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Secretário de Fazenda atribui falta de remédios à demanda de outros estados

Publicado em 25/10/2006 12h26
O secretário de Fazenda do Distrito Federal, Valdivino José de Oliveira, afirmou que a falta de remédios nos hospitais e centros de saúde do GDF se deve à grande quantidade de pessoas de outros estados da Federação que procuram o DF para se tratar. "O Distrito Federal é a unidade federada que mais aplica recursos na saúde quando consideramos o total investido dividido pelo número de habitantes. A eficiência e a qualidade da nossa saúde, no entanto, acaba atraindo muita gente de outros estados, o que nos impede de atender toda a demanda", justificou o secretário.

A informação foi dada nesta manhã, durante a audiência pública promovida pela Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), para discutir o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) enviado pelo Executivo. A deputada Eliana Pedrosa (PFL), integrante da CEOF, questionou o secretário sobre o montante reservado à compra de medicamentos no projeto. "Tendo em vista as recentes faltas de remédios no nosso sistema de saúde, gostaria de saber do secretário se os 8% do fundo de saúde reservados para a compra de medicamentos no projeto da LOA , que se traduzem em R$ 120 milhões, serão suficientes para atender a demanda em 2007", indagou Pedrosa. Segundo o secretário, que considera o montante reservado para a compra de remédios no projeto da LOA "suficiente", o GDF não trabalha com formação de estoques "excessivos" de medicamentos, pois possui um sistema moderno de compras que permite um atendimento rápido aos hospitais e centros de saúde. "É claro que, dentre as mais de cinco mil espécies de medicamentos utilizados na nossa rede pública, haverá a falta de alguns, mas volto a informar que a procura nos nossos postos de atendimento por pessoas de outros estados está aumentando significativamente", explicou Valdivino.

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