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Deputados defendem reposição salarial para os servidores

Publicado em 14/10/2008 17h45
O presidente da Câmara Legislativa, deputado Alírio Neto (PPS), comprometeu-se hoje (14) da tribuna a votar nos próximos dias o projeto de resolução para reajustar os salários dos servidores da Casa, tanto os efetivos como os comissionados, repondo as perdas dos últimos anos. O parlamentar ressaltou que a Câmara já está enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), justificando que agora os distritais estão analisando os impactos financeiros  do virtual realinhamento dos salários para se chegar a um índice que não  comprometa  aquela conquista."Parabenizo os servidores, com os quais tivemos um embate duro quando da adoção das medidas de contenção dos gastos, por serem os principais responsáveis pela conquista do enquadramento da Casa à Lei de Responsabilidade", enfatizou o presidente. Ele reconheceu que os servidores enfrentaram "muitas dificuldades", inclusive com o corte de salários para os comissionados.

Alírio Neto também ressaltou em seu discurso as medidas adotadas pelo legislativo local que considerou um avanço, em relação a outros legislativos do País. "Fomos o primeiro legislativo a aprovar uma lei antinepotismo, e estamos inclusive sendo copiados por entidades, como o Supremo Tribunal Federal", destacou. "Infelizmente a imprensa não cobre isso. Parece que notícias boas não são boas para eles", comentou.

Também o vice-presidente, deputado Paulo Tadeu (PT), garantiu seu apoio ao projeto que irá reajustar os salários dos servidores. Ele ressaltou que todos os servidores têm direito à reposição de perdas salariais. Ele criticou setores da imprensa por condenarem qualquer proposta de reajuste para servidores do legislativo, mesmo quando estes estão com salários defasados, como agora.

Os deputados Milton Barbosa (PSDB) e Cabo Patrício (PT) também foram à tribuna defender a necessidade de aprovação de reajuste salarial dos servidores. Barbosa aproveitou para elogiar o presidente Alírio Neto pela "gestão exitosa", lembrando as medidas "moralizadoras" adotadas nesses últimos dois anos.


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