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Solenidade comemora os 12 anos da Escola Superior de Ciências da Saúde

Publicado em 13/11/2013 09h55

O desafio de o Distrito Federal criar a Unisus – universidade voltada para o atendimento integral do Sistema Único de Saúde (SUS) – foi uma das principais propostas discutidas nesta quarta-feira (13) pelos participantes da solenidade que a Câmara Legislativa realizou para comemorar os 12 anos de funcionamento da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS). O evento foi promovido pelo deputado distrital Prof. Israel (PV) e atraiu professores, alunos e representantes do governo. A ESCS é uma instituição pública vinculada à Secretaria de  Saúde do DF.

"Essa escola é um orgulho para Brasília, avaliada como uma das melhores escolas de medicina e enfermagem do País", ressaltou o distrital, ao  parabenizar os alunos e profissionais que atuam na entidade. "Acompanho as atividades dos alunos, em seus centros acadêmicos, e constato o carinho e a satisfação deles pela escola, por sua atividade inovadora com viés social", enfatizou.

O presidente da Câmara Legislativa, deputado Wasny de Roure (PT), também cumprimentou os professores e alunos da instituição, informando a eles que os deputados distritais aprovaram recentemente, em plenário, proposição que garante o retorno gradual do percentual de 2% da receita corrente líquida do DF para a Fundação de Apoio à Pesquisa. "Faço um apelo pela valorização da pesquisa voltada para a medicina", afirmou o parlamentar, comentando que a Casa está atenta às questões da saúde, citando o debate ocorrido na semana passada sobre saúde mental.

Os bons resultados alcançados pela ESCS nos últimos 12 anos foram ressaltados pelo secretário de Saúde do DF, em exercício, Elias Miziara, como uma comprovação do sucesso da formação voltada para o "ensino com assistência".  Ele  defendeu que a proposta do governo local de criar a Unisus deve ser antes bem discutida fora da corporação dos profissionais da saúde, necessitando inclusive ser apreciada pela Câmara Legislativa.

Baixo custo - O chefe da Unidade de Administração Geral da FEPECS, Carlos Augusto Medeiros, destacou que  a Escola Superior de  Ciências da Saúde "é uma escola barata", em comparação com a manutenção das universidades tradicionais. E comentou que "dos cerca de 30 mil cursos de graduação do País só quatro conseguiram nota máxima no Enade – e a ESCS foi um deles".

A diretora-geral da ESCS, Maria Dilma Teodoro, enfatizou que a escola do DF se consolida depois de ter formado oito turmas de medicina e duas de enfermagem, destacando-se também nas áreas de pesquisa e pós-graduação, com 1.050 residentes. Representante dos professores da ESCS, Suderlan Leandro, disse que eles sentem "muito orgulho" em formar profissionais competentes que atuam no DF. E reivindicou a integração das atividades de medicina e enfermagem, como um dos desafios a serem vencidos nos próximos anos.

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