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Seminário debate "Brasília e suas preexistências"

Publicado em 29/09/2009 13h45
As referências geográficas e históricas do Distrito Federal não são necessariamente aquelas que são de domínio público. Para resgatar os caminhos do Planalto Central dos séculos XVIII e XIX, a Escola do Legislativo, em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de Brasília, promoveu hoje (29), no auditório da Casa, o seminário "Brasília e suas preexistências".

Para o professor Andrey Rosenthal Schlee, diretor da FAU, esse seminário é um dos 50 eventos com que a UnB vai comemorar os 50 anos de Brasília. E foi o caminho encontrado para aproximar os pesquisadores da comunidade, trazendo discussões como essa para fora do campus universitário. Andrey afirmou que, embora a linha de pesquisas aponte para o passado, o alvo é valorizar conhecimentos que resultem na preservação do conhecimento e do meio ambiente.

A exposição dos mapas antigos do Centro-Oeste, montada pelo arquiteto Marco Antonio Galvão, permitiu a visualização dos caminhos antigos traçados no território, como o "Mapa das Cortes", de 1777, que acabou permitindo a incorporação do Centro-Oeste ao país.
 Outro destaque foi para o mapa feito pelo engenheiro italiano Francisco Tossi Colombina, em 1751, considerado o mais antigo de que se tem notícia.

O engenheiro cartógrafo, Gustavo Souto Maior, presidente do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Ibram), assinalou a importância de debruçar-se sobre o passado para encontrar respostas para o presente, particularmente em se tratando da preocupação cada dia mais premente, de preservação ambiental.

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