Ata Circunstanciada Sessão Extraordinária 23/2025
DCL n° 221, de 10 de outubro de 2025 - Suplemento
Ver DCL completoCCÂÂMMAARRAA LLEEGGIISSLLAATTIIVVAA DDOO DDIISSTTRRIITTOO FFEEDDEERRAALL
TERCEIRA SECRETARIA
Diretoria Legislativa
Setor de Registro e Redação Legislativa
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PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Está aberta a sessão.
Solicito que os deputados registrem a presença nos terminais.
(Realiza-se a verificação de presença.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Convido o deputado Ricardo Vale a
secretariar os trabalhos da mesa.
Dá-se início à ordem do dia.
(As ementas das proposições são reproduzidas conforme ordem do dia disponibilizada pela Secretaria
Legislativa; as dos itens extrapauta, conforme PLe.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 1.921/2025, de autoria do
Poder Executivo, que “Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de
R$ 80.684.595,00”.
O projeto foi aprovado em primeiro turno.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei nº 1.921/2025.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Presidente, solicito o uso da palavra para orientar a
bancada.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para orientar a bancada.) – Presidente, oriento a
bancada do Partido dos Trabalhadores para votar contra esse projeto.
Solicito votação nominal.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que
votem “não”.
(Realiza-se a votação nominal.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.
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O projeto está aprovado em segundo turno, 15 votos favoráveis e 5 votos... Foram 6 votos
contrários, incluindo o do deputado Max Maciel.
(Intervenção fora do microfone.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Tinha encerrado? Deputado,
infelizmente tinha encerrado. Deu para registrar?
(Intervenção fora do microfone.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – É, infelizmente não deu para registrar
o voto do deputado Max Maciel, mas fica registrada a manifestação contrária dele.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de
autoria do Poder Executivo, que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que
“institui o regime de previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de
Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e
altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime
Próprio de Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras
providências”.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão, em segundo turno, o
Projeto de Lei Complementar nº 82/2025.
Concedo a palavra ao deputado Chico Vigilante.
DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Para discutir.) – Presidente, aos que estão assistindo a
esta sessão: o Projeto de Lei Complementar nº 82/2025 quer resolver um problema momentâneo de
caixa do Iprev no corrente exercício, sem se preocupar com o futuro.
Inicialmente, é preciso lembrar que há, no fundo financeiro, um déficit atuarial de
R$184.611.627.414,87 a ser equacionado até o final do século. O déficit financeiro anual está
próximo de R$5 bilhões por ano. Esse déficit vem sendo custeado, desde 2009, com recursos do
Fundo Constitucional, que assumiu o pagamento da parte dos inativos e pensionistas da saúde e
educação. Agora, isso está proibido pelo Tribunal de Contas da União, que mandou o DF zerar o
déficit até 2033, reduzindo 10 pontos percentuais a cada ano.
As soluções apresentadas no projeto de lei são danosas para a Previdência e, por isso, não
contam com o nosso apoio.
Por outro lado, o governo afirma precisar de R$617 milhões para pagar inativos e
pensionistas neste ano. Mas há uma solução sem precisar mudar a lei. Para isso, o governo pode
usar a rentabilidade do Fundo Solidário Garantidor apurada em 2024, que excedeu a inflação. No ano
de 2024, o Fundo Solidário Garantidor teve um rendimento de R$296.062.792. O INPC de 2024 foi
de 4,77%. Portanto, o Iprev tem disponíveis, sem precisar mexer na lei, R$281.940.597,18 –
rentabilidade do Fundo Solidário Garantidor.
O restante decorre da Instrução Normativa nº 1/2024, do secretário de Economia. Essa
instrução mudou os critérios de pagamento do 13º terceiro salário, deixando de pagá-lo
integralmente no mês de aniversário do servidor para fazê-lo em dezembro. Com isso, o Iprev teve
na receita uma perda mensal de R$30 milhões, o que dá R$330 milhões até novembro.
