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Câmara lança a Frente Parlamentar do Mercado Imobiliário

Publicado em 28/10/2015 09h08

Foi lançada hoje (28), no plenário da Câmara Legislativa, a Frente Parlamentar do Mercado Imobiliário. Composta pelos deputados Rodrigo Delmasso (PTN), Bispo Renato (PR), Sandra Faraj (SD) e Raimundo Ribeiro (PSDB), a frente tem por objetivo defender os interesses do setor na CLDF e propor projetos de lei em prol do mercado imobiliário local. Ao final dos debates, Delmasso se comprometeu a reunir-se com o Ministro Fazenda e com o Secretário de Fazendo do DF para encaminhar as reivindicações do setor, com destaque para a isenção de ICMs para a compra de veículos.

Participaram do lançamento da frente parlamentar representantes dos vários segmentos que atuam no mercado imobiliário. O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-DF), Hermes Rodrigues, disse contar com os deputados da frente para aprovar matérias de interesse dos corretores da capital. "Nossa pauta de reivindicações para os corretores inclui a isenção de ICMS para compra de veículos, a criação de um clube recreativo, a inserção do número de inscrição do CRECI na escritura pública e a definição de um piso salarial. Também precisamos com urgência da regulamentação das praças de negócios imobiliários em todas as regiões administrativas", elencou.

Ovídio Maia, vice-presidente do Sindicato da Habitação do DF (Secovi), ressaltou a importância da formalização dos que atuam no comércio e criticou o governo por permitir a atuação do mercado informal no DF. "A informalidade é um problema sério, uma concorrência desleal com o empresário regularizado que paga impostos e gera empregos. No Setor Comercial Sul, por exemplo, os camelôs já voltaram a se instalar sem qualquer reação do governo. Onde está a Vigilância Sanitária e a Agefis para coibir os ambulantes? Os quiosques são abertos em frente dos melhores pontos comerciais e não pagam nada de imposto", reclamou.

Já o presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do DF (Ademi), Paulo Muniz, lamentou o desaquecimento do mercado. "A economia do DF parou simplesmente porque não há nenhuma obra pública sendo realizada. É a construção civil que move a nossa economia. Mas a burocracia e a desorganização são tão grandes que muitos investidores devolveram terrenos para a Terracap e desistiram dos empreendimentos", afirmou.

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