Regularização fundiária da escola Vivendo e Aprendendo é defendida na Câmara
Regularização fundiária da escola Vivendo e Aprendendo é defendida na Câmara

O deputado Paulo Tadeu (PT) fez uma retrospectiva da questão fundiária da escola e defendeu a sua proposta pedagógica. "Desde 1982 a escola vem funcionando através de cessões de uso e alvarás precários. Está na hora de regularizar a Vivendo e Aprendendo, que já faz parte da cultura de Brasília. O GDF já concedeu terrenos públicos para muitas empresas e grandes supermercados. Não é possível que o GDF queira sufocar essa experiência pedagógica. Ao contrário, deveria expandir esse modelo para outras cidades", defendeu.
Em julho deste ano a escola recebeu um auto de interdição do GDF por não ter a situação de seu terreno regularizada. Desde então, uma solução vem sendo negociada com o GDF para resolver a questão. "Precisamos buscar uma concessão de uso para continuar essa experiência pedagógica única", afirmou Erika Kokay (PT). Os deputados da bancada do PT, que tiveram a iniciativa de debater a questão, se comprometeram a buscar uma solução junto ao Poder Executivo.
Também estiveram presentes autoridades que mantêm laços afetivos com a associação. O ministro da Cultura, Juca Ferreira, pai de um aluno da Vivendo e Aprendendo, apoiou o pleito da escola. Assim como o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) e a ex-deputada distrital, Arlete Sampaio (PT).
* Em virtude de problemas técnicos, a notícia foi publicada na quarta-feira (01).