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DCL n° 063, de 06 de abril de 2026 - Suplemento
Ata Circunstanciada Sessão Extraordinária 5/2026
CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA SECRETARIA
Diretoria Legislativa
Setor de Registro e Redação Legislativa
ATA DE SESSÃO PLENÁRIA
4ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA
ATA CIRCUNSTANCIADA DA 5ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA,
DE 25 DE MARÇO DE 2026.
INÍCIO ÀS 19H29 TÉRMINO ÀS 19H36
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Está aberta a sessão.
Solicito que os deputados registrem a presença nos terminais.
(Realiza-se a verificação de presença.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicitei aos deputados que
registrassem as presenças. Precisamos de 13 deputados. Ainda falta 1. Há ainda 1 projeto a ser
votado.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, todos nós, no Colégio de Líderes,
assumimos um compromisso com o pessoal da carreira fazendária.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Chico Vigilante, é a mesma
situação. Conforme acordado, os demais projetos só serão votados juntos, como solicitado por vossa
excelência e os demais deputados.
Recebi a informação do secretário Daniel de que esse projeto chega ainda hoje. Então, o
compromisso que fazemos é que, se não der tempo de votá-lo hoje, terça-feira esse projeto será
votado junto com o do Detran-DF. Portanto, fique tranquilo.
O projeto do Detran-DF é outro do qual não abriremos mão, pois é um acordo feito com esta
casa. E, nesse caso, parece-me mais uma questão burocrática. Eles irão enviar o projeto a esta casa,
e nós vamos votá-lo na terça-feira.
Por isso, peço aos deputados que estejam presentes na sessão da próxima terça-feira para
nós aprovarmos o projeto e garantirmos o direito dessa categoria, que aguarda há muitos e muitos
anos. Muito obrigado.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Está bom, presidente. Obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Dá-se início à ordem do dia.
(As ementas das proposições são reproduzidas conforme ordem do dia disponibilizada pela
Secretaria Legislativa; as dos itens extrapauta, conforme PLe.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item da ordem do dia.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 5ª S.E. (2595576) SEI 00001-00011779/2026-16 / pg. 1
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 2.242/2026, de autoria da
Mesa Diretora, que “Altera a Lei nº 4.342, de 22 de junho de 2009, para instituir a Gratificação de
Atividade Policial (GAP) para os ocupantes dos cargos de provimento efetivo da Polícia Legislativa da
Câmara Legislativa do Distrito Federal, e dá outras providências”.
O projeto foi aprovado em primeiro turno.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 2.242/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 18 deputados.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
Mais uma vez, quero reafirmar o nosso compromisso, principalmente com a carreira
fazendária. Foi feito um acordo com os nossos auditores, com o nosso pessoal de controle interno.
Cris, todos esses projetos serão votados na terça-feira.
Para isso, solicitamos que todos os deputados estejam aqui, impreterivelmente, às 15 horas.
O nosso prazo-limite é terça-feira, até para que haja tempo de os projetos serem sancionados pelo
Executivo antes do dia 4.
Na terça-feira nós votaremos todos esses projetos já mencionados. Tenho certeza de que
essas carreiras que não foram contempladas hoje, na terça-feira, terão os seus direitos garantidos.
(Intervenção fora do microfone.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – O projeto não chegou, vai ser votado
na terça-feira. Será o segundo item de pauta. O primeiro será o do Detran-DF, o de segundo será o
de vocês e, depois, os das demais carreiras.
Não temos como votar um projeto que não está aqui. Esperamos até agora. Contudo, vocês
têm nosso compromisso de que esse projeto será votado na terça-feira. Caso contrário, como
proposto pelo deputado Chico Vigilante, faremos obstrução. (Palmas.)
Comunicado da Presidência.
Nos termos do art. 114, § 2º do Regimento Interno, informo aos senhores deputados que
não será designada ordem do dia para a sessão de amanhã, quinta-feira, 26 de março. Nesse
sentido, a sessão será apenas discursiva.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, eu quero pedir a vossa excelência que
votemos efetivamente esses projetos de lei na terça-feira, com o compromisso de escrever as
redações finais e mandá-las, ainda na terça-feira, para a sanção governamental.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Chico Vigilante, é por isso
que estou pedindo que façamos as votações no início da sessão. Para isso, preciso da colaboração
dos colegas. Se for o caso, podemos até suspender o comunicado de líderes para fazermos primeiro
a votação, a fim de que dê tempo de enviarmos os projetos na própria terça-feira para não haver
problema com prazo de sanção.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Está certo.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Mais uma vez, muito obrigado a todas
e a todos.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 5ª S.E. (2595576) SEI 00001-00011779/2026-16 / pg. 2
Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a sessão.
Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos
conforme informados pelos organizadores dos eventos.
Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento
Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Siglas com ocorrência neste evento:
Detran-DF – Departamento de Trânsito do Distrito Federal
As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.
Documento assinado eletronicamente por MIRIAM DE JESUS LOPES AMARAL - Matr. 13516, Chefe do Setor de Registro e Redação Legislativa - Substituto(a), em 31/03/2026, às 19:15, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
Código Verificador: 2595576 Código CRC: E8EEF118.
Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Piso Inferior 1, Sala TI.3 - CEP 70094-902 - Brasília-DF - Telefone: (61)3348-9241
www.cl.df.gov.br - serel@cl.df.gov.br
00001-00011779/2026-16 2595576v2
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 5ª S.E. (2595576) SEI 00001-00011779/2026-16 / pg. 3
DCL n° 063, de 06 de abril de 2026 - Suplemento
Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 22/2026
CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA SECRETARIA
Diretoria Legislativa
Setor de Registro e Redação Legislativa
ATA DE SESSÃO PLENÁRIA
4ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA
ATA CIRCUNSTANCIADA DA 22ª SESSÃO ORDINÁRIA,
DE 26 DE MARÇO DE 2026.
INÍCIO ÀS 15H07
TÉRMINO ÀS 15H52
PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Sob a proteção de Deus, iniciamos os
nossos trabalhos.
Está aberta a sessão.
Em virtude da não publicação prévia da ordem do dia para a data de hoje, a sessão ordinária
se converte em sessão de debates, conforme art. 114, §§ 2º e 3⁰, do Regimento Interno da Câmara
Legislativa do Distrito Federal.
Como não se verifica o quórum mínimo de presença, suspendo os trabalhos até que ele se
complete.
(Os trabalhos são suspensos.)
PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Está reaberta a sessão de debates.
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (Minoria. Como líder.) – Boa tarde, deputado Chico Vigilante e
deputado Max Maciel, presentes nesta sessão de debates. Boa tarde àqueles que assistem a esta
sessão.
A crise no Distrito Federal é cada dia maior. O governador tem anunciado sua saída do
governo para tentar concorrer. Eu não acredito mais, deputado Chico Vigilante, na candidatura de
Ibaneis para o Senado. Esta semana falamos e ouvimos em vários lugares que Ibaneis virou ativo
tóxico da política.
Só que, deputado Max Maciel, assume como governadora desta cidade a vice Celina, que
estava em campanha nesses últimos anos. Hoje saiu uma notícia muito grave sobre uma
investigação da Polícia Federal de ligações da Celina com o Vorcaro, no esquema do Banco Master, o
esquema de R$30 bilhões.
Essa turma sequestrou a cidade, deputado Chico Vigilante. Utilizou o BRB, o patrimônio do
Distrito Federal, para fazer um bando de negócios e abandonou a nossa cidade.
Da mesma maneira que o Ibaneis não reúne mais condições de permanecer no cargo de
governador, a vice Celina também não. Diante das investigações, hoje não existem condições
políticas e morais para ela conduzir a cidade.
O Distrito Federal, o BRB, as políticas públicas, as empresas públicas desta cidade e o
patrimônio da população precisam de pessoas que não estejam envolvidas nesse negócio do Vorcaro
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 22ª S.O. (2602589) SEI 00001-00012545/2026-88 / pg. 1
– o gangster que está preso – com o Banco Master e o BRB.
Infelizmente, o Distrito Federal está caminhando para esse desastre, para esse lamaçal.
Nós vamos insistir, deputado Chico Vigilante e deputado Max Maciel, aqui nesta casa, que é
mais do que urgente e necessária a abertura da CPI do Banco Master para investigar todos os
tentáculos que essa organização, que essa associação criminosa conseguiu infiltrar no Distrito
Federal.
Quem, de fato, está envolvido? Quem foram os mandantes para que o BRB fizesse essas
operações? Onde foi parar o dinheiro desta cidade? Então, não adianta o Ibaneis sair e a Celina
assumir. Eles fazem parte do mesmo programa, fazem parte do mesmo projeto, fazem parte da
mesma turma que operacionalizou esse ataque ao Distrito Federal.
E é sempre importante lembrar, deputado Chico Vigilante, o partido da vice-governadora
Celina Leão: o PP, o PP do Ciro Nogueira, que indicou o ex e o atual presidente do BRB. Então,
querer dizer agora que não tem responsabilidade é tentar enganar de novo a população desta
cidade.
Trago, deputado Chico Vigilante, mais 2 assuntos que considero muito importantes. Nós
estamos chegando ao limite do prazo para o Governo do Distrito Federal encaminhar propostas e
projetos de reajustes e de reestruturação das carreiras dos servidores públicos desta cidade, e esta
casa aprovar. Há 2 carreiras importantes em greve: os professores da Universidade do Distrito
Federal e os assistentes sociais, a carreira da assistência social. Eles estão em greve hoje, tentando
negociar com o Governo do Distrito Federal. E, até agora, não há movimentação.
Há uma categoria, deputado Chico Vigilante – pela qual vossa excelência também tem
lutado, e nós também –, que ficou de fora do reajuste dos 25% dos cargos comissionados que o
governo apresentou e esta casa aprovou no início do governo, no início desta legislatura, que é a
equipe de direção de escolas: os diretores, os vice-diretores, os supervisores pedagógicos e
administrativos e os chefes de secretaria. Eles não receberam os 25% nas suas gratificações.
Nosso mandato, nossa bancada, deputado Chico Vigilante, em todos os anos, de 2023 para
2024, de 2024 para 2025 e de 2025 para 2026, apresentou e protocolou emendas ao orçamento, e
elas foram aprovadas e sancionadas. O orçamento deste ano, o orçamento do ano passado e o
orçamento do ano retrasado tinham previsão para pagar os 25% dos diretores, vice-diretores,
supervisores, chefes de secretaria, mas o governo não encaminhou, não fez o pagamento e agora o
prazo está chegando ao fim.
Nós estamos agora, mais uma vez, oficiando à Secretaria de Educação, à Secretaria de
Economia e à Casa Civil, pedindo novamente que esse projeto chegue aqui o mais rápido possível,
para que possamos votá-lo na semana que vem e fazer justiça. Vamos corrigir a injustiça de terem
deixado de fora os dirigentes das carreiras Magistério e PPGE, os diretores e a equipe gestora das
escolas do reajuste de 25% e de uma outra correção necessária: a equiparação das gratificações dos
diretores e vice-diretores das escolas classes e ensino fundamental com as de ensino médio. Nós
temos cobrado isso e hoje, mais uma vez, estamos protocolando. Há orçamento, há necessidade. É
preciso corrigir essa injustiça. Falta vontade política do Governo do Distrito Federal. Pressão nós
vamos continuar fazendo para votarmos o mais rapidamente possível.
Eu quero lamentar, deputado Chico Vigilante, o que aconteceu hoje, em frente à Secretaria
de Educação, durante um ato dos estudantes da UESDF, a União dos Estudantes Secundaristas do
Distrito Federal, diante dos escândalos de corrupção na cidade, do Ibaneis, da Celina, do Master e do
caso da Secretaria de Educação: Hélvia, Isaias, os aluguéis milionários e os problemas das escolas.
Mais uma vez, a truculência imperou, e os estudantes foram recebidos no shopping – é um absurdo
a Secretaria de Educação funcionar num shopping – com spray de pimenta e muita violência por
parte da Polícia Militar do Distrito Federal. Quero repudiar, mais uma vez, a ação truculenta do
governo Ibaneis, do governo Celina e da gestão Hélvia e Isaias, que se negam a sentar, conversar e
dialogar com a entidade legítima de representação dos estudantes.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 22ª S.O. (2602589) SEI 00001-00012545/2026-88 / pg. 2
Por fim, quero não apenas lamentar e repudiar, mas informar, deputado Chico Vigilante, que
também estou acionando o CNJ diante de mais uma infeliz, injusta, absurda, ilegal e cruel decisão do
Poder Judiciário, desta vez do TJDFT. Vou ler aqui: “A Justiça do Distrito Federal, por meio do juiz
Luciano Pifano Pontes, inocentou um homem que engravidou uma adolescente de 13 anos, em
Planaltina”.
A denúncia, deputado Max Maciel, feita pela mãe da menina de 13 anos, é de que o homem
invadiu a casa e estuprou a menina. A Justiça do Distrito Federal, por meio do juiz Luciano Pifano
Pontes, inocentou o homem, inocentou o estuprador e, na decisão, afirmou que não ficou
demonstrada, nas provas, a intenção de cometer estupro de vulnerável, apesar de o exame de DNA
ter confirmado a paternidade do estuprador.
Não há demonstração, deputado Chico Vigilante. O Código Penal brasileiro é nítido e
objetivo: relação sexual com menores de 14 anos é considerado estupro de vulnerável. Não há
interpretação da lei. Não há subjetividade nesse caso. A justiça brasileira não pode ser conivente
com a violência contra as mulheres, com o estupro, com a violência contra meninas e adolescentes.
É um escândalo essa decisão.
Estamos acionando, deputado Chico Vigilante, o CNJ mais uma vez. Não podemos mais
tolerar isso.. O presidente Lula acaba de anunciar, inclusive, uma força-tarefa nacional, uma
mobilização do governo federal, incluindo no currículo das escolas, mais uma vez, a necessidade de
se discutir educação sexual, o combate à violência e o combate ao feminicídio.
O Senado Federal, nesta semana, dá uma resposta importante à sociedade, equiparando o
crime de misoginia ao crime de racismo. Há um setor da extrema-direita que acha isso um absurdo,
uma aberração. Aberração é o que aconteceu, infelizmente, no Distrito Federal: o Poder Judiciário
inocentar um estuprador, segundo o juiz, por falta de evidências.
Portanto, seguimos nessa luta em defesa dos direitos das mulheres e no combate
necessário, diário e constante à violência contra mulheres, ao feminicídio, à misoginia e ao
machismo. Isso passa por educação sexual nas escolas, isso passa por educar crianças e
adolescentes desde cedo nas escolas, isso passa por envolver as famílias e passa também por um
sistema judiciário que não pode salvar ou proteger estupradores e criminosos.
Sendo assim, deputado Chico Vigilante, fica aqui esse pedido. Já estamos acionando o CNJ e
vamos pedir também que a Mesa Diretora desta casa se manifeste sobre esse episódio lamentável,
cruel, ilegal e injusto da Justiça do Distrito Federal.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, deputado Gabriel Magno.
Concedo a palavra ao deputado Max Maciel.
DEPUTADO MAX MACIEL (Bloco PSOL-PSB. Como líder.) – Presidente, boa tarde. Boa tarde,
deputado Gabriel Magno. Boa tarde a todos que nos acompanham nesta sessão discursiva.
O que eu queria pontuar, deputado Chico Vigilante, é que, na data de hoje, o presidente
desta casa, deputado Wellington Luiz, a quem agradeço, recebeu a direção do Sindicato dos
Metroviários, a fim de impedir que a greve avance a partir do dia 30. A categoria reivindica uma série
de demandas históricas, de fato, e outras aguardam que o próprio governo encaminhe a esta casa
alguns pedidos.
O presidente, deputado Wellington Luiz, fez alguns acordos; entre eles, que a casa possa
participar da forma de financiar as horas extras pendentes dos trabalhadores metroviários, além do
compromisso de que o governo encaminhe o concurso ainda neste semestre. É muito importante o
concurso ainda neste semestre, para que todo o trâmite avance, o certame seja de fato realizado e,
até o fim do ano, ocorram as nomeações, a fim de que, em 2027, sejam feitos os treinamentos e a
recomposição do quadro dos metroviários do Distrito Federal. Hoje, a vacância é de 300 pessoas.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 22ª S.O. (2602589) SEI 00001-00012545/2026-88 / pg. 3
Deputado Gabriel Magno, imagine o que é trabalhar em um ambiente em que você não pode
ir ao banheiro, porque, se você se ausentar, deixará a catraca liberada. Imagine existir uma pessoa
com mobilidade reduzida em um vagão, que precisa de ajuda, e o servidor não tem condição de
auxiliá-lo nessa situação? Nós buscamos realizar essa conversa na terça-feira, mas o presidente
conseguiu nos receber hoje. Essa conversa ficou sinalizada. Haverá uma assembleia do sindicato no
domingo, e nós esperamos que, de fato, o governo cumpra o combinado, faça os acertos
necessários. Precisamos buscar também crédito no orçamento para que o metrô não colapse de vez.
Faço um pedido à Secretaria de Transporte e Mobilidade. Nós estamos acompanhando a
linha 110.2, que é a linha de ônibus que mais transporta pessoas no Distrito Federal. A Universidade
de Brasília movimenta mais de 50 mil pessoas por dia. São 249 viagens permanentemente na
universidade, deputado Gabriel Magno. Porém, em razão do trânsito, das intercorrências e da falta
de planejamento do transporte público e priorização do transporte individual, os estudantes estão
chegando atrasados na aula. Deputado Chico Vigilante, o professor está impedindo o aluno de entrar
em sala de aula na universidade, porque o estudante chegou atrasado.
Isso aconteceu nesta semana na Universidade de Brasília. O aluno pega um ônibus até a
rodoviária, um metrô até a rodoviária e, depois da rodoviária, ele tem que pegar o ônibus da linha
110. A logística é alheia ao passageiro. Há obstrução de via, há um problema grave dentro da
rodoviária de acostagem desses ônibus. Eles se acumulam numa fila gigantesca, e os estudantes não
conseguem chegar no horário de aula. Nós estamos solicitando providências da Secretaria de
Transporte e Mobilidade. A comissão acompanhou o transporte, e a frequência dos ônibus não está
em conformidade com a ordem de serviço. Nós constatamos que há uma intercorrência de vias e de
acesso à rodoviária que precisa ser sanada para que esses ônibus encostem, acompanhem o fluxo
necessário e cheguem, como combinado, no horário de pico, de 3 em 3 minutos. Sem dúvida
nenhuma, isso é fundamental.
Quero dizer a todos os estudantes, discentes, aos professores da Universidade de Brasília
que nós estamos atentos à situação, acompanhando e notificando os casos junto à Secretaria de
Transporte e Mobilidade do Distrito Federal para que verifique a situação. A comissão já constatou
que isso não está em conformidade.
Para encerrar, deputado Gabriel Magno, o senhor mencionou esse assunto grave. Quando
lemos, nem conseguimos ouvir o argumento de uma pessoa que afirma não haver provas de que um
homem adulto viole sexualmente uma criança de 13 anos de idade. Isso não é um fato novo no
Brasil. Recentemente aconteceu em outro estado. Um magistrado dá um tipo de sentença muito
parecido e inocenta o agressor. O Brasil precisa rediscutir não apenas novas normas jurídicas, mas
também as interpretações adotadas. Quase sempre são homens decidindo sobre a vida das
mulheres. São homens que acabam dizendo que o outro não teve intenção. Não quero acusar
ninguém. Estou apenas refletindo. Talvez as pessoas olhem para si e pensem: “Acho que eu faria o
mesmo e não seria problema”. Não há cabimento alguém inocentar o agressor diante de um fato
consumado.
O pior, deputado Gabriel Magno, é que, às vezes, alguns setores da sociedade impedem até
o acesso ao aborto para essa criança. Alguns querem que ela tenha o filho e conviva com o filho que
é fruto de uma violência, o que representa uma violência dobrada para uma criança cuja vida foi
definitivamente interrompida. Portanto, eu também quero me solidarizar com você e dizer que
repudiamos esse tipo de conduta, esse tipo de ação.
Presidente, vou encerrar meu discurso. Mais uma vez, convido toda a população para uma
festividade. Sexta-feira será um dia de muito agito na cidade de Ceilândia. Haverá festa, corte de
bolo, sessão solene e exposições nas cidades. A Casa do Hip-hop realizará atividades. Na Praça do
Cidadão, na Galeria Risofloras haverá a exposição chamada Terra dos Incansáveis. Convido todos
para curtirem uma das melhores cidades do Distrito Federal.
Quem quiser aproveitar, pode comer uma boa buchada. Eu sou filho de paraibano e adoro
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 22ª S.O. (2602589) SEI 00001-00012545/2026-88 / pg. 4
uma buchada na feira. Eu não posso falar o nome porque vou fazer propaganda, deputado Chico
Vigilante. Existe uma banca do meu amigo Chico na feira. Quem conhece sabe. Porém, precisa pedir
a buchada no dia anterior para ele caprichar. Vale a pena dar uma volta na feira de Ceilândia, ir à
Casa do Cantador, tirar foto na Caixa d’Água, comer nas lanchonetes de rua e ir às casas de eventos
da Via Leste. Ceilândia cresceu muito – é verdade –, mas precisa de muito mais, por mais 55 anos
de luta e resistência.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Convido o deputado Gabriel Magno para
presidir esta sessão, já que eu também pretendo me pronunciar.
(Assume a presidência o deputado Gabriel Magno.)
PRESIDENTE DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Assumo a presidência.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante, líder do Partido dos Trabalhadores.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – Senhor presidente, senhoras e senhores
deputados, estou vendo aqui uma matéria no Metrópoles: uma fala do presidente do Banco Central
do Brasil, Gabriel Galípolo. Ele afirma que o problema do Banco de Brasília não é de liquidez, o
problema é de patrimônio.
Portanto, penso que a situação está muito mais difícil de ser resolvida, porque o patrimônio
do Banco de Brasília, hoje, é menor do que era antes. É só verificar que as ações do Banco de
Brasília, em 5 anos, tiveram uma queda de 91%. A redução é de 91%. Isso levou junto, por
exemplo, o Iprev-DF. O Iprev tinha 35% das ações do Banco de Brasília, hoje não tem mais nada.
O Galípolo diz também que a solução para o Banco de Brasília – e quem está falando é o
presidente do Banco Central – passa por uma proposta do acionista majoritário. E quem é o acionista
majoritário? O Governo do Distrito Federal. Quem é o gerente do acionista majoritário? O senhor
Ibaneis Rocha, que vem botar a culpa na oposição, dizendo que nós somos os culpados pela quebra
do Banco de Brasília.
Na verdade, o culpado pela quebra do Banco de Brasília tem CPF e se quiser tem CNPJ:
Ibaneis Rocha. Ele é o culpado por tudo isso. Foi ele quem levou o Banco de Brasília a essa situação
dramática que está vivendo. E agora o Galípolo pontua muito bem essa realidade.
Hoje saiu uma matéria dizendo que há dezenas de telefonemas, mensagens do Vorcaro com
a senhora Celina Leão, vice-governadora. Ela está dizendo que não tem. Pois que venha tudo a
público, que a Polícia Federal publique todos os relatórios. Porque nós sabemos que quem indicou a
direção passada do Banco de Brasília foi, exatamente, o Ciro Nogueira, do PP, amigo predileto do
Vorcaro. Eles pegaram o Banco de Brasília para fazer negócios. Enquanto os servidores, professores,
trabalhadores da saúde e uma série de outros ficaram superendividados, houve pessoas que foram
ao suicídio em função das dívidas, esse pessoal estava fazendo essa farra, essa lambança com o
Banco de Brasília. E agora está aí o resultado.
