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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Designação de Relatorias 1/2025

CCJ

 

Designação de Relatores - CCJ

 

De ordem do Presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Deputado Thiago Manzoni, e nos termos do art. 167, § 3º, do Regimento Interno da CLDF, informo que as proposições abaixo relacionadas foram designadas aos membros desta Comissão para proferirem parecer.

 

PRAZO PARA PARECER: 16 dias úteis, a partir de 03/10/2025

 

DEPUTADO

ROBÉRIO NEGREIROS

DEPUTADO

IOLANDO

PL 1106/2024

PL 1509/2025

 

RENATA FERNANDES TEIXEIRA

Secretária da CCJ


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Documento assinado eletronicamente por RENATA FERNANDES TEIXEIRA - Matr. 23962, Secretário(a) de Comissão, em 02/10/2025, às 16:56, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Designação de Relatores - CCJ   De ordem do Presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Deputado Thiago Manzoni, e nos termos do art. 167, § 3º, do Regimento Interno da CLDF, informo que as proposições abaixo relacionadas foram designadas aos membros desta Comissão para proferirem parecer.   PRAZO PARA PARE...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Portarias 418/2025

Diretoria de Gestão de Pessoas

 

Portaria-DGP Nº 418, de 2 DE outubro DE 2025

A DIRETORA DE GESTÃO DE PESSOAS DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da competência que lhe foi delegada pelo art. 1º, inciso III, da Portaria nº 32/2005 do Gabinete da Mesa Diretora, com base nos arts. 3º e 4º da Lei Complementar nº 952/2019, e o que consta no Processo 001-002179/1998, RESOLVE:

CONCEDER ao servidor CÉLIO SOUZA VASCONCELLOS FERREIRA, matrícula nº 11.268-46, ocupante do cargo efetivo de Analista Legislativo, categoria Analisa Legislativo, 3 (três) meses de licença-servidor, referentes ao período aquisitivo de 24/7/2018 a 22/7/2023, a serem usufruídas em época oportuna.

 

edilair da silva sena

Diretora de Gestão de Pessoas


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Documento assinado eletronicamente por EDILAIR DA SILVA SENA - Matr. 16015, Diretor(a) de Gestão de Pessoas, em 02/10/2025, às 18:18, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-DGP Nº 418, de 2 DE outubro DE 2025 A DIRETORA DE GESTÃO DE PESSOAS DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da competência que lhe foi delegada pelo art. 1º, inciso III, da Portaria nº 32/2005 do Gabinete da Mesa Diretora, com base nos arts. 3º e 4º da Lei Complementar nº 952/2019, e o que cons...
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Portarias 272/2025

Secretário-Geral

 

Portaria do Secretário-Geral Nº 272, de 01 DE outubro DE 2025

 

O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2025, RESOLVE:

 

Art. 1º ALTERAR a Equipe de Planejamento da Contratação de link de acesso dedicado à Internet, com capacidade de 2 Gbps, para funcionamento dos sistemas corporativos da Câmara Legislativa do Distrito Federal, nos termo do Art. 10, inc. III do AMD n° 71/2023. Processo nº 00001-00036335/2025-02.

 

Art. 2º A Equipe de Planejamento designada por esta Portaria será integrada pelos seguintes servidores:

 

 

NOME

FUNÇÃO

LOTAÇÃO

MATRÍCULA

Airton Bordin Junior

Integrante Requisitante

SEINF

23.994

Ronaldo Marciano Da Silva

Integrante Técnico

SEINF

11.214

Luiz Gustavo Ribeiro

Integrante Administrativa

ASTEA

24.327

 

 

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.

 

RENATO CARDOSO BEZERRA

Secretário-Geral substituto/Presidência


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...  Portaria do Secretário-Geral Nº 272, de 01 DE outubro DE 2025   O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2...
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Atas de Reuniões 8/2025

Fascal

 

Ata de Reunião 

 

ATA DA 8ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO ANO DE 2025 DO COMITÊ DE GOVERNANÇA E GESTÃO ESTRATÉGICA DO FUNDO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS DEPUTADOS DISTRITAIS E DOS SERVIDORES DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL (FASCAL)

No dia primeiro de outubro de dois mil e vinte e cinco, às dez horas, reuniram-se os senhores servidores membros do Comitê de Governança e Gestão Estratégica do CLDF Saúde (Fascal): Geovane de Freitas Oliveira - Diretor do Fascal,  Gina Rúbia Alves - Chefe do SECREF, Harisson de Oliveira Lima - Chefe do SECRE , Mário Alcides Medeiro Silva - Chefe do SACPRO, Mário Noleto Oliveira do Carmo - Chefe do SOFC e Pedro Henrique de Oliveira Albernaz - Chefe do SAM. Aberta a reunião, os membros do Comitê discutiram sobre os seguintes itens:

Item 1) Processo SEI -00001-00037543/2025-11 - Exclusão de associada por débitos existentes no sistema financeiro do FASCAL embora prescritos pelo TJDFT. Parecer-PG 446. Deliberação: Os membros acataram o Parecer-PG 446 e o disposto no parágrafo 7º, art 10º da Resolução nº 347 de 2024. A associada será comunicada no prazo de 10 dias de sua exclusão. Item 2) Processo SEI -00001-00036951/2025-55 - Atualização do Ato das Vacinas. Deliberação: Os membros aprovaram a atualização do Ato, conforme sugestão constante na Nota Técnica da Perícia Médica. Item 3) Processo SEI -00001-00039650/2025-83 - Recurso Administrativo de associado. Deliberação: Indeferido, conforme Parecer Técnico. Item 4) Processo SEI -00001-00039598/2025-65 - Documentação comprobatória enviada pelo prestador GSH CORP. Deliberação: Os membros aprovaram a documentação acessória para fins de atesto e faturamento, conforme o § 6º do Art. 2º do Ato nº 05 de 2025 do CGFASCAL. Item 5) Processo SEI -00001-00016864/2025-81 - Aplicação de atualização monetária sobre valores devidos. Deliberação: Os membros decidiram pela aplicação da atualização monetária sobre o valor devido. Item 6) Processo SEI -00001-00035385/2025-64 - Validade da nota fiscal em solicitações de reembolso e dúvidas quanto à data de emissão da autorização prévia. Deliberação: A autorização prévia deve ser anterior à realização do procedimento. Os membros autorizaram o pagamento do reembolso à associada C.N.A.C. Item 7) Processo SEI -00001-00027054/2024-70 - Pagamento de serviço prestado após o término da vigência do termo de credenciamento. Deliberação: Os membros aprovaram o pagamento, de acordo com Parecer-PG Nº 370. Item 8) Processo SEI -00001-00040571/2025-15 - Ato Home Care. Deliberação: Aprovado, conforme sugestões dos membros do CGFASCAL.

Brasília, 01 de outubro de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 01/10/2025, às 12:18, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por MARIO NOLETO OLIVEIRA DO CARMO - Matr. 11439, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 01/10/2025, às 13:17, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA ALBERNAZ - Matr. 22962, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 01/10/2025, às 13:25, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GINA RUBIA DE OLIVEIRA ALVES - Matr. 12043, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 01/10/2025, às 13:58, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por HARISSON DE OLIVEIRA LIMA - Matr. 24670, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 01/10/2025, às 14:25, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por MARIO ALCIDES MEDEIROS SILVA - Matr. 11313, Membro do Comitê de Governança do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores, em 01/10/2025, às 15:37, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ata de Reunião    ATA DA 8ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO ANO DE 2025 DO COMITÊ DE GOVERNANÇA E GESTÃO ESTRATÉGICA DO FUNDO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS DEPUTADOS DISTRITAIS E DOS SERVIDORES DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL (FASCAL) No dia primeiro de outubro de dois mil e vinte e cinco, às dez horas, reuniram...
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Convocações 2/2025

CDDHCLP

 

Convocação - CDDHCLP

 

O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa, Deputado Fábio Felix, no uso de suas atribuições regimentais, convoca os senhores deputados, membros desta Comissão, para a 2ª Reunião Ordinária de 2025, a realizar-se no dia 8 de outubro de 2025, quarta-feira, às 14 horas, na Sala de Reunião das Comissões Pedro de Souza Duarte.

O presidente da comissão solicita que, na impossibilidade de comparecimento dos titulares, sejam convocados os respectivos suplentes, para fins de substituição.

 

Brasília, 1º de outubro de 2025.

 

Danielle de paula benício da silva sanches

Secretária da Comissão

 


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Documento assinado eletronicamente por DANIELLE DE PAULA BENICIO DA SILVA - Matr. 23647, Secretário(a) de Comissão, em 02/10/2025, às 10:55, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Convocação - CDDHCLP   O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa, Deputado Fábio Felix, no uso de suas atribuições regimentais, convoca os senhores deputados, membros desta Comissão, para a 2ª Reunião Ordinária de 2025, a realizar-se no dia 8 de outubro de 2025,...
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Prazos para Emendas 1/2025

Várias. Comissões

 

Prazo de Emendas 

 

EMENDAS DE MÉRITO

 

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 83/2025, de autoria do(a) Deputado(a) ROOSEVELT, que Altera a Lei Complementar nº 828, de 26 de julho de 2010, que regula a prestação de assistência jurídica pelo Distrito Federal e dispõe sobre a organização de Centro de Assistência Judiciária - Ceajur, e dá outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 01/10/2025    Último Dia: 07/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 2.718/2022, de autoria do(a) Deputado(a) ROBÉRIO NEGREIROS, que Dispõe sobre o programa de terapia nutricional para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no âmbito do Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 92/2023, de autoria do(a) Deputado(a) EDUARDO PEDROSA, que Estabelece diretrizes para a implantação de programas de prevenção da saúde à doença de Alopecia, e dá outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 109/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROGÉRIO MORRO DA CRUZ, que Institui o Programa Dignidade Íntima na Escola, no âmbito dos estabelecimentos públicos de ensino do Distrito Federal, e dá providências correlatas.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 134/2023, de autoria do(a) Deputado(a) JOAQUIM RORIZ NETO, que Dispõe sobre o direito de assinatura física das pessoas idosas em contratos de consumo firmados por meio eletrônico ou por telefone.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 148/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROBÉRIO NEGREIROS, que Altera a Lei nº 7.064, de 11 de janeiro de 2022, que “Institui o Programa de Benefício Educacional-Social – PBES denominado Cartão Creche e dá outras providências.”

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 341/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROGÉRIO MORRO DA CRUZ, que Dispõe sobre a criação do Serviço de Atendimento Móvel Oftalmológico no âmbito dos estabelecimentos públicos de ensino do Distrito Federal, e dá providências correlatas.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 348/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROBÉRIO NEGREIROS, que Institui no sítio eletrônico da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, o Portal da Transparência das Escolas Públicas Distritais, e adota outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 487/2023, de autoria do(a) Deputado(a) JAQUELINE SILVA, que Dispõe sobre a exibição de propaganda ou campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher nos eventos realizados ou patrocinados pelo Governo do Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 607/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROOSEVELT, que Altera a Lei nº 4.949, de 15 de outubro de 2012, que “estabelece normas gerais para realização de concurso público pela administração direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal".

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 03/10/2025    Último Dia: 09/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 620/2023, de autoria do(a) Deputado(a) PAULA BELMONTE, que Institui, no âmbito do Distrito Federal, as diretrizes específicas e os instrumentos de incentivos destinados ao desenvolvimento dos estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação da Rede Pública e Privada de Ensino, e dá outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 645/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROGÉRIO MORRO DA CRUZ, que Institui o Programa Proteção para a Vida (PPV/DF), no âmbito dos estabelecimentos públicos de ensino do Distrito Federal, e dá providências correlatas.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 656/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROOSEVELT, que Institui o Programa "Guardiões da Educação" e estabelece medidas de prevenção e combate a atos de violência física ou psicológica, uso ou venda de drogas, vulnerabilidade por assédio ou agressão em ambiente escolar e doméstico no Distrito Federal e dá outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 685/2023, de autoria do(a) Deputado(a) EDUARDO PEDROSA, que Institui o Protocolo Individualizado de Avaliação - PIA para os alunos com Transtorno do Espectro Autista – TEA, matriculados nas unidades escolares e nas instituições educacionais no âmbito do Distrito Federal, e dá outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 730/2023, de autoria do(a) Deputado(a) PASTOR DANIEL DE CASTRO, que Determina a Exibição de Vídeos Educativos nas Sessões de Cinemas sobre a Conscientização, Prevenção e Combate a Violência Contra a Mulher, no Âmbito do Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 765/2023, de autoria do(a) Deputado(a) THIAGO MANZONI, que Proíbe, no âmbito do Sistema Distrital de Educação Básica, qualquer abordagem educacional do Holocausto ou do Sionismo que implique em negação, distorção ou revisão dos fatos historicamente estabelecidos.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 844/2023, de autoria do(a) Deputado(a) FÁBIO FELIX, que Institui Diretrizes para Políticas de Reparação de danos provocados pela proibição da cannabis e outras drogas no Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 878/2024, de autoria do(a) Deputado(a) EDUARDO PEDROSA, que Reconhece como de relevante interesse social e cultural o Movimento Orgulho Autista Brasil - MOAB.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 979/2024, de autoria do(a) Deputado(a) PASTOR DANIEL DE CASTRO, que Dispõe sobre medidas de proteção à criança e ao adolescente em situação de violência doméstica e escolar no Distrito Federal e dá outras providências.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.070/2024, de autoria do(a) Deputado(a) PAULA BELMONTE, que Dá nova denominação de ESTRADA PARQUE BRAZLÂNDIA à rodovia DF-097.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.167/2024, de autoria do(a) Deputado(a) WELLINGTON LUIZ, que Dispõe sobre a criação do Certificado Escola Amiga do Autista no âmbito do Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 30/09/2025    Último Dia: 06/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.371/2024, de autoria do(a) Deputado(a) JAQUELINE SILVA, que Dispõe sobre a criação do Programa QUERO GESTAR – Preservação de fertilidade em pessoas em tratamento oncológico.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 02/10/2025        Último Dia: 08/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.636/2025, de autoria do(a) Deputado(a) JOÃO CARDOSO PROFESSOR AUDITOR, que Dispõe sobre a alteração da denominação do Setor Habitacional Bernardo Sayão, da Colônia Agrícola Águas Claras e da Colônia Agrícola IAPI para Setor Habitacional Guará Park-SHGP.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 01/10/2025    Último Dia: 07/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.640/2025, de autoria do(a) Deputado(a) IOLANDO, que Altera a Lei nº 5.362, de 3 de julho de 2014, que “autoriza o Poder Executivo a receber as áreas que especifica e dá outras providências”.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 01/10/2025    Último Dia: 07/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.787/2025, de autoria do PODER EXECUTIVO, que Altera a Lei nº 5.803, de 11 de janeiro de 2017, que "institui a Política de Regularização de Terras Públicas Rurais pertencentes ao Distrito Federal ou à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal - Terracap e dá outras providências" e dá outras providências.

 

REABERTURA DE PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 10/09/2025    Último Dia: 21/10/2025

 

 

EMENDAS DE ADMISSIBILIDADE

 

PROJETO DE LEI nº 699/2023, de autoria do(a) Deputado(a) ROBÉRIO NEGREIROS, que Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal a Semana Distrital de Conscientização sobre as Doenças Tropicais Negligenciadas.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 29/09/2025    Último Dia: 03/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.089/2024, de autoria do(a) Deputado(a) DOUTORA JANE, que Institui o prêmio "Mulheres do Ano" dedicado às mulheres que realizam ações de grande relevância que impactam positivamente na vida das pessoas no âmbito do Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 02/10/2025    Último Dia: 08/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.710/2025, de autoria do(a) Deputado(a) ROBÉRIO NEGREIROS, que Institui o Índice de Avaliação da Qualidade do Atendimento nas Delegacias Especializadas em atendimento à mulher e nas demais delegacias competentes para o recebimento de denúncias de violência contra a mulher.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 02/10/2025    Último Dia: 08/10/2025

 

PROJETO DE LEI nº 1.819/2025, de autoria do(a) Deputado(a) MAX MACIEL, que Garante a proteção do nome, da imagem e da honra de mulheres vítimas de violência doméstica e de feminicídio, no âmbito do Distrito Federal.

 

PRAZO PARA EMENDAS:    1º Dia: 29/09/2025    Último Dia: 03/10/2025

 

 

NOTA - De acordo com os arts. 163 e 286, RICLDF, o prazo para apresentação de emendas junto às comissões é de 5 dias úteis.

 

 

Diretoria Legislativa
Setor de Apoio às Comissões Permanentes

 

EUZA APARECIDA PEREIRA DA COSTA

Chefe do SACP


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Documento assinado eletronicamente por EUZA APARECIDA PEREIRA DA COSTA - Matr. 11928, Chefe do Setor de Apoio às Comissões Permanentes, em 02/10/2025, às 18:13, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Prazo de Emendas    EMENDAS DE MÉRITO   PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 83/2025, de autoria do(a) Deputado(a) ROOSEVELT, que Altera a Lei Complementar nº 828, de 26 de julho de 2010, que regula a prestação de assistência jurídica pelo Distrito Federal e dispõe sobre a organização de Centro de Assistência Judiciári...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Designação de Relatorias 1/2025

CFGTC

 

Designação de Relatores - CFGTC

De ordem do Senhor Presidente da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle - CFGTC, nos termos dos arts. 89, inciso VI, e 167, § 3º, do Regimento Interno da CLDF, informo que a proposição a seguir relacionada foi distribuída ao membro desta Comissão para proferir parecer.

PRAZO PARA PARECER: 16 DIAS ÚTEIS 

 

DEPUTADO
IOLANDO

PL 1939/2025

 

 

 

 

Brasília, 02 de outubro de 2025.

 

iselia soares barbosa
Secretária da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle
Substituta


 


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Documento assinado eletronicamente por ISELIA SOARES BARBOSA - Matr. 11763, Secretário(a) de Comissão - Substituto(a), em 02/10/2025, às 13:23, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Designação de Relatores - CFGTC De ordem do Senhor Presidente da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle - CFGTC, nos termos dos arts. 89, inciso VI, e 167, § 3º, do Regimento Interno da CLDF, informo que a proposição a seguir relacionada foi distribuída ao membro desta Comissão para profer...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Atos 234/2025

Mesa Diretora

 

Ato da Mesa Diretora Nº 234, DE 2025

Aprova Requerimentos de Audiências Públicas.

A MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos do Art. 41, § 1º , XI, c, do RICLDF, RESOLVE:

Art. 1º Aprovar os seguintes Requerimentos de Audiências Públicas:

 

Número do

Requerimento

Deputado(a)

Autor(a)

Enunciado

2299/2025

João Cadoso

'Requer a realização de Audiência Pública no dia 13 de outubro de 2025, às 19h, em sessão externa no Movimento Comunitário do Jardim Botânico – Centro de Práticas Sustentáveis (Av. do Cerrado, s/n, Jardim Botânico, Brasília-DF, CEP 71699-010), para debater “Alternativas de Mobilidade Urbana para São Sebastião, Jardim Botânico, Jardins Mangueiral, Tororó e região”, com foco em soluções de transporte para pessoas e mercadorias diante da alta densidade populacional e da dependência do transporte individual.'

2300/2025

Eduardo Pedrosa

'Requer a realização de Audiência Pública para debater a implantação do terminal rodoviário da Região Administrativa de Arapoanga.'

 

Art. 2º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

Sala de Reuniões, 30 de setembro de 2025.

 

DEPUTADO WELLINGTON LUIZ

Presidente

   

DEPUTADO RICARDO VALE

1º Vice-Presidente

DEPUTADa paula belmonte

2ª Vice-Presidente

   

DEPUTADO pastor daniel de castro

1º Secretário

DEPUTADO roosevelt

2º Secretário

   

DEPUTADO martins machado

3º Secretário

DEPUTADO robério negreiros

4º Secretário


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Documento assinado eletronicamente por RICARDO VALE DA SILVA - Matr. 00132, Primeiro(a) Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 09:14, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JORGE VIANNA DE SOUSA - Matr. 00151, Quarto(a)-Secretário(a) Suplente, em 01/10/2025, às 11:42, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por DANIEL DE CASTRO SOUSA - Matr. 00160, Primeiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 12:06, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por PAULA MORENO PARO BELMONTE - Matr. 00169, Segundo(a) Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 12:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. 00155, Terceiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 16:55, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por WELLINGTON LUIZ DE SOUZA SILVA - Matr. 00142, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 18:33, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ROOSEVELT VILELA PIRES - Matr. 00141, Segundo(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 22:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato da Mesa Diretora Nº 234, DE 2025 Aprova Requerimentos de Audiências Públicas. A MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos do Art. 41, § 1º , XI, c, do RICLDF, RESOLVE: Art. 1º Aprovar os seguintes Requerimentos de Audiências Públicas:   Nú...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Atos 235/2025

Mesa Diretora

 

Ato da Mesa Diretora Nº 235, DE 2025

Revoga o Ato da Mesa Diretora nº 233, de 2025, que autorizou a participação de parlamentar em evento externo.

A MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais, nos termos do Ato da Mesa Diretora nº 73, de 2024, e considerando o disposto no Despacho 2347516 e nas demais razões apresentadas no Processo SEI nº 00001-00011366/2025-42, RESOLVE:

Art. 1º Fica revogado o Ato da Mesa Diretora nº 233, de 2025, que concedeu licença ao Deputado Joaquim Roriz Neto, no período de 2 a 10 de outubro de 2025, para realização de visita técnica à empresa RanMarine Technology, localizada na cidade de Rotterdam, na Holanda, sem prejuízo de seu subsídio.

Art. 2º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

Sala de Reuniões, 1º de outubro de 2025.

 

DEPUTADO WELLINGTON LUIZ

Presidente

   

DEPUTADO RICARDO VALE

1º Vice-Presidente

DEPUTADa paula belmonte

2ª Vice-Presidente

   

DEPUTADO pastor daniel de castro

1º Secretário

DEPUTADO roosevelt

2º Secretário

   

DEPUTADO martins machado

3º Secretário

DEPUTADO JORGE VIANNA

4º Secretário suplente


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Documento assinado eletronicamente por JORGE VIANNA DE SOUSA - Matr. 00151, Quarto(a)-Secretário(a) Suplente, em 01/10/2025, às 16:16, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. 00155, Terceiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 16:55, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por PAULA MORENO PARO BELMONTE - Matr. 00169, Segundo(a) Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 17:24, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por WELLINGTON LUIZ DE SOUZA SILVA - Matr. 00142, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 18:31, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por DANIEL DE CASTRO SOUSA - Matr. 00160, Primeiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 20:50, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ROOSEVELT VILELA PIRES - Matr. 00141, Segundo(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 22:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por RICARDO VALE DA SILVA - Matr. 00132, Primeiro(a) Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 02/10/2025, às 09:16, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato da Mesa Diretora Nº 235, DE 2025 Revoga o Ato da Mesa Diretora nº 233, de 2025, que autorizou a participação de parlamentar em evento externo. A MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais, nos termos do Ato da Mesa Diretora nº 73, de 2024, e considerando o ...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Atos 521/2025

Presidente

 

Ato do Presidente Nº 521, DE 2025

O PRESIDENTE DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e do que dispõe o art. 44 da Lei Complementar nº 840/2011 e o art. 9º da Resolução nº 232/2007, RESOLVE:

1. DISPENSAR, no período de 08/10/2025 a 10/10/2025, KAUE MACHADO ALMEIDA, matrícula nº 24.557, dos encargos de substituto do cargo de Chefe de Setor, CL-09, do Setor de Desenvolvimento de Pessoas. (CC).

2. DESIGNAR, no período de 08/10/2025 a 10/10/2025, KAROLINA DO NASCIMENTO COSTA, matrícula nº 23.199, ocupante do cargo efetivo de Analista Legislativo, para responder pelos encargos de substituta do cargo de Chefe de Setor, CL-09, no Setor de Desenvolvimento de Pessoas, nas ausências e impedimentos legais do titular. (CC).

3. DISPENSAR, a partir de 03/10/2025, LOUISEANE FERNANDES FEITOSA OLIVEIRA, matrícula nº 23.985, dos encargos de substituta do cargo de Chefe de Unidade, CL-09, da Unidade de Acompanhamento de Políticas Públicas. (CC).

4. DESIGNAR, a partir de 03/10/2025, WOSHINGTON RODRIGUES DA SILVA, matrícula nº 23.566, ocupante do cargo efetivo de Consultor Técnico-Legislativo, para responder pelos encargos de substituto do cargo de Chefe de Unidade, CL-09, na Unidade de Acompanhamento de Políticas Públicas, nas ausências e impedimentos legais do titular. (CC).

5. DISPENSAR, no período de 13/10/2025 a 22/10/2025, WOSHINGTON RODRIGUES DA SILVA, matrícula nº 23.566, dos encargos de substituto do cargo de Chefe de Unidade, CL-09, da Unidade de Acompanhamento de Políticas Públicas. (CC).

6. DESIGNAR, no período de 13/10/2025 a 22/10/2025, EDVALDO VIEIRA LIMA JUNIOR, matrícula nº 24.295, ocupante do cargo efetivo de Consultor Técnico-Legislativo, para responder pelos encargos de substituto do cargo de Chefe de Unidade, CL-09, na Unidade de Acompanhamento de Políticas Públicas, nas ausências e impedimentos legais do titular. (CC).

7. DISPENSAR, no dia 26/09/2025, GABRIEL REIS LOURENCO NOGUEIRA, matrícula nº 23.543, dos encargos de substituto do cargo de Chefe de Núcleo, CL-03, do Núcleo de Folha de Pagamento de Pessoal - SEPAG. (CC).

8. DESIGNAR, no dia 26/09/2025, FERNANDA DUARTE VIEIRA, matrícula nº 23.315, ocupante do cargo efetivo de Analista Legislativo, para responder pelos encargos de substituta do cargo de Chefe de Núcleo, CL-03, no Núcleo de Folha de Pagamento de Pessoal - SEPAG, nas ausências e impedimentos legais do titular. (CC).

 

 

 

Brasília, 02 de outubro de 2025.

