Membros da CEOF se comprometem a não frustar demandas comunitárias
Membros da CEOF se comprometem a não frustar demandas comunitárias
Publicado em 09/11/2006 11h12

Ao final da terceira audiência pública para discusão do Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2007, os membros da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) se comprometeram a atender as sugestões de emendas apresentadas no plenário da Câmara Legislativa.
Administradores regionais e líderes comunitários relataram, nesta quinta-feira, as principais demandas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia e Águas Claras.
Na elaboração do PLOA, cada parlamentar terá o direito de apresentar até 40 emendas ao orçamento com a possibilidade de remanejar o valor máximo de R$ 5 milhões. O vice-presidente da CEOF, Paulo Tadeu (PT), reafirmou o compromisso da Casa em trabalhar para que as audiências públicas tenham resultado efetivo."Não temos o direito de chamar a população para participar de uma audiência, ouvirmos suas demandas e transformarmos tudo isso em decepção. Vou reafirmar nosso compromisso de atender o que foi aqui discutido", afirmou o deputado. Paulo Tadeu também expressou o sentimento da Comissão de que o projeto de Lei Orçamentária não contempla as reais necessidades da população. "Fica para nós a lição de que o orçamento não pode continuar a ser elaborado sem uma âncora na sociedade. A CEOF tem a missão de resolver esse equívoco", ressaltou.
Administradores regionais e líderes comunitários relataram, nesta quinta-feira, as principais demandas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Brazlândia e Águas Claras.
Na elaboração do PLOA, cada parlamentar terá o direito de apresentar até 40 emendas ao orçamento com a possibilidade de remanejar o valor máximo de R$ 5 milhões. O vice-presidente da CEOF, Paulo Tadeu (PT), reafirmou o compromisso da Casa em trabalhar para que as audiências públicas tenham resultado efetivo."Não temos o direito de chamar a população para participar de uma audiência, ouvirmos suas demandas e transformarmos tudo isso em decepção. Vou reafirmar nosso compromisso de atender o que foi aqui discutido", afirmou o deputado. Paulo Tadeu também expressou o sentimento da Comissão de que o projeto de Lei Orçamentária não contempla as reais necessidades da população. "Fica para nós a lição de que o orçamento não pode continuar a ser elaborado sem uma âncora na sociedade. A CEOF tem a missão de resolver esse equívoco", ressaltou.