Reguffe pede que a Câmara apure "sumiço" de ossada em Taguatinga
Reguffe pede que a Câmara apure "sumiço" de ossada em Taguatinga

Revoltado, disse que uma família de Taguatinga arrendou, no cemitério local, a sepultura do filho até 2011 e que hoje de manhã não encontrou os restos mortais do filho em local algum. Reguffe defendeu que a Câmara Legislativa, por meio da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, apure o caso. E sugeriu a convocação do secretário da Assistência Social, como também do diretor da empresa conveniada responsável pelo serviço e de representante do sindicato das empresas de serviço funerário.
Ele acrescentou que recebeu hoje outra denúncia de um cidadão que teve dois irmãos enterrados no cemitério do Gama, mas que também não localizou mais as referidas ossadas.
A deputata petista Erika Kokay, presidente da Comissão dos Direitos Humanos, também manifestou-se pela apuração das denúncias, lembrando que no DF os cidadãos não têm opção de concorrência em relação aos cemitérios, administrados por um só consórcio. "Está tudo privatizado", lamentou.
Indignação - Ao informar que soube do caso de Taguatinga pela imprensa, a deputada Eliana Pedrosa (DEM) disse que ficou "indignada". Ela enfatizou que já entrou em contato com o secretário de Assistência Social para solicitar a apuração rigorosa do caso, "com celeridade". Ela assegurou que o governador Arruda não irá tolerar quaisquer casos de abusos como esses.