Ata Circunstanciada Sessão Extraordinária 38/2026
DCL n° 003, de 08 de janeiro de 2026 - Suplemento
Ver DCL completoCCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL
TERCEIRA SECRETARIA
Diretoria Legislativa
Setor de Registro e Redação Legislativa
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Está aberta a sessão.
Solicito que os deputados registrem a presença nos terminais.
(Realiza-se a verificação de presença.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Convido o deputado Roosevelt Vilela a
secretariar os trabalhos da mesa.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, eu pedi algo antes do encerramento da
sessão: se vossa excelência quiser votar o projeto do Confaz, já poderíamos votá-lo, porque o
substitutivo já está pronto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Chico Vigilante, vamos votar
primeiro esses projetos e, depois, voltaremos para o projeto do Confaz. Já concluímos o acordo, não
é? Agora isso está ok.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Mas eu continuo esperando explicação sobre a mansão
do Papai Noel.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, solicito a vossa excelência a retirada da ordem do
dia do Projeto de Lei nº 2.015/2025 e a inclusão do Projeto de Lei nº 2.096/2025.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É projeto do Poder Executivo?
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Sim.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Então, é vossa excelência que manda.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – É o projeto referente às alíquotas.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Perfeito.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 2.041/2025, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 7.735, de 22 de julho de 2025, que “dispõe sobre as diretrizes
orçamentárias para o exercício financeiro de 2026 e dá outras providências”.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 1
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 2.041/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 22 deputados.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 2.059/2025, de autoria do
Poder Executivo, que “Abre crédito suplementar à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor
de R$ 8.196.129,00”.
Antes de iniciarmos a discussão desse projeto, nos termos do art. 208, inciso II, do
Regimento Interno, declaro aprovada a redação final do Projeto de Lei nº 2.041/2025.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 2.059/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 22 deputados.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 1.998/2025, de autoria do
Poder Executivo, que “Abre crédito suplementar à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor
de R$ 7.191.337,00”.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 1.998/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 22 deputados.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei Complementar nº 95/2025, de
autoria do Poder Executivo, que “Institui o Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal – PAFDF
e dá outras providências”.
Foi apresentada 1 emenda em segundo turno. As comissões deverão se manifestar sobre a
emenda.
Solicito ao presidente da CAS, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou
avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 2
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS à
emenda ao Projeto de Lei Complementar nº 95/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Institui o
Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal – PAFDF e dá outras providências”.
No âmbito desta comissão, somos pela aprovação da emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria. (Pausa.)
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, um minuto. (Pausa.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Apenas para retificar: não há emendas
a serem apreciadas em segundo turno. Essas emendas já foram aprovadas em primeiro turno.
(Pausa.)
Concedo a palavra ao deputado Eduardo Pedrosa.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao
Projeto de Lei Complementar nº 95/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Institui o Programa de
Apoio ao Futebol do Distrito Federal – PAFDF e dá outras providências”.
Presidente, não há emendas a serem apreciadas neste PLC.
O parecer apresentado ao projeto, em primeiro turno, foi favorável já com a emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CCJ,
deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Lei Complementar nº 95/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Institui o Programa de Apoio ao
Futebol do Distrito Federal – PAFDF e dá outras providências”.
Presidente, o parecer é pela admissibilidade da proposição.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres em bloco.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 22 deputados.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei Complementar nº 95/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados que aprovam o projeto de lei complementar que votem “sim” e aos
que o rejeitam que votem “não”.
(Realiza-se a votação nominal.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.
Houve 21 votos favoráveis e 3 ausências.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 3
Foi aprovado.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Presidente e deputados presentes, eu também estou com
a caixinha das ascensoristas, do pessoal que fica na recepção dos elevadores. Vou colocar o Pix
dessa contribuição no grupo dos deputados e peço aos servidores que também ajudem na caixinha
das recepcionistas.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Também me somo à proposta do
deputado Ricardo Vale.
O deputado Chico Vigilante disse que já está concluído o acordo com relação àquele projeto.
Vamos voltar a ele. Lembra qual era o número dele, deputado Chico Vigilante?
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Primeiro, é preciso votar o nosso requerimento e,
depois, o novo projeto – é o Projeto de Lei nº 2.096/2025 agora.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Projeto de Lei nº 2.096/2025. Ele foi
solicitado pelo deputado Hermeto.
É preciso votar primeiro o requerimento?
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Primeiro é o requerimento.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Onde está o requerimento?
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Requerimento de destaque.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Estamos só resolvendo entre as
assessorias se há necessidade de votar primeiro o requerimento.
DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL) – Presidente, enquanto nós aguardamos o andamento da
ordem do dia, eu queria fazer só uma denúncia séria, grave – mais uma!
Nós participamos do Conselho de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal e obtivemos
a informação de que a Semob-DF prorrogou de novo, até abril do ano que vem, a renovação de 172
veículos da Marechal.
Presidente, esse contrato é de 2013. Os ônibus valiam por 7 anos. Esta casa aprovou a
prorrogação de mais 3 anos para completarem 10 anos. Era cláusula contratual que as empresas
tivessem as frotas renovadas para renovar o contrato sem licitação. Inclusive, a hoje chamada BsBus
chegou a ser ameaçada de intervenção por não ter renovado a frota.
Agora, a Marechal perdeu o prazo de renovar em 7 anos, perdeu o prazo de renovar em 10
anos, o governo deu mais 3 anos de carência, para a empresa não renovar a frota? Isso é um
absurdo!
Os ônibus que rodam a bacia de Ceilândia estão caindo aos pedaços. Eu moro no P Sul. O
veículo sai do terminal, mas não chega a Taguatinga. Depois, todo mundo tem que descer e esperar
o próximo veículo com garantia da bilhetagem.
Nós não podemos permitir isso, ou é um contrato ou não é! Isso inclusive, presidente,
desprestigia as demais empresas que seguiram a cláusula contratual e renovaram a sua frota.
Lembro, presidente, que, no contrato, isso se chama Capex, que é a despesa de capital. No
final da depreciação, nós, com nossos impostos, vamos devolver esses ônibus renovados. Foram
recebidos R$139 milhões do PAC para que a empresa se renovasse. Eu fui a Botucatu conhecer a
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fábrica que estava fazendo os novos ônibus da Marechal. Não sabemos se o que está prorrogado vão
ser os mesmos ônibus que estavam no contrato.
Presidente, isso é sério e grave, porque nós aprovamos R$55 milhões para essas empresas,
que não conseguem fazer o básico, que é renovar a sua frota, e colocam esse desserviço para a
população.
