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Oposição condena "arrocho" ao servidor

Publicado em 06/05/2008 17h00
O deputado Cabo Patrício (PT), líder da oposição, criticou na tarde desta terça-feira (06) as medidas tomadas pelo GDF para contenção de gastos com pessoal na administração direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal. As determinações também se estendem às empresas públicas custeadas total ou parcialmente com recursos do tesouro local."O que o Arruda decretou ontem é um verdadeiro arrocho ao servidor público", reclamou Patrício. Entre as medidas anunciadas está a vedação por período de 120 dias de nomeações para o provimento de cargos em comissão ou efetivos por concurso público e a suspensão do pagamento de horas-extras pelo mesmo período. Outro corte anunciado é a proibição de concessão de indenização de transporte por tempo indeterminado.

O petista classificou a medida como "autoritária e antidemocrática" e alfinetou:  "o governador deveria cortar gastos na residência oficial, onde já foi comprovado que o dinheiro público compra quilos e quilos de camarão".

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Para a deputada Erika Kokay (PT) a justificativa do governo não procede. "Fizemos as contas e constatamos que os cortes não são provocados pela adequação aos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, como diz o governo. O que está acontecendo aqui é a implantação da política do Estado mínimo", afirmou. A deputada disse ainda que teme um caos na saúde do DF. "De todos os servidores atingidos, os da saúde são os que mais me preocupam. É um verdadeiro crime cortar recursos para a saúde e quem vai pagar por isso é a população do Distrito Federal", criticou.

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