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Filmes de Longa Metragem

1 - #EraDosGigantes, de Maurício Costa, 122min, documentário, livre, 2016
2 - A repartição do tempo, de Santiago Dellape, 100min, ficção, 14 anos, 2016
3 - Catadores de história, de Tania Quaresma, 75min, documentário, livre, 2016
4 - Cícero Dias, o compadre de Picasso, de Vladimir Carvalho, 79min, documentário, livre, 2016
5 - Cora Coralina – todas as vidas, de Renato Barbieri, 74min, documentário, livre, 2015
6 - Estrutural, de Webson Dias, 80min, documentário, 14 anos, 2016

Filmes de Curta Metragem

1 - A festa dos encantados, de Masanori Ohashy, 15min, animação, livre, 2016
2 - Das raízes às pontas, de Flora Egécia, 20min, documentário, livre, 2015
3 - Juraçu, do Coletivo Brôa-de-Milho, 12min, documentário/ficção, 14 anos, 2016
4 - O luto, de João Gabriel Caffarelli e Saulo Santos, 2min, ficção, livre, 2015
5 - Rosinha, de Gui Campos, 14min, ficção, 14 anos, 2016
6 - Vesti la Giubba, de Johil Carvalho, 14min, ficção, 12 anos, 2016

LONGAS

1 - #EraDosGigantes, direção de Maurício Costa, documentário, 122min, Classificação Livre, 2016

Exibição: 25/9 (domingo), 11h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 27/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco/entrevistados: Luiz Inácio Lula da Silva, Celso Amorim, Samuel Pinheiro Guimarães, Rubens Barbosa, Luiz Felipe Lampreia, Matias Spektor, Sergio Leo, Cristovam Buarque, Mino carta, Oliver Stuenkel
Direção: Maurício Costa
Produção executiva: Cecília Umetsu
Roteiro: Antônio Amoedo e Maurício Costa
Fotografia: Rodrigo Campos
Montagem: Ícaro Sousa
Direção de arte: Sandro da Rocha
Edição de som: Pedro Tavares
Animação: Pedro Neto e Ícaro Sousa
Trilha sonora: Aluga-se (Raul Seixas), Brasil (interpretada por Gal Costa), Pump eThe Whip (Kevin McLedo)
Produtora: Rodoferrô Audiovisual

Maurício Costa: diplomata, formado em Letras, com mestrado em Literatura Comparada, cursou Cinema na Escola de Cinema de Brasília e na Lights Film School, de Nova Iorque. #Era dos Gigantes é o primeiro longa do diretor.

Sinopse:

Retrata o confronto entre os principais personagens da política externa de Lula, seus opositores, analistas e a opinião pública na era das redes sociais. Com entrevistas, pesquisas de notícias, imagens de arquivo e inserção de tweets originais, o filme procura responder se a política externa do Presidente Lula defendia os interesses do seu partido ou os interesses do Brasil.

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2 - A repartição do tempo, direção de Santiago Dellape, ficção, 100min, Classificação 14 anos, 2016

Exibição: 24/9 (sábado), 11h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 26/9 (segunda-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Atores: Bianca Muller, Eucir de Souza, Edu Moraes, André Deca, Ricardo Pipo, Andrade Jr., Rosanna Viegas, Sérgio Sartório, Bidô Galvão, Dina Brandão, Carmem Moretzsohn, Selma Egrei, Sergio Hondjakoff, Tonico Pereira, Dedé Santana, Yasmim Sant'anna
Direção: Santiago Dellape
Produção executiva:  Adler Paz e Guiu Stangl
Roteiro: Davi Mattos e Santiago Dellape
Fotografia: André Carvalheira
Montagem: Marcius Barbieri, Rafael Lobo e Santiago Dellape
Direção de arte: Andrey Hermuche
Edição de som: Miriam Biderman e Ricardo Reis
Som direto: Hudson Vasconcelos e Marcos Manna
Cenografia: Sarah Noda
Figurino: Juliana Ramos
Animação: Flávia Lima e Please No
Trilha sonora: Sascha Kratzer
Música original: Sascha Kratzer
Produtora: 400 Filmes

