QUINTINO


NO LABI, BRINCANDO E APRENDENDO.


MARIA ANTÔNIA GONÇALVES DE SOUZA


NOSSAS REGRAS, NOSSO ESPAÇO

ANDREIA SOUZA CARNEIRO


NOSSO CERRADO

ALESSANDRA MARTINS NUNES


NÚCLEO DE DANÇA


PRISCILLA CALAZANS DE ANDRADE JOAQUIM GUILHERME ARAÚJO NETO WALESKA FERREIRA DUTRA

JOSÉ CAVALCANTE DE SOUZA NETO DAVI ABREU PEREIRA DE OLIVEIRA HELDER AGOSTINHO SPANIOL


O BÊ A BÁ DO BERIMBAU

THALISSON EURICO DE SOUSA MARINHO


O DECLÍNIO DA MOBILIDADE URBANA NO DF: UMA

MARCOS VINICIUS LEITE SOUSA

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ANÁLISE CRÍTICA



O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO CRÍTICO E CIENTÍFICO DOS ESTUDANTES COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO POR MEIO DA APRENDIZAGEM INVESTIGATIVA NO PARQUE ECOLÓGICO DO RIACHO FUNDO I


LILIAN TATIANE SOUZA DIAS


O DIÁRIO DO CHAVES - O MUSICAL

PRISCILLA CALAZANS DE ANDRADE


O FUTURO É INCLUSIVO


ANA PAULA RODRIGUES LIMA


O PORQUÊ DOS PARQUES


ANALIA CRISTINA LIMA DIAS ANDREZA DA CUNHA DE MELO BARBARA LUISA DE SOUZA PINTO CAROLINE DE SOUSA VERAS

CINTHIA APARECIDA GOMES DA NÓBREGA DE LUCENA

ELAINE CRISTINA ALVES VERSIANI FRANCIELLE TEIXEIRA BORGES JOEL SANTOS JUNIOR

LARISSA LAIS SILVA DA CUNHA MARIA DA CONCEICAO MARTINS MICHELLE MENDES DE ANDRADE RAFAELA DE CASTRO FERREIRA RAFAEL MARCOS DIAS DE SOUZA RAISSA SIQUEIRA LARA E SILVA SANDRA SOUSA DOS SANTOS


ODISSEIA CULTURAL

RICARDO JARDIM DE MEDEIROS


ODS EM FOCO: "JUVENTUDE E LINGUAGEM PELA MUDANÇA"


GIOVANNA CRISTINA GOMES FERREIRA


OFICINA DE BOLO DE TERRA: UM PROJETO QUE INTEGRA NATUREZA, CRIANÇA E COMUNIDADE EM UMA CONEXÃO AO TERRITÓRIO DO BRINCAR


ANA PAULA BARROS DE CARVALHO PAULA DA SILVA MOREIRA


OFICINA DE PERSONALIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA: CONHECENDO E VALORIZANDO O UNIVERSO INDIVIDUAL NO ENSINO E NA APRENDIZAGEM


ANTONIO DA COSTA NETO


OFICINA DE PRODUÇÃO BIOGRÁFICA - BRASÍLIA, 65 ANOS


LEANDRA DE OLIVEIRA BEZERRA


OFICINA DE SKATE


VINICIUS FERNANDES DE CARVALHO


OFICINA DO SABER: RESGATANDO APRENDIZAGENS POR MEIO DA LITERATURA


IZABEL SENA RIOS

AURIAM ESTEVES EVANGELISTA


OFICINA LABORATORIO DE TINTAS NATURAIS

STEFANIA FERNANDES DA CUNHA


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OLHARES EM CENA – JUVENTUDE, VOZ E IMAGEM

ALESSANDRA CAMPOS ROEPKE


ONU SIMULADA: UM MUNDO EM DIÁLOGO


JORGE ARTUR CAETANO LOPES DOS SANTOS

OS JOGOS DE LUTA CORPORAL COMO CONTEÚDO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA


RAFAEL SILVA DE SOUSA ALEXANDRE JACKSON CHAN VIANNA


P.Q.P. - PALAVRAS QUE PROVOCAM: ESCREVENDO O MEU LUGAR NO MUNDO


ANDRÉ PEREIRA DOS SANTOS


PALETA DA DIVERSIDADE


LAIANE MORAES DAMASCENO DEBORA EVELIN FERREIRA DA SILVA SABRINNA VIANA GUIMARÃES VALERIA MARQUES DA COSTA THAIS NERY SIQUEIRA DOS SANTOS ELEN GOMES AGUIAR

CAROLINE RIBAS PINHEIRO


PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA


DÉBORA CRISTINA SALES DA CRUZ VIEIRA KÁTIA OLIVEIRA DA SILVA


PASSAPORTE DA LEITURA: VIAGENS AO MUNDO DA IMAGINAÇÃO

VIVIANE CARDOSO DE JESUS SADÍ

ANA CAROLINA VIANA DIAS RODRIGUES


PASSES DE INCLUSÃO: RELAÇÕES INTERPESSOAIS E LUDICIDADE COM CURRÍCULO EM MOVIMENTO


ALCIONE EUGENIA DA COSTA LUCENA VERANICE RODRIGUES DE SANTANA DE MELO


PAULO CAVALCANTE: O ARTISTA BRINCANTE


CLEBER CARDOSO XAVIER HELOÍSA DE ABREU


PAZ NA ESCOLA

SIRLEIDES NERES DOS SANTOS


PEDAGOGIA WALDORF: A ARTE DE EDUCAR EM SINTONIA COM O CURRÍCULO EM MOVIMENTO


LUANA ANGÉLICA MODESTO PIMENTEL TEREZA MARQUES CARDOSO DA SILVA DANIELA ALENCASTRO VILELA

LUZIA LAVENDOWSKI LAZZARI ALVES IARA TXAI PIMENTEL DE SOUZA FABIANA MATTOSO LOURENÇO

JOSÉ GUILHERME FERNANDES ALVES

SARAH MARINHO DE SOUSA SIMPLICIO SOUZA CLAUDIA DANSA

CHRISTIANE FREITAS DE OLIVEIRA SIMONE MAXIMIANO DE OLIVEIRA RAQUEL FETTER

VANDA MARIA AMARO DE MELO

AMAIZA FERREIRA DE SOUSA MEDEIROS ANDREIA LUIZA LEANDRO BARBOSA MAGALHÃES TATIANA MODESTO PIMENTEL

JACIARA SOARES DE OLIVEIRA ALVES

PEDAGOGINGA


FILIPE DAVI CARDOSO DOS SANTOS LUCIANA RIBEIRO DA SILVA

WALERYA CHRISTINA OLÍMPIO CHAGAS JOÃO LUIZ DOS SANTOS

JÚLIA CHAVES NASCIMENTO

RITA DE CÁSSIA CASTRO BRILHANTE LUANA BASILIO GONÇALVES MONTEIRO MYLENA GIVONI CARVALHO

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TAYNÁ BARBOZA FERRARI ADAN ARAUJO DE SOUZA ALINE FERRY DO CARMO

AMANDA BERNARDES DE ARAÚJO

ANA CAROLINA RODRIGUES LUCAS DE SOUZA ANA LUIZA SILVA DE JESUS

ANA MARIA LIMA AFONSO ARTHUR WENTZ E SILVA

BÁRBARA CRISTINA MARQUES RIBEIRO BEATRIZ FERNANDES GOMES DA CRUZ BRUNA FABRO NERI

BRUNO FERNANDO DE ALENCAR SILVA EVERTON GABRIEL CAMACAM ROCHA FAUSTO LOPES SATURNINO

GABRIEL AUGUSTO DE ANDRADE SANTOS GIOVANNA FERREIRA DE OLIVEIRA SILVA GUILHERME DE SOUZA DIAS

GUIGA NERY LACERDA JÚLIA RIBEIRO VITORIANO

KALEO WASHINGTON SANTOS CARDOSO KAMILA RODRIGUES DOS SANTOS KAROLINI BANDEIRA MAGALHÃES LAURA MACHADO TAMEIRÃO

LEILA SABRINA DA SILVA MORAIS LETÍCIA ALVES GOMES

LUARA AHÃDU ALVES LEMOS LUISA HELENA QUINTILIANO MARCELLA DE OLIVEIRA MOURA MARINA YUMI UEMA NENEVÊ MARLON DA SILVA FONSECA

MÁRYA EDUARDA LEMOS GONÇALVES NICOLE CRISTINA VASCONCELOS TORRES PAULO VICTOR BARBOSA

MARIA EDUARDA DOS SANTOS MARTINS


PEQUENOS LEITORES

ELAINE ANDRADE DO PRADO RODRIGUESELAINE GOMES GUEDESTALITA DE FARIA


PEQUENOS, GRANDES ESCRITORES


CAROLINA MARTINS DE OLIVEIRA BRAGA E SOUSA


PERCURSO DIREITOS HUMANOS E SOCIOEDUCAÇÃO

VALDILENE ALMEIDA BRUNO


PLANALTINA, PATRIMÔNIO E MEMÓRIA


ACADEMIA PLANALTINENSE DE LETRAS, ARTES E CIÊNCIAS (APLAC)

ECOMUSEU PEDRA FUNDAMENTAL INSTITUTO CERRATENSE COLETIVO NATIVO

COORDENAÇÃO GERAL: TAMARA NAIZ DA SILVA COORD. PEDAGÓGICA: XIKO MENDES

COORD. PRODUÇÃO: BÁRBARA SANTIAGO CURADORIA: ROBSON ELEUTÉRIO


PLANTANDO O FUTURO: EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA CEF SARGENTO LIMA


NIVIAN PAULA BARROS VIANA BARRETO


PODCAST COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO: DANDO VOZ AOS ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIAS E TEA NO CEF 11 DE TAGUATINGA


MARCIA SANTOS GONÇALVES COELHO JULIANA GESSI GOMES


POÉTICA DO OLHAR – I MOSTRA DE ARTE CONTEMPORÂNEA: UM OLHAR CRIATIVO, SENSÍVEL E

LIDIANE SOUZA LEÃO

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EXPERIMENTAL DOS ESTUDANTES DA 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO CEM 02 DE CEILÂNDIA



POR UMA EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA ANTIRRACISTA PARA O CENTRO INTERESCOLAR DE LÍNGUAS


AMANDA MARGARIDA FREIRE DE PAULA ALVES


PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO DESENVOLVIMENTO O PROTAGONISMO DO ESTUDANTE


NEIDE LISBOA BATISTA


PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL CTS - HABITAT, AGROECOLOGIA, ECONOMIA SOLIDÁRIA E SAÚDE ECOSSISTÊMICA: VIVÊNCIAS TERRITORIAIS


LIZA MARIA SOUZA DE ANDRADE VÂNIA RAQUEL TELES LOUREIRO FLAVIANE DE CARVALHO CANAVESI VALMOR CERQUEIRA PAZOS RICARDO TOLEDO NEDER

ALDIRA DOMINGUEZ CRISTIANE GUINÂNCIO

REGINA COELLIREGINA OLIVEIRA PAULA LELIS RABELO

JOÃO PANTOJA CYNTHIA NOJIMOTO MARCIO BUSON PERCI COELHO

MARIA LUIZA PEREIRA

ANA LUIZA AURELIANO CHAVES VANDA ZANONI


PROGRAMA EDUCATIVO DA FUNDAÇÃO ATHOS BULCÃO (2019-2024)


VALÉRIA CABRAL - FUNDATHOS


PROJETO "SABE TUDO" – GAMIFICAÇÃO EDUCACIONAL

DOUGLAS EVANGELISTA DE OLIVEIRA

PROJETO ANJOS CÊNICOS

DONIZETTE PITALURGH FERREIRA

PROJETO BUSCA ATIVA CED 06

DEBORAH MASCARENHAS CHRISTIANE APOLONIO


PROJETO CANGURU: PRODUÇÃO DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS DO CED 310- SANTA MARIA


VÂNIA LÚCIA COSTA ALVES SOUZA (PROFA) AMANDA VITORIA ALVES DOS SANTOS DANDHARA HEVELYN DA MOTA ALVES

ANA LUIZA DE SOUSA BORGES MARYANA DA SILVA MENDES

ELISSA DIAS GOUVEIA ROCHA (PROFA)


PROJETO CHOCOLATE LITERÁRIO


FABIANE LIMA ALMEIDA NEVES PAULO GILENO RIBEIRO BOSCO

JUCIANE FERREIRALUDIMYLLA FREITAS


PROJETO COLMEIA – EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE


ANA CAROLINA CONCEIÇÃO BRENDA SANTOS SILVA

KEVILYN FERNANDA SANTANA PAULINO MIRELLA MORAIS MARTINS LIMA YASMIM ALVES BRANDÃO

WELLINGTON NASCIMENTOS DOS SANTOS


PROJETO COM OS PÉS NO CERRADO: APRENDENDO SOBRE BIOMAS POR MEIO DA ROBÓTICA EDUCACIONAL

WESLEY PEREIRA DA SILVA

SHELEY CRISTINA CORRÊA DA SILVA


PROJETO CORA

FRANCIVALDA PETRUCCI

PROJETO CURTAS: AFROBRASILIDADES


GETÚLIO DIAS MALVEIRA

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ROSANA SANTOS VIEIRA PAULO HENRIQUE

JÚLIO CAMPOS

ANA LUISA FRIAS XAVIER


PROJETO DE GRAFFITI NAS ESCOLAS

PAULO FLYER


PROJETO DE LEITURA CAIXA LITERÁRIA: TRANSFORMANDO CONHECIMENTO EM FUTURO

ADRIANA JARDIM DA CONCEIÇÃO ETIENE PEDROSA DA SILVA


PROJETO DIÁRIO MÃE DE AUTISTA


SULEI SUELI MERIZI


PROJETO EDUCAÇÃO FINANCEIRA: BANCO PROEM E LOJINHA PROEM


ROGERISSON DA SILVA CAETANO LUCIANE SILVA QUEIROZ DE FREITAS MARIA ANIZIA DE LIMA SANTIAGO ANDRÉ MARCELINO MARQUES TATIANA GUSMÃO BARCELLOS


PROJETO ESCOLA DE COMBATE

POLLYANNA FERREIRA DA SILVA


PROJETO ESCOLA DIVERSA E PLURAL: O CAMINHO PARA A EQUIDADE.


MAYSSARA REANY DE JESUS OLIVEIRA


PROJETO ESCOLA PARA A PAZ

SELMA SENHORA TEIXEIRA


PROJETO GINCEM 404: CONSTRUINDO UMA ESCOLA ACOLHEDORA!


EQUIPE GESTORA, COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA, PROFESSORES E ESTUDANTES DO CEM 404, REPRESENTADOS NAS FIGURAS DE:

  • MICHELLE CRISTINA ALVES GALENO (DIRETORA)

  • CARLOS ALBERTO MALVEIRA DINIZ (VICE- DIRETOR)

  • CELIA MATIAS CARVALHO (SUPERVISORA PEDAGÓGICA)

  • CAMILA SOUZA DOS SANTOS (ESTUDANTE)

  • CATARINA COSTA SALES (ESTUDANTE)

  • GEOVANNA SUELLEN DE SOUSA MENDONÇA (ESTUDANTE)

  • HELLEN VITORIA FERNANDES DOS SANTOS (ESTUDANTE)

  • LETÍCIA LUANA ROCHA DA SILVA (ESTUDANTE)

  • MARIA EDUARDA ALVES DE ARAÚJO (ESTUDANTE)

  • MARIANE HERCULANO NOBREGA (ESTUDANTE)

  • MARYANE FONSECA BATISTA (ESTUDANTE)

  • NATHALLIA PRISCILLA RODRIGUES MARTINS (ESTUDANTE)

  • PAULO VICTOR FIUZA MARQUES (ESTUDANTE)

  • SARAH JULIA DE OLIVEIRA SOUSA (ESTUDANTE)

  • YASMIM LIMA SILVA (ESTUDANTE)


PROJETO GUARDIÕES DO CERRADO - REAGRUPAMENTO INTERCLASSE


PATRICIA GOMES DE LIRA


PROJETO INTEGRADOR: ROBÓTICA SUSTENTÁVEL E

EDMILSON DE MELO E SILVA

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09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto


IMPRESSÃO 3D COM FILAMENTO RECICLADO DE PET NA EDUCAÇÃO BÁSICA



PROJETO LIGA GEOOLÍMPICA

ILKA LIMA HOSTENSKY


PROJETO MÚSICA E MOVIMENTO

ALYSSON VERNER MATOS SOUZA OLIVER TUMPELISABETH OSSEGE


PROJETO PAULO FREIRE – CURSO PREPARATÓRIO VOLUNTÁRIO PARA PROFESSORES CARENTES, QUE DESEJAM SER APROVADOS NA SEE-DF


JAQUELINE RIBEIRO SANTOS


PROJETO PESQUISA HISTÓRICA CEM 02

JOÃO ANTÔNIO GOUVEIA E SILVA RAQUEL RODRIGUES LIMA OLIVEIRA


PROJETO PINTANDO CANÇÕES


LUCY FREITAS GUIMARÃES


PROJETO PLIÉ

KEITH SOARES BARROS ALVES


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: DA REFLEXÃO CONJUNTA À AÇÃO COLETIVA


PALMA CARLA CARNEIRO DE CASTRO


PROJETO POLÍTICO- PEDAGÓGICO ESCOLA CLASSE ALTAMIR


ELLEN SILVA DE DEUSJEFFERSON AMAURI LEITE DE OLIVEIRA RENATA CAMPOS TEIXEIRA GLEIRIANE NASCIMENTO GOMES


PROJETO PRACATÁ - PERCUSSÃO E SUSTENTABILIDADE


TELMA FRANCO DA SILVA


PROJETO RAIOS DE LUZ: PRÁTICAS FREIREANAS DE EMANCIPAÇÃO E CIDADANIA NA COMUNIDADE DE SÃO SEBASTIÃO


PAULO HENRIQUE DE MORAIS PAULO JOSÉ DANTAS DE JESUS CLÁUDIA MARIA DA ROCHA DENISE FERREIRA DA ROCHA

SIMONE ALVES DA SILVA DOS SANTOS JAILDA ANDRADE DE OLIVEIRA


PROJETO RUMO AO LIXO ZERO


JAMILLE LIMA

DEYSE MONTENEGRO RICARDO CAMARGO

PAULO OTÁVIO RODRIGUEZ


PROJETO SAÚDE É DEMOCRACIA - EDUCAÇÃO POPULAR PARA A PARTICIPAÇÃO E O CONTROLE SOCIAL NO SUS DF- FORTALECENDO O PROTAGONISMO DOS TERRITÓRIOS.


OSVALDO PERALTA BONETTI ROZÂNGELA FERNANDES CAMAPUM BIANCA COELHO MOURA

ÂNGELA CRISTINA PAULO DO ESPÍRITO SANTO ROSALINA ARATANI SUDO

JEOVÂNIA RODRIGUES SILVA

TEREZINHA DE JESUS PANTOJA HENRIQUE LOURDES CABRAL PIANTINO

EDILENE DANTAS SAINT’ JUST GLÓRIA REGINA MACIEL MARTINS JÚLIA MARIA DE OLIVEIRA DUARTE LUANNA MARY BATISTA VILAS BOAS MARÔA SANTIAGO GOMES

WLADIA ARAGÃO DE OLIVEIRA


https://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador.php?acao=editor_montar&acao_origem=arvore_visualizar&id_procedimento=2733841&id_documento=27… 21/26

09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto



PROJETO SEMEANDO A PAZ

ANNE FERREIRA (IDACIANA FERREIRA DE SÁ)


PROJETO SEMEAR VALORES


ELIANA ALVES DE ABREU MORAES BRUNA BARROS CAVALCANTE SANTOS PATRICIA LIBERATOSCIOLI


PROJETO SHERLOCK


ADRIAN YURI PONCE DE LEON Y TOBIO ANA CAROLINA ARCANJO

GUILHERME TABATINGA MEDEIROS BÍGIDA GOMES FURTADO

STELLA TAVARES BRAGA ALVINO


PROJETO SOCIAL CORPO E MENTE EM MOVIMENTO | FRENTE: BALLET


JHULLE MOREIRA ROGERIO VILELA

PROJETO SOCIAL PROMAIS

DILMAR NUNES DE CARVALHO


PROJETO SOLETRANDO


ANE RUBIA PERIUS

CRISTIANE DE OLIVEIRA COSTA EMANOELA GALVAO VILAS BOAS SILVANIA MARIA DE SOUZA SKARLAT HORRARA OLIVEIRA DIAS


PROJETO VEM COMIGO - RELAÇÕES INTERPESSOAIS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS, DO BULLYING A CONVIVÊNCIA ÉTICA


MARCIA DELGADO GOMES RITA DE CÁSSIA RESENDE


PROJETO: "PEQUENOS INVENTORES DO AMANHÃ – INCLUSÃO DIGITAL E ROBÓTICA SUSTENTÁVEL"


LINDAURA PINHEIRO NUNES DE CASTRO MONICA FREIRE DE SOUZA

ROSE CLEIA DOS SANTOS PEREIRA


PROJETO: ACOLHER E INCLUIR! APOIO ÀS MÃES NEURODIVERGENTES NA COMUNIDADE ESCOLAR DO CEF 30

LUANA OLIVEIRA GONSALVES FERNANDA BARBOSA GONÇALVES ISLENE TEIXEIRA COUTINHO


PROJETO: BANCO ESCOLAR – DA ESCOLA PARA A VIDA EDUCAÇÃO FINANCEIRA, RESPONSABILIDADE E VALORES


PATRICIA GOMES DE LIRA


PROJETOS DE RECOMPOSIÇÃO DE APRENDIZAGEM COMO UM DIREITO HUMANO


SILVANE FRIEBEL


QUANDO AS PALAVRAS CRIAM O MUNDO: ORALITURA E IDENTIDADE NOS ANOS INICIAIS.


ANTÔNIO DA SILVA SANTOS JÚNIOR


QUE BONITA MINHA ROUPA: MODA, IDENTIDADE E SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA PÚBLICA


ANTÔNIO DA SILVA SANTOS JUNIOR JACKSON LENON DE ARAÚJO DA SILVA


QUINTAL PRODUTIVO AGROECOLÓGICO


PAULO GUILHERME FRANCISCO CABRAL JOSÉ RAIMUNDO LUDUVICO DE SOUSA MARIA DALVA TRIVELLATO


RAÍZES DE AMOR, LIMITES QUE EDUCAM


GRACILENE PAIVA ARAUJO


https://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador.php?acao=editor_montar&acao_origem=arvore_visualizar&id_procedimento=2733841&id_documento=27… 22/26

09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto



RAÍZES VIVAS: EDUCAÇÃO PARA A CONSCIÊNCIA AFRO- INDÍGENA E ANTIRRACISTA

ANDERSON GONÇALVES DE ANDRADE CLAUDIA GORETTE DE AQUINO ANDRADE


RATATOUILLE: UMA AVENTURA CULINÁRIA NA ESCOLA PARQUE 210/211 SUL


ERIKA SOARES ESTEVES


REAGRUPANDO, CONTANDO E ENCANTANDO ...


JOELMA DAS GRAÇAS SANTANA

POLIANE PEREIRA DOS SANTOS DE SOUSA JOSEMAR PEREIRA FARIAS LOPES


RECICLAGEM DIGITAL CED INCRA 09: INCLUSÃO DIGITAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA ATENDIDOS NA SALA DE RECURSOS


LAÉRCIO FERREIRA DOS SANTOS


REDES SOCIAIS COMO APOIO PEDAGÓGICO

LUIZ EDUARDO SIQUEIRA DE ALMEIDA


RELATO PEDAGÓGICO FREIREANO: REDEFININDO A DISCIPLINA DE INFORMÁTICA BÁSICA PARA O PROEJA


CARLOS MARQUES FERNANDES


REVIVER O RIO PONTE ALTA


PROFESSORES E ESTUDANTES DO CEFPAB


RODA DE CONVERSA: FORMAÇÃO DE PENSAMENTO CRÍTICO, DESENVOLVIMENTO DA ORALIDADE E PRODUÇÃO TEXTUAL PARA PROCESSOS SELETIVOS


CARLOS ALBERTO RIBEIRO


RPG - EM BUSCA DA NOTA SAGRADA

ADRIAN YURI PONCE DE LEON Y TOBIO THIAGO FRAGA ALEXANDRE


SABE POR QUE TU NÃO DÁ BOLA? FORMIGUEIRO DE TEATRO - CIRCULAÇÃO 2025

TIAGO BORGES LEAL

JULIANA SOARES DE ALMEIDA FABIANA RODRIGUES

ROSA MARIA DE VASCONCELOS RAÍSSA DA ROCHA COSTA.


SABORES ANCESTRAIS- COZINHA ANTIRRACISTA

RÔNIA GERLÂNIA DE SOUZA SANTANA


SAPIÊNCIA E A CIDADANIA EM RISTE NO ARTIGO 5º DA CONSTITUIÇÃO DE 1988.


IRISMAR OLIVEIRA SANTOS


SARAU DO BARTÔ

NELIO SOARES MACHADO


SARAU DO STELLA

PROF. GERALDO RAMIERE OLIVEIRA SILVA


SAÚDE MENTAL NA ESCOLA: UMA COLCHA DE RETALHOS QUE CONSTRÓI CAMINHOS


PAOLA MARIEL MONASTERIO DE LA MENZA


SCRAPBOOK - LIVRO DE RECORTES E ANÁLISES DAS OBRAS DO PAS/UNB


ROBERTO MARQUES DE SÁ


SEGURANÇA DA MULHER BSB

NATÁLIA MARINA BASÍLIO ALVES FÁBIO ZÓZIMO


SEM FLORESTA, SEM FUTURO: O IMPACTO DO DESMATAMENTO NA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO


SACHA CLAEL

VIVIANE GIUSTI BALESTRIN

SEMANA DE ARTE MODERNA


JULIANA ALVES PIRES

https://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador.php?acao=editor_montar&acao_origem=arvore_visualizar&id_procedimento=2733841&id_documento=27… 23/26

09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto



CARLOS MAGNO DA SILVA VIVIANE DE ARAÚJO OLIVEIRA

RENATA LUSIA DE SOUSA MENDES SOARES


SILÊNCIO QUE GRITA


LAUANNY SILVA DE OLIVEIRA NATÁLIA OLIVEIRA DE SANTANA GIOVANNA ANJOS NEGREIROS BRENO SOARES DA SILVA

SOFIA TAVARES NERY SOARES SÂMYA LIMA FERRAZ


SIMULAÇÃO CLÍNICA COM PACIENTES DIGITAIS: USO DO CHATGPT NA FORMAÇÃO DE ESTUDANTES EM SAÚDE - ESCOLA DE PACIENTES DF


ESTÊVÃO CUBAS ROLIM


SITE ESCOLA DE PACIENTES DF: EDUCAÇÃO DIGITAL EM SAÚDE E EVOLUÇÃO DAS FERRAMENTAS PEDAGÓGICAS NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


ESTÊVÃO CUBAS ROLIM


SÍTIO ARQUEOLÓGICO DO CED AGROURBANO IPÊ

ISABELA M. ARAGÃO


SOBRE VOZES E INCLUSÃO: IMPLEMENTAÇÃO DA COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA (CAA) NO CONTEXTO EDUCACIONAL.


CRISTIANE NOGUEIRA DA SILVA SANDRA LARA


SOLETRANDO NA ESCOLA DO CAMPO

VALÉRIA ROSA BARBOSA PARENTE JACIRA SIQUEIRA SILVA.


SOMANDO CONHECIMENTOS: FORTALECENDO AS BASES PARA SEGUIR EM FRENTE


AGUINALDA LUIZA TEJO SOUTO


SOMBRAS QUE FALAM

MARIA LUCIA ALVES DA SILVA


SONORIDADES DO SEC. XX - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL DO BRASIL


GABRIEL DE CAMPOS CARNEIRO


SPEAKING OKÊ


ROMULO OLIVEIRA MATIAS DA SILVA


TECENDO SABERES: A POTÊNCIA DO FAZER, DO PENSAR, DO NARRAR NO COTIDIANO PEDAGÓGICO.


LUCIANA DIAS DA CUNHA

TEM UM TASBIH NA MINHA ESCOLA: TRAVESSIAS INTERCULTURAIS E DIREITOS EDUCACIONAIS EM CONSTRUÇÃO


NESLEN ROSA DUARTE


TERRITÓRIO PONTE ALTA SUL DO GAMA


ELIZABETH TAVARES DE GONZAGA FERNANDA DE FREITAS CAMPOS KARLA COSTA SILVA

GEYSA RIBEIRO ROCHA


TERRITÓRIO VERDE.

COLETIVO DA ESCOLA


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09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto



TERRITÓRIOS BRINCANTES: A UNIVERSIDADE COMO ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA, CRIAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL


JOANA D’ARC SAMPAIO DE SOUZA LÍGIA CARVALHO LIBÂNEO

JÚLIA CHAMUSCA CHAGAS JULIANA EUGÊNIA CAIXETA

MAICON SILVA DOS SANTOS VILANOVA ELOÍ ELLEN VIEIRA DE AGUIAR CAMILA RODRIGUES DOS SANTOS

PIRATAS DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA, ARTE E LINGUAGEM NO FUNDO DO MAR- EXPLORANDO O CICLO DA VIDA MARINHA E OS MISTÉRIOS DO APRENDER.


NÚBIA RODRIGUES PEREIRA SALES ANDRESSA FERNANDA GUIMARÃES


TOLERAR PARA APRENDER

VIRGÍNIA KARLLA PEREIRA AMORIM COSER


TRABALHO E CIDADANIA

WILSON DA SILVA NEVES


TRABALHO E CIDADANIA - CONSTRUINDO UMA SOCIEDADE JUSTA.


WILSON DA SILVA NEVES


TRADIÇÃO E TECNOLOGIA ANCESTRAL DO CERRADO: O USO DO CAPIM-SANTO NA AROMATERAPIA EM AMBIENTE ESCOLAR NA ESCOLA CLASSE IPÊ


ISABELA MARTINS ARAGÃO GUSTAVO SILVA FLÔR


TRANSGREDINDO O ENSINO: DISCUSSÕES SOBRE O PROCESSO EDUCATIVO A PARTIR DE BELL HOOKS

ANA CAROLINA CERQUEIRA MEDRADO VIRGÍNIA DA SILVA CORRÊA


TRÊS LÍNGUAS, UM MUNDO: VOZ, ACESSO E ESCRITA COM UM ESTUDANTE SURDO MIGRANTE


FABIANO DUNCAN TELES DA SILVA


TRILHANDO SONS


SAMITA BARBOSA PINHEIRO

UMA ESCOLA NO PALMARES

SERGIO RICARDO DOS SANTOS


UMA ESCOLA QUE SENTE E ACOLHE: GARANTINDO DIREITOS DE APRENDIZAGEM, ACESSO E PERMANÊNCIA NA EJA

KÉSSIA KATIANE ALVES PESSOA SIMONE ALVES

ANTÔNIO IVANALDO DE OLIVEIRA JÚNIOR


UNIDOS SOMOS MAIS FORTES: INTEGRAÇÃO COLETIVA NAS ATIVIDADES ESCOLARES, FORTALECENDO A INTERAÇÃO ENTRE A ESCOLA E A COMUNIDADE


CLEIDE MARIA CARVALHO SORROCHE

UTILIZAÇÃO DE SUCATA METÁLICA E DEMAIS ITENS RESIDUAIS PARA GARANTIA DOS ODS, PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E DIREITOS HUMANOS


MÁRCIO DE ANDRADE BATISTA GIULIA FERREIRA PONTES DANIEL DE JESUS SOARES


VASOPET CAPILAR: SUSTENTABILIDADE E CONSUMO CONSCIENTE DA ÁGUA NO AMBIENTE ESCOLAR

QUEILA DAMARIS CARIOCA BARROSO GARCIA ANA TEREZA RAMOS DE JESUS FERREIRA


VERNISSAGE---REELEITURAS DE OBRAS DE ARTE SEC. XX MOVIMENTOS ARTISTICOS DO SEC. XX


RAIMUNDO RIBEIRO DA SILVA


VIDA & ÁGUA PARA ARIS

MARIA LUIZA PINHO PEREIRA PERCI COELHO DE SOUZA


VILA CONECTADA


SAMARA FERNANDES GRACILENE PAIVA ARAUJO EDLEUSA BATISTA


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09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto



VINICIUS JÚNIOR: UMA VOZ CONSCIENTE CONTRA O RACISMO


ANA PAULA FARIAS DE OLIVEIRA CAROLYNE DE SOUZA MARTINS LUCAS ISACKSSON CARDOSO

E OS DEMAIS PROFESSORES DO CEF 14 DE TAGUATINGA


VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO DISTRITO FEDERAL ENTRE 2021 E 2023


LILIAN TATIANE SOUZA DIAS


VIOLÊNCIA NÃO É HERANÇA - ESCUTE A INFÂNCIA

MARCONI PORTELA NUNES SILVA


VITA SUCCUS


LUCAS SANT’ANA FIORAVANTI AGUIAR HEITOR HENRIQUE NUNES GODEIRO LUÍSA STUCHI DE CARVALHO

JÚLIA STUCHI DE CARVALHO HEITOR PARAVIDINE SASAKI

MATEUS DUTRA DÓREA ÁVILA DA SILVA JOSÉ LUÍS BURATTO SILVA

PHILIP FERREIRA ARYANNE MENDES


VIVENDO GRANDES AVENTURAS NA VILA LITERÁRIA COM A TURMA DO

CHAVES.

MARIA IRENE LINO DE CARVALHO EDILENE NUNES PEREIRA

ELLEN DEAN RIBEIRO TEIXEIRA ALINE DO PRADO RODRIGUES

ALINE DE OLIVEIRA FERREIRA COSTA SANDRA LINO DE CARVALHO LUCIFÁTIMA FERREIRA SEABRA ESTER RAQUEL SILVA FLORES CECILIA TEIXEIRA ALVES

ANDRÉ ERICSON COSTA EDNEI OLIVEIRA DOS SANTOS JOSUÉ CHAVES PEREIRA

JOSÉ AUGUSTO PEREIRA DOS SANTOS


VOTO, VOZ E VEZ: A FORMAÇÃO POLÍTICA COMEÇA NA SALA DE AULA


NÚBIA RODRIGUES PEREIRA SALES


ZILDA ALÉM DOS MUROS

MARCOS ANTONY COSTA PINHEIRO

80% DAS MULHERES PRESAS ESTÃO PRESAS PORQUE CONFIARAM NO HOMEM ERRADO, E É ISSO QUE A ONG ESCOLA SEM LIVROS VIA RESOLVER COM PALESTRAS DE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E PENSAMENTO CRÍTICO


HEVERTON ANUNCIAÇÃO

Atenciosamente,


CLEUMA LEITE FERREIRA

Secretária da Comissão de Educação e Cultura


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...09/10/2025, 17:41 Corpo do Texto PROJETOS HOMOLOGADOS NO ÂMBITO DO PRÊMIO PAULO FREIRE DE EDUCAÇÃO – 3ª EDIÇÃO, OS QUAIS SERÃO HOMENAGEADOS NO DIA 21/10/2025, ÀS 19H, NO TEATRO PEDRO CALMONPROJETOSINDICADOS/ASA CA...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Avisos - Contratos 1/2025

 

Aviso de Penalidade 

Brasília, 08 de outubro de 2025.

 

AVISO DE APLICAÇÃO DE PENALIDADE

 

Processo 00001-00021903/2025-62. O ORDENADOR DE DESPESAS DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XV, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2025, com fundamento no art. 155, I, c/c art. 156, I, e §2º, da Lei Federal nº 14.133/2021, RESOLVE aplicar a penalidade de ADVERTÊNCIA à empresa AMENA CLIMATIZAÇÃO LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 46.368.367/0001-63, com base no item 16.9, inciso I, do Termo de Referência - Anexo III do Aviso de Contratação Direta nº 90019/2025, em razão da inexecução parcial da contratação, firmada por meio da Nota de Empenho 2025NE00731, tendo em vista descumprimento dos prazos acordados. JOÃO MONTEIRO NETO - Ordenador de Despesas da Câmara Legislativa do Distrito Federal.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora, em 09/10/2025, às 09:23, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Avisos - Contratos 2/2025

 

Aviso 

Brasília, 07 de outubro de 2025.

AVISO DE APOSTILAMENTO

 

O DIRETOR DO FUNDO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS DEPUTADOS DISTRITAIS E SERVIDORES DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL – FASCAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada pelo inciso I do art. 61 da Resolução nº 347/2024, publicada no DCL nº 141, de 1º/07/2024, comunica que, em conformidade com o art. 136, inciso III, da Lei nº 14.133/2021, o Termo de Credenciamento nº 27/2023, foi apostilado para fazer constar a alteração da razão social da empresa CENTRO ODONTOLÓGICO MEDRADO LTDA., CNPJ nº 09.138.610/0001-20, para TALIE ODONTOLOGIA ESPECIALIZADA LTDA., permanecendo ratificadas as demais cláusulas e condições do acordo original.

 

GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA

Diretor do FASCAL


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 08/10/2025, às 11:32, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Extratos - CLDF - Saúde 1/2025

 

Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação 

Brasília, 08 de outubro de 2025.

Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, Geovane de Freitas Oliveira. Ratificação: pelo Diretor do FASCAL, conforme competência delegada pelo Presidente da CLDF, por meio do Ato do Presidente nº 255/2024, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 102, em 15 de maio de 2024.

Processo SEI n.º 00001-00042129/2025-23. Contratada: MTTENORIO ODONTOLOGIA LTDA, CNPJ: 45.716.942/0001-09 Objeto: prestação de serviços de Odontologia conforme Laudo Técnico de Vistoria para Credenciamento nº SEI 2362833

 

Ratifico, nos termos do artigo 74 da Lei 14.133, de 1º de abril de 2021, a inexigibilidade de licitação de que trata o referido processo, tendo em vista as justificativas constantes dos respectivos autos processuais. Publique-se para as providências complementares.

 

GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA

Diretor do FASCAL


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 08/10/2025, às 18:09, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação  Brasília, 08 de outubro de 2025. Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, G...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Comunicados - Administrativos 1/2025

Outros


Plano Diretor da Diretoria Legislativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal


Biênio 2025-2026


Junho de 2025


1

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

9ª Legislatura - 2023-2026


Deputados Distritais


Deputado Chico Vigilante (PT) Deputado Daniel Donizet (MDB) Deputada Dayse Amarilio (PSB) Deputada Doutora Jane (MDB) Deputado Eduardo Pedrosa (UNIÃO) Deputado Fábio Felix (PSOL) Deputado Gabriel Magno (PT) Deputado Hermeto (MDB) Deputado Iolando (MDB)

Deputada Jaqueline Silva (MDB) Deputado João Cardoso (AVANTE) Deputado Joaquim Roriz Neto (PL)

Deputado Jorge Vianna (PSD)

Deputado Martins Machado (REPUBLICANOS) Deputado Max Maciel (PSOL)

Deputado Pastor Daniel de Castro (PP) Deputada Paula Belmonte (CIDADANIA) Deputado Pepa (PP)

Deputado Ricardo Vale (PT) Deputado Robério Negreiros (PSD)

Deputado Rogério Morro da Cruz (PRD) Deputado Roosevelt (PL)

Deputado Thiago Manzoni (PL) Deputado Wellington Luiz (MDB)



2

Mesa Diretora


Presidente: Deputado Wellington Luiz (MDB) Vice-Presidente: Deputado Ricardo Vale (PT)

Segunda Vice-Presidente: Deputada Paula Belmonte (CIDADANIA) 1º Secretário: Deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

2º Secretário: Deputado Roosevelt (PL)

3º Secretário: Deputado Martins Machado (REPUBLICANOS) 4º Secretário: Deputado Robério Negreiros (PSD)


Secretário-Geral: João Monteiro Neto


Diretor da Diretoria Legislativa: Ricardo Jose Alves Portos Sande


3

Sumário

  1. Apresentação 5

  2. Finalidade e Estrutura da DILEGIS 5

  3. Referencial Estratégico e Metodologia Aplicada 6

  4. Carteira de Iniciativas 7

  5. Gerenciamento das Iniciativas e Definição dos Ciclos de Monitoramento 10

  6. Conclusão 11


4

  1. Apresentação

    O presente documento apresenta o Plano Diretor da Diretoria Legislativa (DILEGIS), para o biênio 2025-2026, alinhado ao Planejamento Estratégico Institucional (PEI) 2030, da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).