Quero repudiar o privilégio dessa empresa, mais uma vez, que não honra o contrato. Isso
contribui para que o prazo se estenda, permitindo, inclusive, algo mais sério, porque as demais
empresas podem começar a entrar na justiça, não querendo renovar a frota, porque não estamos
seguindo o preceito legal estabelecido.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Max Maciel.
Conforme acordo, foi apresentado o Requerimento nº 2.541/2025, que “Requer o destaque
da matéria do PL2015/2025 para constituição de projeto em separado”.
Nos termos do art. 186, inciso V, vou colocar em discussão o requerimento.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em turno único, do Requerimento nº 2.541/2025, de autoria do
deputado Hermeto, que “Requer o destaque da matéria do PL2015/2025 para constituição de projeto
em separado”.
Em discussão o Requerimento nº 2.541/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao requerimento que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 21 deputados.
Incluo como item extrapauta o Projeto de Lei nº 2.096/2025, resultado do Destaque nº
2.541, aprovado há pouco.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.096/2025, de autoria do
deputado Hermeto, que “Altera a Lei nº 1.254, de 8 de novembro de 1996, que ‘dispõe sobre o
Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de
Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS e dá outras providências’, e dá
outras providências”.
Existem pareceres pendentes. A CEOF e a CCJ deverão se manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao
Projeto de Lei nº 2.096/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Altera a Lei nº 1.254, de 8 de
novembro de 1996, que ‘dispõe sobre o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de
Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicação – ICMS e dá outras providências’, e dá outras providências”.
Presidente, o parecer da CEOF é pela admissibilidade da proposição.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 5
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CCJ,
deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Lei nº 2.096/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Altera a Lei nº 1.254, de 8 de novembro
de 1996, que ‘dispõe sobre o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e
sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS
e dá outras providências’, e dá outras providências”.
O parecer da CCJ é pela admissibilidade da proposição, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres em bloco.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 21 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.096/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O Projeto de Lei nº 2.096/2025 está aprovado com a presença de 21 deputados.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, recebi a informação do governo sobre os R$2
milhões que foram aportados para a cultura. Trata-se do Réveillon de Brasília.
Há o Natal e há o Réveillon. Esse Réveillon será feito em 2 lugares: na Esplanada e na
Prainha. Esse dinheiro é exclusivamente para o cachê dos artistas. Deputado Hermeto, era para o
senhor estar falando isso aqui.
Era só para dar uma explicação, porque eu fui atrás para saber se a casa tinha crescido. Não,
é apenas mesmo para o Réveillon.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, o problema é que o projeto não diz que o
dinheiro é para o Réveillon. Ele está dizendo que é para a casa do Papai Noel.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É isso que está escrito.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – É porque o projeto fala em atividade cultural, fomento à
cultura. Inclusive, mais de 300 mil pessoas são esperadas no Réveillon, que já virou tradição em
Brasília. Um dos melhores Réveillons do Brasil é aqui. Então, o dinheiro é para atividade cultural, não
especificamente para o Papai Noel. Afinal de contas, o velhinho não precisa de tanto dinheiro assim.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, pela ordem.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 6
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, quero registrar somente a questão desse
valor de R$2 milhões para o Réveillon. Estamos falando de R$2 milhões para o Réveillon e de R$15
milhões para a festa de luzes do Natal do GDF. Lembro à população do Distrito Federal: estamos
falando de R$17 milhões para essas festas todas, que não foram abertas hoje.
Hoje é dia 10, é o dia da abertura. Estão pensando em fechar no dia 4 de janeiro. Isso quer
dizer que, em menos de 1 mês, estamos gastando R$17 milhões. Faço a pergunta à população do
Distrito Federal: vocês estão felizes em gastar R$17 milhões em algo que vai se tornar luz e festa,
enquanto tantas pessoas precisam de construção de creches e hospitais? Esse é o nosso registro e a
nossa indignação.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, só a casinha do Papai Noel, na Esplanada,
custou R$130 mil – só a casinha. Enquanto isso, no Hospital de Base, por exemplo, o PET Scan,
aparelho fundamental para detectar câncer e oficializar o tratamento, está parado, quebrado há mais
de 3 meses, sem ser consertado. Há lugares sem insulina, e a farmácia de alto custo está sem
medicamentos. Porém, gastam R$130 mil em uma casinha de madeira que será desmontada depois?
Isso é uma vergonha!
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Gente, precisamos seguir a votação,
senão não a terminaremos.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, eu prometo ser breve.
Quero dizer para o deputado Chico Vigilante, parlamentar que nos ensina muito, que há
situações que não conseguimos entender. Na prestação de contas – inclusive isso saiu em algumas
redes –, constatou-se que, por exemplo, um banheiro do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde,
com 17 metros quadrados, foi apurado para fins de pagamento da empresa – que é paga com verba
indenizatória –, como se tivesse 600 metros quadrados, deputado Chico Vigilante. Sobre isso, sim, é
que queremos explicação.
Onde está o dinheiro da saúde? Ele está indo para onde? Essa é a explicação que queremos.
Por que tiraram R$1,1 bilhão da saúde? O projeto político se reflete no orçamento, e hoje nós vamos
fazer a defesa do que nós precisamos nesta cidade, que é o direito à saúde e à educação digna.
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – A deputada Dayse Amarilio se
manifestou, mas quero lembrar que a Câmara Legislativa está fazendo a sua parte.
Eu falava há pouco com o deputado Eduardo Pedrosa que estamos economizando. Inclusive,
estamos devolvendo recursos para o programa Cartão Prato Cheio. Parabenizo, por meio da nossa
CEOF, o deputado Eduardo Pedrosa, e todos os parlamentares, pela economia que está sendo feita.
Conseguimos investir em programas como o Cartão Prato Cheio. Há razão em dizer que precisamos
cuidar melhor do nosso orçamento, mas a Câmara Legislativa, mais uma vez, está fazendo a sua
parte.
Muito obrigado.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 1.937/2025, de autoria do
Poder Executivo, que “Estima a receita e fixa a despesa do Distrito Federal para o exercício financeiro
de 2026”.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 7
A tramitação está concluída. Foram apresentadas 54 emendas de plenário.
Existe parecer pendente. A CEOF deverá se manifestar sobre as emendas.
Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
Solicito ao relator da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que apresente parecer sobre a
matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF às
emendas ao Projeto de Lei nº 1.937/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Estima a receita e
fixa a despesa do Distrito Federal para o exercício financeiro de 2026”.
