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Presidente da CLDF defende desburocratização em evento do setor produtivo

Publicado em 06/08/2015 09h58

Durante a posse conjunta das diretorias de entidades que representam a construção civil do Distrito Federal, na noite desta quarta-feira (5) a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PDT), colocou o Legislativo à disposição para desburocratizar e estimular o crescimento da economia da cidade. A deputada acredita que os poderes precisam ter uma visão humanista. "Sempre fomos defensores desse segmento, pois a construção civil é um setor estratégico para a economia e precisa de força". 

A parlamentar ainda reforçou para o governador Rodrigo Rollemberg que a Casa aguarda, com expectativa, propostas para a desburocratização do DF. "Essa pauta vai impulsionar a economia em um momento de crise", concluiu. 

Em seu pronunciamento, o governador Rodrigo Rollemberg ressaltou a importância da construção civil para a cidade. "É um setor que, quando vai bem, impulsiona outras cadeias produtivas, gerando um ciclo virtuoso de geração de emprego e oportunidades", reconheceu.  Destacando as dificuldades que o país enfrenta, fruto de uma burocracia atrasada, o governador destacou: "Vivemos uma contradição que precisa ser enfrentada. Enquanto demoramos para a aprovação de projetos, a cidade explode de forma ilegal". 

Posse - No evento, que contou com a presença de mais de 700 pessoas no auditório da Confederação Nacional da Indústria, foram empossadas as diretorias do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) e do Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF).

O presidente do Sinduscon-DF, Luiz Carlos Botelho, explicou que a construção civil, segmento responsável pela geração de três milhões de empregos formais no Brasil e de cerca de 90 mil no DF, funciona como uma espécie de termômetro da economia. "Se as condições estão favoráveis ao crescimento e aos investimentos, somos os primeiros a traduzir, com obras, essa realidade. Porém, se as condições estão adversas, como agora, somos, também, os primeiros a acusar o golpe da desaceleração". 

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