O governo tem de rever essa instrução normativa e voltar a recolher para o Iprev a
contribuição mensal sobre o 13º salário. Enquanto não fizer isso, ele tem de pagar ao Iprev o que
não deixou de recolher ao longo dos meses: R$330 milhões de 13º terceiro mais R$291 milhões de
rentabilidade do Fundo Solidário Garantidor dão R$641 milhões.
Presidente, era só seguir isso que teria resolvido o problema sem fazer o que está sendo
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feito, que é congelar o fundo – há cerca de R$6 bilhões hoje – e ir retirando o rendimento
mensalmente. Se demorarem 10 anos nessa pegada, acaba com o Iprev e acaba com o Fundo
Solidário Garantidor.
Essa é a realidade, presidente. Eu falarei disso constantemente, deputado Wellington Luiz. E,
quando eu ouvir algum candidato falar que atenderá servidor, a primeira coisa que perguntarei é se
ele respeitará o Iprev, que é o fundo de Previdência dos servidores.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.
Foram apresentadas 4 emendas de segundo turno.
A CAS, a CEOF e a CCJ deverão se manifestar sobre as emendas.
Designo o deputado João Cardoso como relator pela CAS.
Solicito ao relator, deputado João Cardoso, que apresente parecer sobre as emendas.
DEPUTADO JOÃO CARDOSO (AVANTE. Para apresentar parecer.) – Parecer da CAS às
Emendas nºs 3, 4, 5 e 6 ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo,
que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de
previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do
Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei
Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de
Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras
providências”.
Presidente, no âmbito desta comissão, manifesto o voto pela rejeição das Emendas nºs 3, 4,
5 e 6 ao PLC nº 82/2025.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao presidente da CEOF,
deputado Eduardo Pedrosa, que designe relator ou avoque a relatoria.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Eduardo
Pedrosa, que apresente parecer sobre as emendas.
DEPUTADO EDUARDO PEDROSA (UNIÃO. Para apresentar parecer.) – Parecer da CEOF às
Emendas nºs 3, 4, 5 e 6 ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo,
que “Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de
previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do
Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei
Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de
Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras
providências”.
Presidente, no âmbito desta comissão, manifesto o voto pela rejeição das emendas
apresentadas no segundo turno.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado.
Solicito ao presidente da CCJ, deputado Thiago Manzoni, que designe relator ou avoque a
relatoria.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL) – Avoco a relatoria.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Solicito ao relator, deputado Thiago
Manzoni, que apresente parecer sobre as emendas.
DEPUTADO THIAGO MANZONI (PL. Para apresentar parecer.) – Parecer da CCJ às Emendas
nºs 3, 4, 5 e 6 ao Projeto de Lei Complementar nº 82/2025, de autoria do Poder Executivo, que
“Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que “institui o regime de previdência
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complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito
Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal”; e altera a Lei Complementar nº
769, de 30 de junho de 2008, a qual “reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do
Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências”, e dá outras providências”.
Presidente, o parecer da CCJ é pela inadmissibilidade das Emendas nºs 3, 4, 5 e 6.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Em discussão os pareceres.
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Obrigado, presidente. No debate do
primeiro turno, apareceu uma questão que eu considero muito grave. Alguns parlamentares da base
do governo sobem aqui várias vezes, falam em nome do governo e, quando questionados, dizem que
não falam pelo governo.
Isso aconteceu em relação à possibilidade do risco de o Governo do Distrito Federal não
pagar salário de servidor público. Isso é muito grave. O governo precisa responder a esta pergunta:
qual é a saúde financeira do Distrito Federal hoje? Mas tem que jogar limpo com a população do
Distrito Federal, falar a verdade!
Na semana passada, na audiência pública da CEOF nesta casa, fizeram propaganda de que
estava tudo uma maravilha. Disseram que não há déficit, que há superávit de arrecadação e que
nunca se arrecadou tanto na história. Existe ou não existe problema financeiro?