Santiago Dellape: em 15 anos de carreira, realizou 7 curtas que ganharam mais de 30 prêmios. Destacam-se Nada Consta (2006) e Ratão (2010), premiados em Brasília e Gramado. Fez roteiro e a co-direção do longa documentário Plano B (2013), premiado no 46º Festival de Brasília e no 7º.Festival de la Memoria Documental Iberoamericano (México). Recebeu o prêmio de melhor montagem no 32º Festival de Cine de Elche (Espanha) pelo curta Ana Beatriz, de Clarissa Cardoso (2008), e menção honrosa no 10º Imago (Portugal) pelo curta Bem Vigiado (2007). Formado em Audiovisual e Jornalismo, com pós-graduação em Artes Visuais e Gestão Cultural. Atual presidente da ABD-DF (ABCV), editor-chefe do Jornal da Câmara, na TV Câmara. A Repartição do Tempo é seu primeiro longa como diretor.

Sinopse:

Num rincão esquecido da vasta burocracia brasileira, um chefe psicótico usa uma máquina do tempo para duplicar seus funcionários e aumentar a produtividade..

Trailer Senha: punchtheclock

3 - Catadores de história, direção de Tania Quaresma, documentário, 75min, Classificação Livre, 2016

Exibição: 25/9 (domingo), 14h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 27/9 (terça-feira), 14h, Câmara Legislativa, entrada franca

Produção executiva: Geralda Magela
Roteiro: Tania Quaresma
Fotografia: Waldir de Pina
Montagem e finalização: Bruno Villar
Direção musical: Dimir Viana
Trilha sonora: Dimir Viana, Andre Luiz Oliveira, Renato Matos, Claudio Vinícius e GOG
Assistentes de direção/conteúdo: Alex Cardoso e Ronei Silva
Produtora: Caminho do Meio Criações Audiovisuais

Tania Quaresma: Começou a trabalhar como fotógrafa em 1967, com 17 anos, documentando para a Folha da Tarde, os movimentos estudantis e operários de protesto contra o governo militar. Desde então trabalhou para as mais importantes redes de TV do país, fotografou os Jogos Olímpicos no México, documentou aspectos da vida em Cuba, fez curso de cinema na Alemanha, produziu documentários, séries de TV, filmes de longa metragem, discos, shows e exposições multimídia. Lançou seu primeiro longa, Nordeste: cordel, repente, canção (1975); Trindade: curto caminho longo (1979) e Nísia, Paulo e Josué - oficinas de memória (2008). Catadores de História é seu quarto longa e tem como tema central as Catadoras e Catadores de Materiais Recicláveis, que sobrevivem do que a sociedade rejeita e chama de "Lixo".

Sinopse:

O filme mostra o cotidiano dos catadores e catadoras de materiais recicláveis, que tiram seu sustento do que a sociedade descarta e chama de "lixo". Partindo do lixão da Estrutural, maior lixão a céu aberto da America Latina, que fica em Brasília, a 18 km do Palácio do Planalto, o documentário desvenda a multifacetada realidade desses profissionais que, apesar das condições sub-humanas de trabalho, conseguem dar exemplo de união, dignidade, solidariedade e cidadania. Filmado principalmente em Brasília, o longa metragem traz imagens de outras regiões do Brasil compondo um painel que ajuda entender o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, editado em 2011

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4 - Cícero Dias, o compadre de Picasso, direção de Vladimir Carvalho, documentário, 79min, Classificação Livre, 2016

Exibição: 24/9 (sábado), 16h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 26/9 (segunda-feira), 16h, Câmara Legislativa, entrada franca