 

DEPUTADO WELLINGTON LUIZ

Presidente


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Documento assinado eletronicamente por WELLINGTON LUIZ DE SOUZA SILVA - Matr. 00142, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 02/10/2025, às 19:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato do Presidente Nº 521, DE 2025 O PRESIDENTE DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e do que dispõe o art. 44 da Lei Complementar nº 840/2011 e o art. 9º da Resolução nº 232/2007, RESOLVE: 1. DISPENSAR, no período de 08/10/2025 a 10/10/2025, KAUE MACHADO ALMEIDA, matrí...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Portarias 417/2025

Gabinete da Mesa Diretora

 

Portaria-GMD Nº 417, DE 01 DE outubro DE 2025

O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando o Despacho 2350186 e as demais razões apresentadas no Processo SEI ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​00001-00040829/2025-83, RESOLVE:

Art. 1º Fica autorizada a utilização, sem ônus, do Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal para a realização de Sessão Solene em Homenagem ao Antigomobilismo do Distrito Federal, no dia 24 de outubro de 2025, das 19h às 22h.

Parágrafo único. O evento será coordenado pela servidora Brunna Azevedo Palmer, matrícula nº 23.775, que será responsável por entregar o espaço nas mesmas condições que o recebeu.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

RENATO CARDOSO BEZERRA

Secretário-Geral substituto/Presidência

 

 

JOÃO TORRACCA JUNIOR

Secretário-Executivo/1ª Vice-Presidência

JEAN DE MORAES MACHADO

Secretário-Executivo/2ª Vice-Presidência

 

 

BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA

Secretário-Executivo/1ª Secretaria

ANDRÉ LUIZ PEREZ NUNES

Secretário-Executivo/2ª Secretaria

 

 

RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA

Secretário-Executivo/3ª Secretaria

GUILHERME CALHAO MOTTA

Secretário-Executivo/4ª Secretaria


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Documento assinado eletronicamente por ANDRE LUIZ PEREZ NUNES - Matr. 21912, Secretário(a)-Executivo(a), em 02/10/2025, às 10:43, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JEAN DE MORAES MACHADO - Matr. 15315, Secretário(a)-Executivo(a), em 02/10/2025, às 11:35, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por BRYAN ROGGER ALVES DE SOUSA - Matr. 23698, Secretário(a)-Executivo(a), em 02/10/2025, às 12:15, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por RUSEMBERGUE BARBOSA DE ALMEIDA - Matr. 21481, Secretário(a)-Executivo(a), em 02/10/2025, às 13:58, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por GUILHERME CALHAO MOTTA - Matr. 24816, Secretário(a)-Executivo(a), em 02/10/2025, às 15:00, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por JOAO TORRACCA JUNIOR - Matr. 24072, Secretário(a)-Executivo(a), em 02/10/2025, às 16:45, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por RENATO CARDOSO BEZERRA - Matr. 24047, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora - Substituto(a), em 02/10/2025, às 19:23, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria-GMD Nº 417, DE 01 DE outubro DE 2025 O GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, em conformidade com o Ato da Mesa Diretora nº 50, de 2011, e com o Ato da Mesa Diretora nº 46, de 2017, considerando o Despacho 2350186 e as demais razões apresentadas no Processo SEI ​​​​​​​​​​​​​...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Convocações 5/2025

CTMU

 

Convocação - CTMU

De ordem,

 

O Presidente da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana, Deputado Max Maciel, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 89 do Regimento Interno, convoca os senhores deputados, membros desta Comissão, para a 5ª Reunião Ordinária, a realizar-se em 08 de outubro de 2025, quarta-feira, às 10h, na Sala de Reunião das Comissões, no Térreo Superior da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Solicita-se aos senhores deputados que, na impossibilidade de comparecimento, comuniquem tal fato aos respectivos suplentes para fins de substituição.

 

Brasília, 2 de outubro de 2025

 

FERNANDA AZEVEDO

Secretária da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana


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Documento assinado eletronicamente por FERNANDA DE AZEVEDO OLIVEIRA - Matr. 23779, Secretário(a) de Comissão, em 02/10/2025, às 18:14, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Convocação - CTMU De ordem,   O Presidente da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana, Deputado Max Maciel, no uso de suas atribuições conferidas pelo art. 89 do Regimento Interno, convoca os senhores deputados, membros desta Comissão, para a 5ª Reunião Ordinária, a realizar-se em 08 de outubro de 2025, quarta...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Pautas 2/2025

CDDHCLP

 

Pauta - CDDHCLP

 

PAUTA DA 2ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA DA NONA LEGISLATURA DA COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL.

 

Local: Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte.

Data: 8 de outubro de 2025, às 14h.

 

I – COMUNICADOS:

 

1. Do presidente da Comissão.

2. De membros da Comissão.

 

II – MATÉRIAS PARA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO:

 

 

1. Projeto de Lei nº 683/2023.

Autoria: Deputado Pastor Daniel de Castro.

Ementa:  Altera a Lei nº 4.848, que dispõe sobre a destinação de espaços exclusivos para mulheres e portadores de necessidades especiais no sistema metroviário do Distrito Federal.

Relator: Deputada Jaqueline Silva.

Parecer: Pela aprovação.

 

2.  Projeto de Lei nº 1644/2025.

Autoria: Deputado Iolando.

Ementa: Dispõe sobre o fluxo e o tratamento de denúncias relativas à violação de direitos humanos no âmbito do Distrito Federal, voltado especificamente para pessoas com deficiência e dá outras providências.

Relator: Deputada Jaqueline Silva.

Conclusão do Parecer: Pela aprovação.

 

3.  Projeto de Lei nº 1968/2021.

Autoria: Deputado José Gomes.

Ementa:  Dispõe sobre a obrigatoriedade, em todos os supermercados e congêneres no âmbito do Distrito Federal, da adaptação de 5% (cinco por cento) dos carrinhos de compras às crianças com deficiência ou mobilidade reduzida.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

4.  Projeto de Lei nº 92/2023.

Autoria: Deputado Eduardo Pedrosa.

Ementa: Estabelece diretrizes para a implantação de programas de prevenção da saúde à doença de Alopecia, e dá outras providências.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

5. Projeto de Lei Complementar nº 1/2023.

Autoria: Deputado Gabriel Magno

Ementa: Altera a Lei Complementar nº 865, de 27 de maio de 2013, que “Dispõe sobre o Fundo dos Direitos do Idoso e dá outras providências”, para contabilizar determinadas receitas como recursos de outras fontes.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

6.  Projeto de Lei nº 558/2023.

Autoria: Deputado Roosevelt.

Ementa:  Altera a Lei nº 7.006, de 14 de dezembro de 2021, que Institui a Política distrital pela Primeira Infância.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

7.  Projeto de Lei nº 581/2023.

Autoria: Deputada Paula Belmonte.

Ementa:  Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal a "Semana de Conscientização sobre a Violência Psicológica entre Mulheres", no âmbito do Distrito Federal.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

8.  Projeto de Lei nº 602/2023.

Autoria: Deputada Paula Belmonte.

Ementa:  Dispõe sobre a proibição de execução musical, nas Instituições de Ensino Públicas e Privadas do Distrito Federal, de músicas com letras que façam apologia ao crime, ao uso de drogas e/ou que expressem conteúdos sexuais.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

9.  Projeto de Lei nº 2995/2022.

Autoria: Deputado Robério Negreiros.

Ementa:  Estabelece sanções para indivíduos que cometam assédio contra mulheres ou que as exponham publicamente ao constrangimento.

Relator: Deputada Jaqueline Silva.

Parecer: Pela aprovação, nos termos do Substitutivo anexo.

 

10.  Projeto de Lei nº 1233/2024.

Autoria: Deputado Fábio Felix.

Ementa:  Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal o Dia Distrital da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha.

Relator: Deputado João Cardoso Professor Auditor.

Parecer: Pela aprovação.

 

11.  Projeto de Lei nº 752/2023.

Autoria: Defensoria Pública do Distrito Federal.

Ementa:  Reserva, às pessoas negras (pretas e pardas), indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, de 52% (cinquenta e dois por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Defensoria Pública do Distrito Federal e de ingresso na carreira de Defensor Público do Distrito Federal.

Relator: Deputado Fábio Felix

Parecer: Pela aprovação, nos termos do Substitutivo anexo.

 

12. Indicação8851/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto que “Sugere ao Poder Executivo que promova assistência e acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social, instaladas no SGAN 913, na Asa Norte.”  

13. Indicação nº 8782/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto que Sugere ao Poder Executivo que promova assistência e acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social, instaladas atrás do campo de grama sintética da QR 610, em Samambaia.”  

14. Indicação nº 9062/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto que Sugere ao Poder Executivo que promova assistência e acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social, instaladas na parada de ônibus em frente à Feira de Confecções, em Planaltina.

15. Indicação nº 9027/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto que “Sugere ao Poder Executivo que promova assistência e acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social, instaladas na QS 06, na Arniqueira.”

 

 

 

Brasília, 1º de outubro de 2025.

 

Danielle de paula benício da silva sanches

Secretária da Comissão


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Documento assinado eletronicamente por DANIELLE DE PAULA BENICIO DA SILVA - Matr. 23647, Secretário(a) de Comissão, em 02/10/2025, às 10:58, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Pauta - CDDHCLP   PAUTA DA 2ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA DA NONA LEGISLATURA DA COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL.   Local: Sala de Comissões Pedro de Souza Duarte. Data: 8 de outubro de 2025, às 14h.   I –...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Pautas 5/2025

CTMU

 

Pauta - CTMU

5ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA COMISSÃO DE TRANSPORTE E MOBILIDADE URBANA DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

 

Local: Sala de Reunião 

 

Data: 8 de outubro de 2025 (quarta-feira), às 10h

 

I - MATÉRIAS PARA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO

 

INDICAÇÕES:

 

1. Indicação n.º 8935/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por meio da Secretaria de Transporte e Mobilidade - SEMOB e da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal - SSP/DF, a criação de um mecanismo tecnológico de identificação de motoristas de aplicativo que permita a verificação imediata de cadastro e status motoristas registrados em plataformas de transporte individual de passageiros, no momento da prestação do serviço."

2. Indicação n.º 8972/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo a implantação de faixa de pedestres na CLN 03, Bloco A, no Riacho Fundo."

3. Indicação n.º 8982/2025, de autoria da Deputada Jaqueline Silva, que "Sugere ao Poder Executivo que, por intermédio da Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal - SEMOB, promova a ampliação do transporte público e aumento das linhas de ônibus que atendem 1. Linha 197.6 – Morro da Cruz / Rodoviária do Plano Piloto, 2. Linha 0.126 – São Sebastião / Área Rural Nova Betânia, 3. Comunidade Capão Comprido - extensão da linha circular “Zebrinha”, passando pela Avenida do Campo Sintético, na Região Administrativa de São Sebastião – RA XIV."

4. Indicação n.º 9005/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo reforço na linha de ônibus A201, que faz o trajeto Gama Leste / BRT, no Gama."

5. Indicação n.º 9006/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo que promova a construção de quebra-molas na via nas imediações da Escola Classe 24, na EQNN 20/22 com a QNN 22, na Ceilândia."

6. Indicação n.º 9010/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo a recuperação das vias não pavimentadas do Núcleo Rural Vila Taquaril, em Planaltina."

7. Indicação n.º 9011/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo a pintura e a sinalização das vagas para idosos e pessoas com deficiência no estacionamento do comércio da Quadra 10, em Sobradinho."

8. Indicação n.º 9016/2025, de autoria do Deputado Wellington Luiz, que "Sugere ao Poder Executivo a construção de um velódromo no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek"

9. Indicação n.º 9023/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo a revitalização da faixa de pedestres da QS 10, Área Especial B, no Riacho Fundo."

10. Indicação n.º 9033/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo que, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (SEMOB/DF), amplie os horários da linha de ônibus 510.1 - Paranoá/Sobradinho dos Melos, bem como aumente a frota de veículos que atendem a Região Administrativa VII (Paranoá)."

11. Indicação n.º 9035/2025, de autoria do Deputado Rogério Morro da Cruz, que "Sugere providências ao Ilustríssimo Senhor Diretor-Geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF), no sentido de promover a criação de mais uma faixa de rolamento no trecho compreendido entre o cruzamento da DF-463 com a Rua da Quadra 2, Conjunto 11 de São Sebastião, e a rotatória situada nas proximidades da Escola de Administração Fazendária (ESAF), na DF-001 (EPCT), onde recentemente foi implementado corredor exclusivo para ônibus."

12. Indicação n.º 9036/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Reivindica ao Poder Executivo que, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (SEMOB/DF), considere as áreas rurais da Região Administrativa VII (Paranoá) nos estudos referentes à atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano do Distrito Federal - PDTU/DF e elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Distrito Federal - PMUS."

13. Indicação n.º 9041/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo a revitalização das faixas de pedestres da QC 02 e QC 12 do Jardins Mangueiral, no Jardim Botânico."

14. Indicação n.º 9046/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo reforço na linha de ônibus 197.3, que faz o trajeto entre São Sebastião e a Rodoviária do Plano Piloto."

15. Indicação n.º 9054/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal - SEMOB/DF, que promova a expansão da oferta de linhas de ônibus, inclusive do serviço de transporte complementar "Zebrinha", para atender a população do Jardim Botânico (RA XXVII)."

16. Indicação n.º 9055/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal – SEMOB/DF, que adote providências para incluir nos contratos de concessão do Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal - STPC/DF cláusulas específicas que estabeleçam infraestrutura mínima de apoio aos trabalhadores do transporte público, tais como salas de apoio adequadas para descanso e alimentação."

17. Indicação n.º 9056/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal - SEMOB/DF, a substituição e modernização dos bicicletários do Terminal Rodoviário de Brazlândia, em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBR 9050 e NBR 16537)."

18. Indicação n.º 9057/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal - SEMOB/DF, do Departamento de Trânsito - DETRAN/DF, da Secretaria de Estado de Obras e Infraestrutura - SODF e da Administração Regional de Brazlândia, que promovam a adequação da sinalização horizontal e vertical para circulação de veículos e pedestres na área ao redor do Terminal Rodoviário de Brazlândia, em conformidade com as normas do Código de Trânsito Brasileiro - CTB e do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN."

19. Indicação n.º 9058/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal – SEMOB/DF, em articulação com suas contratadas, que seja promovido o aumento do efetivo de limpeza no Terminal Rodoviário de Brazlândia, de forma a evitar a sobrecarga de trabalhadoras e trabalhadores."

20. Indicação n.º 9059/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo que, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (SEMOB/DF), analise a viabilidade de extensão do horário do Eixão do Lazer para o intervalo das 06h às 20h."

21. Indicação n.º 9060/2025, de autoria do Deputado Max Maciel, que "Sugere ao Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal - SEMOB/DF e do BRB Mobilidade, a devida e imediata sinalização adequada do posto de atendimento localizado no Terminal Rodoviário de Brazlândia."

22. Indicação n.º 9066/2025, de autoria do Deputado Pastor Daniel de Castro, que "Sugere ao Poder Executivo, que através da Secretaria de Estado de Obras e Infraestrutura (SODF) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a construção de um viaduto na RA - Vicente Pires, ligando a Av. do Governador a Rua 4C."

23. Indicação n.º 9067/2025, de autoria do Deputado Robério Negreiros, que "Sugere ao Poder Executivo, que proceda à construção de uma passarela de acesso, na DF-001, próximo à entrada da Rua 12, na Região Administrativa de Vicente Pires."

24. Indicação n.º 9068/2025, de autoria do Deputado Gabriel Magno, que "Sugere ao Poder Executivo, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal, a construção de abrigos de paradas de ônibus na área entre a QE 52 até a QE 58 e na Vila IAPI, no Guará II."

25. Indicação n.º 9076/2025, de autoria do Deputado Joaquim Roriz Neto, que "Sugere ao Poder Executivo que promova a construção de calçadas com acessibilidade na parada de ônibus localizada nas imediações da UPA, em São Sebastião"

26. Indicação n.º 9081/2025, de autoria do Deputado Daniel Donizet, que "Sugere ao Poder Executivo que por intermédio do Departamento de Estradas e Rodagem do Distrito Federal – DER DF, realize, na Região Administrativa do Gama - RA II, construção de estacionamento na DF-475."

27. Indicação n.º 9082/2025, de autoria do Deputado Pepa, que "Sugere ao Poder Executivo que, por intermédio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal - Semob, promova a construção de dois abrigos (paradas de ônibus) no itinerário do ônibus escolar, no Núcleo Rural Santos Dumont, em Planaltina - RA VI."

 

PROJETOS DE LEI:

 

28. Projeto de Lei n.º 1.662/2025, de autoria do Deputado Rogério Morro da Cruz, que "Estabelece diretrizes para a instituição do Programa Mobilidade Azul no Distrito Federal (PMAz), destinado à concessão de subsídio tarifário a prestadores de serviço de transporte individual privado para atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA, e dá outras providências." Relator: Deputado Martins Machado. Parecer: pela aprovação.

29. Projeto de Lei n.º 1.789/2025, de autoria do Deputado Iolando, que "Institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal o evento Brasília Auto Indoor a ser celebrado no mês de agosto de cada ano." Relator: Deputado Martins Machado. Parecer: pela aprovação.

30. Projeto de Lei n.º 1.598/2025, de autoria do Deputado Thiago Manzoni, que "Altera a Lei Nº 5.627, de 15 de março de 2016, que dispõe sobre a comercialização de alimentos em food truck no Distrito Federal e dá outras providências." Relator: Deputado Pepa. Parecer: pela aprovação, na forma da Emenda Substitutiva.

31. Projeto de Lei n.º 1.821/2025, de autoria do Deputado Pastor Daniel de Castro, que "Dispõe sobre a isenção do pagamento da taxa de renovação da Carteira Nacional de Habilitação – CNH para condutores que não cometeram infrações de trânsito no período de validade da habilitação anterior, no âmbito do Distrito Federal." Relator: Deputado Gabriel Magno. Parecer: pela aprovação, na forma da Emenda Modificativa.

 

II - EXPEDIENTE

1. Resumo da correspondência e de outros documentos recebidos;

2. Comunicados da presidência;

3. Comunicados dos demais membros;

 

 

FERNANDA AZEVEDO

Secretária da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana


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Documento assinado eletronicamente por FERNANDA DE AZEVEDO OLIVEIRA - Matr. 23779, Secretário(a) de Comissão, em 02/10/2025, às 18:14, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Pauta - CTMU 5ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA COMISSÃO DE TRANSPORTE E MOBILIDADE URBANA DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL   Local: Sala de Reunião    Data: 8 de outubro de 2025 (quarta-feira), às 10h   I - MATÉRIAS PARA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO   INDICAÇÕES:   1. Indicação n....
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Designação de Relatorias 1/2025

CESC

 

Designação de Relatores - CEC

De ordem do Presidente da Comissão de Educação e Cultura, Deputado Gabriel Magno, nos termos do Art. 89, inciso VI e Art. 167, § 3º do Regimento Interno da CLDF, informo que as proposições a seguir foram distribuídas aos seguintes membros desta Comissão para proferir parecer.

 

PRAZO PARA PARECER: 16 dias úteis.

 

DEPUTADO

Gabriel Magno

DEPUTADO

Jorge Vianna

PL nº 1910/2025

PL nº 495/2023

 

 

Brasília, 02 de outubro de 2025.

 

CLEUMA LEITE FERREIRA

Secretária da Comissão de Educação e Cultura


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Documento assinado eletronicamente por CLEUMA LEITE FERREIRA - Matr. 22079, Secretário(a) de Comissão, em 02/10/2025, às 17:21, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Designação de Relatores - CEC De ordem do Presidente da Comissão de Educação e Cultura, Deputado Gabriel Magno, nos termos do Art. 89, inciso VI e Art. 167, § 3º do Regimento Interno da CLDF, informo que as proposições a seguir foram distribuídas aos seguintes membros desta Comissão para proferir parecer.   PRAZO...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Atos 229/2025

Mesa Diretora

 

Ato da Mesa Diretora Nº 229, DE 2025

Aprova Requerimentos de Audiências Públicas.

A MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos do Art. 41, § 1º , XI, c, do RICLDF, RESOLVE:

Art. 1º Aprovar os seguintes Requerimentos de Audiências Públicas:

 

Número do

Requerimento

Deputado(a)

Autor(a)

Enunciado

2303/2025

Roosevelt

Requer a realização de Audiência Pública, no dia 16 de outubro de 2025, às 10h, na Sala das Comissões, para debater o PL 1431 /2024 que denomina o Centro de Infusão do Hospital de Base do Distrito Federal como "Centro de Infusão Verinha". 

 

Art. 2º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

Sala de Reuniões, 1º de outubro de 2025.

 

DEPUTADO WELLINGTON LUIZ

Presidente

   

DEPUTADO RICARDO VALE

1º Vice-Presidente

DEPUTADa paula belmonte

2ª Vice-Presidente

   

DEPUTADO pastor daniel de castro

1º Secretário

DEPUTADO roosevelt

2º Secretário

   

DEPUTADO martins machado

3º Secretário

DEPUTADO jorge vianna

4º Secretário - Suplente


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Documento assinado eletronicamente por JORGE VIANNA DE SOUSA - Matr. 00151, Quarto(a)-Secretário(a) Suplente, em 01/10/2025, às 16:15, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. 00155, Terceiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 16:55, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por PAULA MORENO PARO BELMONTE - Matr. 00169, Segundo(a) Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 17:24, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por WELLINGTON LUIZ DE SOUZA SILVA - Matr. 00142, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 01/10/2025, às 18:34, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por DANIEL DE CASTRO SOUSA - Matr. 00160, Primeiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 20:50, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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Documento assinado eletronicamente por ROOSEVELT VILELA PIRES - Matr. 00141, Segundo(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 22:11, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por RICARDO VALE DA SILVA - Matr. 00132, Primeiro(a) Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 02/10/2025, às 09:16, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato da Mesa Diretora Nº 229, DE 2025 Aprova Requerimentos de Audiências Públicas. A MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos do Art. 41, § 1º , XI, c, do RICLDF, RESOLVE: Art. 1º Aprovar os seguintes Requerimentos de Audiências Públicas:   Nú...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Atos 520/2025

Presidente

 

Ato do Presidente Nº 520, DE 2025

O PRESIDENTE DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos da Lei distrital nº 4.342/2009, RESOLVE:

EXONERAR, a pedido, a partir de 03/10/2025, MANUELA CORREA DE SOUSA, matrícula nº 23.480, do Cargo Especial de Gabinete, CL-05, do gabinete parlamentar do deputado Fábio Félix. (LP).

 

 

Brasília, 02 de outubro de 2025.

 

DEPUTADO WELLINGTON LUIZ

Presidente


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Documento assinado eletronicamente por WELLINGTON LUIZ DE SOUZA SILVA - Matr. 00142, Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 02/10/2025, às 19:19, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato do Presidente Nº 520, DE 2025 O PRESIDENTE DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições regimentais e nos termos da Lei distrital nº 4.342/2009, RESOLVE: EXONERAR, a pedido, a partir de 03/10/2025, MANUELA CORREA DE SOUSA, matrícula nº 23.480, do Cargo Especial de Gabinete, CL-05, do ...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Atos 14/2025

Terceiro Secretário

 

Ato do Terceiro Secretário Nº 14 DE 2025

Prorroga o prazo do Grupo de Trabalho instituído pelo Ato do Terceiro Secretário nº 3 de 2025 e dá outras providências.

 

O TERCEIRO SECRETÁRIO DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições previstas no art. 47 do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal e no Ato da Mesa Diretora n.º 38, de 2025, RESOLVE:

Art. 1º Prorrogar por mais 210 dias o Grupo de Trabalho constituído pelo Ato do Terceiro Secretário nº 3 de 2025, contado do término do prazo original.

Art. 2º Incluir a servidora Maira de Almeida Dias no Grupo de Trabalho, que passa a ser composto por:

 

Servidor(a)

Matrícula

Adolfo Cardoso Junior

12.872

Gabriela Santiago Mancin (Coordenadora)

16.822

Isabella Pinheiro Tavares

23.758

Pedro Henrique Penaforte Ximenes

23.761

Robson Konig

12.651

Tatiana de Amorim Pacheco

16.872

Maira de Almeida Dias

23.382

 

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

 

 

Brasília, 1 de outubro de 2025

 

DEPUTADO MARTINS MACHADO

Terceiro Secretário


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Documento assinado eletronicamente por MARCOS MARTINS MACHADO - Matr. 00155, Terceiro(a)-Secretário(a), em 01/10/2025, às 16:55, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ato do Terceiro Secretário Nº 14 DE 2025 Prorroga o prazo do Grupo de Trabalho instituído pelo Ato do Terceiro Secretário nº 3 de 2025 e dá outras providências.   O TERCEIRO SECRETÁRIO DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições previstas no art. 47 do Regimento Interno da Câmara Legisla...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Portarias 271/2025

Secretário-Geral

 

Portaria do Secretário-Geral Nº 271, de 01 DE outubro DE 2025

 

O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2025, RESOLVE:

 

Art. 1º DESIGNAR Equipe de Planejamento da Contratação para a contratação de empresa especializada em elaboração de estudo técnico, projeto básico e projeto executivo de engenharia e arquitetura para adequação da estrutura física da TV Câmara Distrital, nos termos do art. 10, inciso III, do AMD nº 71/2023. Processo nº 00001-00032977/2025-24.

 

Art. 2º A Equipe de Planejamento designada por esta Portaria será integrada pelos seguintes servidores:

 

NOME

MATRÍCULA

LOTAÇÃO

FUNÇÃO

FRANCIANE MELEU FERREIRA

23.681

NTO

Integrante Administrativo

CLEIDSON DE OLIVEIRA CORREIA

24.691

NTO

Integrante Técnico

ANA CAROLINA FONTES RODRIGUES PANERAI

22.705

ASTEA

Integrante Técnico

LUIZ MARINO KULLER

23.932

ASTEA

Integrante Técnico

VINÍCIOS TEIXEIRA TAMBARA

24.567

ASTEA

Integrante Técnico

EDUARDO MIORANZA VIVAN

24.612

ASTEA

Integrante Técnico

 

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.

 

Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.

 

 

RENATO CARDOSO BEZERRA

Secretário-Geral substituto/Presidência


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Documento assinado eletronicamente por RENATO CARDOSO BEZERRA - Matr. 24047, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora - Substituto(a), em 01/10/2025, às 18:06, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Portaria do Secretário-Geral Nº 271, de 01 DE outubro DE 2025   O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Avisos - Licitações 1/2025

 

Aviso de Licitação 

Brasília, 02 de outubro de 2025.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

 AVISO DE SUSPENSÃO DE LICITAÇÃO 

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 90028/2025

A Câmara Legislativa do Distrito Federal informa a suspensão sine die do certame em epígrafe, conforme decisão proferida no processo nº 00001-00025787/2024-70, cujo objeto é a aquisição de solução de gerenciamento de contas e de acessos privilegiados (licença temporária), incluindo os serviços de instalação e configuração, operação assistida, capacitação, bem como garantia e suporte técnico por 36 (trinta e seis) meses, conforme condições e exigências estabelecidas no Termo de Referência – Anexo I do Edital. Mais informações pelo telefone (61) 3348-8650 ou pelo e-mail: cpc@cl.df.gov.br.

