Distritais defendem direito de agentes penitenciários portarem armas
Distritais defendem direito de agentes penitenciários portarem armas

A deputada Celina Leão (PMN) foi a primeira a ocupar a tribuna para manifestar apoio ao direito de porte de arma daqueles servidores, "para a garantia de suas vidas quando estão fora do trabalho, conforme já prevê lei federal", destacou.
O presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício (PT), ressaltou seu apoio à reivindicação. "O Ministério Público faz a sua parte e nós fazemos a nossa. Por isso, nem tudo que o Ministério Público recomenda temos que seguir. O Legislativo é um poder independente e devemos lutar em defesa do direito dos agentes penitenciários", exortou.
Também outros distritais ligados à área da segurança se solidarizaram com aquela categoria. "Policial sem arma é policial sem cabeça", comparou Dr. Michel (PSL). Cláudio Abrantes (PPS) destacou que os policiais precisam ter o direito de defender a sua integridade e também de suas famílias. "Muitos desses agentes moram perto dos bandidos, quando eles são soltos", comentou Aylton Gomes (PR).
Polícia Civil - Em depoimento feito em Plenário, o deputado Washington Mesquita (PSDB) ocupou a tribuna da Câmara Legislativa para elogiar a atuação da Polícia Civil no DF, destacando a eficiência das últimas operações na cidade com apreensão de armas e drogas, além da prisão de traficantes. "Só ontem foram presos 28 traficantes". O distrital aproveitou para parabenizar também o empenho do comando da Polícia Militar em enfrentar a criminalidade na área do Pólo de Modas do Guará. "Mesmo sendo oposição, tenho que reconhecer a eficiência dessas instituições", destacou.
Marcha da Cerveja - A realização da Marcha da Cerveja, no último domingo, foi criticada por vários distritais, que condenaram os problemas causados aos moradores da Asa Norte, como o acúmulo de lixo. Wasny de Roure (PT) informou que o administrador do Plano Piloto, Messias de Sousa, lhe disse que os promotores "prometeram fazer um coisa e fizeram outra.
" Eliana Pedrosa (DEM) disse que aquela festa foi um "atentado à moral". Já Evandro Garla (PRB) disse que a marcha estimulava o consumo de drogas.