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Júri Oficial do 23º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal

 

João Batista de Andrade

Com uma trajetória reconhecida e premiada nacional e internacionalmente, João Batista de Andrade, mineiro de Ituiutaba, foi o primeiro cineasta a receber o Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal de melhor longa-metragem, em 1996, pelo filme O Cego que Gritava Luz. Em sua carreira, iniciada em 1963, alternam-se documentários e filmes de ficção, entre os quais Doramundo (1978), O Homem que Virou Suco (1981), O País dos Tenentes (1987), O Tronco (1999) e Vlado - 30 Anos Depois (2005). Também escreve livros e é autor teatral. Doutor em Comunicação pela USP, foi secretário de Cultura do Estado de São Paulo, presidiu a Cinemateca Brasileira, e, por duas vezes, a Associação Paulista de Cineastas. Também esteve à frente do Memorial da América Latina e, em 2017, foi ministro interino da Cultura. Integrando o júri, atuou em diversos festivais de cinema, no Brasil e no exterior, como o de Gramado, Valladolid (Espanha), Paris (França) e Nova Delhi (Índia).
 
 
 
Liloye Boubli
 
Liloye Boubli é diretora, produtora e montadora de filmes de curta, média e longa-metragem como Tangerine Girl, O Guarda Linhas e Ballet Bolshoi, participantes de certames como Sundance Film Festival, Festival Latino Americano de Havana e Dance on Camera - Lincoln Center (Nova York). Em TV, dirigiu episódios da série documental Na Fita, sobre música e cinema (Turner), e a ficcional 5 vezes Machado (Canal Brasil). Também realizou os documentários Viola Caipira; Presença de Villa-Lobos na música brasileira – piano e violoncelo; e Brasileiríssimo, com o Duo Barrenechea e músicos eruditos contemporâneos. Como montadora, atuou em Juruna, o Espírito da Floresta, de Armando Lacerda; e Dom Hélder Câmara, o Santo Rebelde, de Érika Bauer, pelo qual foi premiada no XIV Cine Ceará (2005). No ano anterior, o filme havia recebido o Troféu Câmara Legislativa do DF de melhor longa-metragem.
 
 
 
 
Armando Lacerda
 
Natural do Rio de Janeiro, Armando Lacerda, ingressou na Universidade de Brasília em 1971, onde se graduou em Comunicação – Jornalismo, Cinema e Televisão. Dirigiu e produziu filmes de curta e longa-metragem. Juruna, o Espírito da Floresta, recebeu o prêmio Margarida de Prata da CNBB (2008) e o de melhor documentário internacional do Festival de Viña Del Mar, no Chile, em 2010. Realizou ainda O Futuro e Eu – Tributo a Vladimir Maiakovski e Oscar Niemeyer (1998); Taguatinga em Pé de Guerra (1982) e Janela Para os Pirineus (1996), ambos premiados pelo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foi produtor de O Evangelho Segundo Teotônio (1984), dirigido por Vladimir Carvalho, e diretor de produção de Céu Aberto (1985), dirigido por João Batista de Andrade. Entre 1996 a 2003, foi diretor da TV Câmara.