    O Plano Diretor da DILEGIS é, portanto, um importante instrumento de planejamento para o alcance da missão institucional, visto que direciona e acompanha os esforços desta Diretoria, definindo ações prioritárias e metas para sua implementação com foco nos objetivos estratégicos da CLDF.


  2. Finalidade e Estrutura da DILEGIS

    A DILEGIS tem como principal finalidade proporcionar o apoio necessário ao funcionamento da CLDF, tanto no que diz respeito à organização interna quanto ao suporte às atividades legislativas. Suas áreas de atuação incluem a gestão de proposições, o apoio técnico e operacional ao Plenário e às comissões, além da documentação, registro e preservação da memória histórica e institucional da Casa.

    Entre as suas competências, destacam-se:

    1. Gestão documental das proposições e outras matérias relacionadas às atividades do Plenário e das comissões;

    2. Apoio técnico e operacional para garantir o bom funcionamento das sessões do Plenário e das comissões permanentes e temporárias;

    3. Registro e elaboração de atas das sessões e reuniões, assegurando o registro fiel das discussões e decisões;

    4. Preservação de anais e memória, com a produção e gestão de registros históricos da Câmara Legislativa;

    5. Gestão de documentação e arquivos, incluindo a organização e preservação de acervos e documentos oficiais; e

    6. Gestão do acervo bibliográfico, incluindo a aquisição, organização e consulta ao material de apoio à atividade legislativa e ao patrimônio histórico e cultural da Câmara Legislativa.


No intuito de realizar suas competências, a DILEGIS se estrutura por meio das seguintes unidades administrativas, organizadas para atender de maneira especializada a cada uma das áreas de atuação da CLDF:

  1. Setor de Registro e Redação Legislativa (SEREL) – Responsável pela elaboração e redação de textos legislativos, garantindo a clareza e a precisão na comunicação das proposições;

  2. Setor de Apoio às Comissões Permanentes (SACP) – Oferece suporte técnico e logístico às comissões permanentes, garantindo a organização e o andamento das suas atividades;

  3. Setor de Apoio às Comissões Temporárias (SACT) – Apoia as comissões temporárias, incluindo o Núcleo de Apoio às Frentes Parlamentares (NUAFP), que oferece suporte a iniciativas específicas e temporárias da Câmara;


    5

  4. Setor de Sistemas Legislativos (SELEGIS) – Gerencia os sistemas eletrônicos e tecnológicos que facilitam o processo legislativo e a comunicação entre os membros da Casa;

  5. Setor de Apoio ao Plenário (SAPLE) – Responsável por garantir o bom funcionamento das atividades no Plenário, incluindo os seguintes núcleos subordinados:

    1. Núcleo de Audiovisual (NUAV), que cuida da produção e transmissão de sessões e eventos;

    2. Núcleo de Gestão do Painel Eletrônico (NUGPRE), responsável pela administração dos recursos tecnológicos relacionados ao painel eletrônico;

  6. Setor de Ata e Súmula (SEAS) – Cuida da elaboração das atas das sessões do Plenário e das reuniões das comissões, assim como da redação das súmulas;

  7. Setor de Documentação e Arquivo (SEDA) – Cuida da organização e gestão dos arquivos da Câmara, apresentando os seguintes núcleos subordinados:

    1. Núcleo de Gestão de Documentos Digitais (NUGDD), que gerencia o arquivo digital da Casa; e

    2. Núcleo de Arquivo Permanente (NUAP), responsável pela preservação de documentos de longo prazo.

  8. Setor de Biblioteca (SEBIB) – Responsável pelo gerenciamento do acervo bibliográfico da Câmara, incluindo os seguintes núcleos subordinados:

    1. Núcleo de Aquisição e Gestão de Acervo Bibliográfico (NUAGAB), que realiza a aquisição e a organização do material bibliográfico;

    2. Núcleo de Referência, Atendimento e Pesquisa (NURAP), que oferece apoio e orientação aos parlamentares e servidores em relação ao uso do acervo.

  9. Setor de Anais e Memória (SEAM) – Responsável pela produção e organização dos anais, garantindo a preservação da memória institucional da Câmara Legislativa.


Dessa forma, a DILEGIS promove a organização, o apoio técnico e a preservação das informações que sustentam o processo legislativo e as atividades parlamentares, mantendo a eficiência da CLDF e a memória histórica de suas ações.


  1. Referencial Estratégico e Metodologia Aplicada

    O Ato da Mesa Diretora nº 146/2022, que aprova o PEI CLDF 2030, estabelece um rol de ações estratégicas afetas às competências da DILEGIS.

    Com base, em especial, na ação estratégica 12.3.14, a qual propõe “Reestruturar a Diretoria Legislativa”, deu-se início ao trabalho conjunto entre a Assessoria de Governança Legislativa e Gestão Estratégica (ASSEGE) e a DILEGIS para a elaboração do presente Plano, com foco na modernização e no fortalecimento da Diretoria.

    Vale ressaltar, também, que outras ações estratégicas serão executadas ao longo da vigência deste Plano, tais como: a) “3.4.3. Organizar audiências públicas de autoria de vários deputados”; b) “3.4.4. Normatizar a participação popular nas audiências públicas, incluindo cidadãos não pertencentes a sociedade civil não-organizada”; c) “3.5.4. Ampliar a divulgação das audiências públicas para debates com diferentes pontos de vistas”; d) “Ação 5.3.1. Normatizar as operações de tratamento de dados pessoais (LGPD)”; e) “Ação 5.3.2. Implantar processos e definir atores e instâncias de responsabilização em atendimento à LGPD”. Além


    6

    dessas ações já existentes no Planejamento Estratégico da Casa, fez-se necessária a proposição de nova ação estratégica, qual seja: “Integrar, organizar, normatizar e sistematizar os processos de gestão da agenda de eventos da CLDF”.

    Nesse contexto, a metodologia de trabalho, desenvolvida pela ASSEGE, baseou-se, inicialmente, em um diagnóstico com todas as unidades vinculadas à DILEGIS, por meio de entrevistas com os chefes e servidores indicados por cada setor, a fim de identificar os principais gargalos enfrentados e as possibilidades de melhorias no desempenho das suas atividades. A partir da identificação desses entraves, foi possível priorizá-los e propor iniciativas de oportunidades para o saneamento dos problemas levantados.

    Em seguida, com os desafios e as oportunidades diagnosticados, as iniciativas foram organizadas em seis perspectivas, quais sejam:

    1. Resultados Finalísticos;

    2. Fortalecimento Estratégico;

    3. Aprimoramento da Governança e da Gestão;

    4. Fortalecimento do Capital Humano;

    5. Aprimoramento Tecnológico; e

    6. Modernização da Infraestrutura Predial.

      Posteriormente, as iniciativas de oportunidades foram classificadas como ALTA, MÉDIA (incluindo média-alta) ou BAIXA, com base na seguinte regra: cerca de 20% delas foram classificadas como ALTA, 60% como MÉDIA e 20% como BAIXA.

      É oportuno destacar que, além das iniciativas elencadas neste Plano, a DILEGIS estará à frente, em conjunto com outras unidades da CLDF, de importantes projetos estratégicos que compõem o Portfólio 2025-2026 da Casa, tais como: 1) Modernização dos Recursos Audiovisuais da CLDF; 2) Sistematização das Práticas de Difusão e Compartilhamento de Conhecimento das Comissões Permanentes; 3) Indexação e Análise das Notas Taquigráficas; e 4) Sistema de Gerenciamento de Eventos da CLDF.

      Por fim, tendo em vista a grande importância de a Câmara Legislativa ter definitivamente implantada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), esta Diretoria Legislativa colocou-se à disposição para coordenar esse grande desafio (AMD no 89/2025), não somente por meio de sua competência técnica, mas especialmente pela capacidade de gestão, articulação e entregas.


  2. Carteira de Iniciativas

    Todas as iniciativas identificadas no diagnóstico foram organizadas em um grande inventário de oportunidades, e relacionadas às seis perspectivas anteriormente citadas.

    A seguir, as seis perspectivas são listadas, com todas as suas iniciativas de oportunidades classificadas de acordo com a escala de priorização adotada.



    7

    PERSPECTIVA RESULTADOS FINALÍSTICOS (RF)



    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE


    PRIORIDADE

    RF01 Coordenar a implantação da LGPD na CLDF

    ALTA

    RF02 Fortalecer as audiências públicas (AMD nº 100/2020)

    ALTA

    RF03 Modernizar o Sistema PLE

    ALTA

    RF04 Integrar, organizar, normatizar e sistematizar os processos de

    Gestão da Agenda de Eventos da CLDF

    ALTA

    RF05 Atualizar o sistema de votação do Plenário

    ALTA


    PERSPECTIVA FORTALECIMENTO ESTRATÉGICO (FE)



    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE


    PRIORIDADE

    FE01 Estreitar relações entre a DILEGIS e seus clientes, trabalhando expectativas e requisitos de qualidade


    MÉDIA


    FE02 Elaborar a carta de serviços da Diretoria


    MÉDIA

    FE03 Realizar campanhas de sensibilização e de divulgação institucional


    MÉDIA

    FE04 Identificar quais valores institucionais melhor representam a DILEGIS, para fortalecimento do senso comum dos seus

    servidores


    BAIXA


    PERSPECTIVA APRIMORAMENTO DA GOVERNANÇA E DA GESTÃO (GG)



    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE


    PRIORIDADE

    GG01 Priorizar e filtrar as demandas críticas para a Diretoria e unidades subordinadas


    MÉDIA-ALTA

    GG02 Solucionar questões de defasagem de pessoal ou de capacitação


    MÉDIA-ALTA

    GG03 Mapear os processos de trabalho críticos da DILEGIS e manualizar suas atividades


    MÉDIA-ALTA


    8

    GG04 Estabelecer rotinas de gestão pré-definidas para dar respostas rápidas a determinadas situações sensíveis


    MÉDIA

    GG06 Treinar, ao menos, 20% dos servidores da DILEGIS nas boas

    práticas de governança, especificamente em gestão de processos, projetos e riscos


    MÉDIA


    PERSPECTIVA FORTALECIMENTO DO CAPITAL HUMANO (CH)



    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE


    PRIORIDADE

    CH01 Recompor o quadro de pessoal

    MÉDIA

    CH02 Dimensionar e distribuir a força de trabalho

    MÉDIA

    CH03 Investir em iniciativas de QVT gerais e específicas às

    necessidades de cada setor da Diretoria

    MÉDIA

    CH04 Avaliar periodicamente os servidores da DILEGIS

    BAIXA

    CH05 Realizar oficina de sensibilização e integração de equipes

    BAIXA

    CH06 Realizar capacitação estratégica

    MÉDIA

    CH07 Realizar rodízio de funções com servidores

    BAIXA


    PERSPECTIVA APRIMORAMENTO TECNOLÓGICO (AT)



    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE


    PRIORIDADE

    AT01 Adquirir e integrar sistemas de informações legislativas

    MÉDIA-ALTA

    AT02 Adquirir repositório digital

    MÉDIA


    PERSPECTIVA MODERNIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PREDIAL (IP)



    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE


    PRIORIDADE

    IP01 Concluir a reforma do ambiente do SEDA

    REALIZADA

    IP02 Concluir a reforma do ambiente do SEBIB

    MÉDIA


    9

  3. Gerenciamento das Iniciativas e Definição dos Ciclos de Monitoramento

    De maneira simplificada, estão relacionadas, abaixo, as iniciativas que foram priorizadas com maior grau de importância, distribuídas ao longo do biênio 2025-2026, com as previsões estimadas de entregas.


    INICIATIVA DE OPORTUNIDADE

    DATA ESTIMADA

    GG01 Priorizar e filtrar as demandas críticas para a Diretoria e unidades subordinadas


    Dezembro de 2025


    RF02 Fortalecer as audiências públicas (AMD nº 100/2020)


    Dezembro de 2025


    RF05 Atualizar o sistema de votação do Plenário


    Junho de 2026


    RF01 Coordenar a implantação da LGPD na CLDF


    Junho de 2026

    GG02 Solucionar questões de defasagem de pessoal ou de capacitação


    Junho de 2026

    RF04 Integrar, organizar, normatizar e sistematizar os processos de Gestão da Agenda de Eventos da CLDF


    Junho de 2026


    RF03 Modernizar o Sistema PLE


    Dezembro de 2026

    GG03 Mapear os processos de trabalho críticos da DILEGIS e manualizar suas atividades

    Dezembro de 2026


    AT01 Adquirir e integrar sistemas de informações legislativas

    Dezembro de 2026


    Ao final de cada semestre de 2025 e 2026, o cronograma de entregas deverá ser revisto pela DILEGIS, para que as previsões estejam sempre atualizadas e realistas conforme o contexto apresentado.

    Quanto aos controles definidos, serão realizadas reuniões trimestrais para o acompanhamento das iniciativas acima destacadas. Nessas reuniões de gestão, os responsáveis pelas iniciativas farão breve relato da situação e colocarão as dificuldades enfrentadas para o avanço das iniciativas sob suas responsabilidades.

    10

    Vale destacar que o intuito das reuniões de controle e gestão é manter o ritmo de execução do Plano Diretor e fazer com que a resolução dos problemas ocorra de forma transversal, com a participação e o auxílio dos gestores da DILEGIS, gerando unicidade e comprometimento entre os envolvidos.

    Diante disso, a eficácia da execução do presente Plano será medida com base no percentual de avanço das iniciativas realizadas, conforme fórmula apresentada a seguir: Nível de Execução = Iniciativas Concluídas / Iniciativas Planejadas x 100.


  4. Conclusão

O Plano Diretor da DILEGIS representa um passo essencial para a modernização e eficiência do trabalho legislativo. Ao estabelecer diretrizes claras e promover a integração entre os seus setores, o presente Plano fortalece a capacidade institucional da Diretoria, garantindo maior transparência, organização e celeridade na condução dos seus processos de trabalho.

Além disso, a implementação das diretrizes propostas favorece a qualificação contínua dos servidores, aprimora a gestão de recursos e assegura que a Diretoria Legislativa atue de forma alinhada aos princípios da legalidade, eficiência e publicidade. Com isso, não apenas se consolidam bases para uma atuação estruturada e inovadora, mas também se reforça o compromisso com a melhoria contínua dos serviços prestados ao parlamento e à sociedade.

O engajamento contínuo dos servidores e a constante avaliação das diretrizes propostas possibilitam que a Diretoria Legislativa permaneça dinâmica e adaptável ao contexto institucional e social apresentado. Assim, o Plano Diretor se firma como um instrumento fundamental para o fortalecimento do Poder Legislativo e para a construção de um ambiente organizacional mais eficiente e colaborativo, contribuindo com a construção de uma governança legislativa sólida e com o desenvolvimento pleno do Planejamento Estratégico desta Casa de Leis.


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... Plano Diretor da Diretoria Legislativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal Biênio 2025-2026 Junho de 2025 1 CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL 9ª Legislatura - 2023-2026 Deputados Distritais Deputado Chico Vigilante (PT) Deputado Daniel Donizet (MDB) Deputada Dayse Amarilio (PSB) Deputada Doutora Ja...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Requerimentos 1/2025

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Gabinete do Deputado Pastor Daniel de Castro - Gab 07

REQUERIMENTO Nº, DE 2025

(Autoria: Deputado Pastor Daniel de Castro)

Requer a criação e o registro da

Frente Parlamentar em Defesa e

Incentivo ao Futebol Amador e

Profissional do Distrito Federal.

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal:

Requeiro, a Vossa Excelência, com fundamento nos termos da resolução 255/2012,

dessa Casa, a instalação da “Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol

Amador e Profissional do Distrito Federal" .

JUSTIFICAÇÃO

A criação da Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol Amador e

Profissional do Distrito Federal , de caráter suprapartidário e permanente, tem como

finalidade promover a integração entre sociedade civil, federações, clubes, atletas, torcidas,

iniciativa privada e poder público, a fim de fortalecer todas as dimensões do futebol em nosso

território.

O futebol profissional é parte fundamental da identidade cultural do Distrito Federal,

movimentando a economia criativa, gerando empregos diretos e indiretos, incentivando o

turismo e proporcionando lazer e entretenimento à população. Contudo, os clubes locais

ainda enfrentam desafios de infraestrutura, sustentabilidade financeira e maior visibilidade,

carecendo de políticas públicas e incentivos que assegurem seu desenvolvimento.

O futebol amador , por sua vez, exerce papel decisivo na promoção da saúde, no

lazer comunitário, na prevenção da violência e na inclusão social, sendo também um espaço

natural de formação de atletas e descoberta de talentos. Os campos e projetos sociais

espalhados pelas regiões administrativas necessitam de manutenção, apoio técnico e

estímulo contínuo para manterem sua relevância social e esportiva.

A Frente Parlamentar terá como objetivo debater, acompanhar e propor iniciativas

que assegurem o fortalecimento do futebol em todas as suas vertentes, seja por meio da

modernização da infraestrutura esportiva, da articulação de parcerias, da criação de

incentivos fiscais e financeiros, ou da valorização de categorias de base e campeonatos

comunitários.

Com esta iniciativa, busca-se consolidar o futebol — amador e profissional — como

ferramenta de desenvolvimento social, cultural e econômico do Distrito Federal, unindo

esforços parlamentares em prol de um bem comum que mobiliza e inspira milhões de

cidadãos.

REQ 2302/2025 - Requerimento - 2302/2025 - Deputado Pastor Daniel de Castro, Deputado Ppegp.1a, Deputado Martins Machado, Deputado Eduardo Pedrosa, Deputado Thiago Manzoni, Deputado Joaquim Roriz Neto, Deputado Iolando, Deputado Roosevelt - (304832)

Sala das Sessões, …

DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, 2º Andar, Gab 7 - CEP: 70094902 - Brasília - DF - Tel.: 6133488072

www.cl.df.gov.br - dep.pastordanieldecastro@cl.df.gov.br

Documento assinado eletronicamente por DANIEL DE CASTRO SOUSA - Matr. Nº 00160,

Deputado(a) Distrital, em 24/09/2025, às 16:18:18 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por PEDRO PAULO DE OLIVEIRA - Matr. Nº 00170,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 14:58:02 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. Nº 00155,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 14:58:59 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por EDUARDO WEYNE PEDROSA - Matr. Nº 00145,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:03:16 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por THIAGO DE ARAÚJO MACIEIRA MANZONI - Matr. Nº

00172, Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:17:42 , conforme Ato do Vice-Presidente e

da Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito

Federal nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por JOAQUIM DOMINGOS RORIZ NETO - Matr. Nº 00167,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:18:28 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por IOLANDO ALMEIDA DE SOUZA - Matr. Nº 00149,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:21:41 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por ROOSEVELT VILELA PIRES - Matr. Nº 00141,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 16:45:58 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

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REQ 2302/2025 - Requerimento - 2302/2025 - Deputado Pastor Daniel de Castro, Deputado Ppegp.2a, Deputado Martins Machado, Deputado Eduardo Pedrosa, Deputado Thiago Manzoni, Deputado Joaquim Roriz Neto, Deputado Iolando, Deputado Roosevelt - (304832)

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Gabinete do Deputado Pastor Daniel de Castro - Gab 07

ATA Nº, DE 2025

ATA DA FUNDAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA E

INCENTIVO AO FUTEBOL AMADOR E PROFISSIONAL DO DISTRITO FEDERAL

Aos 22 dias do mês desetembro do ano de dois mil e vinte e cinco, na Sala de

Reuniões do Gabinete 07, situada na Câmara Legislativa do Distrito Federal, Praça Municipal,

Quadra 2, Lote 5, em Brasília, Distrito Federal, os Deputados e as Deputadas Distritais que

subscreveram a Lista de Adesão (Requerimento), reuniram-se para fundar e constituir, nos

termos do art. 37 do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal, que dispõe

sobre o registro de frentes parlamentares nesta Casa, a FRENTE PARLAMENTAR EM

DEFESA E INCENTIVO AO FUTEBOL AMADOR E PROFISSIONAL DO DISTRITO

FEDERAL , com a finalidade de: I – Defender e promover políticas públicas voltadas ao

fortalecimento do futebol profissional e amador no Distrito Federal; II – Acompanhar e propor

medidas para a modernização de estádios, campos e centros esportivos comunitários; III –

Estimular a formação de atletas de base e a valorização de campeonatos locais, tanto

profissionais quanto comunitários; IV – Atuar junto a federações, clubes, associações,

escolinhas e projetos sociais para fomentar a prática do futebol em todas as regiões

administrativas; V – Promover debates legislativos, audiências públicas e ações destinadas ao

incentivo, governança, transparência e sustentabilidade do futebol no âmbito distrital. Pelo

consenso dos parlamentares presentes, foi definido que o Deputado Pastor Daniel de Castro

assumirá a Presidência da Frente Parlamentar. Em seguida, foi lido o Estatuto da Frente ,

elaborado a partir de debates e consultas prévias com parlamentares e entidades

representativas da sociedade civil ligadas ao futebol. O Estatuto foi colocado em votação,

sendo aprovado por unanimidade, e integra a presente Ata. Com a aprovação do Estatuto, foi

declarada oficialmente a criação da FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA E INCENTIVO

AO FUTEBOL AMADOR E PROFISSIONAL DO DISTRITO FEDERAL . Foi acordado, ainda,

que os ocupantes dos demais cargos previstos pelo Estatuto serão escolhidos em uma

reunião futura da Frente Parlamentar, com a previsão de incluir representantes da sociedade

civil organizada. Por fim, foi decidido que o Presidente, Deputado Pastor Daniel de Castro,

representará a Frente Parlamentar perante os órgãos da Câmara Legislativa do Distrito

Federal e será o responsável pelas formalidades junto à Mesa Diretora, incluindo o registro e

a publicação da criação da entidade. Não havendo mais nada a ser deliberado, o Presidente

deu por encerrados os trabalhos, determinando a lavratura da presente ata, que, após lida e

considerada conforme, foi aprovada por todos os presentes e assinada pelo Presidente,

Deputado Pastor Daniel de Castro, e pelos Deputados e Deputadas Distritais que

subscreveram a Lista de Adesão (Requerimento) à FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA

E INCENTIVO AO FUTEBOL AMADOR E PROFISSIONAL DO DISTRITO FEDERAL .

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, 2º Andar, Gab 7 - CEP: 70094902 - Brasília - DF - Tel.: 6133488072

www.cl.df.gov.br - dep.pastordanieldecastro@cl.df.gov.br

Documento assinado eletronicamente por DANIEL DE CASTRO SOUSA - Matr. Nº 00160,

Deputado(a) Distrital, em 24/09/2025, às 16:18:18 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

REQ 2302/2025 - Ata - GAB DEP PR DANIEL DE CASTRO - (312165) pg.3

Documento assinado eletronicamente por PEDRO PAULO DE OLIVEIRA - Matr. Nº 00170,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 14:58:02 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. Nº 00155,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 14:58:59 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por EDUARDO WEYNE PEDROSA - Matr. Nº 00145,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:03:16 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por THIAGO DE ARAÚJO MACIEIRA MANZONI - Matr. Nº

00172, Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:17:42 , conforme Ato do Vice-Presidente e

da Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito

Federal nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por IOLANDO ALMEIDA DE SOUZA - Matr. Nº 00149,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:21:41 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por ROOSEVELT VILELA PIRES - Matr. Nº 00141,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 16:45:58 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

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REQ 2302/2025 - Ata - GAB DEP PR DANIEL DE CASTRO - (312165) pg.4

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Gabinete do Deputado Pastor Daniel de Castro - Gab 07

ESTATUTO Nº, DE 2025

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO E DA NATUREZA

Art. 1º A Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol Amador e

Profissional do Distrito Federal é uma associação suprapartidária, composta por pelo

menos um terço dos Deputados Distritais, constituída no âmbito da Câmara Legislativa do

Distrito Federal e integrada por seus subscritores ou por aqueles que manifestarem interesse

em participar, nos termos do art. 37 do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito

Federal.

Parágrafo único. A Frente Parlamentar é instituída sem fins lucrativos e com duração

limitada à Nona Legislatura da Câmara Legislativa do Distrito Federal, com sede e foro na

cidade de Brasília, Distrito Federal.

CAPÍTULO II

DAS FINALIDADES

Art. 2º São finalidades da Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol

Amador e Profissional do Distrito Federal:

I – Defender e promover políticas públicas voltadas ao fortalecimento do futebol

profissional e amador no Distrito Federal;

II – Acompanhar e propor medidas para a modernização de estádios, campos e

centros esportivos comunitários;

III – Estimular a formação de atletas de base e a valorização de campeonatos locais,

tanto profissionais quanto comunitários;

IV – Fomentar o diálogo com federações, clubes, escolinhas, projetos sociais,

associações e entidades de incentivo ao futebol;

V – Promover debates legislativos, audiências públicas e ações destinadas ao

desenvolvimento, governança, transparência e sustentabilidade do futebol no âmbito distrital.

CAPÍTULO III

DOS MEMBROS

Art. 3º Integram a Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol Amador e

Profissional do Distrito Federal:

I – Como membros fundadores, os Deputados Distritais integrantes da Câmara

Legislativa do Distrito Federal, que subscreveram o registro da Frente;

II – Como membros efetivos, os parlamentares que requererem Termo de Adesão

após o registro da Frente;

III – Como colaboradores, as pessoas, pesquisadores, especialistas, profissionais,

órgãos, entidades, instituições, associações, institutos e demais interessados nos objetivos da

Frente.

§ 1º A Frente Parlamentar contará com um Comitê Estratégico , composto por

especialistas e profissionais das áreas esportivas, a fim de subsidiar tecnicamente os

deputados e demais membros da Frente.

REQ 2302/2025 - Estatuto - GAB DEP PR DANIEL DE CASTRO - (312166) pg.5

§ 2º A Frente Parlamentar contará com Grupos de Trabalho , compostos por

representantes de clubes, federações, ligas, instituições, organizações governamentais e não

governamentais.

§ 3º A Frente Parlamentar terá uma Coordenação Executiva , responsável pela

interlocução com os Grupos de Trabalho e o Comitê Estratégico, subordinada ao Presidente

do Conselho Executivo da Frente.

CAPÍTULO IV

DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS

Art. 4º A Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol Amador e Profissional

do Distrito Federal tem a seguinte estrutura:

I – Assembleia Geral , composta por todos os Parlamentares que aderiram ao

registro da Frente, membros fundadores e efetivos;

II – Conselho Executivo , integrado por:

a) 1 (um) Presidente;

b) 2 (dois) Vice-presidentes;

c) 2 (dois) Secretários-Gerais.

Parágrafo único. O mandato dos membros do Conselho Executivo terá duração até o

término da Nona Legislatura.

Art. 5º Compete à Assembleia Geral:

I – Eleger ou destituir os integrantes do Conselho Executivo;

II – Aprovar os relatórios apresentados pelo Conselho Executivo;

III – Estabelecer as diretrizes políticas da atuação da Frente;

IV – Supervisionar a atuação do Conselho Executivo;

V – Promover as alterações necessárias a este Estatuto.

Parágrafo único. As decisões da Assembleia Geral serão tomadas por maioria

simples dos votantes, presentes a maioria absoluta dos membros da Frente, em primeira

chamada, e por maioria simples dos votantes, presentes pelo menos dez por cento de seus

membros, na hipótese de segunda chamada.

Art. 6º Compete ao Conselho Executivo:

I – Implementar as diretrizes políticas estabelecidas pela Assembleia Geral;

II – Tomar as decisões políticas e administrativas necessárias para alcançar os

objetivos da Frente;

III – Elaborar relatórios sobre a atuação da Frente;

IV – Convocar a Assembleia Geral.

§ 1º São atribuições do Presidente:

I – Representar a Frente perante às Casas Legislativas;

II – Representar a Frente junto a entidades públicas e privadas;

III – Convocar as reuniões do Conselho Executivo;

IV – Presidir as reuniões do Conselho Executivo e da Assembleia Geral;

V – Designar os membros do Comitê Estratégico, dos Grupos de Trabalho e da

Coordenação Executiva.

§ 2º São atribuições dos Vice-presidentes: auxiliar o Presidente e substituí-lo em caso

de impedimento ou ausência.

REQ 2302/2025 - Estatuto - GAB DEP PR DANIEL DE CASTRO - (312166) pg.6

§ 3º São atribuições dos Secretários-Gerais:

I – Planejar e coordenar as atividades do Conselho Executivo;

II – Tomar as iniciativas necessárias para garantir que as decisões do Conselho

Executivo sejam cumpridas.

§ 4º Os cargos do Conselho Executivo são privativos de Deputados Distritais.

§ 5º O Conselho Executivo poderá valer-se do apoio de assessores, servidores

públicos e sociedade civil para desempenhar funções administrativas da Frente, por

delegação de competência.

§ 6º As atribuições dos membros da Coordenação Executiva serão definidas em

regulamento próprio, aprovado pelo Conselho Executivo.

CAPÍTULO V

DA DISSOLUÇÃO E DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 8º A Frente Parlamentar será dissolvida por decisão da maioria absoluta dos

membros da Assembleia Geral.

Art. 9º Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pelo Conselho Executivo.

Art. 10º O presente Estatuto entra em vigor na data de sua aprovação pelos membros

da Frente Parlamentar em Defesa e Incentivo ao Futebol Amador e Profissional do

Distrito Federal .

PASTOR DANIEL DE CASTRO

Deputado Distrital

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, 2º Andar, Gab 7 - CEP: 70094902 - Brasília - DF - Tel.: 6133488072

www.cl.df.gov.br - dep.pastordanieldecastro@cl.df.gov.br

Documento assinado eletronicamente por DANIEL DE CASTRO SOUSA - Matr. Nº 00160,

Deputado(a) Distrital, em 24/09/2025, às 16:18:18 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por PEDRO PAULO DE OLIVEIRA - Matr. Nº 00170,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 14:58:02 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. Nº 00155,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 14:58:59 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por EDUARDO WEYNE PEDROSA - Matr. Nº 00145,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:03:16 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por THIAGO DE ARAÚJO MACIEIRA MANZONI - Matr. Nº

REQ 2302/2025 - Estatuto - GAB DEP PR DANIEL DE CASTRO - (312166) pg.7

00172, Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:17:42 , conforme Ato do Vice-Presidente e

da Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito

Federal nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por IOLANDO ALMEIDA DE SOUZA - Matr. Nº 00149,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 15:21:41 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

Documento assinado eletronicamente por ROOSEVELT VILELA PIRES - Matr. Nº 00141,

Deputado(a) Distrital, em 25/09/2025, às 16:45:58 , conforme Ato do Vice-Presidente e da

Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

nº 284, de 27 de novembro de 2020.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site

https://ple.cl.df.gov.br/#/autenticidade

Código Verificador: 312166 , Código CRC: 21f5d4d1

REQ 2302/2025 - Estatuto - GAB DEP PR DANIEL DE CASTRO - (312166) pg.8

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Secretaria Legislativa

DESPACHO

A Mesa Diretora para publicação (RICL, art.295), art. 1º da Resolução nº 255/12 ),

atendidos os requisitos dos arts 2º e 3º da referida Resolução.

_______________________________________

MARCELO FREDERICO M. BASTOS

Matrícula 23.141

Assessor Especial

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, 5º Andar, Sala 5.10 - CEP: 70094902 - Brasília - DF - Tel.: (61)3348-8275

www.cl.df.gov.br - seleg@cl.df.gov.br

Documento assinado eletronicamente por MARCELO FREDERICO MEDEIROS BASTOS - Matr.

Nº 23141, Assessor(a) da Secretaria Legislativa, em 03/10/2025, às 08:01:56 , conforme Ato do

Vice-Presidente e da Terceira Secretária nº 02, de 2020, publicado no Diário da Câmara

Legislativa do Distrito Federal nº 284, de 27 de novembro de 2020.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site

https://ple.cl.df.gov.br/#/autenticidade

Código Verificador: 312990 , Código CRC: 8b43fce4

REQ 2302/2025 - Despacho - 1 - SELEG - (312990) pg.9

...CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERALGabinete do Deputado Pastor Daniel de Castro - Gab 07REQUERIMENTO Nº, DE 2025(Autoria: Deputado Pastor Daniel de Castro)Requer a criação e o registro daFrente Parlamentar em Defesa eIncentivo ao Futebol Amador eProfissional do Distrito Federal.Excelentíssimo Senhor Presidente d...
Ver DCL Completo
DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 84/2025

CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL

TERCEIRA SECRETARIA

Diretoria Legislativa

Setor de Registro e Redação Legislativa

AATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA

33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAA

AATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA

8844ªª SSEESSSSÃÃOO OORRDDIINNÁÁRRIIAA,,

TTRRAANNSSFFOORRMMAADDAA EEMM CCOOMMIISSSSÃÃOO GGEERRAALL PPAARRAA

DDEEBBAATTEERR OO NNOOVVOO PPAACC EE AASS AAÇÇÕÕEESS DDOO GGOOVVEERRNNOO FFEEDDEERRAALL NNOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL,,

CCOOMM AA PPRREESSEENNÇÇAA DDOO EEXXCCEELLEENNTTÍÍSSSSIIMMOO MMIINNIISSTTRROO DDEE EESSTTAADDOO,, CCHHEEFFEE DDAA CCAASSAA

CCIIVVIILL DDAA

PPRREESSIIDDÊÊNNCCIIAA DDAA RREEPPÚÚBBLLIICCAA,, SSEENNHHOORR RRUUII CCOOSSTTAA,,

DDEE 11ºº DDEE OOUUTTUUBBRROO DDEE 22002255..

IINNÍÍCCIIOO ÀÀSS 1155HH0066 TTÉÉRRMMIINNOO ÀÀSS 1177HH0011

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Sob a proteção de Deus, iniciamos os

nossos trabalhos.

Sobre a mesa, expediente que será lido por mim.

(Leitura do expediente.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – De acordo com a aprovação do

Requerimento nº 2.281/2025, de autoria do deputado Chico Vigilante, e conforme art. 131, § 4º, do

Regimento Interno, está aberta a sessão ordinária, que se transforma em comissão geral para

debater o novo PAC e as ações do governo federal no Distrito Federal, com a presença do

excelentíssimo ministro de Estado, chefe da Casa Civil da Presidência da República, senhor Rui Costa.

Suspendo a presente comissão geral, convidando as senhoras e os senhores deputados, bem

como todos que desejam, a participarem do debate em plenário.

(A comissão geral é suspensa.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – A comissão geral está reaberta.

Boa tarde a todos e a todas. Mais uma vez, sejam muito bem-vindos à Câmara Legislativa do

Distrito Federal.

Quero parabenizar o governo federal e agradecer a ele por essa importante iniciativa, por

meio das mãos do meu amigo e companheiro, o deputado Chico Vigilante, a quem agradeço.

Parabéns, deputado Chico Vigilante!

Agradeço a cada um dos companheiros e a cada uma das companheiras que aqui se

encontram. É extremamente importante prestar contas do trabalho que o governo federal tem

realizado no Distrito Federal. Para todos nós, brasilienses, isso é um prazer.

Por uma questão, inclusive, de respeito, de carinho e de amizade, passarei a presidência ao

deputado Chico Vigilante, para que ele assuma e conduza os trabalhos.

Está presente a Lindalva, nossa amiga, na pessoa de quem agradeço a todas as mulheres

que aqui se encontram. Secretário Capelli, obrigado pela presença. Meu amigo, Jamal, é muito bom

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 84ª S.O. (2350257) SEI 00001-00040920/2025-07 / pg. 1

você estar aqui conosco. Obrigado, Jamal. Na pessoa de vocês, cumprimento todas as pessoas

presentes. Obrigado.

Neste momento, passo a presidência ao deputado Chico Vigilante, para que ele assuma os

trabalhos, enquanto convido o ministro para que venha ao recinto. Parabéns, deputado Chico

Vigilante. (Palmas.)

(Assume a presidência o deputado Chico Vigilante.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Peço à TV Câmara Distrital que inicie a

sua transmissão.

Ao dar as boas-vindas a todos os presentes, declaro abertos os trabalhos desta comissão

geral para debater o novo PAC e as ações do governo federal no Distrito Federal.

Convido a compor nossa mesa: o ministro de Estado, chefe da Casa Civil da Presidência da

República, Rui Costa; o primeiro vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado

Ricardo Vale; o presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito

Federal, deputado Gabriel Magno; a deputada federal Erika Kokay; o presidente da Federação das

Indústrias do Distrito Federal, Jamal Jorge Bittar; o presidente do Partido dos Trabalhadores no

Distrito Federal, Guilherme Sigmaringa; o assessor de Relações Institucionais da Federação do

Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal, Athayde Passos da Hora. (Palmas.)

Mais uma vez, dou as boas-vindas ao ministro Rui Costa e expresso a satisfação de recebê-lo

neste momento, ministro. É uma alegria ver esta casa praticamente lotada, com sindicalistas,

empresários, homens e mulheres, trabalhadoras e trabalhadores, todos muito ansiosos para ouvir

sua palavra a respeito dos investimentos do novo PAC aqui no Distrito Federal.

Quando o Berger fez contato comigo e mencionou a disposição de o senhor vir a esta casa,

seguindo a orientação do nosso presidente Lula, fiquei muito satisfeito. Reconhecemos o carinho do

governo federal pela população do Distrito Federal. Sua presença aqui hoje, ministro, é realmente

muito importante e enche todos nós de muita alegria.

Há uma série de autoridades presentes. Vejo ali o deputado federal Prof. Reginaldo Veras, do

PV, a quem convido a também fazer parte da nossa mesa. (Palmas.)

Convido ainda o deputado Ricardo Vale a fazer parte da mesa. (Palmas.)

Vejo com muita alegria a presença da nossa querida companheira Arlete, a presidente de

honra do nosso partido. A Arlete foi a deputada que por muito tempo ocupou essa primeira poltrona,

enquanto eu sempre fiquei na retaguarda. (Palmas.)

Ministro, vamos deixar as saudações dos integrantes da mesa para depois da sua fala e

passaremos imediatamente a palavra ao senhor.

Concedo a palavra ao ministro Rui Costa.

RUI COSTA – Boa tarde a todas e a todos.

Quero cumprimentar o deputado distrital Chico Vigilante e agradecer a esta casa o convite

para participar deste momento. Quero expressar meu orgulho de estar aqui para falar sobre as ações

e investimentos do governo federal em parceria com o governo distrital.

Para economizar tempo e me dedicar mais ao conteúdo, saúdo toda a mesa, todos os

parlamentares, deputados federais e estaduais, e faço uma saudação a todos os representantes do

parlamento federal na pessoa da deputada federal Erika Kokay, para que todos se sintam

cumprimentados por meio dela. Saúdo também todos os servidores desta casa e toda a população

presente.

Preparei uma apresentação para mostrar como – já que cabe às casas legislativas a

fiscalização – acompanhar, monitorar e avaliar o conjunto de ações de prestação de serviços para a

população do seu estado. Esta apresentação vai um pouco além dos investimentos do PAC. Eu a fiz

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 84ª S.O. (2350257) SEI 00001-00040920/2025-07 / pg. 2

como faço nas visitas a estados e municípios, mostrando o cenário geral de relação e repasses do

governo federal para aquele estado ou para aquele município, a fim de permitir que todos os

presentes e os que estão acompanhando esta reunião por intermédio da rede social, na transmissão,

conheçam um pouco da relação dos repasses do governo federal para o governo distrital.

