Publicador de Conteúdos e Mídias

Projeto de Dr. Michel vira programa de governo

Publicado em 13/11/2012 15h46

O deputado Dr. Michel (PEN) ocupou a tribuna na sessão ordinária desta terça-feira  (13) para agradecer o Governo do Distrito Federal por ter implementado um programa com o mesmo teor de um projeto de lei de sua autoria aprovado por unanimidade pela Câmara Legislativa recentemente. "Fico feliz em saber que o governo já adotou a ideia, antes mesmo de sancionar o projeto de lei. O mais importante, no entanto, é a solução do problema", comentou ele.

O projeto se refere ao programa Viver em Casa, que determina a instalação de equipamentos tipo home care nas residências de pacientes crônicos, que chegam a ocupar leitos hospitalares por anos. Segundo o parlamentar, em uma ronda por vários hospitais públicos do DF, ele identificou dezenas de casos de pacientes e seus acompanhantes que estão praticamente "presos", simplesmente porque necessitam de equipamentos especiais para conseguirem viver em suas casas.

Dr. Michel citou o caso de uma mãe que acompanha o filho há cinco anos no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) e que já poderia ter deixado a unidade, caso o governo instalasse equipamentos que garantissem a vida do filho em sua residência.

A deputada Celina Leão (PSD) destacou que o projeto é importantíssimo para desafogar os leitos hospitalares e que a lei precisa ser sancionada para que a medida vire uma política de Estado e não de governo. Para o deputado Dr. Charles (PTB), a medida vai além da questão econômica e tem caráter humanitário. Os deputados Cláudio Abrantes (PPS) e Arlete Sampaio (PT) também elogiaram o programa e disseram que a reivindicação é antiga.

UPA - A deputada Celina Leão também se manifestou sobre a inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Núcleo Bandeirante. Segundo ela, para colocar a UPA em operação, o GDF fechou a unidade de emergência 24 horas do posto de saúde da cidade, prejudicando os usuários. Celina considera a decisão equivocada, pois "troca seis por meia dúzia ou por três".

 

Mais notícias sobre