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Comissão de Meio Ambiente aprova doação de lote para Parque Tecnológico

Comissão de Meio Ambiente aprova doação de lote para Parque Tecnológico

Qui, 09 Mai 2019 17:44

Comissão de Meio Ambiente aprova doação de lote para Parque Tecnológico

Comissão de Meio Ambiente aprova doação de lote para Parque Tecnológico

A Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT) aprovou nesta quinta-feira (9) o projeto de lei n° 306/2019, de autoria do Executivo, que doa lote à TERRACAP, por meio de sua subsidiária, a Biotic S/A. A área de 14.064,11m2, na Região Administrativa de Brasília, será utilizada para a gestão do Parque Tecnológico Capital Digital.

O relator e presidente da comissão, deputado Eduardo Pedrosa (PTC), ressalta que se trata de um empreendimento estratégico com atividades voltada à captação de investidores e empresas na área de tecnologia. "A intenção do Executivo é viabilizar esforços no sentido da instalação de empresas que promovam atividades de inovação no âmbito do parque tecnológico", explica Pedrosa.

O distrital acrescenta o momento de dificuldade financeira porque passa o DF. "Perdemos 20 mil postos de trabalho no DF, é preciso reverter essa situação atraindo empresas e consolidando essa vocação da cidade para tecnologia e inovação. Ninguém quer mais um Estado em que as pessoas dependam dele".

O deputado Delmasso (PRB), por sua vez, enalteceu a proposta e observou que o PL 306/2019 é complementação do projeto aprovado ano passado na Casa que ampliou o Biotic. No entanto, o distrital absteve-se da votação. "Do ponto de vista formal, falta um parecer da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Peço ao governo que o parecer já esteja no processo antes da votação em plenário", afirmou.

Já Leandro Grass seguiu o voto do relator e destacou a importância de o DF ter um espaço voltado à pesquisa e inovação. " Brasília é uma cidade que tem especialistas de renome na área, enho certeza de que o Capital Digital vai gerar emprego e progresso no DF".

Adasa – Durante a reunião desta quinta-feira os integrantes da CDESCTMAT acompanharam uma presentação sobre um trabalho de alteração nas tarifas da CAESB. A intenção do órgão regulador é consertar distorções que façam com que os moradores de áreas com consumo reduzido acabaem pagando mais caro por m3.

A proposta será alvo de consulta e audiência pública para colher as opiniões dos consumidores e órgãos de fiscalização, como o Poder Legislativo. Entre as propostas está o fim da tarifa básica de 10 m3, novas faixas de consumo e simplificação do acesso à tarifa social. "A atual estrutura tarifária é injusta, pessoas com faixa de renda mais alta estão sendo subsidiadas", observou o superintendente de estudos econômicos Cássio Cossenzo.