(Apresenta projeção.)

RUI COSTA – Primeiro, trouxe uma apresentação sobre o comportamento do Fundo

Constitucional do Distrito Federal nos últimos anos, que mostra um dado extremamente positivo

durante o governo do presidente Lula nesses 2 anos concluídos, 2023 e 2024.

Nesse gráfico, apresentamos um crescimento muito robusto do Fundo Constitucional em

relação aos anos anteriores. Portanto, de 2022 para 2023, houve um crescimento de quase R$6

bilhões; e, para 2024, em relação a 2022, estamos falando de aproximadamente R$7 bilhões. Foram

quase R$44 bilhões pagos nesses 2 anos, 2023 e 2024, o que representa um crescimento bastante

significativo e robusto do Fundo Constitucional, no percentual de 37%.

Quanto à avaliação da transferência do FPE, o Fundo de Participação dos Estados e do

Distrito Federal, observamos o crescimento do fundo, na parte que cabe ao DF, em 27%; em ordem

de grandeza, foram R$2 bilhões pagos em 2023 e 2024.

Para mostrar o quão robusta é essa participação, fiz uma comparação com a média dos

estados, ou seja, o Fundo Constitucional e o Fundo de Participação, comparando o valor do DF com a

média do FPE dos estados. No primeiro quadro, mostramos a relação dos 2 fundos em relação à

média dos estados. A média dos estados, em 2024, do FPE foi de R$5,5 bilhões; o DF totalizou

R$23,2 bilhões, somados o Fundo Constitucional e o FPE. O segundo quadro busca mostrar uma

comparação de valores per capita, ou seja, os mesmos dados absolutos divididos pela população dos

27 estados brasileiros. As colunas em vermelho mostram o valor per capita do DF em comparação

com os valores per capita dos estados. Isso também demonstra uma robustez muito grande dos 2

fundos em relação ao FPE dos estados.

Temos, ainda, o FPM do GDF, que, por ter funções também municipais, recebe participação

do FPM. Houve um crescimento de 45%, totalizando R$652 milhões, em 2023 e 2024.

Tudo isso reflete o quanto tem sido robusto o aumento das receitas do governo federal e o

crescimento econômico do país.

Passaremos a apresentar o movimento do Fundeb, que, assim como ocorreu em outros

estados, sofreu um crescimento muito robusto durante o governo do presidente Lula. O repasse do

Fundeb cresceu 48% em comparação com o mesmo período anterior – essa apresentação ficará

disponível aos parlamentares. O gráfico mostra o volume e o crescimento positivo do Fundeb,

permitindo que os entes federativos, tanto estados quanto municípios, possam planejar melhorias na

qualidade do ensino em todas as séries do cronograma escolar.

A próxima análise é sobre o Fundo Nacional de Saúde. Houve um aumento muito robusto do

repasse desse fundo, da ordem de 20%.

Este é um gráfico que agrega todos esses dados mostrados anteriormente com a soma dos

valores. Chegou-se a quase R$50 bilhões transferidos do governo federal, do ente federal, destes

fundos listados: Fundo Constitucional, FPE, FPM, Fundeb e Fundo Nacional de Saúde. Eles somam

quase R$50 bilhões nestes 2 anos – 2023 e 2024.

No que se refere a recursos para empresas do Distrito Federal, apresento algumas ações do

governo federal que impactam a economia e o emprego no DF. Eu trouxe uma lâmina para

apresentar o crescimento do desembolso do BNDES para empresas do DF de todos os portes, em

2023 e 2024. Isso impacta a economia, a atividade econômica, o funcionamento do Estado, que

reflete o quanto a roda da economia está girando. Este é um bom exemplo: o crescimento do

volume de empréstimos do BNDES para as empresas de todos os portes no DF.

Este gráfico se refere ao Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste brasileiro e

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 84ª S.O. (2350257) SEI 00001-00040920/2025-07 / pg. 3

mostra o crescimento do financiamento de atividades econômicas no DF. O gráfico demonstra

explicitamente um forte crescimento da participação desse fundo no financiamento das atividades

econômicas no DF.

Ressalto que tudo isso reflete o bom momento, o bom período e a retomada econômica do

país, que se reflete também na sua capital.

Em relação a políticas públicas para a população do Distrito Federal, eu abordo inicialmente

os benefícios diretos aos cidadãos do DF.

Este gráfico apresenta um dado que reúne os benefícios do Bolsa Família, do BPC, do

programa Pé-de-Meia e outros, entre o período de 2021 a 2024. O gráfico não deixa dúvidas, ele

mostra um crescimento muito robusto do aumento da transferência de renda. Esse dado não se

refere ao aumento de renda do Estado e, sim, das famílias, das pessoas. Houve um aumento muito

robusto de 75% na comparação entre o período 2023 e 2024 com o período anterior, 2021 e 2022.

Isso tudo se reflete no consumo, no comércio, na produção, na atividade econômica, no emprego do

DF.

Esse gráfico é sobre emprego e mostra o forte crescimento do emprego com carteira

assinada e um leve e pequeno decréscimo das pessoas que vivem com o Bolsa Família, ou seja, isso

demonstra a força do crescimento econômico. O PIB brasileiro cresceu em 2023 na ordem de 3%,

cresceu em 2024 na ordem de 3%, e vai crescer de novo este ano. Esse desempenho se reflete no

país inteiro, inclusive no DF, ao apresentar um forte crescimento dos empregos formais. Não é à toa

que o Brasil vive a menor taxa de desemprego da história do país, desde quando houve registro do

emprego. (Palmas.)

Junto à forte queda do desemprego, há, paralelo a isso, o crescimento da massa salarial do

Brasil. É o maior valor nominal já registrado na história desde que se faz essa medição do volume de

massa salarial praticado no país. Da mesma forma, o valor médio salarial recebido pelo trabalhador

em geral, tanto público como privado, é o maior já registrado na história. Todos esses dados

mostram a força e a consistência do crescimento econômico do Brasil, diferentemente de outros

períodos, que muitos chamavam de voo de galinha: voava e rapidamente mergulhava de novo para

o chão. Estamos no terceiro ano seguido de crescimento: crescimento do PIB, crescimento da

atividade econômica, crescimento do emprego, crescimento do comércio, crescimento da indústria,

crescimento do investimento.

O investimento líquido no Brasil tem se mantido, nesses 2 anos e meio, no patamar de 17%.

É um patamar que não se registrava há quase 15 anos. E não apenas o crescimento do investimento

na indústria de consumo, desta vez, há investimento em diversos perfis de indústria, inclusive de

bens de base, bens utilizados para alavancar outras indústrias. A chamada indústria de base tem

recebido muito investimento, também nesse patamar de 17%, o que é muito robusto para a

economia brasileira.

Também apresentamos o investimento dentro do programa do governo federal Mais Médicos

e seu reflexo para o DF. O presidente Lula retomou as políticas públicas de saúde e retomou esse

programa, que busca garantir o acesso a médicos em todos os estados e municípios do Brasil. Houve

um aumento, em relação ao mesmo período dos 2 anos anteriores, de 132% na oferta de médicos

do programa Mais Médicos para o DF.

Quero destacar que, diferente do início do programa do presidente Lula, quando foi lançado,

pela ausência de médicos brasileiros para ingressar no programa, havia participação majoritária de

médicos de outros países, especialmente cubanos. Na última seleção que tivemos, praticamente

100% dos selecionados foram médicos brasileiros, muitos formados a partir dos programas

educacionais criados pelo presidente Lula para facilitar o acesso dos mais pobres à universidade.

(Palmas.) Pela primeira vez, essa seleção mostrou uma presença proporcionalmente muito maior de

médicos do próprio estado ou, às vezes, da própria região para a qual estavam sendo selecionados.

Isso mostra a forte capilaridade que tivemos, desde o primeiro programa do governo do presidente

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 84ª S.O. (2350257) SEI 00001-00040920/2025-07 / pg. 4

Lula, na formação de médicos em todo o país.

Ao observar qualquer estado isoladamente – e cito meu estado, a Bahia –, havia, em cada

região da Bahia, médicos daquela região participando e sendo selecionados para trabalhar naquela

mesma região, médicos que se formaram nesse período. Isso mostra, do ponto de vista histórico,

desde o primeiro mandato do presidente Lula, o acerto dos programas voltados a dar acesso aos

mais pobres, bem como da política pública de diversificar e expandir os cursos de medicina pelo país

inteiro, por meio da criação de universidades. O presidente Lula é, sem dúvida nenhuma, na história

do Brasil, o presidente que mais criou universidades federais, que mais estimulou a criação de

universidades privadas, públicas estaduais e públicas municipais. Hoje, existe uma grande

capilaridade do ensino superior e, inclusive, dos cursos relacionados à saúde, o que criou essa

condição de praticamente todos os médicos serem dos próprios estados ou das próprias regiões para

as quais foram selecionados.

Agora, entro nas ações do PAC. No PAC, normalmente – e quero primeiro fazer um

esclarecimento –, existem obras que estão exclusivamente dentro de cada estado da Federação, mas

há outras obras que ultrapassam as fronteiras estaduais. Por exemplo, uma linha de transmissão que

beneficia mais de um estado: ela beneficia aquele estado, passa fisicamente por aquele estado, mas

também beneficia outros. Então, no PAC, nós caracterizamos investimentos de caráter regional

daqueles investimentos que ficam restritos à fronteira do estado, ou seja, aqueles que beneficiam

mais de um estado, como uma estrada, uma ferrovia, uma linha de transmissão.

Portanto, os investimentos totais do PAC, incluindo os que nós caracterizamos como

regionais, estão indicados no rodapé: R$13,9 bilhões, ou seja, arredondando, R$14 bilhões. Contudo,

eu restringi a apresentação aos investimentos restritos ao limite territorial do Distrito Federal, para

que fique mais explícito aquilo que beneficia exclusivamente e diretamente o DF. Estamos falando de

algo na ordem de R$6,4 bilhões. Repito: esse valor é exclusivo para o limite territorial do DF,

enquanto o valor total é de R$14 bilhões. De investimentos previstos para serem concluídos até

2026, há R$4,3 bilhões.

Por que essa diferença? Porque, para fazer um planejamento de Estado, nós não podemos

nos limitar a um mandato presidencial, precisamos pensar no horizonte do país. Uma ferrovia, uma

grande barragem, um metrô, uma linha de VLT normalmente não ficam prontos dentro de um

mandato presidencial, mas nem por isso podem deixar de ser feitos. Aliás, muito provavelmente, os

principais investimentos que alavancam o crescimento e o desenvolvimento do país são justamente

aqueles que demandam mais tempo para sua conclusão. Por isso, seccionamos o investimento total,

que é de R$6,4 bilhões, destacando aqueles cuja conclusão está prevista até 2026. Desses, R$2,3

bilhões já foram executados até abril de 2025 – foi o último balanço que realizamos, e faremos outro

agora –, ou seja, 53% do previsto. São 98 empreendimentos e, no âmbito do Minha Casa, Minha

Vida, estamos falando de 14 mil unidades habitacionais.

Quanto ao Minha Casa, Minha Vida, quero fazer um parêntese: o presidente Lula estabeleceu

uma meta de 2 milhões de unidades habitacionais para os 4 anos de seu mandato. Esse número nós

devemos atingir já neste ano. Já alcançamos 1.700.000 unidades contratadas. (Palmas.) Devemos

alcançar até o final do ano 2 milhões. Portanto, nossa nova previsão é chegar próximo a 3 milhões

de unidades contratadas até dezembro de 2026. Isso significa 50% a mais do que a meta

estabelecida pelo presidente Lula para seu mandato.

Apresento agora um resumo dos investimentos previstos por categoria. Como podem ver, o

maior volume está em mobilidade urbana, com R$3,2 bilhões; Minha Casa, Minha Vida, R$1,3 bilhão;

esgotamento sanitário, R$294 milhões; prevenção e contenção de desastres, R$286 milhões;

Periferia Viva, R$87 milhões; rodovias, R$453 milhões; atenção especializada, R$105 milhões;

educação básica, R$209 milhões; inovação em pesquisa, R$103 milhões; cultura, R$44 milhões; e

serviços postais, R$139 milhões.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Ministro, sem querer atrapalhar – como

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 84ª S.O. (2350257) SEI 00001-00040920/2025-07 / pg. 5

dizia Jô Soares –, e já atrapalhando, quero convidar para integrar nossa mesa a querida senadora

Leila Barros. Por favor, Leila, venha compor a nossa mesa. (Palmas.)

RUI COSTA – Merecida interrupção! Obrigado, Leila, pela sua presença.

Trouxemos uma distribuição percentual por tipo de executor do PAC. O PAC contempla obras

de execução do governo federal, do governo estadual, do governo municipal e também da iniciativa

privada – nos projetos de concessão pública, de PPP ou nos projetos de autorização ou

financiamento do governo federal. Para exemplificar, na apresentação constam apenas 2 categorias:

federal e distrital. Na categoria federal, está em marrom o que é considerado em ação preparatória,

cujo percentual é de 17% e representa aqueles projetos a que me referi na lâmina anterior; o

percentual do que está em licitação é de 8%, 36% estão em execução e 39% estão concluídos. Sob

a responsabilidade de execução do governo distrital, 31% estão em ação preparatória, 15% em

licitação, 28% em execução e 29% concluídos. Em toda unidade federativa a que vamos, fazemos

essa distinção, com a diferença de que, nos estados, o ente municipal também participa da

execução. Como o DF reúne as competências de estado e município, na lâmina constam os valores

agregados de estado e município.

No tocante aos investimentos em destaque no DF, as obras de mobilidade preenchem o

maior valor do total. A apresentação traz um nível de detalhamento que acho não ser necessário

abordar linha por linha. A responsabilidade pela execução da maioria desses investimentos é do

Governo do Distrito Federal.

Nós fizemos 3 grandes anúncios no PAC. O primeiro foi feito em 2023, sobre as obras

pactuadas com os governadores dos 27 estados. No início de 2024, fizemos a primeira seleção

pública com inscrição dos municípios, o que também abrangia o DF devido à sua competência

municipal. Em 2025, o novo anúncio também envolvia os municípios. Nesta lâmina, estão reunidos os

resultados do DF tanto para a seleção divulgada no início do ano passado, quanto para a seleção

divulgada neste ano. Então, na saúde, são R$51 milhões; na educação, R$44 milhões; na

infraestrutura social, R$5 milhões; no eixo de água para todos, R$17 milhões; e no eixo de cidades

sustentáveis, R$1,8 bilhão. Foram quase R$2 bilhões em resultados.

No detalhamento sobre infraestrutura social, o total é de R$1,6 bilhão. Na primeira linha da

tabela está a informação sobre o Caps. Vocês observarão que, em algumas linhas desta

apresentação, há propostas canceladas. No PAC, nós fixamos prazos para os estados e municípios

realizarem as etapas das obras. Por exemplo, houve um prazo para apresentação de documento,

outro prazo para início de licitação, outro prazo para início da obra. Nós divulgamos a primeira

seleção em março do ano passado; portanto, decorreu quase 1 ano e 6 meses desde então. Quase

todos os prazos foram prorrogados, mas, mesmo assim, alguns não foram cumpridos, o que ensejou

o cancelamento das respectivas propostas. Então, aparece na apresentação como cancelada a

proposta cujo prazo venceu. É o caso da proposta referente ao CPN, o Centro de Parto Normal, na

segunda linha, onde é possível ver que no dia 15 de abril um prazo não foi cumprido e a proposta foi

cancelada. Na terceira linha, há o detalhamento da proposta sobre creches e escolas de educação

infantil com prazos a vencer: um no dia 4 de outubro e outro no dia 11 de outubro. Se esses prazos

já prorrogados não forem cumpridos, essas propostas também serão derrubadas.

Quanto à escola em tempo integral, por exemplo, existem 2 propostas. Em uma delas, o

contrato foi rescindido porque o prazo venceu em 15 de junho e não foi cumprido. Repito e insisto:

esse prazo foi prorrogado algumas vezes, sendo a última prorrogação em 15 de junho; como não foi

cumprido, a proposta foi derrubada. O outro contrato tem prazo final em 9 de outubro. Se não for

cumprido, a proposta também será derrubada.

Adotamos esse padrão no país inteiro, e quero explicar o motivo. Não faz sentido haver

muitos municípios e estados batendo à porta, pedindo a construção de uma creche ou de uma escola

e, de outro lado, outros estados e municípios, 1 ano e 6 meses depois de contemplados, sequer

terem licitado aquela obra. Não faz sentido privar quem quer atender a sua população em favor de

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quem não está conseguindo cumprir os prazos e o processo de licitação de início de obra. Por isso,

fixamos prazos e derrubamos propostas no país inteiro, independentemente da região, do estado ou

do município, quando esses prazos não são cumpridos após a prorrogação. Repito: os prazos de

muitos contratos foram prorrogados diversas vezes, por isso tomamos essa decisão. Senão acaba o

governo e a obra sequer foi iniciada. Não faz sentido privar os entes que querem fazer em função

daqueles que não estão conseguindo fazer. No documento há o detalhamento de cada obra.

Da forma como tenho feito em encontros com prefeitos e governadores, quero explicitar que,

no PAC, nós retiramos praticamente toda a burocracia existente. Dou um exemplo: nas versões

anteriores do PAC dos governos de Lula e Dilma, exigia-se comprovação de propriedade do terreno

para a construção de uma creche ou escola. Nós retiramos essa obrigação, seja para licitar, seja para

iniciar a obra. Se o prefeito ou o governador apresentar uma declaração – apenas a declaração – que

afirme a posse do terreno, ele é autorizado a iniciar a obra. O documento do terreno registrado deve

ser apresentado até o final da obra. Liberamos essa obrigação e muitas outras. Aprovamos leis no

Congresso Nacional para eliminar diversas etapas burocráticas e facilitar a execução das obras.

Obtivemos êxito, pois estamos conseguindo um desempenho bastante robusto na execução do PAC.

Infelizmente, não atingimos 100%, e alguns perdem a oportunidade por não cumprirem os prazos.

Esse slide mostra um detalhamento que não vou apresentar agora para não ser cansativo. Ali

há alguns termos suspensivos. Nós permitimos, inclusive com cláusula suspensiva, que o estado ou o

município avance até suprir a ausência de um documento ou de alguma exigência.

Nós fizemos projeto básico e projeto padrão para a maioria das obras. No caso, por exemplo,

de uma UBS, que tem o seu projeto feito pelo Ministério da Saúde, ou de uma policlínica, cujo

projeto completo é elaborado pelo Ministério da Saúde, cabe ao ente apenas elaborar o projeto de

implantação no terreno escolhido para aquela obra.

Na área de infraestrutura social e cidades, há obras de esgotamento sanitário, mobilidade

urbana, prevenção de desastres e macrodrenagem, todas com cronogramas. Vejam, por exemplo, na

macrodrenagem, na penúltima linha, que esse projeto foi cancelado por não cumprimento de prazo.

Como se trata de financiamento subsidiado, permitimos que haja, eventualmente, uma reinscrição do

ente, seja estado, seja município, quando ele tiver a documentação completa. Dessa forma, nós

fazemos a fila andar: pegamos o valor correspondente e liberamos para outro ente que esteja em

condições de contratar.

Por exemplo, esse valor de R$286 milhões, que vemos na penúltima linha, que estava

previsto, poderá ser reapresentado quando o Distrito Federal tiver todo o material pronto para o

início da contratação e da obra.

Essa foi a última seleção divulgada neste ano. Trata-se da seleção de UBS, creches, kits de

teleconsulta para instalação nas unidades de saúde, renovação da frota do Samu e financiamento

para o setor privado na área de mobilidade.

Eu apresento um exemplo de alguns empreendimentos concluídos. Destaco que

incorporamos ao PAC obras que estavam paralisadas. Quando o presidente Lula assumiu, em janeiro

de 2023, encontrou quase 14 mil obras paralisadas em todo o país. Por exemplo, havia 87 mil

unidades habitacionais paralisadas. Eram conjuntos habitacionais que tinham chegado a 90% de

execução, mas foram deixados de lado. Com isso, houve retrocesso nas obras. Todos sabem que em

um conjunto praticamente pronto, se for abandonado, infelizmente, somem portas, telhas. Assim, o

trabalho que estava com 90% de execução volta a ficar com 50%. Às vezes, restam apenas as

paredes que não foram derrubadas. Eles levam materiais elétricos, hidráulicos.

Nós tivemos que reconstruir esses conjuntos habitacionais. Mais da metade já foi entregue, e

haveremos de entregar quase 100% até o final do mandato do presidente Lula.

Sobre as obras de educação, havia cerca de 6 mil obras paralisadas, como creches, escolas,

quadras esportivas, espaços esportivos. Havia 4.500 obras de saúde paralisadas. O presidente Lula

contou com o apoio da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Queremos agradecemos ao

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Congresso Nacional, em nome da senadora Leila, porque aprovamos uma lei que, pela primeira vez

na história do Brasil, permite que o governo federal atualize o valor para que o ente possa concluir a

obra. Por exemplo, uma escola do FNDE com 12 salas, com contrato assinado no governo da

presidenta Dilma, em 2014 e 2015 – muitos contratos foram assinados nesse período –, poderia

custar cerca de R$4 milhões naquela época. Hoje, essa mesma escola custa R$7 milhões. Muitas

vezes, um ente municipal, um prefeito, uma prefeita não têm esses R$3 milhões de diferença para

investir. Por isso, contamos com o apoio do Congresso Nacional. Nós aprovamos uma lei que permite

ao governo federal atualizar o valor da obra. Assim, retomamos quase 85% das obras. Elas serão

concluídas, se Deus quiser, até dezembro do ano que vem. Serão obras de educação, de saúde, que

estavam paralisadas. Algumas dessas obras também fazem parte da retomada do PAC, pois se

referem a obras que estavam paralisadas.

Apresento investimentos na área de manutenção de rodovias. Para exemplificar, nós

seccionamos um mapa apenas do limite territorial de Brasília.

Trago dados do programa Minha Casa, Minha Vida. Eu já apresentei os dados globais. São 14

mil unidades no Distrito Federal, distribuídas nos diversos formatos. Nós contamos com o FGTS, o

FAR, as entidades e o rural.

Existe um problema crônico de 40 unidades na área rural. Não foi possível retomar a

responsabilidade de uma entidade rural. Precisamos buscar uma solução possível. O responsável não

formalizou o retorno da obra.

Portanto, há um conjunto de unidades habitacionais. O modelo do FAR continua aberto. Nós

não o fechamos. Nós invertemos a ordem de contratação. Normalmente, nós divulgávamos uma

seleção para estados e municípios, e o governo federal ficava cobrando o início dessa obra. Nós

invertemos isso. Agora há uma cota por estado e a Caixa Econômica vai contratando quem primeiro

chegar à fila. Os projetos que forem chegando vão sendo contratados. Eventualmente, se algum

estado conseguir contratar mais rápido a sua cota, e outro estado não contratar, nós vamos fazendo

o remanejamento dessa cota para os estados ou municípios que estão conseguindo contratar. Ou

seja, quem chegar primeiro vai contratando.

Isso dá agilidade à contratação do Minha Casa, Minha Vida. No modelo anterior, que fizemos

até 2023, nós dávamos a cota para o município e para o estado. Dali em diante, a percepção é que a

empresa privada que ia fazer a obra, o estado ou o município ficavam meio que adormecidos. Os

prazos e meses iam passando, e as providências para o início da obra não eram tomadas porque a

cota estava garantida para aquele município ou para aquele estado. Então, nós resolvemos, na nova

seleção que fizemos, inverter a ordem. Não existe mais cota garantida. Quem estiver com tudo

pronto vai contratando e, se houver execução de 100% nesse ou naquele estado, remanejamos a

cota para quem tem mais eficiência em contratar.

Com isso, conseguimos acelerar o programa Minha Casa, Minha Vida e conseguimos atender

às pessoas, porque, de toda forma, todos são brasileiros. Todos os que estão sem casa precisam de

casa. Aqueles que precisam de casa não podem pagar pelo atraso no ritmo desse ou daquele gestor.

É melhor então garantir que os gestores no Brasil que estão tendo mais capacidade de execução

consigam ter maior volume na contratação. É isso o que nós fizemos, é isso o que está acontecendo.

Neste slide estão alguns exemplos de fotos das obras que estão em execução. Nós as

trouxemos para ilustrar. Estas são obras que estão andamento: obras de BRT, obras de estradas,

obras viárias. Neste outro slide, obras que foram entregues, como creches. Todas essas obras são do

PAC e já foram concluídas. Neste QR code vocês podem acessar detalhadamente todas as obras do

PAC, não só do DF como em todo o Brasil. (Palmas.)

Quero mais uma vez agradecer a esta casa.

(Manifestação na galeria.)

RUI COSTA – É com muito orgulho que venho fazer esta apresentação aqui, assim como vou

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a outros estados. Quero abrir um parêntese para dar um depoimento e finalizar minha fala. Este é o

depoimento de quem foi governador no período de 2015 a 2022. Eu me referi, por exemplo, a obras

paralisadas. Entre os conjuntos habitacionais que estavam paralisados, 2, entre tantos, eram no meu

estado, em uma cidade chamada Santo Amaro da Purificação, que é a cidade do Caetano Veloso e

da Maria Bethânia. Lá havia 2 conjuntos habitacionais que estavam praticamente prontos. Um estava

com 80% e o outro estava com 90% quando eles foram paralisados.

Todos nós sabemos no que dá uma obra abandonada. Eu, como governador, ao ver aquela

obra paralisada, tomei a iniciativa de tentar uma audiência com os ministros para tentar encontrar

uma solução. Não fui recebido. Mandei correspondência para buscar uma solução. Não fui

respondido. Havia uma pendência para dar acesso a esses 2 conjuntos, a construção de uma ponte.

Mandei uma correspondência dizendo que o estado da Bahia faria a ponte. Mandei uma

correspondência falando que o estado da Bahia colocaria os 20% que faltavam para concluir a obra e

não recebi resposta. Depois de o presidente Lula tomar posse, na primeira semana, eu voltei a Santo

Amaro para ver como estavam os 2 conjuntos habitacionais. Um, que estava com 90%, regrediu para

50%: não tinha mais telhas, portas, rede elétrica e vasos sanitários. O outro reduziu para 40%.

Nós fizemos uma parceria com o Governo do Estado da Bahia, com o governador Jerônimo e,

em 6 meses, inauguramos esse conjunto habitacional. E as famílias estão lá morando. (Palmas.)

Eu dou esse depoimento porque isso que foi feito na Bahia foi feito em todos os municípios e

estados, independentemente de quem é o governador, de qual é o partido político e de quem é o

prefeito. Porque nós fomos um a um, ligamos para todos, um a um, para retomar essas obras,

atualizar o valor, para facilitar que o prefeito ou a prefeita, independentemente da sua filiação

partidária, pudesse concluir a obra.

O presidente Lula diz – e, aqui, eu quero repetir – que o dinheiro que está numa creche

parada, numa escola parada, numa policlínica parada não é do prefeito, não é do governador e não

é do presidente; o dinheiro que está lá é do povo e o dinheiro do povo merece respeito. E uma obra

de creche, escola e policlínica é para atender o povo.

Portanto, é isso que nós estamos fazendo no PAC, com uma repercussão forte, fortíssima, na

geração de emprego, inclusive na construção civil. Retomamos um patamar histórico de

empregabilidade, de salário, de renda e de desenvolvimento da indústria brasileira da construção

civil.

Que Deus nos abençoe.

Muito obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado ao nosso ministro.

Quero, neste momento, pedir que o ministro volte à mesa.

Eu gostaria de registrar aqui a presença do nosso querido companheiro Agaciel Maia, que foi

deputado nesta casa e hoje é secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal; e do

companheiro José Maurício, secretário de Relações Parlamentares do Distrito Federal.

Quero registrar também a presença do deputado Thiago Manzoni, que esteve presente até

agora. Eu até brinquei com o deputado Thiago Manzoni dizendo: “Deputado Thiago Manzoni, isso

aqui é uma relação civilizada da política”. Sua excelência é do PL, e nós somos do PT. Sua excelência

estava aqui e me disse que todos os dados que o Rui Costa trouxe estão corretos. Isso é importante,

Rui Costa. O deputado Thiago Manzoni é do PL, e eu sou do PT. Nós temos uma relação civilizada. O

deputado veio e falou: “Deputado Chico Vigilante, eu vou ter que ir, mas eu trouxe para conferir...

Os dados que o ministro trouxe estão todos corretos.” Sua excelência estava conferindo com a

tabela.

Eu gostaria também de registrar as seguintes presenças: deputado Max Maciel; deputado

Hermeto, do MDB, líder do governo nesta casa. Sua excelência se retirou porque, daqui a pouco, fará

a entrega do título de cidadão honorário ao doutor Baelon. Inclusive, estarei presente lá também.

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Eu também gostaria de registrar a presença da nossa querida companheira Rosilene Corrêa,

representando a Confederação Nacional da Educação. (Palmas.) Eu já registrei e registro novamente,

com muito prazer, a presença da companheira Arlete Sampaio, ex-deputada distrital e presidente de

honra do Partido dos Trabalhadores. (Palmas.) Por fim, eu gostaria de registrar a presença da minha

querida esposa, Lindalva, que está ali. (Palmas.)

Pessoal, o ministro vai ter pouco tempo conosco.

Eu gostaria, ministro, de passar a palavra para os integrantes da mesa fazerem rapidamente

uma saudação.

Concedo a palavra ao nosso amigo e companheiro de verdade Jamal Jorge Bittar, presidente

da Fibra, Federação das Indústrias do Distrito Federal. (Palmas.)

JAMAL JORGE BITTAR – Obrigado, deputado Chico Vigilante.

Ministro, é uma honra vê-lo e revê-lo.

Eu falava para o deputado Ricardo Vale que, além de ser um político notável, o senhor tem

conhecimento, sabe o que fala e transmite muita firmeza. Não era preciso que ninguém conferisse os

seus dados. Tenho certeza de que a conferência não foi muito real. Precisamos ter muito cuidado

também com a boa fonte.

Cumprimento o amigo deputado Ricardo Vale.

Deputado Chico Vigilante, muito obrigado por ter me convidado para esta comissão geral.

Vossa excelência sabe que fazemos parte do setor produtivo, que torce pelo Distrito Federal e pelo

Brasil. Nós nos posicionamos num ramo que, além de progressista, é grande promotor de movimento

social. É isso que tem acontecido muito. Somos felizes por isso.

Cumprimento o deputado Gabriel Magno e o deputado federal Prof. Reginaldo Veras.

Cumprimento a amiga Leila. Leila, que honra vê-la! Há um bom tempo eu não a via. Você chegou

muito cansada e apressada. A sua vida não deve estar fácil.

Guilherme, tive o prazer de cumprimentá-lo. Estou à sua disposição também. Parabéns pela

juventude à frente do PT. Acho que o PT é um partido feito dos cabeças brancas e da meninada.

Cumprimento a ex-deputada Arlete Sampaio, referência política na cidade, e tanta gente

importante. Eu chamo essas referências de lendas. A ex-deputada Arlete Sampaio é uma lenda da

política local.

Eu trouxe alguns elementos não para fazer conferência, mas para ajudar e contribuir com

esta comissão geral. Tenho certeza de que o caminho é esse. O rumo é esse.

São muitos os números positivos econômicos e sociais, como a taxa de desemprego, o

rendimento salarial, o controle da inflação e o crescimento do PIB. Esses números são incontestáveis

quando comparados com o vendaval – permitam-me chamar assim – que passou. Isso é para quem

não gosta de número, gráfico ou verdade. Quem gosta de realidade só precisa ver números. Eles

falam mais que as nossas convicções ideológicas. O caminho é esse.

Achei muito importante a vinda do ministro a esta casa, porque ela conecta o Distrito Federal

com o PAC. A nossa sociedade enxerga o governo federal, principalmente nas suas aplicações, como

um ente muito distante. Na verdade, somos mais contemplados pelas aplicações do que imaginamos.

Às vezes, as pessoas não conseguem vislumbrar os investimentos do governo federal no Distrito

Federal.

Torço para que as mídias especializadas e os blogs noticiem muito que bastante coisa já foi

entregue. Outras coisas estão em transição e em licitação. Que haja sintonia entre o que o governo

federal tem feito pelo Distrito Federal e o conhecimento disso por parte da população.

São muitos recursos. Serão investimentos na ordem de R$6 bilhões a R$7 bilhões, até 2026.

Isso equivale a 13%, 14% do orçamento de 1 ano do Distrito Federal. É um valor muito grande. Isso

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tem que ser realçado. Parabéns por isso. O caminho é esse.

O presidente Lula tem sido muito feliz na condução dessas políticas. Tudo vai se arrumando.

Se Deus quiser, terminaremos este primeiro mandato e seguiremos para o segundo mandato. Nós

torcemos por isso e trabalhamos para isso.

Boa tarde. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado ao nosso companheiro

Jamal.

Registro a presença, na galeria, do companheiro e empresário muito querido Júlio César

Itacaramby. Ele já foi presidente do Sindiatacadista do Distrito Federal. Ele não é do PT, mas é um

grande empresário e um grande amigo. (Palmas.)

Concedo a palavra ao deputado Ricardo Vale.

DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Deputado Chico Vigilante, parabenizo vossa excelência,

líder da nossa bancada na Câmara Legislativa do Distrito Federal, pela realização desta comissão

geral.

Agradeço a presença do ministro Rui Costa, de todos os deputados e deputadas. O deputado

Chico Vigilante já citou o nome de todos, mas quero registrar também a presença do ex-deputado

federal Magela, do Berger, do companheiro Policarpo, do Capelli. Enfim, agradeço a presença de

todas as lideranças, todos os companheiros e companheiras que vieram a esta casa e que, como eu,

devem sair daqui muito felizes hoje.

Infelizmente – e digo infelizmente – nós, nossa militância, todos nós aqui, não tínhamos

todos esses números, não tínhamos todos esses dados, ministro. Precisamos criar um canal com a

população do Distrito Federal, com nossa militância, para mostrar o que já fizemos.

Todos os números apresentados cresceram muito em relação à tragédia do governo passado

que tivemos neste país. Isso é motivo de muito orgulho para todos nós. Vamos sair desta casa muito

felizes. Eu, pessoalmente, saio daqui muito feliz hoje.

Eu fico de cara com isso. O deputado Hermeto saiu do plenário agora – ele é o líder do

governo Ibaneis nesta casa –, mas está ali o nosso querido Agaciel Maia, que faz parte do governo

Ibaneis. Por que o Ibaneis fica chorando e falando mal do Lula, com tanto investimento nesta

cidade? (Palmas.) Isso prova o amor que o Lula tem pelo povo do Distrito Federal.

Mesmo com essa postura do governador e de outras figuras do Governo do Distrito Federal,

o Lula continua investindo na nossa cidade, porque tem compromisso com o povo e com os

trabalhadores.

Falei que eu seria breve.

Quero lhe agradecer profundamente, ministro, esses números, essa apresentação. Depois,

quero ter acesso a ela.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Ele irá nos passar.

DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Precisamos saber desses números na ponta da língua,

para fazer o debate e o enfrentamento da extrema-direita fascista desta cidade.

Parabéns, muito obrigado. Vamos em frente. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, deputado Ricardo Vale.

(Manifestação na galeria.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, companheiros.

Quero registrar a presença da nossa querida companheira, ex-reitora da Universidade de

Brasília por 2 mandatos, Márcia Abrahão; do Berger, assessor especial do presidente Lula; do

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companheiro presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal; do Ricardo Cappelli, da

ABDI, que também está presente. (Palmas.)

Vou pedir licença ao ministro para que façamos rapidamente alguns registros de presença.

Sei que são muitas pessoas. Faremos o registro em partes. Começaremos pelos presentes, pelos

representantes sindicais e pelas demais entidades.

MESTRE DE CERIMÔNIAS – Registramos a presença dos seguintes convidados: Thiago

Perpétuo, superintendente do Iphan do Distrito Federal; Valcir Rosa Ferreira, presidente do PT Águas

Claras; Tibertino Lopes Costa Filho, presidente do PT Candangolândia; Walfredo, conselheiro tutelar;

Edmilson Alves da Silva, presidente do PT Samambaia; Roberto Miguel, da secretaria de formação da

CUT-DF, Vigilantes; Cláudia Regina Vieira Lima, presidente do PT São Sebastião; Claudinha, do Pôr

do Sol, líder comunitária; Antonio da Conceição Ferreira, projeto Cultura no Ônibus, Piracicabana;

professora Jussara Limeira, do FDE; Paulo Domingues, assessor de relações institucionais da

Fecomércio, que representa também o presidente da Fecomércio; Lucineide Araújo de Souza,

contabilista, ativista, autônoma; Creusimar de Oliveira, do Sittrater; Selassiê das Virgens Júnior,

diretor da Escola Classe 604 de Samambaia; Simone Marques, professora do CEF 120 de

Samambaia; Bianca Alves Souza, secretária da Casa da Natureza; Antônio Sérgio Cangiano,

economista da UnB; Wellington Rocha, CCDF; Antônia da Silva Ribeiro, professora aposentada; José

Carlos, vigilante, do Sindicato dos Vigilantes; Helton de Freitas Costa, assessor especial do GDF, da

Secretaria de Estado de Governo do Distrito Federal. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Daqui a pouco nós anunciaremos outros

presentes.

Quero registrar com muita satisfação a presença dos estudantes e dos professores do CED

Zumbi dos Palmares, de São Sebastião. Sejam bem-vindos a esta casa legislativa. São participantes

do programa Conhecendo o Parlamento, sob coordenação da Escola do Legislativo do Distrito

Federal. (Palmas.)

Deputado Gabriel Magno, peço que faça uma saudação rápida, porque a agenda do ministro

está carregada.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Obrigado, presidente.

Quero saudar, ministro, na sua pessoa, todos os presentes e, fundamentalmente, o governo

do presidente Lula, que tem enfrentado esse desafio enorme, que hoje o senhor apresentou aqui

com números, de reconstruir o Brasil ao lado do povo brasileiro.

Digo isso, ministro, porque estamos retomando investimentos públicos para a infraestrutura

nacional – que foi desmontada no último governo –, para a geração de emprego e renda, para a

valorização dos serviços e dos servidores públicos. Não podemos esquecer que foi o governo

Bolsonaro que não concedeu nenhum reajuste para as forças de segurança do Distrito Federal. Foi o

governo Bolsonaro que perseguiu professores, servidores da saúde, servidores do Ibama, fiscais que

estavam atentos a todo tipo de desmatamento no Brasil e que sofreram muito nos últimos anos.

Agora, passa a existir uma nova agenda.

O deputado Ricardo Vale falou algo fundamental. Estamos em Brasília, uma cidade

importante por várias razões, das quais destaco 2, ministro: a primeira, por ser capital do Brasil; a

segunda, por ser patrimônio da humanidade. Porém, hoje, há um governo que cuida muito mal desta

cidade, o Governo do Distrito Federal.

O que o deputado Ricardo Vale apontou – que muitas vezes os números apresentados não

chegam à população – é resultado de uma opção política do governo de esconder esses números.

(Palmas.)

Está presente a senadora Leila, ministro, que, por tamanha mesquinharia, foi impedida de

fazer uma fala na inauguração da Casa da Mulher Brasileira, que havia recebido emenda da

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senadora, a qual também destinou emenda parlamentar para o Distrito Federal para a construção de

3 UBS. Essas construções estão paradas porque o governo não executa a emenda. Quero saudar,

senadora Leila, o seu esforço e o seu cuidado com o Distrito Federal. (Palmas.)

