Ata Circunstanciada Sessão Solene 9002/2026
DCL n° 003, de 08 de janeiro de 2026 - Suplemento
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TERCEIRA SECRETARIA
Diretoria Legislativa
Setor de Registro e Redação Legislativa
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Está aberta a sessão.
Dá-se início à ordem do dia.
(As ementas das proposições são reproduzidas conforme ordem do dia disponibilizada pela Secretaria
Legislativa; as dos itens extrapauta, conforme PLe.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 2.100/2025, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 7.827, de 18 de dezembro de 2025, para estabelecer nova
pauta de valores venais de veículos automotores usados registrados e licenciados no Distrito Federal
para efeito de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA,
relativamente ao exercício de 2026”.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 2.100/2025.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, quero lembrar às pessoas
que estão nos acompanhando – a TV Câmara Distrital tem uma boa audiência – que hoje é dia 23 de
dezembro, amanhã será dia 24. O governo tem que sancionar este projeto até dia 31.
Das pessoas que têm carro ou moto no Distrito Federal, 60% não pagaram o IPVA de 2025,
estão devendo. O governo havia mandado um projeto a esta casa – e não fui eu nem ninguém do PT
que elaborou este projeto – e o sancionou. Nós avisamos que estava errado, mas ele o sancionou.
Agora nos mandam este projeto que, comparativamente ao projeto anterior que o governo havia
mandado, tem um aumento de 8% – estou comparando os valores com o da lei anterior, sancionada
pelo governador Ibaneis Rocha. Ele sancionou a lei e agora manda a correção da tabela que
aumenta o valor em 8%.
Comparativamente ao ano de 2025, 1.225.233 de automóveis terão aumento de 1,63%. De
caminhões, 26.310 terão reajuste de 2,30% acima da tabela do ano de 2025.
Os ônibus e micro-ônibus estão tendo um aumento na tabela de 1,64%. Porém, eu não sei
de onde diabos a Fipe concluiu que teriam que aumentar o imposto o tanto qu e o
aumentaram para as motos. Eu não ando de moto, nunca montei numa moto, mas a moto na
maioria das vezes é instrumento de trabalho das pessoas que não têm carteira assinada, das
pessoas que são extremamente exploradas. Haverá um aumento no IPVA delas de 4,17%. Por que
estão aumentando tanto o valor para as motos e similares? Qual é a explicação para isso? Enquanto
isso, para as caminhonetes e utilitários, a Fipe calculou que elas terão um reajuste de menos 0,11%.
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É disso que se trata.
Portanto, para quem votou nesse projeto, é bom esclarecer para a população que o pessoal
proprietário de motos, o qual a maioria usa para o trabalho, vai pagar 4,17% a mais. Se o governo
tivesse deixado o projeto do jeito que ele mandou – já que agora ele mandou com um aumento de
8% –, ele deixaria de arrecadar R$172 milhões, e não R$600 milhões como o pessoal do governo
espalhou por aí.
Eu ainda agora fiz um pedido ao nosso assessor especial da liderança do Partido dos
Trabalhadores. Nós vamos encaminhar ainda esta semana, talvez amanhã, um requerimento ao
Tribunal de Contas do Distrito Federal. Eu quero que aquele tribunal faça um pente-fino nas contas
do Distrito Federal, quero que ele apure tudo. Isso pode levar um ano, mas eu quero uma apuração
completa, porque a informação que eu tenho é que o Distrito Federal está quebrado. Portanto, nós
precisamos saber isso efetivamente. O tanto de dívida que tem a ser paga é um negócio... Portanto,
nós queremos saber disso.
Eu não sei quem vai ganhar as eleições de 2026, mas é preciso que todo mundo na
sociedade que paga imposto tenha a noção exata de como é que estão as contas do Distrito Federal.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Hermeto, que falará por videoconferência.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Por videoconferência. Para discutir.) – Presidente, está havendo
um aumento médio de 1,72%. É uma correção na tabela Fipe que é adotada há 10 anos, que
ocorreu inclusive no governo em que o deputado Chico Vigilante foi líder.