Direção: Vladimir Carvalho
Roteiro: Vladimir Carvalho
Montagem: Vladimir Carvalho
Fotografia: Jacques Cheuíche
Trilha sonora: Vladimir Carvalho
Montagem: Vladimir Carvalho e Gabriel Medeiros

Vladimir Carvalho: em Brasília desde 1970, depois de longa atividade no Rio de Janeiro, onde foi colaborador de Eduardo Coutinho, Arnaldo Jabor e Geraldo Sarno. Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Paraíba, professor emérito da Universidade de Brasília (UnB), teve participação direta na formação do movimento cinematográfico de Brasília. Seu primeiro longa-metragem, O país de São Saruê (1971), permaneceu nove longos anos interditado pela censura e só foi liberado no período da anistia e da redemocratização do Brasil. É autor, ainda, de O Evangelho segundo Teotônio, Conterrâneos Velhos de Guerra, Barra 68 - sem perder a ternura, O engenho de Zé Lins e Rock Brasília, entre outros. Quase todos os seus filmes receberam prêmios e distinções, sendo detentor de três Margaridas de Prata outorgadas pela CNBB aos filmes Pedra da Riqueza, O Evangelho segundo Teotônio e Conterrâneos Velhos de Guerra. O seu documentário, Rock Brasília – era de ouro, conquistou o prêmio de Melhor Filme na categoria documentário do Festival de Paulínia (2011). É um dos fundadores do Polo de Cinema e Vídeo de Brasília e dirige a Fundação Cinememória, que tem por objetivo a preservação da memória audiovisual do Distrito Federal.

Sinopse:

Pintor pernambucano ligado aos modernistas, Cícero Dias (1907-2003) radicou-se em Paris a partir de 1937, fugindo da perseguição política do Estado Novo. Apesar da distância do país natal, ele nunca perdeu de vista as cores e os sons de sua infância, na casa de Jundiá, mesclando essas raízes com a convivência com nomes de ponta das vanguardas europeias, como Pablo Picasso, Fernand Léger e Juan Miró. Dessa troca de influências, nasceu um pintor de repercussão internacional, que transformou toda a sua vivência, inclusive sua reclusão durante a Segunda Guerra Mundial, na base de uma arte que atravessa fronteiras.

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5 - Cora Coralina – todas as vidas, direção de Renato Barbieri, documentário, 74min, Classificação Livre, 2015

Exibição: 25/9 (domingo), 16h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 27/9 (terça-feira), 16h, Câmara Legislativa, entrada franca

Direção: Renato Barbieri

Produção executiva: Marcio Curi, Beth Curi e Carmen Flora
Roteiro: Renato Barbieri e Regina Pessoa
Fotografia: Waldir de Pina
Montagem: Neto Borges
Som: Francisco Craessmeyer e Waldir de Pina
Edição de som: Micael Guimarães
Direção de arte: Henrique Dantas
Cenografia: Henrique Dantas
Figurino: Cláudia Wiltgen
Trilha sonora: Luiz Olivieri e Eduardo Canavezes
Música original: Luiz Olivieri e Eduardo Canavezes
Produtora: Asacine Producões
Elenco: Tereza Seiblitz, Walderez de Barros, Camila Márdila, Maju Souza, Camila de Queiroga Salles, João Antônio (voz), Beth Goulart e Zezé Motta

Renato Barbieri: com uma com uma carreira ligada ao cinema, à televisão, a filmes educativos e a processos de aprimoramento de obras audiovisuais, Barbieri, nos anos 80, foi integrante da produtora paulista Olhar Eletrônico, onde dirigiu especiais para TV e os premiados documentários Do outro lado da sua casa, Duvideo e Expiação. Foi diretor do telejornal diário Jornal de Vanguarda, na Band. É autor de longa e premiada filmografia, com destaque para Atlântico Negro – na rota dos Orixás; A invenção de Brasília; Moçambique; Rudimentos; Terra de Quilombo – espaços de liberdade; Na corda do círio; Malagrida; Félix Varela; Monteiro Lobato, vírgula, ponto e vírgula; Bianchetti; Mauricio de Sousa; Araraquara – memórias de uma cidade; Cidades inventadas; A revolta dos cabanos; Guerra da Independência na Bahia e Cora Coralina – todas as vidas. Realizou as videoinstalações A liga da língua e Corpoalma. O longa As Vidas de Maria marca sua estreia na ficção. É idealizador e curador do Teste de Audiência, projeto inovador de aprimoramento do diálogo do Cinema Brasileiro com seu público, por onde passaram mais de 90 títulos brasileiros de longa-metragem. É sócio-fundador e diretor da Aprocine – Associação dos Produtores e Realizadores de Filmes de Longa-Metragem do DF.