RONIERI BARBOSA DE SOUZA

Membro Suplente da CPC/CLDF


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Documento assinado eletronicamente por RONIERI BARBOSA DE SOUZA - Matr. 23213, Membro-Titular da Comissão Permanente de Contratação - Substituto(a), em 02/10/2025, às 11:51, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Aviso de Licitação  Brasília, 02 de outubro de 2025. CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL  AVISO DE SUSPENSÃO DE LICITAÇÃO  PREGÃO ELETRÔNICO Nº 90028/2025 A Câmara Legislativa do Distrito Federal informa a suspensão sine die do certame em epígrafe, conforme decisão proferida no processo nº 00001-00025787/2024-...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Avisos - Contratos 1/2025

 

Apostilamento 

Brasília, 01 de outubro de 2025.

 

O SECRETÁRIO-GERAL DO GABINETE DA MESA DIRETORA DA CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe foi delegada por meio do disposto no inciso XII, do art. 1º, do Ato do Presidente nº 12, de 2025, publicado no DCL nº 7, de 8/01/2025, torna público que, de acordo com a Cláusula Quinta, Item 5.3, do Contrato-PG nº 23/2023-NPLC, celebrado entre a Câmara Legislativa do Distrito Federal e a empresa VISUAL SISTEMAS ELETRÔNICOS LTDA., e com o art. 40, XI, c/c art. 55, III, da Lei 8.666/93, o valor do contrato fica reajustado para R$ 1.170.637,70 (um milhão, cento e setenta mil seiscentos e trinta e sete reais e setenta centavos). O valor majorado passa a produzir efeitos financeiros a partir de 1º de agosto de 2025. JOÃO MONTEIRO NETO – Secretário-Geral / Ordenador de Despesa.

 

Demonstrativo de Valores

Valor total atual

R$ 1.117.768,90

Percentual acumulado ICTI - AGO/24 a JUL/25

4,73%

Valor total reajustado

R$ 1.170.637,70

Valor majorado

R$ 52.868,80

Valor retroativo devido (Agosto/2025)

R$ 1.420,79

 

 

RENATO CARDOSO BEZERRA

Secretário-Geral substituto/Presidência

 


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Documento assinado eletronicamente por RENATO CARDOSO BEZERRA - Matr. 24047, Secretário(a)-Geral da Mesa Diretora - Substituto(a), em 01/10/2025, às 18:07, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 83b/2025


Turno:


Parecer

PL 1921/2025- PARECER CEOF

image

Início: 30/09/2025 17:48

Modo: Nominal Término: 30/09/2025 17:51

"Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 80.684.595,00."


AUTORIA: PODER EXECUTIVO


RELATORIA: Eduardo Pedrosa (CEOF)



Parlamentar


Voto


Hora

CHICO VIGILANTE (PT)

Não

17:49:26

DAYSE AMARILIO (PSB)

Não

17:49:13

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

Sim

17:49:00

FÁBIO FELIX (PSOL)

Não

17:49:04

GABRIEL MAGNO (PT)

Não

17:49:13

HERMETO (MDB)

Sim

17:49:49

IOLANDO (MDB)

Sim

17:49:50

JAQUELINE SILVA (MDB)

Sim

17:49:09

JOÃO CARDOSO (AVANTE)

Sim

17:49:11

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)

Sim

17:49:11

JORGE VIANNA (PSD)

Sim

17:49:20

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

Sim

17:49:11

MAX MACIEL (PSOL)

Não

17:49:11

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)

Sim

17:49:00

PAULA BELMONTE (CIDADANIA)

Sim

17:50:12

PEPA (PP)

Sim

17:50:15

RICARDO VALE (PT)

Não

17:49:20

ROOSEVELT (PL)

Sim

17:49:21

THIAGO MANZONI (PL)

Sim

17:49:16

WELLINGTON LUIZ (MDB)

Sim

17:50:13


Totais:

Sim: 14

Não:

6

Resultado:

APROVADO




Turno:


1º Turno

PL 1921/2025 - 1º Turno


Início: 30/09/2025 17:56

Modo: Nominal Término: 30/09/2025 17:58

"Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 80.684.595,00." AUTORIA: PODER EXECUTIVO


image


Parlamentar

Voto

Hora

CHICO VIGILANTE (PT)

Não

17:57:25

DAYSE AMARILIO (PSB)

Não

17:57:11

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

Sim

17:57:01

FÁBIO FELIX (PSOL)

Não

17:56:57

GABRIEL MAGNO (PT)

Não

17:56:58

HERMETO (MDB)

Sim

17:57:16

IOLANDO (MDB)

Sim

17:57:25

JAQUELINE SILVA (MDB)

Sim

17:57:07

JOÃO CARDOSO (AVANTE)

Sim

17:57:27

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)

Sim

17:57:10

JORGE VIANNA (PSD)

Sim

17:56:59

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

Sim

17:57:09

MAX MACIEL (PSOL)

Não

17:56:58

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)

Sim

17:56:55

PEPA (PP)

Sim

17:57:05

RICARDO VALE (PT)

Não

17:57:13

ROOSEVELT (PL)

Sim

17:57:10

THIAGO MANZONI (PL)

Sim

17:56:57

WELLINGTON LUIZ (MDB)

Sim

17:57:03


Totais:

Sim: 13

Não:

6

Resultado:

APROVADO



image


Turno:


1º Turno

PLC 82/2025 - 1º Turno


Início: 30/09/2025 19:14

Modo: Nominal Término: 30/09/2025 19:16

EMENTA: "Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que "institui o regime de previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal"; e altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual "reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal - RPPS/DF e dá outras providências", e dá outras providências."


AUTORIA: Poder Executivo



Parlamentar

CHICO VIGILANTE (PT)



Voto

Não


Hora

19:15:22

DAYSE AMARILIO (PSB)


Não

19:15:03

DOUTORA JANE (REPUBLICANOS)


Sim

19:15:27

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)


Sim

19:14:49

FÁBIO FELIX (PSOL)


Não

19:14:51

GABRIEL MAGNO (PT)


Não

19:14:59

HERMETO (MDB)


Sim

19:15:06

IOLANDO (MDB)


Sim

19:14:58

JAQUELINE SILVA (MDB)


Sim

19:15:06

JOÃO CARDOSO (AVANTE)


Sim

19:15:29

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)


Sim

19:15:16

JORGE VIANNA (PSD)


Sim

19:15:14

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)


Sim

19:15:04

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)


Sim

19:15:01

PAULA BELMONTE (CIDADANIA)


Não

19:15:07

PEPA (PP)


Sim

19:15:06

RICARDO VALE (PT)


Não

19:14:59

ROOSEVELT (PL)


Sim

19:15:28

THIAGO MANZONI (PL)


Sim

19:14:55

WELLINGTON LUIZ (MDB)


Sim

19:15:00

Totais: Sim: 14 Não:

6



Resultado: APROVADO




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... Turno: Parecer PL 1921/2025- PARECER CEOF Início: 30/09/2025 17:48 Modo: Nominal Término: 30/09/2025 17:51 "Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 80.684.595...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Circunstanciada Sessão Ordinária 82/2025

 

Ata de Sessão Plenária 

 

3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA

ATA CIRCUNSTANCIADA DA
82ª SESSÃO ORDINÁRIA,
TRANSFORMADA EM COMISSÃO GERAL
PARA DEBATER OS REFLEXOS DA REFORMA TRIBUTÁRIA
NA ARRECADAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL
,

DE 25 DE SETEMBRO DE 2025.

INÍCIO ÀS 15H02

TÉRMINO ÀS 18H09

 

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Sob a proteção de Deus, iniciamos os nossos trabalhos.

De acordo com a aprovação do Requerimento nº 2.170/2025, de autoria da bancada do Partido dos Trabalhadores, e conforme art. 131, § 4º, do Regimento Interno, está aberta a sessão ordinária, que se transforma em comissão geral para debater os reflexos da reforma tributária na arrecadação do Distrito Federal.

Suspendo a presente comissão geral, convidando as senhoras e os senhores deputados, bem como todos que desejarem participar, a adentrar o plenário.

(A comissão geral é suspensa.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Reinicio a comissão geral.

Ao dar boas-vindas a todos os presentes, declaro abertos os trabalhos desta comissão geral sobre os reflexos da reforma tributária na arrecadação do Distrito Federal.

Convido para compor a mesa: o vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Ricardo Vale; o presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Gabriel Magno; o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal, a Fibra, Jamal Jorge Bittar; o assessor especial especialista em política e administração tributária, representante da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal, a Fecomércio-DF, Eduardo Almeida; o consultor legislativo do Senado Federal, Ricardo Alan Barros Assunção; o auditor fiscal da Receita Federal do Brasil, Roni Peterson Bernardino de Brito; o auditor da Receita e secretário-executivo da Fazenda, Anderson Borges Roepke; e o consultor legislativo da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Vinícius Ribeiro Nascimento. (Palmas.)

Cumprimento todos os integrantes da mesa.

Inicialmente, eu gostaria de manifestar os meus sinceros agradecimentos às autoridades presentes, às entidades da sociedade civil e aos especialistas dos setores público e privado pela presença nesta importante comissão geral, que tem como objetivo debater os reflexos da reforma tributária na arrecadação do Distrito Federal. Ressalto a importância de abrir um espaço institucional de reflexão na Câmara Legislativa do Distrito Federal para promover um amplo debate sobre os impactos da reforma tributária na sociedade como um todo.

A proposta do Congresso Nacional, promovida pela Emenda Constitucional nº 132/2023, regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, promove mudanças significativas no atual modelo tributário adotado no país. É preciso debater e analisar esse cenário de transição. A iniciativa institui o Imposto sobre Bens e Serviços, o IBS; a Contribuição sobre Bens e Serviços, a CBS; e o Imposto Seletivo, o IS; além de criar o Comitê Gestor do IBS e promover alterações na legislação tributária. São mudanças profundas que merecem uma ampla discussão com especialistas do setor.

Trata-se de um conjunto significativo de alterações no atual modelo tributário brasileiro, com especial reflexo na arrecadação do Distrito Federal, tendo em vista, principalmente, que os atuais modelos arrecadatórios, como o ICMS e o ISS, serão substituídos gradativamente até 2033. A transição para o IBS, Imposto sobre Bens e Serviços, exige um cuidado no planejamento para evitar um impacto negativo nas contas públicas do Distrito Federal.

Nesse sentido, o presente debate contribuirá para refletirmos sobre os impactos dessa nova modalidade de tributação para as finanças públicas do DF. Além disso, trará contribuições técnicas que poderão embasar futuras proposições legislativas e permitir a ponderação de entidades representativas e especialistas na discussão sobre o tema.

Considerando a relevância econômica do debate da reforma tributária, tenho grande satisfação, juntamente com nossa bancada – composta por mim, pelo deputado Gabriel Magno e pelo deputado Ricardo Vale –, por ter sido autor do requerimento que sugeriu a realização deste debate de forma técnica, imparcial e responsável no plenário da Câmara Legislativa, com o apoio da sociedade.

Considero que a reforma tributária representa um marco na modernização do sistema nacional. Conforme já mencionado, a iniciativa substitui tributos complexos por um modelo unificado. Entre os pontos mais relevantes estão a criação do IBS para simplificar a tributação sobre o consumo, a extinção gradual de impostos como ICMS e ISS e a instituição do Imposto Seletivo, como instrumento de política pública.

O grande desafio agora é garantir que a transição seja conduzida com equilíbrio, assegurando a sustentabilidade fiscal dos entes federados, como o Distrito Federal, sem onerar excessivamente o cidadão.

Desejo um excelente debate a todos os presentes. Espero que possamos contribuir com reflexões, análises e discussão de alto nível sobre o tema com os convidados e especialistas na área tributária aqui presentes.

Muito obrigado a todas e a todos. (Palmas.)

Concedo a palavra ao deputado Gabriel Magno.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Boa tarde a todas as pessoas presentes.

Quero saudar o deputado Chico Vigilante, que, como líder da bancada do PT, propôs este importante debate para refletirmos sobre os impactos da reforma tributária, que têm grande relevância nacional e afetam fortemente o Distrito Federal, abrindo uma janela de oportunidades para a sociedade civil, a Fecomércio, a Fibra e os servidores públicos, que terão tarefas nesse processo de transição até 2032. Acho que isso já gera uma tensão do Poder Legislativo sobre a matéria.

Quero, deputado Chico Vigilante, fazer alguns apontamentos que, em nossa opinião, são importantes. Primeiro, quero dizer que esta é mais uma entrega fundamental do governo do presidente Lula: fazer a reforma tributária, que começou pela unificação do imposto sobre o consumo e mira inicialmente o consumo.

Agora, é preciso avançar para o segundo estágio da reforma tributária, que é a reforma da renda. Essa etapa é fundamental para que nós possamos concluir o processo de reforma tributária no Brasil, migrando de um sistema ainda muito regressivo para um sistema tributário mais progressivo, que inclua os super-ricos no imposto de renda, que promova a taxação daqueles que hoje estão fora do sistema tributário brasileiro, que geram graves prejuízos sociais para o Distrito Federal, como é o caso de bets, fintechs e bancos, que estão fora desse processo.

O Distrito Federal concentra parcelas importantes do poder aquisitivo nacional e que, hoje, não pagam impostos. Por isso, é fundamental pensarmos na continuidade da reforma tributária sobre o patrimônio e sobre a renda, em como podemos criar instrumentos e mecanismos... Temos, por exemplo, uma das maiores frotas de lanchas do Brasil, mesmo sem mar. É óbvio que temos o grande lago Paranoá. Isso impõe a necessidade de incluir também a frota náutica, a frota aérea – jatinhos, helicópteros e outros – nesse processo.

Deputado Chico Vigilante, nossa bancada tem cumprido o papel de mostrar como a reforma tributária, com o escopo que já tem, pode abrir uma janela de oportunidade, pois o Distrito Federal se beneficia por acumular a competência municipal e a estadual. Algumas projeções já mostram que, quando findar o processo da transição da reforma tributária, poderá haver, para os cofres públicos do Distrito Federal, um aumento de R$2,5 bilhões só do ponto de vista da arrecadação de imposto. Isso abre uma janela de oportunidade para pensarmos em avanços nos serviços públicos e no combate às desigualdades na nossa cidade e revermos os modelos ainda persistentes deste Governo do Distrito Federal, como o combate à evasão fiscal, à sonegação, a reforma cria instrumentos para isso. E também diminuir o processo do Refis, deputado Ricardo Vale, que tanto discutimos nesta casa, porque, quando o Poder Executivo encaminha projeto do Refis, é sempre olhando para um lado, sempre para o andar de cima. O andar de baixo fica sempre fora dos processos de refinanciamento e de isenção fiscal. Podemos, por exemplo, discutir o IPTU Social; discutir renúncias e anistias fiscais para quem realmente precisa, em vez de mantermos a cultura dos últimos anos de anistiar e perdoar dívidas do andar de cima.

Então, acho que essa é a janela de oportunidade, deputado Chico Vigilante, para diversificarmos a matriz econômica do Distrito Federal, que pode ser alavancada, mas fundamentalmente com o sentido da justiça social e da justiça tributária, para sairmos de uma posição muito incômoda. O Distrito Federal é uma das unidades mais ricas da Federação. Em termos de orçamento per capita, ele figura no topo; mas, quando observamos a desigualdade social, ocupamos o primeiro lugar em desigualdade social. O Distrito Federal ainda é uma unidade federativa muito desigual. Um lado da cidade se parece com a Suíça; outro lado da cidade se parece com países muito vulneráveis e muito pobres.

Portanto, precisamos aproveitar a reforma tributária, corajosamente aprovada e encampada pelo governo do presidente Lula, para transformarmos a realidade da nossa capital.

Deputado Chico Vigilante, mais uma vez, quero parabenizá-lo pela iniciativa fundamental da bancada do PT e pelo compromisso com esta cidade.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Quero convidar novamente para compor a mesa o nosso querido companheiro deputado Ricardo Vale.

DEPUTADO RICARDO VALE (PT) – Boa tarde. Primeiro, quero pedir desculpas pelo atraso, principalmente ao deputado Chico Vigilante. Dessa vez, ele não puxou a minha orelha, mas é porque eu estava numa reunião ali em cima.

Cumprimento o deputado Gabriel Magno, que, com o deputado Chico Vigilante, forma a bancada do nosso partido na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Cumprimento o meu amigo Jamal, da Fibra, que entende tudo de tributo.

Acho que a maioria de nós entende muito pouco dessa matéria, que é muito importante. Há esse debate, no Distrito Federal, de que a arrecadação é alta. Com essa reforma tributária no Brasil, nós precisamos – quanto mais nós parlamentares – fazer esse debate e acompanhar tudo isso para saber se ela traz prejuízo ou se traz avanço, do ponto de vista de arrecadação.

Eu diria que, aqui, eu vou aprender muito mais do que contribuir. Esse é um tema que eu não conheço muito, mas sei que o Estado gasta mal, haja vista a situação atual da saúde, da mobilidade no DF, a reclamação dos profissionais de educação por melhores condições de salário. Gasta-se mal. A arrecadação é boa, mas o Estado gasta mal. É necessário ver como fica essa situação – se vai aumentar ou se vai diminuir –, mas, sobretudo, deputado Chico Vigilante, é necessário fazer o debate de como o Estado gasta esses tributos, com os quais todos nós, inclusive, colaboramos. O que eu sei de tributo é que eu pago muito. A carga tributária em cima das minhas contas pesa muito.

Vamos proceder ao debate. Parabenizo o nosso líder, o deputado Chico Vigilante, que trouxe esse debate para esta casa. Espero que nós possamos aprender sobre o tema e, depois, apresentá-lo aos demais parlamentares, indicando formas de ajudar o Distrito Federal a aumentar, cada vez mais, sua arrecadação e a gastar melhor os recursos públicos.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, deputado Ricardo Vale, vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Neste momento, com muito prazer, eu passo a palavra ao nosso querido companheiro, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal, Jamal Jorge Bittar.

JAMAL JORGE BITTAR – Obrigado, deputado Chico Vigilante. Esse convite me honra bastante.

Cumprimento o amigo deputado Chico Vigilante. Estendo meus cumprimentos à toda a mesa – o deputado Gabriel Magno; o deputado Ricardo Vale; o Eduardo, da Fecomércio; e aos amigos auditores que vieram certamente contribuir com esse debate.

Obviamente, eu recebo muito a tarefa de me aprofundar nessa temática, porque a reforma tributária tem uma certa complexidade. Basta dizer que, para defini-la atualmente, nós temos alguma coisa adicional, porque ainda não está nem decidida a alíquota que será adotada – variando de 27%, ou 27,5%, ou 28%. Essa oscilação se dará conforme o lobby de cada grupo. Obviamente, cada grupo tenta buscar e defender seus interesses, o que é natural. Para cada alteração de acréscimo ou de retirada, naturalmente ocorre uma alteração na alíquota. Se, neste momento, nós tivéssemos que quantificar o montante arrecadado em função da alíquota, nós não teríamos um número preciso, porque qualquer 1 ponto percentual a menos ou a mais já faz uma diferença muito grande.

Essas são algumas questões que eu coloco até com brevidade... Eu gosto de monitorar meu tempo, porque, às vezes, eu me perco um pouco.

Em primeiro lugar, muito mais importante do que a síntese e a maneira mais objetiva e racional de arrecadar – juntando os impostos em CBS e IBS, federais e estaduais, o que é muito bom também porque isso diminui muito a questão, Eduardo, já que você trabalha com tributo também – é a questão burocrática, porque ela vai diminuir a quantidade de erros cometidos e de apurações.

Nós sabemos que hoje nós temos uma legislação tributária que parece muito mais um outro espaço-tempo, diferente desse que nós habitamos, porque são muitos os normativos. Se trouxermos a quantidade de normativos que estão embutidos nos processos tributários federal, estadual e municipal, é uma coisa maluca, não existe em nenhum lugar do planeta. O Brasil é um país tão sui generis que consegue viver com isso há décadas, até com aquilo que mata. Em qualquer lugar do mundo, vamos vivendo bem, brigando e sadios. Não sei como – só pela graça de Deus mesmo – nós conseguimos viver em cima desse sistema tributário, que é uma maluquice. Eu tenho certeza de que nós teremos essa consciência muito maior quando migrarmos para o próximo sistema. E aí teremos esta visualização: estávamos no inferno e não sabíamos como conseguimos viver tanto tempo naquilo.

Muito mais do que isso, em se tratando dos grupos de interesse que nós representamos – o setor produtivo industrial e o Distrito Federal –, pegarei carona com o deputado Gabriel Magno. Foi preciso que um governo progressista viesse para tocar aquilo que os liberais não conseguiram durante décadas. De fato, a reforma tributária foi encarada, gestada e parida, como diz o outro, e só precisa entrar em execução. Graças a Deus, bem-vindo o progressismo porque ele fez o que a iniciativa privada liberal ou os meios liberais não conseguiram em tanto tempo, ou seja, nós temos a autoria daquele imprevisto que, realmente, trouxe consigo a determinação de fazer essa reforma tributária. Hoje, ela virou a marca do governo federal, do governo Lula, que veio nos brindar, definitivamente, com uma reforma tributária. Algo que se arrastava há tanto e tanto tempo, deputado Chico Vigilante, e sabemos como isso, deputado Ricardo Vale, custa muito à sociedade brasileira. Graças a Deus tivemos isso por parte do governo federal.

Em segundo lugar, em nome da indústria, eu lhes digo algo que é óbvio: quem espera uma reforma perfeita, esqueça. Não há reforma perfeita, não há regra perfeita, sempre haverá grupos contentes porque terão de existir as medianas daquilo que se buscou conquistar com essa reforma tributária: um melhor atendimento e uma melhor distribuição, ou seja, melhor justiça tributária, e sempre a melhor aplicação desse recurso tributário, que é o que a sociedade espera, deputado Chico Vigilante. Para cada real arrecadado, a sociedade espera que esse real seja muito bem aplicado no sentido do atendimento ao público e à sociedade de uma forma geral. É o que se espera: arrecadação racional e gasto equilibrado.

Eu falo que um dos cernes, um dos muitos quesitos positivos que existem sem perfeccionismo nessa reforma tributária, foi a justiça feita à indústria, o setor que nós representamos. O setor produtivo industrial era o mais sobrecarregado. Aquele que mais produz é o mais sobrecarregado. Muitas vezes, o intermediário que negocia... É bom que se diga que é muito importante esse intermediário, porque ele facilita o processo entre a produção e a entrega, mas não podemos pensar que o intermediário tenha contribuições menores que a própria indústria produtora. Sabemos que tudo aquilo que vem contaminado da base, na hora em que ele anda no processo, ele chega ao último degrau extrapolado, assoberbado. Se, no processo de produção, os produtos já são sobrecarregados com impostos e tributos de forma geral, é óbvio que, ao virem carregados na base, chegarão ao consumidor final totalmente poluídos, sobrecarregados, o que representa, além de tudo, uma injustiça para quem produz.

Sabemos que, do R$1 que sai tributado para a indústria no início da produção, podem ser replicados R$2 ou R$3 adicionais no preço final ao consumidor. O maior beneficiário disso é o intermediário, que é muito importante para o processo, mas não pode ter mais privilégios – nem menos – que aquele que é efetivamente produtor, ou seja, aquele que arca com os custos de inovação, com gastos com pesquisa, ciência, investimento, máquina e mão de obra, pois este acaba sendo penalizado na história.

A indústria, de forma geral – este é um ponto que destaco rapidamente –, que representa cerca de 20% do PIB, paga 36% de impostos. Quando se é responsável por 20% da riqueza e se paga quase o dobro de participação em impostos, obviamente há um processo doentio nessa cadeia. Quando o produtor responde por 36% dos impostos daquilo que ele efetivamente participa com 20%, obviamente está tudo muito errado. Esse processo, até onde chegou, de certa forma vem reduzindo, de forma expressiva, os impostos na base da produção, que é a indústria. Quem ganha com isso? Toda a rede, principalmente o consumidor final. Esse é um ponto que realçamos bastante por ter sido, talvez, uma das mudanças de justiça tributária mais relevantes dessa reforma.

O terceiro ponto, deputado Chico Vigilante, que é do tempo em que discutíamos esse assunto aqui, é o seguinte: não somos apenas potencialmente beneficiários. Conforme o que está escrito, a sociedade do Distrito Federal se beneficiará desse processo, mais uma vez, no sentido da justiça tributária. O imposto será cobrado no consumo, como é notório em países mais desenvolvidos, onde há compatibilidade com a quantidade de riqueza gerada. Nós temos uma renda per capita elevada, uma quantidade significativa de recursos no Distrito Federal. Mas, sempre que menciono renda per capita, faço a ressalva, como fez o deputado Gabriel Magno: vivemos entre a Suíça e o Afeganistão, com todo respeito ao Afeganistão. Há uma dicotomia: estamos entre o céu e o inferno na distribuição de renda.

Mas já que a renda é usada como parâmetro, a própria motivação de tributar sobre o consumo já provocará justiça e equidade, de modo que – ouvi falar em R$2,5 bilhões, mas ainda há números bem maiores a serem levantados, deputado Chico Vigilante – se fará justiça à riqueza do Distrito Federal. Haverá muita renda, muita absorção de consumo. Ora, se se absorve mais o produto final e a tributação se dá na origem da produção, como é hoje, ou pelo menos boa parte dos tributos na origem da produção, é óbvio que o prêmio do consumo fica fora do Distrito Federal. Naturalmente, sendo cobrado sobre o consumo local, teremos, certamente, por conta dessa justiça tributária, uma arrecadação maior para o Distrito Federal.

Em alguns momentos, durante as discussões da reforma, até brinquei com o economista-chefe da CNI que não deveríamos divulgar muito isso, pois as pessoas têm um olhar muito prejudicado sobre o Distrito Federal, até que um gênio pudesse sacar uma mágica, dissesse “consumo vírgula” e entrasse com a experiência do Distrito Federal de forma a prejudicar essa... embora já fosse muito forte, o pagamento, a geração de baixo pagamento de tributo no local de consumo. E, óbvio, há diferenças, porque é uma cadeia... Eu estou falando de uma maneira genérica – principalmente para os técnicos aqui que conhecem muito –, pois há as compensações, há todo um processo, mas, de forma geral, sem complexidade, temos, sim, algum benefício nesse sentido na conta final desse processo.