Esse governo permitiu, ministro, que o 8 de janeiro acontecesse e, por isso, o Ricardo

Cappelli, a quem saúdo mais uma vez, teve que ser nomeado interventor da segurança pública.

(Palmas.)

Sua presença hoje engrandece este parlamento, engrandece esta cidade, para que saiamos

daqui muito mobilizados. Precisamos continuar as mudanças estruturais no Brasil, as quais passam

também por alterarmos a agenda pública e política do Distrito Federal, que é a capital da República.

É preciso haver um governo que, de fato, cuide do Distrito Federal, cuide das pessoas. O governo do

presidente Lula mostrou com números, ministro, que esse é o governo, é o partido que cuida de

Brasília e do povo brasileiro. Muito obrigado pela presença. Conte com esta bancada, conte com os

movimentos sociais para continuarmos na luta. (Palmas.)

Para encerrar a minha fala, quero saudar o governo do presidente Lula, porque hoje é um dia

histórico. Vamos aprovar no Congresso Nacional a taxação dos super-ricos e estabelecer a isenção do

imposto de renda para quem ganha até R$5.000. Isso é fazer justiça tributária, isso é fazer justiça

social. O governo do presidente Lula está entregando aquilo que prometeu.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – A nossa querida companheira deputada

federal Erika Kokay foi a primeira a chegar aqui. Hoje ela montou o seu gabinete na Câmara

Legislativa. Ela ficou ali trabalhando, e eu tive que chamá-la para vir à mesa, porque ela vai fazer

uma saudação ao ministro daqui a pouco.

Concedo a palavra ao Guilherme Sigmaringa, presidente do Partido dos Trabalhadores, para

uma saudação breve, porque o ministro está com a agenda carregada.

GUILHERME SIGMARINGA – Cumprimento o presidente deputado Chico Vigilante e os demais

membros da mesa, a quem eu saúdo nas pessoas da nossa senadora Leila e da deputada federal

Erika Kokay, que se juntou a nós agora, mas que, como foi dito, já estava na casa. Vou saudar a

plateia de maneira muito resumida, na pessoa de 2 figuras muito importantes para nós em Brasília,

para o partido e para mim, pessoalmente: a nossa ex-deputada Arlete Sampaio, que está aqui na

minha frente. (Palmas.) E não só pela colaboração e por todo o histórico de serviço ao governo Lula

3, 2 e 1, Dilma, Cristovam e Agnelo, o meu amigo Berger, que também está sentado na minha

frente. (Palmas.)

Ministro, farei uma fala breve, pois entendo a correria da agenda. Sua presença na Câmara

Legislativa reforça a relevância e a importância que o governo tem para com o Distrito Federal.

Acredito que sua presença, somada aos números apresentados, demonstra de forma muito clara o

carinho e a atenção que o governo federal e o presidente Lula têm com o Distrito Federal.

Este encontro foi planejado pelo próprio presidente, com o envolvimento do deputado Chico

Vigilante desde o início. O presidente, que morou em Brasília desde a época em que foi deputado

constituinte, estabeleceu uma relação muito próxima com nossa cidade, conhece profundamente a

história e o contexto político do Distrito Federal e demonstra seu cuidado e acompanhamento, como

evidenciado na apresentação do ministro.

Trago um trecho de uma fala do ministro em que ele relembrou a época em que foi

governador da Bahia e as dificuldades que enfrentava com o governo federal na execução

orçamentária. O nosso governo, como ele bem destacou, não faz distinção se o governador é da

base ou da oposição. O compromisso do governo e do presidente Lula está mais do que evidenciado:

é com o povo brasileiro e com o povo do Distrito Federal.

Nós sairemos deste encontro satisfeitos com o que vimos e também com uma missão. Como

foi dito pelo deputado Gabriel Magno, que me antecedeu, existe uma grande dificuldade na

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comunicação para que a população tenha acesso a esses números, entenda e perceba a importância

e a relevância de tudo aquilo que é feito pelo governo federal em relação ao Distrito Federal.

Nossa missão – eu faço este pedido e ponderação – é a seguinte: vamos levar essa

mensagem adiante. Isso vai ser disponibilizado. É importante que nos apropriemos dessas

informações para repassá-las à população do Distrito Federal.

Obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Guilherme.

Concedo a palavra, também para uma saudação breve, ao nosso querido companheiro

deputado federal Prof. Reginaldo Veras, que um dia foi meu eleitor. (Palmas.)

REGINALDO VERAS – Verdade. Sempre!

Ministro, em sua pessoa saúdo todos os presentes. Serei extremamente breve.

Os dados de investimentos que foram apresentados de forma didática e matemática só nos

trazem uma compreensão: o presidente Lula está no caminho certo, e o crescimento econômico está

acontecendo. Prova disso é o aumento dos investimentos e dos repasses feitos ao Distrito Federal.

Lula colocou novamente este país nos trilhos. A taxa de desemprego, que está caindo, assim

como a diminuição do número de pessoas que estão aderindo ao Bolsa Família são o melhor

exemplo disso. Quando há emprego, menos pessoas acessam programas sociais. É isso que

queremos.

Além do mais, vê-se que o presidente Lula está acima da vaidade. Ele tem uma atitude

republicana com o Distrito Federal, apesar da infantilidade do governador do Distrito Federal, que

disse: “Eu não estarei onde aquele homem estiver”. O presidente Lula continua fazendo os

necessários investimentos aqui no Distrito Federal, demonstrando um comportamento de adulto, ao

contrário do comportamento infantil do governador do Distrito Federal.

Quero exemplificar a importância desses investimentos mencionando minha experiência

pessoal: estou dando aula em Brazlândia aos sábados e, quando passo pela BR-080, vejo o avanço

significativo da obra. A previsão é de que essa obra seja entregue, no mais tardar, até abril do ano

que vem.

Remonto à memória do deputado Juarezão, que presidiu esta casa e foi nosso vice-

presidente, mas que infelizmente não está entre nós, em virtude de um acidente naquela mesma BR-

080, rodovia que ele lutou a vida toda para que fosse duplicada. Tenho certeza de que o deputado

Juarezão está lá no céu aplaudindo a atitude do presidente Lula de enviar recursos para a duplicação

da BR-080.

Outro ponto importante, ministro, foi o recurso do PAC destinado à construção dos refeitórios

dos 9 campi dos institutos federais no Distrito Federal. Os refeitórios agora estão prontos e, com a

emenda parlamentar destinada por nós no ano passado, hoje, no Diário Oficial da União, saiu o

pregão da licitação para contratar a empresa que vai fornecer alimento aos nossos estudantes. O ano

de 2026 será o ano do IFB sem fome, graças a essa emenda e, principalmente, ao investimento do

PAC na construção desses refeitórios.

Viva o presidente Lula! Vida longa ao presidente Lula! (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Vou pedir ao Cerimonial que faça mais

alguns registros de presença.

MESTRE DE CERIMÔNIAS – Registramos e agradecemos a presença das seguintes pessoas:

Alberto Santos, do Fetracom; Chico Ferreira, chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Assuntos

Legislativos do Ministério da Justiça; Bruno Sadeck, chefe de gabinete do deputado federal Rodrigo

Rollemberg, também o representando neste ato; João Carlos Dias, diretor jurídico do Stiu-DF; o

diretório do Recanto das Emas, Samambaia e Riacho Fundo II; Mauro Mendes, assessor do gabinete

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da deputada federal Adriana Accorsi, PT-GO; Julio Cesar Itacaramby, empresário da ACDF; Maria

Pereira dos Santos, professora; Caio Leal, assessor especial do Iphan; Consuelita Oliveira, do Sinpro-

DF; Francisca Neuma, professora da Secretaria de Educação; Maria de Nazaré Queiroz, aposentada

do Tribunal de Contas da União; Neide Samico, professora; Robson Rocha Nascimento, diretor da

Escola Técnica; James Mayner, diretor do CEF Maria do Rosário; Maria Luiza Pinho Pereira, vice-

presidente da ADUnB; Francisco Cirilo, funcionário público e também do PT Candangolândia;

Jefferson Macário, do Sittrater; Vera Cristina Martins e Jéssica Amanda, do Projeto 60+; Adalgisa,

diretora da EC 20 de Ceilândia; Luiz Saraiva, diretor do Sindicato dos Comerciários; Nina Amorim,

presidente da Zonal do PT em Taguatinga; Marcela Muniz, enfermeira, diretora do Sindicato dos

Enfermeiros do DF; Lúcia Mendes, da coordenação do Fórum de Defesa das Águas, do Clima e do

Meio Ambiente do DF; Maria Isabel Caetano dos Reis, presidente do Sindiserviços; Raimundo Nonato,

presidente da Zonal do PT no Cruzeiro; Roberto Policarpo Fagundes, superintendente da SPU-DF;

Angélica Gomes da Silva, diretora da EC 18 de Ceilândia; João Sebastião Domiciano, prefeito da

SQN/CLN 104; e Liese Soares da Silva, diretora da EC 50 de Ceilândia. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Obrigado. Depois faremos mais alguns

registros.

Concedo a palavra à companheira senadora da República, Leila Barros, para uma breve

saudação.

LEILA BARROS – Obrigada.

Presidente deputado Chico Vigilante, em sua pessoa, cumprimento o ministro Rui Costa e os

demais presentes. De forma especial, cumprimento o plenário e as lideranças na pessoa de uma

mulher que tem uma trajetória admirável e que me deixou muito feliz ao conhecê-la, desde que

estou na política: a deputada Arlete Sampaio, sempre carinhosa e parceira. Cumprimento também

Márcia Abrahão, com quem tivemos uma parceria muito importante quando ela esteve à frente da

reitoria da UnB, enfrentando momentos muito difíceis no último governo, com relação aos recursos

da universidade. Ela contou com todo o apoio e suporte da nossa bancada federal, representada pelo

deputado federal Prof. Reginaldo Veras e pela deputada federal Erika Kokay.

Rui, eu não preciso dizer que nós estamos sempre muito próximos. É engraçado o Congresso

Nacional, o poder, estar no quintal de Brasília e, ainda assim, haver essa desconexão que, às vezes,

nos angustia. Muitas vezes, eu falei com vocês sobre isso.

Quero agradecer demais ao presidente Lula, na pessoa do ministro, a vinda do senhor a esta

casa para atender a esse chamado de todos nós. Se há algo que nos indigna, que me indigna, é ver

o Governo do Distrito Federal fazer obras, assinar ordens de serviço, inaugurar obras e não dar o

devido respeito e consideração à população.

Ressalto o trabalho da bancada federal. Quero dizer para vocês que nós temos um

governador que só fez 1 reunião com a bancada federal. Na realidade, foi 1 e meia, porque foi

rápida. No mais, foi a sua assessoria que esteve conosco todo o tempo.

A grande maioria das obras do PAC é fruto de emenda parlamentar desta bancada, seja a

duplicação da BR-080, sejam as construções das Casas da Mulher Brasileira, sejam as UBS. Não se

trata somente de emendas parlamentares de minha autoria, mas da bancada inteira.

Há recursos da bancada federal destinados para inúmeros projetos, obras financiadas, que

este governo, de forma irresponsável e até de forma... É até difícil falar. Vou deixar no vácuo para

vocês. Vocês entenderam.

É desrespeitoso com a população do Distrito Federal e conosco, da bancada, que pleiteamos,

seja em Comissão Mista de Orçamento, seja no governo federal, todo tipo de recurso para a nossa

cidade, não vermos o governador nem os secretários deste governo darem o devido reconhecimento

a esta bancada.

Por isso, eu fiz questão de vir. Larguei toda a minha correria. Estou igual ao ministro. Eu

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estava em uma reunião da CPMI do INSS, porque eu sou membro titular. Fiz questão de vir e estar

ao lado do ministro, dos representantes desta Câmara Legislativa e da nossa bancada federal, para

falar sobre a minha indignação. Ninguém governa sozinho! Ninguém realiza obras de infraestrutura,

traz progresso, ajuda o setor produtivo, sem a ajuda de uma bancada de parlamentares

comprometida com a sociedade.

Eu queria dizer isso a vocês. Eu precisava fazer esse desabafo, Berger. Você sabe muito bem

do meu desabafo. Não é de hoje que nós vemos esse desrespeito com a bancada. Falo que é a

bancada de a a z. Existem parlamentares que são da base dele, mas ele também precisa daqueles

que não são da base, que, compromissados com cada eleitor, com cada cidadão desta cidade,

cumprem o seu papel no Congresso Nacional.

Eu quero dizer para vocês que investimentos não faltam. O que me entristece é o fato de

que há inúmeros projetos e prazos que não foram cumpridos. Isso é uma vergonha! Trata-se da

capital do país, com recurso, com orçamento, com Fundo Constitucional. Nós lutamos 6 anos, 7 anos,

sem dormir, a fim de garantir reajuste salarial para a força de segurança, salário para professor,

orçamento para a educação e, mesmo assim, vemos prazos sendo perdidos. Isso mostra o quanto

ainda estamos muito aquém em termos de organização, de planejamento e, acima de tudo, de

gestão – gestão de recursos para os cidadãos e as cidadãs desta cidade.

Desculpem o meu desabafo. Quero agradecer novamente. Vou retornar ao Senado Federal.

Reforço ao Rui e a todos vocês: contem comigo!

Brasília, atualmente, está ótima quanto às BRs, estradas, viadutos, mas falta um hospital

decente, falta a ampliação do metrô – foi uma luta para conseguir esses R$400 milhões da

Samambaia. No entanto, isso ainda é pouco para uma capital com esse o orçamento, sem contar a

falta de compromisso, principalmente com aqueles que mais precisam de transporte público, de

saúde, de dignidade e de uma educação decente.

É isso, pessoal. Obrigada. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, senadora Leila. O

ministro Rui Costa pediu que a liberássemos para voltar ao Senado Federal para o enfrentamento

que a senhora está fazendo na CPMI. A senhora está liberada.

LEILA BARROS – Muito obrigada. Estou voltando para lá.

MESTRE DE CERIMÔNIAS – Registramos e agradecemos a presença do diretor jurídico do

Sindágua-DF, Paulo César, o PC; do diretor do Sindágua-DF, Esdras; da diretora da EC 419 de

Samambaia, Maria Irene Lino de Carvalho; da vice-diretora da EC 419 de Samambaia, Edilene Nunes

Pereira; do presidente do PT do Núcleo Bandeirante, Fabiano Carvalho; do secretário nacional de

assuntos parlamentares do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira; do presidente do PT de

Brazlândia, Ronaldo Rocha; da presidente do PT do Lago Norte, Suênia Cibeli; do diretor financeiro

do Sindiserviços-DF, Osmar Felix de Oliveira; da diretora da Escola Classe 19 de Ceilândia, Maria do

Carmo Gonçalves; do presidente da Zonal PT Riacho Fundo I, Washington Oliveira de Souza; da

diretora do Sinpro-DF, Márcia Gilda; da diretora do Caic Anísio Teixeira, Laiana Aguiar dos Santos

Miranda; da diretora da Escola Classe 22 de Ceilândia, Ângela Maria de Lima Correa; e da diretora

Bárbara Regina da Silva.

Devolvo a palavra ao senhor deputado Chico Vigilante.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Daniela.

Passarei a palavra para uma saudação breve àquela, Rui, que classifiquei e batizei como a

mulher das causas impossíveis. Por que batizei nossa querida Erika Kokay como a mulher das causas

impossíveis? Porque há lugares aonde ninguém vai, só a Erika Kokay tem coragem de ir. Qualquer

lugar desta cidade onde estão os oprimidos, lá está a Erika Kokay.

Você, Rui, ganhou a eleição lá na Bahia, e eu estive numa cidade chamada Santa Rita de

Cássia. O pessoal de lá o havia apelidado de Rui Correria. Eu perguntei: “Por que Rui Correria?”

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“Porque ele corre demais. Chega num lugar, não para, vai para outro e tudo.” Eu falei: “Esse

camarada não vai perder a eleição nunca, correndo desse jeito”.

(Intervenção fora do microfone.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – A Léo Benício é uma líder comunitária lá

de Samambaia.

Concedo a palavra à Erika Kokay.

ERIKA KOKAY – Eu quero parabenizar o deputado Chico Vigilante pela iniciativa de

apresentar um volume muito grande de intervenções que o governo federal tem realizado no Distrito

Federal. E muitas vezes – disse bem a senadora Leila Barros – há entrega de obras financiadas pelo

governo federal, mas o governo federal não é citado pelo governo local.

Vemos que há obras aqui para as quais o Governo do Distrito Federal não apresentou

condições necessárias de execução, como o Centro de Parto Normal e escolas em tempo integral,

para as quais o Governo do Distrito Federal não se habilitou a receber os recursos federais para

implementação.

Estamos vivenciando um momento muito importante da história brasileira. Estamos

devolvendo o Brasil ao povo brasileiro por meio do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, um governo

que faz o recorte do ser humano em todos os cantos deste país. Hoje, votaremos, na Câmara dos

Deputados, a proposta de isenção de imposto de renda para quem ganha até R$5.000. Esta é a

anistia que o povo brasileiro precisa. Não a anistia para golpistas. Não haverá anistia para golpistas

neste país.

Aqui vemos o volume imenso de dedicação do governo federal ao Governo do Distrito

Federal – melhor dizendo, ao povo do Distrito Federal. Estamos vendo a duplicação da BR-080, entre

tantas outras obras, a extensão do metrô e diversas outras intervenções que o governo federal tem

disponibilizado para todo o Brasil e para o Distrito Federal.

Observamos que o Distrito Federal recebe mais recursos do que outras unidades da

Federação com a mesma população. E o que vemos no DF? Um desprezo pela educação. Um

governador que despreza a educação e não valoriza profissionais – professores, orientadores,

professoras e orientadoras – não deveria governar o Distrito Federal. O que vemos aqui é uma saúde

mergulhada no caos. Temos a segunda pior atenção à saúde mental, por meio dos Caps, de todo o

Brasil – justamente no Distrito Federal. Além disso, os professores e gestores escolares sabem que

há, atualmente, a obrigatoriedade de se utilizar a verba do PDAF para comprar, por meio de um

aplicativo, materiais fundamentais para as escolas, com preços muito acima do valor de mercado.

Por isso nós ainda estamos aqui para mostrar o que tem sido feito em prol do povo do

Distrito Federal pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro me dizia sobre a importância de

atividades como esta percorrerem o Distrito Federal: ir a Ceilândia, ir a Taguatinga, visitar várias

cidades do DF, para que se evidencie o que representa a reconstrução do país que está sendo feita

por Luiz Inácio Lula da Silva. Esse ministro – que é o ministro da correria – se dispõe a percorrer o

Distrito Federal para que possamos apresentar este mapa de investimentos em diversas áreas desta

cidade, investimentos que o governo local busca esconder ou dos quais busca se apropriar.

Estamos aqui, a partir desta iniciativa do deputado Chico Vigilante, para termos consciência

do que tem sido feito pelo governo Lula – o governo que este país elegeu. O povo brasileiro elegeu

Luiz Inácio Lula da Silva porque sabia que ele retiraria o Brasil da fome, porque sabia que ele faria

com que houvesse programas como o chamado Pé-de-Meia, porque sabia que ele investiria na

educação integral, porque sabia que ele investiria nas pessoas, para que pudéssemos construir um

Brasil que vivenciasse sua grandeza em potencial.

Por isso muito obrigada, ministro Rui, por estar aqui, por se disponibilizar a mostrar e

desvendar todos os investimentos do governo federal no Distrito Federal, para que possamos afirmar

que este país elegeu Lula e para que possamos vivenciar a felicidade que é natural às nossas

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existências humanas.

Viva o governo de Luiz Inácio Lula da Silva! (Palmas.)

Viva o fortalecimento, cada vez maior, da saúde, da educação e de tantas outras políticas

públicas, para que possamos dizer que o povo do Distrito Federal reconhece e conhece o que está

sendo desenvolvido pelo governo Lula.

Viva Luiz Inácio Lula da Silva, para que possamos fortalecer a democracia – que se consolida

com direitos, da mesma forma que os direitos são fundamentais para a construção da própria

democracia.

E apenas para não esquecermos: sem anistia para golpistas. (Palmas.)

MESTRE DE CERIMÔNIAS – Registramos e agradecemos a presença do presidente do PT

Ceilândia, Nelson Moreira; dos diretores do Sindicato dos Bancários; e do presidente do PT Núcleo

Bandeirante e diretório do Riacho Fundo II, Fabiano. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Hoje é realmente um dia histórico para a

Câmara Legislativa do Distrito Federal. Pela primeira vez na história do Distrito Federal, nós trazemos

um ministro com a capacidade do ministro Rui Costa para uma apresentação no plenário desta casa.

Este momento é importantíssimo.

Eu estava conversando com o ministro, Berger – você que nos ajudou a viabilizar esse

encontro –, e ele se dispôs a fazer rodadas de conversa nas cidades para conversarmos com as

pessoas. (Palmas.) Ele me disse que isso não é comício. Trata-se de irmos lá, com as lideranças,

para explicar o que está sendo feito. Eu já acertei com ele, companheiros – deputado Ricardo Vale,

deputado Gabriel Magno e presidente Guilherme –, e vamos começar, na segunda quinzena de

novembro, fazendo o primeiro encontro na Ceilândia e chamando as lideranças das demais cidades

para ouvir o ministro Rui Costa. Nós precisamos dizer o que estamos fazendo efetivamente para que

as pessoas ouçam.

Quero, ministro, pedir ao senhor que nos ajude a viabilizar a vinda de outros ministros, com

a mesma disposição que o senhor demonstrou hoje. Nós já fizemos encontros com o ministro do

Trabalho e com o ministro da Ação Social – Wellington Dias. Há vários diretores de escola aqui. Nós

estamos tentando promover um encontro entre o ministro Camilo Santana e os diretores de escolas

do Distrito Federal, que são mais de 800, todos eleitos democraticamente. O ministro precisa ouvir o

que está acontecendo nas escolas e os anseios desses dirigentes. Eu também conversei com o

ministro Padilha e falei sobre a necessidade do encontro dele com os usuários do sistema de saúde,

a começar pelo pessoal dos conselhos de saúde. Isso é importante, porque há muita gente para falar

mal de nós. Precisamos falar bem do que estamos efetivamente fazendo.

Companheira Erika Kokay, os dados que o ministro está disponibilizando são verdadeiros.

Ninguém vai contestá-los. Portanto, na hora que um filhote do Capiroto vier nos desafiar com relação

aos dados, nós vamos esfregar na cara dele quem é que está fazendo obras no Distrito Federal. Vou

pedir a ele que me aponte uma obra no Distrito Federal feita pelo Capiroto, uma única. Eu mudo de

nome se alguém me apontar uma obra feita pelo Capiroto. O que ele fazia? Ministro Rui Costa, o

senhor vem aqui prestar contas, mas o Capiroto ia a São Sebastião para ver meninas venezuelanas e

dizer que havia pintado um clima entre ele e elas. Era isso que havia anteriormente neste país. É por

isso que eu particularmente estou superfeliz com tudo o que temos feito.

Quem levou a universidade para a Ceilândia, Márcia? O PT, o Lula. Quem levou a

Universidade de Brasília, UnB, para o Gama? O Lula. Quem levou a universidade para Planaltina? O

Lula. Nós temos aqui no Distrito Federal 10 institutos federais, todos com superestruturas. Eles estão

lá e parece que são obras do acaso, mas não são! Estão lá porque há um governo que efetivamente

se preocupa com o povo.

Portanto, eu quero, ao encerrar, agradecer mais uma vez a presença do ministro e deixar um

documento com ele para aproveitar esta oportunidade. Esse documento trata da regulamentação do

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Estatuto da Segurança Privada, que vai atingir 3,5 milhões de trabalhadores vigilantes do país

inteiro. Peço ao ministro – uma vez analisadas as sugestões que fizemos, quando for marcado o dia

da assinatura do estatuto – que volte aqui, porque queremos trazer vigilantes do país inteiro, com o

presidente Lula.

Dito isso, quero agradecer aos servidores do nosso gabinete – meu, do deputado Ricardo

Vale e do deputado Gabriel Magno –, ao pessoal do cerimonial, da polícia legislativa, do apoio ao

plenário e audiovisual, da TV Câmara Distrital, ao pessoal da copa – que serviu água e café aqui –, à

equipe da limpeza, aos brigadistas, aos vigilantes e aos intérpretes de Libras.

Em razão da aprovação do Requerimento nº 2.277/2025, de autoria do deputado Fábio Félix,

a sessão de ordinária de amanhã, quinta-feira, dia 2 de outubro de 2025, será transformada em

comissão geral para debater os desafios e as perspectivas na implementação do Plano Diretor do

Distrito Federal.

Quero agradecer, mais uma vez, ao presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal,

deputado Wellington Luiz, pois, pela primeira vez, nós transformamos uma sessão deliberativa em

comissão geral para ouvir o ministro. Deixo meus agradecimentos ao deputado Wellington Luiz, com

quem tenho um relacionamento muito bom.

Agradeço a presença do pessoal do Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal. (Palmas.)

Venham para cá para aparecer na foto. Nós os convidamos e vocês compareceram.

Obrigado. Daqui a pouco nós vamos descer para tirar uma foto com vocês.

Agradecemos às autoridades e aos demais convidados que honraram a Câmara Legislativa

do Distrito Federal com suas presenças.

Muito obrigado a todas e todos.

Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a presente comissão geral, bem como

a sessão ordinária que lhe deu origem.

Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos

conforme informados pelos organizadores dos eventos.

Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento

Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Siglas com ocorrência neste evento:

ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial

ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal

ADUnB – Associação dos Docentes da Universidade de Brasília

BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social

BPC – Benefício de Prestação Continuada

Caic – Centro de Atenção Integral à Infância e ao Adolescente

Caps – Centro de Atenção Psicossocial

CCDF – Conselho de Cultura do Distrito Federal

CED – Centro Educacional

CEF – Centro de Ensino Fundamental

CPMI – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito

CPN – Centro de Parto Normal

CUT-DF – Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal

EC – Escola Classe

FAR – Fundo de Arrendamento Residencial

FDE – Fórum Distrital de Educação

Fecomércio-DF – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

Fetracom – Federação dos Trabalhadores no Comércio e no Setor de Serviços do Distrito Federal

FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço

Fibra – Federação das Indústrias do Distrito Federal

FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

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FPE – Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal

FPM – Fundo de Participação dos Municípios

Fundeb – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação

Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

IFB – Instituto Federal de Brasília

INSS – Instituto Nacional do Seguro Social

Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Libras – Língua Brasileira de Sinais

PAC – Programa de Aceleração do Crescimento

PDAF – Programa de Descentralização Administrativa e Financeira

PIB – Produto Interno Bruto

PPP – Parceria Público-Privada

Samu – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

Sindágua-DF – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos

do Distrito Federal

Sindiatacadista-DF – Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal

Sindiserviços – Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário, Prestação e

Serviços Terceirizáveis no Distrito Federal

Sinpro-DF – Sindicato dos Professores no Distrito Federal

Sittrater – Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Terrestres de Passageiros Urbanos, Interestaduais,

Especiais, Escolares, Turismo e de Carga do Distrito Federal

SPU – Superintendência do Patrimônio da União no Distrito Federal

STIU – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas, nas Atividades de Meio Ambiente e nos Entes de

Fiscalização e Regulação dos Serviços de Energia Elétrica, Saneamento, Gás e Meio Ambiente no Distrito Federal

UBS – Unidade Básica de Saúde

UnB – Universidade de Brasília

As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.

Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr

ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 07/10/2025, às 18:50, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora

n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de

2025.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site:

http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0

Código Verificador: 22335500225577 Código CRC: 66447755BBCCBB22.

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Piso Inferior 1, Sala TI.3 - CEP 70094-902 - Brasília-DF - Telefone: (61)3348-9241

www.cl.df.gov.br - serel@cl.df.gov.br

00001-00040920/2025-07 2350257v8

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 84ª S.O. (2350257) SEI 00001-00040920/2025-07 / pg. 20

...CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL TERCEIRA SECRETARIADiretoria LegislativaSetor de Registro e Redação LegislativaAATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAAAATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA8844ªª S...
Ver DCL Completo
DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Circunstanciada Sessão Extraordinária 23/2025

CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL

TERCEIRA SECRETARIA

Diretoria Legislativa

Setor de Registro e Redação Legislativa

AATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA

33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAA

AATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA

2233ªª SSEESSSSÃÃOO EEXXTTRRAAOORRDDIINNÁÁRRIIAA,,

DDEE 3300 DDEE SSEETTEEMMBBRROO DDEE 22002255..

IINNÍÍCCIIOO ÀÀSS 1199HH3322 TTÉÉRRMMIINNOO ÀÀSS 2200HH

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Está aberta a sessão.

Solicito que os deputados registrem a presença nos terminais.

(Realiza-se a verificação de presença.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Convido o deputado Ricardo Vale a

secretariar os trabalhos da mesa.

Dá-se início à ordem do dia.

(As ementas das proposições são reproduzidas conforme ordem do dia disponibilizada pela Secretaria

Legislativa; as dos itens extrapauta, conforme PLe.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 1.921/2025, de autoria do

Poder Executivo, que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de

R$ 80.684.595,00”.

O projeto foi aprovado em primeiro turno.

Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 1.921/2025.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, solicito o uso da palavra para orientar a

bancada.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para orientar a bancada.) – Presidente, oriento a

bancada do Partido dos Trabalhadores para votar contra esse projeto.

Solicito votação nominal.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que

votem “não”.

(Realiza-se a votação nominal.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 1

O projeto está aprovado em segundo turno, 15 votos favoráveis e 5 votos... Foram 6 votos

contrários, incluindo o do deputado Max Maciel.

(Intervenção fora do microfone.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Tinha encerrado? Deputado,

infelizmente tinha encerrado. Deu para registrar?

(Intervenção fora do microfone.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É, infelizmente não deu para registrar

o voto do deputado Max Maciel, mas fica registrada a manifestação contrária dele.

Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.

Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de

autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que

“institui o regime de previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de

Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e

altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime

Próprio de Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras

providências”.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão, em segundo turno, o

Projeto de Lei Complementar nº 82/2025.

Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, aos que estão assistindo a

esta sessão: o Projeto de Lei Complementar nº 82/2025 quer resolver um problema momentâneo de

caixa do Iprev no corrente exercício, sem se preocupar com o futuro.

Inicialmente, é preciso lembrar que há, no fundo financeiro, um déficit atuarial de

R$184.611.627.414,87 a ser equacionado até o final do século. O déficit financeiro anual está

próximo de R$5 bilhões por ano. Esse déficit vem sendo custeado, desde 2009, com recursos do

Fundo Constitucional, que assumiu o pagamento da parte dos inativos e pensionistas da saúde e

educação. Agora, isso está proibido pelo Tribunal de Contas da União, que mandou o DF zerar o

déficit até 2033, reduzindo 10 pontos percentuais a cada ano.

As soluções apresentadas no projeto de lei são danosas para a Previdência e, por isso, não

contam com o nosso apoio.

Por outro lado, o governo afirma precisar de R$617 milhões para pagar inativos e

pensionistas neste ano. Mas há uma solução sem precisar mudar a lei. Para isso, o governo pode

usar a rentabilidade do Fundo Solidário Garantidor apurada em 2024, que excedeu a inflação. No ano

de 2024, o Fundo Solidário Garantidor teve um rendimento de R$296.062.792. O INPC de 2024 foi

de 4,77%. Portanto, o Iprev tem disponíveis, sem precisar mexer na lei, R$281.940.597,18 –

rentabilidade do Fundo Solidário Garantidor.

O restante decorre da Instrução Normativa nº 1/2024, do secretário de Economia. Essa

instrução mudou os critérios de pagamento do 13º terceiro salário, deixando de pagá-lo

integralmente no mês de aniversário do servidor para fazê-lo em dezembro. Com isso, o Iprev teve

na receita uma perda mensal de R$30 milhões, o que dá R$330 milhões até novembro.

O governo tem de rever essa instrução normativa e voltar a recolher para o Iprev a

contribuição mensal sobre o 13º salário. Enquanto não fizer isso, ele tem de pagar ao Iprev o que

não deixou de recolher ao longo dos meses: R$330 milhões de 13º terceiro mais R$291 milhões de

rentabilidade do Fundo Solidário Garantidor dão R$641 milhões.

Presidente, era só seguir isso que teria resolvido o problema sem fazer o que está sendo

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 2

feito, que é congelar o fundo – há cerca de R$6 bilhões hoje – e ir retirando o rendimento

mensalmente. Se demorarem 10 anos nessa pegada, acaba com o Iprev e acaba com o Fundo

Solidário Garantidor.

Essa é a realidade, presidente. Eu falarei disso constantemente, deputado Wellington Luiz. E,

quando eu ouvir algum candidato falar que atenderá servidor, a primeira coisa que perguntarei é se

ele respeitará o Iprev, que é o fundo de Previdência dos servidores.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.

Foram apresentadas 4 emendas de segundo turno.

A CAS, a CEOF e a CCJ deverão se manifestar sobre as emendas.

Designo o deputado João Cardoso como relator pela CAS.

Solicito ao relator, deputado João Cardoso, que apresente parecer sobre as emendas.

DEPUTADO JOÃO CARDOSO (AVANTE. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS às

Emendas nºs 3, 4, 5 e 6 ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo,

que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de

previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do

Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei

Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de

Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras

providências”.

Presidente, no âmbito desta comissão, manifesto o voto pela rejeição das Emendas nºs 3, 4,

5 e 6 ao PLC nº 82/2025.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,

deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo

Pedrosa, que apresente parecer sobre as emendas.

DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF às

Emendas nºs 3, 4, 5 e 6 ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo,

que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de

previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do

Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei

Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de

Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras

providências”.

Presidente, no âmbito desta comissão, manifesto o voto pela rejeição das emendas

apresentadas no segundo turno.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.

Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a

relatoria.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago

Manzoni, que apresente parecer sobre as emendas.

DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ às Emendas

nºs 3, 4, 5 e 6 ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo, que

“Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de previdência

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 3

complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito

Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei Complementar nº

769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do

Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras providências”.

Presidente, o parecer da CCJ é pela inadmissibilidade das Emendas nºs 3, 4, 5 e 6.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Obrigado, presidente. No debate do

primeiro turno, apareceu uma questão que eu considero muito grave. Alguns parlamentares da base

do governo sobem aqui várias vezes, falam em nome do governo e, quando questionados, dizem que

não falam pelo governo.

Isso aconteceu em relação à possibilidade do risco de o Governo do Distrito Federal não

pagar salário de servidor público. Isso é muito grave. O governo precisa responder a esta pergunta:

qual é a saúde financeira do Distrito Federal hoje? Mas tem que jogar limpo com a população do

Distrito Federal, falar a verdade!

Na semana passada, na audiência pública da CEOF nesta casa, fizeram propaganda de que

estava tudo uma maravilha. Disseram que não há déficit, que há superávit de arrecadação e que

nunca se arrecadou tanto na história. Existe ou não existe problema financeiro?

Para fazer chantagem com o servidor, correm o risco de não pagar salário; para fazer

chantagem com o servidor, estão no vermelho; mas, para fazer propaganda para ganhar voto, não

estão mal? O governo precisa responder à cidade e a esta casa se as contas estão tão ruins assim,

se corremos o risco de não pagar salário de servidor público, de professor, de policial, de bombeiro e

de enfermeiro. É isso? Por que, então, o governo quer construir 2 pontes? Ele disse, neste final de

semana: “Vou construir 2 pontes no Lago Sul no valor de R$2 bilhões”. Há dinheiro ou não? Por que

quis comprar o Banco Master, do amigo que está sendo investigado, por R$2 bilhões? Há dinheiro ou

não há dinheiro? Nós precisamos saber.

Ano que vem, o Fundo Constitucional vai aumentar R$3 bilhões. Se estamos correndo risco,

por que esse valor não vai para a folha da saúde e da educação? Pela proposta do governo, não vai,

não! Vai tudo para a segurança!

Não dá para ser assim, presidente. É grave. O governo precisa falar a verdade para a

sociedade e para esta casa. Está mentindo! Se diz que corre o risco de não pagar salário, de dar

calote, eu quero saber por que vai construir 2 pontes de R$2 bilhões no Lago Sul.

É muito grave o que está acontecendo nesta cidade: a falta de transparência e de

honestidade do governo. Afinal de contas, governador, o governo tem dinheiro ou não? Seu mandato

foi um desastre? Para fazer chantagem com o servidor público, está dizendo que, ou mete a mão no

fundo do Iprev, ou mete a mão no fundo dos servidores públicos, ou não paga salário. Isso é

chantagem rasteira, baixa! Eu quero saber se há ou não dinheiro nas contas do governo, se ele é um

desastre ou se pode continuar a fazer viaduto e ponte à vontade e comprar banco de amigo que

está falido.

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.

Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos

contrários que se manifestem.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 4

Os pareceres foram aprovados com a presença de 20 deputados. Houve 7 votos contrários:

do deputado Ricardo Vale, da deputada Dayse Amarilio, do deputado Max Maciel, do deputado

Gabriel Magno, do deputado Chico Vigilante, da deputada Paula Belmonte e do deputado Fábio Félix.

Foram aprovados.

Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei Complementar nº 82/2025.

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Eu vou usar a minha prerrogativa de líder

da Minoria, presidente.

Presidente, quero fazer só um desafio ao governador do Distrito Federal. Se ele se importa

tanto com o futuro dos servidores públicos desta cidade e com suas aposentadorias, por que, em vez

de querer sacar o dinheiro dos servidores, não manda para esta casa, presidente, um projeto de lei

para recompor o fundo social garantidor? Esta casa aprovou, em 2017, que os lucros e dividendos

das empresas públicas fossem destinados ao fundo social garantidor. Esta casa aprovou, em 2017,

presidente, que a receita com a privatização dos estacionamentos fosse destinada ao fundo social

garantidor.

Nós aprovamos nesta casa, agora em junho, para a LDO do ano que vem, que a receita com

a loteria fosse para o fundo social garantidor. Foi o governador Ibaneis que vetou a emenda da LDO.

Foi o governador Ibaneis que entrou no Supremo Tribunal com uma ADI para tornar isso

inconstitucional, por vício de iniciativa. Se defende tanto o servidor, por que o governo não manda

para esta casa um projeto de lei para recompormos o fundo social garantidor? Pergunto isso porque,

com as receitas do estacionamento, com as receitas dos lucros e dividendos, pelas contas do

governo, nós teríamos, no ano passado, R$650 milhões para o fundo social garantidor.

Ele está aprovando aqui e querendo meter a mão no fundo social para cobrir – está na

justificativa do projeto – um rombo de R$614 milhões. Não precisa retirar do servidor público R$614

milhões, deputado Ricardo Vale. Basta que o governo envie o projeto de lei para recompor o fundo.

Esta casa já, inclusive, já indicou formas. Existe solução para o Iprev, existe solução para a

aposentadoria dos servidores. Não é meter a mão no fundo, não é aumentar a alíquota e a

contribuição dos servidores e dos aposentados.

Eu desafio o governador. Vamos salvar o Iprev, vamos valorizar os servidores. Basta

encaminhar uma proposição. Tenho certeza, presidente – vossa excelência é servidor público –, de

que, se o governo encaminhar, votaremos uma matéria nesse sentido com a mesma pressa com que

estamos votando agora o saque do dinheiro dos servidores. Vamos votar a recomposição do fundo

social garantidor.

Eu desafio. Se o governador Ibaneis, se a vice-governadora Celina Leão defendem tanto os

servidores, por que não mandam para esta casa um projeto de lei?

Obrigado, presidente.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.

DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para discutir.) – Presidente, apresentamos essas 4 emendas

no segundo turno, para que realizássemos o debate, não porque acreditamos que este projeto tenha

salvação. Não tem. Apontamos nele um problema inicial, que é o método por meio do qual foi

apreciado hoje nesta casa.