Então, o que eu quero dizer é que ninguém está fazendo um aumento astronômico de IPVA.
Porém, agora tudo aqui vira polêmica. Todo ano nós votamos o IPVA na Câmara Legislativa, mas,
como falta menos de 1 ano para a eleição, isso virou uma catástrofe.
Volto a repetir: se ocorre uma enchente na Ceilândia, a culpa é do Drenar DF, que foi feito
para cuidar da Asa Norte, para que águas não invadam a UnB. Pelo amor de Deus, gente! Vamos
polemizar, mas vamos polemizar com uma situação mais concreta. Vamos esperar, deputada Paula
Belmonte, com todo o respeito à senhora. Respeito muito a deputada. Sua excelência é
independente aqui.
(Falha na transmissão.)
DEPUTADO HERMETO (MDB. Por videoconferência. Para discutir.) – Vamos polemizar ano
que vem nas urnas, está certo? Desde que eu me entendo por gente no Distrito Federal, todo ano
houve recomposição de IPVA pela tabela Fipe. Em todos os anos que choveu em dezembro havia
buraco. Isso ocorreu em todos os governos: do Roriz, do Agnelo, do Arruda, até no do incompetente
Rollemberg. Então, vamos polemizar ano que vem, vamos para as urnas e vamos ver quem continua
no governo e quem volta para esta casa.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Max Maciel.
DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL. Para discutir.) – Presidente, estamos no segundo turno, para
votar um projeto ao qual já votamos “não” pelas explicações já apresentadas, mas eu queria
aproveitar este momento de discussão para dizer o seguinte: nós estamos fazendo o que o governo
está chamando de uma correção. Estamos apontando que, nessa correção, de acordo com a tabela
que está sendo apresentada, de fato, há aumento. Alguns, especificamente, vão, sim, pagar mais.
Quero chamar a atenção para o compromisso do orçamento do Distrito Federal com as
pessoas. Estamos encerrando o ano numa sessão extraordinária – esse é o recado que está sendo
dado.
Respeitando o líder do governo, eu queria dizer que o Distrito Federal está fechando o ano
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sem pagar catadores do SLU. O Distrito Federal está fechando o ano sem pagar os caminhoneiros
que prestam serviços ao Governo do Distrito Federal. O pagamento deles está pendente há 6 meses.
O Distrito Federal está encerrando 2025 com o fechamento de 10 leitos do Hospital da Criança,
porque o governo não está fazendo o repasse necessário. O Distrito Federal está encerrando o ano
com o pagamento em atraso dos educadores sociais voluntários. O trabalho deles é tão precarizado
que chega a ser análogo à escravidão. E eles ainda recebem o pagamento atrasado.
O Governo do Distrito Federal está encerrando o ano com essa configuração no tocante a
orçamento. O Governo do Distrito Federal não está honrando grande parte dos compromissos.
Esta casa aprovou, ainda neste mês, matéria referente às entidades sociais. Elas ainda não
receberam dinheiro pelos seus serviços e estão querendo fechar as portas para os atendimentos.
Estamos aprovando nova alíquota, mas fica a deixa para o debate a partir do dia 2 de
fevereiro. O que o Governo do Distrito Federal tem feito com o orçamento, para tantos prestadores
de serviços e conveniados não receberem pagamento, conforme compromisso firmado?
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – O deputado Eduardo Pedrosa acaba de
lembrar que, na última sessão, aprovamos crédito para as entidades sociais. Recursos da Câmara
Legislativa do Distrito Federal vão ajudar.
Continua a discussão.
Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB. Para discutir.) – Presidente, como mãe de 6 filhos,
tenho uma missão de vida.
Não é a pauta de hoje, mas disseram neste plenário que a Câmara Legislativa tem que fazer
emenda para ajudar a pagar o Hospital da Criança! Sinceramente, presidente! Essa é uma obrigação
do Governo do Distrito Federal! Fico muito feliz pelo fato de o deputado Eduardo Pedrosa destinar
emenda ao Hospital da Criança, mas 10 leitos estão fechados. Todas as primeiras consultas foram
canceladas.