Agora, faço um alerta, deputado Chico Vigilante: muito cuidado com os resultados que virão depois dessa transição que começará em 2027, porque eu acredito que, com os resultados preliminares esperados, vai se voltar a discutir muito o Fundo Constitucional. Você já imaginou isso, não é? Então, fique tranquilo. Isso é tudo muito transparente. Na hora que você tiver caixa em sobra, nós vamos voltar a discutir isso tudo de novo. Quem acha que saiu dessa discussão está enganado. Ela voltará tranquilamente, porque são números que estão aí de forma muito expansiva e muito clara. Então, deveria ser, mas não será. Não vamos ter folga com isso.

Eu, no entendimento geral sobre o Distrito Federal e do setor industrial, vejo com muita felicidade essa reforma. Cumprimento muito o deputado Chico Vigilante por essa iniciativa, porque debates como esse permitem o setor produtivo, o Estado e o Legislativo participarem e discutirem muito bem essa temática. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, doutor Jamal.

O Willemann propôs que fizéssemos essa comissão geral. E os reflexos estão começando a aparecer. Na visão do Jamal, o Distrito Federal será altamente beneficiado.

Concedo a palavra, para uma saudação, ao senhor assessor especial da Federação do Comércio, Eduardo Almeida.

EDUARDO ALMEIDA – Boa tarde a todos. Quero cumprimentar o presidente da mesa, deputado Chico Vigilante, e a bancada do PT – deputado Gabriel Magno e deputado Ricardo Vale.

Quero trazer os cumprimentos do presidente da Fecomércio, José Aparecido, pela iniciativa. Parece-me que, depois de 30 anos que se discute a reforma tributária, pelo menos a emenda aprovada, e esse novo sistema que ensaiamos ingressar, em nenhum momento, tivemos uma oportunidade aqui na Câmara Legislativa de discutir o atual modelo. Então, parabéns, deputado. O presidente José Aparecido ficou muito contente por esse tema estar em discussão nesta casa.

Quero cumprimentar o presidente da Fibra, o senhor Jamal; o secretário-executivo de Fazenda, da Secretaria de Economia do Distrito Federal, Anderson; os demais componentes da mesa; os colegas da Secretaria de Economia, em especial o presidente da Associação dos Auditores Tributários do Distrito Federal, doutor Rubens Roriz, aqui presente.

Eu imaginava por quanto tempo se discutiu a reforma tributária. Só para lembrarmos, há um exemplo, em 3 de junho de 1996, eu era presidente do Sindicato da Carreira Auditoria Tributária do Distrito Federal. Naquela data, nós realizamos um seminário sobre reforma tributária, com propostas e alternativas. Assim, esse é um tema que vem sendo discutido há longos 30 a 35 anos. E ainda convivemos com um grau de incerteza muito grande.

É fato que, quando alguns já não esperavam, chegou o momento em que a reforma tributária avançou – e avançou muito. Ainda há impasses em discussão a respeito da criação do comitê gestor. Estados e especialmente os municípios travam uma discussão sobre a representatividade. Essa questão não avança.

O que sabemos? No que diz respeito ao Distrito Federal, uma das falhas que reconhecemos é que os números, durante o processo de discussão, não foram abertos livremente de modo que se pudesse analisar com segurança os impactos reais da reforma tributária para cada uma das unidades federativas. Digo isso do ponto de vista de uma discussão mais ampla na sociedade. Simulações ocorreram e foram feitas por entidades de classe como a CNC e a CNI, as demais confederações e o setor produtivo. Os resultados foram levados ao Congresso Nacional, mas quanto à disponibilidade daqueles números para serem analisados, naquele momento, esses números deixaram a desejar. O fato é que ainda hoje, às vésperas do início do processo de transição, ainda se convive com incertezas com relação a esses números e aos reais impactos da reforma tributária nas finanças públicas de cada um dos estados e especialmente do Distrito Federal. O que se sabe dessas simulações feitas pelo setor produtivo é que há setores que serão prejudicados e outros que serão beneficiados, até porque o modelo discutido e aprovado traz uma alíquota média. Os senhores sabem que, quando se trabalha com uma alíquota média, alguns que pagavam menos pagarão mais e outros que pagavam mais pagarão menos. Enfim, há todo esse ajuste que concorre para possíveis prejuízos setoriais.

No que tange ao prejuízo causado aos setores pela reforma tributária, saindo um pouco do tema da arrecadação tributária, quero apresentar a preocupação do setor produtivo em como esse enxugamento de recursos está ocorrendo e em como isso impactará o setor produtivo. Os senhores sabem que a economia do Distrito Federal é caracterizada pela prestação de serviços, seja por comércio, seja por serviço público. Aqui reside o maior problema: o setor de serviços, pelas características da economia do Distrito Federal, será fortemente impactado por esse novo sistema tributário. De forma muito inteligente, um dos pleitos que a CNC, quando teve oportunidade, levou à discussão e à consideração no parlamento, foi que se trabalhasse inicialmente com o teto dessa tributação, mas que houvesse a possibilidade de revisão. Muito sabiamente está no dispositivo da Lei nº 214/2025 que o sistema será constantemente reavaliado a cada 5 anos para que os ajustes necessários sejam feitos. Por que ajustes são necessários? Porque há um grau de incerteza na forma forte como algumas economias e finanças dos estados e do Distrito Federal poderão ser impactadas. Eu comungo sim da opinião – faço essa ressalva – de que o Distrito Federal possivelmente seja – estimamos que seja – uma das unidades federativas mais beneficiadas com essa nova modelagem do sistema tributário por 2 razões: por sua característica de economia importadora, consumidora, e por sua renda per capita ou capacidade de consumo. Isso acontece especialmente quando se sai de um momento em que o sistema atual é compartilhado entre estado que vende e estado que compra para um momento em que o imposto passa a ser da unidade federativa de destino de consumo. Não há dúvida de que teremos ganhos, sim, nesse aspecto para o Distrito Federal.

Ganhos também com certeza chegarão em razão do maior controle e da maior eficiência da administração tributária, porque há elementos, há sistemas sendo desenvolvidos. Com o monitoramento, com a forma de creditamento – momento em que a empresa que está adquirindo poderá aproveitar daquele crédito condicionado ao pagamento da operação anterior –, com o combate e com a redução drástica da sonegação fiscal, haverá economia. E todos vão ganhar, porque passará a haver uma concorrência leal. Aquilo que, de fato, interessa para o empreendedor, interessa para as pessoas, interessa para o Estado, interessa para o cidadão.

A própria elisão fiscal, uma sangria que existe hoje, poderá, realmente, estar afastada num primeiro momento. Espera-se que a judicialização ou o não recolhimento pelo contencioso fiscal seja reduzido também. Então, haverá ganho para todas as unidades federadas, não resta a menor dúvida.

Qual é esse valor e qual setor, efetivamente, financiará esses ganhos? É evidente que reduzir a sonegação é um favor que ela faz. Isso já estava sendo devido à sociedade há muito tempo, só trazia concorrência desleal. Porém, nós também temos que pinçar pontos. Segundo estudos da Ominitax, empresa que fez esse levantamento, a indústria, presidente Jamal, poderá ter lucros ampliados em até 10%. Acho perfeito, porque esse é, sim, um dos pontos de injustiça fiscal que se pratica com o atual modelo. As vendas no varejo, terão lucros ampliados em 5%, e o setor de serviços pode precisar elevar preços em até 40%. Vejam bem: o setor de serviços, segundo estudos, pode precisar elevar preços em até 40% apenas para manter a rentabilidade atual.

Sobre aumentar o preço, se o consumidor não sustenta isso, compromete-se o lucro. Se você comprometer lucros, o retorno, você vai comprometer empregos, você vai comprometer renda.

Novamente, eu ressalto a janela que teremos para, constantemente, reavaliar o modelo. Ela é muito inteligente. É preciso que o setor produtivo e o parlamento de cada uma das unidades federadas se organizem para participar desse debate.

Até lá, com certeza – não é, secretário Anderson? –, já trabalharemos com dados reais, até porque ano que vem começa a simulação, começam os testes – digamos assim – para a implementação desse novo modelo.

Há mais: o estudo de José Roberto Afonso indica que o lucro líquido de muitas empresas de serviços pode ser reduzido em 80%. A CNC estima que, com uma alíquota de 25% a 28%, cerca de 3 milhões e 800 mil empregos serão sacrificados.

Embora o alvo seja a arrecadação, nós temos a responsabilidade de chamar a atenção para todos esses dados e de chamar à participação e à discussão efetiva a sociedade e o parlamento para fazer, nos momentos certos, os ajustes que se fizerem necessários.

Presidente deputado Chico Vigilante, eu gostaria de trazer outro ponto. Para isso, eu até peguei emprestado dados de uma coirmã da Fibra os indicadores de gestão fiscal da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. Esse estudo, publicado 40 dias atrás, diz que os municípios estão vivendo um momento de ouro, do ponto de vista orçamentário – ou seja, do ponto de vista de receita, do ponto de vista de finanças públicas –, mas ainda assim permanece uma questão nesses municípios. A liderança de boa qualidade dos gastos públicos é do município de Vitória, no Espírito Santo. Infelizmente, o Distrito Federal não está no ranking, porque é uma cidade-estado. Como ele não é dividido em municípios, o dado também não foi apurado. Nós precisamos pedir que o Distrito Federal seja incluído com as ressalvas necessárias referentes às características de economia e modelo de cidade-estado, mas não deve deixar de ser avaliado e acompanhado.

Por que eu falo isso? Como eu, o deputado Chico Vigilante e o presidente Jamal falamos, certamente estima-se que haverá ganhos, mas ainda não sabemos estimar o valor para cada uma das unidades federadas, especialmente para o Distrito Federal.

Existe uma preocupação com a qualidade do gasto público. Nós precisamos discutir esse assunto também. Em um primeiro momento, nós analisávamos, sob os parâmetros da discussão da reforma tributária que, de fato, existiria um excesso de arrecadação, mas pensávamos em como esse excesso de arrecadação seria distribuído. Pensou-se, em um primeiro momento, que esse excesso de arrecadação, pela ampliação da base tributária, pela eficiência da administração tributária, pela redução da sonegação fiscal, do contencioso fiscal, da elisão fiscal, pudesse ser revertido numa redução da alíquota padrão e, por consequência, da carga tributária. Parece que esses recursos estão, na sua totalidade, apropriados pela criação dos fundos que vêm junto com a reforma tributária. Eu não vou entrar nesse mérito. É louvável a ideia da criação dos fundos, mas quero chamar atenção para uma questão muito importante.

Como vai se dar a gestão desses fundos? Estima-se que R$1 trilhão será distribuído para 4 fundos. Haveria distribuição para o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional. Indiscutivelmente, nosso país precisa de um fundo nacional de desenvolvimento regional integrado, respeitadas as peculiaridades de cada uma das economias, a fim de afastar de vez as desigualdades regionais que tanto massacram a população neste país. Precisamos nos preparar para isso e discutir como será a gestão desses fundos. Como ocorrerá esse repasse? O modelo diz que será parecido com os parâmetros do FPM e do FPE. Não sei se o Anderson conseguiria me ajudar no cálculo. Como se daria a gestão em cada um dos estados?

O outro fundo criado é para compensar os favores e benefícios fiscais concedidos pela receita na desoneração tributária. Esse fundo irá compensar a cessação desses benefícios fiscais. Retira-se da receita e passa-se para o lado do orçamento da despesa com subvenção financeira. Como se dará isso? Como o Distrito Federal está se articulando – falo do setor produtivo, do parlamento e da sociedade – para discutir a aplicação e a distribuição desses recursos?

Presidente, essas eram as considerações iniciais. Ontem, eu e o presidente Aparecido conversámos sobre essa comissão. Nós identificamos e levantamos esses assuntos como relevantes para apresentar nesta discussão.

Muito obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Eduardo.

A sua contribuição e a contribuição do doutor Jamal já foram muito importantes para esta comissão geral.

Nós vamos ouvir agora os especialistas, que, de certa forma, participaram da elaboração dessa proposta. Eu vou conceder 20 minutos a cada um deles.

Concedo a palavra ao Ricardo Alan Barros Assunção, consultor legislativo do Senado Federal.

RICARDO ALAN BARROS ASSUNÇÃO – Boa tarde a todos. Em primeiro lugar, eu quero agradecer o convite. É uma honra estar na casa do povo, nesta casa legislativa, compartilhando um pouco as experiências, as impressões e as compreensões que temos desta reforma tributária. Eu tive a grata oportunidade de participar desta reforma tributária na assessoria do senador Eduardo Braga, que foi o relator da PEC nº 45/2019, que se transformou na Emenda Constitucional nº 132/2023, e do PLP nº 68/2024, que se transformou na Lei Complementar nº 214/2025. Agora estou na assessoria dele, coordenando os trabalhos no PLP nº 108/2024, que institui o comitê gestor do IBS, trata das normas de processo administrativo e tributário do IBS, distribuição da arrecadação do IBS e traz normas gerais do ITCMD, além de fazer alguns ajustes na Lei Complementar nº 214/2025. Alguns ajustes se fizeram necessários por causa de equívocos, omissões e para poder incorporar um pouco mais de segurança jurídica na Lei Complementar nº 214/2025. A votação desse projeto está prevista para terça-feira, no plenário do Senado Federal.

O convite que recebi foi para falar sobre o panorama geral da reforma tributária. Eu dividi minha apresentação em 3 pontos. Primeiro, vou falar um pouco sobre por que precisamos de uma reforma tributária. Como era o sistema tributário antes da Emenda Constitucional nº 132/2023? Depois disso, vou tratar um pouco dos pilares da reforma tributária, de como a reforma se propõe a resolver os problemas que estavam colocados. Muitos dos convidados que me antecederam já anteciparam um pouco desses problemas. Eu vou tentar contribuir com um pouco de como a reforma tributária se propõe a resolver esses problemas. Depois disso, vou encerrar meu discurso falando um pouco dos próximos passos, de como a reforma tributária traz desafios tanto para contribuintes como para administrações tributárias. Então, é nisso que eu vou me debruçar agora, para apresentar os dados e espero poder honrar os 20 minutos que me foram concedidos. Vou me esforçar para isso.

(Apresenta projeção.)

RICARDO ALAN BARROS ASSUNÇÃO – Primeiro, falarei das características do sistema tributário antes da reforma. O que aconteceu na assembleia constituinte? Nós vínhamos dos traumas da ditadura, quando havia uma forte concentração de poder. A assembleia constituinte refletiu esse momento. O mote da assembleia constituinte foi uma forte descentralização do poder, com o fortalecimento e a maior autonomia dos entes federativos – tanto estados quanto municípios.

Isso teve reflexos também no aspecto tributário. O ICM, que era o tributo estadual, virou ICMS e incorporou uma série de impostos de incidência que eram da União, inclusive os serviços de transporte e a tributação sobre minerais. Foram incorporados uma série de tributos que eram de competência da União. O ITBI voltou para a competência municipal. Houve essa conformação no âmbito da assembleia constituinte. No entanto, não houve uma melhor reconfiguração dos encargos. Então, a União continuou responsável por ofertar uma série de serviços públicos, de bens públicos, mas, com a perda da sua arrecadação, com a perda das suas fontes de receita, passou a haver um descompasso entre as responsabilidades da União e suas fontes de receita.

Um dos principais efeitos dessa conformação foi o aumento da arrecadação via contribuições especiais. Então, saltou muito a arrecadação do PIS e da Cofins durante esse período. Os tributos que não eram compartilhados com os outros entes sofreram muito aumento logo após a promulgação da Constituição federal. Lembro-os que, com o fortalecimento da autonomia, as transferências constitucionais da União para estados e municípios, que eram no percentual de 12% na Constituição de 1967, em 1988, subiram para 41%. Tudo isso gerou esse efeito na tributação da União.

Eu lembro que o presidente da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças da Assembleia Constituinte, o senador Francisco Dornelles, criticou muito a liberdade que a União tinha para essas contribuições. Ele falou: “Enquanto nós criamos, no capítulo da tributação, uma série de restrições ao poder de tributar, criamos uma sessão própria ‘limites ao poder de tributar’, o capítulo da ordem social criou um sistema tributário paralelo, com balizas mais frouxas e limites mais amplos”.

A União pôde aumentar sua receita por meio desses instrumentos.

O aumento da autonomia acabou se refletindo numa maior guerra fiscal. A ausência de uma coordenação federal e de uma política de desenvolvimento regional ampla resultou na tentativa, por parte dos estados e dos municípios, de atrair investimentos para os seus territórios, utilizando os seus próprios tributos.

Conhecemos muito bem essa realidade na guerra fiscal do ICMS. Porém, a guerra fiscal não era apenas do ICMS, mas generalizada. Eram estados digladiando com estados. Eram estados disputando com municípios, postos de incidência de ICMS e de ISS. A União disputava com estados. Municípios disputavam com todo mundo, e o contribuinte estava no meio de toda essa guerra.

Então, esse era o sistema tributário. Esses são alguns efeitos do sistema tributário que foi desenhado.

Qual problema esse cenário trouxe? Um federalismo fratricida – como o meu amigo Bernard Appy gosta de ressaltar – em que todos desconfiam de todos. Decorreu-se um aumento absurdo da complexidade da legislação tributária, visto que existem 27 legislações sobre o ICMS. Por exemplo, alguns estados têm regulamento de mais de 1.000 páginas de ICMS. São mais de 1.000 artigos. Isso é comum.

Quase 5 mil municípios têm legislação sobre o ISS. O pessoal fala que são 1.570 municípios e, portanto, nem todos os municípios têm legislação de ISS. Essa é uma complexidade enorme para quem resolve empreender no país. É difícil compreender toda a complexidade da legislação tributária, com os regimes específicos e diferenciados a depender da empresa! Isso não depende nem do setor! Isso é muito dramático.

Deputado, sou piauiense. No Piauí, uma vez, vi um auto de infração para uma empresa que tinha comprado chocolate para fazer bolo. A empresa estava sujeita à antecipação tributária, não pagou o tributo e sofreu uma penalidade de mais de 100% do valor do tributo. Ela se confundiu. Se ela tivesse comprado chocolate para fazer sorvete, não teria caído na antecipação tributária. Esse é o caos que nós vemos. Isso é um absurdo para quem resolve empreender. Era este o cenário que havia: vários regimes e tratamentos diferenciados. Havia dificuldades de classificação.

Recentemente, vi uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais sobre um empresário que tinha importado pneus novos para empilhadeira industrial. Ele os classificou como pneus novos para máquinas, tratores e caminhões. No entanto, a Receita entendeu que eram outros pneus novos. Havia uma hipótese residual chamada de outros pneus novos. Foi aplicada uma penalidade absurda.

Era esse o cenário de complexidade em que vivíamos. Havia um conflito eterno entre o contribuinte e o Fisco. Não se sabia como aplicar a norma ao fato, diante da complexidade. Havia alto volume de contencioso.

Vivemos o modelo de comércio eletrônico, com dificuldade enorme para saber o que é bem e o que é serviço. O Manoel, da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, gosta de dar o exemplo das terras aráveis. Ele diz que, hoje, não se contratam mais tratores. Contrata-se uma espécie de serviço em que a empresa entrega hectares aráveis prontos para a plantação ou para a colheita. Isso é um bem ou é um serviço? É muito difícil de fazer essa separação. Havia dificuldade de se saber se aquela operação estava sujeita ao ICMS ou ao ISS, especialmente nesse cenário de guerra fiscal, com tratamentos diferenciados para alguns setores, empresas e contribuintes.

Muitas vezes, os estados e a administração tributária, quando estavam apertados, quando precisavam de arrecadação, utilizavam instrumentos – digamos – peculiares, como a substituição tributária. Ela era um instrumento criado para facilitar a fiscalização, mas virou um mecanismo de antecipação de arrecadação.

Isso foi tão distorcido e ampliado que, em 2010, São Paulo tinha cerca de 7% a 8% dos produtos sujeitos à substituição tributária. No final da última década, esse número já ultrapassava 20%. Isso provocava uma enorme complexidade na definição de margens de valor agregado. Enfim, era um caos.

Havia também a restrição de creditamento. Víamos estados classificarem certas aquisições como bens de uso e consumo, limitarem o creditamento no ICMS para aumentar a arrecadação. Houve conflito espalhado pelo país com o óleo e a graxa para caminhões, que são essenciais ao serviço de transporte. Vários estados classificavam isso como bens de uso e consumo, que não geravam creditamento. Isso aumentava a arrecadação. Esse era o cenário que vivíamos – e ainda vivemos – e que começaremos a superar entre 2027 e 2029.

Por isso, a reforma tributária veio para tentar mitigar e resolver muitos desses conflitos com a unificação de tributos. O IBS e o CBS terão fatos geradores; bases de cálculo; alíquotas; regimes específicos, diferenciados e favorecidos; hipóteses de não incidência, com imunidades iguais, idênticas.

São tributos que não são gêmeos siameses, mas são univitelinos. Eles são muito parecidos, com uma ou outra característica diferente, mas são tributos muito semelhantes.

O Congresso Nacional tem feito um esforço enorme de harmonização e uniformização no tratamento desses tributos. Ele, por meio do senador Eduardo Braga, apresentou, no PLP nº 108/2024, infrações e penalidades unificadas para o IBS e para o CBS. Este projeto foi construído de forma conjunta com o governo federal, com os governos estaduais e municipais. Isso é um avanço no caminho da uniformização.

Há uma legislação única. Eu vi colegas advogados e especialistas na área tributária criticarem isso, porque, em tese, a legislação vinha para simplificar, mas ela tinha mais de 500 artigos. Ora, basta lermos uma legislação de ICMS para percebermos o enorme ganho de redução de complexidade que houve com a Lei Complementar nº 214/2025.

Haverá uma base ampla e não uma atividade plena. A unificação de tributos acabou com a discussão sobre se é serviço, comércio ou operação com bem. Isso acabou. Foi um grande ganho.

Na área da base ampla e não cumulatividade plena, a ideia é acabar com o resíduo tributário; é tornar, realmente, o IBS e a CBS tributos sobre o consumo e não sobre a produção. Isso penalizava fortemente o setor produtivo brasileiro, principalmente o setor industrial, que agregava muitos serviços para realizar suas operações. O ISS era um imposto cumulativo, que entrava no preço e chegava ao consumidor final embutido no valor. Eu gosto de falar que aquele cálculo do tributo que aparece na nota fiscal é uma ficção. Não se sabe qual é o valor da carga tributária efetiva para o contribuinte, porque há esses resíduos tributários. A ideia da base ampla – não como atividade plena – é também haver transparência fiscal, para que o contribuinte saiba o quanto ele está arrecadando, qual é a carga tributária que chega a ele. Isso vai trazer uma maior cidadania fiscal. Também haverá redução do contencioso com todas estas disputas: se é bem de uso e consumo, se é bem utilizado na produção, se é insumo no PIS e na Cofins, se é insumo ou não. Essas disputas acabam.

Há também o princípio de destino, que é responsável por acabar de vez com a guerra fiscal. Agora, não interessa mais, para fins arrecadatórios, se há no território uma empresa ou uma indústria instalada. Para empresa, para indústria, se há uma alíquota menor, se há um regime favorecido, isso não importa mais para a definição do local do investimento, onde ele será alocado. O que importa é a alíquota de onde estão os consumidores. Isso é o princípio de destino.

Os valores arrecadados de IBS e CBS serão daquele local onde ocorre o consumo. Isso é justo, porque onde estão os consumidores é onde existe a necessidade de prestação de serviços públicos – serviços de saúde, serviços de transporte –, onde estão as pessoas.

Hoje há municípios com população baixíssima que abrigam grandes indústrias, grandes empresas, e que recebem boa parte do ICMS na distribuição do valor adicionado. O princípio de destino vem para corrigir essa injustiça. O Distrito Federal será bastante beneficiado, porque tem uma população de renda alta, tem forte consumo, e a tendência é que a arrecadação do DF suba bastante.

Também haverá uma longa transição federativa. Em 2033, começaremos com apenas 10% sendo distribuídos com base no princípio de destino da arrecadação e 90% do total da arrecadação – do IBS e da CBS – sendo distribuídos de forma a manter a participação na arrecadação dos tributos extintos para cada ente federativo.

Por fim, quero falar um pouco sobre os próximos passos. Como eu estava dizendo, a implementação da reforma tributária traz desafios tanto para os contribuintes quanto para a administração tributária. Entre os desafios comuns está a adaptação de sistemas.

A reforma tributária é extremamente tecnológica. Há o split payment, que também é um pilar dessa reforma. No momento do pagamento, o valor do tributo será separado e destinado tanto aos cofres da Receita Federal quanto do comitê gestor. Um detalhe é que, em operações entre empresas, entre contribuintes do IBS e da CBS, o crédito somente poderá ser apropriado se houver efetivo recolhimento. Isso vai revolucionar a arrecadação do país. Revolucionar! Acabou-se a nota fria. Não existirá mais nota fria.

Para a arrecadação, isso será um grande ganho. Eu acredito que essas projeções de alíquota de 28%, de 30%, com todos esses instrumentos e sistemas funcionando, serão bastante reduzidas com a ampliação da base de cálculo. Operações que hoje não são tributadas nem por ICMS nem por ISS – como a alocação de bens móveis – passarão a ser tributadas. Operações com direitos também serão tributadas. Isso se reverterá em maior arrecadação e, naturalmente, em redução da alíquota de referência que será fixada pelo Senado Federal.

Portanto, há necessidade de adaptação de sistemas e de maior qualificação. É necessário que servidores públicos, contadores, advogados saibam navegar nesse novo oceano que se abre. Meu tempo já está se encerrando.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Vou lhe conceder mais 2 minutos.

RICARDO ALAN BARROS ASSUNÇÃO – Obrigado, presidente.

Para os contribuintes, é necessário rever operações, rever contratos, porque hoje a carga tributária é decisiva para que o investidor aloque seu investimento. Então, muitos alocam de acordo apenas com o fato de haver ou não benefícios fiscais. Nós vemos isso no setor automotivo, nós vemos isso em vários setores que têm essa particularidade, mas agora, com o princípio de destino e a restrição dos regimes diferenciados e favorecidos, nós não vamos ter mais o sistema tributário como um fator decisivo no local de alocação do investimento privado.

