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Cuidadores correm risco de vida, diz dirigente sindical

Publicado em 07/10/2009 13h00
A vulnerabilidade de quem trabalha no Abrigo Reencontro (Abrire) foi colocada pelo presidente do sindicato que representa os servidores, Cássio Alves de Moura, durante audiência pública que a Câmara realiza para debater as condições do local. A segurança, segundo ele, é contratada para defender o patrimônio, não protegendo o trabalhador de riscos iminentes, como o de um adolescente infrator entrar armado no local.

Los Ângeles, aprovada no concurso ajustado através de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não chamada, reforçou dizendo que as fugas são muito fáceis, que muitos adolescentes fogem e são levados para a favela próxima, onde se encontram traficantes de drogas, cobertores e outros materiais do abrigo. Reclamou que, ao contrário do que previa a portaria que criou o TAC, foram chamadas para trabalhar pessoas sem qualquer preparo."É preciso definir a clientela e estabelecer um projeto claro de atendimento, tratando cada atendido de acordo com sua realidade", completou Cássio Moura, depois de Los Ângeles denunciar a convivência, num mesmo espaço, de crianças em fraldas, deficientes físicos e mentais e adolescentes usuários de drogas.

A audiência pública é uma iniciativa do gabinete da deputada Erika Kokay.

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