Uma dessas emendas que apresentamos propõe que a vigência de acesso a esse recurso

seja apenas em 2025, para que o governo não possa acessar esses investimentos no ano que vem e

para que o dinheiro do Iprev – ou seja, o dinheiro dos servidores aposentados e de todos os

segurados, contribuintes do Iprev – seja preservado. Essa era a nossa ideia, porque, se o governo

quisesse acessar esse recurso novamente no ano que vem, precisaria, deputado Jorge Vianna,

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 5

apresentar um novo projeto de lei complementar. Não podemos dar um cheque em branco para o

governo acessar esse recurso do Iprev. Temos que impor limitações: o governo tem que realizar a

discussão com esta casa e com os segurados.

Quero encerrar, presidente, com muita tranquilidade. Estamos aqui até agora, são quase 20

horas. O debate que fizemos hoje não é um debate de base ou de oposição. Este é um debate de

precaução com os servidores desta cidade, porque quem vai pagar a conta lá no futuro é o

segurado, sou eu, é o servidor, são os meus colegas. Sou servidor de carreira da Secretaria de

Justiça, estou há 15 anos nessa secretaria. Quando o governo coloca a mão nesse fundo, que

deveria estar investido e rendendo para os servidores, isso tem que ser preocupação de todos que

estão aqui e dos servidores do DF, que executam as políticas públicas da nossa cidade.

É temerário, grave, o que fizemos aqui hoje, pela forma e pelo conteúdo. Tenho orgulho do

meu voto, mas fico envergonhado de termos feito isso desta forma no dia de hoje.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que

votem “não”.

(Realiza-se a votação nominal.)

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.

O projeto está aprovado, em segundo turno, com 13 votos favoráveis e 6 votos contrários.

Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 499/2023, de autoria do

deputado Thiago Manzoni, que “Institui o Dia da Memória das Vítimas do comunismo no calendário

de eventos do Distrito Federal”.

Foi aprovado em primeiro turno.

Em discussão o projeto.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários

que se manifestem.

O projeto está aprovado, em segundo turno, com a presença de 19 deputados. Houve 6

votos contrários: do deputado Ricardo Vale, da deputada Dayse Amarilio, do deputado Max Maciel,

do deputado Fábio Félix, do deputado Chico Vigilante e do deputado Gabriel Magno.

Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.

Item da ordem do dia.

Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 528/2023, de autoria do

deputado Gabriel Magno, que “Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal a

“Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de Taguatinga””.

Foi aprovado em primeiro turno.

Em discussão o projeto.

Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.

Em votação.

Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 6

que se manifestem.

O projeto está aprovado, em segundo turno, com a presença de 19 deputados. Houve 5

votos contrários: do deputado Martins Machado, do deputado Thiago Manzoni, do deputado Pastor

Daniel de Castro, do deputado Roosevelt e do deputado Iolando.

Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.

Em nome de Michel Platini, parabenizo todos pela luta. Michel, parabéns a todos vocês.

Muito obrigado pela presença. Sem dúvida nenhuma, é uma importante vitória para todos vocês e

para todos nós.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, pela ordem.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.

DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, quero dar um recado. Como eu havia

comentado anteriormente, há 6 anos, estou aqui na Câmara Legislativa e, por 6 anos, temos

ameaças de os servidores do IGESDF retornarem para a Secretaria de Saúde. Novamente, neste ano,

essa discussão está sendo retomada.

Quero informar a eles que vou realizar uma reunião com a comissão de servidores, vou

conversar com a Secretaria de Saúde e com o IGESDF a fim de encontrarmos uma solução para

acabar, em definitivo, com essa assombração sobre os servidores que estão há mais de 20, 30 anos

no hospital.

Quero que esses servidores saibam que vamos agir, a partir de agora, para garantir a

permanência deles no Hospital de Base, no Hospital de Santa Maria, em qualquer lugar que seja.

PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.

Em razão da aprovação do Requerimento nº 2.282/2025, de autoria do deputado Chico

Vigilante, a sessão ordinária de quarta-feira, 1º de outubro de 2025, será transformada em comissão

geral para debater o novo PAC e as ações do governo federal no Distrito Federal, com a presença do

excelentíssimo ministro de Estado chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa.

Em razão da aprovação do Requerimento nº 2.277/2025, de autoria do deputado Fábio Félix,

a sessão ordinária de quinta-feira, dia 2 de outubro de 2025, será transformada em comissão geral

para debater os desafios e as perspectivas de implementação do Plano Diretor de Ordenamento

Territorial.

Boa noite a todos e a todas. Obrigado.

Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a sessão extraordinária.

Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos

conforme informados pelos organizadores dos eventos.

Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento

Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Siglas com ocorrência neste evento:

ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade

CAS – Comissão de Assuntos Sociais

CCJ – Comissão de Constituição e Justiça

CEOF – Comissão de Economia, Orçamento e Finanças

GDF – Governo do Distrito Federal

IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal

INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor

Iprev – Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal

LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias

PAC – Programa de Aceleração do Crescimento

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 23ª S.E. (2348238) SEI 00001-00040640/2025-91 / pg. 7

PDOT – Plano Diretor de Ordenamento Territorial

RPPS – Regimes Próprios de Previdência Social

As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.

Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr

ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 07/10/2025, às 18:09, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora

n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de

2025.

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Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Piso Inferior 1, Sala TI.3 - CEP 70094-902 - Brasília-DF - Telefone: (61)3348-9241

www.cl.df.gov.br - serel@cl.df.gov.br

00001-00040640/2025-91 2348238v17

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...CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL TERCEIRA SECRETARIADiretoria LegislativaSetor de Registro e Redação LegislativaAATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAAAATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA2233ªª S...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Extratos - CLDF - Saúde 2/2025

 

Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação 

Brasília, 08 de outubro de 2025.

Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, Geovane de Freitas Oliveira. Ratificação: pelo Diretor do FASCAL, conforme competência delegada pelo Presidente da CLDF, por meio do Ato do Presidente nº 255/2024, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 102, em 15 de maio de 2024.

Processo SEI n.º 00001-00042071/2025-18​​​​. Contratada: MELINA ALMEIDA ODONTOLOGIA ESPECIALIZADA, CNPJ: 094396760001-50 Objeto: prestação de serviços de Odontológico conforme Laudo Técnico de Vistoria para Credenciamento nº SEI 2362526

 

Ratifico, nos termos do artigo 74 da Lei 14.133, de 1º de abril de 2021, a inexigibilidade de licitação de que trata o referido processo, tendo em vista as justificativas constantes dos respectivos autos processuais. Publique-se para as providências complementares.

 

GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA

Diretor do FASCAL


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 08/10/2025, às 18:09, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação  Brasília, 08 de outubro de 2025. Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, G...
Ver DCL Completo
DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Extratos - CLDF - Saúde 3/2025

 

Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação 

Brasília, 09 de outubro de 2025.

Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, Geovane de Freitas Oliveira. Ratificação: pelo Diretor do FASCAL, conforme competência delegada pelo Presidente da CLDF, por meio do Ato do Presidente nº 255/2024, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 102, em 15 de maio de 2024.

Processo SEI n.º 00001-00042251/2025-08. Contratada: DOM ODONTOLOGIA LTDA, CNPJ: 24.344.585/0001-25 Objeto: prestação de serviços Odontológicos conforme Laudo Técnico de Vistoria para Credenciamento nº SEI 2363641.

Ratifico, nos termos do artigo 74 da Lei 14.133, de 1º de abril de 2021, a inexigibilidade de licitação de que trata o referido processo, tendo em vista as justificativas constantes dos respectivos autos processuais. Publique-se para as providências complementares.

 

GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA

Diretor do FASCAL


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 09/10/2025, às 15:02, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação  Brasília, 09 de outubro de 2025. Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, G...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025

Extratos - CLDF - Saúde 4/2025

 

Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação 

Brasília, 09 de outubro de 2025.

Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, Geovane de Freitas Oliveira. Ratificação: pelo Diretor do FASCAL, conforme competência delegada pelo Presidente da CLDF, por meio do Ato do Presidente nº 255/2024, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 102, em 15 de maio de 2024.

Processo SEI n.º 00001-00041908/2025-10. Contratada: CENTROFISIO - CLINICA DE FISIOTERAPIA LTDA, CNPJ: 14.544.251/0001-41 Objeto: prestação de serviços de Fisioterapia conforme Laudo Técnico de Vistoria para Credenciamento nº SEI 2360996

Ratifico, nos termos do artigo 74 da Lei 14.133, de 1º de abril de 2021, a inexigibilidade de licitação de que trata o referido processo, tendo em vista as justificativas constantes dos respectivos autos processuais. Publique-se para as providências complementares.

 

GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA

Diretor do FASCAL


logotipo

Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 09/10/2025, às 15:02, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação  Brasília, 09 de outubro de 2025. Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, G...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 86/2025

CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL

TERCEIRA SECRETARIA

Diretoria Legislativa

Setor de Ata e Súmula

AATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA

33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAA

AATTAA SSUUCCIINNTTAA DDAA 8866ªª ((OOCCTTOOGGÉÉSSIIMMAA SSEEXXTTAA))

SSEESSSSÃÃOO OORRDDIINNÁÁRRIIAA,,

EEMM 77 DDEE OOUUTTUUBBRROO DDEE 22002255

SSÚÚMMUULLAA

PPRREESSIIDDÊÊNNCCIIAA:: Deputados Wellington Luiz e Ricardo Vale

LLOOCCAALL:: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

IINNÍÍCCIIOO:: 15 horas e 6 minutos

TTÉÉRRMMIINNOO:: 16 horas e 3 minutos

Observação: A versão integral desta sessão encontra-se na ata circunstanciada.

11 AABBEERRTTUURRAA

PPrreessiiddeennttee ((DDeeppuuttaaddoo WWeelllliinnggttoonn LLuuiizz))

– Declara aberta a sessão.

11..11 LLEEIITTUURRAA DDEE EEXXPPEEDDIIEENNTTEE

– O Deputado Wellington Luiz procede à leitura do expediente sobre a mesa.

22 CCOOMMUUNNIICCAADDOOSS DDEE LLÍÍDDEERREESS

DDeeppuuttaaddoo RRoooosseevveelltt

– Externa sua indignação com o caso de criança abusada sexualmente pelo professor em escola do

Itapoã.

– Requer prioridade para o projeto de lei de sua autoria e do Deputado Thiago Manzoni que

estabelece a obrigatoriedade de videomonitoramento nas escolas, a fim de proporcionar maior

segurança a todos.

DDeeppuuttaaddoo RRiiccaarrddoo VVaallee

– Discorre sobre as diretrizes do GDF relativas ao Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito

Federal – IPREV-DF e expressa preocupação com a situação dos aposentados e pensionistas.

– Avalia que a CLDF deve refletir sobre a sustentabilidade da previdência dos servidores e tratar

melhor os aposentados.

– Comunica que protocolou projeto de lei complementar para adiar o aumento das alíquotas de

contribuição previdenciária dos aposentados e pensionistas e pede apoio à proposição.

DDeeppuuttaaddoo PPeeppaa

– Reconhece ações do Governo do Distrito Federal, como o compromisso com obras de saneamento

em Planaltina, a sanção de projeto de lei de sua autoria para a modernização do transporte de táxi e a

Ata de Sessão Plenária 86ª Sessão Ordinária (2355478) SEI 00001-00041414/2025-27 / pg. 1

entrega de novos ônibus para a região norte.

– Destaca a necessidade de continuar buscando melhorias para as comunidades do DF e valoriza o

apoio do governador Ibaneis às demandas apresentadas pela base parlamentar.

DDeeppuuttaaddoo GGaabbrriieell MMaaggnnoo

– Critica a indiferença do governador aos servidores públicos e menciona que, apesar da previsão na

Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025, o GDF não apresentou cronograma para novas nomeações.

– Manifesta estranheza com a incoerência do GDF, que certifica a saúde financeira da cidade para

realizar obras, mas não para valorizar os servidores públicos.

– Ressalta que a pauta mais importante do momento é a proposta de reforma administrativa em

tramitação no Congresso Nacional, que terá efeitos nocivos ao serviço público do País se aprovada.

DDeeppuuttaaddoo RRooggéérriioo MMoorrrroo ddaa CCrruuzz

– Comenta os benefícios de infraestrutura alcançados para a região de São Sebastião e enfatiza seu

trabalho em prol da dignidade da população, com projetos que vão ao encontro das suas

necessidades primordiais.

33 CCOOMMUUNNIICCAADDOOSS DDEE PPAARRLLAAMMEENNTTAARREESS

DDeeppuuttaaddoo CChhiiccoo VViiggiillaannttee

– Anuncia a Semana do Idoso na Câmara Legislativa, com grande participação popular e oferta de

serviços essenciais em parceria com instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial

– SENAC, o Serviço Social do Comércio – SESC, a Secretaria de Saúde, a Defensoria Pública e a Polícia

Civil, e reforça a importância de tratar os idosos com dignidade.

– Lembra que lei de sua autoria instituiu o passe gratuito para idosos no sistema de transporte público

e pede à Secretaria de Transportes que treine seus funcionários para tratar idosos com dignidade.

– Elogia a postura do Presidente Lula em conversa com o Presidente dos Estados Unidos, Donald

Trump, e enfatiza a importância da soberania nacional.

DDeeppuuttaaddoo FFáábbiioo FFéélliixx

– Demonstra preocupação com o Projeto de Emenda à Constituição que propõe a reforma

administrativa e denuncia que o objetivo da peça é retirar direitos dos servidores, como aumentar de

sobremaneira o estágio probatório e tornar subjetivos os critérios de avaliação.

– Defende a objetividade de critérios e a estabilidade como prerrogativas que garantem ao servidor

liberdade para agir conforme a lei, livre de pressão política.

44 RREETTIIFFIICCAAÇÇÕÕEESS

PPrreessiiddeennttee ((DDeeppuuttaaddoo WWeelllliinnggttoonn LLuuiizz))

– Lê nota técnica da CEOF que esclarece a alteração realizada na redação final do Projeto de Lei nº

1.921, de 2025, referente à desconsideração dos centavos nas emendas apresentadas, e informa que

foi encaminhado ofício aos parlamentares em resposta ao questionamento sobre a destinação de

crédito consignado à Secretaria de Esportes e Lazer para cobrir despesas com eventos.

55 EENNCCEERRRRAAMMEENNTTOO

PPrreessiiddeennttee ((DDeeppuuttaaddoo RRiiccaarrddoo VVaallee))

– Declara encerrada a sessão.

Observação: O relatório de presença, encaminhado pela Secretaria Legislativa, está anexo a esta ata.

Ata de Sessão Plenária 86ª Sessão Ordinária (2355478) SEI 00001-00041414/2025-27 / pg. 2

Nos termos do art. 135, I, do Regimento Interno, lavro a presente ata.

TTIIAAGGOO PPEERREEIIRRAA DDOOSS SSAANNTTOOSS

Chefe do Setor de Ata e Súmula

Documento assinado eletronicamente por TTIIAAGGOO PPEERREEIIRRAA DDOOSS SSAANNTTOOSS -- MMaattrr.. 2233005566, CChheeffee ddoo SSeettoorr ddee

AAttaa ee SSúúmmuullaa, em 08/10/2025, às 13:48, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,

publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site:

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Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Piso Inferior 1, Sala TI.2 - CEP 70094-902 - Brasília-DF - Telefone: (61)3348-9249

www.cl.df.gov.br - seas@cl.df.gov.br

00001-00041414/2025-27 2355478v2

Ata de Sessão Plenária 86ª Sessão Ordinária (2355478) SEI 00001-00041414/2025-27 / pg. 3

...CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL TERCEIRA SECRETARIADiretoria LegislativaSetor de Ata e SúmulaAATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAAAATTAA SSUUCCIINNTTAA DDAA 8866ªª ((OOCCTTOOGGÉÉSSIIMMAA SSEEXXTTAA)...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 86a/2025

Lista de Presença

07/10/2025 16:04:24

86ª Sessão Ordinária da 3ª Sessão Legislativa da 9ª Legislatura

Dia: 07/10/2025 15:00 Local: PLENÁRIO

Início:15:00 Término:16:03 Total Presentes: 16

Presentes

PEPA (PP) 10/7/25, 3:02PM Login Biometria

JOAQUIM RORIZ NETO (PL) 10/7/25, 3:02PM Login Biometria

GABRIEL MAGNO (PT) 10/7/25, 3:02PM Login Biometria

ROGERIO MORRO DA CRUZ (PRD) 10/7/25, 3:02PM Login Biometria

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) 10/7/25, 3:04PM Login Biometria

WELLINGTON LUIZ (MDB) 10/7/25, 3:07PM Login Código

RICARDO VALE (PT) 10/7/25, 3:07PM Login Biometria

ROOSEVELT (PL) 10/7/25, 3:08PM Login Biometria

MAX MACIEL (PSOL) 10/7/25, 3:11PM Login Biometria

JOÃO CARDOSO (AVANTE) 10/7/25, 3:16PM Login Biometria

JAQUELINE SILVA (MDB) 10/7/25, 3:24PM Login Biometria

CHICO VIGILANTE (PT) 10/7/25, 3:41PM Login Biometria

FÁBIO FELIX (PSOL) 10/7/25, 3:43PM Login Biometria

PAULA BELMONTE (CIDADANIA) 10/7/25, 3:45PM Biometria

JORGE VIANNA (PSD) 10/7/25, 3:58PM Login Biometria

RECOMPOSIÇÃO DE QUÓRUM 10/7/25, 3:58PM

HERMETO (MDB) 10/7/25, 3:59PM Login Biometria

Ausências

DAYSE AMARILIO (PSB)

DOUTORA JANE (REPUBLICANOS)

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

IOLANDO (MDB)

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

THIAGO MANZONI (PL)

Justificativas

DANIEL DONIZET : Licenciado conforme AMD n° 201/2025.

ROBÉRIO NEGREIROS : Licenciado conforme o AMD nº 83/2025.

Página 1 de 1

...Lista de Presença07/10/2025 16:04:2486ª Sessão Ordinária da 3ª Sessão Legislativa da 9ª LegislaturaDia: 07/10/2025 15:00 Local: PLENÁRIOInício:15:00 Término:16:03 Total Presentes: 16PresentesPEPA (PP) 10/7/25, 3:02PM Login BiometriaJOAQUIM RORIZ NETO (PL) 10/7/25, 3:02PM Login BiometriaGABRIEL MAGNO (PT) 10/7/25, 3...
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DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 85/2025

CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL

TERCEIRA SECRETARIA

Diretoria Legislativa

Setor de Registro e Redação Legislativa

AATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA

33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAA

AATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA

8855ªª SSEESSSSÃÃOO OORRDDIINNÁÁRRIIAA,,

TTRRAANNSSFFOORRMMAADDAA EEMM CCOOMMIISSSSÃÃOO GGEERRAALL

PPAARRAA DDEEBBAATTEERR OOSS DDEESSAAFFIIOOSS EE AASS PPEERRSSPPEECCTTIIVVAASS DDEE

IIMMPPLLEEMMEENNTTAAÇÇÃÃOO DDOO PPLLAANNOO DDIIRREETTOORR DDEE OORRDDEENNAAMMEENNTTOO TTEERRRRIITTOORRIIAALL DDOO

DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL –– PPDDOOTT,,

DDEE 22 DDEE OOUUTTUUBBRROO DDEE 22002255..

IINNÍÍCCIIOO ÀÀSS 1155HH2233 TTÉÉRRMMIINNOO ÀÀSS 1177HH4488

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Sob a proteção de Deus, iniciamos os nossos

trabalhos.

Sobre a mesa, expediente que será lido por mim.

(Leitura do expediente.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – De acordo com a aprovação do

Requerimento nº 2.277/2025 e conforme art. 131, § 4º, do Regimento Interno, está aberta a sessão

ordinária, que se transforma em comissão geral para debater os desafios e as perspectivas de

implementação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal – PDOT.

Convido as senhoras e os senhores deputados, bem como todos os que desejarem, a

participar do debate no plenário.

Suspendo a comissão geral.

(A comissão geral é suspensa.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – A comissão geral está reaberta.

Dou boas-vindas a todos os presentes. Agradeço a presença de cada um e cada uma para

este debate. Mais uma vez, a Câmara Legislativa faz a discussão do PDOT, que é necessária e

urgente, tendo em vista que o projeto de lei já está em tramitação na Câmara Legislativa e vai ser

votado.

Farei, agora, a composição da nossa mesa de honra e de debates. Temos mais pessoas

presentes e todos poderão falar.

Convido para compor a mesa: o meu amigo e mobilizador da pauta pelo eixo 3,

representante do MVA de São Sebastião e da Expansão do Capão Comprido, Romário Leal Lobo; a

senhora subsecretária de Políticas e Planejamento Urbano da Secretaria de Estado de

Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal e responsável pela condução técnica do

processo de revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial, Juliana Machado Coêlho; o

representante da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal, a Codhab, Ismar

Melo; o diretor do Sindágua do Distrito Federal, Paulo César Bessa; o professor da Universidade de

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 85ª S.O. (2360423) SEI 00001-00041859/2025-15 / pg. 1

Brasília e coordenador do Projeto Vida & Água para Aris do DF, o professor doutor Perci Coelho; o

pesquisador do Projeto Vida & Água para Aris do DF, Adauto Santos; e a integrante do Fórum em

Defesa das Águas, do Clima e do Meio Ambiente, Lúcia Mendes.

A mesa estendida, que será na parte de baixo do plenário, será composta pelas seguintes

representações: o secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF, o Sindsep-

DF, Oton Neves – não sei se já está presente –; a representante do Movimento Vida & Água para

Aris, eixo 9, Sol Nascente/Fazendinha, Andreia Lopes Mello; o representante do Movimento Vida &

Água para Aris, eixo 10, Pró-Aris, Marcelo Rocha; e o representante do eixo 4, Wanderson Ferreira

de Sousa.

Estão todos aqui. Podemos iniciar os nossos trabalhos. Eu vou começar esta sessão de forma

muito objetiva, levando em consideração a ordem das falas.

O PDOT está protocolado na Câmara Legislativa. Ele é um fato debatido do ponto de vista

legislativo. Isso teremos que superar. Existe uma expectativa e um cronograma minimamente

pactuado e conhecido no Colégio de Líderes. Com o aval ou não da minoria, pactuou-se a votação do

PDOT até o final do ano. Até meados de outubro, ainda poderemos movimentar as emendas. Então,

é necessário protocolar todas as emendas, porque houve um acordo para o protocolo delas dentro

de um prazo.

Em geral, nos projetos de lei, é possível protocolar as emendas, inclusive no plenário, em

primeiro e segundo turnos, e nas comissões, mas, como se trata de um projeto de grande

complexidade, cujo relatório final tem muita importância para a cidade, todos os líderes do Colégio

de Líderes pactuaram em suprimir essas emendas – em acordo, óbvio que não é uma supressão

regimental – no plenário, em primeiro e segundo turnos, para que fossem consolidadas antes.

Portanto, o prazo das emendas ainda não se encerrou; pactuou-se um cronograma que,

daqui a pouco, posso passar para vocês. Esse prazo ainda não foi aberto oficialmente, mas os

gabinetes estão se movimentando e se mobilizando para que o protocolo das emendas seja feito em

torno de várias temáticas.

No PDOT, estamos discutindo muito – hoje imagino que seja um dos focos da nossa

audiência – as Áreas de Regularização de Interesse Social, porque isso tem a ver com os territórios

do movimento Vida & Água para Aris. Esse movimento têm debatido, junto com as comunidades em

situação de vulnerabilidade e abandono por parte do Estado, a importância da consolidação das Aris,

inclusive para que haja regularização. Mas o PDOT trata de muito mais. Estamos falando da

possibilidade de debater a mobilidade, o direito à cidade de forma mais ampla, a ocupação dos

territórios. Dá para se debater, dentro do PDOT, por exemplo, a discussão que começa, ainda em

princípios, sobre o IPTU progressivo: quem tem casas e apartamentos mais caros deve pagar mais

para morar e o imposto é diferente. Portanto, o imposto progressivo faz toda a diferença e isso pode

ser discutido no PDOT. Além disso, dá para se discutir a mobilidade urbana e quais as suas

perspectivas, inclusive com acesso ao transporte público de qualidade para toda a população.

Há também uma premissa que temos debatido, que é a questão ambiental, algo

fundamental, pois a defesa do meio ambiente, das nossas áreas de preservação e de mananciais têm

uma importância muito grande. Essa defesa se dá não apenas de forma genérica, com a definição

dos espaços de preservação, ela se dá também com os mecanismos que existem para que essa

preservação aconteça. Se há diminuição das sanções, se autoriza o uso irregular, se não fiscaliza ou

esvazia esses mecanismos, cria-se um problema para que a defesa do meio ambiente aconteça

dentro do plano. Essa é uma discussão que faremos daqui para frente.

Faço essa abertura para iniciarmos nossos trabalhos. Vou passar a palavra para a Juliana

depois, porque acho que há muitas perguntas. Vou começar com o professor Perci, para que ele faça

suas considerações. Vamos marcar o tempo para que todos consigam falar. Então, se alguém falar

demais, vai tomar o tempo de outra pessoa.

Concedo a palavra ao nosso amigo professor Perci Coelho.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 85ª S.O. (2360423) SEI 00001-00041859/2025-15 / pg. 2

PERCI COELHO DE SOUZA – Boa tarde a todas e todos. Gostaria de agradecer a esta mesa e

ao presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Aris, Áreas de Regularização de Interesse Social,

deputado Fábio Félix.

Gostaria de quebrar um pouco o protocolo, deputado. O senhor acompanhou, junto com

outros deputados, a primeira manifestação em defesa das Aris que estão sendo vítimas de um

atentado aos direitos humanos, com as derrubadas violentas que ocorreram antes e durante o

processo de discussão do PDOT na Câmara Legislativa. Agradecemos muito a sua acolhida no dia em

que entregamos os documentos. Peço à sua assessoria que entregue os 2 documentos que

entregamos na ocasião para os convidados desta mesa que não tiveram oportunidade de lê-los. Um

é o manifesto das Aris contra as derrubadas e pelo PDOT que queremos; e o outro é a última carta

dos eventos de encontro de empoderamento das Aris que realizamos, contendo a síntese do que

apresentaremos hoje: as 13 medidas que sugerimos para serem contempladas, do ponto de vista das

Aris, no PDOT que está sendo revisado.

Fiz uma breve síntese de 5 anos de trabalho de um projeto de pesquisa-ação.

Quero uma salva de palmas para nossa coordenadora-executiva, Maria Luiza Pinho Pereira,

que deveria dividir esta mesa comigo, mas, infelizmente, o tempo é muito curto e não conseguimos

compartilhar o tempo disponível.

Quero também saudar – estou aqui representando a Universidade de Brasília – a presença de

pesquisadores renomados da UnB, que há muito tempo realizam essa discussão, com uma crítica

severa e histórica à política urbana no Distrito Federal: o professor Benny, que está presente; a

Sílvia, que hoje não está vinculada à UnB, mas tem uma trajetória de pesquisa na instituição e

realiza um trabalho seríssimo. A Sílvia tem trabalhado muito com a Lucinha e outros gabinetes na

discussão socioambiental no DF.

Deputado, ainda quebrando o protocolo, quero já iniciar – para não me esquecer – dizendo

qual é a proposta de encaminhamento que desejamos apresentar a esta mesa, começando pela

Frente Parlamentar em Defesa das Aris.

Infelizmente, os anos de pesquisa desses pesquisadores da universidade não cabem em 5 ou

7 minutos, num evento da importância deste. Compreendemos essas limitações, e, por isso,

sugerimos que, por iniciativa da Frente Parlamentar em Defesa das Aris, ainda dentro do cronograma

apertado de discussão do PDOT, seja realizado um seminário. Deputado, seria um seminário com

caráter mais acadêmico, no qual os grupos de pesquisa, como também o da professora Liza... É

necessário também saudar o trabalho da professora Liza Rezende, que realiza um trabalho seríssimo

há muitos anos na periferia do Distrito Federal.

A UnB está sendo silenciada por este governo – e vossa excelência, como ex-aluno da UnB,

sabe disso. Precisamos de um seminário que permita às diferentes pesquisas se apresentarem de

forma mais contributiva ao processo de revisão do PDOT.

Dito isso, peço que meu tempo seja estendido nesta parte introdutória.

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Vou começar a contar seu tempo agora: 5

minutos.

PERCI COELHO DE SOUZA – Então, rapidamente, em poucas telas, passarei o essencial neste

momento.

(Apresenta projeção.)

PERCI COELHO DE SOUZA – Nós, do Projeto Vida & Água, estamos colocando a seguinte

questão nesta mesa: “As Aris no PDOT 2025: uma tragédia socioambiental anunciada?” Sim, será

uma tragédia que estamos anunciando aqui. Não entrarei no mérito da questão da água, porque

temos aqui o Adauto Santos, que, com sua formação como engenheiro sanitarista, apresentará a

gravidade da situação do ponto de vista do saneamento básico das Aris. Quero focar na discussão do

PDOT.

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 85ª S.O. (2360423) SEI 00001-00041859/2025-15 / pg. 3

Sim, será uma tragédia anunciada para as Aris, que hoje enfrentam uma violência absurda

por parte do DF – uma violência que estamos chamando de ilegal. Sobretudo a Fazendinha, que foi

vítima recente, e também São Sebastião, que será abordado pelo Romário.

Peço uma salva de palmas à Andreia, que está aqui representando as famílias que foram

violentadas recentemente e para as quais conseguimos entrar com uma liminar para suspender essa

ação ilegal do DF Legal. (Palmas.)

Nós queremos nos aprofundar nessa discussão como contribuição à frente parlamentar e aos

deputados que estão sensíveis à situação das Aris. Há um problema conceitual no PDOT. Quem está

pesquisando e acompanhando sabe que há um grave problema conceitual e uma séria falha na

estratégia de ação da política urbana. Sabemos que o descaso com a periferia está no DNA da

política urbana de Brasília. Contudo, a situação se agravou de tal forma que precisamos aproveitar

este pequeno espaço para denunciar.

As imagens são essas que estão na projeção. Quem acompanhou o DFTV, a mídia ou as

redes sociais viu a gravidade da violência na Fazendinha. Mas isso não está ocorrendo só na

Fazendinha, várias áreas de periferias estão tendo suas casas derrubadas, sem qualquer protocolo

humanitário ou social para essas famílias.

Estou enviando para o seu privado, deputado Fábio Félix, o primeiro relatório do nosso

projeto sobre os despejos violentos no DF entre 2022 e 2025. Esperamos que haja divulgação dele.

Quem sabe, em um seminário, possamos fazer uma discussão mais adequada sobre o tema partir

desse relatório.

Só para que todos tenham uma noção, na imagem, mostramos o tanto de Aris que há hoje

no PDOT que está sendo renovado – refiro-me ao PDOT de 2009. Atualmente, há uma lista das Aris

por eixo. Nós as organizamos por eixo de tantas que são. Há 56 Aris até 2024. Com o novo PDOT,

veremos os números e o salto numérico dessas Aris, que revela contradições que precisamos ter em

mente. Ali está um mapa oficial – não estou inventando nenhum dado. Trata-se de dado oficial do

próprio Geoportal do GDF. Segundo o Governo do Distrito Federal, são 56 Aris até 2024.

Reparem nas áreas marcadas em vermelho na parte de baixo do mapa: há Recanto das

Emas, Santa Maria e Paranoá. Apenas a título de exemplo, em 2024, essas poligonais não eram

consideradas Aris. Nós comparamos isso com os dados do IBGE de 2019, que trazem um trabalho

sério de pesquisadores sobre as poligonais. Hoje, o conceito mudou: antes eram chamadas de

aglomerados subnormais, agora, são favelas e comunidades urbanas. Observem que há 59 Aris.

Portanto, não há discrepância nos dados comparativos até 2025.

O que nós queremos demonstrar é que, na proposta de 2025 que está sendo votada, são 84

Aris. Porém, quem está sendo considerado Aris nesse projeto de 2025? Toda a poligonal do Recanto

das Emas, toda a poligonal de Santa Maria. O Paranoá passou a ser Aris! Isso é um absurdo, é um

contrassenso do ponto de vista conceitual. Tudo passou a ser considerado Aris, o que representa

uma perda de conceito.

Solicito a quem esteja representando o governo nesta comissão que, por favor, entre no

mérito dessa discussão. Como é possível, tecnicamente, haver contradições entre os mapas? À

esquerda, há o mapa do Sol Nascente, considerado como Aris no projeto de 2025; à direita, na

política da Seduh-DF, o próprio Sol Nascente não é considerado assim em sua poligonal integral. O

eixo 3 ficou de fora como mapa estratégico do governo em termos de reconhecimento de Área de

Regularização de Interesse Social.

Então, o que está mudando? É esse conceito que nós estamos questionando. O que está por

trás dessa mudança conceitual do que é Aris? Na nossa opinião, agem as mãos do sujeito sempre

oculto nessas audiências: a Terracap. Há um interesse de mercantilização nessa tragédia dos

despejos nas áreas de periferia. Vocês ouvirão aqui vários discursos...

Eu vou resumir, deputado Fábio Félix. As derrubadas nessas áreas de periferia acontecem

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segundo a lógica comercial da Terracap. Se essas derrubadas não pararem, haverá uma tragédia: a

ampliação da população sem-teto no Distrito Federal. Esse fenômeno está aumentando não só no

Distrito Federal, mas também em todas as grandes cidades do Brasil.

Então, fica aqui o meu encerramento provocativo. Espero que tenhamos a oportunidade de

apresentar os trabalhos – que desmontam a atual política urbana do Distrito Federal – de vários

grupos de pesquisa da Universidade de Brasília.

Muito obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado pelas suas considerações,

professor Perci.

Registro que está presente, hoje, a subsecretária Juliana, que coordenou a área técnica da

Seduh-DF na elaboração do Plano Diretor de Ordenamento Territorial, o que é importante. O senhor

fez suas ponderações e ela apresentará qual foi a perspectiva do grupo que trabalhou nesse tema.

Esse é um dos nossos interesses nesta comissão geral.

Eu agradeço a presença da Seduh-DF. Esta não é a primeira, nem a segunda, nem a terceira

reunião a que a Juliana comparece. Essa escuta tem acontecido e ela é importante. É função do

governo ouvir. Infelizmente, temos encontrado dificuldades em sermos ouvidos em outras áreas, em

outros temas. Então, o fato de o governo estar aqui é importante. Nós conseguimos ir até lá algumas

vezes para conversar com a Seduh-DF e alguns territórios foram contemplados na definição das Aris.

Nem todos foram. Nós vínhamos lutando pela definição das Aris e podemos ver que o movimento e a

organização já deram frutos, mesmo com relação à primeira versão do texto apresentada aqui. A

primeira versão está tramitando.

Concedo a palavra ao Paulo César Bessa.

PAULO CÉSAR BESSA – Boa tarde a todas e todos. Mais uma vez agradeço o convite.

Saúdo o professor Perci e o deputado Fábio Félix pela condução da mesa. Agradeço as

contribuições feitas, principalmente a do camarada Adauto, que atua junto ao Sindágua há décadas.

Quero aqui trazer uma visão sobre o PDOT e as Aris da perspectiva de um trabalhador do

saneamento e de um diretor sindical.

Nós vimos acompanhando esse debate do PDOT e, no âmbito da Caesb, isso traz imensas

preocupações. O que temos observado é que esse PDOT está se comportando, em partes, como

uma política de especulação imobiliária. Sabemos que a especulação imobiliária existe em uma lógica

de mercado, mas temos o receio de que exista uma política de especulação imobiliária com base no

PDOT. Isso, para a Caesb e para o saneamento como um todo, é um risco, porque a especulação

imobiliária serve para valorizar imóveis enquanto pessoas sem imóveis não têm onde morar.

Essa política visa especular imóveis direcionados para a classe média, a classe média alta, a

classe alta. Normalmente, esses imóveis para especulação estão desocupados e já em áreas

notadamente conhecidas de classe média, classe média alta. Entretanto, além do déficit de moradia

nas zonas de população em situação de maior vulnerabilidade, nesses locais existe pouco ou nenhum

investimento em política pública habitacional justa e efetiva. Ocorre que a Caesb se programa, nos

próximos 10, 20, 30, 40 anos, com base nessas perspectivas. Se, por um lado, a especulação

imobiliária pode gerar dividendos para o setor imobiliário, por outro lado, a atuação da Caesb de

acordo com essa perspectiva pode gerar prejuízos ao saneamento. Isso acontece porque, quando se

especula que determinado setor conterá 900 mil pessoas morando daqui a 20, 30, 40 anos, a Caesb

fará investimentos com base nessa perspectiva, mas isso é só especulação, isso não acontece. Existe

o investimento, mas, depois, não há o retorno, e o sistema de saneamento pode entrar em colapso

ou, simplesmente, ser inviabilizado.

Nós sabemos que a solução oferecida nessas ocasiões é a privatização. Nós já estamos

sofrendo aqui no DF, há vários anos, com o transporte coletivo privatizado. A energia foi privatizada

e tem um preço absurdo. Estão tentando privatizar o metrô, mas primeiro estão investindo dinheiro

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público no metrô para depois privatizá-lo. Essa é a lógica também para o direito à moradia e,

consequentemente, para o saneamento.

A Caesb tem um programa chamado Água Legal, que lida com a regularização das ligações

de água. Aqui há alguns dados que serão explicados de forma mais detalhada pelo professor Adauto.

O Água Legal estimava que cerca de 50 mil lotes dentro dessas Aris não tinham ligação de água.

Porém, quanto a esses lotes em que não há ligação de água, existem alguns detalhes de ordem

socioeconômica relacionados à questão do PDOT, a políticas públicas, a aparelhos públicos.

Hoje, há cerca de 77 mil habitantes nas Aris que não possuem rede de distribuição de água

passando em sua porta. Por outro lado, há cerca de 250 mil pessoas nas Aris que não têm ligação de

água. Isso significa dizer que, dessas 250 mil que não têm ligação de água, cerca de 177 mil pessoas

têm a rede de água passando em sua porta. Por que não está interligado? Porque elas não têm

condições de arcar com a tarifa de água. Isso se dá porque o desenvolvimento socioeconômico das

Aris, em sua maioria, é ignorado pelo poder público.

Nós vemos que, antes de nascerem, os bairros de classe média e classe média alta têm

projetos, inclusive com os recuos de paradas de ônibus. É tudo lindo. Porém, realidades que já

existem no DF há 10, 20 ou 30 anos estão abandonadas. Isso significa dizer que não é só a

regularização, não é só a água; nós temos que discutir o emprego, a saúde, o posto de saúde, o

hospital, a escola, o transporte, a segurança. Nós temos que discutir o desenvolvimento dessa área,

porque não há coisa mais terrível do que morar em um local e ter que pegar 3, 4 ou 5 conduções

para ir para o trabalho e voltar dele.

Parte disso nós discutimos no âmbito do PDOT. Precisamos não só especular futuras

moradias, mas também tratar as que já existem e garantir uma moradia digna e efetiva, com toda

infraestrutura pública que a população merece e da qual tem direito, com saneamento público de

qualidade.

É isso. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, PC. É importante a sua presença

nesta mesa.

Eu acompanho as rodadas do Projeto Vida & Água para Aris, lideradas pelo professor Perci e

pela professora Maria Luiza, e sei que o Sindágua-DF tem tido uma presença permanente e

constante nessas reuniões. É muito importante que um sindicato de trabalhadores pense nos

trabalhadores, pense nos caesbianos, nos empregados da empresa, mas pense, também, na

qualidade da água. Quando pensam em movimento sindical, muitas vezes, as pessoas olham

somente para o empregado, para o trabalhador, mas não pensam na execução da política pública e

na qualidade do serviço.

