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Filmes de Longa-Metragem

- Um domingo de 53 horas, de Cristiano Vieira, documentário, 93min

- O fantástico patinho feio, de Denilson Félix, documentário, 74min10s

- Jeitosinha, de Johil de Carvalho e Sérgio Lacerda, ficção, 90min

- Menina de barro, de Vinícius Machado, ficção, 115min43s

 

Filmes de Curta-Metragem

- 1x1, de Ramon Abreu, ficção, 19min

- Afronte, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, documentário, 15min46s

- Carneiro de ouro, de Dácia Ibiapina, documentário, 25min

- O céu dos teus olhos, de Danilo Borges e Diego Borges, ficção, 16min57s

- Damrõze Akwe – amor e resistência, de Guilherme Cavalli, documentário, 21min39s

- Habilitado para morrer, de Rafael Stadniki, ficção,18min41s

- A inviolável leveza do ser, de Júlia Zakarewicz, ficção,1min50s

- A margem do universo, de Tiago Esmeraldo, ficção,18min22s

- O menino leão e a menina coruja, de Renan Montenegro, ficção, 16min05s

- Tekoha – som da terra, de Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron, documentário, 20min

- UrSortudo, de Januário Jr, ficção, 15min

- O vídeo de 6 faces, de Maurício Chades, ficção, 19min54s

- Vilão, de Webson Dias, documentário, 19min19s

 

Saiba mais:

Filmes de Longa-Metragem

1 – Menina de Barro, de Vinícius Machado, ficção, 115min, classificação 16 anos, 2017.

Exibição: 19/9 (terça-feira), 19h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 20/9 (quarta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Vitor Lamego, Rafaela Machado, Augusto Botelho e Marina Mara

Direção: Vinícius Machado
Produção executiva: Vinícius Machado
Roteiro: Vinícius Machado
Fotografia: João Guilherme Patriota e Jorge Neto
Montagem: Vinícius Machado, Jorge Neto e Thays Elinne
Direção de arte: Vinícius Machado
Edição de som: Thays Elinne
Trilha sonora: Vinícius Machado
Produtora: Coletivo Família de Barro

Vinícius Machado: brasiliense graduado em Filosofia, artista com passagens pela música (vocalista da Banda Tempus), dança (grupo Tribo Cia de Dança/DF) e teatro (Cia H2O/DF),  professor de Hip-Hop). Escreveu e dirigiu o curta-metragem "Errantes" (2012) e o longa-metragem "Errantes: o abandono dos órfãos" (2013), produziu o curta-metragem de ficção
"Diana" que deu início ao projeto do longa-metragem de ficção "Menina de Barro".

Sinopse: a jovem Diana é uma garota habilidosa e especial. Na aurora de seus 12 anos de idade já carrega uma bagagem de conhecimento e talento que se mostra difícil de lidar: ela traz a estigmatizada e dadivosa marca de ser superdotada. Entre a solidão e a curiosidade, entre a agressividade e o carinho, Diana vai tecendo uma autocrítica minuciosa ao passo que descobre a força do conhecimento e da amizade para liberar seus impulsos mais solidários.
Ao mesmo tempo que busca "combater" o Bullying em sua escola, Diana precisará estar pronta para enfrentar seus problemas de família, seu coração e uma fúria típica daqueles que não se contentam com a apatia alheia.
 

2 - Jeitosinha, de Johil de Carvalho e Sérgio Lacerda, ficção, 90min, classificação 12 anos, 2017

Exibição: 20/9 (quarta-feira), 19h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 21/9 (quinta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: André Mattos, Bianca Müller, Vinícius Zinn, Carmem Moretzsohn

Direção: Johil Carvalho e Sérgio Lacerda
Produção executiva: Érico Cazarré, Johil Carvalho e Sérgio Lacerda
Roteiro: Paulo Halm
Fotografia: Alexandre Magno
Montagem: Douro Moura
Direção de arte: Nadine Diel
Edição de som: Fernando Cavalcante e Dirceu Lustosa
Trilha sonora: Eugênio Matos
Produtora: Muviola Filmes

