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Agentes penitenciários lutam por retorno às atividades na Polícia Civil

Publicado em 03/08/2012 14h37

No dia em que é se comemora o Dia do Agente Penitenciário, a categoria reuniu-se em sessão solene, realizada pela Câmara Legislativa, para reiterar a luta para exercer as mesmas atribuições dos demais servidores da Polícia Civil. No evento  na tarde desta sexta-feira (3), no auditório do Departamento de Polícia Especializada, parlamentares e representantes do GDF manifestaram apoio ao pleito dos agentes penitenciários, que negociam com o Ministério do Planejamento a mudança de denominação da categoria para "agente de polícia" ou outra nomenclatura que corresponda às atividades desempenhadas.

De acordo com a Associação dos Agentes Penitenciários do Distrito Federal (AGEPEN), somente no DF e em Tocantins integrantes da Polícia Civil trabalham em penitenciárias. No restante do país, os agentes penitenciários integram outra secretaria, na maioria dos casos fazem parte da Secretaria do Sistema Penitenciário. "Essa caminhada vai definir, em definitivo, o nosso futuro na Polícia Civil. Espero que este seja o último ano em que comemoramos o dia do agente penitenciário", afirmou a presidente da AGEPEN, Marcele de Almeida.

Para o secretário de Segurança Pública a luta dos agente penitenciários é justa. "O retorno de vocês à Polícia Civil interessa à administração pública e toda a sociedade do DF".

O deputado Dr. Michel (PEN), por sua vez, afirmou que acredita na vitória da categoria e garantiu que continuará seu trabalho por melhores salários e condições de trabalho para a Polícia Civil. "Já recuamos demais, agora é hora de avançarmos". Já o deputado distrital licenciado Wellington Luis (PPL), atual secretário de Condomínios, destacou a capacidade técnica da categoria.  "O técnico penitenciário é um profissional diferenciado, motivo de orgulho. Sabemos que o Marcola não queria vir para penitenciária em Brasília, por aqui bandido não se cria", comentou o distrital.

Além de Dr. Michel e Wellington Luís, os deputados Cláudio Abrantes (PPS) e Siqueira Campos (PSC) propuseram a realização da  sessão solene.

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