Portanto, eu estou defendendo – a exemplo do que falou o deputado Gabriel Magno – a
instalação urgente da CPI que vai investigar o Banco de Brasília e o Banco Master. Eu topo,
deputado Gabriel Magno. Já propus isso para o pessoal do PL e de outros partidos que querem fazer
a coisa com seriedade. Eu topo nos sentarmos com o objetivo de criarmos um relatório comum de
pedido de CPI, com as assinaturas dos deputados em ordem alfabética. Acho que o pessoal também
topa fazer as assinaturas por ordem alfabética. Depois, elegemos o presidente da CPI, com
compromisso de que ele faça as convocações necessárias, e indicamos o nome de quem queremos
para ser o relator. Vamos fazer uma CPI séria para que possamos efetivamente aprofundar as
investigações e apontar os culpados. O que não pode é ficarmos nesta situação em que estamos:
vendo o banco definhando, acabando e o Distrito Federal afundando, sem a Câmara Legislativa fazer
absolutamente nada.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 22ª S.O. (2602589) SEI 00001-00012545/2026-88 / pg. 5
A Câmara Legislativa não pode ficar na inércia, fazendo de conta que não tem nada a ver
com isso. Não pode. Este é o Poder Legislativo, e ele tem que ter independência. Mesmo os
deputados que nomearam secretários, administradores e outras pessoas deveriam vir junto conosco,
no sentido de instalarmos essa CPI para fazer uma investigação verdadeira – a exemplo do que
fizemos na CPI de 2003 a 2004, que investigou o cartel dos combustíveis do Distrito Federal. Nós
provamos que havia um cartel. A Polícia Federal, depois, na Operação Dubai, comprovou que havia
um cartel e, agora, o Cade aplicou uma multa de R$150 milhões, porque ficou efetivamente
comprovado que havia um cartel. Foi o trabalho feito pela Câmara Legislativa que revelou esse
cartel.
Portanto, estou propondo à Câmara Legislativa a instalação imediata dessa CPI para passar o
Distrito Federal a limpo.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
Pergunto ao deputado Max Maciel se quer fazer uso da palavra novamente.
Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a sessão.
Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos
conforme informados pelos organizadores dos eventos.
Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento
Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Siglas com ocorrência neste evento:
Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica
CNJ – Conselho Nacional de Justiça
Iprev-DF – Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal
TJDFT – Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.
Documento assinado eletronicamente por MIRIAM DE JESUS LOPES AMARAL - Matr. 13516, Chefe do Setor de Registro e Redação Legislativa - Substituto(a), em 31/03/2026, às 19:14, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
de março de 2025.
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00001-00012545/2026-88 2602589v2
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 22ª S.O. (2602589) SEI 00001-00012545/2026-88 / pg. 6
DCL n° 063, de 06 de abril de 2026 - Suplemento
Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 21/2026
CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA SECRETARIA
Diretoria Legislativa
Setor de Registro e Redação Legislativa
ATA DE SESSÃO PLENÁRIA
4ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA ATA CIRCUNSTANCIADA DA 21ª SESSÃO ORDINÁRIA,
DE 25 DE MARÇO DE 2026.
INÍCIO ÀS 15H02 TÉRMINO ÀS 18H57
PRESIDENTE DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Sob a proteção de Deus,
iniciamos os nossos trabalhos.
Comunicado.
Despacho.
Trata-se de solicitação de instauração de processo de impeachment contra o governador do
Distrito Federal, Ibaneis Rocha Junior, protocolada pela deputada Paula Belmonte, conforme
documento nº 2541729, constante do processo SEI 00001-00006116/2026-71.
Em atendimento ao art. 260 do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal,
o gabinete da presidência enviou a referida solicitação à Procuradoria-Geral – PG desta casa, para
análise – quanto aos aspectos formais e jurídicos – e manifestação.
A PG, por sua vez, manifestou-se por meio do Parecer-PG nº 141/2026-NAMD, documento
nº 2583903 – aprovado pelo procurador-geral desta casa, documento nº 2583906 –, com a sugestão
de arquivamento sumário da denúncia.
Acolho, portanto, o Parecer-PG nº 141/2026-NAMD, documento nº 2583903, e determino o
arquivamento da denúncia.
Brasília, 19 de março de 2026.
Assina o deputado Wellington Luiz, presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Sobre a mesa, expediente que será lido por mim.
(Leitura do expediente.)
PRESIDENTE DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Como não se verifica o
quórum mínimo de presença, suspendo os trabalhos por 30 minutos ou até que ele se complete.
(Os trabalhos são suspensos.)
PRESIDENTE DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Reinicio os trabalhos. Está
aberta a sessão.
Quero saudar o pessoal da Polícia Penal que está aqui e dizer que vocês têm o apoio desta
casa e do nosso presidente. Saúdo o pessoal da Assinfra, que, há 13 anos, está sem nada e
reivindica: “Reestruturação já! Carreira de Planejamento Urbano e Infraestrutura.” Saúdo também o
pessoal do Detran-DF. Estamos juntos. (Palmas.)
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Cumprimento o deputado Chico Vigilante, o deputado Max Maciel, a deputada Dayse
Amarilio, o deputado João Cardoso e o deputado Thiago Manzoni.
Registro a presença da ex-deputada Lúcia Carvalho, que está aqui conosco – que alegria!
Bem-vinda à sua casa, deputada. (Palmas.)
Dá-se início ao comunicado de líderes.
Concedo a palavra ao deputado Rogério Morro da Cruz. (Pausa.)
Concedo a palavra ao deputado Iolando. (Pausa.)
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante. (Pausa.)
Concedo a palavra ao deputado Roosevelt Vilela. (Pausa.)
Concedo a palavra à deputada Dayse Amarilio.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (Bloco PSOL-PSB. Como líder.) – Boa tarde, pessoal.
Boa tarde, Polícia Penal. Deus os abençoe. Vamos dar prosseguimento a essa luta, que é
antiga. Conheço um pouco o trabalho de vocês. Quando sindicalista, conheci o sindicato de vocês – o
Leandro, à época – e vi o quão difícil é o trabalho que vocês executam. Vocês têm um desafio muito
grande para trabalhar como trabalham.
Pessoal do Detran, sejam todos bem-vindos. A reivindicação de vocês é muito justa também.
Estamos aqui para dar voz e vez a vocês. Eu, como servidora, fico muito feliz de votar projetos que
fortalecem Brasília por meio do serviço público.
Há um pessoal aqui que já garantiu um lugarzinho só deles. É o pessoal da carreira de
planejamento urbano, que está aqui há anos. (Palmas.) Esses meninos, eu acho que há uns 2 anos e
meio eu os vejo quase toda semana aqui na CLDF, lutando.
Convido todos os deputados que estão na casa para participarem dessa mobilização
importante, cumprindo o nosso dever de estarmos na quarta-feira no plenário para votar projetos
tão importantes. Reforço o convite para que os deputados venham ao plenário. O nosso presidente
também já está chegando.
Considerei muito importante, deputado Chico Vigilante, a fala de ontem no Colégio de
Líderes, pois permitiu o acordo para estudarmos os projetos a serem votados. Hoje, vamos votar
projetos que foram negociados durante bastante tempo. Em relação ao projeto da casa, que
também vamos votar, chegamos a um consenso importante sobre o reajuste isonômico com o
Tribunal de Contas, que abrange tanto celetistas quanto os cargos de livre provimento. Outro projeto
importante é o da carreira da assistência tributária, que, depois de muitos anos, será votado hoje, se
Deus quiser.
Nós fizemos ontem um trabalho muito grande, puxado pelo deputado João Cardoso, pelo
deputado Chico Vigilante e por alguns deputados que defenderam que segurássemos o projeto dos
auditores para votarmos o do pessoal da área-meio, o pessoal da gestão que trabalha há tanto
tempo sem reestruturação de carreira – alguns, inclusive, se aposentaram e perderam direitos.
Estamos em um dia importante para Brasília, então convidamos os deputados a descerem.
Vamos fazer o nosso dever.
Pessoal, sejam muito bem-vindos sempre, contem conosco.
Ontem falei uma coisa importante que quero deixar registrada. Sou enfermeira há 26 anos.
Costumo brincar que gosto de sofrer, porque sou professora – não sei se vocês sabem disso,
deputado Thiago Manzoni e deputado Pastor Daniel de Castro – e enfermeira do serviço público, da
Secretaria de Saúde, do chão de fábrica. Sou vascaína com muito orgulho – vou perder voto, gente,
mas vocês veem que defendo aquilo em que acredito. Sou casada também. Então, sou uma pessoa
que gosta do sofrimento.
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Falo isso porque, há muitos anos, temos, na enfermagem, a luta pela isonomia. Nós
brigamos muito por isso, e acredito que vocês das forças de segurança também. Eu vim de uma
carreira em que, há quase 30 anos, pouco depois que eu entrei na secretaria, todo nível superior
ganhava a mesma coisa. Depois – vejam como as coisas acontecem –, por conta de força política, de
espaço de decisão, tivemos no governo um chefe da Casa Civil que era odontólogo, e outras
especialidades, outras carreiras foram despontando e ganhando suas reestruturações.
Faz 26 anos que lutamos pela isonomia dos enfermeiros. O que eu falo para os enfermeiros,
como sindicalista que sou e aprendi a ser – nunca planejei ser sindicalista nem deputada, mas
entendo o que estou fazendo aqui – é que temos que nos unir como servidores e resistir para
continuar existindo. Eu vejo isso muito claramente na saúde.
Amanhã, pela Comissão de Saúde, a qual eu presido, vamos ter a prestação de contas do
IGESDF. Todos vocês que estão aqui e quem assiste à nossa sessão pela TV Câmara Distrital sabem
que, assim como muitas outras áreas, a saúde de Brasília está destruída. Hoje, as pessoas
peregrinam sem atendimento.
O que eu falo para os profissionais, para os meus colegas enfermeiros, é que temos que
lutar pela isonomia, pelos nossos direitos, por condições de trabalho, mas também temos que
entender que o processo político e o espaço de decisão passam pela consciência de que não adianta
falar de enfermeiro, técnico de enfermagem, médico ou assistente social sem falar do Sistema Único
de Saúde, o qual defendo porque tenho uma visão do todo.
Hoje enfrentamos um projeto que não é para Brasília. Isto sempre me incomodou desde que
entrei aqui, e é algo que hoje vejo de forma mais clara: os projetos são feitos para cada 4 anos; não
são projetos para Brasília, são projetos para grupos políticos.
Nós servidores temos que defender o que é nosso, um Distrito Federal para todos, porque
nós servidores não somos culpados pela situação do Distrito Federal. Não fomos nós que criamos
secretarias para apadrinhar amigos, que fechamos contratos milionários, que compramos títulos
podres. Não fomos nós que fizemos isso. Pelo contrário, trabalhamos em situações difíceis,
insalubres, e damos o melhor que podemos.
Contem conosco. Precisamos nos unir. Precisamos, inclusive, defender o Iprev, que está
sendo ameaçado pela situação do Banco de Brasília. Infelizmente, votou-se nesta casa, há algum
tempo, que o teto de cargos de livre provimento pudesse aumentar muito além do permitido pela lei,
que era 50%. Temos a questão do BRB, e o Iprev está relacionado a isso, porque ele tem ações do
Banco de Brasília que inicialmente valiam R$140 e hoje valem R$4. Portanto, precisamos defender o
Iprev porque se trata do futuro e do presente dos nossos aposentados, que muitas vezes não têm
condições sequer de ter assistência à saúde, já que a saúde está um caos.
Defendo o SUS, defendo o serviço público, defendo Brasília para os brasilienses. (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Concedo a palavra ao
deputado Rogério Morro da Cruz.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (Bloco União Democrático. Como líder.) – Uma
ótima tarde a todas e a todos. Primeiramente, registro minha gratidão a Deus por mais uma
oportunidade de estar aqui como representante do povo.
Quero deixar os cumprimentos a todos os servidores da galeria e dizer que podem contar
com o nosso apoio. Fui eleito para representar toda a sociedade brasiliense. Não tenham dúvidas de
que quem estudou e quem se preparou para representar bem suas funções – assim como a Polícia
Penal e a carreira de planejamento urbano e infraestrutura, que faz um trabalho de suma
importância para o Distrito Federal – tem o meu reconhecimento e, com certeza, terá o nosso apoio.
Da mesma forma, os servidores do Detran-DF e todos os servidores podem contar com o nosso
apoio. (Palmas.)
Senhor presidente, senhoras e senhores deputados, trago hoje não apenas uma boa notícia,
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mas também a demonstração clara da força, do trabalho sério, comprometido e eficiente desta casa
legislativa, especialmente da Comissão de Assuntos Sociais. Essa comissão, que tenho a honra de
presidir, reafirmou seu papel protagonista ao promover uma audiência pública fundamental para a
regulamentação do Programa Nota Legal Solidária, instituído por meio da Lei nº 7.574/2024. Mais do
que debater, a comissão liderou um processo de construção de diálogo e de articulação institucional
que fez diferença. O Nota Legal Solidária representa uma iniciativa de grande alcance social, ao
permitir que créditos fiscais sejam destinados a instituições sem fins lucrativos que atuam em áreas
essenciais, como assistência social, saúde, educação, assistência a crianças e adolescentes, defesa e
proteção animal, cultura, entre outras. Foi graças à atuação firme e diligente da comissão que esse
programa começou, de fato, a sair do papel.
A Comissão de Assuntos Sociais não se limitou à discussão, mas atuou diretamente com a
Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal, cobrando,
acompanhando e garantindo que as medidas necessárias fossem adotadas para a implementação do
programa. Nosso compromisso sempre foi claro: transformar a lei em realidade e garantir que as
políticas públicas funcionem e cheguem a quem mais precisa. A comissão, nesse sentido, cumpriu
mais uma vez o seu papel com excelência. O resultado desse trabalho já é concreto: a secretaria
atendeu prontamente às demandas apresentadas pela comissão e definiu os responsáveis pelo
cadastramento das entidades, incluindo o Conselho dos Direitos do Idoso, o Conselho dos Direitos da
Criança e do Adolescente e a unidade de Projetos Sociais.
Esse avanço, senhoras e senhores, demonstra que, quando há seriedade, articulação e
compromisso, os resultados aparecem. Presidente, é justamente isto que a Comissão de Assuntos
Sociais tem demonstrado: capacidade de transformar boas ideias em ações efetivas, capacidade de
fortalecer as instituições que atuam na ponta e, assim, fortalecer toda a sociedade. A Comissão de
Assuntos Sociais tem sido peça central nesse processo, garantindo instrumentos legais que cumpram
sua função social e alcancem quem realmente precisa.
Seguiremos atentos, atuantes e comprometidos, acompanhando cada etapa da
implementação para assegurar que nenhuma entidade que se encontre funcionando regularmente
fique à margem da lei. Reafirmo que o trabalho da Comissão de Assuntos Sociais é, acima de tudo,
um trabalho em favor das pessoas, da justiça social e do desenvolvimento do Distrito Federal.
Finalizo dizendo que seguimos firmes nesse propósito, com responsabilidade e dedicação, em
busca de resultados que atendam aos interesses maiores da nossa sociedade.
Muito obrigado, presidente.
(Assume a presidência o deputado Wellington Luiz.)
RESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Assumo a presidência.
Boa tarde a todos e a todas. Quero saudar os deputados e deputadas, os assessores e
assessoras, e todos os que se encontram no plenário.
Estou vendo o pessoal do Detran-DF. (Palmas.) Eu e o deputado Eduardo Pedrosa
continuamos em tratativas por vocês. Hoje pela manhã, estive no Palácio do Buriti para encontrar a
solução e para que o projeto que diz respeito a vocês seja encaminhado. Mais uma vez, lembro que
esse projeto tem recursos próprios do Detran-DF, portanto não gera impacto da fonte 100, então
não há motivo para ele não ser enviado.
Com relação aos amigos da carreira de planejamento e infraestrutura, há pouco o Manuel
me informou que o projeto de vocês se encontra no gabinete do governador. Em breve, às 16 horas,
o governador estará no Palácio do Buriti. Nós esperamos que ele, assim que assinar o projeto, já o
encaminhe para esta casa, para que nós consigamos votá-lo ainda hoje. A ideia é essa.
Quanto ao nosso pessoal da Polícia Penal, tivemos assembleia hoje. As expectativas são as
melhores. Já falei na assembleia, não seria preciso repetir, mas a ideia é que nós concluamos isso o
mais rápido possível, no mais tardar até a semana que vem. O voluntário da Polícia Penal também
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está incluído nesse processo. Nós vamos mantendo vocês informados.
Eunice, sobre a carreira fazendária, eu acabei de falar com o Daniel e com a Leda. A ideia,
Eunice, é mandar isso ainda hoje. O deputado Chico Vigilante me cobrou há pouco, e eu falei com o
Daniel. A expectativa é que esse projeto seja enviado ainda na tarde de hoje para esta casa.
Trata-se, aliás, de um compromisso feito com os deputados de nós votarmos todos os
projetos conjuntamente.
O projeto da casa será votado.
O projeto do IML já está na casa, já está conosco. Deve ser um dos primeiros a ser votado.
Concedo a palavra deputado Iolando. (Pausa.)
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante. (Pausa.)
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (Minoria. Como líder.) – Senhor presidente, boa tarde. Boa
tarde a todas as pessoas que nos acompanham. Boa tarde aos servidores novamente aqui presentes
na expectativa de serem minimamente reconhecidos e valorizados pelo pior governo da história do
Distrito Federal, o governo Ibaneis-Celina, que tanto mal fez a esta cidade e tanto mal fez aos
servidores. Eu sou servidor público, sou servidor da educação, e, infelizmente, esse governo tratou o
serviço público e a educação, em especial, com muito desprezo, muita violência e muita truculência.
Quero desejar boas-vindas a cada um e a cada uma que está aqui nessa luta tão necessária
em defesa da nossa cidade.
Presidente, mais uma vez, venho a esta tribuna porque o caso BRB-Master não pode cair no
esquecimento da cidade e muito menos desta casa. A cada dia, surge nova questão.
Nesta semana, nós nos deparamos com a história do PicPay e do contrato assinado com o
escritório do governador. Essa história se parece com certas coisas estranhas que acontecem. Fazem
um acordo entre governo e empresa, e a empresa começa a fazer descontos no contracheque dos
servidores públicos, compulsoriamente. A mesma empresa que assinou contrato com o governo para
fazer descontos nos salários de aposentados e pensionistas, 4 dias depois, depositou R$1 milhão na
conta do escritório do governador. É uma coincidência – para dizer o mínimo – estranha.
A mensagem que a PicPay mandava para os servidores é escandalosa. Era mensagem de
umas das fraudes bancárias que o sistema financeiro não regulado insiste em cometer. Era uma
mensagem mandada pelo WhatsApp, que vou ler: “Olá! Seu saldo já está liberado. Antecipe parte do
seu salário sem juros e receba o valor na hora. Não é empréstimo consignado nem pegadinha! É o
seu dinheiro! Faço o seguro diretamente no app.” Essa é a mensagem do PicPay.
Depois, vinham os descontos compulsórios nos salários dos aposentados e dos pensionistas,
que o governador autorizou. Ontem, nós trouxemos o documento assinado pelo secretário-executivo
da Secretaria de Economia do Distrito Federal. São 9 os documentos assinados por ele autorizando
os descontos.
Agora, parece que o governador não sabe de nada, de novo. Ele não responde a pedido de
explicação, não responde a requerimento e se recusa a prestar qualquer tipo de esclarecimento
nesta casa.
Ontem anunciamos e agora falamos de novo: protocolamos uma ação de denúncia no
Ministério Público exigindo a devolução imediata dos recursos, a explicação e a responsabilização dos
agentes públicos que permitiram os descontos e dos agentes privados que os fizeram.
Deputado Hermeto, falo com vossa excelência, líder do governo não sei se ainda com tanta
ênfase, porque está difícil defender o governador. Deputado Hermeto, o governador diz que a culpa
não é dele, que ele não sabe de nada e que a oposição é que está atrapalhando a tentativa de salvar
a cidade.
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Vou lembrar o governador de algumas operações. Uma delas é o leilão de uma fazenda feito
pelo BRB, no qual só o governador deu lance e comprou a fazenda pela metade do preço. Outra é a
compra, pelo próprio governador, de uma casa a juros rebaixados, quando ninguém nesta cidade
tem as mesmas condições – é dele uma das casas mais caras desta cidade. Outra é o investimento
no Flamengo e a parceria com o time, que foi assinada e renovada, mesmo que o BRB esteja em
crise. Olhem que coincidência: o filho do governador é dono de 2 lojas do Flamengo! O contrato foi
renovado, recentemente. Ainda há os contratos dos precatórios com a Reag e com
empreendimentos do Banco Master e as reuniões do governador com o Vorcaro para tratar,
inclusive, de estratégia de guerra.
Governador Ibaneis, não me parece que o senhor não sabia de nada ou que a culpa seja da
oposição. Não foi a oposição que assinou contratos, que marcou reuniões e que colocou o Distrito
Federal nessa lama e o BRB nessa situação muito delicada.
Quem precisa resolver a situação não é quem colocou o BRB nessa lama, porque essa
pessoa não tem autoridade para fazê-lo. No entanto, ela precisa prestar todos os esclarecimentos
para esta casa e, mais uma vez, não quer fazê-lo.
Presidente, vou passar todos os dias falando disso. Insisto: é fundamental que esta casa dê
uma resposta e abra, imediatamente, a CPI do Banco Master, para que a população do Distrito
Federal saiba o que de fato aconteceu e quem são os responsáveis pelo maior escândalo de
corrupção da história da nossa cidade.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra ao deputado Chico
Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – Senhor presidente, senhoras e senhores
deputados, eu tenho combatido de maneira muito firme o cartel dos combustíveis do Distrito
Federal. Em vários momentos, o presidente do sindicato dos postos de gasolina, que eu desconfio
ser laranja de uma grande rede, foi à TV Globo e a outros meios de comunicação dizer que não
havia cartel em Brasília.
O cartel foi condenado em 2025, e, agora, a condenação foi ratificada. São R$150 milhões
aplicados em multa ao cartel. Antes disso, a rede Cascol, que integra o cartel, havia feito uma
espécie de delação premiada. Pagou R$90 milhões de multa e teve que abrir mão de uma série de
postos no Eixinho. Ela contou como se praticava a combinação de preços e se livrou da condenação
por ter feito essa delação.
O cartel, agora, está condenado administrativamente pelo Cade, mas eles continuam
abusando de nós. Os postos da Cidade do Automóvel estavam vendendo gasolina a R$6,69, e a
mesma coisa ocorria na EPTG. O interessante é que os postos da EPTG foram condenados pelo
Cade, mas continuam praticando preços abusivos.
Quero parabenizar o Cade pela ação tomada, mas quero dizer que é fundamental que os
demais órgãos de defesa do consumidor continuem agindo. Parece-me que o diretor-geral do Procon
está disposto a fazer esse combate. Eu conversei com ele ontem e indiquei postos que estavam
abusando no preço. Ele me garantiu que imediatamente faria a fiscalização a fim de coibir esse
abuso e livrar a população do Distrito Federal dessa situação dramática de sermos todos nós vítimas
desse cartel nojento, o cartel dos combustíveis no Distrito Federal.
O segundo ponto, presidente, que quero abordar trata do maior roubo da história brasileira,
do maior roubo da história do Distrito Federal, de um dos maiores do mundo, o roubo praticado
contra o Banco de Brasília, um banco de todos nós.
Eu vi matérias, em vários meios de comunicação, que diziam que esse bandido chamado
Vorcaro está se dispondo a fazer uma delação premiada. Eu espero, sinceramente, que essa delação
premiada não sirva para livrá-lo da cadeia.
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Presidente, a maior punição para aqueles que roubaram o BRB, na minha opinião, nem
precisaria ser a prisão. Seria tomar todo o dinheiro que eles roubaram e colocar todos eles para
ganhar salário mínimo, andando de ônibus, para ver como é que o povo vive. Eu deixaria todos eles
nessa situação. Porém, está lá o bandido em uma sala de estar, na Polícia Federal, dizendo que vai
fazer delação, comendo do bom e do melhor.
E ainda vem o governador do Distrito Federal, senhor Ibaneis Rocha – que levou o BRB a
essa situação, pois é o controlador do banco –, afirmar que a situação pré-falimentar do banco é
culpa nossa, da oposição, de quem não quer salvar o banco. Senhor Ibaneis, quem levou o banco a
essa situação foi o senhor, não fui eu! Eu não tenho nada a ver com isso.
Além disso, o Ibaneis também parece ser um cidadão mal-agradecido porque há um
deputado aqui – por quem tenho respeito – que deu a vida na defesa desse governador. Mas, na
hora de ele dizer que esse deputado, o deputado Hermeto, não tinha culpa no caso em que foi
injustamente acusado, ele lavou as mãos, dando uma de Pilatos. Disse: “Nisso aí, ele que se vire”.