Eu percebo, pela relação que temos com o Sindágua, que essa é a perspectiva deste

sindicato, pois ele sempre pensa nos seus trabalhadores, mas também pensa em todos os

trabalhadores, nos mais de 2.900.000 trabalhadores que moram nesta cidade, que precisam de água

com qualidade, como um direito à saúde e à vida. Portanto, é muito importante a participação de

vocês nesse movimento olhando para os territórios que estão em vulnerabilidade social e quais

mecanismos a Caesb teria para garantir o direito à água nesses territórios.

Concedo a palavra a Adauto Santos, pesquisador do Projeto Vida & Água para Aris, para as

suas considerações. Muito obrigado pela presença.

ADAUTO SANTOS – Boa tarde, deputado Fábio Félix. Boa tarde a todos.

Eu queria fazer algumas considerações rápidas, mas acho que 5 minutos é pouco tempo. Vou

começar pelo macro para chegar às Aris.

O nosso PDOT carece de algumas justificativas claras. Por que esse PDOT precisa disso?

Quando analisamos os dados do Censo de 2022, verificamos que há 2.817.000 pessoas no

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Distrito Federal. Ao observarmos a projeção populacional do Distrito Federal feita pelo IBGE para os

próximos 70 anos, vemos que a população máxima projetada será de 3.118.000 pessoas em 2042.

Em 2043, essa população será menor do que em 2042. Em 2067, a população será menor do que a

registrada em 2022.

Em relação ao Distrito Federal, o PDOT reúne todas as áreas passíveis de urbanização e

aplica as densidades máximas previstas. Nessas áreas, nós conseguimos acomodar cerca de 10

milhões de pessoas. Isso representa uma dissociação total e gera problemas gravíssimos ao meio

ambiente. Estamos correndo o risco de implementar grandes vazios urbanos.

Para termos uma ideia, existe apenas 1 Diur no Distrito Federal, referente à DF-140, com

previsão de 957.000 pessoas. Segundo o IBGE, o Distrito Federal crescerá, no máximo, em 301.000

pessoas.

É importante começarmos a perceber essa dissociação entre o PDOT e a realidade das

projeções populacionais. Todas as vezes que o IBGE fez projeções populacionais para o DF, ele errou

para mais. Ainda corremos o risco de estarmos diante de uma superestimativa e nem chegarmos a

3.118.000 pessoas.

Outro assunto é a dissociação das políticas residenciais habitacionais com a realidade.

Quando analisamos os dados do Censo de 2022, no DF, havia 182.657 domicílios vazios. Segundo o

IPE-DF, o déficit habitacional no Distrito Federal era de 100.700 unidades imobiliárias. Existem mais

unidades vazias do que déficit habitacional. Por que há pessoas sem casa? Porque mais de 65%

desse déficit está entre a população de classe média baixa e baixa. Onde estão os imóveis vazios? Na

classe média alta. Quais são as políticas do governo? Ele faz loteamentos para classe alta, como o

setor Jóquei Clube, o centro urbano da DF-140, a terceira etapa do Taquari, entre outros projetos

totalmente dissociados da realidade.

Como fica a população de baixa renda? Vamos analisar rapidamente a proposta do Governo

do Distrito Federal de regularização do Pôr do Sol. Quem examinar os estudos perceberá que a área

da poligonal que o GDF incluiu para o Pôr do Sol foi justamente a área passível de regularização. A

área que não é passível de regularização foi excluída dos estudos. Qual é a consequência disso? Será

regularizada apenas a área passível de regularização, mas a população que está em áreas

inadequadas será retirada – como disse o Perci –, de forma absurda. O ideal seria estudar toda a

área, avaliar toda a população e definir soluções para a população que não pode permanecer no

local. Essa é a política adequada. Não é simplesmente retirar essa população de forma totalmente

inadequada.

As Aris são invisibilizadas pelo DF, pelos governos do Distrito Federal ao longo do tempo. Nós

sabemos qual a população das Aris que não tem água, esgoto, drenagem, distribuição de energia

elétrica, escola para os seus filhos? Um dos trabalhos do projeto Vida & Água para Aris é criar um

atlas para que possamos quantificar e mostrar as falhas de informação que existem. É extremamente

importante tornarmos visível essa realidade a fim de que possamos construir políticas públicas que

atendam essa parcela da população.

Outro dado importante é o conceito de emergência sanitária. Quando você analisa a mesma

poligonal do PDOT de 2025, considerando as 56 Aris, observa que, em 2023, havia 468 mil pessoas

na região e que, em 2012, havia 390 mil pessoas. São 77 mil pessoas a mais entre os anos de 2010

e 2022 nas Aris. No DF, no período, houve um acréscimo populacional de 247 mil pessoas. Ou seja,

31,4% da população do DF cresceu nas Aris. Isso é um dado importante, porque mostra a

precarização da vida. Em 2012, 15,2% da população do DF estava morando em Aris. Esse índice

passou para 16,6% em 2022. Esses são números que mostram a precarização da habitação, das

condições de vida no Distrito Federal.

Há outras questões, como quando o GDF faz políticas públicas de loteamentos para a

população de baixa renda. Vou dar um exemplo. Eu também estou representando a Abes-DF, como

conselheiro do Conam-DF. O GDF aprovou um projeto para o setor residencial Tamanduá que é um

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verdadeiro absurdo, no aspecto de emergências climáticas e de desrespeito à ZEE do Distrito

Federal. Permite-se que os lotes, lá, tenham 100% de ocupação. As pessoas, no Tamanduá, vão

morar em cubículos sem nenhuma condição de habitabilidade ambiental adequada. Quando houver

ondas de calor, a temperatura, nessa área, pode chegar a até 4 graus a mais do que na média do

Distrito Federal. Isso é gravíssimo! Para pobre fazem qualquer coisa. Porém, vejam a projeção do

Taquari 3, como é aprazível. Por que essa diferença? Essas são questões que precisamos discutir. No

planejamento do Distrito Federal, pelo PDOT, não podemos deixar de trazer essas questões. Não é

porque a pessoa é pobre, gente, não é porque ela não tem condições financeiras, que ela tem que

viver em condição de miserabilidade em todos os aspectos. As pessoas têm direito à vida em todos

os aspectos, têm direito à qualidade de vida. Nós precisamos incluir essas questões na revisão do

PDOT para que possamos reduzir as desigualdades sociais existentes no Distrito Federal. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Muito obrigado, Adauto. Foi muito

importante sua fala. Vou me abster de comentar todas as falas, senão vou atrasar o nosso evento.

Concedo a palavra à Andreia Lopes.

ANDREIA LOPES MELLO – Boa tarde a todos. Eu sou a Andreia. Sou da Fazendinha e, junto

com outras mulheres, somos do coletivo Mulheres do Sol. Viemos representar a nossa comunidade,

onde sofremos muito. Nós sofremos junto com as famílias. As famílias não tiveram derrubadas

apenas as suas casas, mas também tiveram derrubados os seus sonhos, seus projetos, suas famílias.

O que queremos entender – não só por sermos famílias carentes, mas por nós termos nossos direitos

e por termos o direito de saber – é o que de fato o GDF quer com nossa área, o que quer fazer.

O governo não pode só chegar da forma que chegou: com muita polícia, muita bomba, muito

tiro de borracha onde havia crianças, onde havia pessoas de idade, onde estavam irmãs, onde

estávamos nós. Todos estavam ali. E as pessoas estavam só lutando pelo direito à moradia de cada

um. Então, a única coisa que nós moradores queremos saber é onde estão os nossos direitos, onde

está nosso direito à moradia. A Terracap chega, diz que é dona da nossa área e nós vamos ter que

ser jogados de qualquer forma, sem direito a nada? Como uma coisa qualquer? Nem animal pode ser

tratado dessa forma.

Então, penso que temos o direito sim à nossa moradia, direito a inclusão no PDOT, direito a

regularização, direito a UBS, direito a escola, direito a transporte. Nós da Fazendinha estamos lá

lutando, vamos continuar a nossa luta pelos nossos direitos. Nós sabemos, sim, que tem que ser

preservado o meio ambiente, porque o meio ambiente também precisa estar perto de nós, mas

precisamos também da nossa moradia, precisamos ser respeitados.

O GDF disse que agora o DF Legal não precisa avisar à mãe, à comunidade que ela tem que

sair. A família não tem o direito de ser notificada. Eu acho isto um erro: chegar, colocar as roupas,

as coisas das pessoas no saco de lixo, colocar lá fora, derrubar a casa e ainda ameaçar as pessoas

de serem presas.

Então, nós da comunidade estamos lá unidos, lutando pelos nossos direitos, pelo direito a

moradia, pelo direito a nossa casa, pelo direito a saneamento básico, a água, a luz, a escola, a

creche e a todos os nossos direitos. E nós vamos em busca disso.

Nós estamos sem poder, sem liminar, mas estamos com o doutor Eduardo, com a Ana Paula,

com o professor Perci, um monte de gente está aí conosco. Estamos nessa luta e vamos continuar

lutando. Então, nós da comunidade, nós da Fazendinha, todas as famílias, vamos lutar pelas nossas

moradias, porque as famílias que perderam suas casas, que foram jogadas lá, estão sem moradia.

Há família que está com seus móveis lá do lado de fora. O auxílio-aluguel? Até hoje, nada! E todo o

cadastro que foi feito pela Codhab-DF? Nenhuma resposta! Amanhã, as famílias não vão ter R$5 mil

nem R$10 mil para desembolsar, para pagar a Codhab-DF num projeto de um apartamento.

Todas essas famílias estão em busca disso, mas ainda não conseguiram nada, nem o auxílio-

aluguel nem o encaminhamento sobre o apartamento da Codhab-DF. Então, nós da Fazendinha, nós

moradores de lá, nós do coletivo estamos juntos, lutando pela nossa moradia.

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Hoje, queremos saber: onde nós entramos no PDOT? De qual forma vamos estar ali? Qual

melhoria, qual benefício vai vir para nós da Fazendinha?

Nós da comunidade continuamos a nossa luta pelo direito à nossa moradia.

Obrigada. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, Andreia, pelas suas

considerações.

Concedo a palavra à integrante do Fórum de Defesa das Águas, do Clima e do Meio

Ambiente do Distrito Federal, Lúcia Mendes, para as suas considerações.

LÚCIA MENDES – Boa tarde, pessoal. Eu confesso para vocês que o tema de hoje e as

imagens que vimos sobre o que está acontecendo em algumas comunidades do DF nos deixam meio

angustiados e com a voz embargada. Eu vou ler uma colinha que eu escrevi, porque gente velha

perde a linha de raciocínio muito fácil, e eu quero aproveitar meu tempo aqui.

Nós vivemos hoje as consequências da ocupação sem planejamento ou compromisso do

Estado com a vida. As pessoas não escolhem morar sem dignidade. Elas moram, ocupam o espaço

que elas conseguem. Cabe ao Estado organizar essa ocupação, garantindo políticas de habitação

dignas. Não se trata apenas de moradia, de um teto sobre as cabeças, pressupõe serviços básicos,

como saneamento, abastecimento de água, transporte, energia, emprego e renda, sem os quais a

vida resiste em situação precária.

O direito à cidade, aos serviços e facilidades não é favor. E o PDOT deveria ter como

centralidade essa defesa da vida em todas as suas manifestações. Esse deveria ser o PDOT cidadão,

e não o PDOT das forças produtivas, num viés de produção econômica, sempre em busca do lucro a

qualquer custo. Esse deveria ser o PDOT das forças produtivas de água e vida. Vida e água para as

Aris, que deveriam ser a prioridade da cidade. A prioridade precisa estar naqueles que mais

precisam, e não em cidades planejadas segundo uma lógica inversa, que prioriza os interesses

econômicos em desfavor do social. Como disse o Adauto, o social é pobre, é carente, e quanto mais

longe do centro e dos olhos de todos, melhor.

Temos agora a oportunidade de transformar esta cidade em uma cidade mais justa e

inclusiva. Podemos pensar em áreas seguras para as famílias que estiverem em áreas de risco,

realocando-as com respeito e dignidade. Senhores deputados que nos ouvem, deputado Fábio Félix,

o desafio desta casa legislativa é enorme e urgente: ouvir a população, pensar em soluções reais e

propor políticas de emprego e renda nas regiões afastadas do centro para viabilizar uma vida digna

para todos.

Aos companheiros de luta, eu queria deixar aqui mais uma vez o nosso desafio. Em tempos

de acelerada destruição do planeta, nós pensamos no futuro com preocupação. As ações humanas

estão condenando as próximas gerações a uma incerteza sobre o futuro. Nós precisamos preservar a

esperança e, com ela, a nossa capacidade de indignação e luta, pois, sem esperança, só resta apatia

e perda de capacidade de reação. Somos nós, os indignados, os guardiões do futuro da vida. Não

podemos e não vamos desistir dessa luta em defesa das águas e da vida. Vida e água para as Aris!

(Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, Lucinha, pela sua participação e

sua presença hoje – não só hoje, pois você tem estado bastante na Câmara Legislativa, em muitas

frentes de luta.

Concedo a palavra ao representante do eixo 3, Romário Leal Lobo, que está à mesa ao meu

lado, para suas considerações.

ROMÁRIO LEAL LOBO – Boa tarde a todos. Quero cumprimentar a mesa na pessoa do

deputado Fábio Félix. Parabenizo o professor Perci e a Maria Luiza, que são os coordenadores do

projeto Vida & Água para Aris. Trata-se de um projeto que vem ajudando as Aris e lhes dando

visibilidade, o que o governo não está fazendo.

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Uma coisa que podemos observar nas Aris é que elas têm sofrido todo tipo de ataque do

governo, principalmente com relação às matas. Áreas consolidadas, que estão até na minuta do

PDOT, hoje sofrem com derrubadas truculentas do Governo do Distrito Federal. Esta semana, o DF

Legal estava morando em São Sebastião, no bairro Morro da Cruz, uma Aris. Eles já estão até

executando um projeto urbanístico lá.

Esta semana fomos surpreendidos com uma operação do DF Legal para demolir 35 moradias.

Nós perguntamos o porquê da derrubada dessas casas. Alegaram que estavam combatendo a

grilagem de terra. Eu tenho certeza – e eu acho que o governo não fez essa pesquisa – de que não

se combate grilagem de terra derrubando casas de pais de família. Por que o pai de família não

consegue comprar um lote naquele local? Porque o governo não facilita uma forma de o pai e a mãe

de família conseguirem a sua moradia digna. Esta semana, no bairro Morro da Cruz, foi muito triste

ver um adolescente chegando da escola, com lágrimas caindo, abraçando todo mundo, porque,

quando chegou, sua casa estava demolida. Trata-se de uma Aris!

Eu quero reforçar, mais uma vez, que, depois da nossa marcha, foi pedido aqui que o

Governo do Distrito Federal suspenda todo tipo de derrubada enquanto esse PDOT estiver

tramitando nesta casa. Repito: enquanto esse PDOT estiver tramitando nesta casa! (Palmas.)

Se não vão regularizar aquela região, vamos buscar uma forma de remover esses moradores.

Mas, se vão regularizá-la, por que estão derrubando as casas? Eu fui à Fazendinha e acompanhei o

que aconteceu lá também. É de cortar o coração.

Se vão regularizar as áreas, por que estão derrubando as casas? Eu fui à Comunidade da

Fazendinha e acompanhei o que aconteceu lá – foi de cortar o coração. Será que essa é a única

forma que o governo tem para resolver isso?

Está na hora de esta casa se manifestar mais, mas também está na hora de o Governo do

Distrito Federal ouvir as Aris. É lá que as pessoas estão sofrendo. Colocamos o povo na rua. Ele tem

se manifestado, pedido socorro. Quem vai às Aris não encontra nada a não ser problema. Não existe

água potável nem nada a não ser problema.

Hoje, em São Sebastião, as máquinas que nós recebemos são as do DF Legal. A cidade tem

200 mil habitantes, e não tem uma creche pública! Será que isso não deveria ser prioridade? Há 14

anos não se constrói uma escola pública em São Sebastião. Isso é revoltante. Isso é revoltante!

Todos os dias, nós acordamos com sede de justiça. Todos os dias, recebemos a mensagem

que as máquinas já estão no batalhão da PM em São Sebastião, para fazer operação. Não

conseguimos mais nos deitar para dormir, porque já ficamos imaginando que amanhã vai acontecer

operação do DF Legal. Não vemos o governo fazer nada! O governo não faz nada! Os deputados da

base do governo ficam calados, porque não têm coragem de se manifestar. Eles não têm coragem.

Peço desculpa pelo meu desabafo, mas nós não aguentamos mais! Como líder, estou

sofrendo, todos os dias, com operações em São Sebastião, na Comunidade da Fazendinha, em

Planaltina! Ontem, uma mulher me ligou sofrendo também, porque estava acontecendo operação lá.

Não é dessa forma, derrubando casas de pais de família e destruindo sonhos de pais de família, que

se combate grilagem de terra! Não é dessa forma!

Muito obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, Romário. É importante o seu

desabafo.

Ao longo dos últimos anos, na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos,

Cidadania e Legislação Participativa e na atuação como parlamentar na Câmara Legislativa, temos

visto 2 pesos e 2 medidas, sempre. Quando a ocupação irregular está nas áreas ricas, da elite, não

vemos os tratores ligados. Quando a ocupação irregular está em área de vulnerabilidade social, os

tratores são ligados rapidamente, são efetivos, e não há diálogo com as pessoas nem atuação

correta da política de assistência social. Sabemos como funcionam os benefícios sociais.

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Há oferta do auxílio-aluguel. Digo auxílio-aluguel, mas não é esse o nome oficial. Eles fazem

oferta do auxílio-aluguel, na hora das desocupações. No desespero, muitas famílias o aceitam.

Outras não querem aceitá-lo, porque já conhecem o formato do auxílio-aluguel. Nesse momento,

muitos benefícios da assistência social estão atrasados, porque não existe recurso para pagá-los.

Então, a pessoa que recebeu a primeira prestação do auxílio-aluguel na desocupação ou

atendeu voluntariamente o pedido do governo para não estar mais naquele território, hoje, não está

recebendo o auxílio-aluguel em dia. Ela não consegue pagar o aluguel! Ela saiu da ocupação,

atendeu ao chamado do governo, aceitou o acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social, e a

segunda prestação não está sendo paga. Na terceira prestação, ela vai ser despejada de novo. Essa

é lógica com que se trata a política de vulnerabilidade social.

Também conversei com assistentes sociais, psicólogos e equipes dos Cras e dos Creas e

reclamei dessa situação inaceitável. Eles não têm como fazer política de assistência social se o

benefício social não está funcionando e se não conseguem cadastrar nem incluir as pessoas. É

importante dizer isso.

O despejo é feito de forma violenta e autoritária. Percebemos que essa é a lógica. Existe

muita violência. A violência em si já está em derrubar a casa do pai e da mãe de família. Essa é a

violência que acontece. As famílias são atropeladas pelos tratores. Essa já é uma tragédia

humanitária para as famílias, adolescentes e crianças que vivenciam essa experiência.

Somada a isso está a violência que o Estado comete depois, quando não garante nem os

benefícios sociais com os quais se comprometeu. Um lado cumpriu aquilo com que se comprometeu;

o outro lado, não! Isso também acontece e é um escárnio que temos que registrar.

Além disso, foi interessante o Romário falar sobre educação, infraestrutura e um monte de

assuntos. Se existe uma área que funciona para algumas questões é a de fiscalização. Para outras,

ela não funciona.

Existem outras áreas fundamentais. Quantas escolas foram construídas? Cadê o Hospital

Regional de São Sebastião? Trata-se de uma margem territorial gigantesca que atende à população

de São Sebastião. Sabemos disso, e não há hospital para atender as pessoas.

A demanda por atendimento em saúde naquela região é muito grande. São mais de 300 mil

pessoas que utilizariam aquela unidade de saúde. Muitas delas são encaminhadas ao Hospital

Regional do Paranoá ou para outros hospitais. Essa cobrança é importante, porque a questão da

habitação vem acompanhada de outros elementos.

Quero registrar a presença de Evânia Araújo de Brito, assistente social, da Comissão de

Questão Urbana, Direito à Cidade e Justiça Ambiental, do Cress-DF; e da professora Maria Luiza

Pinho Pereira, vice-presidente da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília, ADUnB. Ela

representa o projeto Vida & Água para as Aris. Ela é uma pesquisadora importante da universidade.

Obrigado pela presença das 2.

Concedo a palavra ao senhor Wanderson Ferreira de Sousa para suas considerações. Peço

que o senhor utilize a tribuna, por conta da ausência de microfone.

WANDERSON FERREIRA DE SOUSA – Olá, boa tarde a todos. Sou Wanderson – muitos me

chamam assim. Sou morador de Vicente Pires. Cheguei à Vicente Pires há 25 anos, por volta dos

anos 2000. Vi toda a transformação que ocorre quando há aceitação por parte das camadas

burguesas da sociedade, quando há a inclusão de uma nova região administrativa ou de uma Aris,

como é o caso de Vicente Pires.

Quando cheguei lá, não havia ônibus, não havia asfalto, não havia iluminação adequada, a

energia caía com frequência, e a água muitas vezes acabava. Quando a água voltava, passava 1 ou 2

dias com cor barrenta e cheia de sedimentos.

Sempre vivi com a possibilidade de ter uma vida pior por causa das condições em que cresci.

Com o tempo, em Vicente Pires, chegaram pessoas com maior poder aquisitivo. De certa forma,

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Vicente Pires passou por um processo de gentrificação. A maioria das pessoas que estavam ali

cederam seus territórios, suas casas, seus lotes, para pessoas mais ricas que foram se apropriando

do espaço.

Com isso, vieram as melhorias como ônibus, água, iluminação, asfalto. A nossa situação

começou a melhorar. Hoje, Vicente Pires faz parte do Eixo 4. Quando houve essa chegada, pudemos

ver essa melhoria acontecer.

De certa forma, a minha vida, em Vicente Pires, foi melhorando à medida que a gentrificação

avançava. Minha família conseguiu permanecer no local. Nós tivemos que fazer alguns sacrifícios ao

longo dos anos, mas conseguimos continuar morando ali. No entanto, até hoje, não temos os

documentos que garantem que a casa é nossa, da nossa família.

Após 25 anos, ainda lutamos pela regularização da área, apesar das melhorias que já

chegaram. Seguimos tentando fazer de Brasília um local onde possamos construir nossa moradia e

habitá-la.

Desejo que consigamos nos mobilizar como sociedade para produzir um PDOT que atenda

aos anseios e às necessidades do povo. Que ele aconteça de forma diferente. Que consigamos frear

essa lógica em que a regularização atende apenas aos interesses dos burgueses da nossa cidade, do

Distrito Federal.

Também quero salientar a existência das ocupações que estão acontecendo em Taguatinga,

o Centro Cultural RIA e a ocupação dirigida pelo MLB. As pessoas estão lutando por moradia em um

local digno, que é o centro de Taguatinga, onde existem todas essas possibilidades de uma vida boa

– com transporte, iluminação, saneamento básico. Dessa forma, essas pessoas vão conseguir acesso

à vida digna.

Eu queria propor que Câmara Legislativa buscasse a possibilidade de se acabar com o

paternalismo, com a lógica fundiária de especulação imobiliária que acontece nas cidades e nas áreas

do campo, por meio dos latifúndios. Não é possível que, depois de 500 anos de Brasil, ainda

permitamos que os coronéis, os fazendeiros e os burgueses mantenham seus privilégios e suas

regalias.

Eu queria também fazer um chamamento para que a sociedade elegesse, cada vez mais,

deputados ligados ao povo e não deputados que estejam a serviço da burguesia, a serviço das

pessoas que sempre mandaram neste lugar e que continuam mantendo seus privilégios.

Quero reafirmar que as ações do DF Legal não são boas, não favorecem a nossa sociedade e

não vão trazer uma melhoria para o Brasil, para o Distrito Federal de forma geral.

Agradeço ao movimento por poder participar das lutas, agradeço a possibilidade de tentar

lutar por um mundo melhor ao lado do movimento Vida e Água para as Aris. A regularização precisa

acontecer de forma que favoreça o povo. Chega de derrubadas!

Assim encerro meu discurso. Muito obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, Wanderson, pelas suas

considerações.

Anuncio a presença dos alunos de serviço social da UnB, da disciplina questão urbana e

política habitacional. Agradeço a presença. Também registro a presença da Ana Cristina, da

comunidade de Santa Luzia, na Estrutural. Obrigado pela presença. (Palmas.)

Concedo a palavra ao Marcelo Rocha.

MARCELO ROCHA – Boa tarde a todos. Meu nome é Marcelo Rocha, sou um dos conselheiros

comunitários de São Sebastião. Quero agradecer à mesa.

Faço parte do movimento Vida e Águas para as Aris e estou na mesma caminhada que o

Romário. Nossa indignação é com as derrubadas do DF Legal no Distrito Federal. Temos

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acompanhado as derrubadas que aconteceram na Comunidade da Fazendinha. Fomos até lá,

presenciamos a ação, vimos a truculência do DF Legal, o que eles fizeram, e isso traz uma grande

indignação para a população, para os moradores da Fazendinha e para todo o Distrito Federal.

Nós presenciamos também uma derrubada na Morada do Sol – estávamos lá. Os moradores

haviam se unido, feito uma arrecadação e construído uma caixa d’água para distribuir a água entre

eles. Partiu o meu coração o trator destruir aquela caixa d’água. Além disso, havia as mães de

família que chegaram do trabalho com a mão na cabeça, desesperadas. Vi uma moradora que, ao

chegar, dizia: “Meu Deus, o que fizeram?” Ela se desesperou, porque não teria onde morar. Uma

amiga nossa está morando dentro do carro.

Vou ser sincero com vocês: a situação que vi e o relato dela me quebraram ao meio. Uma

pessoa viver numa situação daquela por causa do DF ilegal – nem vou chamar de DF Legal, é DF

ilegal – é horrível. Então, expresso a minha indignação com essas derrubadas.

Moro entre o Alto Mangueiral e o Jardim Botânico 3. Quero dizer para vocês que, às vezes,

fico um pouco desesperado quando ouço barulho de trator. Quando ouço esse som, já penso que

vão derrubar a minha casa também. Estamos na luta pela regularização fundiária e pela inclusão da

nossa área no PDOT.

Temos acompanhado o assunto. Quero agradecer ao Romário Leal, ao Perci e ao deputado

Fábio Félix, que esteve presente em uma reunião no Setor de Chácaras Morro Azul, onde moro, e

pôde constatar a quantidade de pessoas que vivem naquela região.

Nós estamos aqui para pedir a regularização fundiária e a inclusão da nossa área no PDOT.

Essa é a minha fala. Agradeço a oportunidade. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Muito obrigado, Marcelo, pelas suas

considerações.

Concedo a palavra a Ismar Melo, representante da Codhab, que precisará se ausentar.

ISMAR MELO – Boa tarde a todos.

Em primeiro lugar, deputado, obrigado pelo convite. Parabéns pela iniciativa do senhor. Toda

discussão é muito importante para a sociedade.

Moro em Brasília desde 1968. Acho, deputado, que, no plenário, sou uma das pessoas mais

antigas do Distrito Federal. Tenho visto a cidade crescer. É importante mencionar que o

desordenamento, infelizmente, acontece não pela necessidade da família, não pela invasão em si,

mas por uma necessidade.

No âmbito Codhab, temos buscado cumprir nossa competência, que é a habitação social.

Aproveito para trazer algumas informações a todos vocês: atualmente, a Codhab conta com uma

carreta de regularização focada em entregar o documento final, que é a escritura pública.

Recentemente, deputado, como o senhor deve ter acompanhado, a Codhab entregou lotes

semiurbanizados no Recanto das Emas, na região da Favelinha, resolvendo um problema que há

muitos e muitos anos não tinha solução. Junto com esses lotes semiurbanizados, também foi

entregue um cheque para material de construção, a fim de apoiar os beneficiários nessa iniciativa.

Vou falar pelo meu órgão, que é a Codhab. Tenho observado muita vontade em buscar a

regularização e a entrega da habitação. Além disso, existe o cheque-moradia, que facilita o acesso

das pessoas à moradia. É importante ressaltar que há casos em que a pessoa ocupa ou invade não

por querer vantagem, mas por necessidade mesmo. Sou pai de família, sou avô e sei o quanto é

difícil não ter um teto.

Como parlamentar, deputado, é importante abrir essa discussão, pois hoje a pessoa busca a

moradia, mas amanhã ela vai precisar de equipamentos públicos. Isso também precisa ser previsto,

porque, se houver toda essa ocupação, não haverá essa previsão.

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No Sol Nascente, acompanhei, pela companhia, muitas realocações, pois as pessoas

ocuparam o território de forma desordenada. Foi necessário implementar redes de água, esgoto e

saneamento, e, por isso, tivemos que realocar famílias para criar melhores condições para o coletivo,

priorizando o bem-estar da comunidade em vez do individual.

Aproveito, deputado, já que o senhor tem livre acesso a todos os órgãos, para informar que

a Codhab está à disposição de todos, seja individualmente ou coletivamente, para prestar auxílio em

qualquer situação.

Existe um programa na Codhab chamado Melhorias Habitacionais. Esse programa visa dar

dignidade às pessoas que, às vezes, moram em lotes com fossas, em situações realmente precárias,

insalubres. Hoje, a Codhab-DF tem condições de ajudar essas pessoas, embora muitas não tenham

conhecimento disso. Apesar de trabalharmos em Área de Regularização de Interesse Social, a

Codhab-DF hoje possui um braço de longo alcance.

Entendemos a nossa dependência da Terracap, da Seduh-DF, do Ibram. Dependemos de

outros setores, de outros órgãos, mas a Codhab-DF está aberta a qualquer discussão, a qualquer

ajuda. Existe hoje o projeto do Itapoã Parque, que o senhor também conhece, assim como o cheque

para ajudar as famílias na entrada, que é uma forma de garantir moradia. Moradia é dignidade.

Portanto, deputado, quero dizer que estamos de portas abertas na Companhia de Habitação,

não apenas para o seu gabinete, mas para qualquer pessoa do Distrito Federal. Nós temos

acompanhado quase que um “enxugar gelo”, porque todos os dias surgem novos fatos. Contudo, a

culpa não pode ser atribuída apenas a nós, é uma situação coletiva. O importante é que temos

interesse em ajudar e em nos somar a todos vocês.

Assim, encerro minhas palavras.

Eu disse ao deputado que precisaria sair mais cedo. Tenho uma consulta no Anchieta, pois

manifestaram-se em mim 2 aneurismas no ano passado e venho realizando monitoramento. Então,

por questões de saúde, precisarei me ausentar, senão permaneceria até o fim.

Parabenizo os que me antecederam, porque aqui há sentimento, há vida e há preocupação.

A palavra é esta: preocupação com uma Brasília melhor. Estamos falando hoje pensando nos

próximos 20, 30, 50 anos.

Muito obrigado pelo convite, pelo carinho.

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, Ismar, pela presença.

Essa é uma política pública que nós temos defendido com muita força na Câmara Legislativa,

inclusive denunciando o corte orçamentário que o governo fez neste ano na Codhab-DF. Isso é

grave, porque, se nós temos um diagnóstico do tamanho do déficit habitacional que enfrentamos –

100 mil pessoas sem moradia no Distrito Federal –, precisamos garantir o direito à moradia. Não há

como garantir sem orçamento.

Fizemos esse apontamento e temos cobrado da Codhab-DF o esforço para que a

documentação avance e as coisas aconteçam. Espero que o senhor leve essa mensagem também à

equipe e à direção da Codhab-DF.

Quero registrar a presença, ainda que já não esteja mais aqui, do assessor da deputada

Jaqueline Silva, presidente da CAF, que acompanhou boa parte da sessão. É importante registrar,

pois ela é a relatora do PDOT na Comissão de Assuntos Fundiários. Também estão presentes os

assessores do deputado Max Maciel e do deputado Gabriel Magno, acompanhando as discussões.

Agradecemos a presença de vocês, pois este é o tema do semestre e precisamos aprofundar e

discutir.

Concedo a palavra a Damião Ferreira.

DAMIÃO FERREIRA DE SANTANA – Boa tarde à mesa, boa tarde a todos. Desde já, agradeço

ao deputado Fábio Félix, ao Romário e aos demais presentes por esta oportunidade de podermos

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falar da nossa necessidade. Não viemos aqui apenas para olhar um para a cara do outro, mas, sim,

para falar que a moradia digna, neste momento, é importante.

Nesta tarde foram citados o DF Legal, a Seduh-DF, a Terracap e a Codhab-DF, ou seja, os

órgãos por onde tramita a regularização fundiária. Ela começa em diferentes setores, mas finaliza na

Codhab-DF. O difícil não é iniciar uma regularização, o difícil é haver resultado da regularização

fundiária. É o que está acontecendo na quadra 308 de São Sebastião.

Fica a minha pergunta ao deputado Fábio Félix e aos demais deputados, pois eu sei que a

Câmara Legislativa toda está ouvindo.

O PDOT está em andamento e prevê o período para barrar as derrubadas. Quando finalizar o

PDOT, como vão ficar as comunidades? Como vão ficar os pais de família? O DF Legal vai fazer uma

retirada bruta? Para onde vão as famílias? Para debaixo de uma ponte? Para o relento? Ninguém está

vendo solução para as famílias que estão dentro das áreas.

A 308 está lá. Nós sabemos que é um parque. Um parque depende da administração

regional da Região Administrativa. Cadê a fiscalização das cidades? A 308 continua do mesmo jeito.

Retiraram 300 famílias. Atualmente, 50 famílias estão lá, aguardando a decisão do PDOT.

Foi citado que, no final do PDOT, vai haver o fechamento das áreas. E as famílias que estão

dentro dessas áreas? Queremos solução para que essas famílias não sejam retiradas de qualquer

forma. “Ah, estão dentro da Codhab-DF”. Desculpem-me, mas a Codhab-DF tem muita promessa –

está cheia de promessas. Toda a política é cheia de promessas. (Palmas.)

Na Codhab-DF é muito fácil você entrar: “Ah, há cheque para aqui, há dinheiro para ali, há

tudo”, mas, para o pobre, a Codhab-DF não tem nada. Eu estou aqui para falar: Codhab-DF não tem

nada para o pobre. Se a Codhab-DF tivesse algo para dar... Há 8 anos que nós estamos lutando, há 1

ano nós lutamos dentro da Codhab-DF para chegar a uma lista com os nomes de 100 famílias de

baixa vulnerabilidade. Ficou perdido 60% do serviço.

O difícil não é plantar, o difícil é não colher o que dá resultados.

É muito fácil a Codhab-DF ou outro órgão vir a esta casa jogar a responsabilidade em cima

da comunidade, e é muito difícil quando ela não arca com os erros que comete. Eles têm que arcar

com as responsabilidades deles.

Você sabe qual é o mal? É ficar procurando culpados. Foi citado pela Codhab-DF que há um

ônibus da regularização dentro do Distrito Federal. Esse ônibus serve para entregar as escrituras aos

que já têm a sua moradia digna.

Não há ônibus para entrar numa invasão ou nos setores para saber qual é a necessidade das

famílias carentes que estão lá, não. Há ônibus para entregar o que já é consolidado pelo governo.

Não há PDOT para reconhecer quem é filho de Brasília, quem está dentro de uma pontuação

elevada. A Codhab-DF existe, mas para quem tem dinheiro.

Eu quero dizer que nós somos pobres. Pobre não tem o direito de pagar propina, mas, sim,

de ser reconhecido pelo Distrito Federal.

Eu agradeço ao deputado Fábio Félix e à mesa. Não deixem essa situação sem solução.

Vamos olhar para as famílias carentes. Por isso que nós estamos aqui nesta tarde.

Mais uma vez, eu agradeço a oportunidade de fazer essa cobrança. Estamos juntos.

(Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Muito obrigado, Damião, pelas suas

considerações.

Concedo a palavra ao Oziel.

OZIEL PEREIRA DE SOUSA – Boa tarde a todos.

Em 2004, deputado, nós recebemos nossas 25 unidades e eu era vice da associação.

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Atualmente, temos 5 associações habilitadas nacionalmente, conhecemos os trâmites, os

embasamentos legais e os processos de implantação dessas 25 unidades. Graças a Deus, atualmente

eu tenho a escritura da minha casa no Setor Residencial Oeste, mas vejo situações semelhantes à

dele, e oferecemos suporte com o conhecimento agregado que adquirimos ao longo do tempo.

Existem 3 categorias de pessoas no Distrito Federal que eu percebo que não têm nenhum

amparo legal. Um colega, o Juvenal, chegou em 2011, com 77 anos. Ele foi enquadrado em 4 listas:

a lista geral, com aproximadamente 78 mil pessoas; a lista de idosos, com cerca de 14 mil; a lista do

BPC, com cerca de 7 mil; e a lista de vulnerabilidade, com aproximadamente 3.800 pessoas. Ele

faleceu recentemente, no mês retrasado, e não conseguiu a unidade habitacional na qual ele tinha

interesse.

Quando indagamos a procuradora da Codhab-DF, ela informou que foram distribuídas

aproximadamente 400 unidades para as bandas do Sol Nascente, Itapoã Parque, entre outros. No

entanto, ninguém vai pegar o dinheiro na justiça e construir uma unidade habitacional específica

para alguém.

Em resumo, a procuradora falou que as unidades destinadas à lista de vulnerabilidade já

foram entregues. Não há previsão na lei para novas entregas, pode-se levar 5, 10, 15 ou 20 anos,

não haverá prejudicialidade na lei. Com relação à classe média que ganha R$3 mil, R$6 mil e R$12

mil aproximadamente, temos Águas Claras, Mangueiral, com 8 mil unidades, Sudoeste e Alto

Mangueiral.

Um filho de Brasília, como o Damião, que nasceu aqui, não tem direito a nada, porque,

quando ele não se enquadra no projeto financeiro de R$3 mil para baixo, ele nem é avaliado para o

fim de obter a casa dele. O pessoal da vulnerabilidade, também não há um percentual na lei para

atendê-los. É ainda pior para as pessoas que construíram Brasília para nós, os pioneiros. Deputado, é

bom o senhor ouvir isto: não há nenhum percentual na lei que contemple esse tipo de gente.

Conheço a Maria. Ela tem 88 anos, está se formando na UnB e, até hoje, mora de favor em invasão.

A Mariângela, que já foi campeã olímpica, mora no Morada do Sol, onde o trator passou em cima

dela. Essas 3 categorias de pessoas têm que ter amparo legal, porque os vulneráveis, os idosos e os

pioneiros não têm nenhum tipo de assistência do governo.

A classe média que ganha acima de R$6 mil ou R$12 mil tem Águas Claras e

empreendimentos em todos os lados do Distrito Federal para escolher. A pergunta é: eles chegam

aqui, habilitam-se e acham que podem comprar quantas unidades quiserem nesse Morar Bem. E

quem é vulnerável, que não tem renda, que fica ao relento, que é atropelado pelo governo e pelas

máquinas, que tem suas casas derrubadas, que não tem segurança, que não tem dinheiro para

morar, ficam sem poder escolher e passam bilhões de dificuldades.

Esse é o meu desabafo. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Muito obrigado pelas considerações e pela

sua presença.

Concedo a palavra ao Jhonatan.

JOHNATAN ALVES DO NASCIMENTO – Boa tarde.

