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Câmara Legislativa comemora Dia do Médico nesta sexta-feira (20)

Publicado em 19/10/2017 08h13

A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza sessão solene nesta sexta-feira (20), às 19h, no plenário da Casa, para comemorar o Dia do Médico. A iniciativa da homenagem partiu dos deputados Bispo Renato Andrade (PR) e Celina Leão (PPS). Participarão do evento parlamentares, autoridades, médicos e representantes de entidades de classe. O dia especial dedicado aos médicos é 18 de outubro em referência a São Lucas, que era médico e escritor, tido como um dos quatro evangelistas do Novo Testamento.

O deputado Bispo Renato ressalta que a Câmara Legislativa, como órgão de representação da população do Distrito Federal, não poderia deixar de prestar essa justa homenagem aos médicos de Brasília, pela relevância dos serviços que prestam à comunidade e pela importância desses profissionais para a saúde das pessoas.

Reconhecimento - Ele lembra que o Dia do Médico é comemorado e normatizado em diversos estados e municípios brasileiros, como forma de reconhecimento de uma das mais relevantes profissões, que agrega um conjunto de especialistas focados na saúde humana, buscando proporcionar a todos uma vida saudável e digna.

"A saúde constitui direito social constitucionalmente previsto e, para que haja sua manutenção, convém destacar o papel fundamental dos profissionais da medicina", acrescenta o deputado.

Bispo Renato Andrade destaca, ainda, que a sessão solene comemorativa ao Dia do Médico traz também a oportunidade de se fazer uma reflexão sobre a problemática da saúde pública no DF. É um momento para pedir maiores investimentos na saúde e garantia de condições adequadas de trabalho.

História – A medicina se constituiu em ciência na Grécia, com os primeiros relatos e experimentos de Hipócrates, há mais de 2 500 anos. Naquela época acreditava-se que os males do corpo eram consequência de um desequilíbrio dos líquidos presentes no organismo. Com o crescimento de Roma, muitos médicos do mundo todo se mudaram para lá a fim de desenvolver seus estudos.

No Egito, o exercício da medicina se aperfeiçoou com uma estreita ligação com a religião, afinal, os médicos atendiam aos faraós, que eram considerados a encarnação de deuses. Durante a Idade Média o grande desafio era vencer as imposições e as proibições da religião que, ao propor que o corpo humano era sagrado, impedia que houvesse dissecações e o próprio estudo das partes internas do organismo.

Com o fim das imposições, a medicina se desenvolveu e, aliada à descoberta de outras ciências como a biologia, a física, a química, além da própria sociedade em si, chegou ao modelo de ciência que conhecemos atualmente.

No Brasil – No período que se estende do século XVI ao início do século XIX, os profissionais habilitados, portadores de "licença", de diploma ou "carta" para exercer a Medicina no Brasil, foram os físicos e os cirurgiões. Sofreram, contudo, a concorrência dos não habilitados, isto é, dos "práticos", que eram os curandeiros, curadores, entendidos, curiosos, entre os quais se incluíam os pajés, os boticários e barbeiros, além dos jesuítas. Os físicos, ou médicos propriamente ditos, foram principalmente os licenciados pela Universidade de Coimbra.

Em 1808 foram criadas as primeiras escolas médicas no Brasil e, desde então, houve uma proliferação de faculdades e um consequente aperfeiçoamento do aprendizado da medicina, resultando num corpo profissional altamente qualificado, inclusive com nomes de repercussão internacional, contribuindo para a saúde dos brasileiros e aprimoramento da ciência humana.

 

 

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