Ontem, no HMIB, estava caindo água. É esse hospital que recebe as crianças do Distrito
Federal. Como um país pode melhorar o seu desenvolvimento sem cuidar das crianças? Quero
chamar mesmo a atenção da população.
Penso que não estamos numa eleição. Quero dizer que o Distrito Federal precisa de um olhar
diferente, mesmo. Sabemos o que aconteceu em todos os governos anteriores. O governo tem que
ter um olhar diferente. Ele tem que ser mais empático, ter mais responsabilidade no orçamento e ser
mais transparente. É disso que o Distrito Federal precisa. Não precisamos de alguém que olhe para
trás e diga: fiz melhor do que o que fez errado. Não temos que ter compromisso com isso, não!
Temos que ter compromisso com a melhora. Estamos na capital federal, que tem R$74 bilhões!
Quero deixar algo claro para a população. Pedimos para o governo se posicionar por causa
de uma emenda que vai aumentar o IPVA. Podem falar que o aumento vai ser só de 1%. Existem
crianças que não vão para projetos sociais porque não têm dinheiro para pagar a passagem! Isso
está acontecendo no Distrito Federal! E falam que o aumento vai ser só de 1,6%! Qualquer aumento
no bolso do pai trabalhador ou desempregado pesa!
Há outra coisa! A população da Ceilândia tem que ser respeitada! Dizem: “Ah, mas isso foi lá
na Ceilândia”. O que é isso? A população da Ceilândia é a maior do Distrito Federal e não pode cair
na cratera! O que é isso? Estamos falando da capital federal. Capital federal é todo o Distrito Federal:
Ceilândia, Sobradinho, Planaltina, Santa Maria e todas as demais cidades. A capital federal não é só o
Plano Piloto. No Plano Piloto estão os ricos, os que têm condições financeiras. Nós temos que
defender todos do Distrito Federal. No Distrito Federal há várias regiões administrativas, e elas têm
que ser representadas por nós.
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Hoje nós estamos votando, em segundo turno, um projeto que foi votado em dezembro de
forma errada – erradamente, para mostrar a competência do governo. Essa emenda foi rejeitada
pelo governo. Agora, no dia 23 – chamo a atenção, véspera de Natal –, estão querendo fazer uma
emenda de faz de conta. Eu quero deixar claro que a Câmara Legislativa está avisando que vai haver
aumento.
Deputado, há mais de 45 mil motoqueiros no Distrito Federal. Nós não podemos deixá-los na
mão, porque são pessoas que sustentam as suas famílias. Eles vão sofrer aumento, essa é a
realidade.
Que Deus abençoe todos.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Paula Belmonte.
Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Presidente, o líder do governo trouxe um
debate atravessado – mas importante – sobre as responsabilidades do governo.
Hoje é dia 23 de dezembro de 2025. Já são 7 anos desse governo. Como dizer que os
problemas da cidade não são de responsabilidade do atual governo? São 7 anos governando esta
cidade, que está um caos – um caos! O governo não consegue acertar as contas, não repassa a
verba para o Hospital da Criança.
O deputado Eduardo Pedrosa lembrou que, para o pagamento das entidades sociais, foi esta
casa que salvou o governo. Isso é uma irresponsabilidade, porque a população ficaria sem
atendimento. O governo deixa o trabalhador sem salário no final do ano; além disso, há crateras
abrindo nas ruas. A responsabilidade é de quem se não é do governo?
As pessoas estão morrendo nas filas dos hospitais e há falta de creche nesta cidade, mas
tentam falar que isso não existe. É claro que existe, infelizmente. Por causa da falta de creche, uma
criança faleceu em uma creche clandestina neste mês. Não há vaga em creche pública, mas o
governo diz que não há fila para creche.