Se eu fosse governador e isso tivesse ocorrido com um deputado da minha confiança, eu
diria: “Essa acusação está errada, e eu confio no meu deputado”. Mas não, ele disse: “Ele que se
vire”. Uma pessoa que abandona seus parceiros de caminhada não merece o respeito de ninguém.
Ninguém larga a mão de ninguém quando tem certeza de que essa pessoa não está envolvida com
corrupção.
É por isso que hoje não conheço nenhum deputado que esteja disposto a apoiar ou defender
o Ibaneis, deputado Hermeto. Porque ele mostrou, efetivamente, que não tem respeito por ninguém.
Se não teve respeito por vossa excelência, que deu a vida por ele aqui na Câmara Legislativa, não
será por mim que ele terá – eu, que sempre o critiquei nesta tribuna.
Muito obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Informo que acabei de falar com o
secretário Daniel, que confirmou que ainda hoje enviará o projeto da carreira fazendária para que
possamos discuti-lo. Com relação à carreira de planejamento, ele já havia mencionado anteriormente
o assunto, e acredito que já o tenha encaminhado.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, apenas para lembrar – vossa excelência é
cumpridor de acordos nesta casa, e eu confio em vossa excelência –, nós acordamos que só
votaremos qualquer projeto relativo à Secretaria de Economia se estiver também na ordem do dia o
projeto dos servidores fazendários. E, como é um acordo, ele precisa ser cumprido. Vossa excelência
é um homem que cumpre acordos, e foi por isso que depositei meu voto em vossa excelência para
presidente desta casa.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante,
fico honrado com esse apoio e reafirmo nosso compromisso com as decisões do Colégio de Líderes.
Há pouco, liguei para o secretário Daniel e o alertei sobre esse acordo firmado. De fato, existe
sintonia na votação dos projetos. É importante que todos estejam disponíveis para que possamos
votar. É por isso que houve um esforço do secretário Daniel para que o projeto chegasse ainda hoje
à casa. Assim que chegar, votaremos todos os projetos conjuntamente.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, apenas quero reafirmar o que o
deputado Chico Vigilante falou: há anos estamos tentando garantir aos servidores da gestão
fazendária o mínimo de uma reestruturação. Também estamos tentando realizar ajustes financeiros,
mas, mesmo assim, esse projeto de alteração – que não gera impacto financeiro – deveria ser
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encaminhado imediatamente. Eu estou com o deputado Chico Vigilante e com a categoria, e nós só
aprovaremos qualquer projeto após a chegada desse projeto.
Presidente, aproveitando que hoje é o dia dos servidores aqui na casa – e que faremos
esforço para aprovar os projetos –, peço que vossa excelência inclua na ordem do dia o projeto
relacionado aos servidores da Secretaria de Saúde, os chamados Avas e ACS, sobre o IFA. É um
projeto que autoriza o governo a repassar o dinheiro que recebe do ministério para eles. Nós
tentamos votá-lo algumas semanas atrás, mas não houve quórum. Hoje, vai haver quórum.
Peço a gentileza, presidente, de que vossa excelência coloque esse projeto na ordem do dia
para, enfim, nós resolvermos a questão dos servidores Avas e ACS.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Jorge Vianna, daqui a
pouco eu vou consultar os deputados sobre isso. De fato, esse projeto já foi solicitado algumas vezes
por vossa excelência. A ideia era que ele já tivesse sido votado, mas ontem houve um
questionamento do Colégio de Líderes, e acabaram sugerindo que fosse feita uma indicação. No
entanto, como o projeto é de sua autoria, cabe a vossa excelência decidir se ele entra na ordem do
dia ou não, e a nós deputados, concordarmos ou não. Daqui a pouco, nós discutiremos com os
parlamentares para decidirmos sobre isso. Da minha parte, não há problema nenhum. Fica o nosso
compromisso.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Agradeço, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra ao deputado
Thiago Manzoni.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Como líder.) – Presidente, boa tarde. Boa tarde aos
demais parlamentares, a quem assiste à nossa sessão pelo YouTube e pela TV Câmara Distrital e a
quem está aqui na galeria.
Hoje, diversas profissões estão aqui na galeria, mas todo mundo sabe, presidente, do meu
apreço especial pelas forças de segurança do Distrito Federal. Então, eu saúdo, de maneira muito
especial, o pessoal da Polícia Penal que está aqui hoje. (Palmas.)
Agradeço, na pessoa de vocês, a todas as forças de segurança do DF, que fazem um
trabalho de excelência para garantir o mínimo de paz e que, na minha opinião, são a barreira entre o
caos total e o que nós vivemos hoje na nossa sociedade.
Entrarei em outro assunto, presidente. Há aproximadamente 1 mês, eu fiz, provavelmente,
se não o mais importante, um dos mais importantes discursos do meu mandato. Era relacionado ao
caso do BRB.
Na ocasião daquele discurso, eu fiz diversos apontamentos e questionamentos relacionados
ao projeto de lei que seria votado. Nenhum dos apontamentos que eu fiz foi respondido. Também
não houve resposta a nenhuma das indagações, das perguntas que eu fiz.
Quando um parlamentar pergunta, ele está perguntando em nome do povo. A Constituição
do Brasil diz que todo poder emana do povo, que elege os seus representantes.
Então, quando a Câmara Legislativa ou quando um deputado faz um requerimento de
informações, ou faz perguntas, ou pede explicações, as respostas e as explicações que são dadas
são dadas ao povo do Distrito Federal.
Por outro lado, o desrespeito não é só ao parlamentar, não é só ao parlamento, é também
ao povo do Distrito Federal.
Ninguém que perguntou teve resposta. O projeto foi votado sem que nós tivéssemos as
informações mais básicas, e foi aprovado. Então, eu apresentei um requerimento de informações
para o BRB e para a Secretaria de Economia. Aliás, ontem, o deputado João Cardoso apresentou no
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 8
telão 500 mil inconsistências dessa lei que está em vigor, apontando item por item o que estava
errado. Foi até um discurso extenso, que demorou.
Eu achei que as respostas, deputado, diante de tudo o que vossa excelência expôs e diante
do que eu queria de explicação, seriam minimamente razoáveis.
O que eu queria saber, em resumo? Qual é a situação atual do BRB? Qual, de fato, foi o
impacto financeiro das operações envolvendo o Banco Master? Quais medidas foram ou estão sendo
adotadas? E qual é o impacto da ajuda do Governo do Distrito Federal ao BRB nas contas do Distrito
Federal?
Todas essas respostas são muito importantes para nós sabermos se dá para salvar o BRB.
No entanto, a pergunta que fica também é: salvar de quem? Acho que ninguém tem dúvida de que
o BRB está precisando ser salvo, mas de quem nós estamos salvando o BRB? Quem foi o mentor
intelectual disso tudo? De onde veio a ideia disso tudo? E, principalmente, para onde foi o dinheiro?
O que se sabe é que, no mínimo, R$6.600.000.000 sumiram. No bolso de quem está esse dinheiro?
Apresentei o requerimento, que foi respondido. É de pasmar. É de cair o queixo. Sabem o
que a Secretaria de Economia respondeu para o povo do Distrito Federal? “Já virou lei, não temos
nada para dizer. Não há informações a serem prestadas.” É como dizer: “Dane-se”. Só que esse
“dane-se” não é para o presidente deputado Wellington Luiz, não é para a Mesa Diretora, que
apresentou o requerimento, não é para o parlamentar. Ele é para o povo do Distrito Federal.
Isso é o retrato do que o GDF pensa a respeito do povo. Não há informações. A secretaria se
recusou a prestar os esclarecimentos.
Acontece que a Lei Orgânica do Distrito Federal estabelece como crime de responsabilidade
esse tipo de conduta. O art. 60, inciso XXXIII, da Lei Orgânica do Distrito Federal diz que é crime de
responsabilidade a recusa ou o não atendimento no prazo de 30 dias, bem como o fornecimento de
informação falsa no que diz respeito ao requerimento de informações que foi apresentado. A recusa
é crime de responsabilidade, presidente, previsto na Lei Orgânica do Distrito Federal.
Não é a primeira vez que isso acontece! Eu estou cansado de ver deputado reclamando da
recusa das secretarias em responder aos requerimentos de informação que são feitos.
O que eu quero saber, presidente, é até quando a Câmara Legislativa não vai tomar
providência em relação a isso. Eu o farei. Vão ter que responder de um jeito ou de outro.
O BRB deu uma disfarçada. A secretaria não disfarçou, não; mas o BRB deu uma disfarçada.
Respondeu, em 2 laudas, a todas as perguntas que eu tinha feito, mas respondeu sem responder.
Respondeu que, com relação à operação e à tentativa de aquisição do Banco Master, todo o
processo foi amplamente noticiado. Mas o que queremos saber não é quanto ao negócio que foi
autorizado pela Câmara Legislativa e rejeitado pelo Banco Central. Esse nós sabemos que não deu
prejuízo nenhum! O que queremos saber é o que foi feito antes. O que queremos saber é onde foi
parar o dinheiro dos negócios que foram feitos com o Banco Master antes dessa tentativa de adquirir
49% do banco!
É óbvio que todo mundo sabe que o dinheiro não foi pago ao Banco Master para adquirir os
49% do banco. Todo mundo sabe que o Banco Master foi liquidado. Todo mundo sabe também que,
antes disso, R$12 bilhões do BRB tinham ido parar na mão do Banco Master – desse valor, pelo
menos R$6 bilhões em títulos inexistentes. É sobre isso que queremos saber. Cadê o dinheiro? Onde
vocês colocaram o dinheiro?
Quando nós perguntamos “Qual é a situação do BRB?”, eles respondem “Não podemos
dizer”. “O que vocês estão fazendo para salvar o BRB?”, “Não podemos dizer”. “Qual é o impacto
dessa lei que está sendo discutida no Judiciário? Ela fica em vigor ou não?”, “Não podemos dizer.”
Presidente, tiveram a audácia de, na resposta, mandar o Diário Oficial inteiro que publicou a
lei. As medidas vão ser adotadas. Vocês acham que a galera é burra? Vocês acham que nós não
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sabemos que o que vocês querem é pegar o dinheiro do pagador de imposto para cobrir o rombo do
dinheiro em que vocês deram sumiço? O que queremos saber é qual a consequência disso para os
cofres do Distrito Federal.
Vocês podem até agir como se a Câmara Legislativa fosse um circo e como se aqui só
houvesse palhaço. Podem chamar o presidente deputado Wellington Luiz de palhaço, podem chamar
a Mesa Diretora toda aqui de palhaça, podem chamar os deputados de palhaços; mas vocês vão
responder. Se não for por meio de requerimento de informações, vocês virão aqui responder, por
meio da instauração de uma CPI, Comissão Parlamentar de Inquérito. Vocês virão aqui como
testemunhas ou como investigados, porque o que não dá, presidente, é o povo do Distrito Federal
ficar sem resposta e sofrer esse tipo de aberração.
Isso aqui é uma aberração. A aberração foi assinada pelo novo presidente do banco, o
Nelson. Ele assina a resposta ou a não resposta – ele, o doutor Antônio José e a doutora Ana Paula.
Não podemos considerar isso aceitável.
Portanto, há o convite para, no dia 7, eles virem prestar esclarecimentos. O Izidio, presidente
da Terracap, foi convocado. Se não prestarem os esclarecimentos, vamos nos articular e alcançar o
número de assinaturas necessárias para abrir uma CPI. É só uma questão de tempo. Vão responder
de um jeito ou de outro.
O que nós representantes do povo não vamos tolerar é essa falta de respeito com o cidadão
de Brasília, porque representamos o povo e queremos explicações em nome dele.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Thiago Manzoni.
Sobre a mesa, expediente que será lido pelo secretário.
(Leitura do expediente.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Pastor Daniel de
Castro.
Concedo a palavra ao deputado Hermeto.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Como líder.) – Boa tarde a todos.
Senhor presidente, senhores deputados, como bem lido no expediente pelo secretário,
deputado Pastor Daniel de Castro, o governador enviou o reajuste do serviço voluntário de todos os
órgãos da segurança pública.
Estou falando em relação aos policiais, mas o Detran tem todo o direito, e vamos trabalhar a
fim de que eles também tenham esse reajuste do serviço voluntário.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Medida mais do que justa.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Como líder.) – Sim, medida mais do que justa.
Presidente, eu quero fazer um rápido balanço. Eu falo como representante da minha gloriosa
Polícia Militar, onde fiquei 30 anos. Sou subtenente da reserva. Sempre digo que não sou deputado,
mas estou deputado provisoriamente, até quando Deus me abençoar. Eu sou um subtenente das
antigas, que trabalhou na Ceilândia, no Gama e em vários quartéis.
Presidente, durante os últimos 4 anos, principalmente, sob a presidência de vossa
excelência, houve uma união nossa – minha, de vossa excelência e do deputado Roosevelt Vilela,
que não está presente, mas ainda usará da palavra – em uma tarefa. Marchamos sempre juntos em
direção a um único objetivo: fortalecer e reconhecer a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de
Bombeiros. Claro que existem outros órgãos de segurança, mas falo em nome da minha querida
Polícia Militar.
Nós tivemos o maior reajuste da história, presidente, concedido tanto para a Polícia Civil
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quanto para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
Vou falar pela Polícia Militar, onde tivemos 18 mil promoções. Nenhum governo fez isso.
Todos sabem que um soldado leva 10 anos para se tornar cabo, conforme a Lei nº 12.086. Porém,
quando há a faculdade da redução do interstício, a promoção ocorre em 5 anos. Nosso governo já
promoveu 18 mil policiais e, agora, a vice-governadora Celina Leão irá promover, em abril, mais 600
policiais. Trata-se de um reconhecimento a essa categoria que, dia a dia, luta e batalha pela
segurança pública, em conjunto com a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros Militar.
O nosso serviço voluntário estava defasado. Essa luta, presidente, vossa excelência travou
junto comigo, para que houvesse a equiparação das horas trabalhadas, para que o policial civil e o
policial militar recebessem o mesmo valor da hora trabalhada. Foi uma guerra, foi uma luta para que
pudéssemos chegar a esse consenso e encaminhar, hoje, o projeto da Polícia Civil à Câmara
Legislativa.
Graças a Deus, a nossa Polícia Militar foi contemplada. Hoje mesmo o governador assinou o
decreto – pois, nesse caso, trata-se de medida via decreto – que reajusta o valor do serviço
voluntário da PM. A partir de amanhã, o policial militar que tirar serviço voluntário receberá R$95 por
hora trabalhada.
É claro que muitos estão questionando que há a incidência de imposto sobre o serviço
voluntário. E há, porque a lei que instituiu o serviço voluntário não é distrital, mas federal, sendo
regida pela Lei nº 10.486, que disciplina os vencimentos da Polícia Militar. A nossa batalha, agora, é
transformar o serviço voluntário – o que é certo – em remuneração sem incidência de imposto. A
batalha agora é na Câmara dos Deputados, com o deputado federal Rafael Prudente, que está com a
medida provisória. Temos de transformar o serviço voluntário em verba indenizatória, como ocorre
na Polícia Civil. O que acontece é inadmissível, pois não se trata de salário, mas de verba
indenizatória. Essa é a nossa batalha e a nossa luta. Eu não vou parar enquanto não conseguirmos
isso.
Temos trabalhado muito. O meu mandato, nos últimos 4 anos, empenhou-se bastante nessa
questão. Governos passados não colocaram sequer 1 policial militar nas fileiras da PM. Nós já
colocamos mais de 5 mil policiais militares. Inclusive, o CFP XII conta com 1.240 policiais. Daqui a
aproximadamente 15 dias, deputado Pepa, esses alunos vão estrear no Morro da Capelinha, fazendo
o policiamento. Eles estrearão na Sexta-Feira Santa. Será o primeiro serviço de policiamento desses
1.200 policiais. Entre eles, está meu filho, com a arma na cintura, trabalhando e batalhando. Para
mim, é motivo de orgulho vê-lo como soldado da Polícia Militar.
Graças a Deus, agora, vamos continuar trabalhando pelos 813 policiais militares do CFP XIII,
etapa final do concurso. Vamos lutar para que esses policiais ingressem no novo curso de formação,
e aí, sim, daremos por encerrado esse concurso. Em 2027, precisaremos abrir um novo edital e um
novo concurso para a Polícia Militar.
Digo, portanto, aos meus colegas policiais militares que há muito o que comemorar. Porém,
alguns que são contrários vão dizer: “Ah, vamos pagar imposto. Vamos não sei o quê.” Temos
batalhas a vencer.
Há também a questão do posto acima, previsto em lei federal que regulamenta todas as
polícias militares do Brasil. Precisamos regulamentar isso no Distrito Federal. Em outros estados,
como Goiás, o posto acima já foi regulamentado. Cabe, agora, à vice-governadora Celina Leão, que
assumirá o governo na próxima segunda-feira, nesta casa, regulamentar essa situação.
Devemos buscar sempre que a nossa corporação, juntamente com a Polícia Civil, o Corpo de
Bombeiros Militar, o Detran-DF, a Polícia Penal e todas as forças de segurança, seja modelo e
coloque o Distrito Federal como a cidade mais segura do Brasil. Nós temos essa tradição.
Parabenizo todos os envolvidos: o nosso presidente, pela luta; os policiais militares; o
secretário Sandro; o deputado federal Rafael Prudente, que também está lutando muito por isso; o
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governador Ibaneis; a vice-governadora Celina Leão; e o secretário de Economia Daniel, que fala
pouco, trabalha muito e traz resultados. Agradeço a todos.
Hoje é um dia muito feliz para a minha corporação. A partir de amanhã, o policial militar que
tirar serviço voluntário passará a receber R$95 por hora trabalhada.
Muito obrigado. Deus os abençoe.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Parabéns, deputado Hermeto. Mais
uma vez, muito obrigado por esta caminhada de união. Isso faz uma diferença muito grande. Todas
as matérias foram tratadas dessa maneira entre nós e não havia jeito de elas não darem certo.
Parabéns e obrigado.
Encerrado o comunicado de líderes.
Dá-se início à ordem do dia.
(As ementas das proposições são reproduzidas conforme ordem do dia disponibilizada pela
Secretaria Legislativa; as dos itens extrapauta, conforme PLe.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito aos deputados que venham ao
plenário. Ontem firmamos o compromisso de votarmos todas as matérias. Espero que os
parlamentares estejam presentes.
Incluo, como itens extrapauta, os seguintes projetos:
– Projeto de Lei nº 2.233/2026;
– Projeto de Lei nº 2.229/2026;
– Projeto de Lei nº 2.235/2026;
– Projeto de Lei nº 2.237/2026;
– Projeto de Lei nº 2.234/2026;
– Projeto de Lei nº 2.236/2026.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.233/2026, de autoria da
Mesa Diretora, que “Dispõe sobre o reajuste das tabelas de remuneração do Quadro de Pessoal da
Câmara Legislativa do Distrito Federal para recomposição de perdas inflacionárias”.
A galeria está lotada e aguarda que os parlamentares venham ao plenário para que votemos
as matérias.
Como não se verifica o quórum mínimo de presença, suspendo a sessão até que ele se
complete.
(A sessão é suspensa.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Reabro a sessão, mesmo não havendo
quórum.
Retifico a ementa do Projeto de Lei nº 2.233/2026, de autoria da Mesa Diretora, que “Dispõe
sobre as tabelas de remuneração do Quadro de Pessoal da Câmara Legislativa do Distrito Federal,
altera dispositivos da Lei nº 4.342, de 22 de junho de 2029, e dá outras providências”.
DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Presidente, senhoras e senhores deputados, estou lendo,
no portal UOL, a seguinte notícia: “Flamengo renova contrato com o BRB em acordo de R$42
milhões”. O contrato era de R$32 milhões e foi renovado, de acordo com o anúncio do Flamengo,
para R$42 milhões, por 1 ano, até março de 2027.
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Isso é um absurdo, com todo o respeito à história e às tradições do Flamengo. Como o BRB,
numa crise dessa, atrás de dinheiro para diminuir o rombo que foi provocado pelo esquema de
corrupção – talvez um dos maiores da história deste país –, renova um contrato com o Flamengo,
um time de futebol? O banco está tentando vender terrenos, deputado Chico Vigilante, para juntar
dinheiro e tentar um empréstimo. A cada dia, vem um absurdo, vem um escândalo novo, e agora
mais este: ele acaba de renovar o contrato e aumenta, ainda mais, o valor do patrocínio. O pior é
que o Flamengo quer renovar o contrato – ele está certo porque precisa de dinheiro –, mas não quer
mais o nome do BRB na camiseta dele. O Flamengo quer que seja colocado o nome Banco Nação,
um banco fictício criado pelo BRB.
Já que todos estão investigando esse caso – a Polícia Federal, o Banco Central, vários órgãos
de fiscalização e o Tribunal de Contas –, já passou da hora de nós deputados também o
investigarmos, pois esse é o nosso papel. Passou da hora, presidente, de abrirmos a CPI na Câmara
Legislativa para investigarmos todo esse esquema.
Como o banco pode renovar um contrato numa crise dessa? Parece que está tudo bem,
parece que não aconteceu nada. Eu fico impressionado com o tanto de patrocínio que o BRB ainda
deve estar renovando numa crise dessa. É um desrespeito com a população do Distrito Federal, com
esta casa e com todo mundo.
Vou verificar com a minha assessoria jurídica o que podemos fazer a respeito.
Acho que a Câmara Legislativa também tinha que se manifestar no sentido de impedir que o
BRB continue patrocinando não só o Flamengo, mas qualquer coisa. Como é que o banco, que busca
recurso, busca dinheiro de venda de terrenos do povo do Distrito Federal, ainda vem, agora, renovar
um contrato de R$42 milhões? Os estádios do Distrito Federal estão caindo aos pedaços, há vários
times sem nenhuma condição de disputar o campeonato, o futebol amador está abandonado. As
outras modalidades de esporte estão precisando de apoio, e o BRB não ajuda praticamente em nada
aqui no Distrito Federal, com muito pouco. No entanto, numa crise dessa, ele vai ajudar o Flamengo.
Eu tenho certeza de que até o torcedor do Flamengo sabe que isso está errado nesse momento.
Temos que fazer alguma coisa. Vou ver o que é possível fazer para impedirmos que o BRB
continue patrocinando o Flamengo diante dessa crise que estamos vivendo.
Era isso, senhor presidente. Muito obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Ricardo Vale.
O Projeto de Lei nº 2.233/2026, de autoria da Mesa Diretora, não recebeu parecer das
comissões. A CCJ deverá se manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Presidente, pelo que estou entendendo, é melhor eu
pedir a retirada de pauta do projeto momentaneamente, porque estamos aguardando uma emenda.
Vamos aguardar a emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Ok, obrigado, deputado.
Sobre a mesa, expediente que será lido pelo secretário.
(Leitura do expediente.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.229/2026, de autoria do
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 13
Tribunal de Contas do Distrito Federal, que “Altera a estrutura de funções de confiança no Tribunal
de Contas do Distrito Federal, dispõe sobre os vencimentos dos cargos efetivos, dos cargos de
natureza especial, dos cargos em comissão e das funções de confiança dos Serviços Auxiliares do
Tribunal de Contas do Distrito Federal e dá outras providências”.
A proposição não recebeu o parecer das comissões. A CEOF e a CCJ deverão se manifestar
sobre o projeto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao
Projeto de Lei nº 2.229/2026, de autoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal, que “Altera a
estrutura de funções de confiança no Tribunal de Contas do Distrito Federal, dispõe sobre os
vencimentos dos cargos efetivos, dos cargos de natureza especial, dos cargos em comissão e das
funções de confiança dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Contas do Distrito Federal e dá outras
providências”.
Somos pela admissibilidade do projeto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.
Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Lei nº 2.229/2026, de autoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal, que “Altera a estrutura de
funções de confiança no Tribunal de Contas do Distrito Federal, dispõe sobre os vencimentos dos
cargos efetivos, dos cargos de natureza especial, dos cargos em comissão e das funções de
confiança dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Contas do Distrito Federal e dá outras providências”.
O parecer da CCJ é pela admissibilidade da proposição.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Thiago Manzoni.