Presidente, o parecer da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº
1.937/2025 é pelo acatamento das Emendas nºs 489 a 513; pela rejeição da Emenda nº 514; pelo
acatamento das Emendas nºs 515 a 520; pela rejeição das Emendas nºs 521 a 549; pelo acatamento
das Emendas nºs 550 e 551; pelo cancelamento no PLe das Emendas nºs 552 a 555; e pelo
acatamento das Emendas nºs 556 a 575.
É o parecer, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Surgiu uma dúvida: são 54 emendas
mesmo? Eu mencionei 54. Há 554? Houve 575 emendas?
Então, são 54 emendas de plenário que foram lidas?
(Intervenções fora do microfone.)
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, eu tenho o direito regimental de pedir a
leitura de todas as emendas. Porém, tendo em vista que já são 13 horas e 15 minutos, eu vou
poupar esse pedido regimental, mas quero deixar patenteado que eu tenho o direito a pedir isso.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Se o senhor quiser abrir mão desse
pedido, tudo bem, mas eu não vou abrir mão. Vou pedir para ler uma a uma.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Até porque eu não quero que assistam
ao jogo do Flamengo hoje.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – O deputado Fábio Félix está dizendo: “Não peça isso,
porque haverá jogo do Flamengo.”
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Porém, deputado Chico Vigilante, eu
quero que leiam não somente as emendas de plenário. Quero que leiam todas as emendas, no total
são 575 emendas.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, eu só queria corrigir o deputado Chico
Vigilante: futebol não é comigo. Então, não fui eu que pedi isso. Estou pronto para ficar até meia-
noite e debater o orçamento. Quem está preocupado com o jogo do Flamengo são outros; eu não
estou. Realmente essa área não é comigo, até porque eu torço muito pouco, mas quando eu torço,
eu torço certo: eu torço para o Vasco.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É, deputado Fábio Félix. Eu e vossa
excelência não temos condições de pedir nada! Somos vascaíno e botafoguense.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 8
Concedo a palavra ao deputado Eduardo Pedrosa para ratificar os números das emendas.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, ratifico que foram 54 emendas de
plenário.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Pelo acatamento.
Em discussão o parecer.
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Presidente, estamos discutindo e votando
a LOA de 2026, o orçamento desta cidade. O orçamento não é apenas uma peça técnica; é um
instrumento, um pacto social feito para garantir direitos sociais, especialmente educação, saúde,
assistência social, moradia, mobilidade e segurança pública.
O que estamos vendo, mais uma vez, presidente, no orçamento apresentado pelo Governo
do Distrito Federal, é uma inversão de prioridades: cortes bilionários para as áreas sociais, como
educação e saúde – o que vamos apresentar aqui –; descumprimento de recomendações do próprio
Tribunal de Contas e do Poder Judiciário desta cidade, para privilegiar renúncias fiscais para grandes
empresários; grandes obras viárias na cidade – obras que não aguentam uma chuva –; e esses
créditos que temos votado repetidamente nesta casa.
Na educação, presidente, há uma redução no orçamento quando este é comparado com o
PPA. A LOA precisa se adequar ao PPA. Na educação, a redução é de R$3,6 bilhões. Isso impacta no
déficit de profissionais, na ausência dos profissionais da carreira de PPGE, na ausência de
orientadores educacionais, na ausência de professores e nos seus salários, nas condições das escolas
– salas superlotadas, falta de creche, falta de condições.
Na saúde, se compararmos o que esta casa aprovou no PPA, a redução é de R$3,9 bilhões.
Quem sofre com isso é a população do Distrito Federal, que está na fila das UPAs, não consegue
atendimento e está literalmente morrendo. Não se consegue cumprir determinação legal como, por
exemplo, o IFA para os Avas e ACS, a nomeação de servidores – dentistas, Gaps, enfermeiros,
técnicos de enfermagem, especialistas, médicos. Há um caos total na saúde, deputada Dayse
Amarilio. Nem ambulância está funcionando nesta cidade. Prejudicam os programas do Distrito
Federal, como programas de moradia, que sofreram cortes no orçamento, enquanto o trator continua
ligado derrubando a casa das pessoas.
O que nós vimos com a gestão desastrosa do BRB, sem transparência e sem instrumentos
para esta casa e a sociedade fiscalizarem? Foram R$12 bilhões em títulos falsos! O conselho tutelar
fica de fora. Há bilhões para empresários, mas não há dinheiro para pagar as entidades que fazem
acolhimento no serviço social. A renúncia fiscal do bolsa empresário será de R$10,2 bilhões para o
ano que vem.
Presidente, o povo não entrou no orçamento do Distrito Federal, no orçamento do governo
Ibaneis e do governo Celina, o que não nos dá, hoje, condições para aprovar esse orçamento. Como
a própria Economia chegou a dizer, a saúde e a educação foram apenadas pelo governo Ibaneis e
Celina, e quem pagará a conta será a população do Distrito Federal e seus servidores. É por isso,
presidente, que não conseguiremos votar a favor desse orçamento hoje, mesmo tendo apresentado
emendas para tentar corrigir algumas dessas distorções. As emendas foram, infelizmente, rejeitadas.
Nós não conseguimos votar a favor desse orçamento, que prejudica e ataca o povo desta cidade.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra à deputada Dayse Amarilio.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB. Para discutir.) – Presidente, eu quero hoje dar voz e vez
a milhares de pessoas do Distrito Federal. Falamos muito que saúde e educação são direitos do povo
e deveres do Estado. São direitos sim, porque há coisas que são coletivas e jamais deixarão de ser
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coletivas, como, por exemplo, o saber – matemática, português, geografia. Não pode ser uma
escolha ter acesso a isso pelo lar que nós nascemos, por exemplo. A saúde é um direito inegociável.
É nosso dever representar, legislar e fiscalizar. Sim, a fiscalização é um dever intrínseco da
vocação constitucional desta casa. Porém, eu receio, presidente, que estamos em débito com
milhares de pessoas do Distrito Federal.
