Parlamentares discutem mobilização da juventude e criticam liberação de marchas da maconha
Parlamentares discutem mobilização da juventude e criticam liberação de marchas da maconha

"Essa é uma oportunidade para mobilizar os jovens a exercer a cidadania e evitar que trilhem caminhos errados", destacou o petista.
Rejane Pitanga (PT) destacou que as conferências realizadas pelo GDF são uma nova forma de fazer política pública e de se relacionar com a sociedade. "O governo já discutiu com a população temas relevantes, como meio ambiente e cultura. Agora o objetivo é elaborar políticas públicas para o Estado beneficiar este setor tão importante, que são os adultos de amanhã", observou a parlamentar.
Marcha da Maconha – A discussão em Plenário sobre a temática da juventude abordou também a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar a realização das marchas da maconha em todo o território nacional. O vice-presidente da Câmara Legislativa, Dr. Michel (PSL), considerou a atitude do STF "um absurdo". "Gostaria de expressar minha discordância. A praça é do povo, mas não é para praticar atos ilícitos".
Chico Vigilante também considerou a decisão muito ruim, pois disse que, se as drogas são proibidas, não deve haver nenhum tipo de marcha favorável a seu uso.
"É a partir de drogas leves que se chega às pesadas", afirmou. Já Evandro Garla (PRB) disse que a decisão foi "irresponsável" e que "só sabe de drogas quem já passou por isso ou quem sofre com seus malefícios".
Agaciel Maia (PTC) também criticou a realização de marchas favoráveis ao uso de drogas. "Antes se protestava contra a ditadura, a fome no Nordeste, reivindicando direitos".