(Autoria: Deputado Martins Machado)
Requer a realização de Sessão Solene no dia 30 de agosto de 2024, às 19h, no plenário, para homenagear o Jiu-Jitsu e o pioneiro da Arte Suave no DF, Mestre Ataíde Júnior.
Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal:
Requeiro, nos termos do art. 124 do Regimento Interno desta Casa, a realização de Sessão Solene no dia 30 de agosto de 2024, às 19h, no plenário, para homenagear o Jiu-Jitsu e o pioneiro da Arte Suave no DF, Mestre Ataíde Júnior.
JUSTIFICAÇÃO
Jiu-Jitsu é uma arte marcial de origem incerta. A tradução das palavras Jiu Jitsu é “arte versátil, suave”.
No Jiu-Jitsu usa-se a força e o peso do adversário contra ele, sendo permitido, inclusive, lançar o adversário em queda. São utilizados golpes traumáticos e de defesa pessoal (saídas de gravata, contragolpes, esquivas). Porém, a principal característica da modalidade são os golpes que buscam imobilizar e neutralizar o adversário, através de golpes de articulação, como estrangulamentos e torções das articulações, como braço, tornozelo, etc. É permitido o uso dessas técnicas de luta de chão, com ambos deitados.
Quanto à origem do Jiu-Jitsu, não há um consenso entre historiadores. A versão mais difundida entre o meio, é a de que o Jiu-Jitsu teve origem no Japão. Uma outra versão, muito mais complexa, diz que o Jiu-Jitsu surgiu na Índia, onde era praticado por monges budistas. Segundo essa versão, o Jiu-Jitsu foi levado então para a China, e depois para o Japão. A terceira versão defende que o Jiu-Jitsu originou-se na China.
Já a origem do Jiu-Jitsu no Brasil não é motivo de desacordo. O jiu-jitsu foi trazido ao Brasil em 1915, pelo japonês Esai Maeda Koma, ou, como ficou conhecido, Conde Koma.
Em 1916, esse japonês conheceu Gastão Gracie, que se tornou um entusiasta do jiu-jitsu. Gastão, então, levou o mais velho de seus oito filhos, Carlos Gracie, então com 15 anos, para aprender a arte com o japonês.
Atualmente, o Jiu-Jitsu brasileiro é mais difundido que o original japonês, sendo inclusive, exportado para o Japão e para todo o resto do mundo.
No Distrito Federal a arte vem crescendo há passos largos.
E o mestre Ataíde Ludgero Júnior tem feito muito e a cada dia preparando ainda mais profissionais. Brasiliense, começou a treinar jiu-jitsu aos 19 anos com o mestre Popó, que é aluno do Mestre Armando, faixa vermelha, que faz parte da árvore genealógica da família Gracie. Mestre Ataíde foi o professor de Brasília que mais levou atletas para o UFC, Rani Yahya, Paulo Thiago, Renato Moicano, Massaranduba e Luigi Vendramini. Mestre Ataíde já formou mais de 320 faixas pretas.
Título no jiu-jitsu: Campeão Mundial Master.
Diante do exposto é de fundamental importância homenagear, reconhecer e valorizar essa modalidade, bem como um representante do DF.
Sala das Sessões, em …
MARTINS MACHADO
Deputado Distrital- REPUBLICANOS/DF