Que cidade é essa em que o governo está vivendo? É impressionante o caos que esta cidade
virou.
Agora vai haver reajuste no IPVA. O governo não respondeu uma pergunta simples, e o
boleto vai chegar mais caro ano que vem. Vai chegar mais caro, deputada Paula Belmonte, não
somente para 45 mil pessoas. Há 270 mil motos nesta cidade. Vai chegar um boleto mais caro
principalmente para essa turma que usa a moto para tentar colocar comida em casa.
O Distrito Federal tem o dobro da média do desemprego nacional. Não há política séria de
geração de emprego e renda no DF. A responsabilidade é de quem? É do governo. São 7 anos de
governo.
É sobre isso que nós queremos discutir, mas o líder do governo atravessou esse debate. Esse
debate é fundamental, e nós vamos fazê-lo.
Isso não é uma antecipação do debate eleitoral, até porque quem está em campanha há 3
anos é a vice-governadora Celina Leão, que parou de governar e está fazendo campanha.
Esse é um debate que precisa ser levado a sério.
Presidente, eu me inscrevi para discutir a questão do erro da Tabela Fipe. O GDF tem um
contrato com a Fipe, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, no valor de R$55.144, mas a Fipe
apresentou a tabela errada.
É preciso fazer um debate sobre gestão pública. Como a Secretaria de Economia...
Deixo aqui, presidente, uma indicação. Tenham uma tabela própria, um banco de dados
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próprio para pensar a política pública para a cidade. Assim saberão qual é a arrecadação, qual é a
base de dados, qual é a base de cálculo, para – aí, sim – fazer política pública de justiça fiscal,
isentando aqueles que mais precisam, isentando aqueles que usam o transporte individual para
trabalhar; e para, quando houver reajuste, fazê-lo no andar de cima. Porém, a lógica desse governo
é oposta. Para esse governo, isenção fiscal é para o andar de cima, enquanto o andar de baixo paga
mais caro.
Há um contrato com uma empresa privada para mandar uma tabela que o governo não
consegue fazer, e a empresa manda a tabela errada. Então, também há um problema de gestão
muito sério em relação a quem cuida, ou deveria cuidar, do orçamento e da política pública da
cidade. Como o governo não garantiu que não vai aumentar o IPVA, nós votaremos “não” também
no segundo turno.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, hoje é dia 23, nós temos
todo o tempo do mundo. Até o dia 25, se for preciso, ficaremos aqui. Não há problema nenhum. Eu
sou vigilante e não me avexo com as coisas.
Eu quero repetir, presidente deputado Wellington Luiz, que 270.136 proprietários de moto –
são 270.136 – irão pagar mais imposto. O deputado Hermeto, líder do governo, por quem eu tenho
muito respeito, disse: “Não, a média é 1,63”. Mas, se você pegar um sujeito e colocá-lo num forno,
com a cabeça no gelo e os pés na temperatura máxima, a temperatura do corpo vai dar a média, só
que os pés do danado vão queimar! É o que está acontecendo agora com o pessoal que é
proprietário de moto.
Não sei qual a bronca do governo com os proprietários de moto, pois eles é que vão pagar o
pato. Quem errou não fomos nós; quem errou foi o governo. Ele contratou essa Fipe, que manda,
faz estimativa e tudo. O governo mandou o projeto errado, disse que estava perdendo R$600
milhões. Não são R$600 milhões – se mantivesse o que estava anteriormente, só seriam R$172
milhões. Se verificarmos o tanto de isenção que é dada no Distrito Federal, veremos que é muito
mais do que esse pouco que seria de abatimento no IPVA.
Eu quero lembrar uma questão, já que tocaram no assunto, presidente. Eu e vossa
excelência encaminhamos um ofício cobrando o pagamento das entidades que cuidam de idosos,
porque elas estão sem receber. Se não pagam as entidades que cuidam de idosos, que são os mais
fragilizados, eles vão ficar até sem comer, ou vão ficar comendo de esmola que outros levam como
ajuda. Portanto, as entidades precisam ser pagas. Fomos eu e vossa excelência que encaminhamos o
ofício.