Todos os dias eu tenho dito, os senhores têm me acompanhado, que a saúde não é
prioridade para este governo. Nós estamos em contingenciamento da saúde e da educação desde
meados do ano. Porém, nós continuamos votando orçamento para outras áreas que receberam
recursos nesse período. Nós também identificamos, no mesmo período, que no Instituto de Gestão
Estratégica de Saúde há indícios de contratos direcionados e superfaturados. Nós identificamos nesse
ínterim projetos que trouxeram vergonha ao Distrito Federal, como a tentativa de compra de um
banco falido, aprovada nesta casa e parada pelo Banco Central. Eu tenho falado que faltam mais de
25 mil servidores na Secretaria de Saúde, milhares de professores e servidores carreira de
assistência na educação. Há hoje centenas de leitos bloqueados, serviços que não funcionam, um
andar inteiro do HRAN abandonado e pessoas morrendo nas filas. Isso é uma vergonha!
Presidente, a votação deste projeto que nós estamos analisando hoje, o orçamento, reflete o
desenho político, o futuro político e o projeto político que temos para esta cidade. É preciso que o
que for votado saia desta casa e chegue às pessoas para que elas tenham noção do que está sendo
votado e as consequências disso.
Infelizmente, da LDO que nós votamos em meados do ano para cá – e eu não acredito que
esta casa vai fazer isso realmente –, vamos tirar da saúde R$1,1 bilhão e quase R$1 bilhão na
educação!
Presidente, em mim há uma mistura de revolta e de dever que me traz à tribuna para dar
voz às pessoas.
Para terminar meu discurso, eu quero dar voz às pessoas, porque eu tenho um compromisso
por estar aqui. Eu quero dar voz aos sonhos de pessoas que se prepararam para servir à sociedade e
estão aguardando a nomeação; aos servidores adoecidos, que, impotentes, não conseguem dar
assistência minimamente digna e segura à população. Eu quero dar voz à revolta, neste momento,
de haver o andar inteiro fechado, centenas de leitos bloqueados, serviços, ambulâncias paradas por
uma simples opção política de não nomear servidores. Eu quero dar voz à tristeza de ver a rede de
atenção de saúde mental, os consultórios nas ruas, as práticas integrativas destruídas e esquecidas
pela opção consciente de um senso nacional de não se investir na atenção primária, mas de um
governo que prefere construir UPA para colocar na mão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde
e não atender às necessidades do Distrito Federal.
Por fim, quero dar voz às pessoas que estão internadas nas UPAs e nos corredores, àqueles
que peregrinam nos hospitais bandeirados, às pessoas que aguardam nas filas de oncologia sem ter
o direito a um diagnóstico ou a um tratamento. Quero dar voz às mães, por exemplo, do Enzo e de
vários Enzos que morreram. Enzo morreu com uma vaga de UTI já garantida no HMIB. Ele morreu
esperando a UTI Vida por 18 horas.
Estou aqui por vocês. Vou continuar lutando por vocês. Por isso, eu digo “não” à vergonha
desse orçamento que vai ser votado aqui. Não, não e não!
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para discutir.) – Presidente, eu queria falar um pouco sobre
o que é que nós estamos votando. Às vezes, as pessoas não entendem, mas cada vez que não há
um leito de UTI disponível, cada vez que uma pessoa não consegue atendimento numa UPA ou
numa UBS, cada construção de UBS ou de UPA parada ou atrasada, cada vaga não disponível na
educação – numa creche ou numa escola –, cada escola com obra atrasada, tudo isso tem relação
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direta com o que estamos votando agora, que é o orçamento de 2026.
O fato é o seguinte: em relação àquilo que esta casa votou em junho de 2025, que é a Lei
de Diretrizes Orçamentárias, há uma diferença de pelo menos R$1 bilhão na saúde e R$1 bilhão na
educação de disponibilidade orçamentária para 2026. Isso é muito preocupante. É muito preocupante
para o Distrito Federal, é muito preocupante para a política social, é muito preocupante para a nossa
capacidade de fazer investimentos no Distrito Federal, é muito preocupante para a saúde da
população do DF que aguarda em filas por uma cirurgia eletiva. Isso mostra que a saúde não é
prioridade.
Deputado Jorge Vianna, o governador do Distrito Federal está investindo, este ano, R$2
bilhões em obras de urbanização da cidade. Sabe quanto está previsto para o ano que vem? Estão
previstos R$6 bilhões em obras de urbanização. Ninguém é contra obras de urbanização. Somos
contrários é ao uso do orçamento para fins eleitorais. É a isso que somos contrários, porque o que a
população quer é atendimento de qualidade na saúde, é política pública e política social que
funcionem.
Deputado Wellington Luiz – vossa excelência é um grande defensor do direito à moradia
popular –, há um corte previsto de 22% no orçamento da Codhab-DF. Mais uma vez, o corte vai para
o andar de baixo, para as pessoas em vulnerabilidade social.
Então, pode ser que as pessoas não percebam, deputada Dayse Amarilio, mas o que está
sendo votado agora na Câmara Legislativa do Distrito Federal talvez seja um dos projetos mais
importantes que votamos este ano: o orçamento de 2026. E o nosso dever hoje – de nós que somos
parlamentares de oposição, parlamentares independentes, parlamentares que não atuam como se
aqui fosse um puxadinho do Palácio do Buriti –, é dizer “não” a esse orçamento de 2026. O nosso
dever é dizer “não” porque esse orçamento não representa a vontade popular do DF. Esse
orçamento vai ter como consequência a piora significativa das condições da saúde, da educação e de
outras áreas estratégicas. Por isso, o nosso bloco PSOL-PSB vai votar “não” ao PLOA 2026.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Hermeto.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Para discutir.) – Presidente, estou apressado, mas não posso
deixar de fazer uma reflexão, como líder do governo. Todos sabem que sou da bancada da
segurança, que sou da Polícia Militar, todos sabem quais são as minhas comunidades. Vejam o
quanto destinei, em emendas, às minhas comunidades, à PM.
Deputado Roosevelt Vilela, eu sei que o senhor destinou muito dinheiro aos bombeiros.
Então, eu gostaria de parar um pouco para refletir: quanto os deputados que são ligados à saúde e à
educação destinaram à saúde e à educação realmente? Cada um destinou quanto? Senhoras e
senhores, olhem lá no portal da Câmara Legislativa. Assim como fizeram os deputados que
representam a segurança, a PM, quanto os que são da saúde destinaram à saúde de verdade?
Imagino que o deputado Gabriel Magno deva ter colocado uma verba vultosa na educação,
que ele tenha sido o deputado que mais colocou verba para essa área. Então, deputados que
colocaram verba, que defendem suas áreas, vejam quanto cada um colocou em fomento e quanto
colocou realmente na saúde. É muito fácil chegar a esta tribuna e ficar falando da saúde. Vejam
quanto cada um de nós colocou nessa área. Eu coloquei mais de R$1 milhão na saúde, e não sou da
saúde. Vejam lá quanto o seu deputado colocou na saúde e façam uma reflexão. É isso que vocês
têm que fazer. É muito fácil chegar a esta tribuna e só falar. Porém, vejam o que cada um colocou
na saúde e o que cada um está colocando no fomento.