Johil Carvalho e Sérgio Lacerda: diretores e roteiristas, fazem cinema juntos desde 2004. Vencedores da Mostra Brasília do 40º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com o curta-metragem "Olhos nos Olhos" (2007), a dupla também recebeu Menção Honrosa no 10º Festival Taguatinga de Cinema com o documentário "Memoriam" (2011) e ganhou cinco prêmios com o filme "Hereditário" (2012), incluindo Award of Merit of the Best Shorts Competition (2013) na Califórnia (EUA). Além desses filmes, dirigiram e roteirizaram os curtas "Reage!" (2004) e "Deus-Arma" (2009). Individualmente, Johil Carvalho dirigiu mais dois curtas: "Flat 1706" (2014) e "Vesti la Giubba" (2016).

Sinopse: inspirada em um louco folhetim de internet, essa comédia em tons absurdos conta a história de uma bela menina que, aos 18 anos, descobre que ela não é, exatamente, uma menina…
 

3 – O fantástico patinho feio, de Denilson Félix, documentário, 74min10s, classificação livre, 2017.

Exibição: 21/09 (quinta-feira), 19h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 22/09 (sexta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Alex Dias Ribeiro, João Luiz, Zeca Vassalo, Helládio Toledo, Roberto Pupo Moreno, Nelson Piquet.

Direção: Denilson Félix
Produção executiva: Denilson Félix
Roteiro: Denilson Félix
Fotografia: André Luiz da Cunha e André Carvalheira
Montagem: Jorge e Thiago Esmeraldo
Direção de arte: Pedro Daldegan
Edição de som: Marcos Manna
Trilha sonora: Juninho Nascimento
Produtora: Caldo de Cana Filmes

Denilson Félix: roteirista premiado nos festivais de Gramado, Vitória e Recife, em 2001, pelo curta-metragem "Sinistro", de René Sampaio. Dirigiu os curtas "O dente podre do lavador de pratos", "As coisas acontecem", "Uma voz timorense em
Brasília" e o média-metragem "Marcelo Bousada, quem?". Roteirizou o longa-metragem "Campus santo", de Márcio Curi.

Sinopse: história de 4 garotos de Brasília que nos loucos anos 60 resolveram ousar em realizar seus sonhos. Eles construíram, num fundo de quintal, um carro de corrida para competir na segunda maior prova do Brasil, os 500 km de Brasília, com outros 33 carros, muitos deles de grandes marcas internacionais, largando em último lugar do grid de largada. Após mais de 6 horas de corrida, eles chegaram em segundo lugar na categoria geral. Depois deste feito, os 4 jovens fundam a lendária Oficina Camber, por onde passaram Nelson Piquet, Roberto Pupo Moreno e muitos outros pilotos. Agora, em 2017, essa grande aventura faz 50 anos.

 

4 – Um domingo de 53 horas, de Cristiano Vieira, documentário, 93min, classificação livre, 2017

Exibição: 22/9 (sexta-feira), 19h, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 23/9 (sábado), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Paulo Moreira Leite, Cynara Menezes, Eugênio Bucci e Maria Lima.

Direção: Cristiano Vieira
Produção executiva: Bruno Caldas e Cristiano Vieira
Roteiro: Cristiano Vieira
Fotografia: Cristiano Vieira
Montagem: Esdras Menezes
Direção de arte: Cristiano Vieira
Edição de som: Fabiano Barcelos
Produtora: Studio 10 Filmes

Cristiano Vieira: atua desde 2002 no mercado audiovisual de Brasília, como diretor de cena e produtor. Há 13 anos fundou a Studio 10 Filmes e Conteúdo, onde vem acumulado experiência com centenas de obras publicitárias, institucionais e programas de TV. Realizou e fui curador, em 2016, do primeiro Pitching Stud10, de onde premiou e contratou o projeto "Fronteiriço", de Antônio Balbino, um documentário que aborda o transtorno de personalidade borderline e que está sendo desenvolvido para ficção. Também desenvolve, como produtor, a série de ficção para televisão "As Rosas" e as séries de animação "O Extraordinário Circo do Bipo" e "Shäya e o Espelho".

