Deputados voltam a discutir cancelamento de matrículas na ESCS
Deputados voltam a discutir cancelamento de matrículas na ESCS

O cancelamento das matrículas de 33 estudantes de medicina e 25 de enfermagem da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) voltou a ser discutido na sessão ordinária desta terça-feira (1º). Os estudantes foram desligados da instituição quando o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe), da UnB, alegou um erro na correção das redações do vestibular.
"O governo precisa constituir uma comissão para tratar desse assunto. A Secretaria de Saúde, até agora, não se pronunciou. O fato é que a atuação do Cespe nessa questão é inadmissível. Os estudantes foram prejudicados, alguns largaram outros cursos que faziam para ingressar na ESCS. Quero deixar claro que a Câmara vai acompanhar essa questão", disse o presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure (PT).
A deputada Liliane Roriz (PRTB), presidenta da Comissão de Educação, Saúde e Cultura, anunciou que vai propor a realização de uma audiência pública com a presença da diretora da ESCS para buscar esclarecimentos sobre o caso. Para o deputado Rôney Nemer (PMDB), os estudantes não podem ser penalizados. "Quem tem que resolver isso é o Cespe, não os alunos", defendeu.
Agentes socioeducativos – A deputada Celina Leão (PDT) defendeu a reestruturação da carreira dos agentes socioeducativos: "Com a carreira valorizada esses servidores poderão melhorar o atendimento aos jovens. A missão deles é tentar socializar esses adolescentes". E completou: "O projeto deles tem que ser aprovado".
Grades em Sobradinho – O deputado Dr. Michel (PP) cobrou uma solução para a questão das grades nas casas de Sobradinho. "Não dá para esperar a Lei de Uso e Ocupação do Solo. Os moradores estão aflitos porque hoje as grades estão irregulares. O governo precisa entrar em campo para resolver isso e dar tranquilidade à população", afirmou.