Eu gostaria de falar sobre o movimento estudantil de São Sebastião. As comunidades hoje

enfrentam muita dificuldade com a falta de infraestrutura. Nossas moradias são precárias. Isso tem

afetado toda a base educacional da cidade. Hoje, dentro do Centrão, colégio onde estudo, muitos

jovens dizem que tiveram suas casas derrubadas. Eles perdem dias letivos, dias de ensino. Nós, como

representantes desses jovens e dessas famílias, vemos cada dia mais sofrimento. Uma mãe de

família, com um bebê de colo, é obrigada a se retirar de dentro da sua casa, porque vão passar um

trator por cima da sua casa. A mãe não consegue tirar o berço do seu filho de dentro do imóvel.

Hoje, olhamos não só para a comunidade de São Sebastião, mas para todas as outras Aris e

perguntamos: onde está o governo que nos prometeu moradia? Onde está o governo que disse que

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moradia seria um direito? Moradia é um direito constitucional que não está sendo garantido. Por

quê? Porque não há prioridade nisso. A prioridade do governo hoje é o enriquecimento, é preparar a

nata governamental. Eles não olham para as comunidades de baixa renda, não olham para minha

comunidade, que é a Vila do Boa, e não veem essa comunidade como um favorecimento econômico

para eles. Será que somos isso? Um povo esquecido?

Quando falo que o PDOT está tramitando, peço que ele tramite e que algo seja feito, que os

parlamentares lutem, que coloquem seus assessores nas ruas, que façam com que isso seja visto.

Por quê? Porque eles passam com as máquinas do DF Legal sem olharem quem é você. Eles não

perguntam se você está bem, se você almoçou ou lanchou. Famílias morrem nas ruas e não têm

direito à moradia. Pessoas vivem em estado precário. Mães e pais de família pedem socorro. Nós não

temos direito a saneamento básico nem a luz nem a transporte. Hoje estamos precisando disso.

Agradeço a todos. Faço um grande apelo não só ao deputado da frente, mas a cada

deputado desta casa: coloquem seus assessores na rua para conhecerem a comunidade e verem o

que está acontecendo. Porque ser parlamentar hoje em dia está até fácil. Todo mundo consegue se

tornar um parlamentar. Agora, seja um parlamentar eficaz e saia às ruas.

Obrigado, deputado Fábio Félix, por ser um parlamentar eficaz e por fazer o PDOT tramitar

aqui dentro.

É isso. Consegui falar bem. Obrigado, gente.

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Deu certo. Falou no tempo. Já está pronto

para ser um parlamentar eficaz para esta cidade, com certeza. Muito bem. Muito obrigado, Jhonatan,

pela sua fala e pela sua luta jovem nessa batalha por quem mais precisa. Muito legal.

Concedo a palavra à Juliana Machado Coêlho, subsecretária de Políticas e Planejamento

Urbano e responsável pela condução técnica do processo.

Antes, eu gostaria de saber se os representantes dos mandatos do deputado Gabriel Magno

e do deputado Max Maciel desejam se manifestar. Não? Certo. Gostaria apenas de confirmar se

haverá mais alguma fala. A professora Maria Luiza gostaria de se pronunciar. Não? Certo.

Concedo a palavra à Juliana Machado Coêlho.

JULIANA MACHADO COÊLHO – Boa tarde a todos. Antes de responder algumas perguntas,

explicarei brevemente o que o PDOT, nesta proposta, apresenta no capítulo de promoção à moradia

digna.

Retomo um pouco os estudos técnicos anteriores para contextualizar como chegamos à

denominação “promoção de moradia digna”. O primeiro passo dos estudos foi avaliar o plano diretor

vigente. Avaliamos o conteúdo desta seção, que trata tanto das áreas de oferta habitacional quanto

das áreas de regularização. Todas foram analisadas. A equipe técnica examinou as possibilidades de

ocupação das áreas de oferta habitacional já previstas no PDOT vigente e que ainda não foram

ocupadas.

Existem diversas áreas destinadas à oferta de habitação de interesse social que ainda não

foram parceladas. Diante disso, a equipe técnica iniciou uma análise dessas áreas, considerando o

déficit e a demanda habitacional, com base nos estudos do IPDF.

É importante ressaltar que o déficit habitacional é calculado para famílias com renda de até 3

salários mínimos, ou seja, famílias de baixa e muito baixa renda. A demanda habitacional, por sua

vez, abrange todas as faixas de renda, desde a população de menor renda até a de maior renda. No

entanto, a maior parte da demanda corresponde à população de baixa renda, especialmente àquela

cuja renda se enquadra na legislação da política habitacional do Distrito Federal, que contempla

famílias com até 12 salários mínimos – faixa atendida pela Codhab-DF. Portanto, é nessa faixa que se

concentra a maior demanda.

As áreas de oferta habitacional previstas na proposta destinam-se à população abrangida

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pela legislação habitacional do Distrito Federal, ou seja, até 12 salários mínimos. Contudo,

destacamos que é necessário priorizar a população de mais baixa renda, até 3 salários mínimos, que

deve ter prioridade no atendimento.

Realizamos esse estudo considerando todas as unidades de planejamento territorial, as UPTs,

identificando, em cada uma delas, as áreas disponíveis, a demanda e o déficit habitacional. Em

muitos casos, apesar de existir ampla área urbana não parcelada, não havia, nessas regiões, áreas

específicas que indicassem ao governo a necessidade de oferta habitacional.

Adotamos alguns critérios para definição dessas áreas. Elas precisam estar próximas a áreas

já parceladas, buscando inserção territorial, pois o direito à cidade implica acesso a tudo que ela

pode oferecer. Assim, as áreas de oferta foram posicionadas sempre próximas a essa tentativa de

inserção. Sempre que possível, buscamos incluir essas áreas dentro de regiões já parceladas.

Em resumo, as áreas de oferta foram definidas com base em estudos sobre déficit e

demanda habitacional. Quanto às áreas de regularização, consideramos porte e compacidade para

novas áreas e mantivemos aquelas já previstas no PDOT vigente.

Mantivemos essas áreas porque, na avaliação e no levantamento realizados, embora várias

delas tenham trechos já regularizados, nenhuma foi completamente regularizada – ou seja, não há

nenhuma área em que todos os moradores tenham recebido suas escrituras. O processo de

regularização vai até o fim, até o recebimento da escritura. Mesmo que existam áreas que já foram

registradas em cartório, ainda há muitas em que as pessoas não receberam suas escrituras. Por isso,

precisamos manter essas áreas no processo de regularização, dentro da estratégia.

Resumindo, os estudos consideraram o porte e a compacidade. O porte se refere à

quantidade de habitações existentes, e a compacidade considera a proximidade entre as habitações

– e não apenas isso, considera também a proximidade com a macrozona urbana, com as áreas já

consolidadas. Por quê? Porque nós não queremos uma cidade espraiada. Brasília cresceu dessa

forma, com núcleos muito distantes do Plano Piloto, o que gerou diversas questões que não são

boas. Hoje, há vários núcleos, e entendemos que não podemos espraiar mais. Queremos que as

novas áreas fiquem próximas das já consolidadas. Por isso, a compacidade tem a ver com a

distância.

Quem tiver curiosidade sobre esse assunto, nós temos um documento técnico em que tudo

está explicado. Não entrarei em detalhes, pois são muitos, e já estou quase sem tempo. Mas quero

apresentar o que propusemos.

Trouxemos um capítulo sobre promoção de moradia digna, porque entendemos que essa

questão deve ser tratada de forma conjunta. Não devemos pensar apenas na habitação ou na

regularização isoladamente, porque o que buscamos, como eu já disse, é o direito à cidade. Nesse

capítulo, incluímos 3 estratégias: provisão habitacional, regularização fundiária e zoneamento

inclusivo. Essa última é uma estratégia muito importante para trazermos a população para dentro

dos núcleos urbanos. Há áreas que serão parceladas, que já estão inseridas em zonas consolidadas e

que serão obrigadas a oferecer moradia para a população de baixa renda. Essas 3 estratégias estão

dentro da proposta de promoção de moradia digna.

Os setores habitacionais foram pensados não da forma como estão no PDOT vigente,

porque, hoje, há setores habitacionais de regularização. Os setores habitacionais que propomos

podem ter áreas a serem regularizadas, áreas de oferta e uma área que chamamos de área para

qualificação urbanística. Essas áreas precisam ter várias condições, e uma delas é a possibilidade de

reassentamento de pessoas que, por algum motivo, precisam sair de áreas ocupadas – mesmo

dentro de áreas de regularização. Às vezes, nessas áreas há áreas de risco que não podem ser

regularizadas. A ideia é que essas famílias sejam reassentadas nas proximidades, por isso criamos

essa área de qualificação urbanística, pensando no atendimento de famílias em situação de risco e

necessidade de reassentamento. Dessa forma, mudamos um pouco a lógica atual. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Eu gostaria de registrar a presença da

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 85ª S.O. (2360423) SEI 00001-00041859/2025-15 / pg. 18

deputada federal Erika Kokay e já a convido para compor a mesa conosco.

A Juliana está fazendo suas considerações e dando explicações. Desculpe-me, Juliana,

interrompê-la.

JULIANA MACHADO COÊLHO – Imagina, deputado.

Na estratégia de provisão habitacional, incluímos essas questões, e uma delas é essa

proximidade com os núcleos urbanos consolidados. Também precisamos respeitar a capacidade de

suporte do território e garantir proximidade com os principais corredores de transporte.

Estabelecemos uma série de critérios.

Destacamos também algumas questões que estão no Plandhis, o Plano Distrital de Habitação

de Interesse Social, que apresenta as formas de provisão habitacional. Essas podem ser subdivididas

em bens imóveis, como imóveis prontos ou lotes urbanizados, e também em serviços, como serviço

de locação social – a minuta da Lei de Locação Social está em elaboração –, Assistência Técnica em

Habitação de Interesse Social, conhecida como Athis, e moradia emergencial. A provisão habitacional

tem que trabalhar tanto com os bens imóveis quanto com os serviços.

Além dessas áreas de oferta, trazemos o zoneamento inclusivo, um mapa com algumas áreas

que já são obrigatórias nesse zoneamento, e a possibilidade de, ao longo do tempo, incluir novas

áreas no zoneamento inclusivo. Trata-se de uma inovação do PDOT. Embora isso já exista em outros

lugares, é novidade em Brasília.

Nas áreas de regularização – é interessante abordar esse ponto agora –, houve

questionamentos sobre a inclusão dos núcleos urbanos na definição de Aris, como a poligonal de São

Sebastião e outros núcleos. Na verdade, no PDOT vigente, há o art. 127, que traz uma lista de

núcleos urbanos considerados Área de Regularização de Interesse Social: Núcleo Urbano do Paranoá,

São Sebastião, Santa Maria, Sobradinho II, Varjão, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II e Recanto das

Emas. Essas áreas, no PDOT vigente, são consideradas de interesse social, mas não havia

delimitação delas, o que dificultava a regularização das áreas que precisam e que estão nesses

núcleos urbanos.

O que apresentamos não foi a criação de novas Aris, nem a inclusão dessas áreas como Aris.

Não se trata de uma novidade. Apenas criamos o núcleo urbano com o objetivo de viabilizar a

regularização. Então, o que aconteceu? A quantidade de áreas de regularização foi ampliada em

relação ao que existe atualmente, porque, infelizmente, há muitas ocupações já consolidadas.

No entanto, foi necessário estabelecer alguns critérios, porque essas áreas muito distantes

da área consolidada criam muitas dificuldades para a regularização. Por exemplo, levar infraestrutura

urbana para locais muito distantes, além de ser muito caro, causa o espraiamento da cidade. Para

que a infraestrutura chegue a esses locais isolados – como ocorre com os PUIs – é preciso construir

rodovias e outros equipamentos, o que acaba incentivando a ocupação dessas áreas e faz com que a

cidade cresça em direção a regiões que não têm infraestrutura e que deveriam ter uso rural. O que

tentamos foi aproximar esses núcleos e as pessoas, mas, ao mesmo tempo, garantir dignidade. Um

dos princípios do PDOT é o direito à cidade. Então, trabalhamos sempre pensando no objetivo de

que as pessoas tenham acesso a tudo que a cidade pode proporcionar.

Também trouxemos alguns instrumentos novos, como o zoneamento inclusivo, que podem

favorecer esse processo. Será necessário trabalhar bastante. Essas questões podem e devem ser

debatidas para que sejam aprimoradas. Trouxemos algumas novidades no plano diretor e acredito

que elas precisam ser conhecidas. Fico muito feliz de poder apresentar essas questões, porque

realmente há inovações que, embora pareçam semelhantes ao que já existe, não o são. Por

exemplo, as áreas de qualificação – as AQUs – podem ser classificadas, dentro do setor habitacional,

como áreas prioritárias para resiliência ambiental, rural, local, cultural e instalação de equipamentos

públicos. Todas essas propostas precisam ser consideradas tanto na oferta habitacional de novas

unidades quanto na regularização. Por isso, reunimos tudo em um capítulo único. Entendemos que

não deve haver políticas separadas. Nós precisamos buscar a moradia digna.

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É isso. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Muito obrigado, Juliana, representante da

Seduh-DF.

A Juliana, ao longo desse processo, participou de todos os debates.

Há algo que chama a nossa atenção e, de alguma forma, nos gera um incômodo quando

recebemos algum representante de uma área do governo, como a Seduh-DF.

A Juliana explicou algumas diretrizes que abrem a perspectiva de regularização e direito à

moradia, mostrando que o território não precisa, necessariamente, ser uma Aris para que haja a

regularização e que, em algumas áreas, há uma certa mobilidade para que a Terracap as designe

para a Codhab-DF, para moradia. Há uma margem de 25% da área que pode ser utilizada – se eu

não me engano, é o caso do Morro Azul. Em alguns casos há alguma mobilidade, como no Morada

do Sol.

O que atrapalha e nos gera certo incômodo é, justamente, a falta de uma visão global do

governo. Do ponto de vista técnico, o que a Juliana traz para nós é verdadeiro. Ela traz essa

possibilidade. Essa diretriz está contida no plano diretor. De fato, esse é um passo que pode ser

importante. Boa parte das áreas são reconhecidas como Aris. Algumas já estavam no documento

anterior e houve uma ampliação no novo projeto de lei.

Há possibilidade de regularização em outros territórios, onde poderiam ser viabilizadas a

infraestrutura urbana e a garantia do direito à moradia, porém, falta a visão global do governo.

Quem vai dar a palavra final é a Codhab-DF, é o governador que vai tomar a decisão, é a Terracap –

a superpoderosa, a dona das terras, a dona dos territórios, que, em último caso, vai dizer o que vai

acontecer ali ou não.

Por mais que haja diretrizes objetivas, escritas no plano, que abrem possibilidades a partir

dos questionamentos feitos, isso é apenas um passo. Isso é positivo, obviamente. Nós temos que

reconhecer o passo positivo. A sua fala trouxe explicações importantes para os vários

questionamentos que surgiram aqui. Porém, do ponto de vista objetivo, falta a perspectiva concreta.

As pessoas precisam de moradia para hoje, não é para amanhã, porque as derrubadas estão

acontecendo hoje.

Isso só reforça a necessidade de o governo suspender as derrubadas, pelo menos naquelas

áreas designadas e já garantidas no projeto de lei do PDOT – eu vou fazer um encaminhamento

também sobre esse tema. Se o governo está apontando a possibilidade de regularização, ele tem

que suspender as derrubadas. Não faz sentido continuarem as derrubadas nas áreas em que o

governo propõe, no projeto de lei protocolado nesta casa, a perspectiva de uma posterior

regularização.

Isso é muito importante, até por causa da assistência social. Como é que o governo vai fazer

derrubada se a ida da assistência social a essas áreas é uma ficção? Os benefícios estão atrasados,

deputada federal Erika Kokay.

A ida da assistência social àquelas áreas é prevista em lei. Na lei do DF Legal há um

protocolo: só pode haver a derrubada com a presença da política pública de assistência social.

Porém, não é a presença da assistência social para dar tchau para as pessoas, é a assistência social

para garantir o benefício ou o acolhimento institucional. Se não há benefícios em função da

dificuldade financeira e orçamentária para pagá-los, então há mais um problema, e ele precisa ser

dito.

Eu vou fazer os encaminhamentos daqui a pouco, depois da fala da deputada federal Erika

Kokay, a quem eu já agradeço a presença.

A deputada federal Erika Kokay está acompanhando todo o processo. Ela é uma parlamentar

muito atenta a todas as questões territoriais do DF. Ela sempre está presente e esteve aqui, na

Câmara Legislativa, como deputada distrital, na votação do último PDOT. Não há uma audiência

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pública, um debate ou uma discussão sobre esse tema em que a deputada federal Erika Kokay não

esteja presente, com o entendimento e a compreensão de quem esteve na elaboração, votação e

deliberação do último PDOT, discutindo e debatendo cada detalhe. Ela tem conhecimento de causa

sobre a importância desse tema para o Poder Legislativo.

Deputada federal Erika Kokay, o projeto vai ser votado até dezembro na Câmara Legislativa.

Querendo ou não, essa é a perspectiva que temos hoje. É óbvio que a correlação de forças muda o

movimento, as mobilizações acontecem e as questões podem mexer um pouco com a realidade, mas

o que está dado para nós, hoje, é isso.

A presença da deputada federal Erika Kokay é importante. Ela sempre está conosco para

discutir esse tema.

Concedo a palavra à deputada federal Erika Kokay.

ERIKA KOKAY – Eu gostaria de parabenizar o deputado Fábio Félix pela realização desta

comissão geral.

Eu vivenciei o PDOT durante um período muito ruim. Na época, aquilo virou um balcão de

negócios. Eu lembro que havia um representante do Governo do Distrito Federal sentado à mesa,

recebendo os parlamentares, que apresentavam suas inúmeras demandas, algumas, inclusive, pouco

republicanas. Ele as aceitava ou não as aceitava.

Na verdade, tem que haver um processo de muita discussão e territorialização. Quando se

pensa no espaço e no território, é preciso organizar o território com prioridade nas pessoas. As

cidades têm que existir em função das pessoas. Obviamente, estamos falando também da

necessidade de preservação ambiental. O meio ambiente é absolutamente fundamental para todas

as formas de vida, porque estamos em um espaço de convivência comum. Como dizia o papa

Francisco, trata-se de casa comum, portanto, temos que cuidar dela e olhar para todos os nossos

territórios.

Precisamos priorizar as pessoas e promover uma discussão que dialogue com a sociedade. O

trator não dialoga com a sociedade. O trator machuca a cidadania, machuca a dignidade, derrama

muitas lágrimas. (Palmas.)

Sabe qual é o trator que dialoga com a sociedade? O trator que ajuda a plantar. O governo

federal tem feito uma série de incentivos para que ele chegue aos espaços e comunidades rurais.

Esse trator dialoga com a cidadania. O governo não deve usar esse veículo para destruir moradias,

não deve fazer uma avaliação pessoal sobre o que é casa ou não é casa.

Muitas vezes, as pessoas estruturam seu lugar de moradia. Aquilo é a casa delas. Eu me

lembro muito de algumas ocupações em que as crianças levavam os gatos e cachorros. Quando

ocorria uma derrubada, a preocupação delas era com os gatinhos e cachorrinhos, era com que os

animais pudessem continuar aquela relação com as crianças. As crianças me diziam que estavam

derrubando a casa delas. Aquilo é uma casa. Não é porque é uma casa precária, sem as condições

adequadas, que se pode dizer que não é casa.

Na ocupação do Noroeste, quando conseguimos assegurar os apartamentos no Sol Nascente,

havia uma senhora que passava a mão na parede e dizia que a parede era lisinha. Havia um menino

que ia sempre ao posto de saúde porque escorregava no chão da casa dele. A casa não tinha

assoalho. Isso não quer dizer que ali não era uma casa. Casa se trata do lugar onde estão as

pessoas que amamos, onde queremos estar, aonde queremos retornar todos os dias.

O governo não pode ter esse nível de insensibilidade. Nós estamos vendo derrubadas e

despejos constantemente. Quando acontece o despejo, eles dizem que concedem o auxílio-aluguel,

mas esse auxílio apresenta inconstância no repasse. Muitas vezes, o proprietário do imóvel não quer

alugá-lo porque se trata do auxílio-aluguel. Pode haver atraso no repasse, e o proprietário pode não

receber o pagamento. Além disso, esse auxílio tem um tempo limitado de atuação.

Eu fico muito impressionada com a Codhab-DF quando discutimos esse assunto. Ela diz que

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em 1 ano e meio, em 2 anos, distribuirão as habitações. O contrato é com o programa Minha Casa,

Minha Vida, programa do governo federal. Como as pessoas farão até o dia da entrega? Como vão

viver nesse período?

O Estado tem que se planejar para valorizar as pessoas. É preciso verificar o que é possível

regularizar.

Existem Aris que estão grudadas. Muitas vezes, elas são ocupações consolidadas que

desenvolvem suas tramas, que têm relação comunitária, que têm uma relação em que um cuida do

outro, em que a mulher de um fica com a filha do outro, em que um atende o outro quando o outro

está adoecido. Essa ocupação seria irregular, mas ela é regularizada pelas relações que a

comunidade cria.

Então, penso, primeiramente, que não poderia haver despejo no Distrito Federal enquanto

não fosse concluída a avaliação do PDOT. Você vai despejar – como aconteceu no trecho 3 da

Fazendinha – uma comunidade que tem a possibilidade de ser regularizada? Como tirar pessoas de

um território que pode vir a ser regularizado no PDOT, como a Fazendinha, no trecho 3, e em vários

outros locais? Em vários locais existe a perspectiva de que haja regularização, e as pessoas sofrem

despejo. Se a área pode ser regularizada, ou se a comunidade pode se organizar para interferir no

PDOT, é fundamental que isso aconteça.

Eu penso assim: tem que pensar nas pessoas quando se organiza um Plano Diretor de

Ordenamento Territorial. Não se pode colocar as pessoas como se elas não fossem pessoas, como

se fossem coisas, e dedicar aquele espaço à especulação imobiliária, como ocorre muitas vezes. Nós

estivemos no Setor de Chácaras do Lúcio Costa, onde disseram que havia risco porque a área é de

inflamáveis. Não existe inflamáveis naquele local. E ali, muito perto, haverá um bairro de luxo. Então

quer dizer que o pobre não pode ficar ali, mas o rico, sim, porque vai pagar por isso e vai enriquecer

algum dono de construtora?

Portanto, o primeiro ponto é discutir com a comunidade o território. É preciso dizer: “Olhe,

isso aqui é assim. Aqui existe problema ambiental. Aqui existe esse problema, aqui existe aquele

problema.” É preciso dizer o que pode ser regularizado. E, a partir daí, é preciso acolher as pessoas.

Como disse o deputado Fábio Félix, a obrigatoriedade de haver o olhar da assistência social nos

despejos não é para dar tchau e para cumprimentar, é para colocar as políticas sociais à disposição.

Eu vi despejo em que as crianças ficaram em um ônibus durante mais de 1 hora, porque não tinham

onde ficar. Elas foram para a escola e, quando voltaram, não tinham mais casa. Não pode existir

esse tipo de política aqui!

É preciso discutir cada território. “O território x é passível de regularização. Neste território

aqui, em uma parte é possível ficar, na outra parte não é, nós temos outra sugestão.” É preciso

discutir com a comunidade. O governo não pode achar que o povo é um detalhe, um detalhe que ele

tira daqui, joga ali e faz o que quer com as pessoas. As pessoas têm vida, têm laços construídos, têm

famílias! Nem sequer se busca saber quais são as pessoas que estão em situação de

vulnerabilização, ou quais são as pessoas que estão com doentes em casa, ou que precisam de

atenção especial, nada disso. O Romário sabe que se tentou destruir a expansão do Capão Comprido

e que quase se chegou à casa dele, onde há uma criança com Trissomia do 21. Isso não foi

considerado. Penso que qualquer discussão do PDOT tem que assegurar os direitos da sociedade.

Nós falamos dos PUIs, que são parcelamentos urbanos isolados. Muitas vezes eles estão em

áreas rurais, mas a comunidade os ocupa como adensamento urbano. Eles precisam ser

considerados também. Os PUIs exigem uma série de políticas públicas. Nós queremos que haja

moradia, mas não basta só o teto. É preciso que haja condições de mobilidade urbana, de

transporte, de saúde. Quantas pessoas não conseguem trabalhar lá, Andreia, porque não há

transporte? Elas precisam caminhar 3 quilômetros para chegar às suas casas, chegam de madrugada,

na escuridão – porque não há iluminação pública – e acabam não tendo como assumir um emprego.

Vejam como a moradia impacta a vida das pessoas!

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Quando você pensa em regularização, você tem que pensar no conjunto de políticas

públicas. No dia 1º, houve uma discussão nesta casa sobre investimentos do governo federal no DF.

Nós vimos que são bilhões que estão sendo investidos no Distrito Federal, inclusive, no Minha Casa,

Minha Vida, que é uma parte da política habitacional. Ninguém está morando em uma área que não

seja regularizada porque quer morar ali, mas porque precisa morar ali, precisa ter casa, precisa ter

um lugar. A pessoa não dá conta de pagar um aluguel, ela precisa ter aquele lugar.

Então, eu sugiro, primeiro, que sejam suspensas todas as ações – todas – de derrubada ou

de despejo, enquanto estiver em discussão o PDOT. Sugiro também que o PDOT faça a

territorialização, ou seja, olhe para cada território e diga se é passível de regularização, se fere o

meio ambiente, se pode ser traçado de outra forma, e que tudo isso seja discutido com a população.

Há audiências públicas, mas audiências públicas em que, via de regra, a população nem sabe

direito o que está acontecendo. Muitas vezes a população leva as suas demandas, mas não recebe

resposta. Então, há a impressão de que está havendo um debate, mas não está. Há apenas uma

sensação, porque você falou algo, mas ninguém escutou, ninguém respondeu, considerou ou

respeitou aquelas demandas que você apresentou.

Então, precisamos fazer com que esse processo seja muito democrático, porque nós estamos

lidando com o território, com como organizamos o chão. Repito: a discussão tem que estar

centralizada nas pessoas.

É possível fazer muita coisa. Se unificamos a academia e fazemos uma parceria com ela –

aqui está o representante do projeto Vida e Água para as Aris, da UnB –, podemos realizar toda uma

discussão das Aris como uma prioridade no PDOT, que é a prioridade das pessoas, da moradia.

Eu lembro o que foi feito pela professora Liza no território Dorothy Stang, que foi

regularizado. Deram à área soluções baseadas na natureza. Os alunos e alunas da equipe da

professora Liza fizeram um planejamento para o Setor de Chácaras Santa Luzia, para dar beleza à

vida dos moradores daquele local. Para dar beleza à vida! Queremos casa, mas também praça, que é

o lugar onde nos encontramos com as outras pessoas. Queremos transporte. Ali eles fizeram um

projeto de praça, um projeto de circulação das pessoas. Isso significa dar beleza à vida.

Existe um poeta que diz que a beleza é a antessala ou o prenúncio da felicidade. Precisamos

de beleza na nossa vida, nas nossas casas, na rua em que moramos e nas nossas escolas. Nós não

achamos que tem que se fazer política pobre para o povo pobre, para que o povo nunca esqueça que

é pobre e não deixe de ser pobre. É preciso se fazer política com muita beleza.

Eu sugiro, deputado Fábio Félix, que façamos uma audiência pública na Câmara dos

Deputados para discutirmos as soluções que estão sendo engendradas, para discutirmos qual é o

segmento que está lidando com periferias dentro do governo federal. Sugiro que aproximemos essa

discussão com o governo federal, com o IBGE, que tem todo o mapeamento de quem mora nessas

áreas, como as pessoas moram e as condições que estão postas. Há todas as condições de fazermos

uma ponte com o governo federal. Por exemplo, na Secretaria Nacional de Periferias, existe uma

série de proposições por meio das quais podemos conseguir recursos para criar e realizar projetos.

(Palmas.)

Precisamos ver tudo o que podemos unificar: UnB; Aris etc. Uma série de iniciativas da

academia e de órgãos públicos precisam ser unificadas, para que asseguremos o território e sua

organização a partir das demandas das pessoas.

A cidade tem que ter como centralidade as pessoas. A cidade é para as pessoas. A cidade

não é para os empresários construírem habitações para venderem para o povo que não precisa de

fomento à habitação porque pode comprar um lugar para morar em qualquer canto da cidade. O

Estatuto da Cidade não permite estoques de terra com caráter especulativo. O Estatuto da Cidade

não permite que se compre a terra para deixá-la sem uso, esperando que ela se valorize e seja

vendida. Não. Terra é para servir de moradia, favorecer a natureza e promover o bem-viver.

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Então, deve-se suspender todos os despejos, até a conclusão do PDOT. (Palmas.)

Deve-se discutir território por território. Deve-se saber a situação das comunidades, o que é

possível fazer e se há ameaças da Defesa Civil ou da natureza. Deve-se discutir tudo e dar voz à

população. A população fala. Às vezes, ela fala com as lágrimas; às vezes, com as mãos, com os

olhos, com o corpo. Todo mundo fala. Alguém precisa escutar essas falas e transformá-las em ação.

Se o deputado Fábio Félix concordar, podemos fazer uma audiência pública na Câmara dos

Deputados e tentar trabalhar em soluções com a Secretaria Nacional de Periferias, a academia, o

IBGE, a UnB e o governo local.

Muitas soluções estão sendo implementadas. Eu falo do assentamento Dorothy Stang porque

ele está recebendo muitos projetos e a presença da Secretaria Nacional de Periferias. Há também as

soluções baseadas na natureza.

Como diz o Caetano Veloso, gente não é para morrer de fome, gente é para brilhar. Nós

somos gente, brilhamos, brilhamos, brilhamos, brilhamos e não vamos admitir que ninguém apague

o nosso brilho. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Obrigado, deputada federal Erika Kokay,

pelas considerações muito importantes.

Acho que o primeiro encaminhamento pode ser a audiência pública na Câmara dos

Deputados. Ela será importante porque muitas diretrizes do PDOT podem colaborar para a garantia

do direito à moradia. Há a mobilidade urbana e várias outras questões importantes no PDOT. No

entanto, há o problema orçamentário. Discutir com o governo federal pode nos ajudar a resolver

problemas orçamentários e técnicos do PDOT. Então, o nosso primeiro encaminhamento é a

realização da audiência pública.

Professor Perci, vou propor ao presidente da Câmara Legislativa que assine comigo um ofício

ao governador do Distrito Federal, pedindo a suspensão de despejos em todos os territórios com

futura regularização já prevista, até a votação do PDOT. (Palmas.)

Vou propor isso ao deputado Wellington Luiz, presidente da Câmara Legislativa do Distrito

Federal. Ele tem escutado uma série de demandas e esteve conosco em alguns outros momentos

relacionados a esse tema. Quando eu sair daqui, vou ligar para ele e propor que façamos esse ofício

ao governador.

O que podemos fazer é reivindicar. O ato que vocês organizaram foi muito importante.

Sabemos que vários avanços no PDOT são fruto da mobilização popular, da mobilização

social. As secretarias também respiram a realidade. Obviamente, há o debate técnico, mas as

secretarias olham para a realidade, os mapas e as áreas consolidadas.

O movimento Vida e Água para as Aris já tem vitórias no PDOT. O movimento não amarga

derrotas. Ele já tem vitórias importantes relacionadas à organização das comunidades. (Palmas.)

Às vezes, temos o espírito de que existem muitos desafios, e eles existem mesmo. Temos um

monte de problemas. Os trabalhadores e trabalhadoras nas cidades dormem com o barulho do trator

e sentem trauma dele. Isso é um absurdo, é inaceitável. Mas, ao mesmo tempo, a auto-organização

de vocês, Romário – e você é uma grande referência disso –, tem protegido muitos trabalhadores e

trabalhadoras. Vocês têm dito “não”, têm colocado limites. Se não fosse por isso, teríamos o triplo de

despejos. Não tenham dúvida disso. Eles não conseguiram derrubar a sua casa. Você abrigou 20

pessoas lá, durante esse processo. É importante dizer que vocês têm vitórias importantes.

Vamos fazer o encaminhamento da audiência pública federal, do ofício de recomendação

assinado também pelo presidente da Câmara Legislativa e do seminário/debate com especialistas. A

ideia é reunir pessoas de diferentes grupos de pesquisa, de áreas da universidade e fora dela que já

têm feito essa discussão, que têm acúmulo, que têm diagnósticos, a fim de que colaborem com a

discussão.

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Ainda vamos nos reunir para decidir local e outros detalhes, pois estamos apertados. Sugeri

seminário/debate porque, na minha cabeça, quando digo seminário, penso em algo enorme. Estamos

com pouco tempo. Será um seminário/debate. Pensaremos o formato, mas queremos ouvir as

pessoas.

(Intervenção fora do microfone.)

PRESIDENTE DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Ele tem que ser feito antes da votação.

Depois da votação, perde-se o mérito – digamos assim. O mérito nunca se perde, porque o tema

territorial estará em debate o tempo inteiro. Mas precisamos tentar fazer essa reunião antes de

dezembro. Por isso estou chamando de seminário/debate, porque talvez tenha que ser apenas um

debate. Reuniremos os especialistas e faremos um debate dentro das nossas condições, porque há

muitas agendas a tocar.

Esses são os encaminhamentos preliminares. Vamos pensar nisso e refletir junto com as

pessoas que compõem a frente parlamentar.

Quero, de antemão, agradecer a presença de todas as pessoas que vieram a esta casa, que

se mobilizaram, que estão no plenário da Câmara Legislativa para debater o tema, em horário de

trabalho, numa comissão geral importante.

Agradeço ao Romário, liderança e referência para nós, que se dedica todos os dias à luta, à

organização comunitária e ao estudo e à compreensão do plano.

Agradeço ao professor Perci; à Lucinha, militante de muitas causas neste parlamento, a qual

tem se dedicado à defesa das águas e do meio ambiente; ao PC, do Sindágua, que tem participado

de praticamente todas as reuniões das Aris. Ele tem sido uma referência na auto-organização dos

trabalhadores de uma empresa pública tão estratégica, e, mais do que isso, tem ajudado a plantar a

semente da organização popular.

Agradeço ao Adauto, do projeto Vida e Água para as Aris, que trouxe uma perspectiva

técnica importante para o debate. Com certeza, ele estará conosco no debate que organizaremos

posteriormente.

Por fim, agradeço à Juliana. É importante registrar que nem todas as audiências públicas ou

comissões gerais contam com a presença do governo. Nesse quesito, para enfrentar o debate –

mesmo diante da crítica e da divergência –, a Seduh está sempre presente. Agradeço ao secretário e

à Juliana, que o representa aqui hoje.

Agradeço a presença de todos neste debate, nesta discussão. Espero que tudo o que foi

trazido possa permear a reflexão de vocês. Que avancemos nas diretrizes colocadas e amarremos

prazos e outras questões no plano diretor.

Agradeço a todas as autoridades e convidados que honraram a Câmara Legislativa do Distrito

Federal com a presença.

Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a presente comissão geral, bem como

a sessão ordinária que lhe deu origem.

Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos

conforme informados pelos organizadores dos eventos.

Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento

Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Siglas com ocorrência neste evento:

ABES-DF – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Seção-DF

AQU – Áreas de Qualificação Urbanística

Aris – Área de Regularização de Interesse Social

Athis – Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social

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BPC – Benefício de Prestação Continuada

Caesb – Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal

CAF – Comissão de Assuntos Fundiários

Codhab-DF – Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal

Conam-DF – Conselho de Meio Ambiente do Distrito Federal

Diur – Diretrizes Urbanísticas

GDF – Governo do Distrito Federal

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Ibram – Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental

IFB – Instituto Federal de Brasília

IPDF – Instituto de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal

IPE-DF – Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal

IPTU – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana

MVA – Movimento Vida & Água para Aris

PDOT – Plano Diretor de Ordenamento Territorial

Plandhis – Plano Distrital de Habitação de Interesse Social

PUI – Parcelamento Urbano Isolado

Seduh-DF – Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal

Sindágua-DF – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos

do DF

Sindsep-DF – Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF

UBS – Unidade Básica de Saúde

UnB – Universidade de Brasília

UPT – Unidade de Planejamento Territorial

ZEE – Zona Econômica Exclusiva

As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.

Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr

ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 08/10/2025, às 12:18, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora

n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de

2025.

A autenticidade do documento pode ser conferida no site:

http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0

Código Verificador: 22336600442233 Código CRC: BBFF44DD11FFDDDD.

Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Piso Inferior 1, Sala TI.3 - CEP 70094-902 - Brasília-DF - Telefone: (61)3348-9241

www.cl.df.gov.br - serel@cl.df.gov.br

00001-00041859/2025-15 2360423v4

Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 85ª S.O. (2360423) SEI 00001-00041859/2025-15 / pg. 26

...CCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL TERCEIRA SECRETARIADiretoria LegislativaSetor de Registro e Redação LegislativaAATTAA DDEE SSEESSSSÃÃOO PPLLEENNÁÁRRIIAA33ªª SSEESSSSÃÃOO LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDAA 99ªª LLEEGGIISSLLAATTUURRAAAATTAA CCIIRRCCUUNNSSTTAANNCCIIAADDAA DDAA8855ªª S...
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DCL n° 215, de 06 de outubro de 2025

Convocações 1/2025

CPRA

 

Convocação - CPRA

 

O Presidente da Comissão de Produção Rural e Abastecimento - CPRA, Deputado PEPA, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 89, XII do Regimento Interno, convoca os senhores deputados, membros desta Comissão, para a 1ª Reunião Ordinária, a ser realizada no dia 09 de setembro de 2025, às 11:00 horas, na sala de reunião das comissões.

 

Brasília, 30 de setembro de 2025.

 

 

João henrique ramiro 

Secretário da Comissão de Produção Rural e Abastecimento - CPRA


logotipo

Documento assinado eletronicamente por JOAO HENRIQUE RAMIRO DA SILVA - Matr. 22070, Secretário(a) de Comissão, em 03/10/2025, às 14:23, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Convocação - CPRA   O Presidente da Comissão de Produção Rural e Abastecimento - CPRA, Deputado PEPA, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 89, XII do Regimento Interno, convoca os senhores deputados, membros desta Comissão, para a 1ª Reunião Ordinária, a ser realizada no dia 09 de setembro de 2025, às ...
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DCL n° 215, de 06 de outubro de 2025

Pautas 1/2025

CPRA

 

Pauta - CPRA

PAUTA DA 1ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA COMISSÃO DE PRODUÇÃO RURAL E ABASTECIMENTO - CPRA DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL.

 

Local: Sala de reunião das comissões

Data: 09 de outubro de 2025 às 11:00 horas.

 

I - EXPEDIENTE:

 

COMUNICADOS

1.Do Presidente da Comissão;

2. Demais membros da Comissão;

 

II - MATÉRIAS PARA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO:

 

1. Projeto de Lei 1391/2024 de autoria do Deputado Pepa que Altera o art. 6º e acrescenta os incisos XIX e XX ao art. 25 e o inciso XI ao art. 26 da Lei nº 6.914, de 22 de julho de 2021, que “Dispõe sobre a produção, o transporte, o comércio, o uso, o armazenamento, a prestação de serviços, o destino final dos resíduos e embalagens vazias, o cadastro, o controle, a auditoria, a inspeção e a fiscalização dos agrotóxicos e afins e dá outras providências”.

 

Relator: Deputado Rogério Morro da Cruz

Parecer: pela aprovação, na forma do substitutivo(emenda n°1)

 

 

2. Projeto de Lei 1533/2025 de autoria da Deputada Jaqueline Silva que "Institui o Programa “Escola Amiga do Agro” no Distrito Federal."

 

Relator: Deputado Iolando

Parecer: pela aprovação, com a Emenda nº1 (Aditiva) e com a Emenda nº 2 (Modificativa).

 

3. Projeto de Lei 1914/2025 de autoria do Deputado Fábio Felix que "Dispõe sobre a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (RHAMB) do Distrito Federal e dá outras providências."