Sinopse: documenta o dia 17 de abril de 2016, quando a Câmara dos Deputados aceitou o processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, com entrevistas e imagens de cobertura de ambos os lados da Esplanada dos Ministérios, dividida por uma barricada, e de dentro do Plenário. O documentário faz um raio-x enquanto conhece o ponto de vista tanto de pessoas comuns, que estiveram no protesto trabalhando ou protestando, quanto de jornalistas, político, juristas e pesquisadores de todos os pólos de opinião, a fim de obter um retrato do paradoxo embate ideológico e político brasileiro.

 

Filmes de Curta-Metragem

1 - O céu dos teus olhos, de Danilo Borges e Diego Borges, ficção, 16min57s, classificação livre, 2016

Exibição: 18/9 (segunda-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 19/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Diego Borges, Júlia Correa, Marcos Davi e Alice Stefânia

Direção: Danilo Borges e Diego Borges
Produção executiva: Thays Elinne
Roteiro: Diego Borges e Danilo Borges
Fotografia: Fernando Santana
Montagem: Pedro Henrique Buson
Direção de Arte: Diego Borges
Edição de som: Marcos Gomes
Trilha Sonora: Trio Intaglio
Produtora: Borges Movies

Danilo e Diego Borges: Danilo Borges formado em Audiovisual pela Universidade Federal de Mato Grosso e Diego Borges formado em Artes Cênicas pela UnB, já se encantaram muito cedo com o cinema, quando atuaram juntos em seu primeiro curta-metragem: "Pobre é quem não tem Jipe", uma película realizada em Mato Grosso, pelo diretor Amauri Tangará, o filme ganhou o Prêmio Revelação e Prêmio ANDI pelo Festival de Brasília de 1997. Depois disto participaram de mais 2 longas: "A oitava cor do arco-íris" e "Ao sul de setembro", ambos realizados em Mato Grosso também. Danilo acabou indo para áreas mais técnicas do cinema como a fotografia e a montagem e Diego continuou sua carreia como ator. Diego atuou no filme brasiliense: "A noite por testemunha", do diretor Bruno Torres. Danilo participou da cobertura em fotografia e vídeo da Copa do Mundo Brasil 2014 e das Olimpíadas Rio 2016.

Sinopse: se os sonhos são maiores que a gente, não há nada nesse mundo que nos faça ficar no mesmo lugar. E quem não sente medo de se aventurar nessa vida, terá sempre uma boa história para contar. Há muito tempo havia um lugar onde todos os sonhos se tornavam realidade, e esse tempo todo ela estava à sua procura. Parecia que ela tinha um jeito diferente e olhar o mundo. Ela vivia de sonhos e de palavras. Pra ela bastava uma imensidão e um papel em branco… E agora ali, se podia ver nos seus olhos a esperança desabrochar, um olhar terno como que se dissesse que tudo ia dar certo um dia…

 

2 – O vídeo de 6 faces, de Maurício Chades, ficção, 19min54s, classificação livre, 2017

Exibição: 18/9 (segunda-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 19/9 (terça-feira), 10h30, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Maurício Chades e Lavínia Chades

Direção: Maurício Chades
Producao Executiva: Ana Maria Ultra
Roteiro: Maurício Chades
Fotografia: Lucas Kato "Pio" e Maurício Chades
Montagem: Maurício Chades
Direção de Arte: Maurício Chades
Edição de som: Maurício Fonteles, Renato Perotto e Arnold Gules
Trilha Sonora: Ramiro Galas
Produtora: Leni

Maurício Chades: artista visual e cineasta, dirigiu o curta-metragem "Um copo d'água", selecionado para a Mostra Brasília do 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e para a 39º Jornada Internacional de Cinema da Bahia. Em 2014, lançou o livro-objeto "As aventuras subjetivas de Björk", assinando o projeto gráfico. Em 2015, produziu o curta-metragem "Das raízes às pontas" (2015), vencedor do júri popular do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2016 participou de residências artísticas na Nuvem Estação Rural de Arte e Tecnologia (RJ) e no Parque de Produções Sônia Paiva (DF) e das exposições "Um nó : 6 pontas" (Petrópolis/RJ), "Onde anda a Onda" (Museu Nacional da República, Brasília/DF) e da mostra "Zona de Contágio" (DF).D

Sinopse: Lavina lembra do enterro do pais, fala de como sua mãe guardou dinheiro, com muito trabalho, para o próprio enterro. Uma videoinstalação pode servir de túmulo para um gato, projetado, o qual nunca se encontrou o corpo morto? Posso construir um caixão para olhar e, por ele, ser olhado de volta? Tanta parafina derretida, posso encaixotar?



