Câmara funcionará no recesso para analisar impeachment
Câmara funcionará no recesso para analisar impeachment

Mais cedo, a líder do PT, deputada Erika Kokay (PT) defendeu a leitura do requerimento. De acordo com o artigo 67, inciso II da Lei Orgânica do Distrito Federal, a convocação extraordinária para tratar de denúncia de crime de responsabilidade do governador é efetivada com a assinatura de um terço dos parlamentares da Câmara.
"Os deputados Paulo Tadeu (PT), Chico Leite (PT), Cabo Patrício (PT), Reguffe (PDT), Jaqueline Roriz (PMN), Rogério Ulysses (PSB), Milton Barbosa (PSDB) e eu assinamos e esperamos que a Câmara não entre em recesso, deixando a sociedade à espera das respostas que devemos dar", afirmou Erika. Ainda de acordo com a lei, a convocação extraordinária restringe o funcionamento da Casa exclusivamente para tratar do processo de impeachment contra o governador Arruda. A autoconvocação não gera despesas extras para a Câmara.