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Câmara Legislativa homenageia corretores de imóveis

Publicado em 26/08/2009 13h00
Os corretores de imóveis estão na ponta do segmento que movimenta 18% do PIB do Brasil, segundo dados do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci). Essa categoria trabalhista foi homenageada na manhã de hoje (26) no plenário da Câmara Legislativa, antecipando a comemoração do Dia do Corretor de Imóveis - celebrada oficialmente amanhã (27).
 A iniciativa da sessão solene partiu do deputado Dr. Charles (PTB), que presidiu a solenidade."A atuação desse trabalhador extrapola o processo de compra e venda, podendo facilitar a realização do sonho da casa própria e criando muitas vezes um vínculo por toda a vida ", disse o distrital. Para ele, a tendência é que os profissionais da área se qualifiquem cada vez mais: "Não é só o mercado imobiliário que ganha com isso e, sim, toda a sociedade".

:De acordo com o presidente do Cofeci, João Teodoro da Silva, hoje há mais de 80 cursos de Gestão de Negócios Imobiliários em todo o País, e mais de 50% dos corretores têm formação de nível superior em áreas correlatas.

O crescente interesse pela área de corretagem se justifica, entre outros aspectos, pela remuneração dos profissionais. "Um corretor chega a ganhar, em média, de R$ 15 a 20 mil por mês, independente de sua formação escolar", destacou Antônio Bispo Júnior, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci/DF).

Breve história - Regulamentada há 47 anos, a profissão de corretor de imóveis é bastante antiga. Conforme explica Getúlio Romão Campos, vice-presidente do Creci/DF, a atuação desses profissionais no Brasil iniciou-se ainda no período de colonização."Em Brasília, esse mercado de trabalho ajudou a consolidar a própria cidade", apontou o presidente da Junta Governativa do Sindimóveis, Geraldo Francisco do Nascimento.

 Participação feminina - O deputado Dr. Charles elogiou a atuação de mulheres na área da corretagem. Dados do Cofeci revelam que o número de corretoras inscritas no Conselho saltou de 8,3% em 1995 para 22% em 2005.

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