3 – Tekoha – som da terra, de Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty), documentário, 20min, classificação 10 anos, 2017

Exibição: 18/9 (segunda-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 19/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Valdelice Veron e Aramiu Veron.  

Direção: Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty)
Produção executiva: Isadora Stepanski e Rodrigo Arajeju
Roteiro: Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron
Fotografia: Alan Schvarsberg
Montagem: Sergio Azevedo
Direção de Arte: Valdelice Veron
Edição de som: Maurício Fonteles
Trilha Sonora: Magda Pucci
Produtora: 7G Documenta - Coprodutora: COMOVA

Rodrigo Arajeju: realizador na produtora independente 7G Documenta e mestre em
Sustentabilidade Junto a Povos e Terras Tradicionais pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB. Roteirista e diretor dos filmes "Índio cidadão?",, vencedor de melhor média-metragem do FICA 2015 e "Índios no poder", vencedor de melhor direção no Cine Ceará de 2016. Caminha com o Povo Kaiowa
no Mato Grosso do Sul, desde 2014, produzindo documentários e vídeos sobre as lutas e os lutos nas retomadas.

Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty): membro do Conselho Continental da Nação Guarani e uma das lideranças Guarani Kaiowa cadastradas no programa federal de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, ameaçada pela luta nas retomadas de terra de seu Povo. Foi a protagonista-narradora no média-metragem "Índio cidadão?" e estreia como roteirista e diretora no curta-metragem TEKOHA – som da terra.

Sinopse: nossas mães lideram a retomada do Tekoha Takuara pelo nosso modo de ser e viver – nhande reko. O agronegócio avança sobre corpos-terras indígenas no Mato Grosso do Sul. A luta para recuperar as terras sagradas, a essência da vida na nossa cosmovisão. O luto pelo genocídio Kaiowa e Guarani no Brasil.

 

4 - UrSortudo, de Januário Jr, ficção, 15min, classificação 10 anos, 2016

Exibição: 18/9 (segunda-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 19/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Elder de Paula, Silvia Paes, Jefferson Leão, Yasmin Sophia

Diretor: Januário Jr
Produção executiva: Liana Farias
Roteiro: Januário Jr
Fotografia: Petronio Neto
Montagem: Erik Batista e Januário Jr
Direção de arte: Marcus Takatsuka
Edição de som: Higo Melo
Trilha sonora: Beto Strada
Produtora: Oitava Arte Produções

Januário Jr: nasceu em Lagoa Nova/RN. É estudante de Artes Cênicas na Faculdade Dulcina de Moraes, pesquisador de linguagem audiovisual desde 2008, roteirista, diretor de filme, fotógrafo, produtor cultural, editor e designer gráfico. Participou do 2-Day Film School™ com Dov Siemes. Foi contemplado pelo FAC/DF 2014, categoria Produção de curta-metragem, com filme: "A vida tem dessas coisas" e único contemplado do DF no Edital Curta Afirmativo 2014, do MinC, com filme "UrSortudo". Foi premiado no Festival de Cinema da Bienal Internacional de Curitiba, 2015, na Mostra Universitária Competitiva, categoria Experimental, com o curta de 1min "Sinfonia do Desperdício".

Sinopse: aos Naldos, resta viver com as sequelas dos equívocos gerados pelas ações desse "estado de excessão" permanente que encarcera, por engano, e não sabe o porquê. Aos demais, um pouco de leniência com aqueles, que agora são falsos criminosos.