Sinopse:

O filme tem uma narrativa poética nas vozes, sentimentos e interpretações de seis gerações de grandes atrizes brasileiras. Uma polifonia das vozes que habitaram Cora Coralina, revelada em prosa, verso e imagens com o seu imenso talento literário e conteúdo humano. O filme mostra a trajetória de Cora Coralina, dos anos de infância até se casar e sair de Goiás, do largo tempo de 45 anos vividos em diferentes cidades do estado de São Paulo e de seu retorno à Goiás, quando se revelou ao Brasil com a força de sua poesia.

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6 - Estrutural, de Webson Dias, documentário, 80min, Classificação 14 anos, 2016

Exibição: 24/9 (sábado), 14h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 26/9 (segunda-feira), 14h, Câmara Legislativa, entrada franca

Direção: Webson Dias
Produção executiva: Webson Dias
Direção de produção: Janaína Ribeiro e Tiago Rocha
Assistência de direção: Tiago Rocha
Roteiro: Webson Dias
Direção de Fotografia: Lucas Felix e Ivan Viana
Assistência de produção: Danilo Bola, Pedro Beiler
Captação de som direto: Danilo Bola
Montagem: Tiago Rocha e Webson Dias
Correção de Cor e Finalização: Isabela Padilha
Desenho e Mixagem de Som: Ramiro Galas
Trilha sonora: Ramiro Galas
Pesquisa: Webson Dias e Pedro Mendonça
Fotos noturnas no lixão: Guto Martins
Imagens aéreas: Matheus Amorim
Conversão de fitas: Eliomar Araújo
Divulgação: Laila Alencar

Webson Dias: formado em Produção Publicitária, atua com audiovisual desde 2002. Dirigiu e produziu os curtas RÁdio comunitária; Bom Samaritano; Permanentemente provisório; Cata(dores) e os longas Entorno do crime e Estrutural. É professor na Escola Livre de Cinema Social Cine Brazza. Foi responsável pela produção audiovisual do Centro Transdisciplinar de Educação do Campo e Desenvolvimento Rural - CTEC/UnB e coordenador de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação do Curso de Formação Agroecológica e Cidadã, parceria do CTEC/UnB com a Secretaria Nacional de Juventude/SNJ

Sinopse:

Fruto de uma pesquisa de mais de 10 anos em uma área que surgiu nos arredores do que é hoje o maior lixão a céu aberto da América Latina, o documentário captura as imagens e as memórias de um conturbado período político, no qual seus habitantes se viram entre a total ilegalidade e a regularização. Imagens de arquivo feitas pelos próprios moradores e depoimentos dos protagonistas dessa história constroem o passado e o presente da urbanização do Distrito Federal.

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CURTAS

1 - A festa dos encantados, de Masanori Ohashy, animação, 15min, Classificação Livre, 2016

Exibição: 25/9 (domingo), 14h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 27/9 (terça-feira), 14h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: José Regino
Direção: Masanori Ohashy
Produção executiva: Julio Pinho e Sônia Bone
Roteiro: Mauro Siqueira e Dario Noleto
Fotografia: Masanori Ohashy
Montagem: Masanori Ohashy
Edição de som: Derez Marques e Daniel Mioju
Direção de Arte: Masanori Ohashy e Pedro Francisco Bezerra Alves
Animação: Pedro Francisco Tavares, João Pessina e Hideki Ohashy
Produtora: Coletivo 105
Masanori Ohashy: designer, educador, formado em Artes Plásticas pela Faculdade Dulcina de Moraes e especialista em Linguagem Teatral. Domina um vasto repertório de ferramentas e linguagens audiovisuais.