Para fazer chantagem com o servidor, correm o risco de não pagar salário; para fazer
chantagem com o servidor, estão no vermelho; mas, para fazer propaganda para ganhar voto, não
estão mal? O governo precisa responder à cidade e a esta casa se as contas estão tão ruins assim,
se corremos o risco de não pagar salário de servidor público, de professor, de policial, de bombeiro e
de enfermeiro. É isso? Por que, então, o governo quer construir 2 pontes? Ele disse, neste final de
semana: “Vou construir 2 pontes no Lago Sul no valor de R$2 bilhões”. Há dinheiro ou não? Por que
quis comprar o Banco Master, do amigo que está sendo investigado, por R$2 bilhões? Há dinheiro ou
não há dinheiro? Nós precisamos saber.
Ano que vem, o Fundo Constitucional vai aumentar R$3 bilhões. Se estamos correndo risco,
por que esse valor não vai para a folha da saúde e da educação? Pela proposta do governo, não vai,
não! Vai tudo para a segurança!
Não dá para ser assim, presidente. É grave. O governo precisa falar a verdade para a
sociedade e para esta casa. Está mentindo! Se diz que corre o risco de não pagar salário, de dar
calote, eu quero saber por que vai construir 2 pontes de R$2 bilhões no Lago Sul.
É muito grave o que está acontecendo nesta cidade: a falta de transparência e de
honestidade do governo. Afinal de contas, governador, o governo tem dinheiro ou não? Seu mandato
foi um desastre? Para fazer chantagem com o servidor público, está dizendo que, ou mete a mão no
fundo do Iprev, ou mete a mão no fundo dos servidores públicos, ou não paga salário. Isso é
chantagem rasteira, baixa! Eu quero saber se há ou não dinheiro nas contas do governo, se ele é um
desastre ou se pode continuar a fazer viaduto e ponte à vontade e comprar banco de amigo que
está falido.
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Gabriel Magno.
Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis aos pareceres que permaneçam como estão e aos
contrários que se manifestem.
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Os pareceres foram aprovados com a presença de 20 deputados. Houve 7 votos contrários:
do deputado Ricardo Vale, da deputada Dayse Amarilio, do deputado Max Maciel, do deputado
Gabriel Magno, do deputado Chico Vigilante, da deputada Paula Belmonte e do deputado Fábio Félix.
Foram aprovados.
Em discussão, em segundo turno, o Projeto de Lei Complementar nº 82/2025.
Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.
DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT. Para discutir.) – Eu vou usar a minha prerrogativa de líder
da Minoria, presidente.
Presidente, quero fazer só um desafio ao governador do Distrito Federal. Se ele se importa
tanto com o futuro dos servidores públicos desta cidade e com suas aposentadorias, por que, em vez
de querer sacar o dinheiro dos servidores, não manda para esta casa, presidente, um projeto de lei
para recompor o fundo social garantidor? Esta casa aprovou, em 2017, que os lucros e dividendos
das empresas públicas fossem destinados ao fundo social garantidor. Esta casa aprovou, em 2017,
presidente, que a receita com a privatização dos estacionamentos fosse destinada ao fundo social
garantidor.
Nós aprovamos nesta casa, agora em junho, para a LDO do ano que vem, que a receita com
a loteria fosse para o fundo social garantidor. Foi o governador Ibaneis que vetou a emenda da LDO.
Foi o governador Ibaneis que entrou no Supremo Tribunal com uma ADI para tornar isso
inconstitucional, por vício de iniciativa. Se defende tanto o servidor, por que o governo não manda
para esta casa um projeto de lei para recompormos o fundo social garantidor? Pergunto isso porque,
com as receitas do estacionamento, com as receitas dos lucros e dividendos, pelas contas do
governo, nós teríamos, no ano passado, R$650 milhões para o fundo social garantidor.