Ainda há mais uma questão. Não sei se o governo pagou para a base dele, mas há emendas
nossas, cuja execução é obrigatória, que não foram empenhadas. Não empenharam! Cito, por
exemplo, um pedido da Novacap; eu coloquei uma emenda de R$500 mil para a feira do P Norte,
que está sendo reformada. A emenda não foi empenhada, a obra vai parar e sabe Deus quando será
retomada novamente. Uma série de outras emendas também não foram empenhadas. Portanto,
exigiremos o cumprimento das emendas que são obrigatórias, que o governo tem que executar e
que não executa.
Deputado Eduardo Pedrosa, vossa excelência é o presidente da Comissão de Economia,
Orçamento e Finanças. Se o governo do presidente Lula não cumprir, não executar emendas que são
obrigatórias para o governo federal, imagine a confusão que daria! A base do governo existe não só
para dizer amém, não! Ela existe para fazer com que a separação e a autonomia dos Poderes sejam
respeitadas. Isso aqui não é puxadinho do Palácio do Buriti!
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Chico Vigilante, daqui a
pouco, tão logo encerre a sessão, eu vou me encontrar com o secretário Daniel e vou verificar essa
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situação, bem lembrada por vossa excelência. Os nossos idosos, as nossas crianças, os nossos
deficientes precisam, de fato, de uma atenção especial.
Eu me comprometo com o senhor. Assinei o ofício proposto por vossa excelência, até porque
entendi ser algo extremamente pertinente e necessário. Fica o meu compromisso: logo que a sessão
encerrar, vou me encontrar com o secretário Daniel. Vou pedir ao Maurício que me ajude nisso, para
que possamos discutir e ter uma previsão de pagamento para as entidades que cuidam dos nossos
idosos.
Obrigado, deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, quero só fazer um esclarecimento,
até porque o crédito não é meu, é de algo que não fui eu que fiz. Trata-se da questão de a Câmara
Legislativa ter destinado um recurso – emendas – para ajudar, no final do ano, o governo a custear
as despesas com as entidades sociais. Foi um pedido do governo. Na verdade nós vimos a demanda,
a necessidade.
A Câmara Legislativa trabalhou com eficiência para economizar esses recursos, junto com
vossa excelência, com o deputado Roosevelt Vilela e com a Mesa Diretora, para que esses recursos
pudessem ser alocados para ajudar o governo. Portanto, esse crédito é de toda a Câmara Legislativa,
principalmente de vossa excelência. Eu não poderia deixar de falar que foram R$23 milhões
encaminhados para ajudar a pagar as entidades de assistência social do Distrito Federal. Se falta
alguma coisa, não sabemos. Podemos acompanhar e ver como podemos ajudar mais, que é o nosso
papel.
Em relação às emendas obrigatórias do deputado Chico Vigilante, eu tenho um
posicionamento semelhante. Acho importante e fundamental o governo executar as emendas
obrigatórias. Conte comigo, deputado Chico Vigilante, nessa cobrança.
No que diz respeito àquelas emendas que não são obrigatórias e que não foram executadas,
os deputados podem, neste final de ano, conversar com o secretário de Economia e liberá-las para
que elas possam ajudar a custear outras coisas no governo. Essa é também uma forma de dar a sua
contribuição no final do ano. Sabemos que, no final das contas, esse dinheiro é fruto do mesmo lugar
– da arrecadação de impostos da população do Distrito Federal – e vai para o mesmo saco – para o
pagamento das despesas do governo local.