Para a administração tributária, será necessário atrair consumo e população. E as ferramentas para isso são as mais variadas, pode ser disponibilizando um sistema educacional de qualidade, um sistema de saúde de qualidade. E aí entra a questão da despesa de que o presidente bem falou. Isso precisa ser bem discutido, bem equacionado, para que os entes federativos atraiam população para seu território e, com isso, garantam uma arrecadação para continuar ofertando bens e serviços públicos.

Esses são os desafios que se colocam agora para contribuintes e para a administração tributária.

Respeitando o tempo adicional que o presidente me concedeu, eu agradeço o convite e espero ter contribuído com o debate. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Ricardo.

À medida que você estava falando, estavam passando pela minha cabeça algumas ideias. Eu acredito que nem meio por cento da população brasileira sabe do que você falou aqui, e acredito que boa parte dos contadores do Brasil também não sabem. Portanto, eu estava imaginando, presidente Jamal, se, quem sabe, não seria o caso de todos os municípios, todos os estados, instituírem, pelo menos 1 vez por mês, 1 dia de debate, em que as pessoas, em vez de comparecerem aos postos de serviço, iriam debater tributos do Brasil, arrecadação e tudo mais. Se todas as empresas fizessem isso, as escolas, a Câmara Legislativa, eu acho que mudaríamos a realidade, porque o que você falou aqui, Ricardo, é uma revolução. E essa revolução precisa efetivamente acontecer. Eu acho que os sonegadores estão de cabelo arrepiado, porque, por mais que eles queiram sonegar, acho que não vão conseguir.

O Jamal terá que sair, porque tem um fórum da CNI em São Paulo, portanto, tem que ir em casa pegar roupa e se dirigir ao aeroporto, mas eu quero aproveitar e te convidar mais 1 vez para esse encontro na Câmara Legislativa, na próxima quarta-feira, dia 1º, às 15 horas, com o ministro Rui Costa, que estará aqui falando do Novo PAC. Eu agradeço mais 1 vez a sua participação.

Vamos ouvir agora, por 20 minutos, o senhor auditor fiscal da Receita Federal do Brasil, Roni Peterson Bernardino Brito.

RONI PETERSON BERNARDINO DE BRITO – Olá, boa tarde a todos e a todas. Agradeço a comissão geral, na pessoa do presidente, pelo convite. É uma honra participar, estar com vocês para tratar de um tema tão importante para a sociedade brasileira, para o Distrito Federal e para todos os entes federativos que é a reforma tributária.

Estamos vivendo um momento ímpar na nossa história, porque é uma revolução, não é só uma reforma, é uma revolução tributária que nós estamos vivendo e na qual acreditamos que será para muito melhor. Como já foi comentado aqui, quando nós estivermos plenamente no novo sistema, as empresas, os servidores públicos e a sociedade vão dizer: “Como é que nós sobrevivemos todo aquele tempo naquele caos?” Porque estamos caminhando para algo bem simples, muito mais funcional e eficiente.

Aproveito para prestar uma homenagem aos consultores da Câmara dos Deputados e do Senado na área tributária. Eles contribuíram de maneira muito relevante para a construção dos textos da reforma tributária. Participei, pelo governo federal, pela Receita Federal e pela Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, junto ao secretário Bernard Appy, na produção dos textos encaminhados ao Congresso Nacional. Os consultores fizeram um grande trabalho de aprimoramento, assim como, obviamente, os parlamentares, que são as estrelas, aqueles que levaram o projeto adiante. Deixo aqui os meus cumprimentos e agradecimentos a todos.

Serei breve ao abordar os impactos da reforma tributária nas finanças estaduais, municipais e, mais especificamente, nas do Distrito Federal, que reúne ambas as esferas. Não entrarei em detalhes, pois é um tema mais adequado ao secretário Anderson.

Quero ressaltar que a reforma tributária está dividida em 2 passos muito distintos. Um deles é a transição da distribuição dos recursos federativos, que será lenta, gradual e paulatina, para evitar solavancos nas arrecadações dos entes tributários. Conforme a emenda constitucional, haverá uma migração gradual para o destino integral, que só será plenamente implementado em 2077. Além disso, haverá um seguro-receita para garantir que ninguém sofra solavancos até 2098. O recurso será, muito gradativamente, transformado para que não haja solavancos.

Tenho brincado que meu objetivo de vida, presidente, é ver o final dessa transição. Quero estar lá no dia em que isso acabar. Em 2098, tomara todos estejamos lá. Isso garante que não haverá, seja para o Distrito Federal ou para qualquer outra esfera federativa ou ente federativo, solavanco na arrecadação tributária, já que a transição desses recursos será muito gradual e paulatina. Essa é a primeira transição.

A segunda transição costuma ser a única comentada. É a transição dos tributos propriamente ditos. Ela afeta diretamente a sociedade e as empresas. Essa é a transição que será vivida. A primeira só importa aos entes federativos, só importa às contas públicas. As empresas, a sociedade e as administrações tributárias viverão – já estamos vivendo – a transição dos tributos.

(Apresenta projeção.)

RONI PETERSON BERNARDINO DE BRITO – Trouxe um desenho que serve de consulta e instrumento para mostrar que 2026 será um ano de testes, um ano educativo, um ano de adaptação ao novo sistema tributário, tanto para a administração tributária quanto para a sociedade e para os contribuintes. Portanto, o próximo ano será educativo e preparatório. Em 2027, ocorrerá a extinção do PIS e do Cofins, que são tributos federais, e a vigência plena da CBS, que é a contribuição que substituirá esses 2 tributos federais.

Em relação ao IPI – acho que isso já foi comentado hoje –, quero dizer que ele não será extinto formalmente, mas, na prática, ele será quase extinto, porque as alíquotas do IPI serão reduzidas a zero para todos os produtos que não concorrerem diretamente com a Zona Franca de Manaus. Estimamos que a expressa e absoluta maioria das indústrias do Brasil se esquecerá do IPI, porque ele será zerado, e apenas aqueles produtos fabricados na Zona Franca de Manaus permanecerão com alguma alíquota sendo exigida fora da Zona Franca. Assim, a expressa maioria das indústrias e dos contribuintes nacionais esquecerá que o IPI existe.

Há também um item pouco comentado, que é a extinção do IOF sobre seguros em 2027. Apenas essa parcela do IOF será extinta em 2027. A partir de então, entra em vigor a CBS, tributo federal plenamente cobrável. Também como novidade – vou tratar um pouco mais especificamente, porque estava na pauta que me propuseram – o Imposto Seletivo passa a ser cobrado. Trata-se de um novo tributo, destinado a desestimular bens e serviços potencialmente prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Esse Imposto Seletivo tem uma função educativa, de indução de comportamento, de aumentar o preço daqueles bens e serviços que impactam o meio ambiente ou a saúde. Além disso, esse tributo tem uma maior ligação com as finanças estaduais e municipais. Embora não seja efetivamente um sucedâneo do IPI, foi utilizado como parâmetro e terá a mesma distribuição que o IPI tinha. Então, para fins de distribuição, cumprirá o papel do IPI, mas no sistema tributário não terá o mesmo papel, pois é um tributo educativo.

A partir de 2029, teremos o início efetivo da transição para o IBS, com a redução gradativa do ICMS e do ISS e o aumento paulatino do IBS. Não entrarei em detalhes porque esse é tema do secretário Anderson.

Sobre o IPI, vamos detalhar mais. Ele tem uma distribuição importante para estados e municípios: 50% vão para o FPE ou FPM, com percentuais variados – 21,5% para o FPE; 22,5% para o FPM –, além de outras distribuições a estados e municípios – de 1% para cada um deles. Um detalhe importante está no caput da Emenda Constitucional nº 132, que prevê que tanto o IPI quanto o Imposto Seletivo terão essas destinações. Portanto, apesar de o Imposto Seletivo não ser um sucedâneo teórico do IPI, em termos de distribuição de recursos, ele entrou como substitutivo e cumprirá as mesmas distribuições.

Um item que acabou não sendo incluído na apresentação, mas que será inserido na versão disponibilizada no site, é que o art. 7º da Emenda Constitucional nº 132/2023 garante que a União complementará a distribuição aos fundos – FPE e FPM – dos valores seletivos que, eventualmente, não alcancem os valores do IPI. Então, de acordo com essa distribuição que nós estamos analisando, caso o seletivo, quando vigente, não consiga gerar a mesma destinação de recursos, a União complementará para garantir que as finanças estaduais e municipais permaneçam exatamente no mesmo patamar, pelo menos aqui em relação a esse tema. Isso que trata o art. 7º da Emenda Constitucional nº 132/2023.

Temos a distribuição dos 10% proporcional ao volume de exportações, que também será aplicável ao Imposto Seletivo.

Com relação ao IPI, vemos a redução de alíquotas a zero, exceto para os produtos que tenham industrialização incentivada na Zona Franca de Manaus.

Passo a falar do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, antes de entrar no Imposto Seletivo. Já foi comentado por alguém que me antecedeu – desculpem-me, eu esqueci o nome – que os benefícios fiscais onerosos de ICMS sofrerão, naquela transição, enquanto o ICMS estiver sendo reduzido gradativamente, alguma redução de volume para as empresas. Então, para garantir segurança jurídica e a manutenção do pacto firmado entre as empresas e os estados, a União assumiu o papel de pagar este Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais onerosos de ICMS, conforme art. 12 da Emenda Constitucional nº 132/2023.

Este procedimento será operacionalizado pela Receita Federal. Não sei exatamente, no caso do Distrito Federal, qual o volume existente de benefícios dessa natureza, mas o fato é que a empresa que fruir esses benefícios e sofrer redução terá que procurar a Receita Federal. Isso está bem disciplinado na Lei Complementar nº 214/2025. A partir do ano que vem, a Receita Federal começará a habilitar essas empresas, realizar os procedimentos necessários, verificar a quantidade e a regularidade do benefício, para então efetuar a compensação. O pagamento será feito em prazos curtos – mensalmente ou trimestralmente, ainda não está definido –, a partir de 2029, quando ocorrerão as reduções de benefícios.

Como esta é uma audiência que está sendo transmitida, nós temos a função de levar esse informe à sociedade com relação às empresas que, no Distrito Federal, fruem benefícios fiscais onerosos de ICMS. O que são esses benefícios onerosos? São aqueles em que o Estado exige uma contrapartida da empresa para que ela possa fruir o benefício, além de haver uma data definida de finalização dos benefícios. Portanto, é uma soma: oneroso é aquele que exige uma contrapartida e que possui um prazo determinado. As empresas que fruem esses benefícios poderão, a partir do ano que vem, num período de 3 anos – para que não haja pressa e que ninguém fique de fora –, se habilitar perante a Receita Federal. Posteriormente, receberão uma compensação, quando chegar 2029 e o ICMS começar a diminuir. A redução de benefícios para as empresas será compensada por este fundo de compensação.

Com relação ao Imposto Seletivo, eu trouxe, na apresentação, o texto da Constituição federal. Ele incide sobre a produção, extração, comercialização ou importação de bens ou serviços potencialmente prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Vejam como, teoricamente, em termos de construção jurídica, o Imposto Seletivo é muito mais amplo do que o IPI. O texto fala em produção, extração, comercialização, importação de bens ou serviços. O que for comercializado e possa gerar prejuízos à saúde e ao meio ambiente poderá ser objeto de tributação por meio do Imposto Seletivo. O objetivo é muito claro: desincentivar estes produtos, porque eles têm uma externalidade negativa comprovada.

Na Lei Complementar nº 214/2025, enxergamos a materialização destes produtos e serviços. Vejam que esse é um debate para a sociedade. Nós fizemos já um primeiro debate e faremos, ao longo dos anos, vários debates acerca dos bens e serviços que estão dentro e deveriam estar fora, ou dos bens e serviços que estão fora e deveriam estar dentro. A Constituição federal é ampla e permite essa maleabilidade para que a sociedade, a cada tempo, faça revisão desses bens e serviços, do volume de carga etc.

Em razão do tempo, eu vou passar bem rapidamente para chegar à Contribuição sobre Bens e Serviços, que é – essa, sim – o sucedâneo do PIS e Cofins. Estes serão extintos e darão lugar à CBS.

A CBS é um tributo amplo sobre o consumo. Ele é amplo porque incide sobre todas as operações, com todos os bens e serviços vendidos no comércio e fornecidos na economia nacional. Essa é uma das grandes inovações. Isso acaba com aquela segmentação entre produto industrializado no IPI, mercadoria, alguns serviços no ICMS e a maioria dos serviços no ISS. Isso acaba essa segmentação, e partimos para um único tributo, que é gêmeo siamês. Eu brinco que a CBS e o IBS são gêmeos siameses, têm o mesmo corpo, mas têm apenas uma parte diferente, que é a administração, pois a CBS será administrada pela Receita Federal, é um tributo federal, é uma contribuição social que tem as mesmas destinações do PIS/Cofins; e o IBS é um imposto administrado pelos entes federativos, pelos estados e pelos municípios por meio das suas secretarias de fazenda e também por meio do comitê gestor. Vou deixar para os meus sucessores comentarem sobre o comitê gestor etc.

Quanto à CBS, podemos comentar avanços gerais do sistema tributário como um todo que está sendo implantado, avanços realmente significativos: o fim dessa disputa, da divisão da base; a simplificação operacional. Eu sempre digo que, às vezes, quem lê as leis da reforma pela primeira vez pode dizer: “Mas é muito grande, há muita regra, há muita coisa”. Eu falo: você já leu, pelo menos, o regulamento de um dos tributos que foram substituídos? Porque, quem conhece o regulamento de 1 só dos tributos substituídos saberá que 1 só desses tributos é tão complexo quanto o conjunto de normas que foi criado na reforma tributária.

Quando eu falo para a sociedade, ainda falo mais: você já leu o contrato com o cartão de crédito? Às vezes, eu encontro alguém na plateia que já leu o contrato do cartão de crédito. Mas eu faço uma segunda pergunta: você já leu o regulamento do contrato do cartão de crédito? Eu nunca encontrei ninguém.

Então, isso é mais ou menos o que ocorre na reforma tributária. Nós estamos diante de 2 tributos, CBS e IBS, que vão arrecadar mais de um R$1 trilhão, que serão cobrados sobre absolutamente todas as atividades econômicas. Portanto, há muita regra para colocar. Não haveria como ser diferente disso. Agora, todas essas regras estão em 1 única lei complementar e estarão em 1 único regulamento e, daqui a alguns anos, estarão dominadas por todos os agentes.

Em pouco tempo, todas essas normas, todas essas novidades estarão dominadas por todos: pela sociedade, pelas empresas e pelas administrações tributárias. Então, viveremos uma simplificação sem igual na história brasileira. E, principalmente, os novos tributos permitirão uma eficiência econômica que gerará frutos consideráveis ao Brasil. O grande exemplo é a cumulatividade. Hoje em dia, muitas vezes, as empresas não conseguem perceber o quanto sofrem com tributos que não recuperam. Por exemplo, uma indústria, quando toma serviços, não tem crédito, porque é outro tributo. A prestadora de serviços, quando compra produtos, também não tem crédito, porque é outro produto. A eficiência econômica gerada pela reforma tributária gerará também ganhos significativos para a sociedade brasileira.

Agradeço, mais uma vez, presidente, pelo convite. Permaneço à disposição desta casa para outras oportunidades. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado pela brilhante contribuição que você trouxe para este debate.

Quero convidar para se sentar conosco à mesa a querida companheira deputada federal Erika Kokay.

Registro a presença da nossa querida deputada Paula Belmonte, que já está à mesa conosco.

Esta audiência está sendo transmitida ao vivo pela TV Câmara Legislativa, pela TV aberta da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Quem estiver assistindo a nós, poderá, depois, se quiser, recortar e distribuir as partes que mais lhe interessar.

Concedo a palavra ao senhor Anderson Borges, auditor da Receita e secretário executivo da Fazenda do Distrito Federal.

ANDERSON BORGES ROEPKE – Primeiramente, presidente, cumprimento o senhor e o parabenizo pela iniciativa, muito louvável e pertinente, de proporcionar a oportunidade de compartilharmos esse conhecimento com a sociedade sobre as mudanças que estão surgindo no sistema tributário brasileiro. Cumprimento a deputada Paula Belmonte, o deputado Gabriel Magno, o colega Ricardo e o Eduardo, da Fecomércio, nosso amigo há muito tempo. Não poderia deixar de lembrar e parabenizar, novamente, os colegas auditores fiscais da Receita, que estão aqui, pelo dia 21 de setembro, Dia do Auditor Tributário. (Palmas.)

Estou na função de secretário-executivo de Fazenda e trouxe também minha equipe para presenciar e participar desta audiência. Vou citar nominalmente as pessoas que nos ajudam a carregar esse piano. Fazemos a parte macro, mas a parte operacional, de como a reforma tributária vai se desenrolar, é de responsabilidade deles. Por exemplo, quando há alteração de cadastro, temos a Sandra, que lida com a mudança do nosso cadastro, do CNPJ, no modelo atual.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Sandra, fique de pé para todos lhe verem. (Palmas.)

ANDERSON BORGES ROEPKE – Trouxe também o Leonardo Sá, que cuida de toda a representação fazendária e está junto comigo acompanhando a reforma tributária.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Onde está o Leonardo? (Palmas.)

ANDERSON BORGES ROEPKE – Estamos trabalhando juntos na reforma tributária desde o início, quando surgiu a PEC nº 45, depois a PEC nº 46, depois a PEC nº 110 e, por fim, a Emenda Constitucional nº 132. Todas foram analisadas por nós, fizemos o contraponto dos prós e contras para o Distrito Federal e elaboramos uma nota técnica para cada uma. Depois disso, orientamos o governo a mitigar os riscos de cada alteração legislativa que foi elaborada. Já estamos trabalhando nisso há vários anos.

Parabenizo e cumprimento também o colega Pedro, que está na área dos benefícios fiscais, no Emprega-DF. Alguns dos benefícios fiscais que serão compensados pelo fundo, mencionado pelo Roni, estão com o Pedro. Cumprimento também o colega Sérgio, presidente do subcomitê de reforma tributária.

Internamente, na fazenda, criamos uma estrutura de governança composta por um membro de cada coordenação. Esses membros atuam como catalisadores e motivadores das alterações legislativas, a fim de que tornemos essa reforma adaptada ao modelo da Secretaria de Economia.

São eles que vão até os servidores e dizem, por exemplo: “Olhem, nós precisamos fazer a alteração, novamente, no cadastro, em que teremos que intervir com a TI, firmar os contratos necessários e fazer os ajustes”. Quando vamos trocar o CNPJ do formato numérico para o alfanumérico, parece simples, mas há uma base de TI gigantesca envolvida. O custo, internamente, para a Secretaria de Economia, já é grande, porque temos que mudar todos os documentos fiscais, toda a base cadastral. Imaginem para o contribuinte que terá que fazer a mesma coisa nas suas empresas.

Quero cumprimentar o Ricardo Kalume, que também cuida dos documentos fiscais. Ele participa dos grupos de trabalho que tratarão da mudança da nota fiscal do ICMS e do ISS para o novo modelo, que é o IBS. Cumprimento também o nosso colega Rubens Roriz, que é nosso professor, presidente da AAFIT, ex-presidente do sindicato e um parceiro nosso, que está nos ajudando.

Parabenizo também todos os ouvintes presentes neste momento, já que sair de casa para vir aqui aprender um pouco e se dispor a tratar de um tema tão complicado não é fácil. Então, merecem os cumprimentos.

Esta não deixa de ser uma grande oportunidade, porque, como cada um vem aqui falar um pouco da sua área respectiva, há uma variedade enorme de documentos, de leis, de notas técnicas. Buscamos apresentar tudo isso de forma didática, retirando, às vezes, alguns termos mais técnicos, para que essa mudança, essa alteração legislativa seja mais palatável para os contribuintes.

Com esse intuito, vou dar início à minha apresentação. Vou saltar algumas partes, já que alguns colegas que me antecederam já as abordaram. Este é o slide inicial.

(Apresenta projeção.)

ANDERSON BORGES ROEPKE – Nesta imagem mostro os tributos que serão substituídos, dos quais é sempre bom lembrar para nivelar o conhecimento de todos os ouvintes: o ICMS e o ISS estão sendo substituídos pelo IBS. No âmbito federal, o IPI, o PIS e o Cofins serão substituídos pela CBS e pelo Imposto Seletivo.

Apresento também um cronograma de forma visual. Esse cronograma foi elaborado pela Secretaria de Economia. Esse tema já foi comentado pelo Roni.

No ano de 2026, teremos o teste com entrada da alíquota teste da CBS e do IBS: o IBS com 0,1%; e a CBS com 0,9%.

A partir de 2027 e 2028 – focarei mais no IBS, que é o nosso tema –, a alíquota já será de 0,1%, mas será dividida, 0,5% para os estados e 0,5% para os municípios. No caso do Distrito Federal, acumula-se o percentual, que é 0,1%.

A partir de 2029, começa a transição propriamente dita. A alíquota do IBS entra com 10% e, por sua vez, o ICMS e o ISS são reduzidos em 10%, também. Em 2029, portanto, 10%. Em 2030, a alíquota do IBS entra com mais 10%, vai para 20%; em 2031, com mais 10%, chega a 30%; e, em 2032, chega a 40%. Em 2033, a alíquota de referência já estará em 100%.

Gosto de sempre destacar uma causa: por que esse período de teste é importante? É no período de teste que começaremos a trabalhar com a emissão da nota fiscal e que serão capacitados os estudos para que se saiba corretamente qual é a alíquota de referência.

Por mais que queiramos estimar que o valor da alíquota de referência esteja em 28,5%, 27%, é importante passar por esse período de teste, quando trabalharemos com dados reais – 0,1% do IBS. É durante esse ano todo que teremos contato com a realidade, com a base ampla do IBS, para podermos estimar, de forma mais correta, o valor possível da alíquota de referência para que seja mantida a carga tributária atual. O que se almeja nessa transição é a manutenção da carga tributária de hoje para o IBS. Isso deve acontecer no começo da vigência desse novo tributo.

Indo diretamente ao tema, vou abordar os impactos para o Distrito Federal.

O primeiro ponto é a perda da competência tributária do ISS e do ICMS. Eu não poderia deixar de falar isso, porque o ICMS e o ISS, como são tributos do Distrito Federal, são utilizados na política fiscal quando há algum problema de caixa ou alguma crise séria e imprevista. Crises acontecem, são situações que se repetem. Uma crise recente, que ficou na memória, foi a crise da covid, algo imprevisto, cujos impactos não tínhamos condições de prever. O Estado, por meio da política fiscal, pode alterar os tributos e a base de cálculo, aumentar os tributos ou diminuir a alíquota. A diminuição de alíquota visa incentivar alguns setores mais prejudicados diante de um impacto incerto e imprevisto. O aumento de alíquota busca arrecadar mais para controlar as finanças do Estado. Então, a perda dessa competência tributária compromete a capacidade de resiliência fiscal do Distrito Federal diante dessas situações incertas e imprevistas.

A partir do momento em que essa norma passa a ter necessidade de ser aprovada no Congresso Nacional, é premente que haja uma discussão mais ampla que envolva todos os estados ao mesmo tempo. Então, uma crise que poderia ser resolvida em âmbito local, mais granular – seja no estado ou no município –, deverá ser completamente discutida no âmbito do Congresso Nacional. Com isso, os debates se ampliam e inevitavelmente se dificulta a capacidade de resposta e de resiliência fiscal dos entes federativos, tanto os municípios quanto os estados. É importante falar disso, porque impacta diretamente o Distrito Federal.

Outra questão que afeta o Distrito Federal é a gestão do IBS, que passa a ser do Comitê Gestor do IBS. O Comitê Gestor do IBS não deixa de ser um órgão federal. Ele existe para decidir sobre fiscalização das alíquotas, das normas infralegais, dos regulamentos e de uma gama diversa de aspectos da regra tributária do IBS. O Comitê Gestor do IBS é composto por 27 representantes dos estados e 27 representantes dos municípios. A capacidade de voto no comitê é ponderada pela população do ente. Assim, saímos de uma competência tributária plena, em que não precisávamos debater para resolver os problemas que às vezes surgem, que são peculiares do Distrito Federal, para uma situação em que devemos fazer um debate no âmbito do Congresso Nacional, além de necessitarmos da aprovação no Comitê Gestor do IBS. Essa é uma mudança que afeta a estrutura das finanças do Distrito Federal, tendo em vista que o ICMS responde por 50% da arrecadação tributária e o ISS, por cerca de 20%.

A arrecadação tributária do IBS – que abarca hoje o ICMS e o ISS – e a distribuição desse recurso passam a ser executadas e realizadas pelo Comitê Gestor do IBS. Como será distribuído esse recurso?

É importante o que o Roni lembrou: a alteração da arrecadação será feita paulatinamente e de forma suave. Vou falar novamente sobre isso mais à frente, no slide. Vou até correr para dar tempo de chegar a ele.

De 2029 até 2077, 80% da nossa arrecadação ficará retida. A partir de 2033, para ser mais exato, 90% da arrecadação do IBS ficará retida pelo Comitê Gestor do IBS. Então, faltam 10%; e, desses 10% que faltam, 5% também ficarão retidos para o seguro-receita. Esse montante vai servir para compensar a perda de arrecadação dos outros estados, que não terão mais essa arrecadação.

Apesar de o princípio do destino favorecer imensamente o Distrito Federal, esse impacto benéfico do aumento da arrecadação nós não vamos sentir de imediato. Ele vai ser diluído até 2077 e pode haver, ainda, um período de compensação extra de mais 20 anos, até 2098. Então, essa mudança vai ser paulatina. Nós temos os números e os estudos feitos a respeito disso. Por baixo, teremos um impacto em torno de R$3 bilhões. O estudo do Gobetti estimou em R$2,45 bilhões, mas nós estimamos que será um pouco mais do que isso, porque, quando pensamos no Distrito Federal, que tem ICMS e ISS, há o impacto não só no âmbito estadual, mas, também, no âmbito municipal.

Além disso, outra questão muito importante é a dos benefícios fiscais. Hoje em dia, no Distrito Federal, os benefícios fiscais são por volta de R$10 bilhões. Se tirarmos a parte do ICMS e do ISS, vão ficar em torno de R$8 bilhões. Todos esses benefícios fiscais, ICMS e ISS, serão reduzidos também no período de transição de 2027 a 2033. Esses benefícios vão deixar de existir, paulatinamente, até 2033. Nesse período também, vai haver o fundo de compensação dos benefícios fiscais considerados onerosos. Ainda está sendo normatizado o que significa essa questão da onerosidade e o enquadramento dos nossos benefícios fiscais nessa hipótese. Algumas normas ainda estão sendo elaboradas.