Ele está aprovando aqui e querendo meter a mão no fundo social para cobrir – está na
justificativa do projeto – um rombo de R$614 milhões. Não precisa retirar do servidor público R$614
milhões, deputado Ricardo Vale. Basta que o governo envie o projeto de lei para recompor o fundo.
Esta casa já, inclusive, já indicou formas. Existe solução para o Iprev, existe solução para a
aposentadoria dos servidores. Não é meter a mão no fundo, não é aumentar a alíquota e a
contribuição dos servidores e dos aposentados.
Eu desafio o governador. Vamos salvar o Iprev, vamos valorizar os servidores. Basta
encaminhar uma proposição. Tenho certeza, presidente – vossa excelência é servidor público –, de
que, se o governo encaminhar, votaremos uma matéria nesse sentido com a mesma pressa com que
estamos votando agora o saque do dinheiro dos servidores. Vamos votar a recomposição do fundo
social garantidor.
Eu desafio. Se o governador Ibaneis, se a vice-governadora Celina Leão defendem tanto os
servidores, por que não mandam para esta casa um projeto de lei?
Obrigado, presidente.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Concedo a palavra ao deputado Fábio Félix.
DEPUTADO FÁBIO FÉLIX (PSOL. Para discutir.) – Presidente, apresentamos essas 4 emendas
no segundo turno, para que realizássemos o debate, não porque acreditamos que este projeto tenha
salvação. Não tem. Apontamos nele um problema inicial, que é o método por meio do qual foi
apreciado hoje nesta casa.
Uma dessas emendas que apresentamos propõe que a vigência de acesso a esse recurso
seja apenas em 2025, para que o governo não possa acessar esses investimentos no ano que vem e
para que o dinheiro do Iprev – ou seja, o dinheiro dos servidores aposentados e de todos os
segurados, contribuintes do Iprev – seja preservado. Essa era a nossa ideia, porque, se o governo
quisesse acessar esse recurso novamente no ano que vem, precisaria, deputado Jorge Vianna,
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apresentar um novo projeto de lei complementar. Não podemos dar um cheque em branco para o
governo acessar esse recurso do Iprev. Temos que impor limitações: o governo tem que realizar a
discussão com esta casa e com os segurados.
Quero encerrar, presidente, com muita tranquilidade. Estamos aqui até agora, são quase 20
horas. O debate que fizemos hoje não é um debate de base ou de oposição. Este é um debate de
precaução com os servidores desta cidade, porque quem vai pagar a conta lá no futuro é o
segurado, sou eu, é o servidor, são os meus colegas. Sou servidor de carreira da Secretaria de
Justiça, estou há 15 anos nessa secretaria. Quando o governo coloca a mão nesse fundo, que
deveria estar investido e rendendo para os servidores, isso tem que ser preocupação de todos que
estão aqui e dos servidores do DF, que executam as políticas públicas da nossa cidade.
É temerário, grave, o que fizemos aqui hoje, pela forma e pelo conteúdo. Tenho orgulho do
meu voto, mas fico envergonhado de termos feito isso desta forma no dia de hoje.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Continua a discussão.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados que aprovam o projeto que votem “sim” e aos que o rejeitam que
votem “não”.
(Realiza-se a votação nominal.)
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Votação encerrada.
O projeto está aprovado, em segundo turno, com 13 votos favoráveis e 6 votos contrários.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 499/2023, de autoria do
deputado Thiago Manzoni, que “Institui o Dia da Memória das Vítimas do comunismo no calendário
de eventos do Distrito Federal”.
Foi aprovado em primeiro turno.
Em discussão o projeto.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
que se manifestem.
O projeto está aprovado, em segundo turno, com a presença de 19 deputados. Houve 6
votos contrários: do deputado Ricardo Vale, da deputada Dayse Amarilio, do deputado Max Maciel,
do deputado Fábio Félix, do deputado Chico Vigilante e do deputado Gabriel Magno.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
Item da ordem do dia.