Em relação ao projeto em si, eu acho que foi muito discutido em relação ao IPVA e eu, pelo
menos, tenho um posicionamento. Eu até estou pedindo uns estudos e vou trabalhar para isso. Já
falei publicamente que defendo a isenção do IPVA, principalmente para os entregadores de
aplicativos e para o donos de moto de até 180 cilindradas. Isso tem que ser estudado e construído
com responsabilidade, mas é algo viável. Minha defesa sempre foi essa e vai continuar sendo. Nós
somos responsáveis pelo que votamos, e hoje estamos votando um projeto com uma emenda
apresentada. Por isso, não vejo por que debater o tempo todo as mesmas coisas, sendo que a nossa
responsabilidade é fazer o que estamos fazendo. A ideia é avançarmos para votar.
Obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Eu me somo à relação dos que
contribuíram para a economia e para que pudéssemos devolver dinheiro para pagamento de
prioridade. Vossa excelência foi extremamente fundamental, inclusive, orientando-nos. Não só vossa
excelência mas também o deputado Roosevelt Vilela, que cuida do orçamento, tiveram um papel
fundamental nisso. Eu apenas assinei. Os senhores é que realmente fazem o controle.
Obrigado.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Por videoconferência.) – Presidente, eu gostaria de terminar
sem polemizar. Eu nunca desrespeitei a Ceilândia ou qualquer comunidade, porque todos sabem de
onde eu vim. No entanto, eu acho que há um oportunismo político muito grande. Por exemplo, eu
moro na Candangolândia, ao lado do Núcleo Bandeirante e da Vila Cauhy, onde havia enchente
todos os anos. Nós construímos os gabiões e, graças a Deus, há 2 anos não há enchente aqui. Eu
tenho muito respeito por essas cidades, mas é muito oportunismo dizer que, se houver uma
enchente na Vila Cauhy, será culpa do Drenar DF, porque ele só cuida da Asa Norte e de outras
cidades. Eu acho isso um oportunismo muito chato. É mesquinho justificar qualquer enchente em
Brasília pelo fato de o governo ter gastado milhões e milhões no Drenar DF, visto que sabemos que
obra foi feita, para que foi feita e em que sentido foi feita, e sabemos que não tem nada a ver com
outras enchentes.
Era o que eu tinha a dizer, presidente.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, embora não seja o tema relacionado, eu
gostaria de fazer um alerta.
Até hoje, 23 de dezembro, os hospitais privados não pagaram corretamente o 13º de
milhares de trabalhadores da enfermagem. O que eles estão pagando é um 13º baseado no salário
sem contar com o que eles chamam de complemento do piso. Eu fiz uma denúncia ao Ministério
Público do Trabalho com relação especificamente a alguns hospitais, mas vou citar um hospital: o
Hospital Brasília, que não pagou de forma correta. Há muitos trabalhadores esperando o pagamento.
Enquanto a maioria dos trabalhadores brasileiros já receberam a sua segunda parcela do 13º, eles a
receberam de forma errada. Nós denunciamos isso ao Ministério Público do Trabalho e vamos
continuar nessas denúncias.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, com relação à questão dos idosos, das
crianças e dos adolescentes, é muito sério o que aconteceu, pois algumas casas fecharam. Quero
registrar a emenda do deputado Eduardo Pedrosa, que trouxe a possibilidade de essas casas não
fecharem. Infelizmente, alguns trabalhos não tiveram continuidade na unidade de acolhimento de
idosos, crianças e adolescentes.
Hoje a Câmara Legislativa realizou um bom trabalho: está devolvendo ao GDF R$16 milhões.
Já havíamos devolvido R$23 milhões anteriormente, e hoje mais R$16 milhões.
É importante destacarmos ao governo a necessidade de remanejar esse recurso devolvido
para o pagamento das unidades de acolhimento. Refiro-me não apenas às unidades de acolhimento
de crianças e adolescentes, mas também às dos idosos. Isso é fundamental.
Infelizmente, há poucas casas de acolhimento para idosos. É necessário fortalecer esse
sistema, pois a população de Brasília está envelhecendo e precisamos garantir essa segurança.
Fica registrada a sugestão à Mesa Diretora: como estamos devolvendo mais de R$16
milhões, que esse recurso seja destinado ao pagamento dessas unidades de acolhimento.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada.
