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Vítimas da tragédia em Janaúba são lembradas em solenidade a N.Sra. da Aparecida

Vítimas da tragédia em Janaúba são lembradas em solenidade a N.Sra. da Aparecida

Sex, 13 Out 2017 17:17

As crianças vítimas da tragédia em Janaúba foram lembradas em sessão solene em homenagem a Nossa Senhora Aparecida na manhã desta quarta-feira (11) no plenário. O bispo auxiliar da arquidiocese de Brasília, dom Marcony Ferreira, pediu alento à Nossa Senhora Aparecida para as famílias das vítimas.

O bispo destacou que Nossa Senhora Aparecida é padroeira do Brasil, de Brasília e das crianças. Ele recordou que "Nossa Senhora Aparecida chegou a Brasília antes de nós, em 1957, quando na Cidade Livre, que viria a se tornar o Núcleo Bandeirante, Juscelino Kubitschek pediu para celebrar uma missa com a imagem de Nossa Senhora Aparecida". Aos parlamentares, o bispo disse que as decisões desta Casa devem se basear não no bem de grupos, mas no bem de todas as pessoas da cidade, que foi consagrada a Nossa Senhora Aparecida desde o início.

Também a deputada Luzia de Paula (PSB) dedicou a consagração de Nossa Senhora Aparecida às crianças que morreram queimadas na creche em Janaúba neste mês. "No momento de desespero me veio a imagem de Nossa Senhora Aparecida", afirmou.

Tolerância - O valor da religiosidade e a devoção à Nossa Senhora Aparecida do povo brasiliense significam, segundo dom José Aparecido de Almeida, um profundo respeito pelos concidadãos. "Ser tolerante é respeitar e amar a pessoa que pensa diferente de mim", destacou.

Opinião semelhante manifestou o deputado Raimundo Ribeiro (PPS), ao pedir que "Nossa Senhora Aparecida estenda seu manto sobre esta Pátria que sofre tanto neste momento e precisa não de espírito beligerante, mas de compreensão". Na mesma defesa, o deputado federal Rôney Nemer (PP-DF) disse que "não deve haver disputa entre as religiões porque nosso Deus é o mesmo; apenas buscamos caminhos diferentes para chegar até Ele". Contudo, Rôney considerou que "o Estado é laico, mas o povo não é ateu". Dias melhores para o País foi o pedido feito à padroeira pela deputada Liliane Roriz (PTB).

Louvor - O deputado Wellington Luiz (PMDB), autor da solenidade, argumentou que "o papa Francisco tem feito uma revolução na igreja e nós temos que fazer a nossa parte, e essa atuação deve ocorrer também na política". O parlamentar homenageou, com moções de louvor, diversos membros de dioceses do DF, entre eles o padre Américo Betta e o padre João Neto. Também foi homenageada a irmã Floriza Okuda, do Instituto das Irmãs de Maria Schoesntatt, representante do movimento mariano.

Franci Moraes - Coordenadoria de Comunicação Social