Deputada afirma que serviço de monitora é essencial
Deputada afirma que serviço de monitora é essencial
No caso da Educação, segundo a deputada, as crianças ficaram o ano inteiro de 2007 sem período integral exatamente por falta das monitoras, cujo processo de seleção vem sendo questionado pelos antigos colaboradores, cuja maioria não foi aprovada.
Erika considerou legítimo o movimento das monitoras, que estão lutando por seus direitos, e que o Estado conhece perfeitamente a natureza das atividades que desempenham nas creches, não se justificando, portanto, a exigência de que comprovassem a prévia experiência, na forma como foi estabelecido no edital do processo seletivo.
A deputada, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e membro titular da CES, sugeriu que a comissão solicite à Secretaria de Educação a relação de todas os monitoras que participaram da seleção e quais foram aprovadas e os motivos determinantes da desaprovação das demais. Com base nisso, segundo disse, impõe-se a revisão dos critérios.
Nas conclusões, a secretária-adjunta de Educação, Eunice Ferreira dos Santos, lembrou que dez mil pessoas que participaram da seleção tiveram a mesma oportunidade. Mas a coordenadora da Associação dos Trabalhadores em Assistência Social, Lucilene Gomes da Silva, afirmou que "ainda não ouviram o que gostariam de ouvir" e a deputada Eurides Brito (PMDB) concluiu que pela primeira vez as autoridades do governo se mostraram receptivas, prestando os esclarecimentos que a situação requer.