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"Não estamos parados", diz coordenadora de abrigo

Publicado em 07/10/2009 12h46
Durante a audiência pública sobre a situação do abrigo Reencontro, a deputada Erika Kokay (PT) denunciou um quadro de precariedade no atendimento a meninos e meninas em situação de vulnerabilidade social. "Não estamos aqui para mascarar a realidade, mas é importante dizer também que não estamos parados", afirmou Juliana Castro Benício, que coordena há pouco mais de dois meses o abrigo Reencontro.

A coordenadora elogiou a apresentação de denúncias sobre a situação do Abrire por parte da petista: "Serve para mobilizar a sociedade e o Estado". Segundo ela, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) está tomando providências de curto e médio prazos para melhorar a situação do abrigo.

:Entre as ações, Benício citou a reforma da casa, para oferecer condições mínimas de moradia; a nomeação de mais cuidadores sociais; mais fiscalização no que concerne aos alimentos consumidos pelas crianças e adolescentes, e uma maior aproximação com a Regional de Ensino, visando a desenvolver estratégias para acompanhar a freqüência escolar dos abrigados, bem como a combater preconceitos em sala de aula.

 Outras providências - A distrital Erika Kokay (PT) disse que vai levar a situação ao Governo Federal, ao Ministério Público e à própria Vara da Infância e Juventude.

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