CDC aprecia 30 itens e "limpa" pauta de votações
CDC aprecia 30 itens e "limpa" pauta de votações

Entre os projetos aprovados, está o PL nº 113/2011, do deputado Chico Leite (PT), que veda os estabelecimentos comerciais do Distrito Federal de exigirem tempo mínimo de abertura de conta-corrente para aceitação de cheques como forma de pagamento.
O projeto de lei nº 344/2011, do deputado Cláudio Abrantes (PPS), também aprovado na CDC, obriga a instalação de balanças públicas nas feiras livres do DF. Na justificativa da proposta, o autor argumenta que a medida já foi adotada em diversos estados e municípios brasileiros.
O documento de identidade estudantil poderá ser centralizado na Secretaria de Educação. É o que propõe o projeto de lei nº 313/2007, da ex-distrital Jaqueline Roriz e outros, aprovado na CDC. Pela proposta, o banco de dados da identidade estudantil será centralizado na secretaria de Educação e a primeira via do documento será gratuita.
Outro projeto aprovado hoje, o PL nº 68/2011, da deputada Eliana Pedrosa (PSD), proíbe as empresas concessionárias ou permissionárias de serviços públicos de informar ou registrar a inadimplência de consumidor em banco de dados e cadastros de consumidores.
A obrigatoriedade de higienização dos óculos utilizados nas salas de cinema para assistir os filmes em terceira dimensão (3D) está prevista no projeto de lei nº 145/2011, do deputado Aylton Gomes (PR), aprovado na forma de substitutivo pela CDC.
Outro item aprovado foi o projeto de lei nº 456/2011, da deputada Celina Leão (PMN), que garante ao consumidor o direito de ter sua conta de energia elétrica mensurada individualmente nos edifícios residenciais.
O único item rejeitado durante a reunião da CDC foi o projeto de lei nº 254/2011, do deputado Cláudio Abrantes (PPS), que revoga a Lei nº 4.546/2011. A lei obriga comerciantes, indústrias e prestadores de serviços a incluírem em suas placas o nome, endereço e o telefone do Procon. A análise do item terminou empatada, com dois votos contrários e dois favoráveis ao projeto. A presidente da Comissão, deputada Rejane Pitanga (PT), deu o voto de desempate e rejeito a proposta.