Muito obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
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Concedo a palavra ao deputado Jorge Vianna.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD. Para discutir.) – Presidente, acho que cada um nesta
Câmara Legislativa tem uma marca. Eu posso seguramente dizer que a minha marca é a do bom
senso. Hoje, presididos pelo deputado Eduardo Pedrosa, na comissão, nós fizemos críticas e pedidos
para que o governo aumentasse o orçamento da saúde. Eu estou alertando o governo de que, se
não houver um aumento considerável no orçamento da saúde no ano que vem, haverá um colapso.
Percebam que eu sou da base do governo. Estou alertando-o.
A responsabilidade quase que exclusivamente é do governo. Isso porque nós podemos fazer
proposições, podemos fazer cobranças, mas a caneta é do governo. Eu falei algo para o governador
ontem e falo novamente. Nesses anos todos, para o governador Ibaneis, foram muito importantes as
obras, a segurança pública, a mobilidade, mas não foi importante a saúde. Por isso, nós estamos
nessa situação. Eu acredito e ainda tenho esperança de que, no ano que vem, o governador Ibaneis
se debruce com toda a equipe do orçamento e coloque realmente dinheiro na saúde.
Essa história de dizer que “há dinheiro, o que falta é gestão” é balela. O que está faltando é
dinheiro – é dinheiro! O secretário de Saúde quer fazer um aplicativo para poder melhorar algo?
Falta o dinheiro. Ele quer comprar equipamentos? Falta o dinheiro. Então, falta dinheiro, mas há
vontade da secretaria.
Há 2 fatos. O governador não faz gestão de saúde. O governador faz gestão de governo.
Quem faz gestão de saúde é o secretário de Saúde. Então, quando se fala que não há gestão, estão
dizendo que não há secretário, equipe, servidores. Porém, é muito pelo contrário: os servidores da
saúde, tanto os da administração quanto os que estão na base, trabalham dia e noite para poder
melhorar a saúde. Então, vamos parar essa conversa de que não há gestão? Não há dinheiro, minha
gente.
A conta não fecha. Colocam R$14 bilhões na saúde. Dessa quantia, R$10 bilhões serão para
fazer pagamento de pessoal, o que não é alto, de acordo com a média salarial do Brasil. Colocam
R$2 bilhões no IGESDF. Diga-se de passagem: acabei de liberar R$1 milhão para o IGESDF para
poder implementar o plano de saúde para os trabalhadores. Eu mandei agora para o IGESDF R$1
milhão para o plano de saúde. Não há dinheiro lá. Sabemos que há má gestão, obviamente isso já foi
comprovado, mas está faltando dinheiro e estou colocando dinheiro. Estou colocando dinheiro
mesmo.
Mais uma vez, estou batendo o recorde em emendas parlamentares para a saúde. Serão
R$17 milhões no ano que vem, totalizando R$106 milhões para a saúde. Eu poderia estar investindo
no futebol, na festa da cidade, eu poderia estar fazendo qualquer coisa, mas eu invisto na saúde.
Isso porque não é discurso, é prática.
Se um dia eu for governador desse estado, se um dia eu for presidente, eu farei do mesmo
jeito que eu faço aqui. Assim, vou priorizar a saúde, a educação, vou beneficiar mais de 200 escolas.
Enfim, tudo isso que tem que ser feito está sendo feito com o que eu posso fazer. Porém, se nós não
nomearmos servidores, se nós não reestruturarmos as carreiras, se não dermos condições para isso,
nós, então, ano que vem, teremos uma saúde do mesmo jeito ou pior.
Eu peço ao governo que se debruce sobre esse assunto. Eu tenho esperança de que teremos
uma saúde melhor no ano que vem.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.
Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
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DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, solicito que tanto a votação do parecer quanto
a votação do projeto, em primeiro e em segundo turnos, sejam feitas pelo processo nominal.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Esta presidência acata a solicitação de
vossa excelência.
Solicito que as votações do parecer e do projeto, em primeiro e em segundo turnos, sejam
feitas pelo processo nominal, conforme solicitação do deputado Fábio Félix.
Em votação.
Solicito aos deputados que aprovam o parecer que votem “sim” e aos que o rejeitam que
votem “não”.
(Realiza-se a votação nominal.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.
Houve 18 votos favoráveis e 4 votos contrários.
Foi aprovado o parecer da CEOF ao Projeto de Lei nº 1.937/2025.
Em discussão o Projeto de Lei nº 1.937/2025, em primeiro turno, destacada a Emenda nº
558.
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Presidente, quero registrar a nossa
solicitação de que o nosso voto seja publicado no Diário da Câmara Legislativa. Nós já estamos
colocando no sistema um conjunto de dados e argumentos.
Eu quero dialogar com o líder do governo, muito tranquilamente. Para nós, não é a emenda
que sustenta direitos, não é a emenda parlamentar que deve sustentar a política pública. Eu tenho
muito orgulho, deputado Hermeto, de ser o deputado que mais coloca recursos para a educação.
Neste orçamento, colocamos R$21 milhões para a função educação. O problema é que o orçamento
da educação tem um corte bilionário. O PDAF ordinário das escolas vai diminuir. Isso está asfixiando
as direções escolares. Por causa do corte bilionário no orçamento, não existe processo para cumprir
o Plano Distrital de Educação e suas 21 metas. Ao contrário, o governo do Ibaneis e da Celina Leão
retrocedeu nas metas do Plano Distrital de Educação. Não há política para se pensar em um Distrito
Federal mais justo.
Deputado Hermeto, líder do governo, esse é o motivo do nosso voto contrário. Quero dizer
que esse orçamento não representa os interesses do povo do Distrito Federal.
Presidente, o governo está cortando 38 ações orçamentárias previstas no PPA.
Desapareceram programas de meio ambiente, de mobilidade, de territórios sustentáveis e de
garantia de habitação. Quem está ganhando? O orçamento cresceu. Quem está ganhando é o bolsa
empresário, as grandes empresas desta cidade, por causa da renúncia fiscal de R$10 bilhões,
acumulando um aumento de 452% desde 2019. Nenhuma área teve esse reajuste.