Discussão e votação, em segundo turno, do Projeto de Lei nº 528/2023, de autoria do
deputado Gabriel Magno, que “Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal a
“Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de Taguatinga””.
Foi aprovado em primeiro turno.
Em discussão o projeto.
Como não há quem queira discutir, encerro a discussão.
Em votação.
Solicito aos deputados favoráveis ao projeto que permaneçam como estão e aos contrários
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que se manifestem.
O projeto está aprovado, em segundo turno, com a presença de 19 deputados. Houve 5
votos contrários: do deputado Martins Machado, do deputado Thiago Manzoni, do deputado Pastor
Daniel de Castro, do deputado Roosevelt e do deputado Iolando.
Nos termos do art. 208, inciso II, do Regimento Interno, declaro aprovada a redação final.
Em nome de Michel Platini, parabenizo todos pela luta. Michel, parabéns a todos vocês.
Muito obrigado pela presença. Sem dúvida nenhuma, é uma importante vitória para todos vocês e
para todos nós.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, pela ordem.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Concedo a palavra.
DEPUTADO JORGE VIANNA (PSD) – Presidente, quero dar um recado. Como eu havia
comentado anteriormente, há 6 anos, estou aqui na Câmara Legislativa e, por 6 anos, temos
ameaças de os servidores do IGESDF retornarem para a Secretaria de Saúde. Novamente, neste ano,
essa discussão está sendo retomada.
Quero informar a eles que vou realizar uma reunião com a comissão de servidores, vou
conversar com a Secretaria de Saúde e com o IGESDF a fim de encontrarmos uma solução para
acabar, em definitivo, com essa assombração sobre os servidores que estão há mais de 20, 30 anos
no hospital.
Quero que esses servidores saibam que vamos agir, a partir de agora, para garantir a
permanência deles no Hospital de Base, no Hospital de Santa Maria, em qualquer lugar que seja.
PRESIDENTE DEPUTADO WELLINGTON LUIZ (MDB) – Obrigado, deputado Jorge Vianna.
Em razão da aprovação do Requerimento nº 2.282/2025, de autoria do deputado Chico
Vigilante, a sessão ordinária de quarta-feira, 1º de outubro de 2025, será transformada em comissão
geral para debater o novo PAC e as ações do governo federal no Distrito Federal, com a presença do
excelentíssimo ministro de Estado chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa.
Em razão da aprovação do Requerimento nº 2.277/2025, de autoria do deputado Fábio Félix,
a sessão ordinária de quinta-feira, dia 2 de outubro de 2025, será transformada em comissão geral
para debater os desafios e as perspectivas de implementação do Plano Diretor de Ordenamento
Territorial.
Boa noite a todos e a todas. Obrigado.
Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a sessão extraordinária.
Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos
conforme informados pelos organizadores dos eventos.
Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento
Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Siglas com ocorrência neste evento:
ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade
CAS – Comissão de Assuntos Sociais
CCJ – Comissão de Constituição e Justiça
CEOF – Comissão de Economia, Orçamento e Finanças
GDF – Governo do Distrito Federal
IGESDF – Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal
INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Iprev – Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal
LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias
PAC – Programa de Aceleração do Crescimento
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PDOT – Plano Diretor de Ordenamento Territorial
RPPS – Regimes Próprios de Previdência Social
As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.
Documento assinado eletronicamente por MMIIRRIIAAMM DDEE JJEESSUUSS LLOOPPEESS AAMMAARRAALL -- MMaattrr.. 1133551166, CChheeffee ddoo SSeettoorr
ddee RReeggiissttrroo ee RReeddaaççããoo LLeeggiissllaattiivvaa, em 07/10/2025, às 18:09, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora
n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de
2025.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site:
http://sei.cl.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
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