O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 está para ser votado terça-feira. Além dele, deverão ser aprovados, mesmo no âmbito do comitê gestor, o regulamento interno, o regimento interno e normas infralegais, para se colocarem em prática e em execução todos esses tributos.

Sobre o contencioso administrativo, vale a pena abordar rapidamente. Hoje em dia, há o Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais, que cuida da resolução dos litígios do nosso contencioso na parte do ICMS. Esse contencioso será todo feito de forma virtual e será coordenado pelo Comitê Gestor do IBS.

Do princípio de destino eu já falei um pouquinho. O impacto da arrecadação vai ser gradual.

Vamos passar diretamente para o gráfico da transição, do qual acho importante falarmos.

A transição federativa eu trouxe para a tela para deixar claro que, apesar de a mudança do princípio do destino favorecer o Distrito Federal, o impacto financeiro na arrecadação não vai ser tão grande por causa disso. De 2029 a 2077 é a primeira fase. Do IBS vai ser de 2029 a 2032. E, depois, de 2033 até 2077, a retenção vai ser de 90% do que for arrecadado. Ela vai ser reduzida até 2077 na proporção de 1/45 por ano. Em 2077, se ainda houver perda significativa de arrecadação, haverá uma extensão de 2078 até 2097 com o seguro-receita e a retenção de 5% da arrecadação.

Às vezes, isso parece ser um banho de água fria, mas é bom termos noção dessa realidade. Podemos achar que no Distrito Federal haverá um impacto muito positivo, que sobrará dinheiro para investimento, para servidores, para políticas públicas, mas não vai ser bem assim. Existe essa retenção. Se, por um lado, o Distrito Federal ganha, por outro lado, os estados produtores perdem. Há essa expectativa positiva, mas também precisamos entender a federação brasileira, a situação dos outros estados que perdem receita.

Há um mecanismo de compensação em que o excesso de arrecadação de um ente acaba sendo transferido para outros entes que perdem arrecadação tributária. Eles precisarão de tempo para se adaptar a essa transição federativa sem impacto brusco nas finanças, no próprio estado, no bem-estar, na qualidade de vida, na renda per capita. Isso acaba impactando os empregos gerados nesses estados produtores.

Era disso que queríamos falar.

Sobre a reforma tributária, há muito para se discutir. Cada tema de estudo exige quase 1 hora de palestra. Por isso, nós reforçamos a ideia de haver mais audiências, mais debates sobre esse tema. Nós poderemos trazer os contribuintes da receita mais próximos para falar, por exemplo, da transição do CNPJ alfanumérico. Quando falarmos de emissão de nota fiscal, de documento fiscal eletrônico, poderemos ouvir a apresentação do Ricardo. Ao tratarmos de benefício fiscal, chamaremos o Pedro para apresentar o tema. Dessa forma, traremos um especialista de cada área, que apresentará as minúcias do que estamos fazendo.

O Distrito Federal está atento a essa mudança. Nós temos cerca de 70 grupos de trabalho e cada um trata de um tema específico da reforma tributária. Para cada assunto, existe um auditor da Receita atuando. Se o auditor não for ouvinte, ele é participante do processo.

Estamos à disposição da Câmara Legislativa. Sempre que nos chamarem, viremos de bom grado.

Obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Anderson. Eu quero antecipadamente agradecer a sua participação e a vinda de toda a sua equipe, o que é uma demonstração de apreço e respeito a esta casa legislativa. Muito obrigado a todos vocês. (Palmas.)

Neste momento, concedo a palavra ao consultor legislativo da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Vinícius Ribeiro Nascimento.

VINÍCIUS RIBEIRO NASCIMENTO – Senhor presidente, muito obrigado pelo convite.

Antes de começar minha explanação, eu quero agradecer aos consultores Nubiene e Júlio, que me ajudaram bastante nessa apresentação e nos debates que tivemos na nossa unidade.

Cumprimento todos os deputados e todos os convidados da mesa.

Eu fiquei responsável por detalhar as competências do comitê gestor. Esse é um novo órgão. Nós debatemos muito sobre a natureza sui generis dele. É um órgão que não pode estar vinculado a nenhum ente federativo. Ele precisa ter autonomia para realizar toda a arrecadação do IBS, a gestão e a distribuição desses recursos. Essa natureza exige independência do comitê gestor.

(Apresenta projeção.)

VINÍCIUS RIBEIRO NASCIMENTO – Neste slide, há um pequeno histórico de como funcionou essa reforma. Os colegas que me antecederam já se debruçaram bastante nos detalhes da Emenda Constitucional nº 132/2023, da Lei Complementar nº 214/2025 e do Projeto de Lei Complementar nº 108/2024, que tinha previsão de ser votado ontem, mas foi retirado de pauta.

O comitê gestor vai ser responsável por fazer toda a regulamentação do IBS. Baseado nessa lei complementar que já está publicada e em todas essas regulamentações federais, o comitê vai estabelecer um regulamento único. Por meio desse regulamento, ele vai operacionalizar todo o processo de arrecadação e gestão desse recurso. Como o colega da Receita já antecipou, o Distrito Federal vai perder a competência de arrecadar diretamente o tributo – essa competência vai ficar com o comitê gestor. Então, esse comitê tem um papel muito importante na reforma tributária.

A gestão do recurso vai ser estabelecida em regulamentos. A lei complementar já estabeleceu alguns dos critérios que devem ser observados. Daí a importância da escolha dos membros que vão participar desse comitê. Cada estado e cada município poderá indicar seus membros. O comitê gestor carece de um olhar muito especial, principalmente por parte do controle social. Haverá representantes do Distrito Federal lá. Estávamos discutindo na consultoria se o Distrito Federal vai poder indicar 2 membros, por causa de suas competências estadual e municipal. Isso vai ser debatido e estabelecido, acredito, quando o comitê gestor começar a funcionar efetivamente.

O comitê também tem o papel de coordenar a fiscalização com os demais entes. Isso é muito importante. Como se viu na apresentação do Ricardo, a ideia de acabar com a guerra fiscal foi um dos pilares da reforma tributária. Para acabar com a guerra fiscal, é preciso estabelecer regras muito claras e haver uma coordenação de como vai funcionar a fiscalização por parte dos auditores fiscais. Embora a competência de legislar sobre a instituição e arrecadação tenha passado para a União, e a gestão caiba ao comitê, isso não retira dos auditores fiscais estaduais e municipais a capacidade de fiscalizar os elementos que envolvem a atividade tributária. O ponto principal é a existência de um órgão que vai promover – ou pelo menos tentar promover – um entendimento mínimo, em nível nacional, para diminuir o contencioso.

Outra atribuição do comitê é a uniformização de entendimentos. Esse é mais um passo para tentar minimizar, o máximo possível, a guerra fiscal. Hoje há 27 regulamentos de ICMS, uns muito diferentes dos outros – sem falar da legislação do ISS, em um país com mais de 5.000 municípios. A uniformização tende não a acabar, mas pelo menos a diminuir o contencioso.

Eu estava olhando um dado bem curioso. A média, nos países da OCDE, é de que cerca de 0,19% do PIB seja discutido em contencioso. Os senhores imaginem o significado desse percentual, em valores nominais. Dependendo do PIB, é um valor bem alto. No Brasil, o percentual é de 75%. O Brasil realmente tem uma carga de discussão de processos administrativos e judiciais gigantesca, justamente por causa dessa variação de legislações em que um estado entende de uma forma, e outro estado entende de outra. Além disso, houve a PEC do Comércio Eletrônico e o Difal. Isso trouxe mais dúvidas, mais questionamentos. Essa reforma não vai conseguir acabar com eles, mas os diminui bastante e tenta minimizar seu impacto.

Haverá um regulamento único e nacional para o IBS, com normas comuns para o IBS e a CBS. Como o colega da Receita falou, eles são irmãos gêmeos. A intenção clara desse regulamento único é estabelecer as mesmas regras de matriz de incidência para os 2. Será diferenciado somente o destinatário: no caso da CBS, o governo federal; no IBS, o comitê gestor do IBS. Isso traz uniformização e segurança.

Pode haver divergências: na CBS funcionar de uma forma, no IBS de outra. Vai haver uma câmara no comitê gestor para tentar padronizar as possíveis divergências no entendimento de um fato gerador ou de uma situação de retenção ou de compensação dos 2 tributos.

O colega da Receita distrital já explicou bastante a arrecadação e a distribuição dessa receita. Vamos ter a instituição de alíquotas bem progressivas, até chegarmos à alíquota de referência que vai ser estabelecida pelo Senado Federal. Ao mesmo tempo, quando o tributo começar a ser arrecadado, vamos tentar equalizar as perdas de arrecadação.

Eu estava conversando com o Ricardo sobre as realidades divergentes no país. Antes de estar na Câmara Legislativa, fui auditor de controle externo do Amazonas. Tive a oportunidade de ir a municípios tão isolados que, para chegar até eles, era preciso 1 hora de avião e 12 horas de barco. Eu ia até esses municípios para fazer auditorias. Os municípios praticamente sobreviviam de repasses de FPM. Retenções e equalização são muito importantes.

Quero trazer algo à reflexão dos senhores: é importante que o comitê gestor tenha representatividade, gestão e olhar sensível. É preciso sensibilidade para olhar, por exemplo, para o município de Ipixuna, no Amazonas, que tem o pior IDH do país – 0,14 – ou para o município de Amajari, em Roraima, onde trabalhei na Polícia Federal. O município é formado praticamente por 1 rua e 2 ruas paralelas que a cortam e tem uma população que precisa do recurso do FPM.

Toda a implementação progressiva, as retenções que vão sendo feitas e a distribuição equitativa com vistas a minimizar o impacto na sociedade têm que ser feitas com muita calma e muita cautela. Por isso, é tão longo o prazo de implementação e de adaptação das administrações tributárias, dos contribuintes e da indústria.

O contencioso do IBS vai ter, basicamente, a primeira e a segunda instâncias. Existe uma câmara intermediária na câmara nacional. Todos os órgãos são colegiados. É importante destacar isso. Na primeira instância, apenas servidores analisam o contencioso tributário. Na eventual segunda instância, representantes dos contribuintes participam da análise do recurso. Isso não enfraquece, naturalmente, nenhum fisco estadual e nenhuma competência dos estados. Na verdade, isso tende à centralização com a participação de todos os estados, para tentar chegar a uma uniformização e possibilitar menor discussão e entendimento padronizado.

O comitê gestor tem muitas competências. Confesso a vocês que, quando paramos para ler a lei, notamos que ela é muito complexa, com grande quantidade de competências e de atribuições. Contudo, ela tende a simplificar o caos tributário – expressão utilizada aqui – que existe no Brasil.

Há a padronização dos regimes especiais de fiscalização para aqueles contribuintes que oferecem maior dificuldade por causa de sonegação, que criam um mecanismo jurídico-contábil para tentarem se evadir da arrecadação. Vamos tentar padronizar os regimes especiais de fiscalização, via comitê gestor. É óbvio que vamos ter um pouco de dificuldade, pela natureza e pela grandeza do país, pelas diferenças nas regiões, nas culturas, nos consumos e nos padrões geográficos. Eu gosto sempre de citar o Amazonas como exemplo. É um estado muito específico e sui generis. O Pará também tem suas peculiaridades. Vemos que esses estados têm dificuldades, quando os comparamos com Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. No tocante à padronização, o comitê gestor vai ter que olhar, com bastante calma e atenção, as divergências e as diferenças.

Existe a avaliação quinquenal dos elementos que vão compor, por exemplo, a cesta básica. Os elementos da cesta básica vão ter alíquota zero e, a cada 5 anos, vão ser revistos, até porque as necessidades de consumo variam com o tempo. Naturalmente, precisamos rever a necessidade de incluir ou de retirar alimentos. Essa vai ser uma competência também do comitê gestor, que – serei enfático – será o órgão responsável por operacionalizar a reforma, colocá-la em prática, buscar a efetividade e alcançar os pilares da reforma tributária, que é o que o Congresso Nacional busca consolidar.

O conselho superior será formado por 27 membros dos estados e 27 dos municípios. As decisões serão tomadas por maioria qualificada. Buscaremos respeitar as peculiaridades e necessidades de cada um desses entes, principalmente no que diz respeito à distribuição de recursos, fiscalização e padronização.

A presidência desse conselho superior será alternada entre estados e municípios, para garantir uma participação mais democrática e mais equalitária.

A instalação do comitê gestor já começou a ser operacionalizada. A União tem uma previsão de gasto de pouco menos de R$4 bilhões. Os estados contribuirão, não diretamente, mas via arrecadação do IBS, até 0,2% do IBS arrecadado. Cada estado terá seu limite de contribuição de 0,2% da parte que lhe cabe.

A aprovação desse orçamento será feita pelo Poder Legislativo. Aqui entramos nós, a Câmara Legislativa, os representantes e parlamentares do Poder Legislativo distrital, que se debruçarão sobre esse valor.

Portanto, a participação do Poder Legislativo é muito importante. A reforma não busca retirar dos legislativos estaduais e municipais a competência de controle externo da administração pública, da fiscalização contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial. O Poder Legislativo continua tendo relevância e importância na fiscalização. Os tribunais de contas também terão papel fundamental, já que os recursos geridos pelo comitê gestor serão fiscalizados por cada ente, via tribunal de contas e Poder Legislativo.

Eu estava conversando com um colega do Senado Federal. Eu estava no Tribunal de Contas da Amazônia. Discutíamos como funcionaria, quais mecanismos seriam instituídos para fiscalizar um volume de recursos bastante considerável. Embora 0,2% seja um valor baixo em termos percentuais, em valores nominais é bastante alto.

Sobre os impactos para o Distrito Federal, reforço o que os colegas – especialmente o nobre colega da Receita Federal – mencionaram sobre a natureza do Distrito Federal ser um pouco diferente, pois ele tem competências estaduais e municipais. O ISS e o ICMS serão absorvidos pelo novo tributo, o que requer muito estudo. Com certeza, o pessoal da Receita Federal está se debruçando sobre isso há bastante tempo, para tentar chegar à melhor alíquota possível, considerando a futura alíquota de referência que será estabelecida.

A integração do fisco com o comitê gestor será essencial para acesso aos dados de arrecadação e fiscalização. Cada estado e município terá sua própria fiscalização, mas ela poderá ser coordenada pelo comitê gestor.

Há também a convivência entre o processo administrativo fiscal no Distrito Federal e o contencioso do IBS. O Distrito Federal, em tese, perderá o ISS e o ICMS, mas continuará gerindo e arrecadando tributos como o ITCD, o ITBI e o IPTU, por meio da Secretaria de Economia. Isso exigirá a convivência de 2 processos distintos: a manutenção do processo atual no Distrito Federal e a adoção do contencioso do IBS no comitê gestor.

Conversamos também sobre a questão judicial. Está sendo construída uma PEC para a criação de um órgão judiciário responsável por analisar os processos judiciais relacionados ao IBS. Essa minuta foi elaborada pelo CNJ. Já há previsão da criação de um órgão nacional de contencioso judiciário, com integrantes estaduais e federais do Poder Judiciário. Isso também está sendo discutido para que consigamos harmonizar toda essa legislação nova com a legislação vigente no Distrito Federal.

Há um questionamento que levantamos lá na consultoria. Há tanta participação do Poder Executivo, participação dos servidores que atuam na fiscalização – os auditores fiscais, os procuradores do Estado –, e ficamos nos perguntando: onde fica a participação do Poder Legislativo nesses órgãos tão importantes? Como o Poder Legislativo, cujos membros são os representantes constitucionais do povo, pode participar? Poderia ser diretamente, por exemplo, no comitê gestor – na composição ou na de indicação de membros?

Esse foi um questionamento que fizemos, e fica a questão a ser respondida, talvez pelo colega do Senado. Como as assembleias legislativas, as câmaras municipais que forem participar podem atuar de forma mais efetiva? Elas poderiam atuar não apenas no controle legislativo, no controle externo, mas também, por exemplo, na indicação de membros do Estado ou ao menos na realização de sabatinas desses membros, na aprovação desses nomes para o conselho.

Então, é isso, senhor presidente. Quero agradecer a oportunidade imensamente. Para mim, é uma honra gigante estar no Poder Legislativo distrital, poder contribuir um pouco para o debate com colegas de altíssimo nível e conhecimento.

Agradeço, mais uma vez, aos meus colegas da Consultoria Legislativa, que são pessoas maravilhosas, sempre dispostas a ajudar. Construímos essa apresentação juntos. Eu fiquei responsável por vir aqui falar, mas foi a Consultoria Legislativa que fez esse trabalho. Muito obrigado. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Vinícius.

Vamos abrir inscrições para 5 falas da plenária. Também falarão a deputada Paula Belmonte e deputada federal Erika Kokay.

Quero pedir ao companheiro deputado Gabriel Magno que anuncie as presenças catalogadas. Já há 1 inscrito, restam 4 vagas.

DEPUTADO GABRIEL MAGNO (PT) – Quero, mais uma vez, agradecer a todos que se manifestaram. Registro a presença das seguintes pessoas: Diones Cerqueira, assessor econômico da Fibra; a nossa querida Maria Isabel, presidenta do Sindiserviços-DF; Pedro Henrique, auditor fiscal da Receita do DF; Alan Germano, presidente do sindicato dos trabalhadores em autoescolas; Eduardo Dias, técnico do Sindfaz; Leonardo Sá dos Santos, auditor fiscal da Receita do DF; Fernando, Caio e Jean, dirigentes do Sindicato dos Professores.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Obrigado. Há mais um companheiro se inscrevendo. Restam 3 vagas.

Concedo a palavra a Rubens Roriz, auditor fiscal do DF e vice-presidente da Febrafite. Você dispõe de 5 minutos.

RUBENS RORIZ – Quero saudar, inicialmente, o nosso presidente da comissão, deputado Chico Vigilante. Também quero saudar a nossa deputada Paula Belmonte e a nossa deputada federal Erika Kokay.

Acho que tudo já foi dito aqui, mas, inicialmente, quero fazer coro com a voz do deputado Chico Vigilante, quando ele fala da importância de haver a participação popular para compreender o novo mundo que está sendo criado com o IBS e com a CBS.

A reforma tributária é um mundo completamente diferente do que existe hoje com ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI. Ele é totalmente diferente! É um novo mundo. Haverá um imposto sobre valor agregado que já existe em 173 países. O Brasil é o último da América Latina a adotar esse sistema, que já existe na Argentina, no Uruguai, no Paraguai, na Bolívia, no Peru, em todos os países. Só no Brasil é que não existe.

Agora nós estamos chegando exatamente com a possibilidade de termos essa reforma, que é um novo mundo. E, sobre o Distrito Federal, eu faço coro com o Eduardo, que já trouxe a questão de que o DF vai ganhar, obviamente, do ponto de vista arrecadatório, por conta dos seus mais de 3 milhões de consumidores.

O princípio básico, o pilar da reforma tributária é exatamente o princípio do destino, porque, até agora, o ICMS faz uma devolução ao contrário. Quando você vai a São Paulo e compra um bem, você deixa o ICMS lá para São Paulo, sendo que você mora em Brasília, vive em Brasília, usa serviços de Brasília. Não há sentido nisso. O princípio do destino é um princípio tributário importante, de justiça das finanças públicas.

Na minha participação aqui, eu quero apenas parabenizá-lo, deputado Chico Vigilante, pela sua iniciativa. Que isso ocorra muitas vezes mais na Câmara Legislativa para divulgarmos, como princípio de educação fiscal, de cidadania fiscal, esse novo mundo que se chama reforma tributária.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Concedo a palavra ao Leonardo Sá dos Santos, auditor fiscal da Secretaria de Economia do Distrito Federal.

LEONARDO SÁ DOS SANTOS – Boa tarde a todos. Cumprimento o deputado Chico Vigilante pela excelente ideia de debater esse tema. É um assunto delicado para os técnicos que estão participando desse processo. É uma revolução no país. Há muitas coisas ainda a serem feitas, há muito trabalho a ser feito e, nesse debate entre Legislativo, Executivo e sociedade, eu acho que todos saem ganhando. Então, parabéns pela iniciativa ao senhor e a todos os deputados presentes.

A pergunta que eu faço é para o colega Ricardo, assessor do senador Eduardo Braga.

O Distrito Federal tem uma característica de representação fazendária que tanto estados quanto municípios têm dificuldade de entender. Por exemplo, nos fóruns de que participamos representando o Distrito Federal como estado, eles perguntam: “Vocês são estado ou município?” E, de outro lado, quando estamos participando dos fóruns em que o Distrito Federal é representado como município, os colegas também têm certa dificuldade para entender. Eles perguntam: “Mas vocês são mais estado ou município?” Já tivemos vários embates agressivos em relação a isso porque há uma certa desconfiança dos 2 lados.

Até houve uma oportunidade em que tivemos que defender com unhas e dentes essa posição do Distrito Federal. Isso acontece porque, com todo respeito aos estados e aos municípios, o Distrito Federal tem essa competência dupla de tributação não pela benesse de nenhum secretário de fazenda de outro estado ou de algum município. Quem nos deu essa competência, e deu de forma acertada, foi a Constituição federal.

Vários colegas acham que o Distrito Federal é o primo rico da Federação, mas eles não têm noção da realidade daqui. Nós temos, por exemplo, o Sol Nascente, que, segundo um comentário que escutei, é uma das maiores favelas horizontais do país, e fica dentro do Distrito Federal. Nós temos o Entorno, que é do estado de Goiás, mas sempre há aquela dificuldade: “É DF? Está no Entorno do DF? Então, usa dos serviços públicos do DF? Isso sobrecarrega os serviços públicos que o DF oferece para a sociedade?” Enfim, fica difícil fazer essa delimitação. Então, é justo que o DF tenha essa competência dupla. É justo, pelos desafios que tem que enfrentar.

No Comitê Gestor do IBS, que será o grande centro de decisões a respeito desse imposto, já está definido que todo estado terá uma cadeira. São 27. Quanto à questão municipal, o que aconteceu? No Projeto de Lei Complementar nº 68, que deu origem à Lei Complementar nº 214, tentaram tirar a possibilidade de o DF ser eleito como município. Conseguimos retirar isso. Conversamos com o deputado federal Hauly, que entendeu a questão.

O Distrito Federal não é nem estado nem município. Todos os convênios do Confaz de que participamos utilizam a expressão “os estados e o Distrito Federal”. Isso foi consensuado, por quê? Porque o DF não é um estado, o DF é um distrito. Ele é estado e é município.

O Projeto de Lei Complementar nº 108, no seu art. 8º, § 9º, retira a possibilidade de o Distrito Federal ser eleito como município. Os critérios de eleição são extremamente favoráveis à eleição do Distrito Federal como ocupante de uma cadeira municipal; contudo, o DF pode ser eleito, mas não pode votar. Isso é uma discriminação que nós do Distrito Federal não conseguimos entender.

A esse respeito, faço um apelo à Câmara Legislativa e até recorro à sensibilidade do senador Eduardo Braga. Uma emenda supressiva foi apresentada no Senado para que essa aberração jurídica fosse retirada do projeto. Infelizmente, ela continua lá. O nosso pleito é no sentido de sensibilizar o senador, aproveitando a presença dele aqui, expondo essa realidade. Se o senador enxergar o Distrito Federal ou como estado ou como município, ele vai cair na confusão – como todos os outros caem.

O Distrito Federal é estado e é município por causa da Constituição. Não se trata de uma benesse jurídica dada por qualquer ente da Federação. Estão tentando tirar isso de nós. Se isso acontecer, haverá consequências no futuro. Por exemplo, o Distrito Federal como ente municipal, pelo critério de eleição, dificilmente será eleito. Por que tirar isso de nós? Por que essa discriminação com o Distrito Federal quanto à questão municipal, se nós somos ente municipal?

Eu queria fazer esse breve histórico porque considero que essa resposta deve estar muito clara para a sociedade do Distrito Federal. Estamos passando por um processo gigantesco de reformulação da Federação. Essa é uma afronta direta a nós. A nossa sugestão, se isso prosperar no projeto, será constitucionalizar a questão. Trata-se de uma discriminação a qual não conseguimos entender.

É isso.

Desejo a todos uma boa tarde. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Leonardo, precisamos dizer para esse pessoal que o Distrito Federal é o único lugar onde estão os tribunais superiores. É também aqui, no Distrito Federal, que estão mais de 100 representações diplomáticas. Em nenhum outro estado há isso.

As pessoas pensam que somos gastadores, perdulários. Precisamos manifestar a nossa responsabilidade.

Concedo a palavra ao Ricardo Alan Barros Assunção.

RICARDO ALAN BARROS ASSUNÇÃO – Doutor Leonardo, obrigado pela pergunta.

Primeiro quero esclarecer que não sou assessor do senador Eduardo Braga, estou assessorando o senador Eduardo Braga. Sou assessor dos 81 senadores. Sou um servidor de carreira da Consultoria Legislativa do Senado Federal, um congênere do meu amigo Vinícius. Na Consultoria Legislativa, presto assessoria aos 81 senadores.

Eu estou há 2 anos e meio assessorando o senador Eduardo Braga em todo esse processo, desde a PEC, passando pelo PLP nº 68 e chegando ao PLP nº 108. Nós apresentamos nossas posições técnicas, mas muitos desses elementos, dessas discussões, têm fortes conotações políticas.

Nesse ponto específico, em relação ao voto do Distrito Federal, o projeto veio do Executivo dessa forma. Ele foi enviado pelo Executivo e construído no âmbito do PAT-RTC, o Programa de Assessoramento Técnico à Implementação da Reforma da Tributação sobre o Consumo, composto por auditores fiscais e procuradores de todos os estados e municípios e da União. Foi um processo construído a várias mãos. Envolvendo todos os entes federativos, ele foi enviado à Câmara dos Deputados dessa forma. Aprovado dessa forma, posteriormente, foi encaminhado ao Senado Federal. Então, há um forte componente político nessa construção.

Como já alertei, infelizmente, o cenário do federalismo atual é o de um federalismo fratricida. Nós vemos estados disputando com estados e estados disputando com municípios. A nossa esperança é que o Comitê Gestor do IBS seja um ambiente capaz de propiciar uma maior harmonia entre os entes federativos. Lá teremos 27 representantes dos estados e 27 representantes dos municípios, que precisarão dialogar; caso contrário, acabarão sendo engolidos por outros interesses, seja da União ou de quem quer que participe desse processo.