 

5 - Vilão, de Webson Dias, documentário, 19min19s, classificação 14 anos, 2017

Exibição: 18/9 (segunda-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 19/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Diego Rodrigues, Luana Dionísia e Carlos Eduardo Medeiros

Direção: Webson Dias
Produção executiva: Webson Dias e Tiago Rocha
Roteiro: Webson Dias
Fotografia: Lucas Kato "Pio" e Rafael Ribeiro
Montagem: Tiago Rocha
Direção de arte: Lina de Albuquerque
Edição de som: Danilo Rodrigues "Bola" e Ramiro Galas
Trilha sonora: Ramiro Galas
Produtoras: Solocine e 3CONTO

Webson Dias: graduado em publicidade, trabalha com audiovisual há mais de 15 anos. Entre os trabalhos que realizou destacam-se os curtas "Permanentemente provisório" e "Cata(dores)"; e os longas "Estrutural" e "Entorno do crime". É professor na Escola Livre de Cinema Social Cine Brazza. Nos 12 anos em que trabalhou na Universidade de Brasília, ministrou diversos cursos de extensão em comunidades
urbanas e rurais do Centro-Oeste.

Sinopse: Diego é mais um a deixar o sistema prisional no Brasil, vivendo uma situação limite entre os dois mundos reais que o atormentam, o de dentro (cadeia) e o de fora (sociedade). Entre os amigos, a música e as paredes de um quarto, ele tenta se reintegrar a um sistema que, de fato, nunca o aceitou.

 

6 – 1x1, de Ramon Abreu, ficção, 19min, classificação 16 anos, 2016

Exibição: 18/9 (segunda-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 19/9 (terça-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: João Vitor Kira, Áurea Lúcia, Herculano Oliveira e Will Lopes

Direção: Ramon Abreu
Produção executiva: Liana Farias
Roteiro: Herculano Oliveira
Fotografia: Marcelo Borja
Montagem: Lucas Franzoni
Direção de arte: Natália Muffato
Edição de som: Guilherme Negrão
Trilha sonora: Renata Jambeiro, DJ Jamaica e Guilherme Negrão
Produtora: OF Produção Cultural

Ramon Abreu: publicitário, documentarista, cineasta e diretor de cena com mais de 20
anos de experiência em audiovisual. Começou sua carreira como montador publicitário e logo se tornou referência em Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e São Paulo. Recebeu premiações como o Profissionais do Ano da Rede Globo e da Associação Brasileira de Documentaristas, entre outras. Dirigiu filmes publicitários para o Governo Federal e anunciantes de Brasília. Fez seu primeiro longa, um documentário de produção independente, sobre o Festival Porão do Rock. Estudou e trabalhou em Londres em produtoras de cinema. De volta ao Brasil foi convidado pela Fundação Vanzolini (USP) para concepção e direção de projetos de Educação a Distância.

Sinopse: Charles é um garoto pobre e sozinho no mundo, que vende balas no sinal para sobreviver. Um dia, Charles é perseguido por policiais e acaba sendo baleado, ficando entre a vida e a morte. No hospital, Charles conhece Dr. Oswaldo, um médico que salva sua vida e cuida de sua recuperação. O tempo passa e Charles volta para a favela onde vivia e lá reencontra Alemão, seu único amigo, um bandido bastante conhecido na Ceilândia. Alemão convence Charles a fazer um sequestro relâmpago. Durante o sequestro, uma coincidência, Charles descobre que o refém do sequestro é o Dr. Oswaldo. Nesse momento, Charles tem que decidir pela vida do médico. Uma história de coincidências, baseada em fatos reais.

 

7 – O menino leão e a menina coruja, de Renan Montenegro, ficção, 16min05s, classificação livre, 2017

Exibição: 19/9 (terça-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 20/9 (quarta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: João Pedro Fraim, Mariah de Andrade Praia, Daniel dos Santos Costa e Eliana Carneiro 

Direção: Renan Montenegro
Produção executiva: Akira Martins
Roteiro: Elias Guerra
Fotografia: Dani Azul
Montagem: Elias Guerra
Direção de arte: Bianca Novais e Flora Egécia
Edição de som: Francisco Craesmeyer
Trilha sonora: Higo Melo
Produtora: Rodoferrô

Renan Montenegro: formado em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual na Universidade de Brasília. Escreveu e dirigiu o curta "Meu amigo, meu avô" (2011), premiado como melhor filme infantil no Festival Chico 2012 e participante de mais de 30 mostras e festivais pelo país, incluindo a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis e o Festival do Rio 2012. Em 2013 dirigiu "Babilônia Norte", parte de um projeto multimídia. Atua também como produtor e assistente de direção.