Em discussão os pareceres.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 15 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.229/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 15 deputados.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 14
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.233/2026, de autoria da
Mesa Diretora, que “Dispõe sobre as tabelas de remuneração do Quadro de Pessoal da Câmara
Legislativa do Distrito Federal, altera dispositivos da Lei nº 4.342, de 22 de junho de 2009, e dá
outras providências”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A CCJ deverá se manifestar sobre o
projeto e a emenda apresentada.
Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Lei nº 2.233/2026, de autoria da Mesa Diretora, que “Dispõe sobre as tabelas de remuneração do
Quadro de Pessoal da Câmara Legislativa do Distrito Federal, altera dispositivos da Lei nº 4.342, de
22 de junho de 2009, e dá outras providências”.
Presidente, com relação ao Projeto de Lei nº 2.233/2026, o parecer é pela admissibilidade do
projeto de lei e da emenda apresentada. É uma única emenda, e ela está admitida.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Thiago Manzoni.
Em discussão o parecer.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 16 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.233/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto de lei que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 16 deputados.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.132/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 7.735, de 22 de julho de 2025, que dispõe sobre as diretrizes
orçamentárias para o exercício financeiro de 2026 e dá outras providências”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. Foram apresentadas 3 emendas.
A CEOF deverá se manifestar sobre o projeto e as emendas.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, aproveitando que os líderes já estão
aqui e que há quórum, peço a vossa excelência que faça a consulta para apreciarmos o projeto do
IFA para os agentes comunitários de saúde e os agentes de vigilância ambiental.
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Acolho a solicitação de vossa
excelência.
Solicito que seja feita a consulta antes de passarmos à leitura do próximo item.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, enquanto o deputado se prepara
para apresentar o parecer, eu gostaria de dar uma explicação aos deputados, antes que seja
realizada a consulta sobre o IFA, porque algumas pessoas estão falando que o projeto é
inconstitucional por ter vício de origem.
Ora, esse projeto que nós estamos apresentando nem é autorizativo, ele apenas traz a
redação da lei federal que já existe. Há o exemplo de uma lei que nós fizemos aqui em Brasília,
sobre a prescrição do enfermeiro. Falaram que isso não era competência do deputado. A lei foi parar
no STF, que a considerou constitucional. Eu apenas havia feito uma transcrição da lei federal. A
mesma coisa estou fazendo agora, com este projeto.
Inclusive, eu queria parabenizar os servidores da Câmara Legislativa que recorreram ao STF
e agradecer-lhes, pois a lei foi julgada constitucional.
Com essa lei sobre o IFA, eu estou fazendo a mesma coisa. Eu estou transcrevendo para o
Distrito Federal uma lei federal que já existe. É direito deles ter esse repasse, que já veio para o
Distrito Federal.
Então, digo aos deputados que estão com dúvida quanto à constitucionalidade do projeto
que ele é constitucional. Vamos votá-lo, porque já faz anos que eles estão aguardando essa votação.
Obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.
Solicito ao relator, deputado Eduardo Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao
Projeto de Lei nº 2.132/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 7.735, de 22 de
julho de 2025, que dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro de 2026 e dá
outras providências”.
O PL propõe alterações à LDO de 2026 para incluir novas ações orçamentárias destinadas à
ampliação da capacidade prisional e à viabilização da construção de penitenciária no Distrito Federal.
Além disso, autoriza a realização do concurso público para provimento de uma vaga de auditor no
Tribunal de Contas do Distrito Federal. O PL também prevê a concessão de isenção do IPVA para
veículos de pessoas portadoras da síndrome de Down, bem como a isenção da TLP para os cidadãos
com mais de 60 e menos de 65 anos.
Foram apresentadas emendas ao projeto. A Emenda nº 1 foi acatada. A Emenda nº 2 foi
acatada. A Emenda nº 3 foi cancelada. A Emenda nº 4 foi rejeitada e a Emenda nº 5 também, por
não haver, sobre essas 2 emendas, consenso na casa.
No âmbito desta comissão, manifestamos voto pela admissibilidade do projeto com as
Emendas nºs 1 e 2 e rejeição das Emendas nºs 4 e 5.
É o parecer.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 16
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão o parecer.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O parecer está aprovado com a presença de 17 deputados.
Em discussão o Projeto de Lei 2.132/2026 em primeiro turno.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O projeto está aprovado com a presença de 17 deputados.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Resolução nº 80/2026, de autoria da
Mesa Diretora, que “Altera a Resolução nº 337, de 2023, e dá outras providências”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A CCJ deverá se manifestar sobre o
projeto.
Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Resolução nº 80/2026, de autoria da Mesa Diretora, que “Altera a Resolução nº 337, de 2023, e dá
outras providências”.
O processo não encontra óbices constitucionais, legais, regimentais, de modo que o parecer
da CCJ é pela admissibilidade.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Thiago Manzoni.
Em discussão o parecer.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O parecer está aprovado com a presença de 17 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Resolução nº 80/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O projeto está aprovado, em primeiro turno, com a presença de 17 deputados.
Item da ordem do dia.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 17
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Resolução nº 81/2026, de autoria da
Mesa Diretora, que “Fixa o valor de auxílio-alimentação e de auxílio-creche devidos aos servidores da
Câmara Legislativa do Distrito Federal”.
A proposição não recebeu o parecer das comissões. A CCJ deverá se manifestar sobre o
projeto.
Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Resolução nº 81/2026, de autoria da Mesa Diretora, que “Fixa o valor de auxílio-alimentação e de
auxílio-creche devidos aos servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.
O parecer da CCJ é pela admissibilidade da proposição.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão o parecer.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O parecer está aprovado com a presença de 17 deputados.
Em discussão o Projeto de Resolução nº 81/2026, em primeiro turno.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O projeto está aprovado, em primeiro turno, com a presença de 17 deputados.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.237/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.374, de 12 de setembro de 2019, que “institui o serviço
voluntário vinculado à carreira Execução Penal do Distrito Federal e dá outras providências”.
A proposição não recebeu o parecer das comissões. A Comissão de Segurança, a Comissão
de Assuntos Sociais, a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças e a Comissão de Constituição
e Justiça deverão se manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da Comissão de Segurança, deputado João Cardoso, que designe
relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado João
Cardoso, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão de
Segurança ao Projeto de Lei nº 2.237/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº
6.374, de 12 de setembro de 2019, que “institui o serviço voluntário vinculado à carreira Execução
Penal do Distrito Federal e dá outras providências””.
No âmbito da Comissão de Segurança, somos favoráveis à aprovação da matéria.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 18
É o voto, presidente. (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da Comissão de
Assuntos Sociais, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS
ao Projeto de Lei nº 2.237/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.374, de 12 de
setembro de 2019, que “institui o serviço voluntário vinculado à carreira Execução Penal do Distrito
Federal e dá outras providências””.
Submete-se a exame da Comissão de Assuntos Sociais o Projeto de Lei nº 2.237/2026.
Considerando que a proposição observa as exigências formais e materiais, no âmbito desta
comissão, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 2.237/2026.
É o voto, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator da CEOF, deputado
Eduardo Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão
de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 2.237/2026, de autoria do Poder Executivo,
que “Altera a Lei nº 6.374, de 12 de setembro de 2019, que “institui o serviço voluntário vinculado à
carreira Execução Penal do Distrito Federal e dá outras providências””.
No âmbito desta comissão, o parecer é pela admissibilidade do projeto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CCJ,
deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL.) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator da CCJ, deputado
Thiago Manzoni, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Antes de proferir o parecer,
presidente, se vossa excelência me permite, gostaria de parabenizar o pessoal da Polícia Penal
presente nesta sessão. E, mais uma vez, gostaria de ressaltar o importantíssimo trabalho das forças
de segurança do Distrito Federal.
Tudo o que as forças de segurança fazem repercute diretamente na vida do cidadão. O
trabalho dessas pessoas é louvável, e entendo que o Estado deve existir, primordialmente, para
garantir a vida, a liberdade e a propriedade privada das pessoas. As forças de segurança, todos os
dias, estão a proteger a vida, a liberdade e a propriedade privada; portanto, são dignas de aplausos
e louvor. (Palmas.)
Passo ao parecer.
Parecer da CCJ ao Projeto de Lei nº 2.237/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera
a Lei nº 6.374, de 12 de setembro de 2019, que “institui o serviço voluntário vinculado à carreira
Execução Penal do Distrito Federal e dá outras providências””.
Não havendo vício de qualquer ordem no projeto apresentado, o parecer da CCJ é pela
admissibilidade da proposição.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 19
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres em bloco.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Os pareceres foram aprovados com a presença de 19 deputados.
Em discussão o Projeto de Lei nº 2.237/2026, em primeiro turno.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Projeto está aprovado com a presença de 19 deputados.
Item extrapauta:
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.236/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.419, de 10 de dezembro de 2019, que “institui o serviço
voluntário dos agentes e especialistas socioeducativos integrantes da carreira Socioeducativa do
Distrito Federal e dá outras providências””.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A CAS, CEOF e a CCJ deverão se
manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da CAS, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou
avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da
Comissão de Assuntos Sociais ao Projeto de Lei nº 2.236/2026, de autoria do Poder Executivo, que
“Altera a Lei nº 6.419, de 10 de dezembro de 2019, que “institui o serviço voluntário dos agentes e
especialistas socioeducativos integrantes da carreira Socioeducativa do Distrito Federal e dá outras
providências””.
Presidente, no âmbito desta comissão, somos pela aprovação do projeto de lei.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão
de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 2.236/2026, de autoria do Poder Executivo,
que “Altera a Lei nº 6.419, de 10 de dezembro de 2019, que “institui o serviço voluntário dos
agentes e especialistas socioeducativos integrantes da carreira Socioeducativa do Distrito Federal e
dá outras providências””.
O parecer é pela admissibilidade do projeto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao vice-presidente da CCJ,
deputado Chico Vigilante, que designe relator ou avoque a relatoria.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 20
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Chico
Vigilante, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para apresentar parecer.) – Parecer ao Projeto de Lei nº
2.236/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.419, de 10 de dezembro de 2019,
que “institui o serviço voluntário dos agentes e especialistas socioeducativos integrantes da carreira
Socioeducativa do Distrito Federal e dá outras providências””.
Art. 1º A Lei nº 6.419, de 10 de dezembro de 2019, passa a vigorar com a seguinte
alteração:
“Art. 3º A indenização pelo serviço voluntário de que trata esta lei é de R$95,00 por hora de
serviço remunerado, a ser realizado em turnos e escalas de revezamento.”
O nosso parecer é pela admissibilidade do projeto, tendo em vista que não possui
inconstitucionalidade. Portanto, é admissível, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres em bloco.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 19 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.236/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 19 deputados.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.234/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 5.195, de 26 de setembro de 2013, que “dispõe sobre a
carreira Planejamento e Gestão Urbana e Regional do Distrito Federal e dá outras providências””.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, gostaria de registrar, muito rapidamente, a
presença do Sindicato dos Professores da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury
Maia Nunes, a UnDF. Eles estão em greve – tanto os professores quanto os estudantes da
Universidade do Distrito Federal – para serem ouvidos. Vossa excelência e muitos parlamentares que
estão aqui sabem que a gestão que hoje está à frente da UnDF tem sido absolutamente autoritária e
inflexível no diálogo com os professores e com a comunidade universitária.
Quando aprovamos, nesta casa, a fundação da Universidade do Distrito Federal, o nosso
intuito era que fosse uma universidade realmente democrática, como é a vocação das universidades
públicas brasileiras. Mas, infelizmente, há uma postura de autoritarismo inaceitável na condução
dessa universidade em seus processos internos, como a possível transferência de campus, que
sequer foi discutida com a comunidade.
É preciso escutar a comunidade acadêmica, valorizar seus professores com uma
reestruturação que garanta condições salariais adequadas e melhorar a Universidade do Distrito
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 21
Federal. Deixo aqui o meu apoio, e sei que muitos parlamentares desta casa apoiam essa categoria.
É inaceitável que deixemos essa categoria e essa universidade nas condições em que estão hoje e
sob a gestão que está colocada.
Fica aqui o meu apoio aos professores da universidade e aos estudantes. (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Fábio Félix.
Solidarizo-me com vossa excelência, pois essa discussão não é nova, não é de agora, e nós
temos pedido providências. É importante darmos a devida atenção a esses professores, ao corpo
docente, inclusive aos próprios alunos que estiveram aqui, deputado Gabriel Magno, algumas vezes
reclamando. Se todos estão reclamando, alguma coisa está errada – na verdade, tudo. Então,
precisamos, de fato, discutir isso e, mais uma vez, eu me comprometo, junto com vossa excelência,
a discutir esse assunto, respeitando os direitos desses professores. (Palmas.)
A proposição não recebeu parecer das comissões. A CAS, a CEOF e a CCJ deverão se
manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da CAS, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou
avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS
ao Projeto de Lei nº 2.234/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 5.195, de 26 de
setembro de 2013, que “dispõe sobre a carreira Planejamento e Gestão Urbana e Regional do
Distrito Federal e dá outras providências””.
No âmbito desta comissão, manifestamo-nos pela aprovação.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão
de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 2.234/2026, que “Altera a Lei nº 5.195, de
26 de setembro de 2013, que “dispõe sobre a carreira Planejamento e Gestão Urbana e Regional do
Distrito Federal e dá outras providências””.
O projeto de lei consiste na modificação da nomenclatura dos cargos que compõem a
carreira, bem como na alteração do requisito de escolaridade para ingresso no cargo de técnico de
planejamento urbano e infraestrutura.
A proposta está acompanhada de declaração da Secretaria de Estado de Economia
informando que a medida não gera impacto orçamentário-financeiro para os cofres públicos do
Distrito Federal, razão pela qual manifestamos voto pela admissibilidade do Projeto de Lei nº
2.234/2026.
Este é o parecer.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao vice-presidente da
Comissão de Constituição e Justiça, deputado Chico Vigilante, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Chico
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 22
Vigilante, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão de
Constituição e Justiça ao Projeto de Lei nº 2.234/2026, que “Altera a Lei nº 5.195, de 26 de
setembro de 2013, que “dispõe sobre a carreira Planejamento e Gestão Urbana e Regional do
Distrito Federal e dá outras providências””.
Art. 1º – A Lei nº 5.195, de 26 de setembro de 2013, passa a vigorar com as seguintes
alterações:
I – A ementa passa a vigorar com a seguinte redação:
“Dispõe sobre a carreira Planejamento Urbano e Infraestrutura do Distrito Federal e dá
outras providências.”
II – Os arts. 1º, 2º, 5º e 6º passam a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 1º A carreira Planejamento e Gestão Urbana do Distrito Federal, criada pela Lei nº
4.463, de 13 de janeiro de 2010, passa a denominar-se carreira Planejamento Urbano e
Infraestrutura do Distrito Federal, nos termos do art. 1º da Lei nº 6.448, de 23 de setembro de
2019.”
“Art. 2º A carreira de que trata esta Lei é composta pelos cargos de Analista-Especialista de
Planejamento Urbano e Infraestrutura e Analista-Técnico de Planejamento Urbano e Infraestrutura,
organizada em classes e padrões, nos quantitativos descritos abaixo:
I – Analista-Especialista de Planejamento Urbano e Infraestrutura: 600 cargos;
II – Analista-Técnico de Planejamento Urbano e Infraestrutura: 500 cargos.”
“Art. 5º – Exige-se para ingresso no cargo de Analista-Especialista de Planejamento Urbano e
Infraestrutura diploma de curso superior ou habilitação legal equivalente fornecido por instituição de
ensino devidamente reconhecida pelo Ministério da Educação, nas áreas indicadas no edital
normativo do concurso, e registro em conselho de classe, quando necessário.
Parágrafo Único. Será exigida especialização, mediante apresentação de certificado de pós-
graduação lato sensu, quando se tratar de registro para o exercício do cargo.”
Analisando sob a ótica da admissibilidade e da constitucionalidade, o projeto merece
continuar tramitando nesta Comissão de Constituição e Justiça.
Portanto, o nosso voto é pela constitucionalidade do projeto, senhor presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres em bloco.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Os pareceres foram aprovados com a presença de 19 deputados.
Em discussão o Projeto de Lei nº 2.234/2026, em primeiro turno.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto de lei que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
O projeto foi aprovado com a presença de 19 deputados.
Registro e agradeço a presença do amigo e presidente da Associação dos Delegados de
Polícia do Distrito Federal, doutor Amarildo. Ele está muito bem acompanhado pelo diretor de
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 23
planejamento do Metrô, doutor João Claro.
DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL) – Presidente, solicito a votação da Moção nº 1.863/2026,
que faz referência ao aniversário de Ceilândia. Eu gostaria que essa moção fosse aprovada hoje. Ela
já está na pauta. Solicito que vossa excelência a inclua nas votações de hoje, por favor.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Max Maciel, a ideia é votar
todas as moções em bloco, mas já deixo o compromisso de acolher a solicitação de vossa excelência.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Presidente, solicito a votação em segundo turno do
Requerimento nº 2.886/2026, que transforma a sessão do dia 9 de abril, quinta-feira, em comissão
geral.
Estamos incluindo no sistema moções de uma sessão solene de nossa autoria, em
homenagem a professores e professoras, na próxima sexta-feira. Solicito que elas entrem nesse
bloco de votações.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Acolho a solicitação de vossa
excelência. As matérias serão votadas ainda hoje, conforme acordo.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, eu gostaria de desfazer uma falácia que
tem surgido nesta cidade, segundo a qual o governo federal quer federalizar o Banco de Brasília.
Acaba de entrar uma matéria no Metrópoles. A Caixa Econômica Federal, ao dar resposta a
um requerimento do ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União, diz o seguinte:
“Assim como o Banco do Brasil, a Caixa afirmou ao TCU que não tem interesse em
federalizar o BRB, ou seja, em assumir o controle dele. A medida, considerada de risco tanto
financeiro quanto político, surgiu como uma possível alternativa de socorro diante do rombo
bilionário causado por operações fracassadas com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Se fosse
concretizada, a transação transferiria o prejuízo para a União.”
Por isso, a União não quer a federalização do Banco de Brasília. É importante que isso fique
claro.
Esse documento, divulgado pelo Metrópoles em primeira mão e saído do gabinete do
ministro Bruno, é exatamente aquilo que já sabíamos: o governo federal não tem interesse na
federalização do Banco de Brasília.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, vossa excelência pode incluir o Projeto de Lei nº
2.226/2026, sobre crédito do Iprev, e o Projeto de Lei Complementar nº 9.626/2026, que cria o
fundo do sistema penitenciário, do qual vossa excelência já tem ciência.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Não há questionamento de minha
parte, acolho a solicitação de vossa excelência e incluo, como itens extrapauta, os projetos
mencionados.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 24
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, solicito a consulta aos líderes.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Neste momento, solicito aos líderes
que se manifestem sobre a ...
O projeto já está na pauta. Na reunião do Colégio de Líderes de ontem, solicitaram que o
projeto fosse retirado de pauta, pois há questionamento de constitucionalidade. Questiono os líderes
se existe alguma dificuldade em apreciarmos o projeto solicitado pelo deputado Jorge Vianna. Algum
líder é contrário a isso?
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – Senhor presidente, vossa excelência se
lembra da discussão que fizemos ontem. O que discutimos na reunião do Colégio de Líderes é que
projeto autorizativo não obriga o governo a cumprir. Essa foi a colocação que fizemos.
Portanto, nós sugerimos, e houve unanimidade dos líderes presentes, que nós nos
reportássemos ao Governo do Distrito Federal e solicitássemos o encaminhamento de um projeto do
Executivo ainda hoje, para que votemos com a certeza de que estaríamos resolvendo o problema
desses trabalhadores.
O projeto autorizativo cria uma expectativa que depois pode não se concretizar, o que é
muito ruim para a imagem da Câmara Legislativa e para o bolso dos trabalhadores. Foi isso que
colocamos.
Agora, se quiserem votar, nós não temos objeção. Apenas que fique claro que isso não vai
resolver.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
Concedo a palavra ao deputado Jorge Vianna.
DEPUTADO JORGE VIANNA (Bloco União Democrático. Como líder.) – Presidente, apenas
para esclarecer ao deputado Chico Vigilante que a palavra “autorizativo” não consta em nenhum
momento do projeto. Não se trata de um projeto autorizativo, pois não cabe a nós autorizar o
governo. O projeto limita-se a reproduzir e acolher o que já está previsto na legislação federal. Cito o
mesmo exemplo da prescrição do enfermeiro. Eu apenas acolhi uma lei federal, transcrevi-a para
uma lei estadual, e ela foi considerada constitucional no Supremo Tribunal Federal. Portanto, é a
mesma lógica, é o mesmo princípio.
Vamos realizar a votação, pois é um projeto de deputado, assim como os demais deputados
apresentam projetos. A constitucionalidade será discutida no órgão competente, no Judiciário, não
na Câmara Legislativa. Não estamos aqui para discutir constitucionalidade.
Peço que os líderes a aprovem, porque há 2 semanas eu tentei e não foi possível por falta
de quórum. Acho que hoje é o momento de darmos uma resposta, já que estamos fazendo tantas
votações para os colegas servidores. Por que não ajudar essas categorias, Avas e ACS? Então,
líderes, por gentileza, vamos aprovar e encerrar essa história.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.
Concedo a palavra à deputada Dayse Amarilio.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (Bloco PSOL-PSB. Como líder.) – Presidente, nós fazemos
gosto de votar projetos para os servidores públicos, principalmente da saúde, porque conhecemos de
perto o trabalho do dia a dia. Com certeza, os ACS e os Avas merecem, inclusive, o cumprimento da
lei dos 2 salários mínimos no contracheque, o que ainda não ocorre.
A nossa grande preocupação foi a trazida pelo deputado Chico Vigilante. Apesar de esta casa
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 25
não ser o espaço final de controle de constitucionalidade – não acho essa afirmativa correta –, nós
entendemos os limites do que podemos ou não fazer. O receio é criar uma expectativa.
Vamos votar, mas também acho importante fazermos um gesto solicitando ao governo que
encaminhe o projeto, para conferir mais solidez a essa discussão. Inclusive, houve uma dúvida
grande, provocada pelo próprio sindicato. Nós pedimos um parecer da Conlegis, que aponta a
existência de inconstitucionalidade por vício de iniciativa.
O nosso medo é criar uma expectativa que depois seja frustrada. Nós podemos nos unir e
solicitar que o governo encaminhe o projeto. Mas, se for para votar, estamos à disposição e veremos
se não haverá problemas adiante.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Diante das exposições, consulto
novamente os líderes sobre a existência de algum questionamento ou manifestação contrária à
inclusão, na ordem do dia de hoje, da votação do projeto de lei solicitado pelo deputado Jorge
Vianna.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder.) – Presidente, é preciso que fique claro que
tanto eu quanto a deputada Dayse Amarilio não somos contrários à inclusão. Nós apenas afirmamos
que isso não vai resolver. Só isso. Pode incluir, mas não vai resolver.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Perfeito. O pedido do deputado Jorge
Vianna é para inclusão do projeto. Para isso, eu preciso da autorização do Colégio de Líderes,
porque, na reunião de ontem, diante da discussão sobre constitucionalidade, foi solicitado que o
projeto não fosse votado e que fosse feita uma indicação ao Poder Executivo para o envio de projeto
de lei. Esse foi o questionamento.
Pergunto aos deputados se, diante do pedido do deputado Jorge Vianna, nós podemos votar
o projeto.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, para manter a tranquilidade, que
votemos o projeto. Enquanto isso, eu, que estou na base do governo, converso com o governo e
com a procuradoria, porque, havendo indícios de que o projeto será acolhido, o governo
encaminhará.
Eu não vou esperar que se faça uma indicação para passar ainda por comissão, sendo que o
projeto já está pronto para votação. Isso, no mínimo, demonstra que não querem resolver o
problema agora. Por mais que se diga que querem votar, acho que há um pouco de má vontade em
relação a esse projeto, porque ele já existe e está nesta casa há muito tempo para ser apreciado.
Outro ponto: o projeto de deputado é responsabilidade do deputado. Se eu apresentar um
projeto e, se por acaso, ele não der certo, a responsabilidade é minha perante a categoria com qual
me comprometi. Eu não discuto se o deputado apresentou um projeto que pode ser inconstitucional.
