Câmara Legislativa reconhece práticas transformadoras e inclusivas em educação
Câmara Legislativa reconhece práticas transformadoras e inclusivas em educação

A Câmara Legislativa entregou na tarde desta sexta-feira (18), em plenário, moções de louvor a 37 professores e escolas do Distrito Federal que se destacaram por práticas transformadoras e inclusivas em educação. A iniciativa da deputada Arlete Sampaio (PT) teve por objetivo reconhecer e ajudar a disseminar experiências que, pelo caráter inovador e pelos resultados comprovados no maior aproveitamento dos alunos, merecem ser replicadas em outras escolas do DF e mesmo de outros estados.
A seleção contemplou temas como inclusão social, estimulação precoce, estímulo à leitura, educação patrimonial, educação ambiental, melhoria do aprendizado e da autoestima dos estudantes e gestão democrática das escolas.
A distrital petista destacou que, após conquistas como a universalização do ensino fundamental, a expansão do ensino superior e a ampliação do número de vagas na educação básica, o grande desafio para a educação no Brasil, atualmente, é melhorar a qualidade do ensino de maneira geral.
Pesquisas – O presidente da Casa, Wasny de Roure (PT), informou durante a sessão solene que proposta de emenda à Lei Orgânica (PELO) de sua autoria visa a reconstruir o percentual de 2% da receita corrente líquida do DF para o Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP). No governo anterior o percentual foi reduzido para 0,5%. Segundo anunciou o parlamentar, a PELO deve ser votada na próxima semana.
Para reduzir o impacto na gestão orçamentária, Wasny explicou que a ideia é elevar o percentual aos poucos, até chegar nos 2% em 2020. No próximo ano, o valor destinado a pesquisas já subirá de R$ 88 milhões para R$ 106 milhões, com a aprovação da proposta.
Concurso – O professor Gabriel Pereira da Cruz, diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro), ressaltou que, apesar da conquista recente do plano de cargos e carreiras para a categoria, o DF ainda se depara com problemas como a persistência de docentes trabalhando em regime horista.
A subsecretária de Educação Básica do GDF, Edileuza Fernandes da Silva, justificou o regime horista pelas "carências temporárias". Mas, segundo ela, o número de concursados tem aumentado. Nos últimos dois anos foram contratados 3.299 professores, e mais 804 docentes entrarão nas escolas quando finalizado o concurso em andamento.