Sinopse:

A história de como um índio Guajajara, que procurava pelo irmão perdido, encontrou um mundo subterrâneo, habitado por seres encantados e ali permaneceu até aprender todos os rituais e cânticos de várias celebrações, sendo a Festa do Mel a mais importante delas. Com saudades da família voltou para seu povo e passou a contar as histórias e a ensinar, na sua aldeia de origem, tudo o que havia aprendido com os encantados. Antes disso, de acordo com a lenda, os Guajajara não realizavam festas.

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2 - Das raízes às pontas, de Flora Egécia, documentário, 20min, Classificação Livre, 2015

Exibição: 24/9 (sábado), 11h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 26/9 (segunda-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Direção: Flora Egécia
Roteiro: Débora Morais e Hugo Lins
Fotografia: Rodrigo de Oliveira
Montagem: Maurício Chades
Direção de arte: Bianca Novais
Edição de som: Maurício Fonteles

Flora Egécia: Formada em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília, fez a direção de fotografia do filme Confessionário (2012), ganhador do prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no III Festival IESB de Cinema Universitário, direção de fotografia do filme Transa (2016); direção do documentário inESPAÇO (2013), selecionado para a Mostra Brasília do Troféu Câmara Legislativa no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Sinopse:

Luiza tem 12 anos e fala, com orgulho, de seu cabelo crespo e de sua ancestralidade. A história de Luiza é uma exceção. Os entrevistados, dos mais diversos perfis, falam sobre o papel do cabelo crespo como elemento do tornar-se negro e como ato político contra imposições estéticas. O filme questiona os padrões de beleza, que são impostos às pessoas cada vez mais cedo, e faz a afirmação do cabelo crespo como um dos elementos fundamentais da identidade negra.  Também avalia a aplicação da Lei 10.639/03 que regulamenta o ensino da História Afro-Brasileira e Africana nas escolas brasileiras.

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3 - Juraçu, do Coletivo Brôa-de-Milho, documentário/ficção, 12min, Classificação 14 anos, 2016

Exibição: 24/9 (sábado), 14h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 26/9 (segunda-feira), 14h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Eládio Oduber e Cláudio Bull
Direção: Coletivo Brôa-de-Milho
Roteiro: Maria Villar e Amarilis Macedo
Fotografia: Bruno Corte
Montagem: Bruno Corte e Fernando Gutiérrez
Direção de arte: Claudia Washington e ZMário
Edição de som: Fernando Gutiérrez
Trilha sonora: Mc Brown

Fernando Gutiérrez: animador e cineasta desde 2005, dirigiu os curtas Quimera (2011); O mascate (2008); Devaneios (2009); Bons caras não chegam atrasados (2012) e José (2015). Trabalhou como assistente de direção do curta Musa Divinorum (2010), dirigido por Carlos Eduardo Nogueira. Atuou como animador nas produtoras de cinema e animação Glaz e 44 Toons. Trabalhou recentemente na programação, vídeo mapping e animação para o espetáculo teatral Os fracassados (2015). Faz doutorado em Artes e é pesquisador da área de cinema de animação. Idealizador do Brasília Animation Festival (Baf)

Sinopse:

Juraçu: pega, mata e come.