Enfim, a categoria está acompanhando e saberá identificar quem está ajudando ou não.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, eu gostaria de falar como líder.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra à deputada Dayse
Amarilio.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (Bloco PSOL-PSB. Como líder.) – Quero deixar claro que não
há má vontade, pelo contrário. O que não podemos fazer é brincar com as expectativas das pessoas,
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brincar com a vida das pessoas. Houve um problema sério relacionado a isso, com o pessoal do
Pasus, que precisou recorrer à justiça para não ter que devolver uma gratificação, em razão de um
projeto apresentado por um deputado. O que não podemos fazer, especialmente em ano eleitoral, é
“jogar para a galera”. Essa é a questão do compromisso.
Agora, se há tanta preocupação em resolver o problema da categoria, e se havia a avaliação
de que o projeto poderia ser inconstitucional, então deveria ter havido diálogo com o governo.
Estamos aqui para votar e entregar resultados à população, não para brincar com as expectativas
das pessoas.
Se há uma base de governo nesta casa, com acesso direto ao Executivo, que utilize esse
canal para resolver o problema dos servidores – essa é a forma mais adequada. Que o projeto venha
do Executivo e seja resolvido o problema.
Portanto, deixo claro que nem eu nem o deputado Chico Vigilante estamos contra a
categoria, como se tentou sugerir aqui nesta tarde.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, eu e o deputado Jorge Vianna sempre lutamos
pela categoria nesta casa. Somos, inclusive, os que mais entregam resultados na área da saúde.
Quero, inclusive, parabenizar vossa excelência, deputado Jorge Vianna, pela nomeação, que
ocorrerá amanhã, de 1.154 auxiliares, técnicos e enfermeiros, profissionais da saúde. Portanto, sou
favorável à votação, porque a responsabilidade pelo projeto é do deputado que o apresentou. Se
houver inconstitucionalidade, a responsabilidade será dele.
Respeitando a fala do deputado Chico Vigilante, enquanto muitos apenas discursam, vossa
excelência entrega resultados. Você entregou resultados para a área da saúde todos esses anos,
aqui neste plenário, lutando pelos profissionais de saúde. Eu não sou da área de saúde, mas
reconheço o tamanho do trabalho que vossa excelência realizou.
Parabéns pela nomeação. Enquanto muitos falam, o senhor realiza.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Hermeto.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, primeiro é preciso deixar claro – vossa
excelência me conhece – que sempre me posicionei ao lado dos trabalhadores. Portanto, não
estamos contra! O que falamos naquela sala de reuniões, falamos também no plenário.
Vossa excelência se lembra da maneira como a Câmara Legislativa foi envolvida em um
processo que não era de sua responsabilidade, relacionado ao Pasus. Houve o aumento de uma
gratificação de R$3 mil para R$5 mil; o projeto foi vetado, e nós derrubamos o veto – todos nesta
casa participaram.
Posteriormente, foram à justiça questionar sobre a constitucionalidade. A justiça declarou a
inconstitucionalidade da lei e, inclusive, obtivemos um resultado positivo, porque ela poderia ter
determinado a devolução dos valores pagos. E vossa excelência sabe disso. Foi vossa excelência – e
posso revelar isso agora – quem negociou junto ao tribunal para que os servidores não precisassem
devolver os valores recebidos. Foi vossa excelência quem intercedeu para evitar essa devolução. E,
desde então, os servidores voltaram a receber valores reduzidos – de R$5 mil para cerca de R$2 mil.
Portanto, para mim, não há problema algum em votar. Repito: não há problema algum em
votar. Mas é preciso dizer aos trabalhadores que isso não resolverá o problema deles. O caminho
correto é o que propusemos ontem: que vossa excelência dialogue com o Governo do Distrito
Federal para que encaminhe o projeto do Executivo, corrigindo essa injustiça. Foi isso que
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propusemos ontem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, eu vou votar. Certamente votarei.
Realmente, entendo que o melhor caminho seria esse que já foi apontado.
A própria categoria nos procurou no gabinete e demonstrou preocupação. Disseram:
“Deputada, há risco de esse projeto ser vetado?” Eu respondi que não tinha certeza e que pediria
um estudo para avaliar a situação. Encaminhei, inclusive, o estudo da Conlegis ao grupo dos
deputados.
Nossa preocupação é justamente evitar a criação de uma expectativa que poderá ser
frustrada. Isso é muito ruim para os trabalhadores, fica ruim para esta casa também. O que nós
estamos falando é que nós não nos opomos, pelo contrário. Se existe uma força da base para
conseguir que esse projeto chegue aqui hoje, nós estamos aqui para votar. E nós vamos votar
sempre a favor dos trabalhadores, principalmente dessa categoria, que merece tanto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Peço um favor aos deputados. Nós
estamos numa discussão que, pelo jeito, é polêmica. Se os deputados concordarem, nós vamos
votar. Já foram feitas as devidas ressalvas com relação ao sentimento de cada um dos deputados. O
deputado Jorge Vianna fez a defesa do seu projeto, dos seus efeitos, e os outros deputados que não
concordam já fizeram as suas observações.
Então, não havendo óbice por parte dos líderes, incluo na pauta para que seja votado o
projeto de lei solicitado pelo deputado Jorge Vianna.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Deputado Chico Vigilante, eu fiquei com uma
dúvida agora. Vossa excelência acabou de citar o caso do aumento da gratificação do Pasus.
Obviamente, não é o mesmo caso. O governo vetou por ser inconstitucional, mas o senhor falou –
acabou de confirmar – que o senhor derrubou o veto. Então, vossa excelência sabia que era
inconstitucional e, mesmo assim, derrubou o veto?
(Intervenção fora do microfone.)
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Não, mas derrubou o veto. Então, como é que
um deputado derruba um veto sabendo que o projeto é inconstitucional e agora está dizendo que
não quer…
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado Jorge Vianna, nós já
chegamos a um entendimento.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Só para deixar claro que, aqui nesta casa, nós
votamos, muitas vezes, um projeto que nós sabemos que é inconstitucional, mas não é o caso desse
projeto.
Então, não pode haver 2 pesos e 2 medidas, deputado Chico Vigilante. Com todo o respeito,
isso já aconteceu e acontece com todos nós. Só quero deixar isso claro.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.
Quero agradecer a presença do Reynaldo, presidente da Agepol-DF, Associação Geral dos
Servidores da Polícia Civil do Distrito Federal; do Lousane, amigo nosso; e dos policiais que
acompanham a votação do serviço voluntário, que vai acontecer daqui a pouco.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, tem que ficar claro, nesta casa, que não
existe esse ou aquele mais ou menos defensor de servidor. Eu estou nessa batalha desde 1979,
sempre me posicionando ao lado dos trabalhadores.
Existem outros deputados que não ficam o tempo todo dizendo que defendem servidor, mas
votam a favor dos servidores, até porque um sozinho não consegue aprovar nada. A maioria dos
projetos tem que ter, no mínimo, 13 votos favoráveis. A única coisa que nós estamos alertando é
que o projeto não vai resolver o problema desses trabalhadores, que têm a expectativa de que ele o
resolva.
No entanto, vamos votar mesmo sabendo que não vai resolver.
(Intervenção fora do microfone.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Quero registrar e agradecer a
presença da nossa presidente da Sindafis, a Christiane, nossa amiga. É um prazer você estar
conosco, representando o sindicato.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, trago uma boa notícia para todos nós,
principalmente para as forças de segurança, os bombeiros e policiais militares.
Nós recebemos a notícia de que acaba de ser aprovado o relatório do deputado federal
Rafael Prudente, relator da Medida Provisória nº 1.326/2025, que trata da nossa recomposição
salarial. Na oportunidade, o deputado federal Rafael Prudente apresentou uma série de emendas em
seu relatório, emendas essas que resolvem uma série de demandas das nossas corporações.
Agradeço ao deputado federal Rafael Prudente, porque todas essas emendas foram
apresentadas a partir da construção feita por nós, que levamos essas demandas de forma técnica
para que ele as incluísse no seu relatório. E são elas que foram aprovadas agora.
Uma delas é a inclusão do posto acima na lei que dispõe sobre a promoção dos bombeiros e
policiais militares, uma demanda antiga nossa, que permite que o bombeiro ou o policial militar, no
momento da passagem para a reserva, tenha direito a mais uma promoção. Essa demanda tem o
objetivo de corrigir distorções históricas das nossas corporações, que foram injustas no que diz
respeito à lei de promoção.
Outra, muito importante, é a inclusão do Colégio Militar Dom Pedro II na estrutura do CBM-
DF. Essa também é uma demanda antiga. O Colégio Militar Dom Pedro II e o Colégio Militar
Tiradentes são os 2 grandes orgulhos de Brasília. O Colégio Militar Tiradentes tem uma
particularidade na legislação que permite que a Polícia Militar coloque orçamento próprio para ele; no
dos bombeiros, ficou essa demanda. E agora, com a sugestão nossa, o deputado federal Rafael
Prudente, por uma demanda de todos os pais, faz essa inclusão. Esperamos que dê tudo certo.
Outra questão importante que está no relatório aprovado do deputado federal Rafael
Prudente é a solução para o limite dos 5% para os militares agregados. Graças a Deus, os nossos
militares são requisitados nos diversos órgãos. É importante essa interlocução.
A atualização das atribuições do CBM-DF na nossa Lei Orgânica é outra demanda
importante.
Então, quero dar os parabéns ao nosso deputado federal Rafael Prudente, sempre um amigo
das Forças de Segurança, em especial dos bombeiros e policiais militares, e dar os parabéns também
a todos os militares por esse ganho.
Agora o projeto vai ao plenário da Câmara dos Deputados, em votação, depois vai ser
votado no Senado Federal e segue para a sanção do presidente da República. É importante ressaltar
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que nós temos até o dia 7 de abril para que o presidente sancione essa MP e, consequentemente,
essas emendas.
Então, mando um grande abraço ao deputado federal Rafael Prudente e, mais uma vez,
obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Roosevelt Vilela.
De igual modo, quero também agradecer ao deputado federal Rafael Prudente, ex-
presidente desta casa, que, graças a Deus, é o relator da medida provisória e, com a acessibilidade e
conhecimento que ele tem no DF, conseguiu incluir tudo aquilo que era de interesse das Forças de
Segurança.
Parabéns, deputado Roosevelt Vilela, pela interlocução. Parabéns, deputado Hermeto. Nós,
por intermédio das entidades de classe, fizemos esse trabalho extremamente importante.
Então, quero parabenizar aqui o nosso deputado federal Rafael Prudente, do MDB.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, nós reconhecemos o trabalho feito pelo
deputado federal Rafael Prudente, mas eu acho importante pontuarmos que também se juntaram a
essa luta a senadora Leila e a deputada federal Erika Kokay. Inclusive, há uma emenda colocando o
pessoal da Polícia Penal no Fundo Constitucional do Distrito Federal. Portanto, a partir de agora, uma
vez aprovada, eles também estarão dentro.
O mais importante de tudo é que essa medida provisória encaminhada pelo governo do
presidente Lula é mais uma demonstração de que as Forças de Segurança do Distrito Federal e dos
territórios que viraram estado só têm aumento em governo de esquerda. Governo de direita nunca
deu absolutamente nada para esses trabalhadores. Vossa Excelência é testemunha disso.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Sou, sim, deputado. Obrigado,
deputado Chico Vigilante. De fato, eu reconheço isso. Como presidente do Sindicato dos Policiais
Civis, tive a oportunidade de discutir com o presidente Lula, de forma direta, e tivemos os nossos
reajustes concedidos.
De igual modo, nesse governo em 2023, obtivemos um reajuste. Agora, ao final, mesmo que
não tenha sido exatamente do jeito que esperávamos, foi, sem dúvida nenhuma, um reajuste
diferenciado e que concedeu a nós servidores da segurança pública um outro patamar.
Então, muito obrigado pela lembrança.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.239/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 5.294, de 13 de fevereiro de 2014, que “dispõe sobre os
Conselhos Tutelares do Distrito Federal e dá outras providências”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A CAS, CEOF e CCJ deverão se manifestar
sobre o projeto.
Solicito ao presidente da CAS, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou
avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS
ao Projeto de Lei nº 2.239/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 5.294, de 13 de
fevereiro de 2014, que “dispõe sobre os Conselhos Tutelares do Distrito Federal e dá outras
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providências””.
Presidente, no âmbito desta comissão, somos pela aprovação do projeto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito à relatora da CEOF, deputada
Jaqueline Silva, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADA JAQUELINE SILVA (MDB. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao Projeto
de Lei nº 2.239/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 5.294, de 13 de fevereiro
de 2014, que “dispõe sobre os Conselhos Tutelares do Distrito Federal e dá outras providências””.
Presidente, antes de fazer o parecer, primeiro eu quero agradecer ao meu presidente,
deputado Eduardo Pedrosa, que me deu a oportunidade de fazer esta relatoria. Em segundo lugar,
quero aproveitar a oportunidade para parabenizar os nossos conselheiros tutelares. Eu falei há pouco
com a assessoria que nós hoje estamos fazendo justiça, cuidando de 220 conselheiros no Distrito
Federal, dando a eles um reajuste mais que necessário. Era uma obrigação nossa.
Parabenizo o governo, mas quero reforçar que esse foi um pedido do nosso gabinete. Já
tivemos a oportunidade de realizar várias reuniões, conseguimos fazer uma ampliação à época, com
um valor que foi estabelecido, mas hoje estamos, de fato, entregando aos nossos conselheiros
tutelares do Distrito Federal o CNE-5, algo que eles estavam pleiteando há muito tempo. Enfim,
agradeço.
No âmbito da CEOF, nosso parecer é pela admissibilidade e aprovação do Projeto de Lei nº
2.239/2026.
É o parecer.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator da CCJ, deputado
Chico Vigilante, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Lei nº 2.239/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 5.294, de 13 de fevereiro de
2014, que “dispõe sobre os Conselhos Tutelares do Distrito Federal e dá outras providências””.
Presidente, o parecer técnico conclui que o Projeto de Lei nº 2.239/2026 é admissível, pois
está de acordo com a Constituição federal e com a Lei Orgânica do Distrito Federal, não
apresentando inconstitucionalidades ou ilegalidades. O projeto que trata de alterações na lei do
Conselho Tutelar está dentro das competências do Distrito Federal.
Eu estive acompanhando a associação dos conselheiros, algumas vezes, para conversarmos
com o secretário Gustavo Rocha e com a secretária Marcela Passamani. Portanto, é importante
reconhecer o trabalho deles na alteração dessa lei.
O projeto é constitucional.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante,
inclusive pela sensibilidade.
Em discussão os pareceres em bloco.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 17 deputados.
Em discussão o Projeto de Lei nº 2.239/2026, em primeiro turno.
Concedo a palavra ao deputado Thiago Manzoni.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para discutir.) – Presidente, eu ouvi o deputado Chico
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Vigilante enaltecendo o trabalho do doutor Gustavo, secretário da Casa Civil, e da senhora Marcela
Passamani, secretária de Justiça. Eu gostaria de mencioná-los também, porque sabemos o quanto
esse projeto demorou e o quanto foi necessário que eles atuassem para que os conselheiros
tutelares pudessem receber esse aumento.
Gostaria também de mencionar e parabenizar o deputado Eduardo Pedrosa, que, no final do
ano passado, junto comigo, apresentou emenda à lei orçamentária que possibilitou a concessão
desse aumento. O deputado Eduardo Pedrosa não está presente neste momento, possivelmente está
em outra sala, mas desejo acrescentar que, além da participação do doutor Gustavo e da doutora
Marcela, o deputado Eduardo Pedrosa também esteve conosco nesse processo.
Obrigado, presidente.
Meu voto é “sim” e registro essas observações.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 17 deputados.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.235/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.261, de 29 de janeiro de 2019, que “institui o serviço
voluntário no âmbito da administração direta do Distrito Federal vinculado à Polícia Civil do Distrito
Federal e dá outras providências””.
Quero registrar e agradecer a presença do delegado-geral da Polícia Civil, doutor José
Werick, bem como de toda a direção da Polícia Civil do Distrito Federal. É um prazer recebê-los.
Registro também a presença do presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Enoque Venancio,
e de toda a diretoria do sindicato. Obrigado, Enoque. É um prazer recebê-los nesta casa, em um dia
tão importante.
Parabenizo o nosso diretor e as entidades de classe pela condução desse processo, iniciado
no âmbito da Polícia Civil e conduzido de forma responsável, garantindo que chegássemos a este dia
de hoje. Obrigado. Parabéns a todos.
A proposição não recebeu parecer das comissões. Foi apresentada uma emenda de plenário.
A Comissão de Segurança, a Comissão de Assuntos Sociais, a Comissão de Economia, Orçamento e
Finanças e a Comissão de Constituição e Justiça deverão se manifestar sobre o projeto e a emenda.
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Informo ao pessoal do Detran-DF que
eu e o deputado Eduardo Pedrosa estamos conversando com a Secretaria de Economia e com a Casa
Civil. Entendemos que o Detran-DF precisa ser atendido, porque se trata de recursos próprios. Na
nossa opinião, isso precisa...
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Há pouco, eu e o deputado Eduardo
Pedrosa conversávamos com o secretário Daniel. Estamos tentando dar uma notícia a vocês ainda
hoje, pois se trata de uma medida de justiça.
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Parabéns às mulheres do Detran-DF.
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Temos orgulho dos servidores e das servidoras desse importante departamento.
Solicito ao presidente da Comissão de Segurança, deputado João Cardoso, que designe
relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado João
Cardoso, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão de
Segurança ao Projeto de Lei nº 2.235/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº
6.261, de 29 de janeiro de 2019, que “institui o serviço voluntário no âmbito da administração direta
do Distrito Federal vinculado à Polícia Civil do Distrito Federal e dá outras providências”.
Foi apresentada a Emenda nº 1.
No âmbito da Comissão de Segurança, somos favoráveis à aprovação da matéria, também
aprovando a Emenda nº 1.
É o parecer, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado João Cardoso, um
amigo sempre sensível às causas da Polícia Civil.
Solicito ao presidente da Comissão de Assuntos Sociais, deputado Rogério Morro da Cruz,
que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da
Comissão de Assuntos Sociais ao Projeto de Lei nº 2.235/2026, de autoria do Poder Executivo, que
“Altera a Lei nº 6.261, de 29 de janeiro de 2019, que “institui o serviço voluntário no âmbito da
administração direta do Distrito Federal vinculado à Polícia Civil do Distrito Federal e dá outras
providências””.
Quero deixar um abraço a todos os policiais da 30ª DP, meus amigos pessoais, que têm feito
um trabalho maravilhoso.
No âmbito desta comissão, somos pela aprovação do projeto de lei, com a Emenda nº 1.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Rogério Morro da
Cruz, pelo carinho e amizade com a nossa Polícia Civil. É sempre uma honra ter vossa excelência
caminhando ao nosso lado.
Solicito ao relator da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que apresente parecer sobre a
matéria.
O deputado Eduardo Pedrosa é outro amigo da polícia, está sempre conosco. Obrigado,
deputado Eduardo Pedrosa.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF ao
Projeto de Lei nº 2.235/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.261, de 29 de
janeiro de 2019, que “institui o serviço voluntário no âmbito da administração direta do Distrito
Federal vinculado à Polícia Civil do Distrito Federal e dá outras providências””.
Presidente, o projeto de lei visa promover alterações na Lei nº 6.261, de 29 de janeiro de
2019, visando à majoração do valor devido a título de indenização pelo serviço voluntário prestado
por ocupantes dos cargos que integram as carreiras da Polícia Civil do Distrito Federal em seu
período de folga ou pela acumulação de atribuições em 2 ou mais unidades da instituição em razão
de necessidade de serviço.
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Foi apresentada emenda que visa estender a indenização a policiais militares.
Em nome desta comissão, manifesto o voto pela admissibilidade do projeto com a emenda
apresentada ao parecer.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.
Solicito ao relator da CCJ, deputado Chico Vigilante, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ ao Projeto de
Lei nº 2.235/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.261, de 29 de janeiro de
2019, que “institui o serviço voluntário no âmbito da administração direta do Distrito Federal
vinculado à Polícia Civil do Distrito Federal e dá outras providências””.
O nosso parecer é pela constitucionalidade do projeto com o acatamento da emenda.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, parabenizo o governador por reajustar a
gratificação do serviço voluntário. Podem contar com o meu voto neste projeto, porque a Polícia Civil
necessita dessa lei.
O deputado Hermeto apresentou uma emenda que permite que os policiais militares façam a
gratificação do serviço voluntário na Casa Militar, e eu vou apresentar uma emenda de segundo
turno, presidente, incluindo o Corpo de Bombeiros, para que possam ser contemplados tanto o Corpo
de Bombeiros como a Polícia Militar.
Obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Roosevelt Vilela.
Em discussão os pareceres.
Concedo a palavra ao deputado Hermeto.
DEPUTADO HERMETO (MDB. Para discutir.) – Presidente, nós apresentamos essa emenda
para corrigir uma injustiça. Os policiais militares que estão servindo na Casa Militar e na Secretaria
de Segurança Pública não podem tirar o serviço voluntário. Essa era uma reivindicação antiga deles
para que houvesse essa correção. Essa emenda visa corrigir essa distorção e acrescentar que, no
caso dos policiais militares que estiverem na Casa Militar ou na Secretaria de Segurança, as contas
do serviço voluntário serão pagas pelo órgão em que eles estão servindo, não sairá da Polícia Militar.
O deputado Roosevelt Vilela colocará uma emenda de plenário, de segundo turno, para o
Corpo de Bombeiros também. Nós temos Corpo de Bombeiros na Casa Militar, na Secretaria de
Segurança Pública e na Defesa Civil.
Esta é uma distorção que nós tínhamos há muito tempo: nem a Casa Militar nem a
Secretaria de Segurança podiam tirar serviço voluntário. Agora os nossos policiais militares vão tirar
serviço voluntário e quem vai pagar não é a Polícia Militar, é o órgão em que eles estão servindo no
momento. Essa é uma distorção antiga que agora, graças a Deus, nós vamos corrigir.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Hermeto.
Lembro que as emendas do deputado Hermeto e do deputado Roosevelt Vilela em nada
atrapalham ou prejudicam esse projeto. Não há preocupação com relação a isso. Essa emenda,
inclusive, foi discutida entre nós. São emendas aditivas e, no mérito, não geram qualquer prejuízo à
Polícia Civil. Quero deixar isso bem claro.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
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DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, é até estranho estarmos felizes ao
falarmos de serviço voluntário e de hora extra. Isso porque o certo não seria haver hora extra ou
serviço voluntário. O certo seria um salário melhor para que eles não tivessem que trabalhar além da
sua carga horária. Porém, isso está se tornando um ato comum, e ajudou muito a segurança
pública. Agora, nós temos que perguntar para o policial militar, para o policial civil, para os
servidores do Detran e de tantos outros órgãos como está a cabeça deles com essa quantidade de
trabalho.
Acho que isso é viável e possível, mas nós, como responsáveis por esses trabalhadores,
temos que ter cuidado e não ficarmos felizes com o fato de haver tanto serviço voluntário e tanta
hora extra. Eu queria ter sido um deputado da segurança pública e ter feito um concurso para a
segurança pública, mas eu entrei na área da saúde. Nós estamos felizes, porque estamos
aumentando o valor do salário dos voluntários da segurança pública, mas na saúde esse valor
continua congelado há anos. Eu nem quero falar de valores, porque eu quero que os salários dos
voluntários da segurança pública sejam os maiores possíveis. Porém, se compararmos com os da
saúde, é uma vergonha o que um médico, um enfermeiro e um técnico de enfermagem ganham no
chamado TPD.
