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Distritais se unem em defesa dos direitos dos vigilantes

Publicado em 14/11/2017 15h03

A presença de vigilantes nas galerias do plenário nesta terça-feira (14), protestando contra o Governo de Brasília e empresas de vigilância devido às recentes demissões de trabalhadores que atendem órgãos públicos, mobilizou parlamentares de diversos partidos. O deputado Wellington Luiz (PMDB), em seu pronunciamento, listou o que classificou de uma série de "tentativas do governo contra a categoria" e pediu pares que não deixassem a Casa sem resolver o problema dos vigilantes. "Vamos trancar a pauta e não votar nada enquanto o governador não nos der uma resposta a favor dessa categoria", ressaltou Wellington Luiz.

O parlamentar ressaltou que já se reuniu com o presidente da Casa o deputado Joe Valle (PDT), e que Joe se propôs formar uma comissão para se reunirem com Rodrigo Rollemberg (PSB) e encontrar uma solução plausível e salutar para resolver o problema dos vigilantes. O deputado Wasny de Roure (PT) afirmou que a princípio o governador sinalizou para uma audiência na próxima quinta-feira (16) as 9h., mas que o presidente da CLDF insiste que a comissão seja recebida ainda hoje.

O deputado Chico Vigilante (PT) comentou que a categoria lutou por uma licitação que garantisse o emprego dos vigilantes e não para as empresas demiti-los. "As empresas que ganharam a licitação estão querendo demitir trabalhadores, isso não podemos admitir". O deputado comentou ainda que o governador Rollemberg tem que entender que a situação é "um barril de pólvora pronto para explodir e depois não adianta mandar a polícia para reprimir", enfatizou o distrital.

O petista ressaltou ainda que a lei deve ser obedecida e os trabalhadores mantidos nos seus devidos locais de trabalho. "Os vigilantes merecem mais respeito, trabalham corretamente e o governo tem que respeitar essa categoria", afirmou Chico Vigilante.

O deputado Claudio Abrantes (Rede) alertou que uma suposta greve da categoria dos vigilantes, pode vir afetar principalmente os hospitais, causando prejuízo aos atendimentos que já são precários. "O governo não pode ignorar esses trabalhadores, pois, muitos órgãos públicos dependem da presença do vigilante", afirmou o distrital.

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