Sinpro considera proposta do GDF "mercantilista" e cobra eleição direta nas escolas
Sinpro considera proposta do GDF "mercantilista" e cobra eleição direta nas escolas

Avanços - A deputada Erika Kokay (PT) também avaliou que a proposta do GDF não implanta a gestão democrática, embora reconheça avanços, como a ocupação dos cinco cargos de cada escola - além da Direção - por servidores efetivos e o caráter deliberativo do Conselho de Educação. Kokay criticou ainda a "precarização" da relação com os professores substitutos. O professor Erasto Fortes Mendonça, da Faculdade de Educação da UnB, sugeriu que o termo "gestão compartilhada", no projeto de lei, seja modificado para "gestão democrática", justificando que as eleições diretas para direção das escolas têm amparo na Constituição, na Lei de Diretrizes Básicas (LDB) e no Plano Nacional de Educação (PNE). Segurança - O secretário-geral do Sindicato dos Auxiliares de administração escolar, Denivaldo Alves do Nascimento, defendeu que os profissionais da Carreira de Assistência à Educação também possam se candidatar à direção das escolas, uma vez que são formados em gestão pública.
O deputado Cabo Patrício (PT), presidente da Comissão de Segurança, disse que a educação de qualidade é o principal caminho para combater a violência e sugeriu que o projeto do GDF para gestão das escolas seja debatido em audiências públicas nas cidades do Distrito Federal, com a participação de pais e de alunos do ensino médio, além dos profissionais de educação.