Vou fazer um alerta. Hoje é dia de festa para a segurança pública, mas é um dia de tristeza
para a saúde, porque ela não consegue aumentar o seu TPD ou sequer tirar o imposto de renda do
TPD e do serviço voluntário, e nós ainda temos que brigar por isso. Porém, obviamente, eu sempre
votarei a favor do que a categoria quiser. Se quiserem TPD ou serviço voluntário, eu vou estar com
vocês.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado. Lembro a vossa
excelência, deputado, que nós policiais civis, policiais militares e bombeiros militares estamos
fazendo, inclusive, serviço voluntário, porque governos passados não cuidaram desta cidade, e o
efetivo ficou defasado. Eu digo a vossa excelência, com toda a tranquilidade, que R$95 é muito
pouco para o risco a que esses policiais se submetem. Não é que nós estamos em festa; nós
estamos apenas garantindo uma justiça que já deveria ter sido feita no passado. O que nós
precisamos, no caso da saúde, é trabalhar para que também seja feito o que nós fizemos na
segurança, garantindo aos nossos servidores da segurança aquilo que é deles de direito. Então,
precisamos lembrar e enaltecer o trabalho desses homens e mulheres que têm como instrumento de
trabalho, deputado Jorge Vianna, a própria vida. A única certeza que um policial tem quando ele sai
de casa é a de que ele está saindo e pode ser que seja a última vez que ele está vendo seu filho ou
sua esposa. Essa é a vida de um policial. Muitos aqui, como eu, já viram um colega morrer com um
tiro na cabeça. Então, deputado, não imagine o que é ser um policial no Brasil.
Muito obrigado. (Palmas.)
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Deputado Jorge Vianna, eu gostaria de fazer uma
ressalva na sua fala. A saúde é muito importante, a educação é muito importante, mas nós estamos
dentro de um processo político, em que a representação é fundamental. Lamento a sua fala,
lamento se a representação não está sendo feita de forma adequada, mas no Corpo de Bombeiros,
na Polícia Militar e na Polícia Civil há uma representação de peso nas pessoas do deputado
Wellington Luiz, do deputado Hermeto, deste deputado que vos fala e da deputada Doutora Jane.
Por isso, nós conseguimos a maior recomposição salarial da história e agora praticamente
dobramos a gratificação de serviço voluntário. Eu atribuo esse ganho, presidente, à representação
legislativa e a um governador que nos ouve e nos atende. Portanto, temos que ver essa questão de
representação.
Obrigado.
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Roosevelt Vilela.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, quero acrescentar algo às palavras do meu
colega deputado Roosevelt Vilela e falar ao meu amigo deputado Jorge Vianna.
O deputado Chico Vigilante falou de um tiroteio no Palácio do Buriti. Na época, eu era recruta
da PM e isso aconteceu em 1990, se não me engano. Nessa época, a Polícia Civil e a Polícia Militar
trocaram tiros na Praça do Buriti. Isso acontecia, deputado Jorge Vianna, nos tempos em que a
Polícia Civil e a Polícia Militar eram rivais. Hoje, não. Hoje nós estamos representantes das forças de
segurança, eu, o presidente, o deputado Roosevelt Vilela, a deputada Doutora Jane, e marchamos
juntos. Ninguém, na hora da recomposição salarial, puxou a sardinha para si e deixou o outro de
lado. Em nenhum momento, alguém tentou passar por cima do outro. Nós nos unimos, como força
de segurança pública – Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros –, para que chegássemos ao
patamar em que estamos hoje.
Vou dizer mais, deputado Roosevelt Vilela: vossa excelência sabe quem trouxe o serviço
voluntário para as forças de segurança pública? A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, que são a
mãe e o pai de todos os serviços voluntários. Depois disso, em 2019, foi que a Polícia Civil teve um
serviço voluntário. Isso, inclusive, era motivo de divergência, presidente deputado Wellington Luiz,
entre a Polícia Civil e a Polícia Militar. Quando esse projeto da Polícia Civil chegou aqui, em 2019 – o
deputado Wellington Luiz nem estava nesta casa; sua excelência estava na Codhab –, eu e o
deputado Roosevelt Vilela, que foi o relator, colocamos o projeto diante de todos e o aprovamos.
Então, o pai e a mãe do serviço voluntário chamam-se Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, o discurso foi bem emocionado. Eu
acho isso legal. Nesta casa, quando os parlamentares se unem, a coisa acontece. Está aqui o
exemplo. Há 4 parlamentares aqui que representam muito bem o segmento da segurança pública.
Isso é fato. Está aqui a prova do que nós conseguimos. O que o governo não fez para a segurança
pública?
Eu estou sozinho. Se eu tivesse apoio aqui, se houvesse uma bancada da saúde que
realmente fizesse política como os senhores estão fazendo, estaríamos em outro patamar. Porém, o
que eu digo quanto à segurança pública, como sindicalista que defende o direito do trabalhador, é o
mesmo que eu falei, em 2019, para o Gaúcho, presidente do Sindicato dos Policiais Civis: vamos tirar
o desconto do imposto de renda. Porém, ele disse: “Não, deputado, vamos deixar do jeito que está,
senão o projeto não passa”. Então, desde aquela época, eu dizia: vamos tirar o desconto do imposto
de renda, porque não é justo ganhar R$95 e isso depois ser descontado no imposto de renda.
Eu reconheço o seu trabalho, deputado Wellington Luiz. Se vossa excelência não fosse o
presidente desta casa, muito não teria sido feito para a segurança pública. Porém, reafirmo que nós
– o governo, nós todos – temos que brigar hoje pelo aumento do efetivo e por um salário com o qual
o servidor não precise se submeter a mais uma carga horária. O TPD, o serviço voluntário tem uma
carga horária a mais.
Parabenizo os que estão conseguindo avançar na questão, mas fica a reflexão: temos que
recompor o quadro e dar um salário condizente a esses trabalhadores, para que o servidor não
precise fazer tanto trabalho voluntário, TPD e tudo o mais.
Com relação à saúde, se eu tivesse uma bancada que soubesse fazer política, teríamos um
TPD muito melhor, uma remuneração muito melhor. Política se faz com a cabeça, não com o
estômago, e vocês estão fazendo com a cabeça. Parabéns à bancada da bala da Câmara Legislativa.
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado. Só discordo
quando vossa excelência diz que está sozinho. Eu diria que vossa excelência tem mais 23 deputados
que têm se dedicado à saúde, incluindo a deputada Dayse Amarilio.
Eu estive no Palácio do Buriti algumas vezes, como presidente, brigando pela saúde – claro
que encampado por vossa excelência. Vossa excelência dizer que está sozinho é o mesmo que dizer
que os outros deputados não estão preocupados com a saúde. Não existe projeto relativo à saúde
que não tenha sido votado por unanimidade nesta casa. Todos os parlamentares sempre respeitaram
os direitos dos servidores da saúde. Vossa excelência dizer que está sozinho é o mesmo que dizer
também que apenas eu, o deputado Hermeto, a deputada Doutora Jane e o deputado Roosevelt
Vilela estamos garantindo os direitos dos servidores da segurança pública. Porém, todos os
deputados têm contribuído para isso, inclusive vossa excelência.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, eu quero só fazer uma breve fala. Eu
tenho visto todos falarem dessa valorização dos servidores da segurança pública. De fato, houve a
valorização devida dos servidores que a mereciam e merecem. Quero parabenizar os deputados que
atuaram nessa causa, mas eu também gostaria de perguntar a todos se acham justo que os agentes
de trânsito e que o pessoal da segurança do Detran fiquem, do sofá de casa ou das ruas
trabalhando, enquanto veem outras categorias conseguirem essa valorização e eles ficarem para
trás.
Quando falamos de segurança pública, precisamos falar de todos. Não podemos deixar
ninguém para trás. É por isso que temos falado da reestruturação dos trabalhadores,
especificamente, do Detran, que foi o único órgão da segurança pública – com exceção da Polícia
Penal, por uma questão do fundo que ainda está sendo resolvida – que ficou sem o devido reajuste e
o devido reconhecimento. Isso precisa ser dito.
Tenho um enorme respeito por todos os deputados. Sei que vossa excelência e vários
deputados têm ajudado muito.
O governo, lá atrás, teve um olhar importante ao tratar da gratificação desses servidores. No
entanto, neste momento, a situação é realmente muito frustrante para todos nós. (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.
Mais uma vez, somo-me a vossa excelência e solicitamos que o Executivo – como o
deputado Eduardo Pedrosa já apontou, inclusive com recursos próprios do Detran – atue para que os
nossos servidores do Detran sejam atendidos imediatamente.
Continua a discussão.
Concedo a palavra à deputada Dayse Amarilio.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB. Para discutir.) – Presidente, eu não ia falar, mas, como
estamos aqui para fazer essa defesa, achei importante fazê-lo, porque os atos vão acontecendo, e as
máscaras vão caindo.
Política de verdade nós fazemos quando não estamos preocupados em ser base ou oposição,
mas quando estamos preocupados em fazer algo que seja importante para a cidade. Quando nos
posicionamos como base ou oposição, nós ficamos preocupados com os próximos 4 anos, inclusive
com a estrutura e com os cargos que temos.
Eu realmente concordo com o deputado Jorge Vianna. Se houvesse mais pessoas
comprometidas com a saúde, que não tivessem medo de fiscalizá-la, que estivessem, inclusive,
cobrando por que o dinheiro para reestruturar todas as carreiras e valorizar os servidores foi gasto
em muitas outras ações, seria melhor. Esse dinheiro foi gasto em obras paradas; no BRB, em
benefício de amigos; em contratos de parcerias para salvar amigos; na compra de títulos falidos, que
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somaram R$31,1 bilhões.
Temos lutado aqui para mostrar quem está ao lado das pessoas que precisam – isso, sim.
Presidente, eu torço, sim, para que despertemos como servidores públicos, sejamos
valorizados de verdade e ocupemos estes espaços. Não adianta dizer que é da área da segurança,
não adianta dizer que é da área da saúde e, ao mesmo tempo, por exemplo, votar aqui o uso do
recurso do Iprev das pessoas, a terceirização do IGESDF e permissão que ele cresça, e assim por
diante. Aqui eles fazem o que o governador manda, quando o que precisamos fazer é o que a cidade
precisa.
Torço, inclusive, para que haja mais deputados que me ajudem, por exemplo, amanhã, na
prestação de contas do IGESDF, porque deputado da área da saúde não aparece lá, nem mesmo na
Comissão de Saúde. Quem mais me ajuda na Comissão de Saúde são o deputado Pastor Daniel de
Castro, o deputado Martins Machado e o deputado Gabriel Magno. Graças a eles, nós temos
conseguido aprovar matérias importantes na Comissão de Saúde.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Estão inscritos o deputado Pastor
Daniel de Castro, a deputada Doutora Jane, o deputado Max Maciel, e o deputado Jorge Vianna.
Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Pastor Daniel de Castro.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP. Para discutir.) – Presidente, eu quero falar um
pouco de mim. Eu ajudo todas as categorias de servidores públicos, até porque, como vossa
excelência sabe, minha formação é na gloriosa Polícia Civil, como agente de polícia formado em
2002.
Eu tomei como princípio ajudar todas as categorias. Ajudando as categorias, quero aqui,
mais uma vez, somar-me a vossa excelência.
Falei para o deputado Hermeto, ainda há pouco, que há um ditado muito claro: “A união faz
a força”. A união de vossas excelências da bancada da polícia e da segurança mostrou o que é
possível alcançar, mas a união dos membros desta casa tem feito muito.
Nessa união, quero também parabenizar vossa excelência, deputado Eduardo Pedrosa, e
pedir ao governo que envie o projeto do Detran para cá ainda hoje, até em homenagem ao meu
amigo Heitor, que está ali e já sinalizou que me encontrará na igreja.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado.
Após a fala da deputada Doutora Jane, ainda há 3 parlamentares inscritos. Depois, eu
gostaria de voltar à votação, até por conta do quórum, porque temos que votar os projetos em
segundo turno.
Continua a discussão.
Concedo a palavra à deputada Doutora Jane.
DEPUTADA DOUTORA JANE (REPUBLICANOS. Para discutir.) – Presidente, eu não poderia
deixar de falar da felicidade por mais esse voto dado por cada um dos parlamentares ao projeto do
serviço voluntário gratificado depois de o projeto ser construído por nós. Ele realmente vem
contemplar uma necessidade de fortalecimento dos policiais civis. O deputado Jorge Vianna até
trouxe esse assunto, e é importante pensarmos na saúde mental do policial. Porém, hoje nós só
queremos comemorar, agradecer a todos por essa votação e dizer que a Polícia Civil pode sempre
continuar contando comigo.
Quero aproveitar a oportunidade para falar da importância da votação para os conselhos
tutelares. Há 2 anos, eu vinha destinando recurso para que essa justiça fosse feita. Eles perderam
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aquela gratificação, aquele aumento que foi dado para todo mundo em 3 parcelas de 6%, e nós
fizemos a indicação para que o recurso fosse destinado para esse aumento. Quero parabenizar o
governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina, porque fizeram justiça com os conselhos
tutelares. Fui secretária de Estado, cuidei daquela categoria e sei da importância, do respeito, da
responsabilidade e do trabalho deles com a população de Brasília.
Então, 2 categorias estão sendo contempladas aqui hoje: a nossa honrosa e gloriosa Polícia
Civil e os conselhos tutelares.
Muito obrigada. (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Doutora Jane.
Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Jorge Vianna.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, talvez a minha fala não esteja
sendo bem clara, mas, quando eu falei que há 4 parlamentares aqui que são engajados, em quase
100% do mandato, na segurança, são os 4 senhores da base do governo. Se vossas excelências
fossem oposição, duvido muito que conseguiriam algo. Tudo bem, essa é uma outra polêmica.
Eu sou o único deputado da base que é da saúde. Alguém mais aqui é da área da saúde? Eu
falo de servidor, trabalhador dessa área. Não há. Então, eu sou o único da base que é da saúde. Há
a deputada Dayse Amarilio, que não é da base do governo. Se eu e ela fôssemos da base e
houvesse mais 1 ou 2 deputados da área, eu tenho certeza de que seria diferente, assim como é na
segurança pública.
Os senhores, com certeza, votaram com o governo muitos projetos que foram indigestos
para a categoria, mas, mesmo assim, votaram esses projetos, assim como eu faço. Isso porque,
como eu falei, política se faz assim. Há prejuízo? Há futuro prejuízo?
Nós votamos projetos espinhosos, como o do Iprev. Aconteceu algo ruim até agora com o
servidor aposentado? Não, nem vai acontecer, porque os atos são dinâmicos e vão acontecendo.
Não votar projetos, porque a pessoa acha que algo ruim vai acontecer, que a situação vai piorar, isto
não é o que eu faço.
Presidente, tudo que eu fiz aqui foi com muita consciência. Já fiz minhas críticas ao governo.
Eu sempre digo: sou aliado, mas não sou alienado. Eu sei o que eu estou fazendo.
Com relação às comissões, existem comissões na Câmara Legislativa que mais parecem
monólogos. Existem comissões aqui que mais levam temas pessoais para discussão, e eu não faço
isso. A minha discussão é rápida, é sem mi-mi-mi. É assim que eu faço. Talvez seja por isso que eu
não estou participando de tantos encontros na Câmara Legislativa.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.
Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Max Maciel.
DEPUTADO MAX MACIEL (PSOL. Para discutir.) – Presidente, eu queria participar desse
debate rapidamente, primeiro saudando todas as categorias que tiveram conquistas nesta casa.
Eu queria apenas pontuar, presidente, que esta casa não inova sem que o governo
apresente, de fato, o plano que ele quer. Para entendermos as carreiras, nós precisamos discutir um
governo e um Estado com isonomia. Então, de fato, é ruim quando há categorias – obviamente não
é o caso da Polícia Militar nem da Polícia Civil, porque elas têm o Fundo Constitucional atrelado –
que historicamente não aparecem aqui. Então, é legítimo que venha para cá a Polícia Penal, que
venha para cá o Detran. É legítimo que essas corporações venham para cá para lutarem pelo seu
interesse.
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Eu queria, presidente, solidarizar-me com vossa excelência pelo seguinte: nós não
debatemos aqui ainda a reestruturação da cultura. Por isso, eu quero entrar no debate. O senhor
lembra que, ano passado, nós fizemos um acordo nesta casa, votamos uma parte da estrutura da
cultura, e o projeto nem chegou. Presidente, isso é ruim, e, às vezes, a casa leva a responsabilidade
por isso. Às vezes, os companheiros e companheiras vêm para cá e atribuem aos parlamentares a
votação ou não votação do projeto, mas é o governo que tem que mandar para cá o projeto e a
reestruturação. Todos têm que saber que, se um projeto de qualquer segmento vier para cá, nós da
Câmara Legislativa não vamos nos negar a votá-lo, porque somos a favor de profissionais e agentes
públicos bem remunerados, com estrutura e capacitação. Então, pedimos que o governo exerça a
isonomia e traga a matéria para cá. Sem dúvida nenhuma, essa é uma luta.
Eu quero parabenizar o senhor pela condução desse trabalho. Vossa excelência nunca negou
uma reunião nossa com nenhum segmento do Distrito Federal, presidente.
Obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Max Maciel.
Também me solidarizo com vossa excelência. O acordo relacionado à cultura que não foi
firmado no fim do ano era para ter ocorrido em fevereiro. Infelizmente, até agora a matéria não
chegou a esta casa. Ainda há tempo. O impacto é praticamente zero. Trata-se de uma carreira
pequena. A própria recomposição é muito pequena.
Nós também pedimos pela cultura, temos discutido isso, e acho que essa seria uma medida
de justiça, deputado Max Maciel – muito bem lembrado.
Obrigado.
Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 16 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.235/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 16 deputados.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, vossa excelência pode verificar se o
projeto do pessoal da gestão fazendária já chegou? Refiro-me ao projeto da carreira, com quem
firmamos ontem o compromisso de votar a matéria junto com o projeto dos analistas. O projeto
chegou?
Estamos aguardando a chegada do projeto da gestão fazendária para que possamos votar os
2 projetos. Esse é um compromisso da casa. Não podemos sair daqui sem votar esse projeto.
(Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Estamos na expectativa disso,
deputada. Os projetos ainda não chegaram, mas estamos aguardando a chegada deles, pois, como
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foi mencionado, trata-se de um acordo solicitado por vossa excelência, pelo deputado Chico Vigilante
e por alguns outros deputados, que pediram para que fossem votados em conjunto.
Estamos na expectativa disso. Há um compromisso do secretário Daniel para que o projeto
seja encaminhado a esta casa ainda hoje. Estamos na expectativa disso.
Sobre a mesa, expediente que será lido pelo secretário.
(Leitura do expediente.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei Complementar nº 96/2026, de
autoria do Poder Executivo, que “Autoriza a instituição do Fundo Rotativo do Sistema Penitenciário
do Distrito Federal”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A Comissão de Segurança, a Comissão de
Economia, Orçamento e Finanças e a Comissão de Constituição e Justiça deverão se manifestar
sobre o projeto.
Solicito ao presidente da Comissão de Segurança, deputado João Cardoso, que designe
relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado João
Cardoso, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL. Para apresentar parecer.) – Presidente, cumprimento todos
os presentes. Graças a Deus, estamos fazendo o que é necessário para a segurança pública e para
todas as carreiras.
Parecer da Comissão de Segurança ao Projeto de Lei Complementar nº 96/2026, de autoria
do Poder Executivo, que “Autoriza a instituição do Fundo Rotativo do Sistema Penitenciário do
Distrito Federal”.
No âmbito desta Comissão de Segurança, manifestamo-nos favoráveis à aprovação da
matéria.
Parabenizo o sistema penitenciário, ao qual sempre destinamos emendas parlamentares,
inclusive para participação em competições, representando o Distrito Federal, e eles sempre trazem
medalhas.
É o parecer, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, nós não discutimos a inclusão desse
projeto, o Projeto de Lei Complementar nº 96/2026, ontem na reunião do Colégio de Líderes.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Esse projeto do Fundo Penitenciário?
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Do Fundo Rotativo.
Há uma série de defeitos que precisam ser corrigidos. Qualquer fundo tem que ter um
conselho gestor do fundo, mas isso não está previsto na lei.
Portanto, minha sugestão a vossa excelência é que façamos uma lei bem-feita, que não
traga problemas mais à frente. Primeiro, vamos levantar o que tem que ser corrigido; em seguida,
vamos apresentar as correções e depois vamos votar o projeto.
Isso não foi discutido ontem. Além disso, hoje ainda vamos votar, em segundo turno, os
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projetos que já passaram aqui, aguardando também que o projeto do Detran chegue para votação.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
Eu gostaria de pedir ao Maurício e ao nosso líder de governo, deputado Hermeto, que
discutamos essa questão com o deputado Chico Vigilante. Sua excelência traz um questionamento
pertinente. Como realmente isso não foi discutido ontem na reunião de líderes, precisamos verificar
se é possível sanar as dúvidas hoje, para avaliarmos o avanço da votação.
Peço atenção do líder de governo, deputado Hermeto, juntamente com o secretário Maurício,
para definirmos isso. Por enquanto, solicito que este projeto seja retirado momentaneamente da
discussão.
Peço a leitura do próximo item extrapauta.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, antes da leitura do item
extrapauta, eu gostaria de dizer que vossa excelência e o deputado Eduardo Pedrosa realizaram um
trabalho tão lindo para ajudar o Detran. Esperamos que esse projeto do Detran chegue logo para
votarmos tudo junto. Não há impacto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.241/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Altera a Lei nº 6.333, de 17 de julho de 2019, que ‘institui o serviço voluntário
no âmbito da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal e dá outras
providências’”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A Comissão de Segurança, a Comissão de
Assuntos Sociais, a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças e a Comissão de Constituição e
Justiça deverão se manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da Comissão de Segurança, deputado João Cardoso, que designe
relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado João
Cardoso, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão de
Segurança ao Projeto de Lei nº 2.241/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei nº
6.333, de 17 de julho de 2019, que ‘institui o serviço voluntário no âmbito da Secretaria de Estado
de Segurança Pública do Distrito Federal e dá outras providências’”.
No âmbito desta Comissão de Segurança, somos favoráveis à aprovação da matéria.
Este é o parecer.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da Comissão de
Assuntos Sociais, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da
Comissão de Assuntos Sociais ao Projeto de Lei nº 2.241/2026, de autoria do Poder Executivo, que
“Altera a Lei nº 6.333, de 17 de julho de 2019, que ‘institui o serviço voluntário no âmbito da
Secretaria de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal e dá outras providências’”.
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No âmbito desta comissão, somos pela aprovação da matéria, senhor presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da Comissão de
Economia, Orçamento e Finanças, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão
de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 2.241/2026, de autoria do Poder Executivo,
que “Altera a Lei nº 6.333, de 17 de julho de 2019, que ‘institui o serviço voluntário no âmbito da
Secretaria de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal e dá outras providências’”.
Presidente, o projeto de lei propõe corrigir a limitação da Lei nº 6.333/2019, que hoje
permite o serviço voluntário apenas na Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil. A mudança
pretende estender essa possibilidade aos servidores da carreira de atividades complementares da
segurança pública, que realizam funções técnicas essenciais de apoio à perícia médico-legal na
Polícia Civil do Distrito Federal.
No âmbito desta comissão, manifestamos voto pela admissibilidade do projeto de lei.
É o parecer.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao vice-presidente da
Comissão de Constituição e Justiça, deputado Chico Vigilante, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Chico
Vigilante, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão de
Constituição e Justiça ao Projeto de Lei nº 2.241/2026, de autoria do Poder Executivo, que “Altera a
Lei nº 6.333, de 17 de julho de 2019, que “institui o serviço voluntário no âmbito da Secretaria de
Estado de Segurança Pública do Distrito Federal e dá outras providências””.
Analisando a matéria sob os aspectos da constitucionalidade, da juridicidade e da boa
técnica legislativa, asseveramos que o projeto é constitucional e, portanto, está liberado para
tramitação.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão, em bloco, os pareceres
ao Projeto de Lei nº 2.241/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 19 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.241/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 19 deputados.
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Lembro aos senhores deputados que houve um pedido para que fossem votados os
requerimentos e as moções; por isso, atendendo à solicitação dos deputados, procederemos à
leitura.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Senhor presidente, solicito o uso da palavra.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra a vossa excelência.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, gostaria apenas de lembrá-lo do
projeto do IFA.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Como foi acordado, ele também será
colocado logo após.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Senhor presidente, solicito o uso da palavra.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra a vossa excelência.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, eu indago a vossa excelência: esse projeto
dos servidores do Detran-DF vai ou não chegar a esta casa no dia de hoje?
(Manifestação na galeria.)
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Estou fazendo essa pergunta porque, se esse projeto
estivesse vindo no lombo de uma tartaruga dali do Palácio do Buriti até aqui, ele já teria chegado.