Para encerrar, presidente, nosso voto referente ao orçamento do ano que vem é uma
denúncia à decisão política deliberada do governo Ibaneis e da Celina de rebaixar a educação, a
saúde, a assistência social, os direitos de crianças, dos adolescentes e das mulheres, de não valorizar
os servidores públicos, de manipular os índices constitucionais – principalmente da educação e da
saúde –, de ocultar os cortes bilionários nos direitos, de ampliar benefícios para grupos privilegiados,
de violar o planejamento participativo do orçamento e de burlar decisões do Tribunal de Contas e do
Poder Judiciário.
Presidente, concluo dizendo que esse orçamento é a cara do governo Ibaneis e da Celina:
rico, elitista, injusto, favorecedor de privilégios e abandono do povo do Distrito Federal.
Por isso, votaremos não ao orçamento dos privilégios contra o povo do Distrito Federal. Isso
é a cara da LOA do governador Ibaneis e da Celina.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 13
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para discutir.) – Presidente, quero reforçar uma fala
importante feita por um deputado da base do governo. Ele disse que, se não houver mais aporte de
recursos e investimentos na saúde, ela vai colapsar. Essa é a situação que estamos vivendo. Existia
previsão orçamentária que não vai se concretizar. Se não houver aporte de recursos na educação,
ela vai colapsar. Está faltando vaga de ensino fundamental e médio nas escolas. Está faltando
recurso para investir nas mais de 700 escolas do Distrito Federal.
Esse recado tem que ser compreendido por todos que estão aqui. Toda população deveria
saber o que está sendo votado na Câmara Legislativa neste momento.
Eu registro a fala do deputado da base para ligar um alerta para todos os parlamentares
presentes. É nosso dever cobrar do Governo do Distrito Federal responsabilidade e recomposição
orçamentária na saúde e na educação.
Por isso, nosso bloco e o PSOL têm compromisso no enfrentamento à desigualdade social. O
bloco PSOL-PSB não se sente à vontade, não tem condição nenhuma de votar favoravelmente a esse
orçamento. Por isso, nosso voto é contrário.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra à deputada Dayse Amarilio.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB. Para discutir.) – Presidente, farei referência à fala de
alguns deputados. Quero dizer que fico muito confusa com o posicionamento da base do governo. Na
campanha, o governo Ibaneis falava que não faltava dinheiro para o Distrito Federal, mas, sim,
gestão.
Posteriormente, o deputado da base da saúde falou que estamos vivendo um colapso na
saúde, que a situação vai piorar, mas ele tem esperança. Deputado Jorge Vianna, não dá para ter
esperança nisso. Esperança tem faltado para os pais, para as mães, para as pessoas que estão na
fila, para os servidores que estão doentes. Não dá para nos apegarmos à esperança do que o
governo vai fazer no ano que vem. Isso é muito ruim.
Quero deixar muito claro que, muitas vezes, as pessoas querem distorcer ou maquiar a
verdade. Mas o povo não é bobo. Os servidores não são bobos. Aqui foi falado que os deputados
investem emenda nas suas áreas etc. Quero dizer que invisto dinheiro na saúde, apesar de não ser
obrigação do parlamento sustentar a saúde, porque isso é dever do Estado. Nosso dever é fiscalizar
para onde está indo esse dinheiro. Mas, muitas vezes, deputado Jorge Vianna, não mando dinheiro
para a Secretaria de Saúde diretamente porque se perde dinheiro na Secretaria de Saúde, porque
eles não executam. Mas nós fazemos saúde. Está aqui a lista, que depois vou passar para os
senhores: R$42 milhões investidos em acuidade visual nas escolas; escola acolhedora; melhor idade,
com saúde para a terceira idade; materiais e equipamentos para UBS; primeiro emprego; acuidade
visual; DIU; saúde mental; luta contra a dengue. Isso nós fazemos, apesar de a saúde ser um direito
do povo. Ela deve ser suprida pelo Estado.
E digo mais: o povo não é bobo, porque dizer que fazemos discurso e não praticamos... Na
verdade, nós temos que praticar como defensores da saúde, com o posicionamento de que a saúde
está num patamar tão grande de colapso, de caos, que se deveria parar qualquer tipo de votação
nesta casa até que fosse feito um planejamento ou alguma coisa em relação à emergência que está
acontecendo na saúde. O povo não é bobo mesmo.
É triste sairmos daqui com esse corte, mas vamos continuar lutando. Espalhem isto: vamos
continuar lutando, porque, se não lutarmos, vão tratorar. Mas aqui não, porque vamos tentar resistir
com a ajuda de vossas excelências.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 38ª S.E. (2466312) SEI 00001-00052185/2025-76 / pg. 14
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, solicito o uso da palavra porque fui citado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – De fato, das minhas características, a primeira é a
fidelidade, lealdade, sinceridade e bom senso. Sou da base do governo, e vossas excelências sabem
muito bem disso. Sou o cara da base que fez greve, que enfrentou o governador. Sou o cara da base
que fala que a saúde não está boa. Agora, é opção do governo fazer.
Voto a favor em alguns projetos que não são nocivos. Votei a favor e defendi vocês
profissionais de educação, como sempre faço e sempre farei, pelas minhas convicções. Cobrei ontem
o reajuste da carreira PPGE, porque a educação parece que é dividida: professores e PPGE. PPGE é
meio que afastada, é meio o que sobra, e sempre foi assim. Saúde não se faz só com médicos, e
educação não se faz só com professores. Eu trago essa discussão para cá a todo momento. Eu sou
do meio sindical, conheço muito bem isso, sei como isso funciona. Isso faz parte. Mas o que não dá
é o falso moralismo. Se eu sou um bom filho, vou ser um bom marido, vou ser um bom colega de
trabalho, porque é assim a postura de uma pessoa.
Aqui, na Câmara Legislativa, a deputada Dayse Amarilio, que falou de mim, tem R$34
milhões e colocou só R$3,4 milhões, 10% para a saúde. Não importa se vai ser projeto social. O
importante é que, se está votando ali o remédio para o camarada, não é que ele fique fazendo
alguma atividade, ainda que seja importante essa atividade... O que mata é a falta do remédio, é a
falta do equipamento. Falta ajudar nossos colegas. É isso que tem que ser feito. Então, não acho
razoável um deputado colocar R$3,4 milhões tendo R$34 milhões. Eu coloco R$17 milhões agora e,
ano que vem, fecho com R$106 milhões. E eu nem poderia colocar, porque não é meu papel, mas
estou vendo que o camarada está precisando. Vou ficar sem colocar?
