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Servidores fazem ato pela reestruturação administrativa da Câmara Legislativa

Publicado em 09/09/2010 17h39
Os servidores da Câmara Legislativa realizaram nesta quinta-feira (9) à tarde um ato político, no hall de acesso ao Plenário, em defesa da proposta de reestruturação administrativa da Casa, feita pela categoria.
 O ato recebeu o apoio de lideranças do movimento sindical no DF, representantes de partidos de esquerda, além dos deputados petistas Chico Leite, Paulo Tadeu e Erika Kokay, além do pedetista Reguffe.

O presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas do DF, Adriano Campos, ressaltou na abertura da manifestação que a proposta da reestruturação foi elaborada "não apenas para economizar recursos públicos, mas para garantir profissionalismo e melhoria de serviços à sociedade". Ele lamentou, contudo, que até o momento não conseguiu abrir nenhuma negociação com a Mesa Diretora."Os servidores do legislativo estão de parabéns por oferecerem à sociedade uma proposta que tem como objetivo garantir maior eficiência da Câmara Legislativa, com a redução de gastos", defendeu o deputado Reguffe (PDT),  explicando que sempre defendeu o enxugamento da estrutura dos gabinetes parlamentares. "Espero ter a oportunidade de votar essa proposta nos próximos dias", pregou.

O petista Chico Leite também manifestou seu apoio "às premissas" e a algumas mudanças previstas na proposta dos servidores, como a ocupação dos cargos comissionados da estrutura administrativa por servidores concursados.
 "Temos que avançar na discussão dessa reestruturação", defendeu, ao comentar que não concorda, por exemplo, com redução de salários de cargos comissionados.

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Tadeu, defendeu a necessidade de abertura das negociações em torno da proposta dos servidores. "Em nome da bancada do PT defendo que devemos dialogar, avançar nas negociações para construirmos uma proposta viável que possa ser votada em Plenário", disse.

Ao final da manifestação, os servidores e líderes sindicais tentaram entregar pessoalmente a proposta de reestruturação à Presidência da Câmara Legislativa. Eles não puderam ser recebidos, mas deixaram a proposta protocolada, oficialmente, na Casa.

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