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Verdade. Deputado Chico Vigilante,
desde a semana passada, eu e o deputado Eduardo Pedrosa estamos conversando com a Secretaria
de Economia, em razão do nosso entendimento de que os recursos do Detran-DF têm fonte própria,
portanto, o projeto não vai gerar impacto na fonte 100.
Assim, se depender de mim, do deputado Eduardo Pedrosa, de vossa excelência e dos
demais deputados desta casa, esse projeto vem, sim, para cá, é uma questão de justiça a esses
servidores, que também compõem a segurança pública. Nós continuamos aqui insistindo e
solicitando. O deputado Eduardo Pedrosa, hoje pela manhã, conversou com o secretário Daniel; eu
conversei com ele por volta do meio-dia, e nós estamos trabalhando fortemente para que façamos
justiça a esses servidores. Vamos continuar trabalhando para que ele venha.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Está certo, presidente. A informação que eu peço a
vossa excelência é sobre se o projeto vai ou não chegar hoje. (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado, essa informação não sou
eu quem dá, mas, sim, o Poder Executivo. Se eu fosse o governador, eu já teria mandado o projeto
para esta casa.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Deputado Wellington Luiz, com a confiança que tenho
em vossa excelência, peço, mais uma vez, ligue para o secretário Daniel e pergunte se ele vai ou não
vai mandar o projeto. Se ele mandar o projeto, nós o votaremos, se ele não mandar, nós
desistiremos logo.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Ele está nos ouvindo. (Risos.)
(Manifestação na galeria.)
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, estou vendo o pessoal na galeria. Alguns
estão tão ansiosos que, daqui a pouco, vão começar a passar mal. Vamos ter que chamar o Samu e
acionar o serviço médico.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Deputado, pode ter certeza de que o
secretário Daniel está nos acompanhando online. Daqui a pouco, faremos contato, novamente. O
deputado Eduardo Pedrosa está, o tempo todo, falando com ele. Nós continuaremos insistindo.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 44
Ainda falta o projeto dos fazendários, conforme vossa excelência pediu. (Palmas.)
Ainda existem outros projetos a serem encaminhados.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, já que o secretário Daniel está assistindo a
esta sessão, vou fazer um apelo: Daniel, mande esse projeto para tranquilizar esse pessoal! Mande o
projeto! (Palmas.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Apreciação, em bloco, dos seguintes
itens.
Item da ordem do dia.
Votação, em turno único, do Requerimento nº 2.686/2026, de autoria do deputado Gabriel
Magno, que “Requer a transformação da Sessão Ordinária do dia 09 de abril de 2025 em Comissão
Geral para debater o sistema digital da rede pública de ensino do Distrito Federal – EducaDF”.
Item extrapauta.
Votação, em turno único, do Requerimento nº 2.705/2026, de autoria do deputado Fábio
Félix, que “Requer a transformação da Sessão Ordinária do dia 30 de abril de 2026 em Comissão
Geral para debater sobre o fim da escala 6x1”.
Item da ordem do dia.
Votação, em bloco, em turno único, das moções seguintes.
– Moção nº 1.760/2025, de autoria do deputado Robério Negreiros, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor pela Sessão Solene aos Síndicos, pelos relevantes serviços prestados à
população do Distrito Federal, que se especificam”;
– Moção nº 1.761/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, aos profissionais que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do
Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao dia do Biomédico”;
– Moção nº 1.762/2025, de autoria do deputado João Cardoso, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza às pessoas que especifica, por ocasião da Sessão Solene em homenagem aos
Construtores da Fé e da Comunidade, a ser realizada no dia 27 de novembro, às 19 horas, no
Auditório da Câmara Legislativa”;
– Moção nº 1.763/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos Policiais Militares do 20º Batalhão de Polícia Militar (20° BPM). Pelo excepcional
comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados durante o atendimento de uma
ocorrência que culminou na efetiva prisão de um indivíduo”;
– Moção nº 1.764/2025, de autoria do deputado João Cardoso, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza às pessoas que especifica, por ocasião da Sessão Solene em homenagem aos
Construtores da Fé e da Comunidade, a ser realizada no dia 27 de novembro, às 19 horas, no
Auditório da Câmara Legislativa”;
– Moção nº 1.765/2025, de autoria do deputado Robério Negreiros, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor pela Sessão Solene em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com
Deficiência em reconhecimento a sua contribuição e dedicação em prol da inclusão e defesa dos
direitos das pessoas com deficiência”;
– Moção nº 1.766/2025, de autoria do deputado João Cardoso, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza às pessoas que especifica, por ocasião da Sessão Solene em homenagem aos
Construtores da Fé e da Comunidade, a ser realizada no dia 27 de novembro, às 19 horas, no
Auditório da Câmara Legislativa”;
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 45
– Moção nº 1.767/2025, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Manifesta votos de
louvor e aplausos às pessoas que especifica”;
– Moção nº 1.768/2025, de autoria do deputado Wellington Luiz, que “Manifesta votos de
louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito
Federal, por ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Policial Penal”;
– Moção nº 1.769/2025, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro, “Moção de louvor
Síndicos de Águas Claras”;
– Moção nº 1.770/2025, de autoria do deputado Robério Negreiros, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor pela Sessão Solene em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com
Deficiência em reconhecimento a sua contribuição e dedicação em prol da inclusão e defesa dos
direitos das pessoas com deficiência”;
– Moção nº 1.771/2025, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Manifesta votos de
louvor e aplausos às pessoas que especifica”;
– Moção nº 1.772/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem
à Escola de Música de Brasília, a ser realizada no dia 28 de novembro, às 19 horas, no auditório da
escola”;
– Moção nº 1.773/2025, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Manifesta votos de
louvor e aplausos às pessoas que especifica”;
– Moção nº 1.774/2025, de autoria do deputado Robério Negreiros, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor pela Sessão Solene aos Síndicos, pelos relevantes serviços prestados à
população do Distrito Federal, que se especificam”;
– Moção nº 1.775/2025, de autoria do deputado Iolando, que “Manifesta votos de louvor e
aplausos às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à comunidade de
Brazlândia”;
– Moção nº 1.776/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de
louvor e homenageia os praticantes da calistenia, em reconhecimento à promoção da saúde, bem-
estar e incentivo à prática esportiva acessível e inclusiva”;
– Moção nº 1.777/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de Louvor em
homenagem a Democracia e representatividade racial: desafios e conquistas, a ser realizada no dia
18 de novembro de 2025, às 19 horas, no Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.778/2025, de autoria do deputado Wellington Luiz, que “Manifesta votos de
louvor às pessoas que especifica pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal,
por ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Policial Penal”;
– Moção nº 1.779/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos Policiais Militares do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM). Pelo ato de
bravura e heroísmo demonstrado no resgate bem-sucedido de uma família em situação de risco
iminente, que se encontrava ilhada por uma enxurrada na BR-040, em Valparaíso, evidenciando
excepcional comprometimento, profissionalismo e dedicação no cumprimento do dever”;
– Moção nº 1.780/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), por ocasião da sessão solene
em comemoração ao 53º Aniversário do Hospital Universitário de Brasília (HUB), a ser realizada no
dia 22 de agosto de 2025, às 14h, no Plenário desta Casa de Leis”;
– Moção nº 1.781/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem
aos 30 anos do Centro Interescolar de Línguas do Guará (CIL Guará), a ser realizada no dia 12 de
novembro de 2025, às 19 horas, no Plenário desta Casa de Leis”;
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 46
– Moção nº 1.782/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor ao Centro Interescolar de Línguas do Guará (CILG Guará), por ocasião da
sessão solene em homenagem aos 30 anos do Centro Interescolar de Línguas do Guará (CIL Guará),
a ser realizada no dia 12 de novembro de 2025, às 19 horas, no Plenário desta Casa de Leis”;
– Moção nº 1.783/2025, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem
à Escola de Música de Brasília, a ser realizada no dia 28 de novembro, às 19 horas, no auditório da
escola”;
– Moção nº 1.784/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos Policiais Militares do 25º Batalhão de Polícia Militar (25° BPM). Pelo excepcional
comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados durante o atendimento de uma
ocorrência que culminou na efetiva prisão de um indivíduo”;
– Moção nº 1.785/2025, de autoria do deputado Wellington Luiz, que “Manifesta votos de
louvor às pessoas que especifica pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal,
por ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Policial Penal”;
– Moção nº 1.786/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, aos profissionais de saúde que especifica, pelos relevantes serviços prestados à
população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em comemoração ao Dia do
Fonoaudiólogo”;
– Moção nº 1.787/2025, de autoria do deputado Wellington Luiz, que “Manifesta votos de
louvor às pessoas que especifica pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal,
por ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Policial Penal”;
– Moção nº 1.788/2025, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Reconhece e
apresenta votos de louvor ao Deputado Federal Daniel Agrobom (PL/GO), pela relevante atuação
como Relator do Projeto de Lei Complementar nº 18/2021 na Câmara dos Deputados, fortalecendo o
Atendimento Pré-Hospitalar (APH)”;
– Moção nº 1.789/2025, de autoria do deputado Ricardo Vale, que “Manifesta louvor às
mulheres empresárias que atuam e impulsionam o desenvolvimento econômico no Distrito Federal e
entorno”;
– Moção nº 1.790/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, aos profissionais de saúde que especifica, pelos relevantes serviços prestados à
população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em comemoração ao Dia do
Fonoaudiólogo”;
– Moção nº 1.791/2025, de autoria do deputado João Cardoso, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza às pessoas que especifica, por ocasião da Sessão Solene em homenagem aos
Construtores da Fé e da Comunidade, a ser realizada no dia 27 de novembro, às 19 horas, no
Auditório da Câmara Legislativa”;
– Moção nº 1.792/2025, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de Louvor, em
reconhecimento aos serviços prestados pelos Juízes de Paz do Distrito Federal, a realizar-se no dia
10 de dezembro de 2025, das 19h às 22h, na sala Pedro de Souza Duarte localizada na Câmara
Legislativa do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.793/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, aos profissionais de saúde que especifica, pelos relevantes serviços prestados à
população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em comemoração ao Dia do
Fonoaudiólogo”;
– Moção nº 1.794/2025, de autoria do deputado Pepa, que “Parabeniza e manifesta votos de
louvor e aplausos às personalidades que especifica em comemoração ao Aniversário da Região
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 47
Administrativa de Arapoanga – RA XXXIV”;
– Moção nº 1.795/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de
louvor pela participação no Evento: ‘Talentos que inspiram’- homenageados 2025”;
– Moção nº 1.796/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de
louvor pela participação no Evento: ‘Talentos que inspiram’- homenageados 2025”;
– Moção nº 1.797/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Manifesta votos de louvor e
parabeniza aos mencionados pelos relevantes serviços prestados à comunidade e a cidade do Núcleo
Bandeirante”;
– Moção nº 1.798/2025, de autoria do deputado Pepa, que “Parabeniza e manifesta votos de
louvor e aplausos às personalidades que especifica em comemoração ao Aniversário da Região
Administrativa de Arapoanga – RA XXXIV”;
– Moção nº 1.799/2025, de autoria do deputado Pepa, que “Parabeniza e manifesta votos de
louvor e aplausos às personalidades que especifica em comemoração ao Aniversário da Região
Administrativa de Arapoanga – RA XXXIV”;
– Moção nº 1.800/2025, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor aos servidores da segurança pública do Distrito Federal que especifica,
que salvaram vidas em ato de bravura: ‘A Honra de Servir – Heróis que fazem diferença’”;
– Moção nº 1.801/2025, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor aos servidores da segurança pública do Distrito Federal que especifica,
que salvaram vidas em ato de bravura: ‘A Honra de Servir – Heróis que fazem diferença’”;
– Moção nº 1.802/2025, de autoria do deputado Martins Machado, que “Manifesta votos de
louvor pela participação no Evento: ‘Talentos que inspiram’- homenageados 2025”;
– Moção nº 1.803/2025, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Reconhece e
apresenta votos de louvor ao Vereador Afrânio Pimentel e ao Contador Leandro Silva dos Reis, pelos
relevantes serviços prestados à sociedade de Valparaíso de Goiás e à Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE)”;
– Moção nº 1.804/2025, de autoria do deputado Hermeto, que “Manifesta votos de louvor e
parabeniza aos mencionados pelos relevantes serviços prestados à comunidade e a cidade do Núcleo
Bandeirante”;
– Moção nº 1.805/2025, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor aos servidores da segurança pública do Distrito Federal que especifica,
que salvaram vidas em ato de bravura: ‘A Honra de Servir – Heróis que fazem diferença’”;
– Moção nº 1.806/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em Homenagem ao Aniversário de Água Quente”;
– Moção nº 1.807/2025, de autoria do deputado Wellington Luiz, que “Manifesta votos de
louvor às pessoas que especifica pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal,
por ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Policial Penal”;
– Moção nº 1.808/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, aos profissionais que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do
Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao dia do Biomédico”;
– Moção nº 1.809/2026, de autoria do deputado Rogério Morro da Cruz, que “Manifesta
votos de louvor e parabeniza o Soldado de Primeira Classe Thyago Carneiro Soares, do Grupo Tático
Operacional do 21º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (GTOP 41), pelo ato de prontidão e
competência técnica demonstrado em 13 de dezembro de 2025, quando realizou manobras de
desobstrução respiratória que salvaram a vida de bebê de um mês de idade em São Sebastião”;
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 48
– Moção nº 1.810/2026, de autoria do deputado Rogério Morro da Cruz, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor aos pesquisadores e colaboradores do Projeto Vida e da Máscara Vesta,
desenvolvidos pela Universidade de Brasília, pelos relevantes serviços prestados à saúde pública
brasileira”;
– Moção nº 1.811/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, que “Requer Moção de
Louvor, em comemoração ao 22º aniversário da Cidade Estrutural/DF no dia 06 de fevereiro de
2026, às 10 horas, no Centro Olímpico e Paralímpico da Cidade Estrutural – SCIA, área especial 02,
Setor Estrutural”;
– Moção nº 1.812/2026, de autoria do deputado Fábio Félix, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor a Ricardo Lucas, por suas contribuições à cena cultural e artística do Distrito
Federal”;
– Moção nº 1.813/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, que “Requer Moção de
Louvor, em comemoração ao 22º aniversário da Cidade Estrutural/DF no dia 06 de fevereiro de
2026, às 10 horas, no Centro Olímpico e Paralímpico da Cidade Estrutural – SCIA, área especial 02,
Setor Estrutural”;
– Moção nº 1.814/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, que “Requer Moção de
Louvor, em comemoração ao 22º aniversário da Cidade Estrutural/DF no dia 06 de fevereiro de
2026, às 10 horas, no Centro Olímpico e Paralímpico da Cidade Estrutural – SCIA, área especial 02,
Setor Estrutural”;
– Moção nº 1.815/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor ao 2º Sargento LEONARDO MORAIS DE MESQUITA, matrícula nº 215.222/3,
integrante da Polícia Militar do Distrito Federal, pelos relevantes serviços prestados ao longo de 15
(quinze) anos de dedicação à Corporação”;
– Moção nº 1.816/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos Policiais Militares do 15º Batalhão de Polícia Militar. Pelo excepcional
comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados durante o atendimento de uma
ocorrência que culminou na efetiva prisão de dois indivíduos”;
– Moção nº 1.817/2026, de autoria do deputado Fábio Félix, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor às pessoas que especifica pelos relevantes serviços prestados na defesa e promoção
dos direitos humanos”;
– Moção nº 1.818/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, que “Requer Moção de
Louvor, em comemoração ao 22º aniversário da Cidade Estrutural/DF no dia 06 de fevereiro de
2026, às 10 horas, no Centro Olímpico e Paralímpico da Cidade Estrutural – SCIA, área especial 02,
Setor Estrutural”;
– Moção nº 1.819/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor à equipe do 16º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal em homenagem ao
seu aniversário”;
– Moção nº 1.820/2026, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Reconhece, louva e
apresenta votos de aplauso ao Subtenente Renato Duarte Pereira Barbosa, do Corpo de Bombeiros
Militar do Distrito Federal, pelo ato de bravura e heroísmo praticado no salvamento de uma família e
seu animal de estimação, vítimas de enchente no Sol Nascente”;
– Moção nº 1.821/2026, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor à pessoa que especifica, pelos relevantes serviços prestados no Distrito
Federal, em homenagem ao dia do Cirurgião Dentista”;
– Moção nº 1.822/2026, de autoria do deputado João Cardoso, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza às pessoas que especifica, por ocasião da Sessão Solene em homenagem à
Campanha da Fraternidade 2026, a ser realizada no dia 24 de fevereiro, às 10 horas, no Plenário da
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 49
Câmara Legislativa”;
– Moção nº 1.823/2026, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Reconhece, louva e
apresenta votos de aplauso aos senhores Alexandre Costa Maranhão, Paulo Henrique Silva Aguiar e
Rafael Diógenes Araújo Silveira, pela atuação em defesa dos colecionadores, atiradores e caçadores
– CACs no âmbito do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.824/2026, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza a bióloga e pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio pelos relevantes
serviços prestados à ciência, à inovação e à saúde pública, com destaque para suas pesquisas na
área de regeneração neural e desenvolvimento de tecnologias biomédicas de alto impacto social”;
– Moção nº 1.825/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, que “Requer Moção de
Louvor às mulheres participantes do evento “Desfile Tecidas de Histórias” e aos profissionais que
prestarão serviços de suporte à sua realização nos dias 05 e 06 de março de 2026, na Galeria
Espelho D’Água desta Casa Legislativa”;
– Moção nº 1.826/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos policiais militares integrantes da PMDF, pelo comprometimento, profissionalismo
e dedicação, em virtude da excepcional atuação demonstrada em recente ocorrência operacional”;
– Moção nº 1.827/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor ao policial militar integrante da PMDF, pelo comprometimento e profissionalismo
demonstrados em ‘Ato de Bravura’, em virtude de sua excepcional conduta na prisão em flagrante
por roubo”;
– Moção nº 1.828/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Manifesta Votos de Louvor
ao policial militar integrante do GTOP 40 (20º BPM), em reconhecimento ao elevado
comprometimento e profissionalismo demonstrados durante o ano de 2025, com atuação destacada
no combate à criminalidade nas regiões do Paranoá e Itapoã – DF”;
– Moção nº 1.829/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, que “Reconhece, louva e
apresenta votos de aplauso, no âmbito do Distrito Federal, ao Exército Brasileiro por indicar, pela
primeira vez, uma mulher para o generalato, a Sra. Cláudia Lima Gusmão Cacho, passando a ser a
primeira oficial-general da história do Exército Brasileiro”;
– Moção nº 1.830/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em Homenagem ao Aniversário de Água Quente”;
– Moção nº 1.831/2026, de autoria do deputado Pastor Daniel de Castro, que “Manifesta
votos de Louvor e homenageia o Pastor Manoel Ferreira Netto, pelos relevantes serviços prestados a
Comunidade Evangélica do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.832/2026, de autoria da deputada Jaqueline Silva, que “Manifesta votos de
louvor e parabeniza o Dr. Marcus Vinícius Montenegro, médico da Ortopedista, pela dedicação,
compromisso e excelência no atendimento prestado à população do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.833/2026, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem
aos 45 (quarenta e cinco) anos do Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal –
SINDENFERMEIRO/DF, a ser realizada no dia 6 de março de 2026, às 14h, no Plenário desta Câmara
Legislativa do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.834/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor em homenagem às Mulheres do Grupo Samba Flores”;
– Moção nº 1.835/2026, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às mulheres que especifica, em reconhecimento à sua contribuição social,
profissional e comunitária, no contexto da Sessão Solene ‘Direitos que cuidam, políticas que
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 50
transformam – Compromisso com as Mulheres do Distrito Federal’”;
– Moção nº 1.836/2026, de autoria da deputada Dayse Amarilio, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem
aos 45 (quarenta e cinco) anos do Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal –
SINDENFERMEIRO/DF, a ser realizada no dia 6 de março de 2026, às 14h, no Plenário desta Câmara
Legislativa do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.837/2026, de autoria do deputado Thiago Manzoni, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor aos cidadãos que especifica, pelos relevantes serviços prestados à
Educação”;
– Moção nº 1.838/2026, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Concede Moção de
Louvor ao Ex-Deputado Marco Antônio dos Santos Lima pelas relevantes contribuições na defesa dos
direitos dos idosos no âmbito do Distrito Federal, sendo o autor da Lei nº 1.547 de 1997, o primeiro
Estatuto do Idoso do país”;
– Moção nº 1.839/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos nomes citados em homenagem ao aniversário do 16º Batalhão da Polícia Militar
do Distrito Federal”;
– Moção nº 1.840/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Manifesta em razão do
Aniversário da Cidade, Votos de Louvor e Aplausos a todos os indicados por serviços prestados à
comunidade do Riacho Fundo”;
– Moção nº 1.841/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Manifesta em razão do
Aniversário da Cidade, Votos de Louvor e Aplausos a todos os indicados por serviços prestados à
comunidade do Riacho Fundo”;
– Moção nº 1.842/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Manifesta em razão do
Aniversário da Cidade, Votos de Louvor e Aplausos a todos os indicados por serviços prestados à
comunidade do Riacho Fundo”;
– Moção nº 1.843/2026, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa, que “manifesta votos de
louvor e aplausos às pessoas que especificam, por ocasião da celebração do dia internacional da
mulher”;
– Moção nº 1.844/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em homenagem aos Agentes de Vigilância Ambiental”;
– Moção nº 1.845/2026, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Reconhece e
apresenta votos de louvor aos Corretores de Seguros do Distrito Federal, em reconhecimento ao
relevante papel na orientação da população e na promoção da segurança patrimonial, financeira e
pessoal dos cidadãos”;
– Moção nº 1.846/2026, de autoria do deputado Ricardo Vale, que que “Manifesta louvor aos
Profissionais da Educação do Distrito Federal pelo relevante serviço prestado à sociedade e pela
contribuição essencial para o desenvolvimento humano, social e cultural no âmbito do Distrito
Federal (complemento)”;
– Moção nº 1.847/2026, de autoria do deputado Ricardo Vale, que “Manifesta louvor aos
Profissionais da Educação do Distrito Federal pelo relevante serviço prestado à sociedade e pela
contribuição essencial para o desenvolvimento humano, social e cultural no âmbito do Distrito
Federal”;
– Moção nº 1.848/2026, de autoria do deputado Ricardo Vale, que que “Manifesta louvor aos
Profissionais da Educação do Distrito Federal pelo relevante serviço prestado à sociedade e pela
contribuição essencial para o desenvolvimento humano, social e cultural no âmbito do Distrito
Federal”;
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 51
– Moção nº 1.849/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em homenagem aos Agentes de Vigilância Ambiental”;
– Moção nº 1.850/2026, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às mulheres que especifica, em reconhecimento à sua contribuição social,
profissional e comunitária, no contexto da Sessão Solene ‘Direitos que cuidam, políticas que
transformam – Compromisso com as Mulheres do Distrito Federal’”;
– Moção nº 1.851/2026, de autoria do deputado Ricardo Vale, que “Manifesta louvor aos
Profissionais da Educação do Distrito Federal pelo relevante serviço prestado à sociedade e pela
contribuição essencial para o desenvolvimento humano, social e cultural no âmbito do Distrito
Federal”;
– Moção nº 1.852/2026, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às mulheres que especifica, em reconhecimento à sua contribuição social,
profissional e comunitária, no contexto da Sessão Solene ‘Direitos que cuidam, políticas que
transformam – Compromisso com as Mulheres do Distrito Federal”’;
– Moção nº 1.853/2026, de autoria do deputado Iolando, que “Reconhece e apresenta
Moção de Louvor à Doutora Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, em reconhecimento ao seu relevante
protagonismo à ciência, à educação e à pesquisa biomédica no Brasil”;
– Moção nº 1.854/2026, de autoria da deputada Paula Belmonte, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor às mulheres que especifica, em reconhecimento institucional e registro
histórico de um setor estratégico para a economia e a proteção patrimonial da sociedade., no
contexto da Sessão Solene em homenagem às Executivas de Seguros – Série Brasília”;
– Moção nº 1.855/2026, de autoria da deputada Doutora Jane, “Moção de louvor para
celebrar o movimento “Mulheres que movem o esporte", com foco no desenvolvimento do esporte
feminino no Distrito Federal, em 17 de março de 2026, às 9h no Plenário desta Casa”;
– Moção nº 1.856/2026, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Manifesta votos de
louvor e aplausos à pessoa que especifica”;
– Moção nº 1.857/2026, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Parabeniza os
profissionais da área da saúde que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
bem como por suas contribuições científicas, acadêmicas e assistenciais, por ocasião das
comemorações alusivas aos 50 anos da Farmacotécnica”;
– Moção nº 1.858/2026, de autoria do deputado Roosevelt Vilela, que “Parabeniza o
Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília e demais integrantes do Corpo de Fuzileiros Navais,
pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal e à Nação, por ocasião do aniversário do
Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil”;
– Moção nº 1.859/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em homenagem aos Agentes de Vigilância Ambiental”;
– Moção nº 1.860/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Farmacêutico”;
– Moção nº 1.861/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Farmacêutico”;
– Moção nº 1.862/2026, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Parabeniza e manifesta
votos de louvor, as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados ao Distrito Federal,
em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Farmacêutico”;
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 52
– Moção nº 1.863/2026, de autoria do deputado Max Maciel, que “Parabeniza e homenageia
as pessoas e instituições que especifica, pela significativa contribuição para a história, cultura,
educação, saúde, esporte e desenvolvimento social de Ceilândia, em comemoração aos seus 55
anos”;
– Moção nº 1.864/2026, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa, que “Manifesta votos de
louvor e aplausos às pessoas que especificam, por ocasião da celebração dos 10 anos da associação
canomama de saúde, esporte e cultura do Distrito Federal”.