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.
Deputados, não vou permitir que haja uma discussão lateral, senão não votamos.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, solicito o uso da palavra porque fui citada.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, queria dizer que falso moralismo é dizer
que, numa comissão de mérito, o que é votado é especificamente se o tema se refere àquela área,
ou não. Isso é falso moralismo!
Eu estou aqui para defender a saúde e tenho feito isso. É por isso que digo “não” a este
orçamento. Qualquer pessoa em sã consciência que defende o SUS vai votar “não” a um orçamento
que tira R$1,1 bilhão da saúde. Vou entregar para o deputado um relatório com o que fizemos na
área da saúde. Não foram só R$3 milhões e alguma coisa. Estamos aqui para mostrar isso.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, nós apresentamos 1
emenda, que foi destacada, tratando do excesso de arrecadação, que tem que passar por esta casa.
Aliás, eu tenho o apoio de vossa excelência no destaque desta emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Perfeitamente, deputado Chico
Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – O deputado Eduardo Pedrosa acatou isso. Porém, nós
chegamos a um entendimento com o secretário Maurício – que sempre trata as coisas com a maior
seriedade – e estamos chegando a um acordo sobre a emenda. A emenda está sendo escrita agora.
Ela é fruto de um entendimento nosso, com a garantia do Thiago, da Secretaria de Economia, de que
uma outra emenda, que está em um outro projeto – o Maurício sabe qual é –, não será vetada.
Assim, chegamos a um entendimento. Portanto, presidente, peço só 1 minuto, enquanto terminam
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de escrever a emenda.
Quero dizer a todas as pessoas que estão nos acompanhando que o problema da saúde no
Distrito Federal não é dinheiro. O governador Ibaneis falou isso durante a primeira campanha
eleitoral dele. Ele disse que o problema não era recurso, era gestão. Hoje há muito mais recurso.
Portanto, esse continua sendo um problema de gestão.
E digo mais a você que está nos acompanhando neste momento pela TV Câmara Distrital:
emenda de deputado nenhum sustenta a saúde. O que sustenta a saúde é recurso colocado, pelo
Tesouro, na saúde. E isso há, muito. O Ministério da Saúde tem mandado dinheiro de sobra. Não
venham dizer que emenda de deputado vai recuperar a saúde, porque não vai! Eu tenho colocado
recursos para a saúde, mas não vou me vangloriar de quanto coloquei para a saúde, ou de quanto
coloquei para a educação. Sei de outros deputados que colocam também, mas as emendas são
paliativas. Emenda nenhuma resolve um problema sério, que é a gestão na saúde pública do Distrito
Federal. E o problema também não é o secretário de Saúde, é quem está sentado como governador
no Palácio do Buriti.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – A pedido do deputado Chico Vigilante,
vamos suspender esta votação, até que o entendimento seja consolidado, por meio da emenda.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei 2.095/2025, de autoria do Poder
Executivo, que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$
8.800.211,00”.
Há uma emenda de segundo turno.
Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF à
Emenda nº 1, aditiva, ao Projeto de Lei nº 2.095/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Abre
crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 8.800.211,00”.
Presidente, o parecer é pela admissibilidade da emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão o parecer.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 23 deputados.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 2.095/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 23 deputados. Houve voto contrário do deputado Gabriel
Magno.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
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Lembro que houve o voto contrário do deputado Gabriel Magno.
Estamos apenas consolidando ali o entendimento, conforme informado pelo deputado Chico
Vigilante, para podermos votar. (Pausa.)
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, enquanto o pessoal termina, eu peço a
palavra a vossa excelência, porque eu preciso fazer um registro importante com relação ao
orçamento do Distrito Federal.
O orçamento que está previsto é R$74.403.995.000. Este é o orçamento: aproximadamente
R$74 bilhões, dos quais R$28.412.205.590 são do Fundo Constitucional. Houve um aumento,
presidente. Na época do governo do Capiroto, o Fundo Constitucional foi de R$18 bilhões.
Nós estamos tendo um aumento, graças ao fato de a economia ter entrado nos eixos; o país
está funcionando; houve um crescimento econômico de 74%. Esse é o crescimento do Fundo
Constitucional, graças à receita corrente líquida. E a inflação desse período, presidente, de 3 anos do
governo do presidente Lula, só foi de 19%.
Portanto, está havendo um baita aumento real no Fundo Constitucional. O que precisamos é
que esse dinheiro seja bem aplicado. Então, não dá para o governador Ibaneis ficar dizendo que não
pisa no mesmo terreno em que estiver o presidente Lula, porque, se existe alguém que está
sustentando o Distrito Federal, é exatamente o governo do presidente Lula.
Esses são dados concretos, que ninguém da base do governo, mesmo que seja bolsonarista,
vai ter coragem de vir aqui contestar.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito que os deputados registrem a
presença nos terminais.
(Realiza-se a verificação de presença.)
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA PAULA BELMONTE (PSDB) – Presidente, enquanto nós esperamos, eu gostaria de
dizer que essa votação é importante. Como foi dito por alguns parlamentares, estamos votando o
valor que o governo vai administrar. Esta casa legislativa tem a responsabilidade de saber como o
Distrito Federal vai administrar R$74 bilhões.
Vou dar algumas informações para a população entender do que nós estamos falando. O
município do Rio de Janeiro tem orçamento de R$46 bilhões. O orçamento do Distrito Federal é
quase 30% maior. A população do Distrito Federal é de 3 milhões de pessoas. O município do Rio de
Janeiro tem 7 milhões de pessoas e problemas estruturais grandes, visto que é uma cidade
centenária. Então, precisamos mesmo é de boa gestão.
Falaram a respeito das emendas parlamentares. Tenho muita responsabilidade no uso delas.
Sou defensora da educação e coloco dinheiro na educação. No entanto, nem a situação da educação
nem a da saúde vão ser resolvidas com emenda parlamentar. Elas vão ser resolvidas com boa
gestão, transparência, responsabilidade e, principalmente, empatia. As pessoas têm que ser ouvidas
e vistas. Os servidores da saúde precisam ser reconhecidos.
Quero falar do Caps, que é um dos lugares que menos recebem dinheiro e menos têm
representação. Eu quero falar, principalmente, dos recursos humanos da saúde. Nós precisamos de
recursos humanos. Não adianta o governo abrir uma UPA ou uma UBS, se não existem enfermeiros,
técnicos de enfermagem e médicos.