Na minha experiência, doutor Leonardo, estados e municípios têm conseguido dialogar. Nós, desde abril, temos realizado reuniões técnicas, em que estamos discutindo o PLP nº 108 com representantes de estados, de municípios, da Receita Federal e da Sert. Temos, portanto, desenvolvido uma discussão ampla e técnica sobre o tema.

Do ponto de vista técnico, como o senhor mencionou, doutor Leonardo, o Distrito Federal é um ente diferente dos estados e dos municípios. Você tem razão nisso. O que a Constituição fala? Em uma interpretação literal, quando a Constituição fala em deliberação do conjunto dos municípios, ela traz “deliberação do conjunto dos Municípios e do Distrito Federal”. No entanto, ao tratar da representação, ela menciona apenas “conjunto dos Municípios”, sem referência ao Distrito Federal. Assim, tecnicamente, por essa leitura literal, há espaço para o que está previsto no PLP nº 108. É claro, existe um componente político aí.

O projeto chegou dessa forma, e ontem encerrou-se o prazo de emendas ao PLP nº 108. Eu não verifiquei se a emenda apresentada para suprimir o § 9º do art. 8º foi reapresentada em plenário para manter essa discussão. Então, sim, essa é uma questão política relevante e que tem esse componente técnico.

Da minha parte, expresso a minha opinião do ponto de vista técnico-jurídico.

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, Ricardo.

Concedo a palavra à deputada Paula Belmonte.

DEPUTADA PAULA BELMONTE (CIDADANIA) – Boa tarde a todos. Que Deus nos abençoe.

Quero registrar meus parabéns ao deputado Chico Vigilante, presidente desta sessão, pela importância do encontro e pelo alto nível do debate.

Nós, na Câmara Legislativa, precisamos demonstrar responsabilidade. Como destacou o Leonardo – e achei sua fala muito pertinente –, o Distrito Federal acaba sendo um ente meio dependente da boa vontade do Congresso Nacional.

Temos poucos representantes – 8 deputados federais e 3 senadores –, como os demais estados; em termos proporcionais, nossa voz se torna pequena diante dos 513 deputados. Essa é uma preocupação constante.

Participei, como deputada federal, de 3 discussões sobre a reforma tributária. Considero que se trata de um avanço para o nosso país. Como já foi dito, fomos o último país a realizar essa mudança legislativa. Há uma questão jurídica – o Vinícius falou disso muito bem. Atualmente, há um contencioso muito grande, o que traz morosidade ao desenvolvimento do país.

A reforma é um ganho muito grande, mas, especificamente com relação à situação do Distrito Federal, eu me preocupo. Eu até conversei com o doutor Anderson: “Doutor Anderson, o senhor vê uma perspectiva de o DF arrecadar mais com a mudança para o destino?” Nesse primeiro momento, eu acredito que sim; mas eu tenho uma preocupação muito grande com o Distrito Federal, não a curto prazo, mas a longo prazo. O DF está crescendo, graças a Deus, mas ainda tem uma dependência muito grande do Fundo Constitucional. Como fazer para que a comunidade do Distrito Federal não dependa só da União? Essa é uma pergunta.

Atualmente, o DF, como o senhor disse, tem uma forte carga de serviços. Isso terá um impacto direto nos aluguéis, na construção civil e em diversos outros serviços, já que a base orçamentária do Distrito Federal é o setor de serviços. Como conseguir ter desenvolvimento? Nós ficaremos apenas à mercê da arrecadação sobre o consumo? O que nós estamos efetivamente desenvolvendo e gerando de empregos para o Distrito Federal?

Eu acho que essa discussão é fundamental. É neste espaço, com a participação de todos – como a Fibra, na pessoa do Jamal –, que precisamos entender que o Distrito Federal tem que se desenvolver a médio e longo prazo, de forma a fortalecer a arrecadação e conquistar maior autonomia financeira.

Eu participei de várias discussões no Congresso Nacional, e a deputada federal Erika Kokay acompanha isso. O tempo todo, questiona-se o Fundo Constitucional. Hoje, não há a garantia de que ele vai ser perene. Como essa reforma impactará exatamente a população, conforme foi dito pelo Leonardo? Eu não canso de ver como Brasília é linda, mas o Plano Piloto não é a realidade das regiões administrativas. Nós estamos falando de 198 mil famílias cadastradas na Sedes, Secretaria de Desenvolvimento Social, que dependem de alguma assistência social. Como nós estamos promovendo o desenvolvimento desta cidade para que ela alcance autonomia financeira?

Quando nós viemos para cá, 65 anos atrás, viemos com o propósito de impulsionar o desenvolvimento econômico desta região. A princípio, eu tinha a bandeira de tornar o DF um hub logístico. A reforma tributária, quanto à adoção do critério de destino, acaba inviabilizando esse sonho de logística.

Como vamos promover o desenvolvimento desta cidade para que ela alcance a autonomia financeira? Para mim, essa é uma discussão muito profunda, de natureza técnica. Nós precisamos fazê-la mais vezes, deputado, para envolver a sociedade e conscientizá-la de que precisamos defender o Distrito Federal. O que acontece, como falado pelo Ricardo, é que a Constituição diz literalmente “municípios e o Distrito Federal”. Isso não nos coloca no lugar de município, mas as nossas obrigações são de municípios e de estados.

Enfatizo, nesta discussão, a responsabilidade de pensarmos – não apenas a curto prazo, mas também a longo prazo – que futuro queremos para o Distrito Federal. Atualmente, somos 3 milhões de habitantes, mas há empregos para esses 3 milhões? Não há. Como vamos gerar desenvolvimento econômico?

Este é, então, o início de um grande debate, deputado Chico Vigilante. Conte conosco para fazermos mais debates e chamarmos mais a população, porque isso, com certeza, terá um impacto direto.

Deixe-me fazer um elogio ao senhor. Eu estou muito feliz de ver o Vinícius falando em nome da Câmara Legislativa. Esse é um reconhecimento deste parlamento. Parabéns ao senhor por trazer a sua equipe técnica. Este parlamento trabalha muito. É fundamental nós valorizarmos, cada vez mais, o trabalho dos deputados. Junto a nós, existe uma consultoria altamente capacitada.

Parabéns ao Ricardo e todos as presentes. Espero que tenhamos esse debate cada vez mais profundo e comprometido com a nossa cidade.

Muito grata, presidente. (Palmas.)

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Muito obrigado, deputada Paula Belmonte. É um prazer enorme ter a senhora nesta comissão geral.

Concedo a palavra à deputada federal Erika Kokay.

ERIKA KOKAY – Saúdo o deputado Chico Vigilante, a deputada Paula Belmonte, o deputado Gabriel Magno, os componentes da mesa e os demais que estão aqui conosco.

Eu acho que essa é uma discussão extremamente oportuna, para que nós possamos discutir o impacto da reforma tributária na vida do Distrito Federal.

A reforma tributária está em curso e precisa ainda definir uma série de aspectos, mas ela é um avanço que possibilita uma simplificação muito grande da política tributária e da arrecadação. Ela possibilita também que haja regras mais uniformes para que não persista a fragmentação de legislações que têm provocado o que se chama de guerra fiscal.

Há na matéria patamares muito importantes. Depois de muitas décadas de discussão, nós temos agora uma proposta de reforma tributária.

Penso que a política tributária expressa, de certa forma, qual o projeto que há para o país. Se uma política tributária é uma política regressiva, ela vai perpetuar uma série de desigualdades. Portanto, é importante que discutamos uma política tributária que faça com que tenhamos um país com oportunidades mais iguais.

Eu sempre digo que deveríamos ter uma política tributária – nesse sentido, a reforma tributária é um instrumento para isso – que fosse pautada em 3 letras s: o s do saudável, o s da sustentabilidade e o s da solidariedade.

A partir daí, nós temos os impostos seletivos. O Imposto Seletivo por si só não aplaca todas as polêmicas, porque na medida em que determinados produtos não entram no Imposto Seletivo, permanecem as visões diferenciadas do que seria uma política tributária que representa uma possibilidade de arrecadação. A política tributária tem de seguir a lógica de desenvolver um país mais igualitário. Essa lógica também tem que ser pedagógica, pois há uma pedagogia nos impostos seletivos. Essa foi a discussão que fizemos com relação à isenção de impostos dos itens da cesta básica, que deveria ter sido acompanhada pelo conjunto das unidades da Federação.

A outra discussão diz respeito ao que é fundamental ou existe na cesta básica, porque, em grande medida, o Imposto Seletivo visa criar práticas e hábitos mais saudáveis que abarquem o conjunto da população. De acordo com a composição da cesta básica, isso pode ser ferido. Portanto, é importante que tenhamos a isenção de impostos para a cesta básica.

Houve uma discussão na Câmara dos Deputados, de forma muito intensa, para incluir a carne na isenção de impostos. Isso aconteceu, mas qual é o tamanho, qual é a dimensão de uma política tributária? Ela significa arrecadação, mas ela também vai expressar qual o nosso modelo de país e quais são as linhas que traçam as políticas de desenvolvimento social, particularmente econômico, dentro do país. Com isso, ela tem um aspecto cultural pedagógico e cultural muito intenso para que trabalhemos com mudanças de hábitos que irão se expressar em várias outras políticas públicas que vêm por meio do imposto seletivo e de outras ações da reforma tributária.

É preciso que também trabalhemos com a política de isenção fiscal. Essa é uma outra discussão. A política de isenção fiscal não pode ser um fim em si mesma. Ela tem que ser um instrumento para que estimulemos geração de emprego ou desenvolvimento de áreas econômicas para o desenvolvimento nacional. Quando não há uma contrapartida e não há uma isenção fiscal que esteja relacionada a um objetivo que funcione como instrumento ou como meio, essa isenção se torna uma política ensimesmada, que não traz retorno para o conjunto da sociedade.

Agora estamos diante de outra discussão, a que diz respeito a fazer uma política tributária que possa atingir os super-ricos deste país, que sempre foram blindados. É preciso ver como se pode retomar o imposto sobre lucros e dividendos, que funcionam de forma absolutamente atentatória à necessidade de um país mais justo e mais igualitário. Essa é uma discussão que vai perpassar esta legislatura no Senado Federal e, de forma mais intensa, na Câmara dos Deputados. Como se constrói uma política tributária? Que rendas se devem taxar? Como trabalharmos com a política tributária, não apenas do consumo, mas também da renda, para que possamos, a partir daí, construir um país mais justo e mais igualitário?

Por fim, penso que a deputada Paula Belmonte tem razão. É preciso criar um projeto de desenvolvimento para o Distrito Federal. Eu tive a oportunidade de conhecer um pouco da experiência do Japão e da China. Ambas têm conotações diferenciadas, mas apresentam um nível de planejamento muito intenso. No Distrito Federal, há ausência de planejamento voltado para um projeto de desenvolvimento local, considerando inclusive as especificidades das regiões administrativas. Qual é a vocação econômica do Distrito Federal? Que vocação econômica temos para uma política de desenvolvimento industrial e econômico em grande escala? Quais são as vocações das regiões administrativas, que possuem perfis próprios e podem, a partir deles, estabelecer seus projetos de desenvolvimento?

Falo do Japão porque lá há muito planejamento. Uma empresa que queira se instalar não vai se instalar onde quiser, mas onde pode contribuir com o desenvolvimento daquela região. A partir disso, mede-se a capacidade de infraestrutura das localidades. Como fazer diagnósticos das nossas regiões administrativas? A partir do diagnóstico do ponto de vista da infraestrutura, do ponto de vista das pessoas que ali vivem, das pessoas com capacitação adequada para serem inseridas no mercado de trabalho, é possível construir o desenvolvimento das vocações. Aí, sim, justifica-se ter políticas, inclusive políticas tributárias, para que os segmentos que representarão geração de emprego e desenvolvimento econômico no Distrito Federal possam ser contemplados dentro de uma lógica de planejamento.

Então, é preciso planejar o desenvolvimento do Distrito Federal para que possamos ter um desenvolvimento industrial. É óbvio que estamos falando de um desenvolvimento industrial que seja sustentável e não seja poluente. Temos condições de realizar um grande processo. Aqui já se pensou em cidades digitais, e há estrutura para isso, inclusive por ser a capital da República. Uma cidade digital exige certas estruturas; aqui há órgãos do sistema financeiro, como o Banco do Brasil, e de outras áreas como o Serpro, a Dataprev, entre outros.

Acho que esses são desafios que estão postos para que nós possamos fazer com que o Distrito Federal tenha autonomia de desenvolvimento. Nossa economia é muito baseada no consumo e em serviços. No Brasil inteiro, o setor de serviços tem um peso muito grande; localmente, houve um decréscimo da política industrial, que já representou muito mais, em termos de percentual, no nosso desenvolvimento econômico. Precisamos pensar estrategicamente o Distrito Federal. Nós entendemos a situação, por isso lutamos sempre – e continuaremos lutando – pela manutenção do Fundo Constitucional e das regras de reajuste dele. Eu não diria que ele corre ou não corre risco; mas, quanto às regras de reajuste, nós enfrentamos, num período muito curto, 2 tentativas de modificá-las – seja tentando compará-las com a inflação ou enquadrá-las no arcabouço fiscal. O DF acabou ficando de fora do arcabouço fiscal.

São discussões que precisamos fazer de forma muito intensa para que possamos, enfim, ter para o Distrito Federal um projeto de desenvolvimento que gere emprego e que gere renda.

Do ponto de vista da reforma tributária, destaco a unificação dos impostos. Deputado Chico Vigilante, penso que a unificação dos impostos dará mais visibilidade, segurança jurídica, uniformidade. Ao mesmo tempo, ao se trabalhar com a gradatividade, ela se torna um elemento importante também para que possamos, a partir daí, fazer crescer o Distrito Federal.

Sobre a discussão de o Distrito Federal ser incluído também, acho que deveríamos trabalhar nessa perspectiva. Não sei como essa discussão vai avançar, se ela volta para a Câmara, mas temos que tentar garantir que tenhamos a discussão sobre o Distrito Federal, que assume funções de estado e de município. Que essas funções não sejam parcializadas ou exercidas e vistas apenas sob determinado aspecto.

Parabéns, deputado Chico Vigilante, deputado Gabriel Magno, deputada Paula Belmonte e todas as pessoas que estiveram aqui, pela discussão que fizemos hoje. Penso que ela deve ter desdobramentos. (Palmas.)

PRESIDENTE DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT) – Pessoal, antes de encerrar, quero aproveitar, mais uma vez, para convidar todas e todos que estão assistindo a nós para uma importante comissão geral no dia 1º de outubro, quarta-feira, às 15 horas, aqui no plenário da Câmara Legislativa, com a presença do ministro Rui Costa, chefe da Casa Civil do governo do presidente Lula. Ele virá à Câmara Legislativa para explicar o novo PAC e as ações do governo federal para o Distrito Federal.

Quero agradecer aos servidores do meu gabinete, do gabinete do deputado Ricardo Vale e do gabinete do deputado Gabriel Magno.

Agradeço ao pessoal do Cerimonial – Diego e Sara –, ao pessoal da Polícia Legislativa da Câmara Legislativa, ao pessoal do apoio ao plenário e do audiovisual, aos meus companheiros da TV Câmara – que tanto trabalham para levar a imagem da nossa casa –, às companheiras da Copa – a Sarinha e a nossa outra companheira, Rose, que nos serve com tanto carinho; são um verdadeiro amor essas meninas – e ao pessoal da equipe da limpeza – são muitos, portanto não vou citar os nomes, porque é muita gente, e eu poderia esquecer alguém e eu não quero cometer esse pecado. Agradeço aos brigadistas, aos vigilantes, a todos que nos apoiaram e a todos os demais que estão aqui.

Agradeço especialmente ao companheiro Willemann, que foi o idealizador desta comissão geral. O Willemann foi quem me trouxe a ideia da realização da comissão e me perguntou se eu topava. Eu falei: “Eu acho excelente!” Ele se empenhou bastante para que ela acontecesse.

Portanto, agradeço às autoridades e aos demais convidados que honraram a Câmara Legislativa do Distrito Federal com suas presenças.

Como não há mais assunto a tratar, declaro encerrada a presente comissão geral, bem como a sessão ordinária que lhe deu origem.

 

Observação: nas notas taquigráficas, os nomes próprios ausentes de sites governamentais oficiais são reproduzidos conforme informados pelos organizadores dos eventos.

Todos os discursos são registrados sem a revisão dos oradores, exceto quando indicado, nos termos do Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

 

Siglas com ocorrência neste evento:

 

AAFIT – Associação dos Auditores Tributários do Distrito Federal

CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços

CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

CNI – Confederação Nacional da Indústria

CNJ – Conselho Nacional de Justiça

Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social

Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária

Dataprev – Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência

Difal – Diferencial de Alíquota do ICMS

Febrafite – Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais

Fecomércio-DF – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal

Fibra – Federação das Indústrias do Distrito Federal

FPE – Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal

FPM – Fundo de Participação dos Municípios

IBS – Imposto sobre Bens e Serviços

ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação

IDH – Índice de Desenvolvimento Humano

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados

IPTU – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana

IS – Imposto Seletivo

ISS – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

ITBI – Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis

ITCD – Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos

OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico

PAC – Programa de Aceleração do Crescimento

PAT-RTC – Programa de Assessoramento Técnico à Implementação da Reforma da Tributação sobre o Consumo

PEC – Proposta de Emenda à Constituição

PIB – Produto Interno Bruto

PIS – Programa de Integração Social

PLP – Projeto de Lei Complementar

Refis – Programa de Recuperação Fiscal

Sedes – Secretaria de Desenvolvimento Social

Serpro – Serviço Federal de Processamento de Dados

Sert – Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária

Sindfaz – Sindicato da Carreira Gestão Fazendária do DF

Sindiserviços-DF – Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário, Prestação e Serviços Terceirizáveis no Distrito Federal

 

As proposições constantes da presente ata circunstanciada podem ser consultadas no portal da CLDF.


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Documento assinado eletronicamente por MIRIAM DE JESUS LOPES AMARAL - Matr. 13516, Chefe do Setor de Registro e Redação Legislativa, em 29/09/2025, às 12:41, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ata de Sessão Plenária    3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA ATA CIRCUNSTANCIADA DA 82ª SESSÃO ORDINÁRIA, TRANSFORMADA EM COMISSÃO GERAL PARA DEBATER OS REFLEXOS DA REFORMA TRIBUTÁRIA NA ARRECADAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL, DE 25 DE SETEMBRO DE 2025. INÍCIO ÀS 15H02 TÉRMINO ÀS 18H09   P...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Extraordinária 23a/2025

image

Lista de Presença


30/09/2025 20:03:55


23ª Sessão Extraordinária da 3ª Sessão Legislativa da 9ª Legislatura

image

Dia: 30/09/2025 19:00 Local: PLENÁRIO

Início: 19:33 Término: 20:01 Total Presentes: 21


image

Presentes


ROOSEVELT (PL)

JOÃO CARDOSO (AVANTE) RICARDO VALE (PT)

PAULA BELMONTE (CIDADANIA)

9/30/25, 7:33PM

9/30/25, 7:33PM

9/30/25, 7:33PM

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria Login Biometria Login Biometria

Login Biometria

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

FÁBIO FELIX (PSOL)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

IOLANDO (MDB)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

HERMETO (MDB)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

PEPA (PP)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

DOUTORA JANE (REPUBLICANOS)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

WELLINGTON LUIZ (MDB)

9/30/25, 7:33PM

Login Código

JAQUELINE SILVA (MDB)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

DAYSE AMARILIO (PSB)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

JORGE VIANNA (PSD)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

THIAGO MANZONI (PL)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

GABRIEL MAGNO (PT)

9/30/25, 7:33PM

Login Biometria

CHICO VIGILANTE (PT)

9/30/25, 7:34PM

Login Biometria

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)

9/30/25, 7:34PM

Login Biometria

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

9/30/25, 7:34PM

Login Biometria

MAX MACIEL (PSOL)

9/30/25, 7:37PM

Login Biometria



ROBÉRIO NEGREIROS (PSD) ROGERIO MORRO DA CRUZ (PRD)

Ausências


Justificativas

DANIEL DONIZET : Licenciado conforme AMD n° 201/2025.


image

Página 1 de 1

... Lista de Presença 30/09/2025 20:03:55 23ª Sessão Extraordinária da 3ª Sessão Legislativa da 9ª Legislatura Dia: 30/09/2025 19:00 Local: PLENÁRIO Início: 19:33 Término: 20:01 Total Presentes: 21 Presentes ROOSEVELT (PL)JOÃO CARDOSO (AVANTE) RICARDO VALE (PT)PAULA BELMONTE (CIDADANIA)9/30/25, ...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Extraordinária 23b/2025


Turno:


2º Turno

PL 1921/2025 - 2º Turno


Início: 30/09/2025 19:35

Modo: Nominal

AUTORIA: PODER EXECUTIVO

Término: 30/09/2025 19:36


EMENTA: Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 80.684.595,00.


image


Parlamentar

Voto

Hora

CHICO VIGILANTE (PT)

Não

19:36:07

DAYSE AMARILIO (PSB)

Não

19:36:21

DOUTORA JANE (REPUBLICANOS)

Sim

19:36:07

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

Sim

19:35:55

FÁBIO FELIX (PSOL)

Não

19:36:27

GABRIEL MAGNO (PT)

Não

19:36:15

HERMETO (MDB)

Sim

19:36:04

IOLANDO (MDB)

Sim

19:36:13

JAQUELINE SILVA (MDB)

Sim

19:36:03

JOÃO CARDOSO (AVANTE)

Sim

19:36:16

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)

Sim

19:36:24

JORGE VIANNA (PSD)

Sim

19:36:13

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

Sim

19:36:11

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)

Sim

19:36:09

PAULA BELMONTE (CIDADANIA)

Sim

19:36:47

PEPA (PP)

Sim

19:36:00

RICARDO VALE (PT)

Não

19:36:24

ROOSEVELT (PL)

Sim

19:36:35

THIAGO MANZONI (PL)

Sim

19:36:34

WELLINGTON LUIZ (MDB)

Sim

19:36:12


Totais:

Sim: 15

Não:

5

Resultado:

APROVADO



image


Turno:


2º Turno

PLC 82/2025 - 2º Turno


Início: 30/09/2025 19:54

Modo: Nominal

AUTORIA: Poder Executivo

Término: 30/09/2025 19:56


EMENTA: "Altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que "institui o regime de previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal"; e altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual "reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal - RPPS/DF e dá outras providências", e dá outras providências."



image


Parlamentar

Voto

Hora

CHICO VIGILANTE (PT)

Não

19:54:59

DAYSE AMARILIO (PSB)

Não

19:55:05

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

Sim

19:55:18

FÁBIO FELIX (PSOL)

Não

19:55:05

GABRIEL MAGNO (PT)

Não

19:55:00

HERMETO (MDB)

Sim

19:54:58

IOLANDO (MDB)

Sim

19:55:20

JAQUELINE SILVA (MDB)

Sim

19:55:01

JOÃO CARDOSO (AVANTE)

Sim

19:55:17

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)

Sim

19:55:06

JORGE VIANNA (PSD)

Sim

19:55:15

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

Sim

19:55:25

MAX MACIEL (PSOL)

Não

19:55:12

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)

Sim

19:55:07

PEPA (PP)

Sim

19:55:08

RICARDO VALE (PT)

Não

19:55:15

ROOSEVELT (PL)

Sim

19:54:59

THIAGO MANZONI (PL)

Sim

19:54:57

WELLINGTON LUIZ (MDB)

Sim

19:55:02


Totais:

Sim: 13

Não:

6

Resultado:

APROVADO



image

... Turno: 2º Turno PL 1921/2025 - 2º Turno Início: 30/09/2025 19:35 Modo: Nominal AUTORIA: PODER EXECUTIVO Término: 30/09/2025 19:36 EMENTA: Abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 80.684.595,00. ParlamentarVotoHoraCHICO VIGILANTE (PT)Não19:36:07DAYSE AM...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 83a/2025

image

Lista de Presença


30/09/2025 20:03:46


83ª Sessão Ordinária da 3ª Sessão Legislativa da 9ª Legislatura

image

Dia: 30/09/2025 12:00 Local: PLENÁRIO

Início: 15:07 Término: 19:33 Total Presentes: 21


image

Presentes


THIAGO MANZONI (PL)

9/30/25, 3:13PM

Login Biometria

JAQUELINE SILVA (MDB)

9/30/25, 3:22PM

Login Biometria

HERMETO (MDB)

9/30/25, 3:38PM

Login Biometria

RICARDO VALE (PT)

9/30/25, 4:25PM

Login Biometria

PASTOR DANIEL DE CASTRO (PP)

9/30/25, 4:36PM

Login Biometria

PEPA (PP)

9/30/25, 4:36PM

Login Biometria

FÁBIO FELIX (PSOL)

9/30/25, 4:36PM

Login Biometria

GABRIEL MAGNO (PT)

9/30/25, 4:36PM

Login Biometria

DAYSE AMARILIO (PSB)

9/30/25, 4:38PM

Login Biometria

MARTINS MACHADO (REPUBLICANOS)

9/30/25, 4:38PM

Login Biometria

IOLANDO (MDB)

9/30/25, 4:39PM

Login Biometria

CHICO VIGILANTE (PT)

9/30/25, 4:39PM

Login Biometria

EDUARDO PEDROSA (UNIÃO)

9/30/25, 4:40PM

Login Biometria

MAX MACIEL (PSOL)

9/30/25, 4:41PM

Login Biometria

ROOSEVELT (PL)

9/30/25, 4:45PM

Biometria

PAULA BELMONTE (CIDADANIA)

9/30/25, 4:51PM

Login Biometria

JORGE VIANNA (PSD)

9/30/25, 4:55PM

Login Biometria

JOÃO CARDOSO (AVANTE)

9/30/25, 5:05PM

Login Biometria

WELLINGTON LUIZ (MDB)

9/30/25, 5:05PM

Login Código

JOAQUIM RORIZ NETO (PL)

9/30/25, 5:20PM

Login Biometria

DOUTORA JANE (REPUBLICANOS)

9/30/25, 6:06PM

Biometria



ROBÉRIO NEGREIROS (PSD) ROGERIO MORRO DA CRUZ (PRD)

Ausências


Justificativas

DANIEL DONIZET : Licenciado conforme AMD n° 201/2025.


image

Página 1 de 1

... Lista de Presença 30/09/2025 20:03:46 83ª Sessão Ordinária da 3ª Sessão Legislativa da 9ª Legislatura Dia: 30/09/2025 12:00 Local: PLENÁRIO Início: 15:07 Término: 19:33 Total Presentes: 21 Presentes THIAGO MANZONI (PL)9/30/25, 3:13PMLogin BiometriaJAQUELINE SILVA (MDB)9/30/25, 3:22PMLogin Bi...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025

Extratos - CLDF - Saúde 1/2025

 

Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação 

Brasília, 01 de outubro de 2025.

Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, Geovane de Freitas Oliveira. Ratificação: pelo Diretor do FASCAL, conforme competência delegada pelo Presidente da CLDF, por meio do Ato do Presidente nº 255/2024, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 102, em 15 de maio de 2024.

Processo SEI n.º 00001-00040488/2025-46​​​​. Contratada: AA PRO PHYSIS CLÍNICA DE FISIOTERAPIA E SAÚDE MULTIDISCIPLINAR LTDA - PRO PHYSIS, CNPJ: 07.317.088/0001-19 Objeto: prestação de serviços médico-hospitalares conforme Laudo Técnico de Vistoria para Credenciamento nº SEI 2346055 e despacho da perícia médica do FASCAL nº SEI 2347791.

Ratifico, nos termos do artigo 74 da Lei 14.133, de 1º de abril de 2021, a inexigibilidade de licitação de que trata o referido processo, tendo em vista as justificativas constantes dos respectivos autos processuais. Publique-se para as providências complementares.

 

GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA

Diretor do FASCAL


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Documento assinado eletronicamente por GEOVANE DE FREITAS OLIVEIRA - Matr. 24088, Diretor(a) do Fascal, em 01/10/2025, às 13:36, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Extrato de Ratificação Inexigibilidade Licitação  Brasília, 01 de outubro de 2025. Fundamento Legal: Inciso IV, do art. 74, da Lei 14.133 de 1º de abril de 2021 e alterações. Justificativa: Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento. Autorização da despesa: pelo Ordenador de Despesa, G...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 82/2025

 

Ata de Sessão Plenária 

3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA

ATA SUCINTA DA 82ª (OCTOGÉSIMA SEGUNDA)

SESSÃO ORDINÁRIA,

EM 25 DE SETEMBRO DE 2025

 

SÚMULA

 

PRESIDÊNCIA: Deputado Chico Vigilante

LOCAL: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

INÍCIO: 15 horas e 2 minutos

TÉRMINO: 18 horas e 9 minutos

 

Observação: A versão integral desta sessão encontra-se na ata circunstanciada.

 

1 ABERTURA

 

Presidente (Deputado Chico Vigilante)

– Declara aberta a sessão.

 

2 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA

 

Presidente (Deputado Chico Vigilante)

– Informa que, de acordo com o Requerimento nº 2.170, de 2025, de autoria da Bancada do Partido dos Trabalhadores, a sessão ordinária será transformada em comissão geral para debater os reflexos da reforma tributária na arrecadação do Distrito Federal.

 

3 ENCERRAMENTO

 

Presidente (Deputado Chico Vigilante)

– Agradece a presença de todos e declara encerradas a presente comissão geral e a sessão que a originou.

 

Observação: O registro de presença dos parlamentares está dispensado, conforme o disposto no art. 131, § 4º, do Regimento Interno da CLDF, e no art. 1º, § 2º, II, do Ato da Mesa Diretora nº 49, de 2025.

 

 

Nos termos do art. 135, I, do Regimento Interno, lavro a presente ata.

 

 

TIAGO PEREIRA DOS SANTOS

Chefe do Setor de Ata e Súmula


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Documento assinado eletronicamente por TIAGO PEREIRA DOS SANTOS - Matr. 23056, Chefe do Setor de Ata e Súmula, em 29/09/2025, às 19:48, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ata de Sessão Plenária  3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA ATA SUCINTA DA 82ª (OCTOGÉSIMA SEGUNDA) SESSÃO ORDINÁRIA, EM 25 DE SETEMBRO DE 2025   SÚMULA   PRESIDÊNCIA: Deputado Chico Vigilante LOCAL: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal INÍCIO: 15 horas e 2 minutos TÉRMINO: 18 horas e 9 minutos ...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 83/2025

 

Ata de Sessão Plenária 

3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA

ATA SUCINTA DA 83ª (OCTOGÉSIMA TERCEIRA)

SESSÃO ORDINÁRIA,

EM 30 DE SETEMBRO DE 2025

 

SÚMULA

 

PRESIDÊNCIA: Deputados Ricardo Vale e Wellington Luiz

SECRETARIA: Deputados Roosevelt e Ricardo Vale

LOCAL: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

INÍCIO: 16 horas e 44 minutos

TÉRMINO: 19 horas e 32 minutos

Observação: A versão integral desta sessão encontra-se na ata circunstanciada.

 

1 ABERTURA

 

Presidente (Deputado Ricardo Vale)

– Declara aberta a sessão.

 

1.1 LEITURA DE EXPEDIENTE

– O Deputado Roosevelt procede à leitura do expediente sobre a mesa.

 

2 COMUNICADOS DE LÍDERES

 

Deputado Fábio Félix

– Discorre sobre a abertura de inquérito na Polícia Federal relativo à tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília – BRB e lamenta a aprovação de projeto de lei nesta Casa autorizando a aquisição.

– Frisa a importância de o Poder Legislativo fazer avaliação independente e criteriosa dos projetos do Poder Executivo e não apenas aprovar tudo que é de interesse do governo.

 

Deputado Chico Vigilante

– Exibe vídeos que expõe a demissão em massa, sem justificativa, de vigilantes contratados da empresa Grupo 5 Estrelas em unidades de saúde pública do Distrito Federal.

– Insta as autoridades competentes a agir para corrigir a situação, que classifica como desumana.

– Confirma seu apoio irrestrito à categoria e avisa que solicitará ao IGESDF explicações sobre as demissões dos servidores terceirizados.

 

Deputado Pepa

– Agradece ao Poder Executivo a compreensão e o respeito dispensados aos produtores rurais com a retirada do Projeto de Lei nº 1.787, de 2025, que trata da regularização das terras públicas rurais do Distrito Federal.

 

Deputado Gabriel Magno

– Denuncia o caos na saúde pública do Distrito Federal e critica o governo por manter contingenciamento de recursos mesmo com superávit fiscal, priorizando interesses empresariais em detrimento da população.

– Acusa superfaturamento no aplicativo do cartão PDAF, que eleva preços, favorece empresas específicas e dificulta a autonomia das escolas na compra de materiais, o que motivou sua representação perante o Tribunal de Contas do Distrito Federal para suspensão imediata e auditoria do sistema.

 

3 ORDEM DO DIA

Observação: As ementas das proposições foram reproduzidas de acordo com a Ordem do Dia disponibilizada pela Secretaria Legislativa/CLDF.

 

(1º) ITEM 13: Discussão e votação, em 1º turno, do Projeto de Lei nº 1.921, de 2025, de autoria do Poder Executivo, que “abre crédito adicional à Lei Orçamentária Anual do Distrito Federal no valor de R$ 80.684.595,00”.

– Parecer do relator da CEOF, Deputado Eduardo Pedrosa, favorável à proposição, acatando as emendas apresentadas. Informa que as Emendas nos 11, 13, 20, 35, 36, 39, 40, 42 e 53 foram canceladas. APROVADO por votação em processo nominal, com 14 votos favoráveis e 6 votos contrários. Houve 4 ausências.

– Votação da proposição em 1º turno. APROVADA por votação em processo nominal, com 13 votos favoráveis, 6 votos contrários. Houve 5 ausências.

 

(2º) ITEM EXTRAPAUTA: Discussão e votação, em 1º turno, do Projeto de Lei Complementar nº 82, de 2025, de autoria do Poder Executivo, que “altera a Lei Complementar nº 932, de 03 de outubro de 2017, que ‘institui o regime de previdência complementar do Distrito Federal, reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal, previsto no art. 40, §§ 14 a 16, da Constituição Federal’; e altera a Lei Complementar nº 769, de 30 de junho de 2008, a qual ‘reorganiza e unifica o Regime Próprio de Previdência Social do Distrito Federal – RPPS/DF e dá outras providências’, e dá outras providências”.

– Parecer do relator da CAS, Deputado João Cardoso, favorável à proposição, acatando a Emenda nº 2. Informa que a Emenda nº 1 foi retirada.

– Parecer do relator da CEOF, Deputado Eduardo Pedrosa, favorável à proposição, acatando a Emenda nº 2.

– Parecer do relator da CCJ, Deputado Thiago Manzoni, favorável à proposição, acatando a Emenda nº 2.

– Votação dos pareceres em bloco. APROVADOS por votação em processo simbólico (21 deputados presentes). Houve 7 votos contrários, dos Deputados Dayse Amarilio, Gabriel Magno, Max Maciel, Chico Vigilante, Fábio Félix, Paula Belmonte e Ricardo Vale.

– Votação da proposição em 1º turno. APROVADA por votação em processo nominal, com 14 votos favoráveis e 6 votos contrários.

 

(3º) ITEM 96: Discussão e votação, em 1º turno, do Projeto de Lei nº 499, de 2023, de autoria do Deputado Thiago Manzoni, que “institui o Dia da Memória das Vítimas do comunismo no calendário de eventos do Distrito Federal”.

– Parecer do relator da CEC, Deputado Pastor Daniel de Castro, favorável à proposição.

– Parecer do relator da CDDHCLP, Deputado João Cardoso, favorável à proposição.

– Parecer do relator da CCJ, Deputado Iolando, favorável à proposição.

– Votação dos pareceres em bloco. APROVADOS por votação em processo simbólico (21 deputados presentes). Houve 5 votos contrários, dos Deputados Gabriel Magno, Fábio Félix, Chico Vigilante, Dayse Amarilio e Ricardo Vale.

– Votação da proposição em 1º turno. APROVADA por votação em processo simbólico (21 deputados presentes). Houve 5 votos contrários, dos Deputados Dayse Amarilio, Ricardo Vale, Chico Vigilante, Gabriel Magno e Fábio Félix.

 

(4º) ITEM 97: Discussão e votação, em 1º turno, do Projeto de Lei nº 528, de 2023, de autoria do Deputado Gabriel Magno, que “institui e inclui no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal a ‘Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de Taguatinga’”.

– Parecer do relator da CCJ, Deputado Fábio Félix, favorável à proposição. APROVADO por votação em processo simbólico (20 deputados presentes). Houve 6 votos contrários, dos Deputados Martins Machado, João Cardoso, Pastor Daniel de Castro, Thiago Manzoni, Roosevelt e Doutora Jane.

– Votação da proposição em 1º turno. APROVADA por votação em processo simbólico (21 deputados presentes). Houve 6 votos contrários, dos Deputados Martins Machado, Roosevelt, Thiago Manzoni, Pastor Daniel de Castro, Iolando e João Cardoso.

 

(5º) Apreciação, em bloco, dos seguintes itens:

 

ITEM 116: Votação em bloco, em turno único, das seguintes moções:

 

Moção nº 1.535, de 2025, de autoria do Deputado Roosevelt, que “reconhece e manifesta votos de louvor aos militares do GTOP 37 / 17º Batalhão, da Polícia Militar do Distrito Federal, por terem salvado a vida de um recém-nascido em situação de risco grave, na madrugada de 1º de setembro de 2025, em Águas Claras”.

 

Moção nº 1.536, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal em ocasião da Sessão Solene em Homenagem aos 65 anos do Hospital de Base de Brasília -HBB”.

 

Moção nº 1.537, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Psicólogo”.

 

Moção nº 1.538, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia da Bailarina(o).”

 

Moção nº 1.539, de 2025, de autoria da Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em comemoração ao 53º Aniversário do Hospital Universitário de Brasília (HUB), a ser realizada no dia 22 de agosto de 2025, às 14h, no Plenário desta Casa de Leis”.

 

Moção nº 1.540, de 2025, de autoria da Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h, no plenário desta Casa de Leis”.

 

Moção nº 1.541, de 2025, de autoria do Deputado Roosevelt, que “reconhece e apresenta votos de louvor aos corretores de imóveis do CRECI-DF, relacionados no anexo, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.542, de 2025, de autoria do Deputado Pastor Daniel de Castro, que “manifesta Moção de repúdio ao comportamento do jornalista Eduardo Bueno, que gravou e divulgou vídeo comemorando a morte do ativista político Charlie Kirk”.

 

Moção nº 1.543, de 2025, de autoria do Deputado Thiago Manzoni, que “requer a aprovação de moção de apoio ao Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2025, e ao Projeto de Lei nº 1904, de 2024, ambos da Câmara dos Deputados”.

– DESTACADO PARA VOTAÇÃO EM SEPARADO.

 

Moção nº 1.544, de 2025, de autoria do Deputado Pastor Daniel de Castro, que “manifesta Votos de Louvor aos Policiais Militares pela atuação destacada em ocorrência registrada em Vicente Pires/DF”.

 

Moção nº 1.545, de 2025, de autoria do Deputado Pastor Daniel de Castro, que “manifesta votos de louvor a Dalena Sumaya Batista Pinto, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.546, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção em homenagem à 9ª (nona) edição do UnaSíndico que acontecerá no GOB - Grande Oriente do Brasil, Via W5, 913 Sul - Brasília, DF, 70390-130, Brasil”.

 

Moção nº 1.547, de 2025, de autoria do Deputado Martins Machado, que “manifesta votos de Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”.

 

Moção nº 1.548, de 2025, de autoria do Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h, no plenário desta Casa de Leis”.

 

Moção nº 1.549, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “parabeniza e manifesta votos de louvor aos veteranos da Polícia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.550, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “reconhece e apresenta Votos de Louvor aos Policiais Militares Do 11º BPM, pelo comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados em atendimento à ocorrência, quando prenderam um homem por ameaça, lesão corporal e porte de arma branca”.

 

Moção nº 1.551, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “reconhece e apresenta Votos de Louvor ao Policial Militar Do Distrito Federal, pelo comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados em ‘ATO DE BRAVURA’, quando prendeu um homem por cometer feminicídio”.

 

Moção nº 1.552, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “manifesta votos de louvor e reconhecimento pelo Ato de Bravura ao Senhor Acrecildo Freire, em razão de sua conduta altruísta e exemplar no atendimento prestado durante acidente automobilístico de extrema gravidade registrado na BR-060, nas imediações do Restaurante Comunitário Rorizão, em Samambaia/DF, no dia 12 de setembro de 2025”.

 

Moção nº 1.553, de 2025, de autoria do Deputado Robério Negreiros, que “parabeniza e manifesta votos de louvor as lideranças da Região Administrativa da Fercal pelos relevantes serviços prestados na cidade, no dia 12 de setembro de 2025, às 12horas, DF150 km 13 entrada União Diesel, chácara 09, Fercal”.

 

Moção nº 1.554, de 2025, de autoria do Deputado Martins Machado, que “manifesta votos de Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”.

 

Moção nº 1.555, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Técnico Industrial”.

 

Moção nº 1.556, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção de louvor em Sessão Solene em homenagem ao Dia dos Mediadores e Conciliadores, a realizar-se no dia 29 de setembro de 2025, às 19h, na Sala de Comissão Pedro de Souza, da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.557, de 2025, de autoria do Deputado Roosevelt, que “reconhece e apresenta votos de louvor aos corretores de imóveis do CRECI-DF, relacionados no anexo, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.558, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “parabeniza e manifesta votos de louvor aos veteranos da Polícia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.559, de 2025, de autoria da Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h, no plenário desta Casa de Leis”.

 

Moção nº 1.560, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção de Louvor em reconhecimento às mulheres que lideram a Ciência, Tecnologia e inovação do Distrito Federal, a realizar-se no dia 24 de setembro de 2025, das 19h às 22h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.561, de 2025, de autoria do Deputado Martins Machado, que “manifesta votos de Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”.

 

Moção nº 1.562, de 2025, de autoria do Deputado Martins Machado, que “manifesta votos de Louvor e homenageia Mães Empreendedoras: Força que Inspira, Iniciativa que Transforma”.

 

Moção nº 1.563, de 2025, de autoria da Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em homenagem ao Jubileu de Ouro do curso de Enfermagem da UnB, a ser realizada no dia 26 de setembro, às 9h, no plenário desta Casa de Leis”.

 

Moção nº 1.564, de 2025, de autoria do Deputado Roosevelt, que “reconhece e apresenta votos de louvor aos militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), abaixo relacionados, pelo ato de bravura praticado no salvamento de um adolescente vítima de arma branca nas imediações do CEF 01, na Região Administrativa do Riacho Fundo II”.

 

Moção nº 1.565, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção de louvor em Sessão Solene em homenagem ao Dia dos Mediadores e Conciliadores, a realizar-se no dia 29 de setembro de 2025, às 19h, na Sala de Comissão Pedro de Souza, da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.566, de 2025, de autoria do Deputado Eduardo Pedrosa, que “manifesta votos de louvor e parabeniza os participantes do Grupo Empreendedoras P. Norte, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.567, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “parabeniza e manifesta votos de louvor aos veteranos da Polícia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.568, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção em reconhecimento às mulheres que lideram a Ciência, Tecnologia e inovação do Distrito Federal, a realizar-se no dia 24 de setembro de 2025, das 19h às 22h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.569, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “manifesta votos de louvor e elogio à Procuradoria-Geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal, pela exitosa e competente atuação na defesa da Lei Distrital nº 7.530/2024 perante o Supremo Tribunal Federal, que resultou na preservação do referido ato legislativo”.

 

Moção nº 1.570, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “manifesta votos de louvor e reconhecimento pelo Ato de Bravura ao 2º SGT A. Nascimento, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, em razão de sua conduta altruísta e exemplar no atendimento prestado durante acidente automobilístico de extrema gravidade registrado na BR-060”.

 

Moção nº 1.571, de 2025, de autoria do Deputada Dayse Amarilio, que apresenta “moção de louvor ao atleta Caio Oliveira de Sena Bonfim, natural de Sobradinho/DF, por sua exemplar trajetória pessoal, familiar e esportiva, marcada pela superação, pelas conquistas no atletismo, pelo amor à família e pelos valores que ele representa, a acontecer no Plenário da Câmara Legislativa do DF no dia 23 de setembro de 2025, às 17h”.

 

Moção nº 1.572, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção de Louvor em reconhecimento às lideranças femininas do Distrito Federal, a realizar-se no dia 26 de setembro de 2025, das 9h às 12h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.573, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção em reconhecimento às mulheres que lideram a Ciência, Tecnologia e inovação do Distrito Federal, a realizar-se no dia 24 de setembro de 2025, das 19h às 22h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.574, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Técnico Industrial”.

 

Moção nº 1.575, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Técnico Industrial”.

 

Moção nº 1.576, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

 

Moção nº 1.577, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

 

Moção nº 1.578, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “parabeniza e manifesta votos de louvor aos veteranos da Polícia Militar que se destacaram, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.579, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “reconhece e apresenta Votos de Louvor aos Policiais Militares do 6º BPM e CMan, pelo comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados em ‘ATO DE BRAVURA’, quando salvaram a vida de um homem, na plataforma superior da rodoviária de Brasília”.

 

Moção nº 1.580, de 2025, de autoria do Deputado Hermeto, que “reconhece e apresenta Votos de Louvor aos Policiais Militares de ROTAM pelo comprometimento, profissionalismo e dedicação demonstrados durante o atendimento de ocorrência, que resultou na apreensão de substâncias entorpecentes e materiais relacionados ao tráfico”.

 

Moção nº 1.581, de 2025, de autoria do Deputado Ricardo Vale, que “manifesta louvor ao professor Pasquale Cipro Neto”.

 

Moção nº 1.582, de 2025, de autoria do Deputado Eduardo Pedrosa, que “manifesta votos de louvor e aplausos às pessoas que especifica, por ocasião da celebração ao setembro verde – mês da doação de órgãos”.

 

Moção nº 1.583, de 2025, de autoria do Deputado Eduardo Pedrosa, que “manifesta votos de louvor e aplausos aos atletas, técnicos, treinadores e preparadores físicos brasileiros que especificam, por ocasião de suas participações e conquistas nos jogos mundiais para transplantados de 2025, em Dresden, na Alemanha”.

 

Moção nº 1.584, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor as pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

 

Moção nº 1.585, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção de louvor em Sessão Solene em homenagem ao Dia dos Mediadores e Conciliadores, a realizar-se no dia 29 de setembro de 2025, às 19h, na Sala de Comissão Pedro de Souza, da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.586, de 2025, de autoria da Deputada Doutora Jane, que apresenta “moção de Louvor em reconhecimento às lideranças femininas do Distrito Federal, a realizar-se no dia 26 de setembro de 2025, das 9h às 12h, no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.587, de 2025, de autoria do Deputado Roosevelt, que “reconhece e manifesta votos de louvor aos colaboradores voluntários que participaram ativamente do projeto Setembro em Flor, iniciativa voltada para a prevenção e diagnóstico precoce dos cânceres ginecológicos no Distrito Federal”.

 

Moção nº 1.588, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

 

Moção nº 1.589, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

 

ITEM EXTRAPAUTA: Votação em bloco, em turno único, das seguintes moções:

 

Moção nº 1.590, de 2025, de autoria do Deputado Jorge Vianna, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, pelos relevantes serviços prestados à população do Distrito Federal, em ocasião da Sessão Solene em homenagem ao Dia do Dentista”.

 

Moção nº 1.591, de 2025, de autoria do Deputado Martins Machado, que “manifesta votos de louvor em reconhecimento à destacada liderança dos pastores mencionados, cuja atuação tem sido marcada pelo compromisso com os valores cristãos, pela dedicação ao ministério e pelo relevante apoio à missão e aos propósitos da Convenção Batista do Planalto Central”.

 

Moção nº 1.592, de 2025, de autoria do Deputado Fábio Félix, que apresenta “moção de louvor às equipes de Cuidados Paliativos das unidades da rede pública de saúde”.

 

Moção nº 1.593, de 2025, de autoria do Deputado Gabriel Magno, que “manifesta votos de louvor e aplausos às pessoas e instituições que especifica”.

 

Moção nº 1.594, de 2025, de autoria da Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em comemoração aos Projetos de Saúde nas Escolas, a ser realizada no dia 6 de outubro de 2025, às 14h, no auditório desta Casa de Leis”.

 

Moção nº 1.595, de 2025, de autoria da Deputada Dayse Amarilio, que “parabeniza e manifesta votos de louvor às pessoas que especifica, por ocasião da sessão solene em comemoração aos Projetos de Saúde nas Escolas, a ser realizada no dia 6 de outubro de 2025, às 14h, no auditório desta Casa de Leis”.

 

– Votação das proposições em turno único. APROVADAS por votação em processo simbólico (20 deputados presentes).

 

4 COMUNICADOS DA PRESIDÊNCIA

 

Presidente (Deputado Wellington Luiz)

– Registra a presença da Presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal – Iprev-DF, Raquel Galvão Rodrigues da Silva; do Secretário de Estado de Economia do Distrito Federal, Daniel Izaias de Carvalho, e de outros representantes do Executivo.

 

5 ENCERRAMENTO

 

Presidente (Deputado Wellington Luiz)

– Convoca os deputados para sessão extraordinária a realizar-se em seguida.

– Declara encerrada a sessão.

 

Observação: O relatório de presença e as folhas de votação nominal, encaminhados pela Secretaria Legislativa, estão anexos a esta ata.

 

 

Nos termos do art. 135, I, do Regimento Interno, lavro a presente ata.

 

 

TIAGO PEREIRA DOS SANTOS

Chefe do Setor de Ata e Súmula


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Documento assinado eletronicamente por TIAGO PEREIRA DOS SANTOS - Matr. 23056, Chefe do Setor de Ata e Súmula, em 01/10/2025, às 16:15, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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...  Ata de Sessão Plenária  3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA ATA SUCINTA DA 83ª (OCTOGÉSIMA TERCEIRA) SESSÃO ORDINÁRIA, EM 30 DE SETEMBRO DE 2025   SÚMULA   PRESIDÊNCIA: Deputados Ricardo Vale e Wellington Luiz SECRETARIA: Deputados Roosevelt e Ricardo Vale LOCAL: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Fed...
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DCL n° 213, de 03 de outubro de 2025 - Suplemento

Ata Sucinta Sessão Ordinária 84/2025

 

Ata de Sessão Plenária 

3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 9ª LEGISLATURA

ATA SUCINTA DA 84ª (OCTOGÉSIMA QUARTA)

SESSÃO ORDINÁRIA,

EM DE OUTUBRO DE 2025

 

SÚMULA

 

PRESIDÊNCIA: Deputado Wellington Luiz e Chico Vigilante

LOCAL: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal

INÍCIO:15 horas e 6 minutos

TÉRMINO:17 horas e 1 minuto

 

Observação: A versão integral desta sessão encontra-se na ata circunstanciada.

 

1 ABERTURA

 

Presidente (Deputado Wellington Luiz)

Declara aberta a sessão.

 

1.1 LEITURA DE EXPEDIENTE

– O Deputado Wellington Luiz procede à leitura do expediente sobre a mesa.

 

2 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA

 

Presidente (Deputado Wellington Luiz)

– Informa que, de acordo com o Requerimento nº 2.282 de 2025, de autoria do Deputado Chico vigilante, a sessão ordinária será transformada em comissão geral para debater o Novo Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e as ações do Governo Federal no Distrito Federal, com a presença do Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Senhor Rui Costa.

Informa que, em razão da aprovação do Requerimento nº 2.277, de 2025, de autoria do Deputado Fábio Félix, a sessão ordinária de amanhã, dia 2 de outubro, será transformada em comissão geral para debater os desafios e as perspectivas na implementação do Plano Diretor do Distrito Federal.

 

3 ENCERRAMENTO

 

Presidente (Deputado Chico Vigilante)

– Agradece a presença de todos e declara encerradas a presente comissão geral e a sessão que a originou.

 

Observação: O registro de presença dos parlamentares está dispensado, conforme o disposto no art.131, §4º, do Regimento Interno da CLDF, e no art.1º, §2º, II, do Ato da Mesa Diretora nº49, de 2025.

 

 

Nos termos do art. 135, I, do Regimento Interno, lavro a presente ata.

 

 

TIAGO PEREIRA DOS SANTOS

Chefe do Setor de Ata e Súmula

 

 

PEDRO HENRIQUE VASCONCELOS E VALADARES

Chefe do Setor de Ata e Súmula Substituto

 


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Documento assinado eletronicamente por TIAGO PEREIRA DOS SANTOS - Matr. 23056, Chefe do Setor de Ata e Súmula, em 02/10/2025, às 13:27, conforme Art. 30, do Ato da Mesa Diretora n° 51, de 2025, publicado no Diário da Câmara Legislativa do Distrito Federal nº 62, de 27 de março de 2025.


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