Sinopse: Esse é o universo das pessoas-animais, seres que misturam características humanas com as de outro animal. Quando filhotes, eles precisam estudar na Escola Filhote Selvagem, um lugar onde o aprendizado vai muito além da sala de aula.

 

8 – Afronte, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, documentário, 15min46s, classificação livre, 2017

Exibição: 20/9 (quarta-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 21/9 (quinta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Victor Hugo Leite e Agostinho Santos

Direção: Marcus Azevedo e Bruno Victor
Produção executiva: Renata Schelb
Roteiro: Bruno Victor e Marcus Azevedo
Fotografia: Ana Carolina Matias
Montagem: Lucas Araque
Direção de arte: Ana Júlia Melo
Edição de som: Martha Suzana e Ana Carolina Nicolau
Trilha sonora: Lucas Figueiras
Produtora: Roxo Berinjela Produções

Marcus Azevedo: formado em Geografia pela UERJ e em Audiovisual pela UnB, trabalha como professor e em diversas áreas da produção cinematográfica de curtas universitários. Atualmente também produz o I Encontro de Cineastas e Produtoras Negras.

Bruno Victor: estudante de Audiovisual na UnB, atua como diretor de fotografia e roteirista. Sua trajetória inclui assistência e direção de fotografia em curtas universitários desde 2013.

Sinopse: ficção e documentário se cruzam para mostrar o processo de transformação e empoderamento de Victor Hugo, um jovem negro e gay, morador da periferia do Distrito Federal. Seu relato se mistura aos depoimentos de outros jovens, cujas histórias revelam diferentes formas de resistência, encontradas em discursos de valorização do negro gay.

 

9 – Habilitado para morrer, de Rafael Stadniki, ficção, 18min41s, classificação 14 anos,  2017

Exibição: 20/9 (quarta-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 21/9 (quinta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Matheus de Souza Maia, Milca Orrico da Conceição, João Pedro Cavalcante e Louise Portela Moura

Direção: Rafael Stadnik
Produção executiva: Maria Luiza Rodrgues Munhoz
Roteiro: Cecília Bastos Cunha Nunes
Fotografia: Arthur Menezes Gonçalves
Montagem: Matheus de Paula Moraes Costa, Rafael Stadniki, João Pedro Cavalcante, Sofia Todd Tombini, Filipe Alves Oliveira
Direção de arte: Isabella Barbosa Costa; Ayana Saito Mira de Carvalho; Rafaela Borges da Costa Schimitt
Edição de som: Luiz Mateus Santana Corazolla
Produtora: Pupila Audiovisual

Rafael Stadniki: estudante de Comunicação Social na Universidade de Brasília, desde os 12 anos já fazia vídeos com os amigos e hoje já soma quase dez curtas-metragens no currículo. Fã de cinema apaixonado por cultura pop, tem seu trabalho influenciado por diversas facetas da sétima arte, seja por diretores amplamente cultuados do calibre de David Lean e Quentin Tarantino ou por nomes locais, como o brasiliense Santiago Dellape. Atualmente é editor e animador da Pupila Audiovisual.

Sinopse: Miguel é um novato na polícia e possui um grande senso de justiça. Diferente de sua parceira, Ágata, que depois de anos de experiência sabe que não tem como acabar com a corrupção da cidade. Os dois encontram o corpo de Carlo Castellano, o mafioso mais temido pela polícia. Miguel sabe que tem que descobrir quem foi responsável por esse crime, mesmo com Ágata implorando para ele não investigar a máfia.

 

10 – A inviolável leveza do ser, de Júlia Zakarewicz, ficção, 01min50s, classificação livre, 2017

Exibição: 20/9 (quarta-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 21/9 (quinta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Carlos Valença, Júlia Zakarewicz e Fernando Quaranta

Direção: Júlia Zakarewicz
Produção executiva: Júlia Zakarewicz
Roteiro: Júlia Zakarewicz
Fotografia: Júlia Zakarewicz
Montagem: Júlia Zakarewicz
Direção de arte: Júlia Zakarewicz
Edição de som: Júlia Zakarewicz
Trilha sonora: Júlia Zakarewicz

Júlia Zakarewicz: estudante e artista.