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4 - O luto, de João Gabriel Caffarelli e Saulo Santos, ficção, 2min, Classificação Llivre, 2015

Exibição: 25/9 (domingo), 11h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 27/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Francisco Hakkert, João Gabriel Caffarelli, Saulo Santos, Cid Rauen, Emanuela Chaib Schneider
Direção e Fotografia: João Gabriel Caffarelli e Saulo Santos
Roteiro: Saulo Santos
Montagem: João Gabriel Caffarelli
Direção de arte: Luciana Menescal Landwehr
Trilha sonora: ÁudioJungle

João Gabriel Cafarelli: iniciou no audiovisual em 2011, quando ingressou na Faculdade de Cinema e fez estágio na produtora Caza Filmes, onde trabalhou em mais de oito curtas e em um longa-metragem. Na universidade, escreveu, dirigiu e produziu mais de cinco curtas. Seu trabalho de conclusão de curso, Escuro do medo, estreou na Mostra Brasília do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, premiado com o Troféu Câmara Legislativa de Melhor Fotografia.

Saulo Santos: com formação em Direito, estudou Cinema de forma independente, por meio de tutoriais na internet, workshops e cursos de curta duração em operação de câmera e iluminação. Em 2015, João e Saulo fundaram a produtora Agente Tenta Filmes, que produz curtas para web, videoclipes e vídeos institucionais.

Sinopse:

Quando um amigo parte dessa para melhor, cabe aos que ficam engolir o luto.

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5 - Rosinha, de Gui Campos, ficção, 14min, Classificação 14 anos, 2016

Exibição: 25/9 (domingo), 16h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 27/9 (terça-feira), 16h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Andrade Junior, João Antonio e Maria Alice Vergueiro. Participação especial de André Deca
Direção: Gui Campos
Produção executiva: Gui Campos e J. Procópio
Roteiro: Gui Campos
Fotografia: André Miranda
Montagem: Gui Campos e J. Procópio
Direção de arte: Daniel Banda
Edição de som: Olívia Hernández Fernández
Captação de som direto: Chico Bororo
Figurino: Juliana Ramos
Trilha sonora: Gui Campos
Produtora: Lumiô Filmes

Gui Campos: brasiliense, com mestrado em Audiovisual pela Universidade Antonio de Nebrija, Espanha, é diretor fundador da Lumiô Filmes, grupo que tem extensa lista de produções. Entre seus curtas estão Imperfeito, que recebeu o prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2011, e Sequestramos Augusto César, premiado em diversos festivais, entre eles no de Brasília (2004) e de Gramado (2005).

Sinopse:

No alvorecer da existência, uma rosa desabrocha ao receber as carícias dos últimos raios do sol. Um filme sobre amor e sexualidade na terceira idade e a luta para sobrepujar as convenções sociais.

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6 - Vesti la Giubba, de Johil Carvalho, ficção, 14min40, Classificação 12 anos, 2016

Exibição: 24/9 (sábado), 16h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 26/9 (segunda-feira), 16h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Davi Maia, Humberto Pedrancini, Janai Seabra e Priscila de Lavor.
Direção: Johil Carvalho
Produção executiva: Luiz Cláudio de Carvalho Mauro
Roteiro: Rodrigo Zimmerman
Fotografia: Alexandre Magno
Montagem: Douro Moura
Direção de arte: Chico Sassi
Cenografia: Luciana Gondim
Figurino: Nadine Diel
Edição de som: Sascha Kratzer
Captação de som direto: Francisco Craesmeyer
Trilha sonora: Sascha Kratzer
Produtora: Muviola Filmes

Johil Carvalho: publicitário formado na Universidade de Brasília, trabalha com cinema desde 2004. Diretor, produtor e roteirista, tem sete curtas premiados, entre eles, o Troféu Câmara Legislativa de Melhor Filme, em 2007, com o filme Olhos nos olhos, e o Award of Merit no Best Shorts Competition, na Califórnia. É colunista de cinema da revista brasiliense Evoke. Seu primeiro longa-metragem será lançado em 2017 e atualmente está desenvolvendo duas séries para TV.

Sinopse:

Livremente inspirado na ópera Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo, o filme fantasia sobre a vida de um dos personagens do clássico, anos depois de concluída a narrativa da ópera.

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