Relator: Deputado Ricardo Vale

 

4. Projeto de Lei 1531/2025 de autoria da Deputada Jaqueline Silva que "Dispõe sobre o Programa de Incentivo e valorização a Mulher Empreendedora Rural."

 

Relator: Deputado Roosevelt

Parecer: Pela aprovação, , na forma do substitutivo em anexo.

 

5. Projeto de Lei 1573/2025 de autoria da Deputada Jaqueline Silva que "Institui diretrizes e ações para a Política de Fomento ao Turismo Rural no Distrito Federal, visando a valorização do patrimônio cultural, ambiental e econômico da região."

 

Relator: Deputado Roosevelt

Parecer: pela aprovação na forma do substitutivo em anexo.

 

 

 

Brasília, 03 de outubro de 2025.

 

João henrique ramiro

Secretário da Comissão de Produção Rural e Abastecimento - CPRA


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Documento assinado eletronicamente por JOAO HENRIQUE RAMIRO DA SILVA - Matr. 22070, Secretário(a) de Comissão, em 03/10/2025, às 14:22, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Pauta - CPRA PAUTA DA 1ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA COMISSÃO DE PRODUÇÃO RURAL E ABASTECIMENTO - CPRA DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL.   Local: Sala de reunião das comissões Data: 09 de outubro de 2025 às 11:00 horas.   I - EXPEDIENTE:   COMUNICADOS 1.Do Pr...
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DCL n° 215, de 06 de outubro de 2025

Atos 7/2025

Fascal

 

Ato DO CGFASCAL Nº 07, DE 2025

Dispões sobre a regulamentação do Serviço de Atenção Domiciliar - Home Care - no âmbito do Fascal

O COMITÊ DE GOVERNANÇA E GESTÃO ESTRATÉGICA DO FASCAL - CGFASCAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos art. 41, § 3º da Resolução 347/2024, RESOLVE:

Art. 1º Este Ato tem por objetivo instituir, regulamentar e manualizar, por meio de seus anexos, o Serviço de Atenção Domiciliar – Home Care, estabelecendo normas, critérios e procedimentos destinados a orientar sua organização, execução, acompanhamento e avaliação.

Art. 2º A regulamentação do Serviço de Home Care contempla diretrizes, requisitos técnicos, administrativos e operacionais e integra os anexos deste Ato, sendo parte indissociável deste.

Art. 3º Casos omissos serão decididos pelo CGFASCAL, ouvida a Perícia Médica do Fundo.

Art. 4º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

 

anexo i

do serviço de home care

 

Capítulo I

Introdução

 

Este manual destina-se à padronização e regulamentação dos serviços de Assistência e Internação Domiciliar – Home Care, prestados no âmbito do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal – Fascal.  

Sua elaboração considera os critérios técnicos, operacionais e administrativos estabelecidos pela Resolução nº 347/2024, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, bem como as diretrizes da Resolução RDC nº 11/2006 da ANVISA, e visa garantir a qualidade, a segurança e a continuidade do cuidado prestado em domicílio aos beneficiários. Também são consideradas as boas práticas recomendadas pelo Ministério da Saúde e os princípios da atenção integral à saúde previstos na Lei nº 8.080/1990.

O documento visa assegurar a qualidade, a segurança e a continuidade do cuidado prestado em domicílio aos beneficiários, por meio da definição de fluxos operacionais, parâmetros assistenciais, responsabilidades das partes envolvidas, critérios de elegibilidade e diretrizes para auditoria e acompanhamento dos atendimentos.

Ao reunir os preceitos normativos e as melhores práticas em atenção domiciliar, o FASCAL reafirma seu compromisso com a excelência na assistência, a transparência nos processos e o respeito aos direitos dos beneficiários. 

Os serviços de Assistência e Internação Domiciliar – Home Care cobertos pelo FASCAL serão prestados apenas no Distrito Federal.

 

Capítulo II

Dos Conceitos

De acordo com a RDC nº 11, de 26 de janeiro de 2006, da Anvisa, no contexto da atenção domiciliar, adotamos as seguintes nomenclaturas com as respectivas definições:

Admissão em Atenção Domiciliar: processo que se caracteriza pelas seguintes etapas: indicação, elaboração do plano de atenção domiciliar e início da prestação da assistência ou internação domiciliar.

Alta da Atenção Domiciliar: ato que determina o encerramento da prestação de serviços em função de: internação hospitalar, alcance da estabilidade clínica, cura, a pedido do paciente e/ou responsável, óbito.

Atenção Domiciliar: termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio.

Assistência Domiciliar: conjunto de atividades de caráter ambulatorial, programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio.

Cuidador: pessoa com vínculo familiar e sem remuneração capacitada para auxiliar o paciente em suas necessidades e atividades da vida cotidiana.

Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar - EMAD: profissionais que compõem a equipe técnica da Atenção Domiciliar, com a função de prestar assistência clínico-terapêutica e psicossocial ao paciente em seu domicílio.

Internação Domiciliar: conjunto de atividades prestadas no domicílio, caracterizadas pela atenção em tempo integral ao paciente com quadro clínico mais complexo e com necessidade de tecnologia especializada.

Plano de Atenção Domiciliar - PAD: documento que contempla um conjunto de medidas que orienta a atuação de todos os profissionais envolvidos de maneira direta e ou indireta na assistência a cada paciente em seu domicílio desde a admissão até a alta.

Serviço de Atenção Domiciliar - SAD: empresa credenciada responsável pelo gerenciamento e operacionalização de assistência e/ou internação domiciliar.

Tempo de Permanência: período compreendido entre a data de admissão e a data de alta ou óbito do paciente.

 

Capítulo III

Dos Objetivos

Humanizar o cuidado por meio da atenção domiciliar: proporcionar um ambiente acolhedor e familiar ao paciente com quadro clínico estável, promovendo conforto, dignidade e qualidade de vida durante o tratamento em domicílio. 

Fortalecer o papel da família e do cuidador no processo de recuperação: envolver ativamente familiares e cuidadores no cuidado ao paciente, por meio de capacitação, orientações técnicas e suporte contínuo, promovendo corresponsabilidade e apoio mútuo, conforme diretrizes de atenção domiciliar do Ministério da Saúde. 

Otimizar recursos e reduzir internações hospitalares desnecessárias: contribuir para a sustentabilidade do sistema de saúde, por meio da racionalização dos custos assistenciais e da liberação de leitos hospitalares para casos agudos, sem prejuízo à qualidade do cuidado prestado. 

Garantir a continuidade e a integralidade do tratamento: assegurar o acompanhamento do paciente por uma equipe multiprofissional qualificada, com planos terapêuticos individualizados, monitoramento clínico periódico e ajustes conforme a evolução clínica, em consonância com os princípios da integralidade e da longitudinalidade do cuidado. 

Promover excelência, segurança e transparência na gestão da atenção domiciliar: padronizar os processos assistenciais e administrativos, garantindo a conformidade com as normas regulatórias vigentes e as melhores práticas em saúde, com foco na segurança do paciente e na eficiência dos serviços prestados.

 

CAPÍTULO IV

DOS PADRÕES E CRITÉRIOS

 

Seção I

Dos Critérios de Elegibilidade e Solicitação

Adota-se como critérios de elegibilidade os instrumentos de avaliação padronizados: 

Ambas devem ser utilizadas para classificar o perfil assistencial do paciente e nortear o plano terapêutico. 

A solicitação de inclusão no programa deve ser feita via Portal, mediante apresentação de relatório médico assistente. 

Pacientes internados ou domiciliados que apresentem condições clínicas estáveis podem ser avaliados para elegibilidade ao Home Care. 

A elegibilidade é definida pela Perícia do Fascal com base nas tabelas técnicas (NEAD e ABEMID) e nos critérios clínicos e sociais. 

O Fascal oferecerá internação domiciliar para os beneficiários elegíveis para a modalidade 12h ou 24h, conforme critério estabelecido nas Tabelas NEAD e ABEMID. 

Os pacientes não elegíveis para internação domiciliar modalidade 12h ou 24h poderão pleitear assistência multiprofissional domiciliar através das empresas credenciadas, conforme padrões de cobertura assistencial regulamentados. 

 

Seção II

Da Composição da Equipe e Responsabilidades

A assistência deve ser prestada por equipe multiprofissional, com profissionais devidamente registrados em seus respectivos conselhos de classe. 

A credenciada é responsável por todos os encargos trabalhistas de seus profissionais. 

 

Seção III

Do Plano de Atenção Domiciliar - PAD

O PAD é elaborado pela credenciada e homologado pela Perícia do Fascal. 

Toda medicação ou procedimento deve estar descrito no plano e autorizado conforme os fluxos definidos. 

O PAD deve conter identificação da equipe, contatos, frequência de visitas e metas clínicas. 

 

Seção IV

Dos Padrões Assistenciais e Limites de Cobertura

A internação básica inclui: mobiliário hospitalar essencial (leito com colchão, colchão caixa de ovo com capa, escada, suporte de soro, estetoscópio, esfigmomanômetro, termômetro, oxímetro de dedo) e assistência de enfermagem 12h ou 24h conforme o grau de dependência. 

A cobertura também prevê visita médica e de enfermagem semanais, suporte fisioterapêutico e psicológico, sessões de terapia ocupacional e sessões de fonoaudiologia conforme o quadro clínico do paciente. 

Fraldas descartáveis são limitadas a 180 unidades por mês. 

Serão fornecidos os medicamentos prescritos para o paciente nas doses solicitadas, sendo vedado o fornecimento de medicações não constantes da tabela CEMED, medicamentos manipulados, medicamentos de uso experimental e medicamentos importados sem registro na ANVISA. 

Serão fornecidos pela Credenciada os materiais médico-hospitalares necessários à assistência, compreendendo medicamentos, insumos para administração de medicamentos, insumos para curativos, dieta enteral ou parenteral industrializada e os insumos para a administração da dieta enteral ou parenteral. 

Não serão passíveis de cobertura: medicamentos ou fórmulas manipuladas, produtos estéticos, produtos cosméticos, produtos para higiene pessoal, roupa de cama e banho (tanto reprocessadas como descartáveis), toucas, propés, máscaras, capote, camisola, avental ou outro material classificado como EPI, equipamentos ou tratamentos não relacionados ao quadro clínico que motivou a internação, ou outros materiais, além de equipamentos e serviços não cobertos pelo Fascal. 

Curativos considerados inclusos na diária são os curativos simples, conforme a classificação em vigor. Curativos complexos deverão ser submetidos ao fluxo de autorização em guia, necessitando autorização prévia. 

Não haverá cobertura, pelo Fascal, de procedimentos não autorizados previamente, salvo os procedimentos em caráter de urgência ou emergência desde que solicitados em até um dia útil após o evento. 

 

Seção V

Do Fornecimento de Suplementos Alimentares no Programa de Home Care

O fornecimento de suplementos alimentares será realizado exclusivamente mediante prescrição acompanhada de justificativa clínica e avaliação nutricional, conforme o modelo Formulário de Solicitação de Suplemento Alimentar, constante do ANEXO II.

Serão elegíveis para suplementação pacientes que apresentem critérios como IMC inferior a 18,5 kg/m², perda de peso superior a 10% nos últimos 6 meses, avaliação subjetiva global ou MUST indicando risco nutricional, exames laboratoriais sugestivos de desnutrição, bem como situações de hipermetabolismo ou risco nutricional associado a doenças crônicas, neoplasias, pós-cirurgias ou úlceras por pressão. 

A prescrição deverá ser validada pelo nutricionista responsável, que definirá o tipo de suplemento (hipercalórico, hiperproteico, com fibras, ou outro), a dosagem diária e a via de administração (oral, sonda enteral ou gastrostomia). A avaliação nutricional deverá ser revalidada a cada 30 dias, conforme o modelo Checklist de Acompanhamento Mensal - Suplementação Alimentar, constante do ANEXO II ou antes, em caso de intercorrências clínicas, cabendo ao nutricionista indicar a manutenção, ajuste ou suspensão da suplementação. 

Serão mantidos sob acompanhamento os indicadores de eficácia (peso, IMC, força de preensão palmar, cicatrização de lesões e parâmetros laboratoriais) e de segurança (tolerância gastrointestinal, risco de aspiração e interações medicamentosas). As empresas prestadoras deverão encaminhar relatórios clínicos com evolução do uso dos suplementos a cada 90 dias, conforme Relatório Trimestral para Fascal - Suplementação Alimentar, constante do ANEXO II, ou sempre que solicitado pela Perícia do Fascal. 

 

Seção VI

Dos Padrões Operacionais e Fluxos de Autorização

Todas as guias devem ser solicitadas via Portal. 

Todas as solicitações devem ser submetidas a análise e autorização antes de sua execução, sob pena de não cobertura do evento, salvo em caso de urgências ou emergências. 

Todos os eventos classificados como urgência ou emergência deverão ser informados e ter guia solicitada em até um dia útil após sua ocorrência, sob pena de não cobertura do evento pelo Fascal. 

O plano pode ser reavaliado e atualizado a cada três meses, ou conforme evolução clínica do paciente. 

Caso haja alteração no quadro clínico com impacto financeiro, é obrigatória nova cotação pela empresa credenciada, estando sujeita a análise e autorização prévia para sua execução. 

É vedada a cobrança, em caráter particular, ao paciente e/ou seus familiares de solicitações negadas ou não cobertas pelo Fascal, salvo quando houver acordo expresso, formal e previamente firmado por escrito entre o Prestador e o paciente e/ou seu responsável legal, hipótese em que o Fascal não terá qualquer responsabilidade financeira.

Fica expressamente proibido que tal acordo decorra de coação, indução, condicionamento ou qualquer forma de pressão, sendo vedadas práticas que vinculem a assinatura do documento à continuidade dos serviços assistenciais regularmente garantidos pelo Fascal ou que impliquem em ameaça de suspensão, interrupção ou restrição da assistência caso não haja adesão ao acordo.

Qualquer acordo particular entre Prestador e beneficiário deverá ser pautado pela voluntariedade, clareza e legitimidade, sem prejuízo da assistência já coberta pelo Fascal.  

 

Seção VII

Da Supervisão e Auditoria

A supervisão e auditoria é feita pela Perícia do Fascal ou auditor designado pelo Fascal, com visitas periódicas e análise da documentação nosológica. 

A prestação dos serviços está sujeita a controle técnico e administrativo, incluindo reavaliações periódicas, verificação de qualidade e conformidade contratual. 

 

CAPÍTULO IV

Do fluxo de trabalho

 

Seção I

Da Admissão do Paciente em Home Care

 

Subseção I

Da Solicitação Inicial

A solicitação de avaliação para inclusão em regime de Home Care poderá ser realizada: 

  • Pelo médico assistente do paciente durante internação hospitalar, via Portal, mediante anexação de relatório médico circunstanciado - código 9.99.99.99-9 HOME CARE GENÉRICO; 

  • Pela família do paciente, por meio do aplicativo CLDF Saúde, utilizando o campo “Fale Conosco” no aplicativo, anexando o relatório médico atualizado. 

Subseção II

Da Triagem e Avaliação pela Perícia

As solicitações serão recebidas e analisadas pela Perícia do Fascal que avaliará a pertinência clínica e a necessidade de internação ou cuidados domiciliares. 

Subseção III

Da Visita Técnica e Classificação do Caso 

A Perícia do Fascal solicitará à empresa contratada de BPO a realização de visita técnica de avaliação a ser realizada por enfermeiro. Este deverá enviar os seguintes documentos ao e-mail institucional cldfsaude.pericia@cl.df.gov.br: 

  • Formulários preenchidos das Tabelas NEAD e ABEMID (em anexo); 

  • Relatório detalhado da visita; 

  • Medicações previstas para uso domiciliar (dose, via e periodicidade). 

Com base nessas informações, o enfermeiro da Perícia do Fascal avaliará a elegibilidade do paciente e definirá o nível assistencial adequado, classificando-o em um dos níveis: 

  • Sem necessidade de assistência domiciliar (o beneficiário está apto a utilizar qualquer serviço da rede credenciada para assistência não domiciliar); 

  • Atendimento multiprofissional domiciliar; 

  • Internação domiciliar 12 horas; 

  • Internação domiciliar 24 horas. 

Subseção IV

Da Cotação e Seleção da Empresa Prestadora 

Caso o beneficiário seja elegível para internação domiciliar de 12 ou 24 horas, a Perícia enviará e-mail padrão de cotação, cujo modelo consta no ANEXO II, a todas as empresas credenciadas, solicitando orçamento, determinando o prazo de 24 horas para resposta com a cotação conforme a complexidade assistencial definida. A ausência de retorno dentro do prazo estipulado será considerada como desinteresse pela admissão do beneficiário por parte da credenciada. 

As análises de orçamentos são conduzidas da seguinte forma: 

Os analistas da Perícia recebem os orçamentos e elaboram tabela comparativa de preços, anexando-a à guia de solicitação de home care ou ao CRM de solicitação; 

Envia-se a todos os prestadores o menor valor apresentado e solicita-se nova proposta via email padrão, cujo modelo consta no ANEXO II, estabelecendo o prazo de um dia útil para resposta. A ausência de retorno será interpretada como manutenção da proposta inicial; 

Os novos orçamentos recebidos são incorporados à tabela comparativa e submetidos à homologação pelo enfermeiro de plantão da Perícia; a tabela comparativa após a rodada de negociações deverá ser anexada à guia de solicitação de Home Care ou ao CRM de solicitação. 

O resultado é comunicado via e-mail padrão (em anexo) a todas as empresas participantes. 

Todos os orçamentos (iniciais e reofertas) devem ser anexados à guia do paciente no Portal ou registrados no chamado CRM de origem da solicitação para registro. 

Subseção V

Da Comunicação da Empresa Selecionada e Admissão 

Finalizado o processo de cotação, a equipe do Fascal comunica a empresa vencedora por e-mail e estabelece prazo de até dois dias úteis para a efetiva admissão do paciente no domicílio.

Em caso de impedimento no domicílio (como ausência de cuidador ou barreiras estruturais), a empresa deverá informar formalmente ao Fascal via e-mail, descrevendo: 

  • Os impedimentos identificados; 

  • As ações corretivas propostas; 

  • Novo prazo sugerido para admissão. 

A Perícia Médica do Fascal avaliará a solicitação e poderá acatar ou ajustar o novo prazo proposto, conforme análise técnica. 

Subseção VI

Dos Ajustes por Alterações Clínicas 

Se, após a solicitação de Home Care, ocorrer alteração no quadro clínico do paciente que inviabilize temporariamente a admissão, o hospital deverá comunicar o Fascal, para que sejam providenciadas novas avaliações ou visitas, se necessário. 

Subseção VII

Da Confirmação da Admissão e Solicitação Formal da Guia 

Após a admissão, a empresa deverá comunicar formalmente ao Fascal a efetivação da admissão no domicílio, no prazo máximo de 24 horas. 

Também no prazo de 24 horas, a empresa deverá solicitar formalmente a internação domiciliar via Portal, de acordo com o nível assistencial definido. 

 

Seção II

Dos Processos de Trabalho Relacionados à Permanência em Home Care

 

Subseção I

Da Prorrogação Mensal

A prorrogação mensal deverá ser incluída pelo Prestador no Portal do Fascal até o último dia útil do mês anterior, para que seja devidamente analisada e autorizada pela equipe do SAM. 

A solicitação deverá conter relatório atualizado de cada profissional envolvido no cuidado domiciliar, devidamente assinado e carimbado ou assinado digitalmente, conforme normas dos Conselhos Federais de cada profissão. 

O relatório deverá conter todos os dados clínicos importantes para a avaliação da solicitação. 

Deverá ser incluído o orçamento mensal contendo todos os honorários, diárias, equipamentos, materiais e medicamentos com seus respectivos valores unitários e total para o mês. 

O perito do Fascal deverá comparar o orçamento apresentado com os orçamentos anteriormente autorizados. Toda alteração deverá ser fundamentada conforme quadro clínico do beneficiário e estará sujeita à autorização do Fascal. 

São vedadas alterações referentes a preferências, marcas comerciais ou outras questões não relacionadas ao quadro clínico do beneficiário. 

É vedado o fornecimento de produto cosmético ou sem registro junto à ANVISA. 

Subseção II

Da Aditivação

Aditivo refere-se ao acréscimo de atendimentos, remoções, exames complementares, materiais e/ou medicamentos necessários para o atendimento de alterações clínicas durante a vigência da internação domiciliar.

Deverá ser fundamentado tecnicamente na alteração da condição clínica do paciente, obedecendo aos princípios e legislação em vigor.

Não serão considerados para fins de aditivação a substituição devido a alteração de marcas, fornecedor ou preferência pessoal do profissional, família ou paciente, devendo a empresa honrar a cotação vencedora para os materiais e medicamentos solicitados na admissão. 

A solicitação deverá ser incluída pelo Prestador no Portal do Fascal. 

Toda solicitação de aditivação deverá ocorrer previamente à prestação efetiva do serviço, salvo em caso de urgência ou emergência que implique em risco à vida do paciente – nesse caso, a solicitação deverá ocorrer em até 24 horas úteis após o evento. 

A solicitação deverá conter relatório do profissional solicitante, evidenciando a alteração clínica motivadora da solicitação. 

O relatório deverá conter todos os dados clínicos importantes para avaliação da solicitação. 

Deverá ser incluído o orçamento referente ao aditivo contendo todos os honorários, diárias, equipamentos, materiais e medicamentos com seus respectivos valores unitários e total. 

São vedadas alterações referentes a preferências, trocas de fornecedor, marcas comerciais ou outras questões não relacionadas ao quadro clínico do beneficiário. 

Troca de dieta enteral ou parenteral somente será aceita caso ocorra mudança na necessidade nutricional do paciente, sendo que não serão acatadas trocas devido a alteração de fornecedor ou outros eventos não relacionados à condição clínica do paciente. 

Subseção III

Da Reospitalização

A reospitalização refere-se à ocorrência de evento, planejado ou não, que implique em readmissão do paciente em unidade hospitalar.

Pode ser decorrente de alteração no quadro clínico incompatível com atendimento domiciliar, cirurgia, troca de dispositivos (GTT, traqueostomia ou outros), dentre outras condições relacionadas à clínica do paciente ou solicitação do Fascal.

Em caso de eventos eletivos, deverá ser solicitada a guia de remoção em ambulância para autorização prévia, no Portal do Fascal.

Não haverá autorização retroativa para casos eletivos, conforme contratos em vigor.

Em caso de urgência ou emergência, a solicitação deverá ser inserida no portal em até 24 horas ou no primeiro dia útil após a ocorrência do evento, acompanhada do relatório dos profissionais envolvidos e orçamento com materiais, medicamentos e demais procedimentos e honorários cobertos pelo Fascal.

Subseção IV

Da Radmissão em Home Care Após Alta Hospitalar

 

A readmissão do beneficiário com a mesma empresa, utilizando o mesmo orçamento, deverá ocorrer em até 30 dias corridos após a reospitalização.

Caso o paciente permaneça hospitalizado por um período de igual ou maior a 31 dias corridos, deverá ser considerado como uma nova admissão em Home Care, sendo aplicadas as regras do Capítulo IV, Seção I.

A solicitação de readmissão em internação domiciliar deverá ser solicitada no Portal do Fascal, pelo médico assistente do hospital credenciado onde o paciente se encontra hospitalizado, evidenciando alterações clínicas e tratamento a ser realizado em Home Care.

Eventual aditivação em caso de readmissão autorizada pelo Fascal, deverá ser solicitada no Portal antes da remoção para o domicílio, e deverá conter o aditivo ao orçamento e relatórios dos profissionais envolvidos.

Caso o novo orçamento seja superior em 30% (trinta por cento) em relação ao orçamento pré-reospitalização, deverá ocorrer novo procedimento de admissão.

Caso não haja alteração no orçamento vigente, o paciente poderá ser readmitido após a autorização pelo Fascal.

A empresa somente deverá readmitir o paciente após emissão de guia autorizada pelo Fascal.

Subseção V

Da Alta da Atenção Domiciliar

A alta é o ato que determina o encerramento da prestação de serviços em função de alcance da estabilidade clínica sem a necessidade de dispositivos e equipamentos, cura, a pedido do paciente e/ou responsável, ou pelo óbito.

A comunicação do encerramento da prestação de serviços com a devida justificativa deverão ser encaminhados para o email cldfsaude.pericia@cl.df.gov.br em até um dia útil após a ocorrência do evento.

Eventuais aditivos referentes ao motivo do encerramento da atenção domiciliar deverão ser incluídos no portal em até 7 dias úteis após a ocorrência.

Materiais, medicamentos e equipamentos deverão ser recolhidos do domicílio em até 5 dias úteis após o encerramento da prestação dos serviços, data essa a ser acordada entre o prestador e a família.

O Fascal não arcará com os custos de permanência de materiais, medicamentos e equipamentos após a alta da atenção domiciliar, sendo vedado ao prestador a cobrança direta aos familiares ou ao beneficiário decorrentes da permanência daqueles no domicílio.

Seção III

Das Visitas Domiciliares

 

Subseção I

Da Primeira Visita pós-admissão

 

Deverá ser realizada em até 5 (cinco) dias úteis após a admissão, pelo Enfermeiro designado pelo Fascal, com os seguintes objetivos:

  • Avaliar as condições clínicas iniciais do paciente em domicílio;

  • Verificar a adequação das instalações físicas para a prestação do serviço;

  • Acompanhar o processo de adaptação da família e do paciente à equipe multiprofissional;

  • Conferir o fornecimento e funcionamento dos mobiliários, equipamentos, materiais, medicamentos e dietas necessários ao cuidado;

  • Validar o plano terapêutico em execução, ajustando-o se necessário.

Subseção II

Da Visita Domiciliar Mensal

 

Deverá ser realizada, rotineiramente e sem necessidade de solicitação, pelo Enfermeiro da empresa contratada pelo BPO, com elaboração de relatório formal, com os seguintes objetivos:

  • Avaliar a qualidade da assistência prestada e a aderência ao plano terapêutico;

  • Verificar o uso e conservação de equipamentos, dispositivos e insumos fornecidos;

  • Conferir a correta administração de medicamentos e dietas;

  • Avaliar a organização e registros em prontuário domiciliar;

  • Identificar necessidades de prorrogação, aditivação ou ajustes terapêuticos;

  • Subsidiar a auditoria técnica e de contas mensal.

Subseção III

Das Visitas Adicionais Pela Equipe do Fascal

Poderão ocorrer a qualquer tempo, com caráter técnico, fiscalizatório ou investigativo, objetivando:

  • Avaliar as condições de prestação do serviço e a adequação da equipe assistencial;

  • Verificar a satisfação do paciente e de seus familiares em relação ao atendimento;

  • Dirimir dúvidas ou questionamentos sobre a assistência prestada;

  • Avaliar alterações clínicas e solicitações de mudança no plano terapêutico;

  • Conferir a conformidade dos serviços com as normas do Manual de Normatização, regulamentos da ANS e contratos vigentes;

  • Realizar, quando necessário, registro fotográfico ou documental para fins de auditoria e rastreabilidade.

Subseção IV

Dos Relatórios das Visitas

Todos os relatórios deverão conter identificação do profissional responsável, data, horário, descrição detalhada das condições clínicas e assistenciais, achados relevantes, pendências identificadas e recomendações.

Os relatórios, , cujo modelos encontram-se no ANEXO II, deverão ser assinados e carimbados ou assinados digitalmente, conforme normas dos Conselhos Federais de classe.

Os relatórios deverão ser anexados à última guia do beneficiário, não visível para o prestador.

CAPÍTULO V

da auditoria de contas

 

Seção I

Das Etapas do Processo de Auditoria

O objetivo da auditoria de contas em Home Care é verificar a conformidade entre os serviços faturados e os serviços efetivamente prestados e documentados e inclui:

  • Validação da Elegibilidade: Garantir que o paciente permanece elegível para o serviço conforme a prescrição médica e as diretrizes do FASCAL.

  • Conferência da Documentação: Assegurar que todos os procedimentos e materiais cobrados estão devidamente suportados por registros clínicos e administrativos.

  • Adesão Contratual e Tabela: Confirmar que os valores cobrados estão de acordo com o contrato estabelecido e as tabelas de preços acordadas.

  • Identificação de Fraudes e Abusos: Detectar e prevenir cobranças indevidas, duplicidade de itens ou serviços não realizados.

O processo de auditoria deve seguir uma sequência lógica para garantir uma análise completa e sistemática.

Subseção I

Da Preparação

A preparação é o primeiro estágio e conta com as seguintes fases:

  1. Recepção da Conta: A conta é recebida do prestador de Home Care juntamente com a documentação de suporte. 

  2. Verificação Inicial: Conferir se a conta possui os dados básicos completos (identificação do paciente, período de internação/atendimento, prestador, número da autorização). 

  3. Acesso à Documentação: Reunir todos os documentos necessários, incluindo PAD, Folhas de Evolução e Relatórios de Enfermagem, Controles de Materiais e Medicamentos e Relatórios de Visitas e Procedimentos realizados.

 Subseção II

Da Análise Técnica

Esta etapa foca na adequação clínica dos serviços cobrados. 

  • Conferência da Prescrição vs. Evolução: Verificar se os cuidados e procedimentos faturados estão em linha com o PAD autorizado e se foram executados e registrados nas evoluções de enfermagem/relatórios de equipe multidisciplinar. 

  • Adequação do Tempo/Duração: Avaliar se o número de horas de assistência de enfermagem (seja 24h, 12h ou visitas intermitentes) está justificado pela gravidade/necessidade do paciente e corresponde ao cobrado. 

  • Análise de Materiais e Medicamentos: Verificar se os itens são pertinentes ao diagnóstico e ao cuidado prestado, bem como cruzar o consumo de itens com as datas de uso e as evoluções clínicas. 

Subseção III

Da Análise de Cobrança

 

Esta etapa foca na precisão financeira e contratual.

  • Conferência da Tabela: Verificar se os códigos de serviço (ex: TISS) e os valores unitários aplicados estão de acordo com as tabelas e o contrato vigente.

  • Auditoria de Diárias/Taxas: Conferir o número exato de diárias cobradas e se as taxas adicionais (ex: taxa de instalação) são elegíveis.

  • Exclusão de Duplicidades e Itens Não Elegíveis: Identificar itens que foram cobrados duas vezes ou serviços/materiais que não são cobertos pelo contrato ou autorização inicial.

  • Conferência de Glosas Anteriores: Se for uma reanálise ou recurso, verificar se as glosas anteriores foram corrigidas.

Seção II

Das Glosas e Recursos

 

Subseção I

Dos Tipos Comuns de Glosa em Home Care

São os tipos comuns de glosa:

  • Administrativa: Falta ou erro na documentação e dados.

  • Técnica ou Clínica: Inadequação ou ausência de registro do procedimento.

  • Contratual: Item ou valor que está em desacordo com o contrato ou tabela.

  • Regulamentar: Item não coberto pelas diretrizes do órgão regulador (ANS) ou plano.

Subseção II

Dos Procedimentos de Glosa

 

O prestador tem o direito de recorrer da glosa. 

Na Análise do Recurso, o auditor deve reanalisar a conta, a documentação e a justificativa apresentada pelo prestador. 

A decisão poderá ser a manutenção da glosa, se a justificativa não for suficiente, ou a sua liberação para pagamento, caso a glosa seja comprovadamente indevida. 

 

CAPÍTULO VI

das Disposições finais

 

Seção I

Das Comunicações

As comunicações com o Fascal deverão ser realizadas pelas empresas credenciadas por meio de telefone, correio eletrônico ou, em caso de solicitações de admissão ou procedimentos, via guias em Portal.

 

Seção II

Das Responsabilidades

É de responsabilidade do Fascal autorizar, fiscalizar e auditar os serviços.

É de responsabilidade da Credenciada executar o PAD, manter equipe qualificada, informar sobre intercorrências ao Fascal e prestar contas.

É de responsabilidade do Cuidador acompanhar o paciente e comunicar intercorrências.

É de responsabilidade do Paciente ou Responsável garantir condições adequadas no domicílio.

Seção III

Do Registro, Documentação e Sistema

 

Toda ação deverá ser registrada pelo profissional que a executa.

Constituem meios previstos para utilização pelo Fascal os elencados na Seção I deste capítulo.

A guia devidamente autorizada é o único documento que autoriza a realização e faturamento de qualquer serviço realizado pela empresa credenciada.

A guia autorizada deverá conter data da realização dos serviços e assinatura do beneficiário ou seu preposto legal atestando a realização dos serviços descritos e autorizados para fins de comprovação e faturamento.

As guias no sistema deverão conter toda a documentação necessária ao registro e auditoria da condição clínica do beneficiário, tabelas de avaliação padronizada, cotações e orçamentos autorizados, de forma a viabilizar auditoria do serviço prestado pelo Credenciado e da atuação do Fascal.

Deverão constar como anexos da guia as seguintes documentações 

  • Toda documentação referente à prestação de assistência domiciliar ao beneficiário, como relatórios profissionais, solicitações de modificação de conduta clínica ou alteração de plano terapêutico, solicitações de medicamentos ou materiais com as devidas justificativas clínicas, laudos de exames laboratoriais ou de imagem, guias de remoção em ambulância, solicitação e resposta de parecer de especialista, dentre outros relacionados. 

  • Orçamento mensal discriminando valor unitário e total a ser utilizado por mês para cada item (diárias, honorários, taxas, materiais e medicamentos). 

  • Relatórios dos profissionais assistentes justificando modificação de conduta. 

  • Orçamento autorizado pelo servidor do Fascal com carimbo e assinatura, seja ele referente ao orçamento mensal, seja referente à aditivação. 

Toda documentação referente ao beneficiário deverá ser tratada conforme o disposto na Lei nº 13.709/2018 - LGPD e o sigilo determinado nas respectivas leis de exercício profissional, garantindo a privacidade e a intimidade do paciente. 

Toda informação no escopo da transparência do serviço público deverá ser tratada de forma a garantir o resguardo das informações sensíveis do paciente e sua família, conforme o disposto na LGPD. 

É vedado o compartilhamento irrestrito de bases de dados sensíveis.

O Fascal oferecerá aos Credenciados acesso a um sistema informatizado de gestão, destinado ao registro, controle e acompanhamento das solicitações, autorizações, orçamentos, auditorias e demais processos relacionados à atenção domiciliar. 

A aquisição e operacionalização do sistema informatizado de gestão será de responsabilidade do Fascal, através da Câmara Legislativa do Distrito Federal, observada a legislação em vigor. 

Todas as solicitações deverão ser autorizadas em guia pelo Fascal, previamente à realização do procedimento.

São objeto de exceção os eventos classificados como urgência ou emergência, cujas guias deverão ser apresentadas no portal em até 24 horas úteis após o evento, acompanhadas de toda documentação necessária para análise pela Perícia Médica do Fascal. 

Não se constitui autorização para realização de procedimento domiciliar nenhum tipo de comunicação, exceto a guia devidamente autorizada pela Perícia Médica do Fascal. 
 

ANEXO II

DOS MODELOS E CHECKLISTS

 

Formulário de Solicitação de Suplemento Alimentar

Identificação do Paciente

  • Nome: _______________________________________

  • ID/Prontuário: ________________________________

  • Idade: ________ Sexo: ________

  • Diagnóstico principal: _________________________

Avaliação Clínica e Nutricional

  • Peso atual (kg): _______

  • Altura (cm): _______

  • IMC: _______

  • Perda de peso nos últimos 6 meses: ____ %

  • Avaliação Subjetiva Global (ASG): [ ] A [ ] B [ ] C

  • MUST: [ ] Baixo risco [ ] Moderado [ ] Alto risco

  • Albumina (se disponível): ______ g/dL

  • Outras justificativas clínicas: ___________________________________________

Indicação Médica

  • Desnutrição comprovada

  • Risco nutricional elevado

  • Doença crônica/hipermetabolismo

  • Disfagia / uso de sonda

  • Outro: __________________________________

Prescrição

  • Tipo de suplemento: __________________________________

  • Via de administração: [ ] Oral [ ] Enteral (SNE/PEG)

  • Dose diária: __________________________________

  • Tempo previsto de uso: __________________________

Responsáveis

  • Médico prescritor: _______________________ CRM: __________

  • Nutricionista responsável: _________________ CRN: __________

Data:______

 

Checklist de Acompanhamento Mensal - Suplementação Alimentar

Identificação do Paciente

  • Nome: ______________________________________

  • ID/Prontuário: ______________________________

Avaliação de Evolução

  • Peso: _______ kg (variação desde última visita: _______ kg)

  • IMC: _______

  • Força de preensão palmar: _______ kgf (se disponível)

  • Cicatrização de lesões: [ ] Melhorou [ ] Estável [ ] Piorou

  • Ingestão oral/dieta: [ ] Adequada [ ] Parcial [ ] Insuficiente

Tolerância ao Suplemento

  • Boa aceitação

  • Náuseas

  • Diarreia

  • Constipação

  • Aspiração/engasgos

  • Outro: ________________________

Conclusão do Nutricionista

  • Manter suplemento [ ]

  • Ajustar dose [ ]

  • Trocar tipo de suplemento [ ]

  • Suspender suplementação [ ]

Observações: ________________________________________________

Responsável: ________________________

Data: ______

 

Relatório Trimestral para Fascal - Suplementação Alimentar

Dados do Beneficiário

  • Nome / ID: _____________________________________

  • Diagnóstico principal: ____________________________

Uso de Suplementos no Período

  • Tipo(s) de suplemento(s) utilizado(s): ________________________

  • Dose média diária: ________________________

  • Tempo total de uso: ________________________

Evolução Nutricional

  • Peso inicial: _______ kg / Peso atual: _______ kg

  • IMC inicial: _______ / IMC atual: _______

  • Situação clínica: ________________________________________

  • Resultado em cicatrização / ganho de massa / recuperação funcional: ________________________________________

Eventos Adversos

  • Não houve

  • Sim, quais: __________________________________________

Conclusão da Equipe

  • Manter conduta

  • Ajustar suplemento

  • Encerrar suplementação

Responsável técnico: _____________________________________
Data: ______

 

FASCAL SERVIÇO ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR - HOME CARE TERMO DE COMPROMISSO DE ADESÃO AO SERVIÇO ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA E INTERNAÇÃO DOMICILIAR - HOME CARE DADOS DO TITULAR NOME DO SERVIDOR: CARGO/FUNÇÃO: LOTAÇÃO: MATRÍCULA: TELEFONE: () ( ) EMAIL: DADOS DO BENEFICIÁRIO EM ASSISTÊNCIA/ INTERNAÇÃO DOMICILIAR NOME: TIPO DE DEPENDENTE: TELEFONE: EMAIL: ENDEREÇO EM QUE O BENEFICIÁRIO SERÁ ASSISTIDO: OBSERVAÇÕES:


logotipo

Documento assinado eletronicamente por PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA ALBERNAZ - Matr. 22962, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 03/10/2025, às 11:02, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por GINA RUBIA DE OLIVEIRA ALVES - Matr. 12043, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 03/10/2025, às 11:08, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por MARIO NOLETO OLIVEIRA DO CARMO - Matr. 11439, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 03/10/2025, às 11:12, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por HARISSON DE OLIVEIRA LIMA - Matr. 24670, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 03/10/2025, às 11:15, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por MARIO ALCIDES MEDEIROS SILVA - Matr. 11313, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 03/10/2025, às 11:23, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 03/10/2025, às 11:26, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


QRCode Assinatura

A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
Código Verificador: 2353168 Código CRC: DFBAC91F.

...  Ato DO CGFASCAL Nº 07, DE 2025 Dispões sobre a regulamentação do Serviço de Atenção Domiciliar - Home Care - no âmbito do Fascal O COMITÊ DE GOVERNANÇA E GESTÃO ESTRATÉGICA DO FASCAL - CGFASCAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos art. 41, § 3º da Resolução 347/2024, RESOLVE: Art. 1º Este Ato tem ...

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