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Câmara retoma debate sobre questões políticas e sociais

Publicado em 02/08/2011 18h44
Na volta dos debates em Plenário, a deputada Eliana Pedrosa (DEM) ocupou a tribuna na tarde desta terça-feira (2) para criticar, "com perplexidade", notícias veiculadas na mídia durante o recesso legislativo, com denúncias contra ela sobre suposta distribuição de benefícios irregulares, quando estava à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social, do GDF."Ainda bem que estou sendo acusada de um rol de medidas para beneficiar as pessoas", ironizou a parlamentar, enfatizando que a atual secretária daquela pasta  deveria conhecer melhor o funcionamento dos programas sociais.
  Pedrosa comentou ainda que um blog jornalístico que divulgou notas contra ela deveria dar mais atenção, por exemplo, ao fato de o governador Agnelo estar com as suas contas pessoais bloqueadas.
   O líder do PT, deputado Chico Vigilante, também foi à tribuna para comentar a atuação do governo local. "A população está vendo que o nosso governo está deslanchando em várias áreas, como na saúde e nos transportes", destacou o parlamentar. Disse ainda que fará um pronunciamento nesta semana para mostrar o acerto da gestão administrativa do BRB.

Em aparte, o deputado Agaciel Maia (PTC) afirmou que, como presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), pôde constatar "o profissionalismo da nova direção do BRB, que está dando a volta por cima".

Vestibular - O deputado Professor Israel Batista (PDT) defendeu na tribuna a correção das medidas judiciais que garantiram a matrícula dos vestibulandos da Universidade de Brasília (UnB), que ainda não concluíram o segundo grau. "A Lei de Diretrizes Básicas (LDB) prevê a autonomia das escolas em  considerar aptos alunos em final do ensino médio, conforme suas avaliações", explicou.

Agentes comunitários -Distritais, como Celina Leão (PMN) e Chico Vigilante (PT), manifestaram-se em Plenário favoráveis à reivindicação de contratação pelo GDF de agentes comunitários de saúde. Representantes da categoria ocuparam as galerias nesta tarde a fim de reivindicar o atendimento imediato daquele pleito, em razão da iminência do fim do prazo legal. "O governo quer a contratação e só não fará se isso for crime de responsabilidade", anunciou Vigilante.

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