Aproveitando a fala da deputada sobre a devolução dos R$16 milhões, solicito aos deputados
que ainda não assinaram o ato para devolução desse valor que, por gentileza, o façam caso,
obviamente, estejam de acordo. Solicito que a assinatura seja realizada o mais rápido possível.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pela ordem.
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, durante a discussão, nossos motociclistas
foram mencionados diversas vezes. Se o número estiver correto, são mais de 40 mil famílias, mais
de 40 mil motociclistas. Não sei se esse número é realmente preciso, mas o fato é que existem 270
mil motocicletas no Distrito Federal. Eu gostaria de registrar que propus um projeto de isenção do
IPVA para pessoas que trabalham com motocicletas e precisam delas para sustentar suas famílias.
Aos deputados que desejarem apoiar a proposição – para que possamos votá-la com o aval
do governo, informo ser o Projeto de Lei nº 2.101/2025 que propõe a isenção do IPVA para os
motociclistas que dependem da motocicleta para sustentar suas famílias e trabalham com isso.
Registro apenas para informar isso, presidente, e pedir o apoio dos parlamentares ao Projeto
de Lei nº 2.101/2025.
Obrigado.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, vou fazer algo que entendo que
nem seria necessário, mas eu vou fazê-lo. Sou responsável, sou deputado, tenho o mandato
concedido pela população, e me reporto à população. Raríssimas vezes utilizaria o microfone para
dizer o que vou dizer.
Meu voto é meu. Não tenho responsabilidade com ninguém. Sou base de governo e só peço
que observem minha votação para o governo. Nunca faltou um voto para o governo, porque sou
base, tenho responsabilidade. Agora, questionarem o motivo de eu ter saído?!
Presidente, precisei me ausentar e não retornei para votar o projeto em primeiro turno.
Estou reformando minha casa, é muita poeira, estou com uma crise alérgica de rinite. Apenas fui ao
banheiro e, quando voltei, a votação do projeto, em primeiro turno, já havia passado.
Afirmo que nem seria necessário abordar esse tema aqui. Trago isso à tona porque não
aceito que outro deputado venha questionar meu voto, já que não questiono o voto dele. Quero
dizer para esse deputado que cumpro minha responsabilidade com minha presença nesta casa, não
falto às sessões e não falto às votações para o governo. Portanto, acredito que mereço respeito.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado, desconheço o assunto ao
qual vossa excelência está se referindo, mas quero registrar que sou testemunha do seu
compromisso. Seja votando contra ou a favor, pois isso é uma prerrogativa do deputado, a presença
de vossa excelência é constante, e nós sempre contamos com ela.
Digo tudo isso apenas para afirmar que não haveria necessidade de vossa excelência se
manifestar sobre esse tema, pois seus atos falam por si.
Obrigado, deputado.
Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados que aprovam o Projeto de Lei nº 2.100/2025, em segundo turno, que
votem “sim” e aos que o rejeitam que votem “não”.
(Realiza-se a votação nominal.)
DEPUTADO DANIEL DONIZET (MDB. Por videoconferência.) – Sim.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB. Por videoconferência.) – Não.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Por videoconferência.) – Sim.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 2ª S.E. (2478387) SEI 00001-00052627/2025-84 / pg. 8
DEPUTADO IOLANDO (MDB. Por videoconferência.) – Sim.
DEPUTADO PEPA (PP. Por videoconferência.) – Sim.
DEPUTADO ROBÉRIO NEGREIROS (PSD. Por videoconferência.) – Sim.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.
Houve 16 votos favoráveis, 7 votos contrários e 1 ausência.
Foi aprovado, em segundo turno, o projeto.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, quero adiantar aqui um assunto de muito
debate para o próximo ano. Vi pela imprensa que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha,
anunciou que irá vender o Centrad.