Item extrapauta.
Votação, em bloco, em turno único, das seguintes moções.
– Moção nº 1.865/2026, de autoria do deputado Hermeto, que “Reconhece e apresenta
Votos de Louvor aos Policiais Militares do Batalhão de Policiamento de CHOQUE de Polícia Militar.
Pelo excepcional comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados durante o
atendimento de uma ocorrência que culminou na apreensão de arma uma arma de fogo,
entorpecentes e um veículo adulterado”;
– Moção nº 1.866/2026, de autoria do deputado Martins Machado, que “Parabeniza e
manifesta votos de louvor a Fabrício Rodrigues de Sousa, pelos relevantes serviços prestados à
população do Distrito Federal”.
– Moção nº 1.867/2026, de autoria do deputado Gabriel Magno, que “Manifesta votos de
louvor e aplausos às pessoas que especifica”.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, foi lida a Moção nº 1.856/2026, que
concede aplausos ao Partido dos Trabalhadores. Gostaria que fosse destacado esse item para eu
registrar o meu voto contrário.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Ok, deputado, está destacado.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, atendendo ao pedido do deputado Chico
Vigilante, para que ele possa analisar melhor o projeto, sugiro a retirada da ordem do dia do Projeto
de Lei Complementar nº 96/2026, que trata do fundo rotativo do Sistema Penitenciário do Distrito
Federal; que o deixemos para a próxima semana, a fim de o discutirmos um pouco mais.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Acato a solicitação de vossa
excelência.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, agradeço ao deputado Hermeto pela
compreensão.
Solicito o destaque da Moção nº 1.823/2026.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Está destacada.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos requerimentos e às moções que permaneçam como
estão e aos contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 19 deputados, ressalvados os destaques.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 53
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, eu não quero cansar a paciência de vossa
excelência, mas preciso saber se o projeto do Detran-DF vem ou não vem, porque, se ele não vier,
precisamos ser claros com as pessoas e não as deixar ansiosas.
Se realmente ele não vier, sugiro a vossa excelência que votemos o segundo turno dos
projetos já apreciados e, a partir daí, só votemos novas matérias quando chegarem o projeto do
Detran-DF e o projeto dos fazendários.
Deputado Eduardo Pedrosa, proponho que entremos em obstrução coletiva. Que todos
entrem em obstrução até que o projeto seja enviado. Não votaremos mais nada se não mandarem o
projeto. Precisamos ser respeitados.
Estava conversando com o deputado Eduardo Pedrosa. Ele disse que o Detran-DF tem o
dinheiro e não depende do Tesouro do Distrito Federal. Que diabos de má vontade é essa? Se estão
com raiva de mim, do deputado Eduardo Pedrosa ou de quem quer que seja, não podem descontar
isso nos trabalhadores. Quem vota nesta casa somos nós.
Portanto, a minha sugestão é esta: ou mandam os projetos, ou entramos em obstrução
coletiva e não votamos mais nada.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP) – Presidente, é incrível, mas eu vou votar com
o deputado Chico Vigilante, até porque, de coração, eu estou achando essa situação uma falta de
respeito a vossa excelência, que é o presidente da Câmara Legislativa, e ao deputado Eduardo
Pedrosa, que é o presidente da CEOF, que trabalharam incansavelmente para esse projeto do
Detran-DF chegar. Não existe impacto orçamentário. Eu não sei por que o governo não o manda
logo para nós o votarmos agora.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Presidente, eu concordo plenamente com o
deputado Chico Vigilante e o deputado Eduardo Pedrosa. Sou totalmente favorável ao projeto do
Detran-DF, que tem que ser igualitário às demais forças da segurança pública.
Eu irei votar favoravelmente ao projeto. Peço que o projeto chegue logo para nós o
aprovarmos.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, eu concordo parcialmente com o
deputado Chico Vigilante. Nós podemos, sim, deixar de votar os projetos do Executivo, mas os
nossos projetos não, porque aí nós estaríamos nos punindo.
Partindo desse princípio, nós poderíamos deixar de votar os projetos do Executivo, mas o
nosso projeto, que no caso é o projeto do IFA, deveria ser votado, pois ele não é do Executivo.
Votamos os nossos projetos, os de autoria de deputados, até o projeto do Detran-DF chegar. Aí,
sim, eu concordo.
Só há esse projeto do IFA para ser votado. Enquanto o projeto do Detran-DF não chega,
vamos votar esse do IFA.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 54
É isso, presidente.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, também estou junto com o deputado Chico
Vigilante, com o deputado Pastor Daniel de Castro e com os meus colegas do Detran-DF, que é
unido com a PM. Em muitas das barreiras que o Detran-DF faz, a nossa Polícia Militar está dando
apoio e segurança a eles. Eles merecem tudo de bom.
Pessoal do Detran-DF, parabéns. Vamos estar juntos nessa guerra.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO ROOSEVELT VILELA (PL) – Presidente, também quero me solidarizar ao
deputado Eduardo Pedrosa. Nós sempre conversamos, e vejo a preocupação dele com o Detran-DF.
Eu tenho acompanhado também os agentes de trânsito do DER-DF. Havia uma proposta já
confeccionada – que já tinha passado por todos os órgãos do governo – a ser enviada para esta
casa. Essa proposta faz a reestruturação da carreira tanto do Detran-DF como dos agentes de
trânsito do DER-DF.
Eu conversei com o governador, que alegou que a proposta era inconstitucional. Eu fiz uma
revisão na proposta do DER-DF, reenviei-a para o governador, e o governador fez o compromisso,
deputado Eduardo Pedrosa, de analisá-la e, se for o caso, encaminhá-la o quanto antes a esta casa.
Essa proposta, assim como a dos agentes de trânsito do Detran-DF, não tem nenhum
impacto financeiro. É apenas para dar segurança jurídica e tranquilidade a vocês profissionais que
cuidam de uma das questões mais importantes hoje, deputado Hermeto, da nossa sociedade, que é
a violência no trânsito.
Eu e o deputado Eduardo Pedrosa conversamos muito sobre isso. A violência no trânsito vem
assolando e destroçando várias famílias. Se não fossem cada um dos senhores e os agentes de
trânsito do DER-DF, quantas famílias nós não teríamos perdido por conta da violência no trânsito?
Então, os senhores têm o meu respeito. Nós estamos solidários ao deputado Eduardo
Pedrosa, que está puxando essa pauta. Deputado, conte comigo. No que for necessário para
fazermos essa entrega tão importante os colegas podem contar conosco.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO HERMETO (MDB) – Presidente, quero só fazer uma correção na minha fala. Eu
quero ressaltar todo o trabalho, pessoal do Detran-DF, deste homem: o deputado Eduardo Pedrosa.
Ele tem um carinho muito grande por vocês.
Nessa guerra, deputado Eduardo Pedrosa, presidente da CEOF, vossa excelência tem uma
preocupação grande com o Detran-DF. Eu quero dizer, do fundo do meu coração, que vossa
excelência tem feito um trabalho fantástico. Eu tenho certeza disto: eu não voto nada se o projeto
do Detran-DF não passar por aqui.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, eu acho que não dá para sairmos daqui
hoje sem votarmos o projeto. Nós estamos lutando contra o tempo. Nós acompanhamos as
negociações. Faço questão de registrar o papel do deputado Eduardo Pedrosa nesse tema. Por isso,
peço que os deputados permaneçam aqui, nem que seja necessário suspender a sessão. Não saiam
antes de o projeto chegar.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 55
Eu sei que amanhã haveria sessão, mas nós já estamos aqui. Inclusive, está havendo um ato
de filiação nacional do meu partido, e já avisei que não vou sair daqui enquanto não votar o projeto.
Eu também queria deixar registrado que nós temos um compromisso feito no Colégio de
Líderes com o pessoal da gestão fazendária.
Então, gente, unam-se! Há o pessoal da reestruturação do planejamento, cujo projeto ainda
precisa ser votado em segundo turno. Nós não vamos sair daqui enquanto esses projetos não
chegarem. Eu vou cantar junto com vocês: “Eu não vou embora, eu não vou embora”.
(A deputada canta.)
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Presidente, eu queria só agradecer o apoio dos
meus colegas deputados, de todos que falaram aqui em defesa dos servidores do Detran-DF, que
têm feito um grande trabalho pelo Distrito Federal. Isso mostra que, quando se trata de fazer
justiça, os deputados da Câmara Legislativa se juntam independentemente de lado ideológico, de
posição política.
Hoje o que estamos pedindo é que se faça justiça para uma categoria que não pode ser
deixada para trás. Nós não a deixaremos para trás, não é, deputado Chico Vigilante? Eu acredito que
essa proposição do deputado Chico Vigilante é muito especial. Espero que sigamos nesse sentido.
Presidente, de coração, ainda temos até o dia 4 de abril para fazer essa votação. Nós
queremos votar isso hoje. Tenho certeza de que essa pressão junto com o apoio de todos os
deputados e todos os diálogos que estão sendo construídos vão render bons frutos.
Muito obrigado.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.025/2025, de autoria do
deputado Jorge Vianna, que “Dispõe sobre o repasse do Incentivo Financeiro Adicional (IFA) aos
Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAS) e aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do
Distrito Federal e dá outras providências”.
A proposição não recebeu o parecer das comissões. A CAS, a CSA, a CEOF e a CCJ deverão
se manifestar sobre o projeto.
Solicito ao presidente da CAS, deputado Rogério Morro da Cruz, que designe relator ou
avoque a relatoria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Rogério
Morro da Cruz, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROGÉRIO MORRO DA CRUZ (PRD. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS
ao Projeto de Lei nº 2.025/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Dispõe sobre o repasse
do Incentivo Financeiro Adicional (IFA) aos Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAS) e aos
Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Distrito Federal e dá outras providências”.
Presidente, no âmbito desta comissão, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº
2.025/2025.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito à presidente da CSA, deputada
Dayse Amarilio, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Avoco a relatoria.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 56
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito à relatora, deputada Dayse
Amarilio, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB. Para apresentar parecer.) – Parecer da CSA ao Projeto
de Lei nº 2.525/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que “Dispõe sobre o repasse do
Incentivo Financeiro Adicional (IFA) aos Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAS) e aos
Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Distrito Federal e dá outras providências”.
Na Comissão de Saúde, somos pela aprovação de tudo que for para essa categoria que
merece tanto. Tenho certeza de que, por unanimidade, nós da CSA somos pela aprovação do Projeto
de Lei nº 2.025/2025.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Dayse Amarilio.
Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão
de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 2.025/2025, de autoria do deputado Jorge
Vianna, que “Dispõe sobre o repasse do Incentivo Financeiro Adicional (IFA) aos Agentes de
Vigilância Ambiental em Saúde (AVAS) e aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Distrito
Federal e dá outras providências”.
O parecer é pela admissibilidade do projeto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.
Solicito ao vice-presidente da CCJ, deputado Chico Vigilante, que designe relator ou avoque
a relatoria.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Designo o deputado Robério Negreiros, pois essa é a
demonstração de que, nesta casa, ninguém faz as coisas sozinho.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Robério
Negreiros, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO ROBÉRIO NEGREIROS (PSD. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão de
Constituição e Justiça ao Projeto de Lei nº 2.025/2025, de autoria do deputado Jorge Vianna, que
“Dispõe sobre o repasse do Incentivo Financeiro Adicional (IFA) aos Agentes de Vigilância Ambiental
em Saúde (AVAS) e aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Distrito Federal e dá outras
providências”.
Eu tenho uma dúvida quanto à constitucionalidade, mas, quanto à dúvida, votarei pela
admissibilidade e deixo que o governo faça a análise em eventual sanção.
Meu voto é pela admissibilidade.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Robério
Negreiros.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADA DAYSE AMARILIO (PSB) – Presidente, gostaria de fazer uma retificação, porque,
quando relatei a matéria, mencionei errado o número do projeto. Eu li Projeto de Lei nº 2.525/2025,
contudo o correto é Projeto de Lei nº 2.025/2025.
Peço que conste a correção em ata.
Ata de Sessão Plenária Circunstanciada da 21ª S.O. (2594045) SEI 00001-00011582/2026-79 / pg. 57
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputada Dayse Amarilio.
Em discussão os pareceres em bloco ao Projeto de Lei nº 2.025/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
Foram aprovados com a presença de 20 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.025/2025.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 20 deputados.
Registro e agradeço a presença da doutora Cláudia Alcântara, presidente do Sindicato dos
Delegados. É um prazer ter você e toda a diretoria do Sindepo conosco.
Item extrapauta.
Discussão e votação, em primeiro turno, do Projeto de Lei nº 2.226/2026, de autoria do
Poder Executivo, que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal, no valor
de R$ 765.253.602,00”.
A proposição não recebeu parecer das comissões. A CEOF deverá se manifestar sobre o
projeto.
Solicito ao presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre a matéria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da Comissão
de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº 2.226/2026, de autoria do Poder Executivo,
que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal, no valor de R$
765.253.602,00”.
Presidente, o parecer da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças ao Projeto de Lei nº
2.226/2026 é pela admissibilidade e aprovação da proposição.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Eduardo Pedrosa.
Em discussão o parecer ao Projeto de Lei nº 2.226/2026.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, aprovamos – vossa
excelência se recorda disto – uma alteração segundo a qual todos os projetos indicados a esta casa
que preveem excesso de arrecadação devem vir acompanhados da origem desse excesso.
Vou ler o dispositivo.
“Art. 60. ...
§ 4º O projeto de lei de crédito adicional destinado a incorporar à Lei Orçamentária Anual –
LOA recursos decorrentes de excesso de arrecadação deve:
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I – ser instruído com a exposição justificada na forma prevista no art. 43 da Lei Federal nº
4.320, de 17 de março de 1964;
II – indicar detalhadamente os fatos e os respectivos valores que fundamentam a estimativa
do excesso;
III – demonstrar a efetiva disponibilidade de caixa do excesso de arrecadação
correspondente ao montante a ser incorporado;
IV – informar a metodologia empregada para a aferição do excesso de arrecadação.
§ 5º O Poder Executivo deve encaminhar à Câmara Legislativa, mensalmente, demonstrativo
da arrecadação das receitas, com a indicação dos fatos e dos respectivos valores que sustentam a
variação da receita realizada em relação à receita prevista, bem como da metodologia empregada
para a sua atualização.”
Nada disso foi cumprido. Não enviaram absolutamente nada acompanhando o projeto.
Portanto, deputado Eduardo Pedrosa, acho melhor deixar a votação desse projeto para
terça-feira. Quem sabe, até lá, o projeto do Detran-DF chega a esta casa. Pelo visto, presidente, a
tartaruga está empacada em algum canto. E desempacar tartaruga não é fácil, ainda mais porque
temos de respeitar o direito dos animais.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Chico Vigilante.
(Manifestação na galeria.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao parecer que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
Foi aprovado com a presença de 19 deputados.
Em discussão, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 2.226/2026.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, solicito o uso da palavra para orientar a
bancada.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Como líder. Para orientar a bancada.) – Presidente, não
cumpriram o que determina a lei e, portanto, oriento a bancada do PT a votar contra. Não
cumpriram! Têm que cumprir! Aqui não fazemos de conta.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis projeto que permaneçam como estão e aos contrários que
se manifestem.
Foi aprovado, em primeiro turno, com a presença de 19 deputados. Houve 6 votos
contrários: do deputado Max Maciel, do deputado Fábio Félix, do deputado Chico Vigilante, do
deputado Gabriel Magno, do deputado Ricardo Vale e da deputada Dayse Amarilio.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (DEMOCRATA) – Presidente, estamos ganhando tempo para que
os projetos do Detran-DF e da gestão fazendária cheguem a esta casa.
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Quero fazer um agradecimento especial, já que não o fiz na votação do IFA, à Associação
dos Agentes Comunitário de Saúde e de Vigilância Ambiental, no caso, aos nossos amigos Hugo,
Liduína e William, que me apresentaram essa pauta.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Ratifico que o Projeto de Lei nº
2.226/2026 foi aprovado, em primeiro turno, com a presença de 20 deputados e 6 votos contrários.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL) – Presidente, solicito a palavra para declaração de voto.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para declaração de voto.) – Presidente, aproveitando a
presença de servidores públicos neste memento e a crise a profunda que estamos enfrentando, acho
importante esclarecer para quem está assistindo a sessão a preocupação legitima que a casa tem
com o Iprev. O que foi aprovado agora foi um crédito de mais R$700 milhões para o Iprev, só que
precisamos abrir a caixa-preta da Previdência do Distrito Federal.
O Iprev tem ações do BRB. O governador Ibaneis Rocha, que no sábado, parece-me, vai
descer a rampa do Palácio do Buriti, jogou a previdência do Distrito Federal e o BRB num lamaçal
nacional. Quem vai pagar essa conta?
Ele está fugindo, vai renunciar no sábado. Ele não vai pagar essa conta. Quem vai pagar
essa conta? A população do Distrito Federal?! Nós queremos saber o que está acontecendo no Iprev.
O orçamento aprovar aporte no Iprev é legítimo desde que saibamos exatamente aquilo que está
acontecendo com a previdência do Distrito Federal.
Eu sou servidor público do Distrito Federal. Aqui nós temos servidores públicos do Distrito
Federal, queremos saber do dia de amanhã. Esses governos passam, principalmente os governos
ruins, que jogam o Distrito Federal nessa condição, como é o caso do governador. Ainda bem que
passam, mas nós servidores públicos ficamos.
Por isso, é muito importante que esta casa fiscalize a previdência local para que saibamos o
que vai acontecer no dia de amanhã, porque nós não podemos deixar que a previdência do Distrito
Federal quebre, que o governador consiga fazer com a previdência do Distrito Federal aquilo que
está fazendo com o Banco de Brasília.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Fábio Félix.
Não há mais assunto a tratar. Nos termos do Regimento Interno, convoco sessão
extraordinária com início imediato após o encerramento desta sessão para apreciação dos projetos,
em segundo turno:
– Projeto de Lei nº 2.229/2026;
– Projeto de Lei nº 2.223/2026;
– Projeto de Lei nº 2.132/2026;
– Projeto de Resolução nº 80/2026;
– Projeto de Resolução nº 81/2026;
– Projeto de Lei nº 2.237/2026;
– Projeto de Lei nº 2.236/2026;
– Projeto de Lei nº 2.234/2026;
– Projeto de Lei nº 2.239/2026;
– Projeto de Lei nº 2.235/2026;
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– Projeto de Lei nº 2.241/2026;
– Projeto de Lei nº 2.226/2026;
– Projeto de Lei nº 2.025/2026.
Estamos aguardando o projeto de lei que trata da polícia legislativa. Logo que chegar, nós o
incluiremos como item extrapauta.
Está encerrada a sessão.
Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos
conforme informados pelos organizadores dos eventos.
Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento
Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Siglas com ocorrência neste evento:
ACS – Agente Comunitário de Saúde
APH – Atendimento Pré-Hospitalar
Avas – Agente de Vigilância Ambiental em Saúde
CACs – Colecionadores, Atiradores e Caçadores
CAS – Comissão de Assuntos Sociais
CBM-DF – Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal
CCJ – Comissão de Constituição e Justiça
CEOF – Comissão de Economia, Orçamento e Finanças
CIL – Centro Interescolar de Línguas
Codhab-DF – Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal
Conlegis – Consultoria Legislativa
CPF XII – Curso de Formação de Praças XII
CS – Comissão de Segurança
CSA – Comissão de Saúde
DER-DF – Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal
Detran-DF – Departamento de Trânsito do Distrito Federal
GDF – Governo do Distrito Federal
HUB – Hospital Universitário de Brasília
IFA – Incentivo Financeiro Adicional
IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal
Iprev-DF – Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal
IPVA – Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores
LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias
MP – Medida Provisória
Pasus – Parcela Autônoma de Integração ao Sistema Único de Saúde
PM – Polícia Militar
PMDF – Polícia Militar do Distrito Federal
Ride – Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno
Samu – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
Sindafis –– Sindicato dos Servidores Integrantes da Carreira de Fiscalização de Atividades Urbanas do DF
SindEnfermeiros – Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal
Sindepo-DF – Sindicato dos Delegados de Polícia do Distrito Federal
STF – Supremo Tribunal Federal
TCU – Tribunal de Contas da União
TLP – Taxa de Limpeza Pública
TPD – Trabalho em Período Definido
UnDF – Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes
As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.
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A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
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DCL n° 068, de 13 de abril de 2026
Portarias 124/2026
Gabinete da Mesa Diretora
CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
MESA DIRETORA
Gabinete da Mesa Diretora
PORTARIA-GMD Nº 124, DE 9 DE ABRIL DE 2026
O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em
conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de
2017, considerando o Despacho 2613639 e as demais razões apresentadas no Processo SEI
nº 00001-00005639/2026-09, RESOLVE:
Art. 1º Fica autorizada a utilização, sem ônus, do Auditório da Câmara Legislativa do Distrito
Federal para a realização da Cerimônia do Jaleco, promovida pela Faculdade de Saúde da
Universidade de Brasília - UnB, no dia 11 de abril de 2026, das 8 às 13h.
Parágrafo único. O evento será coordenado pela servidora Pietra Soares da Silva, matrícula
22.055, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições em que o recebeu.
Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
JOÃO MONTEIRO NETO
Secretário-Geral/Presidência
JOÃO TORRACCA JUNIOR JEAN DE MORAES MACHADO
Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência
BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES
Secretário-Executivo/1ª Secretaria Secretário-Executivo/2ª Secretaria
RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA GUILHERME CALHAO MOTTA
Secretário-Executivo/3ª Secretaria Secretário-Executivo/4ª Secretaria
Documento assinado eletronicamente por JOAO MONTEIRO NETO - Matr. 24064 , Secretário(a)-Geral da
Mesa Diretora, em 09/04/2026, às 15:29, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,
publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072 , Secretário(a)-
Executivo(a), em 09/04/2026, às 17:48, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,
publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
Portaria-GMD 124 (2613723) SEI 00001-00005639/2026-09 / pg. 1 Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481 ,
Secretário(a)-Executivo(a), em 09/04/2026, às 18:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de
2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
Documento assinado eletronicamente por ANDRE LUIZ PEREZ NUNES - Matr. 21912 , Secretário(a)-
Executivo(a), em 09/04/2026, às 18:29, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,
publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315 , Secretário(a)-
Executivo(a), em 10/04/2026, às 11:25, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,
publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816 , Secretário(a)-
Executivo(a), em 10/04/2026, às 12:46, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,
publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698 , Secretário(a)-
Executivo(a), em 10/04/2026, às 14:02, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025,
publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
Código Verificador: 2613723 Código CRC: D7DF66D1.
Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, 5º Andar, GMD ̶ CEP 70094-902 ̶ Brasília-DF ̶ Telefone: (61)3348-9270
www.cl.df.gov.br - gabmd@cl.df.gov.br
00001-00005639/2026-09 2613723v4
Portaria-GMD 124 (2613723) SEI 00001-00005639/2026-09 / pg. 2