Sinopse: Não confunda desejo com intuição.

 

11 – Damrõze Akwe – amor e resistência, Guilherme Cavalli, documentário, 21min39s, classificação 16 anos, 2017

Exibição: 21/9 (quinta-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 22/9 (sexta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Durkwa Xakriabá e Sawidi Xakriabá

Direção: Guilherme Cavalli
Produção executiva: Janaina Gerdemann
Roteiro: Guilherme Cavalli
Fotografia: Edgar Corrêa Kanaykõ
Montagem: Guilherme Cavalli
Direção de Arte: Janaina Gerdemann
Edição de som: Guilherme Cavalli
Produtora: Agência de Notícia UniCeub

Guilherme Cavalli: jornalista formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), estudou Filosofia e trabalhou na formação política de grupos de jovens, com palestras sobre a temática em todo o Brasil. Atua na promoção dos direitos indígenas e comunidades tradicionais.

Sinopse: história de amor de Juvana Sawidi e Durkwa Xakriabá, indígenas do povo Xakriabá. O filme surge a partir da cerimônia de união do casal, na língua do povo chamada de Damrõze Akwe. O ritual é um resgate cultural de aproximadamente 80 anos. Sawidi e Durkwa trouxeram de volta para a cultura Xakriabá a cerimônia em
dezembro de 2016, em São João das Missões, Minas Gerais.

 

12 – A margem do universo, de Tiago Esmeraldo, ficção, 18min22s, classificação livre, 2016

Exibição: 21/9 (quinta-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 22/9 (sexta-feira), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Petra Sunjo, Genivaldo Sampaio e Inikiru Suruawaha

Direção: Tiago Esmeraldo
Produção executiva: Tiago Esmeraldo
Roteiro: Fáuston da Silva
Fotografia: Gustavo Serrate
Montagem: Tiago Esmeraldo
Direção de arte: Isabelle Esmeraldo
Edição de som: João Ricardo
Trilha sonora: Talita Paiva
Produtora: Esmero Filmes

Tiago Esmeraldo: ganhou os prêmios fotografia com os filmes "O melhor fotógrafo do mundo", de Fáuston da Silva, em 2015, no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, com "Ácido acético", de Fáuston da Silva, em 2014, no 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, com "Nada sobre você", de Ney Thomas, em 2014, no 2º Festival ICC Rio, entre outros prêmios.

Sinopse: dois seres alienígenas desembarcam na Terra para uma pretensa investigação espacial, mas, na verdade, eles são observados e estudados. Ao final, eles terão uma grande surpresa.
 

13 – Carneiro de ouro, de Dácia Ibiapina, documentário, 25min, classificação livre, 2017

Exibição: 22/9 (sexta-feira), 18h30, Cine Brasília, entrada franca
Reprise: 23/9 (sábado), 10h, Câmara Legislativa, entrada franca

Elenco: Dedé Rodrigues, Deusimar Barros, Maurício Alves e Lucicleide Araújo

Direção: Dácia Ibiapina
Produção executiva: Adirley Queirós, Simone Gonçalves e Maria Tereza Urias
Roteiro: Dácia Ibiapina
Fotografia: Ivan Viana Costa
Montagem: Guile Martins
Direção de arte: Dedé Santana
Edição de som: Gustavo Fioravante
Trilha sonora: Guile Martins
Produtora: Cinco da Norte; CEICINE Coletivo de Cinema em Ceilândia

Dácia Ibiapina: cineasta e professora de Audiovisual da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, dirigiu os documentários "Palestina do Norte: o Araguaia passa por aqui" (1998), "O chiclete e a rosa" (2001), "Vladimir Carvalho: conterrâneo velho de guerra" (2004), "CinemaEngenho" (2007), "Entorno da beleza" (2012), "O gigante nunca dorme" (2013) e "Ressurgentes: um filme de ação direta" (2014).

Sinopse: acerca do cinema de Dedé Rodrigues.

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