Nesses dias, um rapaz jovem chorou e falou para mim: “Deputada, o bem mais precioso que
eu tenho é a minha filha, de 3 anos. Fico com medo de que ela adoeça e precise ir para o Hospital
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de Santa Maria, porque lá não existe médico.” Ele continuou: “Eu não sou dono de construtora. Eu
sou um simples cidadão. Preciso ter segurança e dormir tranquilo por saber que vou receber
atendimento numa unidade de saúde.”
No Distrito Federal, hoje, estamos vendo concreto e cinza, mas não estamos vendo recursos
humanos para a saúde nem escolas com estrutura mínima. Na escola mais antiga da Cidade
Estrutural, de 20 anos, as crianças comem a céu aberto, sob sol e chuva. Eu fiquei impressionada e
perguntei para a diretora: “Como vocês entregam o lanche, na chuva?” Ela respondeu: “Deputada,
nós atrasamos o lanche”.
Isso não está certo. Dinheiro existe. O que precisa existir é empatia, amor e, principalmente,
gestão com qualidade e responsabilidade. Não se encontra o dinheiro da população em qualquer
lugar, não.
Os servidores do Distrito Federal estão endividados. Infelizmente, o ano acaba, e ainda
estamos falando dos servidores endividados e da compra do Banco Master, que foi evitada na última
hora.
Precisamos de responsabilidade. Precisamos fazer com que o Governo do Distrito Federal
entenda que o dinheiro é da população e não só de uns ou outros para se manterem no poder.
Como cristã, acredito que o poder é constituído para fazer diferença na vida da população e levar
alegria para ela.
Deixo o meu compromisso em lutar por uma boa gestão, por um governo mais humano e
pela transparência no uso do dinheiro que é de todos nós.
Que Deus nos abençoe!
Obrigada, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada.
Registro e agradeço a presença do Secretário de Economia, doutor Daniel.
Vamos votar.
Foi apresentada uma emenda ao Projeto de Lei nº 1.937/2025, da LOA.
Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF à
emenda ao Projeto de Lei nº 1.937/2025, de autoria do Poder Executivo, que “Estima a receita e fixa
a despesa do Distrito Federal para o exercício financeiro de 2026”.
O parecer desta comissão é pela admissibilidade da emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão o parecer.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 23 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 1.937/2025. (Pausa.)
Chegamos a um entendimento, de forma tranquila, ressalvado o destaque. Como diz o
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deputado Roosevelt Vilela, lá no Congresso Nacional está pior, é no tapa; aqui é só na discussão.
(Pausa.)
Já há emenda?
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, tendo em vista que nós chegamos a um
entendimento, que foi trabalhado e costurado, a duras penas, com o Maurício, com o Thiago e com
os demais integrantes da Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal, nós estamos
retirando a emenda anterior, a Emenda nº 558, e aderindo à emenda do acordo, para facilitar os
trabalhos.
Então, eu estou pedindo a vossa excelência que retire a emenda anterior e vote a segunda
emenda do acordo.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, parece-me que o que está escrito no painel
não está correto. Vossa excelência precisa nos orientar com relação ao que estamos votando: é o
destaque da emenda ou é o primeiro turno?
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É a votação em primeiro turno,
ressalvado o destaque.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, solicito o uso da palavra para orientar a
bancada.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (Bloco PSOL-PSB. Como líder. Para orientar a bancada.) –
Presidente, a nossa orientação do bloco PSOL-PSB é votar “não”.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que
votem “não”.
(Realiza-se a votação nominal.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.
Houve 17 votos favoráveis, 4 votos contrários. Houve 3 ausências.
Foi aprovado.
Em discussão a Emenda nº 558, destacada, ao Projeto de Lei nº 1.937/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, solicito o uso da palavra para orientar a bancada.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (Governo. Como líder. Para orientar a bancada.) – A orientação é para
votar “não”, certo, Maurício?
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Vamos fazer votação nominal, porque
não perdemos tempo. É só abrir aí, vamos.
(Intervenção fora do microfone.)
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Se todos aceitarem... Então,
simbólico.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis à emenda que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi rejeitada com 21 votos contrários.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, a emenda foi rejeitada, mas precisa ficar
claro para aquelas 13 pessoas que assistem a nós pela TV Câmara Distrital que ela foi rejeitada em
função do acordo que nós fizemos.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É verdade.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – O acordo foi para apresentarmos outra emenda,
tratando mais ou menos do mesmo assunto, mas com índice diferente. Então, é importante pontuar
isso. Há a garantia de que essa emenda não será vetada. Essa é a palavra que nos foi dada pelo
secretário de Relações Parlamentares, o doutor Maurício.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Não há mais assunto a tratar. Nos
termos do Regimento Interno, convoco sessão extraordinária com início imediato após o
encerramento desta sessão para apreciação em, segundo turno, dos seguintes projetos:
– Projeto de Lei nº 2.096/2025;
– Projeto de Lei nº 1.937/2025.
Está encerrada a sessão.
Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos
conforme informados pelos organizadores dos eventos.
Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento
Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Siglas com ocorrência neste evento:
ACS – Agente Comunitário de Saúde
Avas – Agente de Vigilância Ambiental em Saúde
Capex – Capital Expenditures; em português, Despesas de Capital
Caps – Centro de Atenção Psicossocial
CAS – Comissão de Assuntos Sociais
CCJ – Comissão de Constituição e Justiça
CEOF – Comissão de Economia, Orçamento e Finanças
Codhab-DF – Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal
Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária
Gaps – Gestão e Assistência Pública à Saúde do Distrito Federal
GDF – Governo do Distrito Federal
HMIB – Hospital Materno Infantil de Brasília
HRAN – Hospital Regional de Asa Norte
ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
IFA – Incentivo Financeiro Adicional
IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal
LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias
LOA – Lei Orçamentária Anual
PAC – Programa de Aceleração do Crescimento
PAFDF – Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal
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PDAF – Programa de Descentralização Administrativa e Financeira
PET – Positron Emission Tomography; em português, Tomografia por Emissão de Pósitrons
PLC – Projeto de Lei Complementar
PLe – Processo Legislativo Eletrônico
PLOA – Projeto de Lei Orçamentária Anual
PPA – Plano Plurianual
PPGE – Políticas Públicas e Gestão Educacional
Semob-DF – Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal
SUS – Sistema Único de Saúde
UBS – Unidade Básica de Saúde
UPA – Unidade de Pronto Atendimento
As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.
Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr
ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 19/12/2025, às 14:28, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora
n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de
2025.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
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