Quero dizer à população que assiste à sessão que o governador Ibaneis não pode vender o
Centrad, porque o Centrad não é dele. O Centrad é uma parceria público-privada que ainda não foi
resolvida com as empreiteiras que o construíram. Envolve a Caixa Econômica Federal, que é dona do
empréstimo feito, e me parece que o BNDES também emprestou dinheiro. Portanto, o governador
Ibaneis não pode efetivamente vender o Centrad. Ele falou algo que não pode fazer. Ele pode muito,
mas não pode tudo. Reafirmo que ele não pode vender o Centrad, porque o Centrad não é dele.
O Centrad é um fator de desenvolvimento para a região de Ceilândia, Taguatinga e
Samambaia especialmente. Portanto, precisamos fazer um debate muito profundo sobre o Centrad.
Repito: o governador não pode vender o Centrad.
Por último, presidente, quero desejar um feliz Natal a todos os trabalhadores e trabalhadoras
desta casa. Destaco o trabalho fenomenal feito pela TV Câmara Distrital. Ela conta com uma equipe
de muita responsabilidade, que realiza um trabalho realmente muito bom. Tenho assistido mais à
programação dela. Está muito boa.
Presidente deputado Wellington Luiz, está na hora de buscarmos a retomada de um projeto
que já havíamos acertado com o Ministério das Comunicações: a rádio distrital. Além da TV Câmara
Distrital, queremos também a rádio distrital da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Obrigado, presidente.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, eu não poderia deixar de passar que o erro
na tabela foi um deslocamento que a Fipe fez para a esquerda dos valores dos automóveis. Isso
significa o quê, deputada Paula Belmonte? Se permanecesse o deslocamento para a esquerda, o
povo pagaria menos. Como a votação ocorrida há pouco deslocou a tabela para a direita, o povo
pagará mais caro.
Registro aqui a lição deste final de ano: quando vamos para a esquerda, a situação fica
melhor para o povo; como o Governo do Distrito Federal preferiu deslocar a tabela para a direita, o
povo pagará mais caro, na média, 8%. Então, deixo registrado que a Fipe errou ao não deslocar a
tabela para a esquerda, onde o povo seria beneficiado.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, quero aproveitar esta oportunidade para
registrar que, infelizmente, o governo não se comprometeu hoje com essa votação – uma votação
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num pré‑Natal, vamos dizer assim, em um momento especial da população. Estamos à mercê do
governo, caso ele queira aumentar o IPVA. Registro que essa responsabilidade é dele. Espero que o
governo não vete, não derrube o que votamos.
Aproveito também para desejar a toda a população do Distrito Federal um feliz Natal. Que
Deus a abençoe!
O dia 24 é muito especial para mim, porque é o aniversário da minha mãe, e uma data em
que podemos nos reunir com as pessoas que amamos – amigos e familiares. Que a nossa sociedade
seja uma sociedade do bem que não tenha nenhum político de estimação! Que nossas políticas
públicas sejam voltadas para a nossa população. Que Deus nos abençoe!
Desejo a todos um feliz Ano-Novo! Que todos entrem em 2026 com amor no coração, com
responsabilidade, para que possamos fazer melhor do que está sendo feito.
Era isso, presidente. Muito grata.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Paula Belmonte.
Quero agradecer a presença de todos e todas, dos assessores e das assessoras, dos
deputados e das deputadas. Desejo a todos e a todas um feliz Natal. Que Deus abençoe cada um de
vocês. Um feliz Ano‑Novo!
Acredito que não haverá mais sessão extraordinária até o final de ano.
Agradeço a todos os representantes do Executivo, na pessoa do secretário Maurício, do
secretário Gustavo Rocha e do secretário Anderson.
Obrigado a todos e a todas.
Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a sessão.
Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos
conforme informados pelos organizadores dos eventos.
Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento
Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Siglas com ocorrência neste evento:
BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
Centrad – Centro Administrativo
Fipe – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
GDF – Governo do Distrito Federal
IPVA – Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores
PLe – Processo Legislativo Eletrônico
UnB – Universidade de Brasília
As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.
Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr
ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 05/01/2026, às 14:19, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora
n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de
2025.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
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